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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

BI: O DESEJEI POR 5 ANOS, MAS SÓ CONSEGUI QUANDO TRANSAMOS EU, ELE E SUA NAMORADA



Bom amigos, esse conto não é meu, mas achei muito excitante, foi escrito por uma pessoa que me enviou e pediu para não ser identificado. Já bati a minha assim que li, achei coisa de um bom escritor, coisa muito boa...

Vamos ao conto! (Foto meramente ilustrativa)

Meu nome é Caio, tenho vinte e três anos e sou bissexual; minha preferência é por homem, mas não tenho problemas em transar com mulher. Embora eu esteja sendo claro sobre minha sexualidade nesse relato, na minha vida pessoal é bem diferente: minha família não sabe, poucos amigos têm conhecimento e na faculdade eu sou hétero.

Estou no último ano de direito e conheço o Guilherme desde o primeiro. Confesso que minha primeira intenção ao conhecê-lo era ficar com ele: alto, cabelos castanhos curtos, olhos verdes, corpo forte pelo Muay Thai... Mas não rolou nada, não que eu tenha tentado algorealmente, mas não percebi nenhuma vibe em minha direção (ou de qualquer outro homem), então desisti.

Nossa amizade nesse meio tempo foi se tornando maior, nosso contato muito mais íntimo, mas ainda assim era apenas isso: amizade. No terceiro ano, minha atração sexual evoluiu para paixão - eu sei, é patético - mas ele continuava meu amigo e nada parecia mudar.

O problema era que não gostar dele era difícil: o cara era bonito, inteligente, tranquilo, carinhoso. As meninas caíam em cima e ele simplesmente ficava só com quem ele achava que ele tinha futuro, se não fosse desse jeito ele nem ficava. Ou seja, era o cara que qualquer um em sã consciência pediu aos céus. Cada toque, cada brincadeira, tinham dois sentidos para mim, um totalmente inocente e outro nem tanto, enquanto para ele havia apenas amizade. Nesse período eu até parei um pouco com as brincadeiras, porque estava difícil não querer levar seus abraços e briguinhas para um outro sentido.

No início do ano passado, durante as férias, entrei no Face e lá ele numa foto do Instagram de uma menina que ela havia marcado, e as legendas que acompanhavam a foto dos dois sorrindo eram algo como "#maisqueamor #meubebe #loveyou # euevc #começodoparasempre #nosforever #instalove #instaboyfriend”.

Eu sabia que aquele dia chegaria, não com tantas hashtags bregas, mas chegaria.

Confesso que o baque foi menor do que eu esperava, talvez porque eu já sofresse por ele não gostar de mim. A partir daí, eu decidi que era bola pra sempre MESMO e até consegui voltar às brincadeiras com ele.

Carol, a namorada de Guilherme, era bonita, gostosa, legal e extrovertida; se a “competição” antes já estava perdida, agora eu não tinha mais nenhuma chance. Minha amizade com o Guilherme aumentou, vivíamos brincando, nos tocando, indo a filmes e shows que ela não queria assistir e até em alguns encontros de casais com as meninas que eu ficava; nesse período, embora eu não tenha deixado de gostar dele, consegui focar na amizade - pelo menos eu não estava mais sofrendo.

Agora, neste final de ano, saímos eu, ele, a Carol, uma menina que eu estava ficando e mais um pessoal da sala para comemorar o término da faculdade num barzinho perto do meu apartamento. A noite acabou cedo, lá pela meia noite levei a menina que eu estava ficando de volta para casa dela e ficamos só nós três, eu, Guilherme e a Carol, no meu apartamento, bebendo e jogando conversa fora.

No meio da conversa e após a primeira garrafa de vinho, ela disse que era melhor parar porque ela estava muito soltinha e a imaginação dela voava quando ela estava desse jeito. Eu e Guilherme não estávamos nem perto de bêbados, nem soltos havíamos ficado ainda, mas Camila não bebia com frequência e já estava pegando fogo. Gui perguntou o que ela estava imaginando e recebeu a resposta no pé da orelha.

- Ela queria sair com dois caras ao mesmo tempo - disse ele.

Fiquei olhando, sem saber o que dizer - vai que era só brincadeira.

- Você está sério com a Camila? - perguntou ele diante do meu silêncio.

Então não era brincadeira.

- Não, nenhum pouco, é a segunda vez que ficamos.

Carol só olhava e sorria.

- Você topa? - perguntou Guilherme.

- Você tá falando sério?

- Estou pô, só não rouba minha namorada, de resto beleza.

- Vocês têm certeza?

- Temos - disse ela - A gente conversou bastante sobre isso.

Pesei a situação por alguns segundos, aquilo poderia arruinar nossa amizade, mas eles pareciam realmente certos.

- Então tá.

Nos três ficamos parados por um tempo, sem saber o que fazer, então Carol subiu em cima do Guilherme e começou a beijá-lo, aproveitei a deixa e me aproximei, oferecendo minha boca para ela. Os lábios do Gui estavam a poucos centímetros dos meus, eu sentia sua respiração e me segurei para não beijar ele também. Todo meu treino para não desejar o Guilherme tinha sido destruído ali.

Eu não sabia muito quais eram os limites, o que eu podia e o que não podia fazer, então fui devagar, beijando o pescoço dela enquanto ele beijava a boca, dividindo os seios e dedando o grelo dela. Quando eu finalmente tive coragem de olhar para Gui, ele sorriu para mim, olhando bem fundo nos meus olhos.

A única coisa que passou pela minha cabeça quando Guilherme tirou a roupa foi que eu queria estar com óculos de sol para olhar sem ninguém perceber. O corpo dele era extremamente definido pela luta, com músculos compactos e firmes e ainda assim naturais, porque ele odiava academia. O pau dele era médio, tanto no tamanho quanto na grossura, mas era bonito, reto e com a cabeça rosadinha, os pelos tinham sido aparados bem rentes à pele.

Tirei a calcinha da Carol e cai de boca nela enquanto o namorado oferecia a pica pra ela chupar. Durante uns dez minutos nos revezamos naquela posição, até Guilherme colocar uma camisinha e começar a foder Carol de quatro.

Ela queria aproveitar mesmo a foda com dois caras e não ficava sem um pau na xana ou na boca por nenhum segundo, cada hora um de nós trocava de lugar a assumia a posição do outro.

Guilherme saiu de trás da namorada, encheu uma taça com vinho e se sentou.

- Continua vocês, quero assistir.

Carol era uma delícia; de novo, mulher não é meu prato principal, mas aquela ali era gostosa demais... seios durinhos, a bunda super redonda, cintura fininha e a bucetinha, sem nenhum pelo, pingava de tesão. Por alguns minutos em me esqueci de qualquer outra pessoa naquele quarto, eu só sentia Carol apertando meu pau com seus músculos internos, me fazendo quase gozar.

Guilherme entrou no meio da foda e deu um beijo de língua na namorada. Retomando a consciência da presença dele, resolvi fazer o melhor que eu pude: meti nela de frango assado, de lado, de costas...nunca vi uma mulher tão lubrificada antes e ela se esbaldava no meu pau que deveria ser uns cinco centímetros maior do que o de Guilherme, no mínimo.

Eu tinha que meter com cuidado porque cada vez que ia fundo eu sentia ela se contorcer um pouco, sem nunca reclamar.

Guilherme me puxou pela cintura e me deu o vinho.

- Agora sou eu.

Ele se deitou na cama e fez Carol cavalgar em seu pau, de costas para mim, eu só conseguia ver apenas a bunda dela subindo e descendo no pau dele. É como eu disse, sou bi mas prefiro homem, enquanto eu estou fazendo sexo curto muito o corpo da mulher e em nenhum momento penso que deveria ser um homem, mas ali, vendo o Guilherme nu, eu nem lembrei mais dela, só tinha olhos para ele. Eu só conseguia ver o corpo de ele, o pau dele, seu suor escorrendo...comecei a bater punheta porque o tesão era demais.

- Eu quero os dois dentro de mim – disse Carol.

Não pensei duas vezes e fui para trás dela, cuspi em seu cu, lubrificando-o, e coloquei a cabeça do meu pau no buraquinho. Tentei meter, mas não entrou.

- Não vou aguentar - gemeu ela com dor - Coloca os dois na minha xaninha.

Guilherme parou de meter e ficou lá dentro, parado, abaixei meu pau com a mão e encaixei em cima do dele. Só o contato dos nossos paus já me fez estremecer de tesão, sem eu nem ter metido ainda.

Não entrou de jeito nenhum. Peguei o gel lubrificante na cabeceira e lambuzei meu pau. Aproveitei para passar na buceta de Carol e sentir a rola do namorado dela.

Agora o problema era o excesso de lubrificação, meu pau simplesmente escorregava por toda a extensão do pau de gui ou pelo rego de Carol, mas não parava na entradinha da xana dela de jeito nenhum.

- Vai, Caio, coloca.

- Tá escorregando demais, não consigo fazer entrar. Vamos tentar colocar nós dois ao mesmo tempo.

Não deu certo. Depois de algumas tentativas, quando finalmente consegui enfiar o meu pinto, o de Guilherme saiu. O único jeito que restava era o que eu queria desde o começo: peguei o pau dele, coloquei dentro dentro da xana de Carol e enfiei o meu ainda com o cacete de Guilherme meus dedos para que ele não escapasse.

Carol deu um gemido que não distingui ser de prazer o de dor. Fiquei parado por alguns segundos esperando que ela se acostumasse, mas quando comecei a mexer, quem soltou o primeiro gemido não foi ela, foi Gui.

- Tá gostoso? – perguntei.

- Muito - respondeu Carol.

A pergunta não era pra ela.

Eu nunca tinha feito uma DP na vida. Só o que eu conseguia sentir era o pau de Guilherme se esfregando no meu dentro de um ambiente úmido e quente. Posso afirmar com convicção: até para os homens, numa DP vaginal, a buceta é mera coadjuvante, só o que ela faz é deixar a fricção entre os cacetes mais gostosa, mas a sensação para os nós é causada basicamente pelo outro pau.

Ela não parecia estar sentindo dor ou qualquer outro incomodo, pelo contrário, ela estava se mexendo com mais força do que antes. Guilherme estava muito vermelho, o suor escorria pela testa e ele parecia estar se segurando ao máximo para não gozar, principalmente quando eu aumentava a velocidade e profundidade das estocadas, era como se ele estivesse curtindo o meu pau.

Aquele pensamento me divertiu.

Comecei a testar minha teoria, primeiro eu aumentei a profundidade enquanto metia lentamente e vi Guilherme fechar os olhos e morder os lábios cada vez que eu chegava no máximo que Carol aguentava. Depois resolvi aumentar a velocidade e ele começou a se contorcer e gemer. Meu pau pulsava de tal forma e a vontade de gozar naquele momento era tanta que resolvi tirar. Eu não queria que aquilo acabasse tão cedo.

Carol se jogou na cama.

- Está tudo bem? - perguntei.

- Está, minhas pernas estão bambas, mas já estou pronta para continuar.

- Eu vou gozar se continuar agora – avisei.

- Eu também - disse Guilherme.

- Não, ainda não – disse ela - Vamos parar um pouquinho.

O único espaço que tinha sobrado era ao lado de Guilherme. Deitei ao lado dele e o encarei. Ele estava me olhando, sorrindo. Tentei parar de encará-lo, mas não deu, depois de alguns segundos os sorrisos desapareceram e ainda assim continuamos nos olhando. Ou eu o beijava ou fazia alguma outra coisa.

- Então, Carol – disse eu - Como é a sensação de ter dois dentro de você ao mesmo tempo?

- Maravilhosa! Cada vez que vocês se mexem eu sinto um na parte debaixo e outro na parte de cima. Achei que eu fosse sentir uma coisa só, como se fosse um pinto muito grosso, mas não, é muito melhor do que eu achava, quase gozei.

Nós só sorrimos.

- Vocês sentem um ao outro? – perguntou ela.

- Sim - respondemos juntos.

- Desculpa amor, eu sei que você acha isso meio gay, mas é minha fantasia e é maravilhoso....

- Não tem problema - disse Guilherme – Você tava certa, o que dá para sentir mesmo é sua bucetinha, só que mais apertada ainda. O pau do Caio eu sinto bem pouco.

Mentira, pensei, o que dá para sentir bem pouco é a xana da sua namorada.

Foi então que me passou pela cabeça: e se eu estivesse sentindo muito mais o Gui do que a namorada dele porque meu foco era ele? E se todas as expressões que eu vi no rosto dele foram por causas diferentes e não pelo o que eu estava fazendo com o meu pau lá dentro junto com o dele?

- Vem, quero vocês dois dentro de mim de novo.

Eu quase disse que não queria mais. Eu estava, de novo, querendo mais do Guilherme do que ele podia oferecer. Resolvi parar de agir feito um menino mimado e fui tentar uma posição que ela havia proposto, dessa vez eu ficaria em baixo e ela virada para cima, deitada de costas sobre mim.

Naquela posição, era ele quem metia o pau em cima, logo, agora era dele o papel de se mexer, eu pude sentir o pau dele muito mais do que antes e a cada movimento eu sentia cada centímetro do pau dele passando pelo meu.

Carol não aguentou muito aquela posição e logo voltamos para a anterior.

Guilherme se deitou, Carol montou de frente para o namorado e lhe deu um beijo de língua enquanto eu metia por trás. Já que eu estava no inferno, eu ia abraçar o Capeta, se ele não sentia o que eu sentia quando aumentava a força, profundidade ou velocidade das estocadas, era problema dele, eu sentia e ia tirar proveito do pau dele até o ultimo momento.

Gui estava de olhos fechados desde o momento em que nossos paus entraram na bucetinha escorregadia da Carol, comecei a brincar de novo: eu tirava e colocava meu pau devagarzinho, depois metia até o fundo, fazendo movimentos curtos com o quadril e por último comecei a ir bem rápido. Ele gemia cada vez que eu alterava a forma de meter, mas principalmente quando eu metia até o fim e aumentava a velocidade.

Guilherme abriu os olhos e eu não consegui desviar ou fechar os meus. Ficamos nos olhando e eu resolvi fazer os movimentos que eu achava que ele mais gostava, que por acaso eram os que mais me davam prazer.

Aproveitei que eu meti até o fundo daquela bucetinha e colei meu peito nas costas da Carol, agora eu estava a poucos centímetros do rosto de Guilherme e eu não desviava meu olhar por nada nesse mundo, nem ele.

Se eu continuasse naquele ritmo, eu ia gozar, resolvi voltar para a metida rápida e vi a expressão no rosto dele suavizar. Carol voltou o rosto para trás e me beijou. Nem assim eu fechei os olhos. Eu estava pouco me fodendo se ele achava que eu estava de viadagem pro lado dele, se depois de tudo ele ficasse estranho, eu ia fingir que era coisa da cabeça dele e se ele estava achando que aquelas encaradas todas faziam parte da DP, então ótimo, me poupava o trabalho.

- Eu vou gozar - gritou Carol.

Voltei pras estocadas que mais me excitavam e segurei meu gozo até ver Guilherme se descontrolar e gozar, sentindo seu pau pulsando a cada jato que soltava na camisinha. Nessa hora não teve jeito, despejei toda minha gala.

Carol gritou pela última vez e ficou mole embaixo de mim. Nos jogamos no colchão e ficamos lá por alguns minutos, meio sonolentos.

- Preciso de um banho – disse ela depois de algum tempo - Tenho que pegar minha irmã na balada às três

Fiquei sozinho com Guilherme na cama novamente, os dois encarando o teto. Carol ligou o chuveiro; voltei minha cabeça na direção dele, ele percebeu o movimento e fez o mesmo. Ficamos nos olhando sem dizer nada, sérios. Nós estávamos próximos demais, eu sentia a respiração dele e estava me segurando com todas as forças para não grudar meus lábios no dele.

- Gui...

E então, do nada, ele me beijou.

Primeiro foi um selinho que pareceu dar choque, porque ele se afastou e ficou me encarando com os olhos arregalados. Tasquei o foda-se de novo e parti pra cima dele – literalmente, já que eu tinha montado nele – mas dessa vez larguei o selinho e dei um beijo de língua que foi retribuído com vontade. Nossos paus se encostaram e em segundos começaram a crescer de novo, como se não tivéssemos gozado há menos de dez minutos.

Os nossos quadris se pressionavam com força, nossos paus roçavam e as mãos deles aportavam minha bunda. Eu comecei a beijar e chupar o pescoço dele, descendo até os mamilos, enquanto ele gemia com intensidade. Assim que nossos paus se descolaram aproveitei e segurei o dele, punhetando-o.

Alcancei o pau de guilhermepau com a boca e comecei a dar o melhor boquete que eu sabia, engolindo o pau dele até bolas ao mesmo tempo em que passava a língua em círculos pela cabecinha. Guilherme se contorcia e apertava minhas costas. O gosto do lubrificante da camisinha já tinha saído e eu só sentia o gosto dele, da babinha que saia do seu pau.

Ele me puxou de volta para cima e cravou outro beijo em mim. Seus dedos encontraram meu pau, primeiro de uma forma estranha, depois ele achou o jeito e começou um vai e vem gostoso e firme.

O barulho do chuveiro parou e Guilherme me tirou de cima dele, assustado, mas logo o barulho da agua recomeçou.

- Desculpa - disse Guilherme, ofegante.

- Eu que peço desculpa.

- Eu nunca tinha beijado outro cara - disse ele.

Fiquei em silêncio; eu não podia falar a mesma coisa e nem era a hora de dizer "eu quero fazer isso há cinco anos".

- A Carol não pode saber disso. Eu não devia ter bebido.

- Relaxa, não foi nada – respondi a contragosto.

Carol saiu do banheiro alheia ao que estava acontecendo, se vestiu em menos de dois minutos, deu um beijo de língua em Guilherme e um selinho em mim.

- Caio, tem como você dar uma carona pro Guilherme? Eu tenho meia hora para chegar com a minha irmã em casa.

- Não precisa - disse ele - Eu vou com você.

- Amor, você está todo suado, vai tomar um banho, o Caio não se importa, né?

- Não - respondi.

Aquilo pareceu ser o suficiente para Carol, que deu um tchau e saiu do quarto. Alguns segundos depois a porta bateu e eu fui até lá trancar, quando voltei Guilherme já estava no banho. Joguei uma toalha para ele, peguei outra para mim e fui até o banheiro social tomar banho.

Minha cabeça estava a mil, eu não queria que nossa amizade estragasse, eu não deveria ter tacado o foda-se.

Ele estava colocando a cueca quando voltei pro quarto.

- Está tudo bem entre a gente? - perguntei.

- Claro que está.

Fizemos o caminho até sua casa em silêncio, quando chegamos ele me deu um abraço e eu evitei olhá-lo nos olhos, voltei para casa e bati uma punheta pensando em tudo o que tinha acontecido naquela noite, gozei e adormeci com o Gui ainda na minha cabeça

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

SUPER-SURUBA NA PRAIA DE NUDISMO DE TAMBABA COM 2 CAMINHONEIROS, 1 VIADO E 1 MORENA BUCETUDA



Bem, como todos já sabem, sou do Recife, 30 anos, 175m e 85kg, macho, mas curto uma boa putaria com mulher ou com homem e ainda quero viver novas historinhas pra contar pra você. Essa é uma história real que aconteceu quando num fim de semana eu fui com uma amiga passear pelo litoral sua da Paraíba, mas precisamente na praia de Tambaba, uma das mais famosas praias de nudismo do Brasil. Muito legal pra conhecer!

Na nossa primeira vez em Tambaba transamos com um negão

Essa história aconteceu esse ano, eu me descrevi acima e minha amiga é uma morena super gostosa, bem cavala, tudo nela é grande inclusive sua buceta, sua bunda, pernão e coxão com seus 32 anos de pura malicia e safadeza no rabo. Tem cabelos pretos e sempre bem cuidados, sempre bem cheirosa, seus olhos cor de mel juntos com sua simpatia encantam todos que a conhecem. Seu nome é Amanda e ela só gosta de curtir sem compromisso.

Ela já tem filhos com seu ex-marido, um moreno, jogador de futebol de um clube pernambucano, mas fora isso eles não tem qualquer relação, já que ela me relatou que ele fode muito ruim e ela gosta que metam com força e sem pena.



Já eu como todos sabem gosto de putaria, de morenos, de gordinhos e de negrões, claro. Se forem casados para curtirem na surdina melhor ainda.

Mas vamos a historia...

Sempre quisemos conhecer uma praia de nudismos, brincávamos nas rodas de amigos como seria interessantes bronzear a bunda no sol e ainda quem sabe conseguirmos alguma transa louca a baire-mar. Sempre ficamos combinando até que numa determinada semana Amanda me disse que estava livre para um passeio, eu sugeri e ela logo aceitou a ideia de irmos a Tambaba, e assim estava marcado e na mesma semana fomos... Chegamos por lá numa sexta-feira, conseguimos encontrar num site uma casa na região para alugar, na hora em que chegamos o sol já estava se pondo e resolvemos ficar por ali por pertinho, só no bate-papo. Mesmo com a hora avançado da tarde, resolvemos ir a praia, pois ela disse que estava louca para dar sua buceta a um pescador. Fomos e ela saiu com um biquini mega minúsculo, um bucetão enorme e uma bunda gigantesca de gostosa e eu estava me sentindo o máximo pois chegando na praia os poucos homens que tinham ali estavam todos interessados nela, e a bicha como é super safada, rebolava mais ainda enquanto passava pelo machos a caminho da areia à beira-mar.

Ela estava tão puta que um pescador saindo do mar parou próximo a nós e ficou eletrizado e parado olhando sua xoxota. Descaradamente enquanto ela pegava sol deitada na areia. Tive que fingir ser esposo dela para o cara sair. Ele saiu e foi embora me chamando de corno.

Quem conhece Tambaba, sabe que para se hospedar você tem que ficar próximo, mas não na praia, então no sábado, acordamos de manhã cedinho pegamos o carro e fomos direto pra lá!

Era a primeira vez para nós, já tinha ido antes, mas a turma desistiu na entrada da praia. Mas com essa minha amiga safada foi diferente e chegamos, chegando! Ela mais uma vez colocou um super biquíni só para abrilhantar sua chegada e ficar mais gostosa. A assim que descemos as escadas da entrada da praia, ela foi ficando peladinha e claro, eu também. A praia não estava cheia, mas tinha muitos homens que de longe pude perceber que eram bem gostosinhos e eu já fui ficando de cacete duro. Mas quando eles viram aquela mulher cavalar chegando foi um descontrole geral. Era cabeça entortando pra todo lado. E eu querendo um pouco daquele brilho (hehehe...) Nós estávamos bem depiladinhos, uma super xana e um super cu em ação em Tambaba... Não sei o por que, era para estarmos com vergonha e não estávamos. Ficamos super a vontade. 



Todo mundo nos olhando e nós começamos a conhecer o lugar, durante nossa volta aproveitei pra olhar e "medindo" com os olhos o tamanho de cada cacete a minha vista. Até que chegamos em uma barraca onde estavam uma caras maduros que depois descobri que eram caminhoneiros que estavam em João Pessoa para deixar uma carga em uma fábrica e ficariam ali por uma semana. Eram dois caras, pagaram duas prostitutas só para entrarem na praia onde é proibida a entrada de homens sozinhos. Um moreno, forte, parrudão, cerca de 175m e uns 80 quilos e com um cacete enorme, seu nome era Antonio, mas chamavam de Tonhão, bigode safado e sozinho lindo e gostoso, o outro era Manoel, negro, não era bonito, nem feio, tinha uma barriga deliciosa, algo que me deixa louco, todo grossinho e um cacete grande e grosso. Ambos ficaram excitados com a nossa chegada, mas resolvemos ficar ali porque ouve uma certa afinidade logo de cara, eles nos recepcionaram com muita simpatia, como se nós já tivéssemos combinado previamente. Colocamos nossas coisas, conversamos com a dupla, fomos juntos a um banho de mar, voltamos a areia, sentamos, conversamos e sempre percebia que o olhar deles procurando a xana da minha amiga.

Nossas conversas eram sobre mora em Recife, o casamento da minha amiga e a vida deles de caminhoneiro. Como quem não quer nada, o moreno, o Antonio, mudou de lugar na área e deitou do lado da minha amiga, ele começou a encarar a sua buceta na frente de todo e completou:
_Você pode negar, mas você está molhadinha, tá muito excitada, sua buceta tá pedindo rola.

Começamos a rir, e ela descaradamente perguntou:
_Como é que você sabe disso?
Ele: _Porque estou vendo aqui!

Ele olhou para todos os lados, viu que ninguém estava olhando e deu uma rápida mas gostosa chupada e sua buceta, minha amiga suspirou e gemeu...
_Para, assim você tá mexendo comigo
Ele: _Achou ruim?
Ela: Não, maravilhoso.

De repente, olho para o Tonhão e seu cacete estava duro parecia ter um metro de rola, só as veias eram maior que as do meu pescoço, nessa hora, apesar da buceta de dela também ser enorme e carnuda e ela me garantir que era bem apertadinha, fiquei percebi que estrago naquela xana seria irreparável, mas ele deu o primeiro passo e nós quatro estávamos excitados e prontos para uma boa transa, mas como e onde aconteceria? 



Continuamos na cerveja e no chupa-chupa de Tonhão na buceta de Amanda até que Manuel pede para eu começar um perigoso boquete em sua rola, perigoso pois estava num local onde outros banhistas poderiam ver aqueça transa e ser expulsos da praia. Ele então me chamou pra mergulharmos novamente e então nos quatro dentro da água foi so putaria, o mundo pega aqui, pega na xana, pega no cusinho, pega na rola, sem problemas estava formado dois casais e o beijo rolou dentro do mar...

Voltamos a praia e minha amiga disse:
_Você precisam nos foder muito loucamente e ai, vamos embora sem nada?

Fomos então para uma parte mais reservada da praia, nesse local não tinha banhista, estávamos sozinhos, os quatro, quando Manoel exigiu:
_Vamos combinar aqui, eu e Tonhão comemos vocês dois, e vocês dois serão nossas putas!
Claro que eu topei...

Eu e Amanda abocanhamos aquelas chibatas que cresciam ainda mais, estávamos todos envolvidos naquela transa, ninguém era de ninguém. De repente estávamos abocanhando aquelas chibatas na boca, mas era enormes, mal conseguíamos colocar a cabeça, mesmo assim forçavam com as duas mãos.

Eles passavam as picas em nossa cara, cheirávamos, chupavamos e as bolas eram deliciosas, parecia que nunca tínhamos visto um cacete. Amanda estava gozando com aquela situação deu varias tremidinhas e um grito, nisso o Tonhão deitou e ela foi sentando lentamente naquele mastro, Manuel então me pegou por trás, me pos de quatro e me meteu rola no cu. Nessa hora fiquei espantado e feliz com aquela situação, a buceta da minha amiga havia abocanhado a rola do Tonhão e eu estava com a rola do Maboel enterrada no meu cu.

Minha amiga rebolava e Manoel batia em minha bunda. Ate que Tonhão disse que queria cu também. Amanda avisou que cu ali só o meu e levantou daquela chibata que estava toda branca do leitinho dela, sinceramente, ele estava muito excitada.
Deixei Manoel que estava pronto para fuder Amanda que deitou na areia de pernas abertas esperando sua rola e eu agora iria sentar na pica do Tonhão. Eu que agora rebolava e falava que tinha encontrado um negro macho para me foder. Rodos riam e eu continuava a galopar. A cena era sensacional, aquele macho bombando em meu cu e minha amiga ali na minha frente dando a um negão que tinha uma bunda suculentar, Ele metia com força em sua buceta e ela gemia sem parar.

Minha amiga parecia louca, mandava fuder, estocar, gritava coisas como me estupra meu macho. Aquilo deixava nos quatro ainda mais excitados.

O Manoel entãou a colocou de quatro, e Tonhão também, eles socaram de uma vez, estava bem desconfortável e muito gostoso, gritávamos de tesão e dor. Juro que fiquei com medo, era muita rola, Tonhão que estava me comendo era grande, mas Manoel parecia um animal e Amanda revirava os olhos. Ele não parava de socar e ela querendo mais e rebolando naquela tora negra.

De repente ela começa a estremecer, percebo que ela esta desfalecendo, Tonhão não segura aquela excitação e goza no meu cu, eu também não aguento e gozo, gozo muito como poucas vezes gozei. Minha amiga estava ali, deitada na areia, parecia ter gozado muito. Manoel não parava empurrava ainda mais vara. Levantou suas pernas e meteu vara na sua bunda, parecia estar louco para gozar e ela suspirava mais vara, mais vara. Nesse momento Tonha, tira a camisinha e me pede para limpar seu cacete, eu ponho na boca e nós já estávamos mais uma vez excitados com a cena de Amanda e Manoel. Vejo que sua buceta está vermelha e inchada das estocadas do negão, ele estoca com força aquele cu pouco explorado, ela aos poucos ia empurrando o rabo para cima daquela chibata preta, as veias do negão pareciam que iam saltar de tão excitadas e ela as recebendo com o cú, centímetro por centímetro e ela só gritando. Tonhão, botou outra camisinha e disse que não dava pra aguentar, queria cu também e eu dei. Não podia deixar painho sem nada. Eu pedia:

_Bota meu macho, come esse cuzinho como se tivesse comendo aquela vaca

O Manoel não aguentou e jorrou porra pelo cuzinho dela. Muita porra descendo até a buceta e depois tirou o mastro rapidamente e colocou em sua boca ordenando que limpasse tudo. Ela abocanhou rapidamente, deixando, aquela rola toda lambuzada de porra, limpinha. Tonhão então me ordenou que virasse, pois ele queria gozar na minha cara e assim fez, gozar fartamente apesar de ser a segunda vez.

Anestesiados, descansamos ali até irmos para um banho de mar. Ananda ficou deitada na areia, na volta percebi que sua buceta estava completamente arrombada e ela quase desmaiada.

Ainda conversamos os quatro na areia, até Amanda melhor um pouco, depois de um tempo, convidamos Manoel e Tonhão para irem a nossa casa na outra praia e ai... e ai eu conto na próxima.
Continuo gostando muito de caminhoneiros, negros, gordinho e morenos, sou da região do Recife, meu zap (83) 99981-6664. Bora marcar?

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

VÍDEO: SURUBA ENTRE JOGADORES DE FUTEBOL DURANTE A PELADA - CAFUÇU METENDO NO BRANQUINHO



Quem é gay e já jogou bola com certeza já quis dar pra algum amiguinho de pelada e de bola e ai? afim?




VÍDEO DE SURUBA: MAIS DE 10 CAFUÇUS TREPANDO COM UM "ANJINHO" | OS NEGRÕES ARROBARAM O CU DO BRANQUINHO



Caralho, que paraíso de cafuçus é esse? A cena não é das mais novas, mas é excelente, fico imaginando de quem foi a brilhante ideia de juntar tanto macho numa cena só. São quase 10 homens, brasileiros, negros, sarados e doidos para foder um pouquinho do sortudo que se esbanja nesses cacetões gostosos. 

Ele diz ser o anjinho de todos esses diabinhos, e o melhor, não tem música e essas coisas chatas de filmes antigos. O puto é o único branco nesse inter racial mas logo um deles senta numa vara também. 

Assista esse surubão com caras de pedreiros e operários trepando um outro macho:

SEXO NO CARNAVAL DE SALVADOR: SURUBA COM NEGRÕES NUM APÊ ATÉ DESMAIAR DE TANTO SEXO



Olá! Quem acompanha o blog sabe que todos os contos aqui são reais, sou do Recife, 30 anos, moreno claro, 175m e 85kh, todo grossinho e sempre apto a novas aventuras. Esse conto é um relato de um amigo que resolvi adaptar e colocá-lo aqui, vamos ao conto...

Seu nome é Hilton, 35 anos, um delicioso moreno, 1,80 de altura e pesando uns 100 kg, que eu saiba ele tem um pau de 18 cm, muito gostoso, mas não provei.

Segundo relato dele, essa historia acontece no ultimo carnaval, quando ele tinha decido ir com nossa turma de bons amigos a mais um carnaval em Salvador, terra de negros e morenos gostosos, mas o que aconteceu não foi com nossa turma, foi quando ele nos abandonou. Na tarde de sábado de carnaval, ele foi encontrar uns amigos que tiveram a ideia de alugar um apê na Barra, (Circuito Barra-Ondina), quando ele chegou por lá tinha uns 20 homens no mesmo espaço que era pequeno, mas ninguém se importou com isso. A folia já tinha sido iniciada um dia antes de começar. Ele tinha ficado animado com tanto homem junto e falou com um dos organizadores da casa sobre a possibilidade de uma suruba com aqueles homens todos e ele disse que era possível já que todos nos curtiamos uma boa putaria.

No dia seguinte então ele foi mais uma vez convidado a ir a esse apê e não nos disse nada, mas quando chegou lá pessoal já estava bebendo, ele pensou que tinha sido convidado porque a putaria já estava organizado e chegou gritando:

_Eu fui convidado porque disseram que aqui com esse tanto de homens iriamos fazer uma suruba. Então nada de frescura todo mundo comendo todo mundo"

A maioria deu risada alguns concordaram. Mas nada rolou e parou por ai.

A noite ele tinha saído num bloco, mas errou de caminho e ao invés de vir dormir no hotel, foi lá pra o apê volta das 3h da manha, estava cansado e assim que abri a porta viu 3 caras se chupando e lhe ofereceu uma participação especial. É claro que eles aceitaram, Ficaram se chupando por uns 20 minutos até que chegou vários de uma vez começaram a rir, mas em pouco tempo já estavam todos envolvidos numa suruba gigantesca. Aquele cheiro de sexo deixava louco, abocanhou um, dois e até três cacetes de uma vez. Estava tão louco de tesão que nem foi o primeiro que o penetrou, só passou a mão na rola pra sentir se tinha colocado camisinha. rebolou muito naquela rola ao mesmo tempo que chupava outras. depois veio um negão que botou de frango assado. olhou para aquela rola e ficou mais alucinado, deu um tapa na cara do negão e ordeneu:

_Me arroba caralho!!

Prontamente ele deu um tapão na cara e falou é rola que tu quer então eu vou deflorar seu rabo.

O negão meteu tudo de uma vez fazendo um vai e vem delicioso, a tora dele era tão grande que sentia chegar no estomago e sempre pedia mais. Enquanto isso veio um moreno e começou a fuder sua boca de uma forma que ficou sufocado, logo em seguida fizeram um mega trenzinho um enfiando no cu do outro. Alguns anunciaram que iria gozar e ele e mais dois prontamente pedimos para que gozassem nas suas cara, Segundo ele, coisa que não acredito nunca tinha bebido tanto leite tudo que era expelido por aqueles cassetes. Fazia questão de saborear. depois que a maioria gozou fartamente foram para o quarto e continuava com meu fogo no rabo e juntos ficaram mais quatro incluindo o negão, foi quando ele cobrou a ele a promessa de deflorar meu rabo, o negão logo deu a ideia de fazer uma dupla penetração, já estava arrobado mesmo e tava querendo mais e aceitou claro, sentou na pica do seu amigo no apê e o negão veio por tras ao mesmo tempo que os outros dois ficavam reversando a sua boca, eles meteram forte ele gozava e eles não paravam de meter, trocaram de lugar com os outros dois que também meteram gostoso, e ele gozou de novo e eles não paravam até que na terceira gozada quando ele desmaiou gozando. Eles pensaram que era brincadeira e gozaram no sei corpo ali desmaiado, logo depois perceberam que tinha desmaiado de verdade e fizeram alguma coisa pra acordar. esperaram um tempo perguntaram se ele estava melhor, Falou que sim e nisso o dia tinha amanhecido e foram dormir

Essa foi uma história louca que aconteceu no Carnaval de Salvador, quem quer escrever o próximo capitulo?

Zap: (83)99981-6664


domingo, 27 de dezembro de 2015

domingo, 15 de agosto de 2010

MINHA PRIMEIRA VEZ AINDA CABAÇO, A TRÊS COM MEUS VIZINHOS

Dando para os meninos da rua onde eu morava

Este aconteceu quando eu tinha cerca de 18 anos e ainda nem compreendia direito o que era sexualidade. Hoje tenho 26 anos e decidi compartilhar essa lembrança.




Na época, eu estava brincando sozinho no quintal de casa quando dois rapazes da vizinhança, um pouco mais velhos do que eu, apareceram para conversar. Depois de algum tempo, eles me convenceram a ir até um terreno afastado, próximo de um matagal, dizendo que ali poderíamos ver uma vizinha casada que sempre ficava no quintal dela pelada.

Para preservar a identidade deles, vou usar nomes fictícios: Sandro e André. Ambos fazem parte dessa lembrança da minha infância, porém hoje não tenho mais contato.

Quando chegamos ao local, a situação tomou um rumo completamente diferente do que eu imaginava. Eles me coagiram e um me agarrou por trás e outros pela frente. Eu nunca tinha ficado com homens, era cabaço mesmo, vivia dentro de casa, mas estava gostoso, senti um pau pela primeira vez na minha bunda, e outro pau roçando com o meu, estava muito gostoso, minha rola logo subiu, meus vizinho logo baixaram minha bermuda e a brincadeira esquentou naquele mato.

Estava muito gosto, pensei que iria perder minha virgindade, tinha uma rola na minha bunda.

Em determinado momento, outro menino da vizinhança apareceu, presenciou a situação e também tentou me pressionar. Diante da ameaça de que contaria o ocorrido para outras pessoas, fiquei assustado e consegui sair dali. Voltei para casa constrangido, confuso e quase chorando.

Essa é uma lembrança marcante da minha adolescencia e faz parte das histórias reais que pretendo compartilhar ao longo do tempo.

Todos os contos desse Blog, são baseados em fatos reais revelados por assinantes.