quinta-feira, 17 de setembro de 2026

O PINTOR CASADO COMEU MEU CU MAIS UMA VEZ, MAS O VIGIA DA OBRA VIU, E QUIS ME COMER (PARTE 2)

Parte 2 — O mercado, o WhatsApp e a obra

Passaram uns dez dias. Eu já tinha desistido de achar o pintor no prédio. A porta do elevador seca, o cheiro de tinta sumindo, e o cu ainda lembrava. Na igreja, pregava. Com a namorada, beijava. No trabalho, era o cara certo. Em casa, sozinho, a mão ia parar no mesmo lugar.

Foi num mercado de bairro, sábado de manhã, que eu vi as costas largas, o cabelo grisalho bagunçado e a bermuda de trabalho. Ele estava na fila do pão, aliança no dedo, sacola na mão. O volume na frente da bermuda ainda estava lá. Pesado. Sacudo.




Cheguei perto demais.

— E aí, pintor.

Ele virou. Demorou um segundo pra me reconhecer. Depois deu aquele sorriso curto, de quem já sabe o que você quer.

— O magrinho do prédio.

Trocamos número ali mesmo, no meio da padaria. Ele digitou no meu celular com o dedo grosso, calejado, sujo de tinta antiga. Mandou um “sou eu” no WhatsApp. Eu respondi “é o do ape”. Ele mandou um áudio curto, voz grossa:

— Se quiser ver o material de novo, me fala.

Na segunda, ele mandou foto da obra. Um prédio parado, andaime, lona. Terça, um áudio:

— Tô sozinho aqui depois das sete. Se quiser passar.




Quarta eu fui.

O endereço era uma obra parada em São Paulo, rua sem movimento, portão semiaberto. Ele estava no segundo andar, sem camisa, bermuda suja de tinta, barriga e peito peludos suados. O volume na frente da bermuda já marcado. Quando me viu subindo a escada de cimento, ajeitou o pau com a mão, sem pressa.

— Fecha o portão aí embaixo.

Fechei.

Ele não perdeu tempo. Me puxou pelo cinto, encostou meu peito no peito peludo dele, cheiro de suor de obra, cimento e homem. Beijo grosso, barba raspando. A mão grande desceu, apertou minha bunda por cima da calça.

— Tirou a roupa de igreja hoje?

Não respondi. Ele já estava abrindo o zíper da bermuda. O pau saiu pesado, grosso, pentelhudo, a cabeça inchada, uma veia saltada. Quente na minha mão. Os ovos baixos, cheios, batendo quando ele se mexia.

Ajoelhei no cimento. Ele segurou meu cabelo e enfiou. Fundo. O gosto era o mesmo: suor, pele, homem que trabalha. Mamaí até a garganta doer, saliva escorrendo no queixo, ele gemendo baixo:

— Isso. Engole.

Gozei na calça só de chupar. Ele não gozou ainda. Puxou o pau da minha boca, virou meu corpo, me encostou na parede crua. Calça e cueca no meio das coxas. Cuspiu no cu, passou o pau molhado, empurrou.




Arrombou de novo.

Grosso, quente, obrigando a abrir. Fundo de uma vez. As mãos grandes na minha cintura, a barriga peluda colada nas minhas costas, os ovos batendo, o ritmo pesado de quem não tem pressa de acabar. Cada estocada fazia o andaime ranger. Ele falava pouco:

— Aguenta.
— Isso.
— Culhão da igreja.

Fodeu até eu tremer. Gozei de novo, sem mão, só com o pau dele dentro. Ele segurou fundo, gemeu no meu ouvido e gozou dentro, quente, bastante, enchendo. Ficou parado, respirando, ainda enfiado, o suor escorrendo dos dois.

Foi aí que a lanterna acendeu no corredor.

Um coroa loiro, alto, forte, barriga de homem maduro, uniforme de vigilante, aliança no dedo. Parou na porta do cômodo. Olhou o pintor ainda dentro de mim, a bermuda aberta, meu cu aberto, porra escorrendo na coxa.

Não gritou. Não correu. Só falou, voz calma, de quem manda na obra:

— Vocês dois.
O portão tava aberto.
Eu vi tudo.

O pintor saiu de mim devagar. Eu puxei a calça, mas o vigilante já tinha cruzado o cômodo. Loiro, uns 50 e poucos, peito largo, barriga, braço grosso, o volume no uniforme de segurança.

Olhou pra mim.

— Agora só sai da obra depois que der o cu pra mim também.

Isso fica pra terceira parte.

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