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sexta-feira, 2 de março de 2018

O ELETRICISTA TREPANDO COM UM CASAL APAIXONADO - PARTE 01



Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por por Mr.  Banana, tenho 34 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo. 

Hoje vou contar uma das várias safadezas que Marcinho (nome fictício), eletricista de Embu das Artes (pela área) me contou. Ele é casado, um pouco mais de 30 anos, cerca de 167m e 70kg, branco, mas adora um sexo gostoso, com ou sem sua esposa. 

PS: Nomes de pessoas são fictícios, nome de lugares são de lugares próximos ao lugar real, mas tudo trocado.

Um dia, eu, Marcinho, recebi uma ligação de um Senhor que estava precisando dos meus serviços de eletricista, o cara morava numa cidade do ABC paulista, São Bernardo do Campo. Trabalhava em São Paulo - SP. Disse que o atendia sim, mas estranhei porque ele não procurou um eletricista que morasse mais perto. Mas aceitei o serviço, que também estranhamente teria que ser executado num sábado a tarde. Mas aceitei devido a ser um bom valor.

No sábado seguinte então fui para São Bernardo executar o serviço, chegando lá fui recebido por um cara de mais ou menos 40 anos, branco, 175m e uns 75kg, bonito e simpático, que vou chama-lo de Carlos, ele numa casa bem confortável, Entramos. e na sala estava a esposa, Lucia, uma mulher bonita, loira, roupas apertadas e muito gostosa. Fomos então a cozinha para ver o problema, segundo ele só uma tomada que não funcionava direito, que quando vi, não era nada demais, estranhei mais uma vez e comecei o concerto. Nisso, Seu Carlos começa a conversar comigo, pergunta se não quero tirar a camisa, eu disse que não que era um trabalho rápido, e ele disse logo que era uma pena, que eu poderia ficar um pouco mais, mais uma vez estranhei, mas segui, ele disse então que iria tomar um banho, mas pra entregar logo o jogo tirou a roupa ali no meio da cozinha. Tirou a roupa ficando só de cueca. Perguntou se eu me importava e eu disse que não, que a casa era dele e que ele podia ficar a vontade. Ele sem conversa, virou a bunda pra mim e me perguntou se eu gostava, disse que sim, então ele pediu pra eu ir e eu me levantei e fui. Acreditei naquele momento que iria comer o casal, e que aquilo era realmente uma transa e não um concerto. Isso já tinha me acontecido.

COMEÇOU A FESTA!

Quando eu me levantei, ele pulou direto na minha calça, abriu meu ziper e caiu de boca na minha pica, num tava legal, tinha vindo da rua, não tinha tomado banho, mas aquele cheiro de suor parecia enlouquecer aquele cara, ele dizia que era cheiro de macho trabalhador, chupava muito e o "bicha" deu sinal de vida, ficou dura de verdade. Estranhamente a esposa dele estava na sala, mas não vinha, eu comecei a pensar que o cara era louca, em fazer aquilo escondido dela com ela em casa. mas, depois de muito chupar, ele deitou na mesa da cozinha e me pediu pra come-lo de frango assado. Ele abriu as pernas e eu comecei a meter naquele cu delicioso quando ele fala:

_Vem amor, vem ver seu machinho sendo enrabado!

Foi quando a esposa dele entrou na cozinha já pelada, com a mão na buceta, batendo uma siririca e chamando o marido de viado. Era uma loucura, eu metia no cu dele, e ela beijava-lo chamando de viado safado, colocando a buceta dela em sua buceta.

Aquilo era alucinante, até que ele não aguentou e gozou. Gozou muito e nós paramos.

Ele pediu pra eu parar um pouco e sentar. Eram muito simpáticos, tava frustado porque não tinha gozado, mas ele disse que estava apenas começando. Fomos então bater um papo, eles se apresentaram melhor e depois da cerveja a festa começou de vez... Mas isso eu vou contar ao editor, Mr. Banana num outro dia e ele posta pra você!

Editor: Quer acompanhar meus contos? Eles estão aqui no ContoErotico.com e no ContosDeBanana.Blogspot.com. Quer me enviar sua história? (11) 95301-9443 as fotos meramente ilustrativa para esse conto.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

TODAS AS FOTOS DO NEGÃO ELETRICISTA QUE TREPEI NO CARNAVAL DE SALVADOR

Bom, precisava limpar o computador antes que minha família visse as fotos desse negão gostoso que transei no Carnaval de Salvador. O encontrei na praia do Porto da Barra e acabamos no motel. Ele deixou fotografar. Meu zap para quem quiser participar do grupo de putaria é (83) 99110-9808







quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

MINHA TRANSA COM O ELETRICISTA NO CARNAVAL DE SALVADOR

Bom, todos os contos que vou relatar que aconteceram em Salvador eu devo a um amigo negão e hétero que eu fiz aqui. Como todos sabem sou do Recife e amo minha cidade, mas a mais de uma década passo carnaval aqui, pois morei e estudei aqui por um tempo. Tenho 30 anos, sou gordinho, moreno claro, 175m e 85kg...



Bem vamos ao conto...


Desde que me programei pra vir pra cá, falei com esse meu amigo sobre meus desejos, disse a ele que adorava um negro, gordinho, moreno, e um bom homem trabalhador. Ele não disse nada a ninguém e foi organizando as coisas aos poucos, essa semana ele me contou que deixou tudo certo com 6 caras, já peguei 2 e vou contar a vocês o que aconteceu.



Assim que cheguei liguei pra ele e ele foi me pegar no aeroporto e já me levou um amigo que vou chamar de "eletricista" devido a sua profissão pra em sua companhia pra me pegar no aerporto. Quando encontrei os dois fiquei maravilhado aquele cara. Um negão de 185m e 85kg (mais ou menos, não pesei), muito parecido com com Leo Santana (cantor). Entramos no carro e seguimos para o apartamento que ele tinha me alugado. Chegando lá vamos logo para a mesa e a geladeira, e meu amigo inventou que ia pegar mais para nós e pediu que o amigo ficasse me fazendo companhia e ele ficou. Quando meu amigo saiu, inventei que queria um banho e fui tirando a roupa, já sabia que o negão queria curtir então fiquei completamento pelado, mas com o cacete duro, ele olhou espantado, me olhando e eu o chamei pra tomar banho. Ele aceitou e fomos. Ele foi tirando a roupa e eu fiquei com água na boca com aquele macho delicioso.








Ele tomando banho, eu de água na boca cai de boca naquele cacete delicioso que vocês podem ver na fotos, chupei muito, grosso, mega duro não coube na minha boca. Aquele homem era demais, subi a boca e fui chupando seu corpo musculoso pela profissão. chupei bastante e o chamei para a cama. Nos secamos e nos deitamos e eu continuei chupando tudo. Depois de uns minutos eu pedi pra ele me comer. Ele não queria, pois era casado e só comia buceta. Mas eu insisti e ele foi brincando de conchinha no meu cusinho, até que DE CAMISINHA começou a empurrar no minha rodinha. Doeu muito, ele tentou varias vezes, como não entrou ele pois no meio das minhas pernas e ficou ali fodendo. Meu pediu então pra fazer um 69, mas não pra chupar minha rola, mas meu cu. Então sentei e sua cara e comecei a chupar seu cacete. Eu fui ao delirio e gozei, gozei muito em cima dele, até que naquele mesmo momento ele não segurou e gozou na minha boca. Não engulo, mas aceito receber na boquinha. Ainda tomamos banho e voltamos a mesa, pra esperar meu amigo que chegou mais de uma hora depois... Assim começou meu carnaval...


Amanhã conto minha foda com o vigilante e outras se acontecerem! 





Editor:
Whatsapp: 83 - 99853-4472

Trabalho em João Pessoa, mas sempre vou a Recife, Olinda e Campina Grande, as vezes a Salvador e Natal. Vamos escrever mais contos...

HISTÓRIAS DE TRANSAS NO CARNAVAL DE SALVADOR E OLINDA



Bom amigos, to curtindo o carnaval e os amigos vão me contando as suas trepadas com caras e putas por ai. Vou aproveitar e contar tudo pra vocês, inclusive duas que já vivi esse ano em Salvador. Uma com um vigilante e outra que aconteceu hoje com um eletricista, ambos negros com paus deliciosos.

Essas fotos foram do eletricista que peguei hoje a tarde. Quando escrever o conto posto mais!




quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

SEXO COM O ELETRICISTA

Vou contar uma experiência que tive nesta semana. Moro em Pernambuco com meus pais e mais dois irmãos mais novos. Um de sete anos que estava na casa do seu amigo e outro de dezesseis que tinha passado a noite de domingo para segunda na casa ‘’dazamiga’’. Dividimos a nossa casa com minha avó e avô por parte de mãe. Em fim. Eu trabalho em contabilidade e a empresa me deu uma folga nesses dias de natal. 23, 24 e 25. No caso, isso aconteceu segunda. E ainda estarei de folga hoje.

Minha avó e meu avô decidiram ir para a casa de meus tios na segunda feira, e disseram que iriam passar véspera de natal por lá, em Boa viagem, o que é estranho não passarmos, o natal todos juntos.


Na manha de segunda feira dia 23 eles foram embora e meu pai os deixou lá e disse que iria demorar, pois teria que passar em uma oficina e encher o tanque do carro. E minha mãe disse que iria para o Shopping Recife fazer compras de natal e que só iria chegar a tarde (mais pra de noite – chegou umas nove horas). Até ai tudo bem.

Não havia ninguém em casa e decidi ficar um tempo vendo televisão na Sky. Começo indo folheando os canais Tele cine e HBO que sempre tem algo de bom. Até que a energia acaba.

Apesar de que não havia nada que prestasse na TV decidi ligar para a Celpe. Eles me disseram que era problema na minha casa, pois a rua estava toda com energia.

Fui do lado de fora abri o portão e vi algumas afiações enfumaçando, fui logo ligar para o eletricista, e que logo atendeu. Ele era amigo de meu pai e já havia estado aqui em casa algum tempo. Seu nome é Guilherme. Cabelos curtos e escuros. Ele é um pouco mais alto do que eu, MORENO, e tem 37 anos.


Fico sentado no sofá até que ele chega com o material e uma maleta. Ele vestia uma calça jeans e uma camisa branca que estava um pouco suja.

O problema era dentro de casa, mas a fumaça estava nos fios do lado de fora. Ele pediu um tempo e eu entrei. Deixei uma escada para ele e disse que ‘’qualquer coisa eu estarei lá dentro. ’’

Fui à cozinha depois de ter passado uns vinte minutos tentando ver se funcionava, e nada. Abri a geladeira e retirei uma garrafa de água, coloquei em dois copos e bebi um, quando fechei a porta e virei com o copo cheio para levar para ele, tomei um susto e deixei o copo cair. Ele estava atrás de mim.

Ele prontamente pediu desculpas pelo susto e que iria me ajudar. Eu disse que não precisava, mas ele já tinha pegado uma pá e a vassoura, juntando tudo e pondo no lixo. 


Conseguia ver aquele corpo maravilhoso dele. Nunca tinha sentido nada igual por nenhum outro homem. Pensei que ele fosse fraco, mas pelo angulo que peguei dava pra ver que tinha uma barriguinha maravilhosa e um sacão.


Meu pau logo subiu pela minha bermuda e ele olhou para cima. E deu um sorriso de leve. Corei na hora e pedi desculpas. Ele disse que tudo bem, e que também ficava assim quando estava perto de um homem.
Tomei um susto com o que ele disse, pois não parecia que era gay. Nem mesmo eu sabia que era.
Foi quando ele se aproximou de mim e me empurrou contra a geladeira. Me virou de costas e pude sentir seu pau roçando minha bunda virgem. Ele falou uma coisa tão gostosa que nunca vou me esquecer.
- Você me quer desde seus dezoito anos, eu sei disso.
O cheiro de macho suado entrou no meu nariz e me soltei.
- É. Eu sempre te quis.
- Agora vai ter.
Ele abaixou minhas calças e levantou minha camisa. Passei a mão sobre seu peitoral suado e ia mordiscando os bicos dos peitos. E ele gemia de prazer. Meu pau estava duraço e o dele também, peguei de leve com medo.
Ele tirou a calça jeans e a camisa branca, juntamente com a cueca. Pude ver aquele pau gostoso ali na minha frente. Não era tão grande. Talvez uns 17cm. Agachei e chupei feito uma putinha. Senti o gosto de sebo de pau, e suor de macho, e me levava as loucuras. A cabeças rosadinha cheia de veias que pulavam. Vi o pré-gozo dele, era doce e quente, ele começou a empurrar minha cabeça até a base peluda dele. Quando me levantou e disse.
- Vou te comer agora safado.
Fiquei com medo na hora e pedi pra ele ir de vagar, mas ele tapou minha boca com sua mão e me prendeu de costas na geladeira junto da quina do balcão. Abriu meu cuzinho e começou a cuspir. Um atrás do outro, cuspe e mais cuspe(Senti saudades do KY). Ele começou a enfiar o dedo devagarzinho e depois colocou dois ao mesmo tempo. Senti o sangue sair. Meu cu tinha sido violado por dois dedos de um gostoso.
Ele empinou minha bunda e se alinhou. Começo arrastando seu pau babando na entrada de meu cu, alisando e aos poucos eu ia relaxando. Até que, ele começa a enfiar. Nessa hora eu quis gritar, mas ele tapou novamente minha boca. Senti o pau dele todo dentro de mim. Grosso. Quente. Seboso. Com cuspe. E em movimentos rápidos que doíam de mais. Rompendo minhas pregas todas. Ficamos no movimento vai e vêm por uns cinco minutos, até que ele não aguentou mais e gozou na minha boca. Tinha gosto doce e áspero. Minha boca estava cheia e quente. Ele fechou meu maxilar e disse.
- Engole minha gala, porra! Não era isso que você queria? Agora toma sua puta!
Gozei em seguida sobre a pia de louças. E um pouco na geladeira. Olhei para ele. E ficamos nos encarando de um jeito safado, até que ouço alguém entrando na porta rapidamente. Levantamos nossa calças e cuecas, mas as camisas ficaram no chão.
Era meu irmão mais novo de sete anos. Ele entrou na cozinha perguntando o que nós estávamos fazendo. Guilherme disse que estava me ajudando a acalmar o ralo da cozinha. Eu dei um empurrão nele, que caiu na gargalhada safada com seu sorriso. Meu irmão não entendeu nada. (É o que fez parecer)
Depois disso Guilherme finalmente bebeu um copo com agua, agora que já estava um pouco mais fria depois da energia ter voltado, e me deu um beijo na boca. Que beijo! Não vou me esquecer do gosto que me fez tremer.
Fui para a sala e fiquei descansando no sofá. Depois de mais de duas horas chega meu pai. E minha mãe chegou somente a noite...como eu já sabia.
Bom pessoal esse foi meu primeiro conto. Espero que todos tenham gostado. Obrigado!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

SEXO COM DOIS ELETRICISTAS NEGROS

Naquela manhã falei que não tava me sentindo muito bem, dor de cabeça, então pedí pra minha mãe pra ficar em casa.

Na verdade eu não tinha nada de mais, só não tava afim de ir pra escola. Então minha mãe saiu pra trabalhar e levou minha irmã na escola. Quando percebí que estava só eu em casa, pulei da cama e fui correndo pro quarto da minha irmã. Moravamos só eu, minha mãe e minha irmã Luana. Eu não sou gay. Gosto de ficar com meninas e tal mas, de uns tempos pra cá, quando fico sozinho em casa, não sei porque eu curto ficar mexendo nas roupas da minha irmã, e vestir as que eu mais gosto, passar
maquiagem, arrumar meu cabelo e ficar me olhando no espelho. Sinto muito tesão com isso.

Então, no quarto dela coloquei um som bem alto e comecei a escolher uma roupinha pra vestir. Comecei pelas calcinhas. Eram tantas, uma mais linda que a outra, que eu não sabia qual pegar. Vestí primeiro uma branca de algodão, tipo biquini, com estampa de bichinhos. Me olhei no espelho, virei de costas pra olhar a bunda. A calcinha entrava gostoso no meio do bumbum, dando uma sensação deliciosa. Toda vez que eu vestia uma, meu pau já ficava duro e eu sentia tanto tesão, que parecia que eu ia gozar assim sem nem me tocar. Uma delícia!
Achei aquela muito infantil. Coloquei uma preta, fio dental, minuscula, que deixava minha bundinha toda de fora. Olhei no espelho rebolando, sentindo a parte de tras da tanguinha acariciando meu cu e tive um arrepio.

Depois vestí uma amarela, asa delta, me olhei no espelho um pouco, alisando todo meu corpo com as mãos. O elástico dela apertava forte na minha bunda me dando um tesão assim, que eu quase gosei. Tirei e por fim decidí por uma vermelha brilhante, bem sexy, rendada na frente e transparente atras, muito linda! Aí coloquei um vestidinho branco, feito de um tecido tão fino, que deixava ver a calcinha por baixo. E era tão curto que só de levantar os braços, o bumbum aparecia. Nos pés, meias brancas com uma melissinha toda cheia de florzinhas.

Sentei na penteadeira, escovei bem meus cabelos loiros e compridos, prendendo ele em duas maria-chiquinhas, com fitinhas vermelhas. Passei sombra nos olhos e batom vermelho nos lábios.

Nossa! Eu tava parecendo uma putinha. Fiquei me olhando no espelho do armário, de frente, de ladinho, de tras, empinando o bumbum, sentindo uma coisa gostosa por dentro que nem sei explicar. Estava me sentindo uma menina de verdade!

Então me deu sede e fui pra cozinha beber agua. Quando entrei dei um gritinho e quase tive um troço com o susto que levei. "Ain!" Tinha dois homens lá dentro. Estavam instalando uma luminária no teto. Um deles em cima de uma escada parafusando uns negócios no teto e outro passando as coisas lá pra ele.

Minha mãe tinha contratado os caras pra trocar a luminária da cozinha e não me falou nada. Que tenso. Fiquei alí paralizado, sem respirar, só olhando pra eles sem saber o que fazer. Aí o da escada falou "Bom dia mocinha" eu fiquei meio assim, né mas falei, "Oi, bom dia" e o outro "Tudo bem?" eu lá tremendo "Sim, sim...er, não queria atrapalhar, só vim tomar um copo de agua, mas eu não sabia..." e o da escada "Fica a vontade, voce não está atrapalhando nada"
Então criei coragem, fui até a pia, peguei um copo que tava lá em cima, enchí de agua e fui tomando devagarinho olhando pros dois. O da escada era um mulato forte de ombros largos e cabelos curtos. Estava de camiseta e bermuda de nylon. Quase engasguei quando olhando um pouco mais pra baixo, ví que o safado tava sem cueca e cada vez que se mexia dava pra ver seu pau enorme e grosso que ficava pendurado e balançava como um badalo de sino por baixo do tecido.

O outro era negro, fortão com a cabeça raspada. Tava de calça jeans, sem camisa exibindo o peito musculoso e peludo. Eles continuaram trabalhando mas tambem ficavam me olhando.
Aí o negro falou "Posso tomar agua tambem?" e eu "Ah sim. Claro, que sim" e quando fui pegar um copo pra ele no armario, meu vestido levantou e mostrou tudo! Meu bumbum empinado, de calcinha vermelha transparente, toda enfiadinha.

Eles começaram a me olhar com cara de lobo mau e deu pra notar o volume no meio das pernas deles crescendo. Eu fingí que não tinha acontecido nada e tava enchendo o copo no purificador, ele chegou por tras e falou "Deixa eu te ajudar" se encostando em mim. Falei "Ai, moçooo, naum precisa..." e ele nem aí, foi encochando mais forte. Sentí sua rola inchada ficando cada vez mais dura, encaixada no meio da minha
bundinha. Tentei sair, mas ele me segurou pela cintura e começou a se esfregar e beijar meu pescoço. "Naaão, eu não quero" e ele "Calma sua linda" me encochando e se esfregando gostoso. Sentí um friozinho na espinha e acabei me largando e me entregando no abraço dele. Na verdade eu tava querendo sim e querendo muito! Então apoiei o copo na pia e começei a me esfregar nele tambem que nem uma putinha safada.

O da escada vendo aquilo, desceu, veio chegando perto de mim e baixou a bermuda. Sua pica pulou pra fora, balançado toda dura. Linda! Fiquei olhando aquilo, passando a lingua nos lábios, com um olhar bem safadinho.

Ele pegou minha mão e me fez segurar. Agarrei aquele pirocão grosso e quente e começei a fazer um vai e vem com as mãos, acariciando ele todo, de cima até embaixo. O de tras se abaixou e começou a beijar e lamber minha bunda. Tirou minha calcinha e lambia e enfiava seus dedos grossos no meu cuzinho que piscava de tesão. Então me ajoelhei e começei a chupar o pau do mulato. Era grandão, grosso, um tesão! O negro veio na minha frente também e tirou a calça. Me arrepiei quando ví seu pau. Enorme! mais grosso que do outro,
devia ter quase 30 cm, cheio de veias, todo preto. Peguei aquela coisa nas mãos, beijei a cabeçona brilhante e começei a chupar acariciando suas bolonas com a outra mão. O mulato foi pra tras de mim, encheu a mão de saliva, passou no meu cuzinho e começou a forçar o pausão duro na minha entradinha. Empinei a bunda me abrindo e me oferecendo. Ele forçou mais e aquela cabeçona entrou. Aí ele foi forçando mais fazendo movimentos de vai e vem até enterrar a piroca toda. Então passou a bombar forte me fodendo gostoso, falando "Que delicia de loirinha" Eu rebolava no seu pirocão e gemia enquanto chupava e punhetava a rola enorme do negão. Ficou me comendo naquele vai e vem delicioso, mordendo meu pescoço, até que ele me abraçou forte por tras, enfiando seu pau o mais fundo que podia e começou a esporrar dentro de mim.

Segundos depois o negro esporrou varios jatos na minha boca e na minha cara, gritando de prazer.

Trocaram de posição. O mulato enfiou o pau todo melado na minha boca e eu fui chupando. O negão encostou a piroca dura no meu anelzinho. Abri bem as pernas e empinei a bundinha, tentando abrir o máximo pra receber aquela tora.

Ainda tava escorrendo porra do meu cu todo melado e alargado da foda gostosa que o mulato me deu. Nem precisou lubrificar.

Ele encostou e enfiou a ponta da cabeça, e ficou brincando de leve na entradinha. Eu rebolava e empinava o mais que podia, oferecendo o bumbum todo pra ele. De repente o fdp empurrou todo aquele caralho de uma vez só, até o fundo. Eu gritei "Aaaai naaaumm!" ele encostou o peito peludo nas minhas costas, manteve o pau todo enterrado até o talo em mim, foi beijando e mordendo minha orelha e sussurrou "Calma nenen, agora vai ficar gostoso" As bolonas cheias, peludonas, apertadas contra minha bunda. Meu cuzinho tava ardendo muito
e ficava piscando no pau dele, apertando mais ainda aquela vara grossa. Ele falou no meu OUVido com sua voz rouca "Que cuzinho apertadinho. Assim que eu gosto" eu tremí todo, gemendo baixinho. Então ele pegou no meu pau que tava durinho e começou a punhetar. E foi puxando sua rola pra fora quase até ela sair e depois enfiava de novo até suas bolonas cheias baterem na minha bunda. Foi fazendo isso devagar. Ia e voltava gostoso, com calma. Eu sentia cada centimetro daquela rola que me possuia, indo e voltando, entrando e saindo dentro de mim. Depois ele foi aumentando o ritmo cada vez mais até que ficou num entra e sai furioso, me deixando louco. Eu empinava a bundinha e empurrava contra ele e fiquei rebolando e gemendo alto fazendo movimentos de vai e vem junto com ele. E o negão me fodia bombando forte e me punhetava. Eu tava nas nuvens, gozando litros. O mulato me fodia pela boca. Me pegou pelas maria-chiquinhas e enfiava o pau até minha garganta e tirava, sem parar. Até que começou a gozar. Tirou o pau pra fora e punhetando esporrava na minha cara, espirrando no cabelo e no meu peito.

Me apoiei com as mãos no chão e fiquei de quatro, me arrebitando e rebolando todo na rola poderosa do negão. Ele bombava e bombava fundo e com força. Lambia minha orelha, meu pescoço, babando nas minhas costas, suando e deixando no ar um cheiro gostoso de macho. Falava no meu ouvido "Deliciaaa", "Loirinha tesuda" e "Vai sua linda, rebola bem gostoso" e eu rebolava e gritava fininho que nem uma vadia.

Ele me agarrou forte pela cintura bombando com tudo sem parar nem um instante, e começou a dar uns tapões fortes na minha bundinha me fazendo gozar e gritar muito. Eu virava os olhinhos, gemia e chorava de tanto prazer, rebolando gostoso naquele caralhão tesudo que me fodia sem dó. Até que ele me abraçou forte, empurrou bem fundo seu pirocão, me fazendo ver estrelinhas e começou a me inundar com vários jatos quentes de esperma.
Em seguida, foi tirando devagar aquela cobra enorme do meu cuzinho, se levantou, enfiou na minha boca e me fez chupar e lamber ele todo, até ficar limpinho.

Então os dois se vestiram e voltaram a trabalhar cantando um daqueles funks com letras cheias de putaria. Eu fiquei alí de quatro, com a cabeça apoiada no chão da cozinha, ainda recuperando o fôlego, tremendo de tesão. Com arrepios atravessando meu corpo todo. Aí levantei e fui tomar banho.

Fui no banheiro do quarto da Luana. Ensaboava meu corpo, passando a esponja macia por ele todo, demorando com as mãos onde eu sentia mais prazer. Sorrindo cheio de felicidade, lembrando cada detalhe daquela foda maravilhosa.

Enquanto devolvia as roupas da minha irmã no lugar, dei por falta de uma coisa importante: a calcinha. Tinha esquecido na cozinha! Vestí o roupão da minha irmã e descí correndo.
Entrei na cozinha e os dois eletrecistas tinham terminado o serviço e estavam de pé conversando. Viraram pra mim e o mulato abrindo uma das mãos, segurou a calcinha vermelha na ponta dos dedos e erguendo a mão no alto balançando a calcinha no ar, perguntou "Esqueçeu alguma coisa?"

Os dois sorriam olhando pro meu corpo apertado num roupão de seda rosa, com cara de safados, me devorando com aqueles olhos que brilhavam. As mãos acariciando os pausões duros por cima da roupa, se exibindo pra mim.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

MEU VIZINHO ELETRICISTA MEU COMEU DURANTE UM JOGO DE COPA DO MUNDO | CONTO ERÓTICO #08


O ELETRICISTA E JOGADOR DE PELADAS DA MINHA RUA ME COMEU NA CASA EM CONSTRUÇÃO

Como todos os contos do meu blog (contoeroticoreal.blogspot.com) esta é mais uma história real que aconteceu comigo em 1994, quando tinha 13 anos, durante a copa do mundo dos Estados Unidos.

Whatsapp: (11)95301-9443

Morava na casa dos meus pais no interior, era um jovem saindo da infância e entrando na adolescência, tinha muito tesão, e uma das pessoas que me dava mais tesão na rua era o eletricista Roberto, ele era um jogador de time de futebol da cidade e eletricista, era um cara de corpo fenomenal e ele sempre soube disse, ele num tinha um corpo de cara de academia, ele tinha um corpo forte, trabalhado no dia-a-dia, subindo e descendo de postes eletrificados, Ele ainda mora no mesmo local onde aconteceu tudo, ele é moreno jambo, 175m, acho que uns 80kg, braços fortes, pernas de jogador forte, ele era zagueiro, uma bunda fenomenal. Nessa época no interior, eu jogava no time infantil, chamado de segundo quadro, e ele no time principal, sempre quando aimos pra casa, pois morávamos na mesma rua, eu ficava olhando e me excitando com o corpo dele e de seu compadre, também zagueiro (outro conto) que tinha um corpo parecido com o dele. Nessa época eu era magro, tava no meio da transformação da adolescência, mas sempre tive uma bunda grande, e também me achavam gostosinhos, pelas pernas grossas de jogador.

Vamos ao conto, essa história aconteceu em 1994, depois do jogo Brasil e Suêcia pela primeira fase da Copa dos Estados Unidos. A casa dos meus pais ficava bem pertinho da casa do Roberto, acho que uns 150 metros, a casa ainda estava em construção, e como era Copa do mundo, todos os jogadores ia pra casa dele assistir os jogos, pois ele iria se casar no fim do ano, como não tinha nada, ele pediu ao meu irmão mais velho, algumas cadeiras emprestadas para a turma sentar durante a partida, meu irmão, claro emprestou, na hora do jogo foi aquela festa, dava pra ouvir da minha casa, terminou a partida, meu irmão saiu pra beber com os amigos, e meu pai queria suas cadeiras para o jantar, ele logo me mando ir buscá-las, eram seis cadeiras, fui sem nenhum pensamento, pois achava que chegando lá iria encontrar apenas a galera bebendo e comendo os últimos tira-gostos, mas não foi bem isso que eu vi, beti na porta, e eis que Roberto abre, foi uma visão surpreendente que nunca esqueci, ele estava de sunga colorida, suas pernas grossas amostra, sua barriga deliciosa, levemente cabeluda e peito grande, suados de que estava fazendo exercícios, e um pacote enorme na sunga de praia, quase cai pra trás, mas me contive, disse a ele que estava ali para pegar as 6 cadeiras de minha casa, ele disse que eu podia pegar, peguei uma de cada vez e levei a minha casa, toda volta era mais tesão, meu cacete já tava muito duro. Já tinha ouvido uma história de que ele comia, mesmo noivo um carinha com quem já tinha trepado (Esse “carinha” tá no conto: Dando pros moleque da rua). Nas minhas idas e vindas percebi que ele ficava se mostrando pra mim, até que cheguei na para pegar a ultima cadeira, ai ele disse: me ajuda e pegar uma coisa ali no fundos, eu disse que sim.

Quando seguimos tava tudo muito escuro, eu fui na frente, chegando lá ele me agarrou todo suado, com o cacete já duro, começou a beijar meu pescoço e me disse que eu era o guri mais gostoso da rua, ele passou a mão no meu cacete e viu que eu tava também excitado, ele começou a baixar meu calção e caiu de boca na minha bunda, passava o dedo, passado a língua, aquilo era muito gostoso, ele me perguntou se eu já tinha dado, e eu disse que pra um adulto nunca, ele ficou com pena pois o cacete dele iria me estuprar, ele estão me virou e pra minha surpresa começou a chupar meu cacete ainda em desenvolvimento, chupou bastante, e me colocou em 69, deitados ali sobre a poeira da construção, eu cai de boca no corpo dele, chupei peitos, braços, cacete, barriga, mas não me contive e disse a ele que ele podia me comer, eu tava ardendo em tesão. Ele me colocou de costas, abriu minhas pernas e começou a meter, foi metendo devagar, um pouquinho de cada vez, era uma dor insuportável e ao mesmo tempo sensacional, era muito tesão, ficamos ali um bom tempo, eu recebendo cacetadas dele homão. Quando acabou fui pra casa, a praticamente 16 anos depois quase nunca nos falamos, ele continua gostoso como sempre, casado com três filhos, já ouvi falar muito dos casos deles com outras mulheres, até mesmo dos seus “chifres” já que sua esposa também pega muito, mas nunca encontrei uma chance de fazer aquela história se repetir.

Aguarde, pois vou contar a fama da família desse eletricista em ter paus grandes, e como senti o cacete do seu pai na minha bunda. 

Saiba mais em @ContosDeBanana
Whats: (11) 95301-9443