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quinta-feira, 5 de abril de 2018

TRANSANDO COM O PORTEIRO - DA PORTARIA PRA CAMA



História inspirada em um conto real e escrita por Senhor Banana
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RIO DE JANEIRO, 2016

Moro no Rio de Janeiro, sou carioca da gema. Nasci, cresci, estudei e me tornei um pai de família aqui, cresci no bairro de Santa Tereza, numa família de classe média. Quando era criança não pensava muito em sacanagem, mas de vez em quando eu me via com meus amiguinhos procurando uma revista de mulher pelada para tentar me masturbar. O tempo passou e eu comecei a namorar com Lucinha, foi minha primeira e única namorada,, conheci aos 15 anos e já estamos juntos a 25 anos. Sou pai de três meninas que as amo muito, são hoje a razão da minha vida.

Os meus desejos por homens começaram um pouco tarde, já no meu atual emprego, conheci alguns caras casados que curtiam uma boa sacanagem, com homem ou com mulher. Sempre rolava algum tipo de sacanagem quando nosso empresa nos mandava para algum treinamento ou congresso pelo Brasil. Aquelas coisas de dormir em hotéis, longe de casa, bebendo, quando ouvia dizer que parecia que alguém tinha comido alguém em tal viagem, mas tudo era abafado, ninguém queria se indispor na empresa, sendo divulgador de fofocas ou até responsabilizado por acabar um casamento e causar uma demissão, mas foi assim que eu conheci o sabor dos homens.

Sempre trai a Lucinha, na maioria das vezes com mulheres, sempre na sexta-feira depois que saia do trabalho ou nas viagens da empresa como disse anteriormente, mas com o tempo comecei a sentir mais desejos por homens, mas sempre tive medo de me expor, não usava aplicativos, mas quando podia eu entrava em bate-papos na internet, foi assim que eu conheci o Reinaldo, um cara também casado, advogado e trabalhava no centro do Rio, lá ele tinha um apartamento que ele usava apenas para sexo. Reinaldo era moreno claro, cerca de 1,90m, estilo surfista, era um rato de praia e só me enviava fotos de sunga. Era um cara muito gostoso e pelas fotos tinha um volume muito grande.

Depois de umas três semana de conversa por telefones, um dia conseguimos marcar para nos encontrarmos, marcamos no centro do rio, num local discreto, onde nós nos encontraríamos e seguiríamos para o seu apartamento.

Hora marcada, encontrei o Reinaldo e era um cara maduro, mais bonito do que eu esperava, forte, sarado, másculo, um homem bem cuidado e bonito. Ele também gostou de mim, ainda tomamos um suco na lanchonete onde nos encontramos antes de ir para o local, mas Reinaldo disse que não estava aguentando e queria me comer o mais rápido possível.

Fomos então para o apartamento, quando entramos na recepção, era um local discreto, mas acho que o porteiro sabia de alguma coisa, me olhou com certa indiferença ao me ver chegar com o Reinaldo, mas ninguém disse nada de entramos. Pegamos o elevador e minha calça parecia que iria rasgar, já que o que ela guardava parecia que ia estoura, mas entramos no apartamento, Reinaldo logo me deu um beijão na boca, me jogou no sofá e saltou em cima de mim, ele me abraçava de forma sedenta, era um homem macho, mas carinhoso, se comportava assim, depois de muitas caricias começamos a tirar a roupa, ai sim foi que vi como aquele homem era gostoso, um corpão bronzeado, poucos pelos, levemente torneado, peitoral lindo tudo isso numa sunga vermelho e um pacotão de entrada, não tinha como ficar parado, foi então que cai de boca naquela ferramenta, tinha cerca de uns 19cm, era grande, mas médio, nada muito grosso, o que achava melhor ainda para me penetrar, ele poderia colocar tudo, não iria me rasgar, mas queria chupar e chupei, chupei muito, depois de algum tempo ele mais uma vez me beijou e me pediu pra ficar de quatro, salivou todo o meu reto e mandou pra dentro todo aquele mastro delicioso, ele me chamava de putinha, de macho, coisas doidas, sempre carinhoso, até que não suportou e gozou muito na camisinha. Ainda conversamos um pouco enquanto nos vestíamos e nos beijávamos, já marcando o próximo encontro, até que fomos saindo.

Pegamos mais uma vez o elevador, antigo, não era um prédio novo e quando eu saí com o Reinaldo tive a certeza, o porteiro estava me olhando de forma diferente, uma cara de sacana tanto na entrada como na saída, mas fui embora, alguns dias se passaram, continuei em contato com o Reinaldo, mas com a cabeça no porteiro, algo me dizia que aquele macho curtia alguma coisa. Ele me chamou atenção, era um moreno forte, aqueles caras forte por natureza, braços grandes, estava com uma calça social apertada e eu tinha certeza, ali tinha uma coisa grande. Aquele cara não saia da minha cabeça, até que um dia sai mais cedo do trabalho e resolvi dar uma volta no centro da cidade, em especial no prédio para ver se encontrava o tal. Fui, estacionei perto, mesmo com medo de encontrar o Reinaldo, fui, chegando lá o mesmo não estava, foi dai que tive o primeiro problema, não sabia seu nome, mas inventei uma desculpa que tinha deixado algo com ele e eu perguntei ao porteiro que estava que horas eu poderia encontra-lo ali, minha resposta veio e foi satisfatória, naquele dia "meu porteiro" faria o turno da noite. Já estava na chuva, tinha que me molhar, liguei pra casa, disse a minha esposa que teríamos uma reunião e que iria chegar mais tarde. Ele nem se importou,, então, fui procurar uma lanchonete para passar o tempo.

Por volta das 19h, voltei ao prédio e para minha alegria, "meu moreno", estava lá vendo a TV e lendo um jornal distraidamente e perguntei:
- O Reinaldo está ai? - Perguntei
- Cara, cheguei agora a pouco, não o vi, mas se você quiser pode subir lá.
- Vou lá então!
- Precisa de ajuda? Aconteceu alguma coisa? Meu nome é Renato, eu vi quando você veio com ele dias atrás, eu me lembro, trabalho a noite aqui, se quiser alguma coisa, estou aqui!

O cara era muito simpático, e dessa vez pude reparar melhor no seu corpo, acho que ele tinha uns 45 anos, cerca de 1,80m e uns 90kg, forte de verdade, grande, mesmo no calça social dava pra ver que tinha um volume bem grande trancado ali dentro. E foi ai que me perdi, ou me achei, eu estava olhando mesmo.

Ele muito atencioso pediu pra ir lá em cima comigo, procurar o Reinaldo, fomos e até chegar a porta do Reinaldo, ele me falou que sabia que ele trazia sempre meninos para o apartamento, mas viu que eu era diferente, e me perguntou de cara limpa:

- Você curte sacanagem, cara?

Pensei e respondi: -Curto sim - Disse sem pensar

Fomos até lá falando sobre sexo, as putarias que ele via na rua e de outros moradores que traziam homens e mulheres para o prédio, foi nesse momento que eu comecei a notar que tinha alguma coisa estranha. O apartamento de Reinaldo era no oitavo andar e Seu Renato me convidou pra ir rapidinho ver um vazamento no terceiro. Quando estavamos no corredor ele me disse:

- Você tem uma bundinha muito bonita, o Reinaldo se deu bem.

Foi ai que descaradamente eu levei minha mão até o meio das suas pernas e disse:

- Quem se dá bem deve ser a senhora sua esposa com um mala dessas!

Para minha surpresa, já estava duro, foi quando ele disse:

- Quando eu vi você entrar, sabia que você queria rola e não é a noite do Reinaldo, mas essa é minha.

Ele estava com as chaves de um apartamento de alguém que estava viajando, mandou eu entrar rápido, disse que não tinha problemas deixar a portaria sem ninguém se a gente fosse rápido. Abriu então sua barguilha e tirou pra fora um pau maravilhoso, grande, grosso e com uma cabeça vermelha que parecia um desodorante. Joguei minhas mãos naquela jeba, peguei com jeito e comecei a bater uma punheta para ele, ele me olhando sedento. Eu louco para colocar aquela coisa grande, foi quando ele me mandou ajoelhar e chupar seu pau. Mamei aquela delícia por um bom tempo, queria que ele gozasse, a portaria estava só, e ele nem ai.

Renato disse que fazia tempos que não faziam um boquete nele e pedia pra chupar mais, passava a língua, chupava o saco e ele mais, até que gozou na minha cara, do nada!

Ele de forma educada ainda me pediu pra bater uma e gozar numa flanela que tinha na mão. Colocou a mão na minha bunda por dentro da minha calça, procurou meu anelzinho e me mandou bater uma punheta. Bate e em menos de 1 minutos já tinha gozado com aquele dedo áspero me invadindo.

Voltamos para a portaria, ele pegou meu numero e eu o dele, fui pra casa, dormir como não dormir a muitos dias e o tempo passou, na mesma semana o Renato me liga pra avisar que continua com as chaves do apartamento e que terá uma folga, pergunta se eu não quero ir lá passar um tempo com ele, eu disse que sim e no dia marcado eu foi. Quando cheguei no prédio, mais uma vez com medo de encontrar o Reinaldo, vejo outro porteiro, só que dessa vez não disse nada, sabia que o Renato estaria no terceiro andar e não disse nada.

Roubei uma calcinha bem cavadinha e uma blusinha apertadinha da minha esposa, coloquei uma camisa por cima para não dar bandeira. Paro na porta do apartamento e bato, ele abre a porta e dessa vez estava de cueca branca com um volume enorme, um peito forte cabeludo e com alguns cabelos grisalhos, uma barba por fazer e meio largado. Que macho era aquele? Que delicia. Fui entrando, empinando minha bunda, quando percebi que ele fechou a porta, fui descendo minha roupa para ele então poder ver que eu estava de calcinha, quando ele me viu, parecendo uma cdzinha, ficou mais louco que eu, se aproxima, e sem eu esperar, ele se aproxima de mim, e gruda meu bigode ao seu, me dando um beijo enorme, fiquei louco, completamente dominado e envolvido por aquela situação, dois homens machos, casados e sobe quatro paredes se apando. Ele me beijava e passava sua mão áspera sobe minha calcinha, apalpando minha bunda me chamava de gostoso, engolia minha língua e revesava com minha orelha, meu pescoço, onde ele mais pudesse alcançar. Tirou minha roupa, ficamos completamente pelados. Ele então, sentiu no sofá e me pediu:

- Desfila pra mim, depois empina esse bundão na minha cara.

Eu assim fiz, rebolei para aquele cara. Eu estava num local estranho, sem pensar em nada do que acontecia lá fora, esqueci da minha família e de tudo, naquele momento eu era a puta daquele macho.

Ele se masturbava no sofá cama e me pediu - Vem e me beija - eu fui, e como bons namorados nos amamos, quando ele me pós de bruços sobe aqueles lenços cheirosos, empinou minha bunda, abriu minha pernas, salivou e carinhosamente meteu toda aquela ferramente no meu rabo. Meteu muito e por muito tempo, Sentia sua leve barriga cabeluda em minhas costas, sentia seu hálito forte em meu ouvido e sentia seu cacete a me rasgar, mas não demorou, como estávamos com muito tesão ele gozou e eu também, gozei muito sentindo seu corpo sobre o meu, pesado, gostoso, um macho estava ali me abraçando e me amando. Aquela seria a primeira das três transas que tivemos naquele final de tarde e inicio de noite. Depois fui pra casa, e como se nada tivesse acontecido, tomei banho, dei beijos nas minhas filhas, na minha esposa, dormi e a vida continuou

Hoje o tempo passou, perdi o contato com o Renato e o Reinaldo, acho que eles ainda aprontando como os rapazinhos por ai, eu ainda faço algumas coisas, mas em número bem menor do que fiz um dia. Amo minha família, amo a vida que levo, não penso e não quero mudar, mas não posso dizer que sou infeliz. Apenas não deixei que os sentimentos me sufocassem ou estragassem minha vida.

História inspirada em um conto real e escrita por Senhor Banana

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VEM AÍ MAIS UM CONTO SOBRE SEXO COM PORTEIRO



Vem aí mais uma história real envolvendo um Porteiro safado!
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sábado, 18 de janeiro de 2014

SEXO COM O PORTEIRO GROSSO

Olá, tudo bem com vocês? Bem, meu nome é Ton, sou noivo de uma mulher, bisexual, hj moro em Natal/RN, mas morei em SP durante 28 anos.
Comecei a curtir brincadeiras com homens na adolescência no começo acha q era apenas curiosidade, mas não... a coisa foi ficando séria e até hj, 15 anos depois ainda estou nessa deliciosa vida.
Bem, vamos ao conto...
Desde muito tempo que teclo com esse cara no UOL, em tempos de MSN ainda. Ele sempre falava que tinha rolão grosso e pá, mas nunca dava certo. Trabalhava em um condomínio do Tirol. Minha mãe mora no Tirol hehehe. Não me dava pistas nem nada.
Trocamos cel, mas nunca dava certo. Até que um dia eu liguei pra ele e finalmente o cel estava ligado. Trocamos uma idéia, falando putaria, mas não rolou.
Até que um dia eu tava sozinho na casa da minha mãe e entrei no UOL afim de arrumar um rolão pra fuder. Entrei como PutoTirol e lá estava o PorteiroGrosso. Tomei coragem e disse em que condomínio eu estava. Ele ficou muito tempo calado e pediu uma foto minha. Falei que já tínhamos teclado antes, então mandei. - Que se foda essa merda! Pensei.
Ele disse que me conhecia e sabia até o número do apto. Fiquei nervoso e tal, mas que fazia tempo que ele queria meter na minha bundinha. Que secava meu rabo na bermuda quando eu passava pela portaria. Saquei que era o porteiro do PRÉDIO DA MINHA MÃE.
Ele tava de serviço nesse mesmo dia. Não cortei conversa e liguei pra portaria. Ele disse que eu descesse por volta das 3h da manhã que tinha um presente pra mim
Eu já tinha sacado que esse porteiro era da putaria, já tinha visto ele vendo filme porno no cel uma vez. Me chamou pra ver e fez questão de demonstrar que tava de cacete duro. Eu nunca dei muito espaço, porque enfim minha família mora lá
Nervoso desci às 3h da manhã e fui na cabine dele. Quando cheguei ele já tava de rola de fora. Ele tem uns 35 anos, corpo normal, peludo nos peitos e nas coxas. Corpo de macho sem ser malhado.
Ele mandou logo eu me virar pra admirar minha bunda. Baixou minha bermuda, depois minha cueca bem tranquilamente. Me deu uma linguada do caralho no rabo. Puta que pariu, linguão massa.
Depois fiquei de joelhos e lambi aquele verga massa. Grandinha tipo uns 19cm , grossa na medida, acompanhada de um sacão cabeludo. Chupei muito aquele cacete., aquelas bolas...
Pedi pra sentar ele disse q tava sem camisinha, mas que eu não me preocupasse que a gente providenciava depois. Caí de bova novamente e enquanto isso ele dava uns tapinhas na minha cara.
Ele gozou louco com dedo no meu cu. Que gostoso é sentir o leite quente descendo pelo cantinho da boca. Mesmo gozado eu continuei chupando aquele cacete, muito macio e retinho. Mamei ainda por uns 15 minutos e não baixava. Ele disse que ia gozar de novo e quando mal terminou de falar, senti aquele quentinho na minha boca novamente.
Limpei minha boca e fui me ajeitar pra ir embora. Ele me pegou por trás e disse no meu ouvido: Esse rabinho vai ser meu depois de amanha. Deixe ele bem lisinho pra mim. Claro, que voltei pra dar a bunda pra ele. Mas isso eu conto depois.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

SEXO COM O ZELADOR E PORTEIRO | UM GORDO PELADO E MUITO GOSTOSO

Bom, como todos já sabem, meus contos são sempre histórias reais, minhas ou de amigos, mas as vezes ouço historinhas de outras pessoas e adoro transformar em contos... 
Essa é a historia de Lucio, que trabalhava numa subestação de uma companhia de águas estadual, lá em seu horário de expediente sempre ficava sozinho, quase nunca aparecia ninguém, mas o salário era bom. Lucio tinha namorada, mas também tinha desejos com homens. Lá é um local bastante tranquilo, com poucas coisas a fazer. Fica do lado de uma área particular que será o tema central desse conto real. Como Lucio queria ser dominado!

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A pessoa que eu falo se chama Sergio, um cara forte, dos serviços braçais que é zelador do terreno e já serviu de inspiração para muitas de minhas punhetas. Como eu já gozei imaginando aquele homens sobre mim, na minha frente, nas minha bunda, mas até então nada aconteceu.

COMO SERGIO É:

Sergio tem mais ou menos 45 anos, moreno forte, parrudaço, tudo nele era grosso, os traços eram fortes, de macho mesmo, pernas grossas, uma bunda enorme e o melhor, acreditava desde antes que ali dentro ou tinha uma pica enorme ou era muito grossa, porque tinha muita coisa dentro daquelas bermudas. 

Sempre tive vontade de ser tomado por aquele cara, chupar aqueles dedos e a sua rola! Que sonho aquele homem gordo e forte em cima de mim, enterrando sua piça na minha bunda! 

Ele sempre chegava para trabalhar com roupas que valorizavam seu atributos, tinha um peito muito forte e gostoso, ele era um gordo, que ficava gostoso com qualquer roupa, e acho que sem querer ou querendo sabia valorizar suas partes mais gostosas com bermudas deliciosas.

Com o tempo, fomos nos falando cada vez mais e nos tornamos bons amigos, ele era simpático comigo e eu sentia que era uma das pessoas com quem ele mais conversava, pois era reservado. Durante nossos papos (que eu mais olhava para o pacote no meio de suas pernas do que para o rosto dele) é que descobri que ele tinha uma filha, era casado, mas a esposa trabalhava numa casa de família em outra cidade e só vinha uma vez por mês. 

QUANDO ELE COMEÇOU A NOTA...

Numa tarde, estávamos sem nada pra fazer então ele foi lá conversar comigo. Papo vai e vem, tentei falar um pouco sobre mulher, quem sabe, tentar fazer com ele me contasse alguma de suas trepadas, só de imaginar ouvir aquele macho contando como teria fodido alguém, já ficaria excitado. Mas ele era realmente era fechado para esses assuntos, não descobri nada. Após um tempo, me dei conta de como eu estava olhando para sua mala na bermuda e não para seu rosto. Quando me dei conta já era tarde, mas apesar dele saber que eu tenho namorada, aquele desejo precisava ter um fim, bom ou ruim.

COMEÇANDO! 


Certo dia chego para trabalhar o Sergio me dá a melhor notícia dos últimos meses, ele foi contratado para limpar o terreno onde eu trabalhava e também limpar o meu escritório. Teria que fazer um expediente lá também. Isso armentária nosso contato. Afinal, apos o meu almoço, sempre tirava um cochilo. Será que Sergio tiraria também?

Quando ele começou a limpar minha sala, aquele homem macho e saudo, sozinho comigo na mesma sala quase explodia meu pau dentro das minhas calças. Era tudo grosso e eu ficava imaginando como seria o pau dele, mas não podia fazer nada sem que ele me desse uma abertura.

Eu queria baixar a calça dele ali mesmo e me por de quatro na sua frente naquele mesmo instante, afastar minhas nádegas com as mãos, e pedir que ele me estrupasse ali mesmo, mas não podia!

UMA IDEIA QUE DEU ERRADO! MAS...

Dia após dia e ele não me dava nenhuma abertura, pensei em fazer um buraco na porta do banheiro que tomávamos banho antes de sair para ve-lo pelado. Dane-se! Não agüentava mais de vontade por aquele macho! Decidi que o risco valeria a pena. Fiz o buraco, e todas as vezes que ele ia ao banheiro, sempre ficava de costas e acho que em determinado momento ele percebeu algo e passou a urinar "no mato" ou ir em momentos que eu me distraia.

Ele era muito gostoso fazendo tudo e sempre transpirava muito, sempre tava suado no trabalho pesado que eu adorava admirar, um dia limpando um dos galpões me aproximei quando ele acabou e falou:

—Ufa! Deu par suar? – perguntou ele.
—Se deu!!! E você suou bastante!
—Nem me fale! Sabe como é, gordinho sempre tem suor de sobra, é uma dádiva. – falou ele em tom irônico.
—Mas já acabou ao menos! Tudo organizado. Agora banho!
—É verdade. 


Quando eu menos esperei, ele parou dos serviços, se virou para o terreno vizinho e fez algo que eu realmente não esperava, ele estava a mesmo de três metros de mim, quando de repente sacou o cacetão pra fora e começou a mijar. Fiquei em estado de êxtase, aquele homem com um cacetão enorme. Desejei ele por tanto tempo e finalmente o via ali, gratuito na minha frente. Grosso ainda molo, suas mãos fortes e seu corpo forte pareciam se estender para seu cacete. E não consegui esconder que estava paralisado quando ouvi:

—Bom, acho que terminei tudo, já posso ir embora a não ser que tenhamos que fazer mais alguma coisa antes de irmos embora... 

Ele então recolheu o pau e eu falei:

—Hã....O que dizia? Não devo ter te ouvido – disfarcei.
—Tava distraído com o quê amigo? – senti um tom diferente em sua voz grossa, meio irônico.
—Não, nada, mas estava falando do que? Há algo mais que precisamos fazer? Posso te ajudar.
—Não quer me dizer nada? Quem sabe o porque de tu ter ficado olhando pro meu pau sem piscar agora a pouco...
—Que isso Sergão, tenho namorada? Ta viajando? Tava olhando para qualquer coisa, menos pro seu pau – tentei disfarçar, meio assustado e com vergonha.
—Olha, já faz um tempo né... Quando conversamos, fica olhando pra baixo, tu nem percebe que não disfarça mais... e aquele dia quando me espiava limpando?
—O que? Espiava você??!! – estava perplexo de como a situação estava clara para o Gordo!!! Ele já tinha percebido tudo!


—Hahaha! Porque acha que olhei para o lado das caixas antes de sair, na verdade, geralmente eu dou uma mijada ali do lado, vi quando você entrou antes de eu começar a limpar, então naquela tarde tive que fazer em outro lugar, fiz questão de virar de costas, ainda não tinha certeza... Precisava de mais uns dias para te observar melhor... Hoje te mostrei meu pau de propósito....


—Sergio, olha, não consigo mentir a essas alturas... Só peço que não comente nada com os outros, por favor! Seria constrangedor. Por favor, não sou viado!


—Calma, não disse que vou lhe entregar, mas é estranho... porque diabos foi se interessar por mim, sou bem mais velho que você, não sou do tipo atraente...
—Ah, gosto é gosto, é complicado. Desculpe por isso, vai embora então...
—Espere, pra tu não te sentir tão mal, vou te dizer que já tive minhas experiências...
—O que? Está falando do que?
—Bem... – ele mostrou um ar pensativo e depois me olhou direto nos olhos... – Estou falando que, quem sabe, tu leve o quer hoje.... – como sempre, não falava da vida dele. Nesse momento, Gordo, que estava perto da porta, deu um empurrão nela, que encaixou um trinque simples e ficou suficientemente fechada. Estava bem claro dentro do galpão, devido às inúmeras frestas, sem contar na abertura na parte inferior da parede por onde o Sergio havia mijado. Depois veio em minha direção já colocando a mão dentro do short. Quando chegou em mim, colocou a mão no meu ombro, e com a outra, puxou novamente aquela rola enorme para forma.


—Então... depois de tanto tempo me espiando, não quer por a mão no meu pau? – perguntou, com sua rola solta na minha frente, agora também havia tirado o saco para fora, dois bagos enormes e peludos!


—Sergio! O que estamos fazendo?! – não esperava estar tão vacilante!!! Antes daqueles momentos inacreditáveis, eu imaginaria que nem pensaria em não aceitar uma oferta daquelas! Mas meu tesão pelo Gordo era tanto que acabou confundindo meus sentimentos! Me vinha a mente o medo de estragar minha relação com ele!
—Ora... Você é que anda me espiando pelos cantos e, mesmo sem querer, confessou que tem vontade de experimentar algo comigo, a decisão é sua, podemos ir embora e esquecer, se preferir. – meu coração estava a mil por hora! Mas felizmente consegui recobrar a sanidade e me dei conta que agora era a chance! Retomei o controle da situação e de mim, e me joguei naquela aventura! Ia dizer para ele tudo o que sonhava a tempo!


—Ai Gordo! Nunca pensei que diria isso pra você, mas não imagina quanto tempo sonho em chupar o teu pau! – me deliciei ao me confessar para aquele macho!


—Ta esperando o que então? – ele me provocava...


Nesse momento, me ajoelhei na frente daquele macho, a imagem daquela cabeça de pau, ainda encoberta pelo prepúcio, a centímetros da minha boca, já me deixou de pau duríssimo! Coloquei a mão direita, ao sentir a textura e a densidade de seu caralho na minha palma, quase não acreditei no que estava acontecendo, parecia que a realidade era, agora, duvidosa! Que meus sentidos me pregavam uma peça maravilhosa! Por uns segundos, cogitei a hipótese de um sonho, uma alucinação, até que minha mente me trouxera de volta para a realidade: ESTAVA PRESTES A MAMAR NO PAU DO GORDO! Ao me aproximar, senti o cheiro de suor, saco, tico, e mijo! Para alguns seria desagradável, mas só de pensar que era o Gordo, tudo me era magnífico!!! Tive que abrir a boca o máximo que pude para poder envolver aquela rola! Quando finalmente mamei a cabeça, pressionando-a com meus lábios e tocando-a com minha língua, o gosto do pau do Gordo inundava meu paladar por completo!!! Parecia que eu não sentia mais nada, que eu não era mais nada, somente o sabor daquela rola, sabor de macho, que me dominava, me hipnotizava! Uma sensação de finalmente, de delicia, de estar chupando o meu tão cobiçado zelador Telmo, o Gordo! Maduro, macho, peludo, másculo! Comecei a mamar-lhe com frenética velocidade, o pau dele crescia na minha boca, as veias estavam salientes a ponto de eu identificá-las a cada chupada, agora, com sua piça totalmente dura, mal podia chegar até a metade!!! Tirei a boca por uns estantes e comecei a punheta-lo, para poder ver o comprimento, devia ter uns 16 cm, que não é uma piça pequena, mas que de grossura, era capaz de preencher e satisfazer até o cu mais arregaçado! Um chumaço de pentelhos grosso, encaracolados e escuros, uniam-se ao pelos de sua barriga. Neste momento, enquanto eu admirava aquela obra piça, digo, prima, Gordo colocou a mão na minha nuca, empurrando minha cabeça em direção a cabeça da piça.


—Chupa esse pau guri! Não era isso que tu queria?! Chupa!


Obedeci imediatamente tornei a mamá-lo com toda a vontade. A essas alturas, já tinha limpado todo o suor e mijo do seu pau, sentindo somente o maravilhoso gosto de tico. Gordo começava a gemer de prazer, com aquela voz grossa que me dava cada vez mais tesão! Dei uma lambida que ia desde a base do pau até a cabeça, vendo isso, ele pegou suas bolas e levou até minha boca.


—Mama nos meus ovos agora! – mais uma vez, não discuti com aquele macho alfa! Cuidei logo de tratar de seu saco com todo o carinho e tesão, mamando um pouquinho em cada bola, os pelos, por vezes, ficavam na minha língua, alguns iam muito perto da garganta, e acabaram sendo engolidos! As bolas do gordo pingavam minha saliva, e eu estava viciado naquele saco, segurava em suas pernas enquanto mamava ele, como se minha vida dependesse daquilo! Como se fosse a última chupada do mundo!


—Nossa! Tu estava mesmo com vontade não é seu viadinho?! Não imaginei que chuparia meu caralho com tanta vontade! Ta gostando desse peru né?


—Sonhei com isso por muito tempo Gordo! Seu pau é maravilhoso! Vou chupar sempre que você quiser! Mal posso esperar pelo seu leite em mim!!! E como é grosso!!! – parece que o Gordo gostava de dominar, e eu gostava de ser dominado! Queria ser a puta dele!


—Tenho que dizer que você chupa melhor que minha ex! Ela também gostava da grossura, gostava de fazer uma espanhola! – ouvir ele falando da ex me deu mais tesão ainda, que mulher não gostaria de receber aquele pau no meio dos peitos afinal? —Eu fodia os peitos dela e gozava na sua cara! Ela ficava louco garoto! – Voltei a mamá-lo com virilidade, ele novamente segurava minha cabeça, forçando meus movimentos.


—Ah! Já chega! Quero de foder! Te apóia naquela mesa ali pra ficar mais fácil – ele falou, tirando seu short, ficando somente de camisa.


—Não sei se agüento seu cacete Gordo, é muito grosso... – estava de fato preocupado.
—Com essa vontade que tu ta?! Esse cu não vai negar ferro, vai doer, mas que eu vo te enraba, eu vou! – quem era eu para discordar! Me apoiei na mesa, um pé sobre uma cadeira e me debrucei um pouco, era hora de finalmente sentir o pau no Gordo me penetrando. Antes de meter, Gordo afastou minhas nádegas e deu uma bela lambida no meu rabo, vi estrelas!!!! Aquela língua quente e firme me lubrificando era inexplicável! Ao final ele deu cuspida com bastante saliva na ponta dos dedos, levantou um pouco meu rabo e lubrificou ainda mais meu cu. Era hora de enfrentar o pau mais grosso que já tinha visto, estava em uma mistura de medo e prazer.


Gordo aproximou sua rola, senti quando a glande tocava a entrada no meu ânus. Ele começou a pressionar , gemi de forma aguda, sentindo aquele cabeçona sendo introduzida no meu cu! Percebi quando ela já tinha entrado, mas sabia que o que vinha depois era pior!


—Pronto guri! Já meti a cabeça, agora o resto vai! – e começou a meter! Fiz um movimento involuntário com o corpo para tentar tirar aquele pau desesperadamente do meu cu, mas Gordo não me deu chance, e sem pudor, deu uma bela estocada!!! Foi inevitável! Dei um grito de dor imediato! Sentindo aquela imensidão invadindo meu reto por completo!!!


—Tira Gordo!!! Ta doendo demais!


—Calma, calma! Ta bem lubrificado! Por mais que doa, já vi que esse cuzinho já engoliu outras rolas! Relaxa, relaxa! Tu vai agüenta, e daqui a pouco vou poder bombar no teu rabo!


—Mas ta doendo muito! Parece que nem sai mais!


—Vou começar a meter devagar! – nesse momento, Gordo começou a fazer um movimento de vai e vem muito suave, o pau dele mais se mexia no meu cu, mas sentia as estocadas! Num misto de dor e prazer, me deitei sobre a mesa e tentei relaxar, era a melhor forma de agüentar!


Gordo começou a aumentar as estocadas, agora, apoiou uma das mãos na minha coxa e a outra nas minhas costas, começou a ir mais para traz, fazendo seu pau deslizar pelo meu rabo, para depois, enfiar tudo de novo! E assim foi, pouco a pouco, meu cu foi se adaptando, parecia que se esticava dava vez mais para dar passagem a rola do meu macho! Gordo percebeu que vencera a resistência do meu rabo, tornou as estocadas um pouco mais violentas! Em alguns minutos, Gordo já estava bombando em cima de mim! Parecendo um touro, me enrabava como sua fêmea, minha bunda abrigava aquele cacete grosso, as coisas estavam fervendo atrás de mim!!! Gordo me comia como se não tivesse comido ninguém um bom tempo! Cada estocada, cada vez que ele me penetrava, parece que afirmava sai virilidade masculina em mim, e cada vez mais me sentia sua fêmea, com o dever de satisfazer necessidade sexual.


—Viu! Sabia que esse cu não negaria minha rola! A vontade que tu tava de me dar esse cu era tanta, que tu agüentaria o tamanho que fosse! Ta gostando guri? Ta gostando seu viadinho? Quanto tu queria meu pau no teu rabo heim?


—Ai Sergio! Muito! Me come vai, não para! – eu me explodia em tesão!!! Um simples toque no meu pau e eu gozaria!


Sergio continuava me comendo! A cada estocada, eu pedia mais e cada vez mais subjugado eu ficava, me afirmando como uma vadia. Ele estava adorando, me comia com uma ferocidade que eu nuca vira nem em filmes. Suas coxas estouravam na minha bunda, e o seu saco no meu, que era pequeno perto do dele! Ele me agarrava pelas pernas e costas, mesmo que eu quisesse parar, não tinha mais escolha, só acabaria quando ele mandasse, quando ele terminasse, quando ele estivesse satisfeito.


Pós alguns bons minutos, estava inexplicavelmente entregue! Ele pediu para que eu me deitasse na mesa ali próximo e ficasse de barriga para cima. Joguei minha perna por cima dele, e me virei sem desencaixar sua rola do meu rabo, apoiei a outra perna no seu ombro, ficando em posição de frango assado. Sergio apoiou suas mãos grossas no meu peito, não perdi a oportunidade e peguei uma delas para mamar no seu dedo. Enquanto chupava seu dedo extremamente grosso, ele começou a me fitar com os olhos, senti que era penetrado tanto pelo seu sexo, como pelo seu olhar, ao mesmo tempo em que mamava no seu dedão. Tudo aquilo me fazia me sentir totalmente do amigo de trabalho, entregue, dominado! Ficamos nos olhando olho no olho, no embalo ritmado daquela transa magnífica! Mais um minuto de foda e vi quando gordo cerrou os olhos, deu um urro de prazer digno de um urso, e, nesse momento, senti uma fonte de calor de originando e se alastrando dentro do meu reto, foi quando percebi que Sergio gozara abundantemente dentro do meu rabo!. Sentir aquele leite se espalhando nas minhas entranhas, e ve-lo com alguns espasmos de prazer em cima (e dentro) de mim, fez com que eu gozasse em instantes!!! Me lambuzei com minha porra pelo peito todo. Ficamos mais alguns instantes ali, respirando e recuperando as forças, Sergio estava ofegante, exausto, mas com uma expressão de alivio que eu nunca tinha visto naquele homem. Lentamente, deu um passo para traz e começou a puxar sua rola, agora flácida, de dentro de mim. Me sentei na mesa para poder admirar mais uma vez aquele membro que me proporcionara tanto prazer. Ainda escorria uma certa quantidade de porra da cabeça que brilhava de tão lambuzada que estava, ele limpou com a mão mesmo o resto de porra e vestiu seu short, me olhando fundo nos olhos.

_Bem, tenho que voltar para meu posto, pode aparecer alguém nesse nada!


_Não vejo a hora de repetir a dose!


—Hum... – ele me olhou com um olhar sério, fiquei com medo... – quem sabe eu não precisarei de mais algumas ajudas... – e saiu com um sorriso safado no rosto.


Usei minha própria cueca para limpar o peito, ao sair da mesa, a porra do Sergio escorria pela minha perna! “Nossa!!! Como ele gozou!!!” – pensei ao ver a grande quantidade de esperma que não parava de sair da minha bunda. Após alguns minutos, me vesti, arrumei o cabelo e fui terminar o expediente, com um largo sorriso no rosto a ansiedade de me encontrar novamente com o ele, vontade da minha parte, provavelmente nunca faltará com um colega tão tesudo!


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PS: Uma das fotos é o editor do conto, mas eu não sou Sergio ou Lucio, essa é apenas uma história repassada!

domingo, 22 de dezembro de 2013

SEXO COM O PORTEIRO

Deixa eu me apresentar, me chamo Ronaldo, tenho 23 anos, olhos e cabelos castanhos,1,70m e 72 kg.

Estava conversando com uns machos da rua e começo a conversar com um cara gostosinho, jeito de hetero, casado. O papo foi fluindo, ele tinha1,89 cabelo raspado, mas nao careca, e aquele sorriso de lado que deixa ele com uma cara de safado, estava louco de tesao, mas no dia a esposa estava com ele, e acabou dormindo, tive que ficar so na punheta.

No dia seguinte ele me chamou no whatsapp me propondo um convite, ele faz uns bicos de porteiro, e trabalharia aquela noite, e me chamou pra ir la de madrugada fazer uma putaria, como eu adoro transar em lugar publico aceitei na hora.
Marcanos de madrugada, la pelas 1h da manha, ele me passou o endereço e qdo estava perto chamei ele no whatsapp, ele me descreveu o predio e mandou eu entrar cmo se fosse um morador... Entrei cmo ele falou e abrindo o predio ele veio me receber, me encostou na parede e me deu um bjo, enqto eu pegava no seu pau... O hall do predio estava tddo escuro perguntei se nao tinha camera por ali e ele disse que nao, so nao podia fazer mto barulho pq o sindico morava no 1 andar... Me puxou p salinha que ele fica monitorando e começou a putaria, me ajoelhei na sua frente, passando a boca por cima da sua cueca e tirando ela com o dente, saiu um pau mto gostoso, do tamanho certo e bem duro, começei a passar a lingua na cabecinha, chupando as bolas, e engolindo bem devagar olhando p ele, nisso ele me puxa p um banheirinho apertado q tinha na sala, fez eu sentar no vaso e começou a socar aquela rola na minha boca, eu me engasgava pq ele metia com um pouco de violencia, tirava o pau babado e batia com ele no meu rosto, depois mandou eu levantar, virar de costas e empinar o rabo... Empinei bem a bundinha e ele me encoxando por tras, falando putaria no meu ouvido e forçando a cabecinha... Dae ele foi pegar a camisinha, enqto isso passei cuspi no meu cuzinho pra facilitar a penetraçao... Ele encapou aquela rola cuspiu no pau e veio mirando no neu cu, foi forçando e o pau foi entrando, doeu um pouco pq fazia um tempo que nao dava o cuzinho, foi metendo ate as bolas e deixou la p eu me acostumar, e coneçou a foder, dando tapa na minha bunda e puxando meu cabelo, estava com mto tesao e começei a gemer, ele tapou minha boca por causa do barulho, saia aquele gemido abafado, so ouvia o barulho das estocadas...
No hall tinha um sofa eu disse que queria fazer frango assado, ele ficou meio com medo dr meter no sofa, mas acabei convensendo, ele me deitou e veio por cima, colocando minhas pernas no ombro e começou a bombar, me segurava p nao gemer pq o sindico morava bem em cima, depois ele mandou eu ficar de quatro no sofa e ficou em pe atras de mim, e começou a socar, tapando minha boca, meteu mto ,e a respiraçao dele tava ofegante, ele anunciou que ia gozar e turou o pau do meu cu, arrancou aa camisinha as pressas e mal deu tempo de colocar o pau na minha boca, gozou na cara mesmo, sujando o sofa e a minha roupa... Fui no banheiro me limpar, nos vestimos e ele disse q nunca tinha feito uma loucura dessa no trabalho e que queria marcar um motel p me comer cmo se deve...
Voltei pra casa com o cheiro da porra do meu macho, com o cuzinho ardendo, e pensando no perigo que corremos de ser pego.

Espero que tenham gostado.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

PORTEIRO BAIANO, NEGÃO E NORDESTINO COMEU MEU CU

Nessa época eu trabalhava em Pinheiros um bairro aqui de SP e meu carro estava estacionado na porta de um prédio e quando fui pega-lo para ir para casa o pneu estava furado, que coisa chata, fui trocar o pneu e um parafuso teimoso não saia de jeito algum, já estava desistindo quando o porteiro do prédio se ofereceu para ajudar, falou que estava me observando, pegou a chave de roda e na primeira tentativa o maldito parafuso soltou, elogiei sua força, ele sorriu e disse que estava acostumado a usar a força, terminei de trocar o pneu e ele só olhando, me disse que eu poderia lavar as mãos no prédio, agradeci e fui com ele até um lavabo, quando abriu a porta e eu passei por ele e resvalei em sua barriga, ele não recuou, fiquei ligado, agradeci a ajuda dizendo que eu estava devendo um favor para ele, quando sai do lavabo resvalei novamente nele, só que desta vez passei de costas para ele, esfregando minha bundinha nele, adorei esse jogo de sedução. Chegando na portaria perguntei se tinha algum apartamento à venda no prédio, ele prontamente respondeu que sim e poderia mostra-lo depois que deixasse a portaria, seria às 14 horas, sai do prédio e disse que voltaria para ver o AP. 

Após as 14h voltei e subimos, no elevador tudo normal, ele abriu a porta e novamente ficou na passagem e eu me esfreguei em sua rola, ele começou a falar que no nordeste tinha amigos que eram como eu, amáveis e educados, perguntei se ele sentia saudades desses amigos e já fui me encostando nele, o caminho estava aberto, passei a mão na sua rola sobre a calça de Tergal do uniforme, seu volume aumentou na hora, ele sentou-se no sofá e comecei a chupa-lo, que pauzão grosso, veiudo, ele gemia e apertava minha cabeça pra engolir tudo, ficamos uns minutos assim, levantei tirei minha calça e rebolando minha bundinha com um fio dental vermelho enfiadão, ele me agarrou e sentei no seu colo, parecia uma bonequinha encima daquele corpão, retirei toda sua roupa, e comecei a lamber e chupar seu corpo, ele apertava minha bunda e enfiou o dedo no meu cusinho, fiquei louco, adoro dedada no furico, peguei uma camisinha e coloquei com a boca, apontei seu pau no meu cusinho e fui sentando, que delicia sentir meu cusinho sendo invadido pelo seu pauzão, quando estava tudo dentro comecei a rebolar e cavalgar, ele me pegou pela cintura e sem tirar de dentro, me pôs de quatro e mandou ver com muita força, sentia que meu cú estava em brasa, dor e tesão, ele me dava tapas na bunda e me chamava de tudo, bichinha, viadinho, putinha e mandava ver, perdi a noção do tempo e minhas pernas ficaram moles, quando senti que ele ia gozar, comecei a morder seu pau com meu cusinho, ficou maluco e encheu a camisinha, tirou a camisinha e ficou batendo o pau na minha bunda e falando que eu era uma vadia muito gostosa, que meu cú era só dele e que não iria fugir mais do seu Baianão pirocudo, ficamos brincando de putinha e malvadão, até que seu pauzão deu sinal de vida, coloquei na boca e ele foi crescendo, ele dizia que eu parecia as cabritas mamadoras do sitio do seu pai que ele pegava na adolescência, ai me colocou de frango assado e mandou ver, meu cusinho agasalhou toda a rola do Baianão, fiquei todo dominado, ele demorou um bom tempo bombando para gozar novamente, quando tirou seu pau de um vez, fiquei com aquela sensação de vazio e todo arrombado, o macho enfiava treis dedos no meu cú e fica rindo e dizendo que ele era foda, que ele fodia mesmo, mandava eu chupar seus dedos, e enfiava de novo, depois de esculachar com meu cú e boca, limpei todo seu pau e fomos pro elevador, o outro porteiro ficou com um sorriso sacana quando aparecemos na portaria e meu macho safado falou que ele tinha mostrado todinho o apartamento para o cliente, depois disse que se quisesse poderia voltar pra ver novamente, assim não ficaria com dúvidas.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O COROA NEGÃO COMEU MEU CU NO JOGO DE FUTEBOL

Na minha família tinha alguns casos de homens que eu sabia que pudessem curtir sexo com homens, era uma família relativamente tradicional numa cidade grande do interior, na minha família tinha alguns médicos, advogados e até religiosos, eu fazia o ensino médio e já tinha me determinado a ser delegado como meu pai, um homem macho, com cara de mal, apesar de ter um grande coração. Vou tentar descreve-lo: Ele tinha 1,80m e uns 90kg, forte, 42 anos na época, minha mãe sofria quando os dois invetavam de trepar, pelos gritos dela, ele tinha um cacete enorme, ou fudia muito bem.

Numa noite de quarta-feira, assistíamos ao jogo de Flamengo X Corinthians na TV, no intervalo, meu pai disse que ia resolver um problemas na portaria do prédio e não voltou mais. Já passava das 23 horas quando minha mãe levantou-se pra ir tomar água e perguntou por ele, disse onde ele foi e ela foi dormir, mas me pediu que ficasse esperando meu pai já que ele não tinha levado a chave de casa. Fiquei no Facebook, quando já tava de saco cheio, já era mais de meia-noite. Como estava com muito sono, resolvi descer e chamar meu pai. Procurei por ele lá na portaria do prédio, mas não havia ninguém  pensei onde ele podia ir e subi até a piscina que ficava no ultimo andar, já sabia que sempre que meu pai tava com um caso difícil na delegacia, ele gostava de ficar sozinho por lá, sozinho. Subi e quando cheguei lá vi que havia uma luz acesa na cozinha do bar. Vi que tinha alguém lá dentro por ouvi barulhos que vinham de lá. Segui na área escura e vi meu pai, agarrado e beijando na boca de um negão, parei e não sabia como descrever aquele momento, me escondi, e fiquei quieto assistindo a cena que deixou-me profundamente chocado. Logo percebi que o negão era o Ronaldo, o vigia e porteiro noturno do prédio, um negro, 40 anos, 1.90, forte e musculoso estava que logo virou meu pai de costas, baixou a calças do meu pai e caiu de lingua no cusinho dele, mamou muito enquanto meu pai urrava de tesão, derrepente aquele negro jogou meu pai na mesa, abriu suas pernas e pra meu espanto sem nenhuma cerimonia enfiou a pica no cusinho do meu pai e delegado de pernas abertas num estilo frango assado, ão sei porque, mas abri minha calça pois meu cacete tava durão. O negão  continuava enrabando meu pai, que deitado, arreganhado feito uma puta de cabaré, gritava pedindo:


_ Me fode meu negão, bomba essa rola gostosa, fode meu cú com tua pica, vai, fode. 


O negão em pé, dava fortes estocadas, enfiando a rola até o escroto roçar o saco de papai. Papai gritava sem nenhum problema, contorcia-se como um animal selvagem, falando frases que só prostituta falaria, mas quem gritava era meu pai, um delegado viado dando o cú. 


Ronaldo, fodia com gosto e vontade, olhando todo o tempo pra o seu pau que entrava e sai do cú do meu pai. Segurando as duas pernas de papai com suas mãos abertas. O vigia negão acelerou os movimentos, e cada vez mais rápido estocava a pica com toda força no cú de papai. O coroa gemia de prazer. Começaram a gozar os dois ao mesmo tempo. Ronaldo gritava: 


_Vou gozar, gozar gostoso no seu rabo, goza na minha rola meu amor.


E meu pai gritava:


_Goza, vai, vai, vai agora, vai meu negro. Papai respondia.

_ Tô gozando nessa rola dura, preta e grossa, nessa pica tesuda, que todo dia esfola meu rabo. 

Quando ouvi um uro dos dois e que logo deu lugar a um silêncio, quando eu menos esperava os dois melados de sêmen começaram a se beijar, demoraram um bom tempo assim e eles se desengataram.


Sai quietinho, silenciosamente e foi pra o apartamento. Quando papai voltou já estava deitado. 


No dia  seguinte, Ronaldo foi até minha casa numa hora em que meus pais estavam trabalhando e disse que as câmeras tinham me filmado olhando para o quartinho da piscina na hora em que ele e mau pai estavam lá, sem rodeios ele disse que caso eu falasse para alguém o que vira na noite anterior só meu pai sairia perdendo. Que tudo começou a 3 anos quando  ele ia checar se tudo estava desligado na piscina e meu pai sempre tava lá, eles foram ficando amigos, até que um dia meu pai revelou que quando criança era mulherzinha de um pedreiro também negro e que sempre quis repetir a dose mas não tinha coragem, Ronaldo então me disse que desde então se ofereceu pra ser o negão do meu pai quando ele estivesse estressado e revelou que apesar de ser casado, meu pai e ele só não estavam morando juntos porque meu pai me amava demais, e ele era casado com quatro filhos


 Eu tinha 17 anos e meus olhos encheram de lágrimas de vergonha, mas respeitava o amor dos dois, preferi nunca mais falar sobre isso pra ninguém.


 Meu pai morreu numa perseguição a assaltantes de banco há 3 anos atrás, partiu considerado por todos o machão da família, um grande homem e delegado. Digno representante da moral e dos bons costumes. 


Um dia, Ronaldo voltou a minha casa, eu tinha acabado de me casar e morava com minha mãe, tinha me tornado delegado e pai de família,... E chorando Ronaldo me falou que amava meu pai e eu enxuguei suas lágrimas com um beijo, hoje completamos 2 anos em que somos amantes.


Conto adaptado de "ContoErotico.Net"

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sexta-feira, 26 de abril de 2013

PORTEIRO ME FUDEU GOSTOSO | CONTO ERÓTICO #22

Bom....tenho 19 anos, tenho namorada séria, vida normal, mas tenho uma fantasia que ninguém sabe....curto me vestir de menina e virar putinha de homens!

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Certo dia, minha familia viajou, e resolvi esperimentar roupas da minha irmã....coloquei uma calcinha fio dental, umas meias 7/8 pretas, salto alto, mini saia e blusinha....spo de estar vestido de mulherzinha já me da muito tesão...comecei a ver filmes pornôs na net, e beber umas cevas...sempre me imaginando no lugar das atrizes dos filmes.

Eram 2 da madrugada quando escuto o barulho do porteiro atendendo uma ligação no corredor.

Como eu já estava um pouco bebado e muito pilhado pelos filmes, só coloquei uma jaqueta comprida por cima e uma calça de abrigo e abri a porta pra puxar papo com ele....

Ele percebeu que eu estava alcoolizado e perguntou se eu havia bebido, respondi que sim...

Não lembro como, mas a conversa foi para os filmes pornos da net, disse a ele que estava vendo alguns e tal...

Ao longo da conversa, de propósito, resolvi deixar aparecer parte das roupas de baixo....ele visivelmente começou a gostar da coisa, pasando a mão no pau, etc.

resolvi ousar um pouco mais então....disse pra ele que tinha uma festa a fantasia no outro dia, que ia vestir a fantasia, pra ele ver o q achava....fui até o quarto, tirei a roupa que estava por cima...voltei de mini saia, salto, blusinha, e calcinha atoladinha por baixo....

Ele se assustou um pouco, mas acho que já estava esperando um pouco por isso..

Ele disse "Ficou linda"...e perguntou o q tinha por baixo da mini saia...


Levantei, e quando ele viu a calcinha atolada na minha bundinha lisinha ele não se segurou mais.

Tirou o pau pra fora, se sentou no sofá da minha sala....e só disse pra mim.."Vem minha menininha...vem chupar esse pau...."

Não pensei duas vezes....fiquei de joelhos na frente dele...e comecei a mamar o pau dele....passava a lingua por todo aquele pau que devia ter uns 18cm, cheio de veias.

Depois de mamar uns 10 minutos, lamber as bolas e tudo mais, ele me colocou de 4 em cima do sofá.....levantou a saia, puxou a calcinha pro lado.....colocou a camisinha e começou a me comer bm gostoso....

Enquanto me comia ele falava muitas coisas como "Isso minha vadia...é bem vagabunda mesmo essa menina..."

"Garanto que a tua namoradinha nem imagina que vc também gosta de pau igual ela né putinha"....

Depois de me comer bastante....me colocou de joelhos novamente e falou.."Se vc quer ser putinha mesmo...tem que sair com a cara cheia de porra agora, é assim que se faz com vagabunda..."

Começou a bater punheta na minha cara....logo veio um jato de porra quente pelo meu queixo e boca...o segundo foi no meu olho e testa, e depois vários seguidos me deixando com a cara cheia de porra....


Nisso ele me olha e fala" Olha que vagabunda...cheia de porra na cara, bem puta mesmo.....agora vou te comer sempre putinha...ou entao vou falar praquela tua namoradinha do que tu gosta de verdade".


Depois disso dei pra ele mais umas 3 vezes....ate que ele não trabalhou mais lá.....


Beijos a todos machos, sou de perto de Porto Alegre.....
Se algum homem discreto queira me fazer de menina...tenho roupinhas....me add no msn que marcamos.
mau_silva1@hotmail.com

O PORTEIRO ME COMEU, NA PORTARIA E EM SUA CAMA | CONTO ERÓTICO #21

Quando eu saí com o Roberto e ele me levou até o seu apartamento e o porteiro ficou me olhando com uma cara de sacana tanto na entrada como na saída. Resolvi dar uma chegada no prédio para ver se encontrava o tal. Chegando lá o mesmo não estava e eu perguntei a que horas ele entrava no serviço e me informaram que faria o turno da noite. Saí e fui até uma lanchonete ali perto e fazer um lanche e dar umas voltas.

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Lá pelas oito da noite voltei ao prédio e ele estava lá lendo uma revista distraidamente e perguntei se o Roberto estava em casa (sabia que não, pois ele me disse que iria viajar). Disse que não e se eu queria algo mais e se ele poderia me ajudar. Me disse que seu nome era Nelson, tinha 45 anos, solteiro, peludo e com as coxas grossas e que naquela semana trabalharia somente no período da noite e era muito maçante.

Começamos a conversar e ele me disse que o Roberto sempre trazia garotos até o seu apartamento e que eu não era o primeiro. Disse a ele que tinha notado o jeito que tinha me olhado naquele dia, ele ficou muito sem graça, mas eu disse que não era para ficar assim e encostei minha mão em cima da sua assim como quem não quer nada.

Começamos a falar de sexo e logo ele me convidou para sentar atrás do balcão onde se encontrava e quando passei por ele esbarrei no seu pau e o danado logo pegou na minha bunda dizendo que era muito bonitinha, que gostava de uma bundinha arrebitada e eu peguei no seu pau por cima da calça.

Era uma quarta-feira e não tinha muito movimento e ele abriu sua barguilha e me mostrou um pau maravilhoso, grande, grosso e com uma cabeça vermelha que parecia que ia explodir. Peguei com jeito e comecei a bater uma punheta para ele enquanto ele ficava olhando o movimento na portaria. Eu já estava louco para colocar aquela maravilha na boca e então ele ficou em pé e se encostou no balcão, me mandou ajoelhar e chupar seu pau. Fiquei mamando aquela delícia por um bom tempo sempre preocupado na chegada de alguém, mas ele não estava nem aí e eu também. Chupei até o momento em que ele falou que ia gozar e encheu minha boquinha de esperma e tomei todo aquele leitinho.

O Nélson me disse que fazia tempos que não faziam um boquete nele até o final e me chamou para ir na sua casa no outro dia quando saísse do serviço.

No dia seguinte vesti uma calcinha bem cavadinha e uma blusinha apertadinha e coloquei uma camisa por cima para não dar bandeira e me dirigi até sua casa. Chegando lá, encontro ele só de short e deixando a mostra seu peito cabeludo e me manda entrar. Assim que entro ele fica parado na minha frente e me diz para ficar a vontade. Sem eu esperar o danado me puxa em sua direção e sem eu nem esperar me tasca um beijo que quase engole minha língua e começa a beijar minha nuca, orelha e que faríamos muitas coisas naquela manhã. Disse que iria no banheiro e voltei só de calcinha e blusinha. O homem ficou louco e mandou que eu desfilasse para ele enquanto ficava massageando seu pau. Me sentia uma verdadeira mulherzinha e comecei a beijar seu peito, fui descendo até chegar em seu pau e comecei a beijá-lo em toda a sua extensão e por fim coloquei inteirinho na boca e fiquei mamando e sugando aquela maravilha. Depois de um bom tempo mamando ele me levou para seu quarto, me deitou na cama e disse que iria matar sua vontade de me comer. Colocou um travesseiro embaixo de minha barriga para minha bundinha ficar empinada, passou lubrificante e foi encostando seu pau no meu buraquinho e eu morrendo de tesão e medo ao mesmo tempo, pois seu pau era muito grande. Com jeito ele foi colocando devagar e aos poucos foi entrando até eu sentir seus pentelhos roçando minha bunda e deu início aquele gosto vai e vem me levando a loucura. Depois de um tempo me colocou de frango assado e ao mesmo tempo que enfiava tudinho me beijava loucamente. Não demorou muito e ele falou que ia gozar e me encher de leite e logo senti seu pau ficar maior e ele foi acelerando e gozou fartamente dentro de mim. Logo que gozou, desabou em cima de mim e ficou me beijando e lambendo meu pescoço, ouvido, rosto e dizendo que nunca tinha comido um cuzinho daquele jeito. Me senti realizada e ele me chamou para ir ao banheiro e me deu um gostoso banho, lavando com carinho minha bundinha dizendo que dali para frente eu seria só sua, isto é, se eu quisesse.

Vi que seu pau já dava sinais de vida e fiz outro boquete até ele gozar de novo, só que desta vez na minha boca. Quando ia me vestir, ele disse que era para eu deixar minha calcinha lá como lembrança e que iria me dar outra e que toda vez que eu fosse lá só me vestiria de mulher para ele. Mas aí já é outra história. Beijos.

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