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terça-feira, 26 de novembro de 2019

SEXO COM OS PRIMOS NO SITIO DA MINHA TIA • DEI O CU GOSTOSO PARA DOIS


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Eu tinha uma tia que morava num sítio, com marido e dois filhos, onde fui passar uns dias de minhas férias.

Meus primos, ficaram super felizes com minha visita, já que por ser da cidade grande, eu sempre tinha novidades.

Aquela estadia no sítio, sempre foi muito divertida, vivíamos correndo, andando a cavalo, nadando pescando, enfim, mil e uma atividades, diferentes de minhas rotinas.

Meu primo, Henrique era mais velho que Cesar uns 3 anos, e que eu 1 ano; era sempre o mentor dessas atividades.

No sítio havia um curral, íamos tirar leite de manhã, a tarde andávamos pasto adentro, caçando o que fazer, foi aí que Henrique teve a idéia de comer uma bezerra mansinha, até ensaiou, ficou de piru duro, tentando montar, o que foi impossível devido a altura, ficaram os dois tentando me mostrar suas habilidades, sem sucesso algum. Havia riacho, de águas cristalinas, rasinho, então tivemos a idéia de represa-lo, fazendo uma espécie de piscina natural. Como as instruções de nossa tia, era de que poderíamos brincar sem aprontar, Henrique deu a ideia de brincarmos pelados, com receio da mãe ver nos com shorts molhados.

Eu, ali olhando aqueles dois paus, tamanhos normais, Henrique um pouco maior, quando lembrei deles duros tentando comer a bezerra, aflorou aquele instinto de persuasão.

A medida que colocavamos pedras formando a barragem, não era nada muito fundo, então facilitava eu expor minha bundinha arrebitada deixando meu cuzinho a mostra.

Depois de montada a represa, Henrique sugeriu ficarmos imóveis, para que a água ficasse menos toldada,devido ao remanejamento das pedras, e eu fiquei exatamente na posição bundinha arrebitada por fora d'água. Não demorou muito, nas brincadeiras, eu ser encoxado, esbarradas, até que Henrique propôs uma brincadeira de aposta, quem perdesse pagaria uma prenda.

Era óbvio que eu perderia todos, e pra começar, fui designado a virar uma cambalhota, foi se sucedendo tarefas, somente eu e Cesar pagavamos, pois Henrique ganhava sempre.

Até que fui convocado a mostrar o cuzinho pra eles, isso mesmo, tive que ficar de bunda pra fora d'água, e abrir a bundinha pra eles olharem meu cuzinho bem de perto

Ali se iniciou tarefas de cunho sexual, tipo deixar colocar o dedo no cuzinho, foi torturante, eu querendo dar a bunda pra eles, e eles encostando dedo, eu louco para enfiarem. Até que Henrique se aproximou de meu rosto, e falou no meu ouvido vc que a próxima tarefa seria chupar o pau deles, olhei, estava próximo a mim, duríssimo, levei a mão, segurei, quando menos se esperava eu estava chupando os dois, intercaladamente.

Eu sabia que iam querer me comer, e ali dentro d'água não rolaria eu queria dar pra eles, propus sairmos da água e um descampado enquanto eu chupava Cesar, Henrique tentava colocar o pau duríssimo no meu cuzinho, até colocar a cabeça e gozar, me lubrificando e conseguindo colocar tudo.

Depois foi a vez de Cesar, que pegou o caminho aberto, metendo até gozar. Virei a bezerra deles, me comeram, e prometeram que a noite teria mais.

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E teve, a noite, nem fizemos questão de ver TV, fomos deitar cedo, fiquei na cama com Henrique, enquanto Cesar esperava na cama dele. Não poderíamos dar bandeira, pois a porta do quarto estava aberta.

Henrique amoitou um pote de Nívea da tia, quando abaixei o shorts, por baixo do lençol ele já estava de piroca dura, foi encaixar e disfarçadamente socava a piroca.

Fiquei igual uma puta, de cama em cama .

domingo, 10 de março de 2019

TREPANDO COM AMIGO DOS MEUS PRIMOS NO SITIO DO VOVÓ

Vamos lá, o que eu vou contar aqui aconteceu a duas semanas atrás. 



Tenho 22 anos moro em Osasco!

Tenho uns primos bem loucos que gostava muito de passar o final de semana em um sítio que meus avós compraram, nesse mesmo dia me chamaram pra ir nesse sítio que até então fui o único neto que ainda não tinha ido até lá. Meus primos levaram um dos seus amigos que pra mim era um garoto maravilhoso, branco 1,75 de altura e olhos castanhos, nesse sítio tinha vários quartos e fiquei com um dos. 

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Foi uma noite de curtição somente de primos, eu olhando aquele amigo dos meus primos, e por incrível que pareça ele tmb estava me observando de um jeito que me deixava louco, não aguentei de ver que ele estava de sunga e que mostrava todo o volume de sua pica, fui até ao banheiro e não resisti e bati uma punheta que gozei muito, quando fomos dormir o tal amigo dos meus primos teve que dormir comigo pois não havia mais quartos , e eu claro que adorei mais não demonstrei nada!

Ele se deitou e para a minha surpresa ele me disse "Desculpa, mais eu durmo de cueca " e ele me disse se tinha algum problema, e eu claro disse que não kkk. Pude ver aquela rola enorme sobre a cueca dele, em umas das noites estava muito calor que não aguentei, e tmb disse a ele que dormiria de cueca por causa do calor , ele não me disse nada ficou quieto! Quando de repente vi a sua rola endurecer de uma forma inexplicável. 



E então me deitei com a minha rola tmb dura, mais tardar o amigo dos meus primos foi ao banheiro e nisso eu estava acordado, quando vi ele abrindo a porta do quarto pra ir ao banheiro ele estava completamente nu, fiquei louco nesse momento, e não resisti e fui até sua cama para espera-lo, quando ele voltou com uma rola muito dura e enorme , ficou me olhando e então pegou minha cabeça e colocou na sua rola para chupa-lo , claro que eu adorei aquilo, e comecei a chupar tudo aquilo, claro que tudo no sigilo porque meus primos não poderiam saber disso! Chupei tanto que ele começou a gemer, depois me pediu para me virar, e foi quando eu aceitei e começou a me comer todinho, de várias posições e isso já era umas 2hrs da manhã, quando de repente ele gozou dentro de mim . Aí que loucura!

No dia seguinte queria novamente mais ele teve que ir embora, mais até hoje ele me chama para repetir aquele momento!

O amigo dos meu primos se chama Daniel aaaaaai.


Conto enviado por leitor, envie o seu tb pelo whatsapp.




segunda-feira, 4 de junho de 2018

ENFIM TRANSEI COM UM MACHÃO OPERÁRIO DO CORPO GOSTOSO



Eu já estava cansado desses machos rudes e brutos, eles só queriam ser chupados e gozar. Resolvi mudar de atitude, não tinha nada a perder mesmo, então na hora de chupar uma rola, já lambia o saco e aproveitava para passar a língua no cuzinho deles, foi aí que tudo mudou. Em pouco tempo ganhei uma fama de comedor. Mesmo sem acabamento mudei para a casa nova, era uma fase complicada, sem grana, tinha gasto muito na construção. Conheci o Cláudio, moreno,1,70 altura, 25 anos, mas dono de um corpo fora do comum, muito forte, barriga trincada, braços e costas com muitos músculos, desde jovem ele trabalhou numa fábrica de blocos, tinha acabado de separar da esposa e era pai de duas meninas. Eu tinha um barranco enorme para ser retirado, ele veio para fazer o serviço, trabalho com terra é muito pesado e a cada dia ele ficava maior ainda. Eu ficando louco de tesão por ele, mas ele não me dava oportunidade, ignorava minhas investidas. Certo dia numa sexta-feira a noite, bebi um pouco a mais, logo fiquei alto e fui dormir, na manhã seguinte Cláudio me acordou, com um copo de café, minha cabeça doía muito, ele me convenceu a tomar banho já que eu nem a roupa tinha tirado para dormir, ele me ajuda a tirar a roupa e me põe no chuveiro, vendo que eu não tava bem, ele pegou o sabonete e começou a me dar banho, eu já fui melhorando, mas fiquei na minha, ele lavando minha cabeça, costas, bunda, pernas, pés e minha rola tbm. Não deu para controlar fui ficando excitado, ele me tirou do banho e me ajudou a me enxugar. Como ele ficou todo molhado disse para tomar um banho tbm, eu voltei a deitar esperando ele sair do banho, um cochilo rápido , quando acordei ele tbm estava deitado do meu lado , completamente nu , pois suas roupas tbm estavam molhadas, lembrei do banho que ele me deu,e vendo aquele homem nu na minha cama,parti para o ataque,fui passando as mãos nas costas fortes dele , quando toquei na bunda dele ouvi um suave suspiro,ele estava acordado mas não dizia nada , comecei a beijar as costas dele é fui descendo para a bunda ,eu tbm nada disse ,abri bem a bunda dele e dei uma lambida quente e bem molhada naquele cu apertado. Ele não se mexia , não falava nada ,eu continuo no ataque , degustando aquele cu ,o segurei pelo quadril , minha língua não para,ele não restiu e deu uma leve arrebitada na bunda , que bunda firme , redonda , não grande mas uma delícia ,ponho a minha mão por baixo e sinto sua rola dura , não é grande mas bem grossa ,eu passei a lamber o cu e o saco dele e claro a rola tbm ,o safado começou a gemer , para facilitar a minha mão nos carinhos ele levantou mais ainda o quadril,era uma visão linda ,com o dedo comecei a brincar com o cuzinho dele , claro que ele estava gostando muito ,eu sentia leves tremores no corpo dele, com bastante dificuldade coloquei o segundo dedo dentro do cu apertado dele e fiquei ali brincando por um bom tempo , sem eu dizer uma única palavra ,abro as pernas dele ,e coloco a cabeça da minha rola na entrada do seu cu , fico pincelando , brincando , como ele não achou ruim , pego um creme e uma camisinha no criado mudo e comecei a forçar a entrada , não entra , está muito apertado ,sem pensar dou um tapa na bunda dele e digo pra ele relaxar , aproveito e coloco um travesseiro embaixo dele, mais creme e volto a forçar a entrada , quando a cabeça passou eu fui as nuvens , minha rola é toda grossa desde a cabeça até a base então continuei a entrar , que tesão , tão quente e tao apertado , ele continua sem falar nada ,mas tinha no rosto uma expressão de dor e tesão ,eu continuo a socar a rola nele , até sentir que está tudo dentro,com movimentos de entra e sai ,comecei a foder aquele cu, que delícia ,e quando não estava esperando sinto o cuzinho dele mordendo minha rola , o cara tava gozando levando rola no cu , não deu para segurar e gozei tbm. Depois vim a saber que eu tinha sido o primeiro, depois disso tivemos outras fodas maravilhosas

quarta-feira, 4 de abril de 2018

TRANSANDO COM O PEÃO AJUDANTE DE PEDREIRO | ATRASADOS FIZEMOS AMOR TENDO A LUZ DE TESTAMUNHA



Esse é um conto enviado por um amigo Giorgio, é um cara safado e cheio de aventuras sexuais em sua maioria com homens bem rústicos. Conheci-o pelos Contos de Banana e desde então compartilhamos nossas historias. Hoje ele me enviou a história com aconteceu entre ele e um cara bem safadinho numa noite de lua linda no céu.

Olá! Deixa eu contar, como eu contei no meu último conto, meu sitio estava em reformas, estava reconstruindo a casa principal, contratei um pedreiro e com ele vieram vários ajudantes, entre eles o Luciano, ele era um bem jovem, tinha 17 anos, apensar de trabalhar com o serviço pesado e bruto, eu o achava lindo, era branco, tinha 1,70 altura, uns 70kg, cabelos castanhos claros, quase loiro cacheados, apesar de muito bonito era feito um pepita de ouro bruta, se comportava de forma simples e educado, morava numa fazenda aqui perto com a família, e pra piorar minha situação, o trabalho pesado o deixava cada vez mais forte ali dentro da minha casa e eu ficava louco sempre que o via sem camisa. Vivia falando sacanagem pra ele, ficava feito uma louca ali naquela obra com tanto macho rustico e gostoso, meu sonho era parar toda aquela obra e exigir que todos fizessem amor comigo ali no meio daqueles tijolos e areia.

Não foi uma obra pequena, mas avançava, até que um dia chegou a hora da laje que serviria de telhado para a casa, nesse dia precisaria do maior numero de pessoas que pudessem pra me ajudar e como era muito importante, tinha que fazer algo pra trazer gente da redondeza pra me ajudar e pensei num churrasco. Tudo marcado, o churrasco rolou, o pessoal veio, a laje foi batida, o serviço deu muito trabalho e foi bem cansativo para todos, mas deu tudo certo. O Luciano passou o dia fazendo massa de cimento, a botina que ele usava estava furada e o cimento queimou o calcanhar, fazendo uma enorme bolha, mas só na hora do churrasco regado a muita cachaça, fiquei sabendo. Para aliviar a dor, acho que ele caiu na cachaça e como ele não tinha costume de beber, ficou rapidamente bêbado, nem aguentou até o final da festa e devagarinho eu vi quando ele foi dormir lá dentro da casa do sitio ao lado, era uma casinha que tinha alugado para o período em que acompanhava a construção. Minha cabeça não parava de pensar no que rolaria mais tarde se aquele cara ficasse ali bêbado pra dormir comigo, acho que só eu tinha reparado que ele estava lá dentro no chão da casa. O churrasco foi rolando, a turma ficando bêbada, com o tempo alguns indo embora e quando estava tudo mais calmo eu parti pro ataque, como se eu quisesse ajudar levei-o primeiro para meu quarto com a desculpa de que ele estava num lugar ruim pra dormir,  já estava com um bolha no pé e se dormisse ali no chão iria amanhecer o dia seguinte todo quebrado, que nada eu estava preocupado com ele em estar confortável na minha cama. Levei-o pra minha cama, apaguei a luz e voltei para o final do churrasco, ainda tinham alguns bêbados, teve um atrevido que ainda deu em cima de mim, mas eu já estava comprometido aquela noite, apesar dele não saber, claro, mas eu estava comprometido com o Luciano.

A hora avançou e pelo que vi duas pessoas ainda iriam ficar bebendo ali no terreiro do sitio, seu João e o Pedro, eram dois senhores casados, mas que quando começavam a beber não paravam mais, e lá dentro só me restava o Luciano, foi então que avisei:

- Gente fique ai bebendo, que eu não aguento mais. Vou me deitar um pouco.

Ouvi ainda quando seu João comentou alguma coisa sobre levar o Luciano pra casa, e falei:

- Levar o Luciano pra casa? Vocês dois mais bêbados que ele? Durmam aqui pelo sitio também ai pela cocheira. 

Que mentira, queria que eles fossem para a baixada da égua, só não queria que ele levassem o Luciano, foi quando entrei para a casa, fechei a porta de madeira da entrada, deixei as luzes de fora para os dois bêbados não me incomodarem e fui para o quarto, era hora do ataque. Já estava completamente cheio de tesão e fui devagarinho, não podia assustar a minha visita. Quando entrei no quarto vi aquele cara lindo, sujo ainda do dia de trabalho, deitado na minha cama, sem camisa, como ele era lindo e estavamos sozinhos, não tinha como resistir e eu não resisti e parti para o ataque, fui passando a mão na barriga, na verdade no tanquinho dele, era uma barriga macia, cheia de gominhos bem divididos, braços fortes do trabalho e uma barbinha ralinha de quem ainda nem é homem adulto. Meu tesão ia a mil quando tentei descer minha mão para suas partes mais intimas, acho que essa hora ele acordou assutado e do nada falou:

- Para!

Eu também me assustei, pensei que ele tinha acorda, fiquei observando ele por uns três minutos até perceber que estava dormindo e voltei a passar a mão naquele corpo delicioso. Sentei-me na cama mais uma vez e fui passando a mão naquele corpo delicioso, mais uma vez quando tentei levar minha mão para dentro da sua bermuda ele falou.

- Para! - Ele foi levantando ainda bêbado e completou – Eu vou embora, não gosto de baitola, não.

Ele estava muito assustado e foi se levantando.

- Cadê minha camisa, eu quero ir pra casa.
- Me desculpe, mas todo mundo já foi embora e você ficou aqui dormindo. Pode dormir não vou te incomodar mais. 

Falei para ver se ele não iria embora. Mas não teve jeito e ele mesmo bêbado e sem camiseta, abriu a porta da minha casa e seguiu no breu rural a caminho da sua fazendo. Os dois bêbados já tinham se mandado, mas fiquei completamente frustrado com aquela situação, entrei e fui dormir. No dia seguinte, ninguém falou nada sobre o assunto, então ou o Luciano não lembrava ou preferiu guardar segredo, afinal eu era seu patrão, até que um dia a obra acabou e nunca mais o vi apesar de morarmos na mesma região.

O TEMPO PASSOU...

Quase dois anos depois, numa noite de sexta-feira, eu estava solteiro, resolvi ir até o barzinho que contei no conto anterior onde ficam diversos peões de várias fazenda bebendo todo fim de semana e onde eu conheço muito macho carente. Fui todo cheiroso e limpinho, cheguei e sentei num banco perto do balcão, eu sabia que ali eu poderia brincar com aqueles meninos que mais tarde eu normalmente ganharia alguma coisa pra chupar ou pra comer, já que eu na maioria das vezes era ativo e detestava ser penetrado. Mas dando uma olhada melhor pelo bar, quem estava lá? O Luciano, nunca mais o tinha visto e mais uma vez ele me chamou atenção, ele estava sentando numa mesa, sozinho, roupa de peão, camisa xadrez, tinha ganho um certo volume no corpo, as pernas estavam mais grossas, botas de peão e a cara estava mais pra homem macho, tinha mais barba. Acho que tinha brigado com alguém, quando me viu me chamou pra conversar como se fossemos amigos, eu não queria amizade com ele, queria transar com ele, mas ele já tinha me avisado de forma traumatizante que não curtia, mas fui, sentei a mesa com ele e aquela conversa durou um bom tempo, bebemos a noite inteira, com muita prosa e músicas sertanejas e forró. 

Quando ele já estava mais bêbado que o normal veio com um papo de me agradecer pelo que fiz por ele, papo de bebum, eu disse que não precisava me agradecer, a casa tinha ficado muito boa por sinal. Mas ele para me traumatizar fez questão de voltar no assunto:

- Cara, eu nunca contei pra ninguém que você tentou me comer, sempre guardei em segredo.

Fiquei sem palavras, mas estava feliz, éramos amigos agora quando ele completou:

- Na época eu era muito bobo, meninão, não conhecia a vida. Se fosse hoje seria diferente.

O destino foi bom pra mim, acho que aquele era um sinal verde bem atrasado, mas sem problemas, viria para curar aquela noite mal sucedida.

- Eu ainda tenho muito tesão por você - Falei de cara limpa e completei – Ainda tenho muito desejo de chupar você todinho.
- Para, eu estou todo duro aqui em baixo com esse seu papo. 

Fiquei olhando pra ele cínico e cheio de tesão, ele estava de cabeça baixa de vergonha, foi ai que falou:

-Vamos embora, já está tarde pra mim, amanhã vou ter que ir fazer a feira com minha mãe, mas te dou uma carona até em casa, to de carro.

Não tinha nada a perder, se bem que naquele momento eu estava acreditando que eu iria ganhar, aceitei, pagamos a conta e saímos. Já fora entramos no carro, um Chevett antigo, mas bem cuidado, um ótimo carrinho para quem estava começando a vida. Já no caminho descaradamente estiquei minha mão até sua cocha, ele não reclamou, continuou dirigindo a falando coisas que não tinham nada haver com o momento, até que estiquei mais a mão até chegar na sua rola, peguei, estava muito duro e melhor ainda, era bem maior do que eu esperava. Abrir devagarinho aquela calça jeans e para minha surpresa ele estava sem cueca e a rola saltou pra fora com se tivesse sido arremessada por um estilingue, era linda, uma pica jovem, bem limpinha, fui acariciando e vi que ela estava bem depilada, o saco tinha um ótimo tamanho.

- Cara, deixa de assunto bobo, me deixa chupar essa rola? 

Ele me olhou com uma cara de riso cínico e falou:

- Você quer mesmo?
- Claro! – Completei

Ele então parou o carro num pasto mais a frente, num local sossegado, onde quem passasse não poderia nos ver. Saimos do carro, andamos um pouco no meio do capim, até chegarmos perto de uma moita, só a lua de testemunha, foi quando ele baixou a calça, deitou no capim e me disse a frase que esperei por muito tempo:

- Me chupa!

Eu iria enlouquecer se demorasse mais que 10 segundos.

- Me chupa, vai. Mata essa vontade de rola!

Ela era linda, reta, limpinha, cabeçuda, acho que tinha uns 17cm, um saco lindo branquinho com duas bolas enormes, mas não estava ali pra ficar admirando, mas pra chupar e chupei, chupei a rola, chupei o saco, chupei sua barriga ainda tanquinho. Ele se torcia e contorcia de tesão, e eu continuava a lamber tudo. Minha boca começou de tanto que eu chupei e lambi, babava tudo na minha boca, meu maxilar não aguentava mais aquela rola grossa, nada dele gozar e eu também queria mais, mas eu chupava acariciava e ele ali feliz, sem gozar. Quando ele percebeu que eu estava cansado e ele não terminava ele me pediu algo que eu não esperava.

- Tira a roupa também, me mostra sua bunda?

Claro que eu tirei e mostrei mais que rapidamente, me deitei naquele capim húmido e o mato me furando, mas sem problemas, fiquei só de camiseta, abri as pernas para que ele mesmo a luz da lua pudesse ter a melhor visão do meu bumbum.

Ele então deitou seu corpo por cima do meu, ainda achava que ele não iria me penetrar, mas só brincar até gozar, mas não foi isso que eu estava sentindo, ele procurava minha portinha e encostou a cabeça bem na entrada, até que forçou e entrou, entrou macio e devagar, mas rasgando tudo o que via pela frente, em três ou quatro estocadas estava tudo lá dentro, bunda em fim sentia aquele homem que esperei por dois anos dentro de mim, ele de forma romântica me penetrava por trás, empurrava tudo e tudo já estava dentro. Ele suspirava, forçava mais e mais, ela uma sensação deliciosa. Teve uns momentos que ele forçava tanto que eu sentia que iria rasgar, não estava acostumado a dar, mas eu queria dar pra ele. Eu arrancava o capim com as mãos sentindo as bolas dele bater na minha bunda, era gostoso, doía muito e apesar de gostoso estava louco pra acabar, ele me fodia muito. Pura ilusão minha, aquele homem não gozava, bombava cada vez mais forte e firme. Fui perdendo minhas forças, eu realmente não estava acostumado a ser penetrado, só curtia chupar homens, eu estava já desfalecendo, completamente estregue aquele homem e quando tive certeza que seria completamente rasgado e a dor foi ainda mais forte, ele em fim gozou, inundou minhas nádegas soltando seu peso todo por cima do meu e chupando minha orelha ele me disse:

- Que delicia cara, você dá mais gostoso que minha namorada.

Foi ai que senti sua rola sair flácida do meu reto que estava completamente molhado com sua gala, ainda sentia um vazio enorme, o safado deitou comigo no capim e para minha surpresa, enquanto eu não me levantava de cansado ele me pediu pra chupar sua rola novamente que ele queria mais. Disse a ele que não tinha condições, estava todo rasgado, precisava de um banho urgente, mais o convidei para ir na minha casa depois para mais brincadeiras. 

...E ai, será que ele foi?

Meu nome é Giorgio e eu sempre conto minhas histórias para o Senhor Banana no Contos de Banana, me acompanhem lá!
Instagram e Wattpad: @ContosDeBanana – Whats: (11) 95301-9443

domingo, 1 de abril de 2018

TRANSANDO COM O CASEIRO NO SITIO, NO RIACHO, NO MATO, NA TERRA... | CONTO #19




Olá! Esse conto é baseado numa história real, relato de um amigo sobre o primeiro dia de um ano que começou animado, fotos do cara do sitio em anexo. 

Envie seu conto ou vídeo para: contosdebanana@gmail.com 
Saiba mais nossas história no Instagram: @ContosDeBanana ou Whatsapp: (11) 95301-9443

Era primeiro de janeiro e quando me decidi ir para a chácara que meu avó, Ela era uma herança que ele tinha me deixado e como não tinha nada pra fazer em casa, resolvi pegar as minhas coisas e seguir a estrada, entrei no carro e fui viajar curtir o dia de férias. Seriam mais ou menos 3h de viagem, mas queria curtir, então não via problema algum, logo ouvindo minhas músicas favoritas em bom e alto som, cheguei as minhas terras. Chegando la fui logo abrindo a casa para dar uma arejada e arrumei minhas coisas no lugar. Quando acabei de fazer as coisas estava muito cansado, então fui tomar um banho no riacho que ficava atrás da minha casa, só que para chegar la tinha que fazer uma trila, então fui logo me adiantando, antes que fosse tarde pra ir naquele dia.

Quando estava chegando na beirinha do riacho, já com os pés molhados ouvi um barulho dentro da mata, fiquei assustado e fui ver o que era. Me aproximando lembrei que tinha realmente uma casinha lá que morava o antigo caseiro e era mesmo, ficava no meio das arvores, comecei a indagar que poderia ser o caseiro, então cheguei mais perto para ver de quem era, fui quetinho, esteva me aproximando acho que da parta de traz da casa, parecia um quintal, já que tinha uma bacia daquelas antigas de alumínio com uma louça suja. Foi quando vi um Homem robusto, com peitos musculosos mas não de academia, era um misto de força e gordura, um cara parrudo ao natural, peludo na medida certa, era um tesão em pessoa, ele estava sentado em uma cadeira velha por incrível que pareça com o cacetão na mão. Fiquei ali olhando aquela cena super exitante, foi quando percebi que tinha que saber ao certo o que estava acontecendo e quem era aquela pessoa. Então sai quetinho, dei a volta no terreno até chegar em frente ao casebre, até que o chamei:


_Oi? Alguém em casa? 




Não demorou muito e ele veio todo assustado limpando a mão na bermuda e ainda sem camiseta. Disse bom dia e me apresentei, eu logo fui falando que meu avó era o dono da chácara e eu a tinha herdado, que tinha resolvido ir passar uns dias la, ai ele foi e disse que estava morando ali a pedido do meu pai, para tomar conta de tudo e manter tudo certinho, então ele foi e esticou a mão para aperta a minha, logo lembrei que ele estava se masturbando e aceitei aperta aquela mão que era de um macho safado, já tinha dado pra notar, além de tudo educado. A mão estava quente e suada e olhando firme nos meus olhos falou:

_Muito prazer, meu nome é Pedro e qual o nome do Senhor?

_Me chamo Paulo, mas não precisa me chamar de Senhor.

Pedi pra ele ficar a vontade que eu iria dar um mergulho no riacho. Ele disse que estava tudo certo e que depois me procurava para me colocar a par de tudo na chácara.


Me dirigi então ao riacho, pensando dessa vez naquele cara e nas muitas safadezas que poderíamos fazer ali, estávamos sozinhos, alias, achava que estava sozinho. Será que ele era casado, tinha alguma puta que iria ali vê-lo. Será que ele era um bandido que estava ali se escondendo. Precisava saber de tudo e ainda transar com aquele cara.


VOLTEI A MATA


Não consegui relaxar e resolvi voltar ao casebre e conversar com o Pedro. Quando cheguei de volta a casinha, parecia não ter ninguém, estava tudo em silêncio, então calado, fui dando a volta até que o encontrei mais uma vez no quintal, de bermuda até o joelho, sentado mais uma vez naquela cadeira antiga e com um pausão na mão, sem cerimonia, me aproximei e falei:


_Continua. Que delicia!


Ele se assustou...


_Que isso cara, dá não!


Ele tentou guardar o cacete e eu pedi...


_Continua vai? Sei que você tá na seca. - Coloquei uma cara de desejo.

_Você gosta? - Me olhou ainda mais safado e tirou o cacete pra fora.
_Gosto... - Disse isso e fui me aproximando.




Era um pau muito grande e gostoso de pegar, pedi então pra bater aquela punheta pra ele. Comecei a bater devagarinho até que comecei a passar a lingua bem devagar e bem putinha meiga. O que deixou o cara louco. Ele só me olhava, não sabia o que dizer, nem eu, muito menos ele esperavamos que uma situação daquelas podesse acontecer.


Passaram-se um 10 minutos. Parei de chupar, fiquei com medo.

_Não chega ninguém aqui? - Falei
_Que nada. Tava desempregado, gosto de uns tragos e meu velho não tem mais idade pra ficar no meio do mato, ele me traz comigo e meu fumo e to desempregado fico aqui pra ele. Seu tio o pagava direitinho e eles eram grandes amigos.

Fiquei com menos medo e continuei sem pensar duas vezes, me ajuelhei e retornei a pegar naquele tronco grosso e grande de dentro, ele agora de pé, chegou perto de mim e me perguntou:

_Eu sei que você quer e hoje o dia é nosso aqui sozinho!

_Quero sim, mas quero ele dentro de mim.

Num movimento muito rápido ele me puxou e me virou, me empurrou na parede do casebre, era uma situação estranho, cheiro forte de mato e suor daquele animal. Fiquei de quatro com as mãos na parede suja completamente entregue a ele. Ainda olhei para aquele cara rústico e prestes a me devorar. Ele arrancou minha bermuda, me deixando exposto, só de camiseta, colocou minhas pernas na cadeira, esfregou o seu peito cabeludo em minhas costas, mordeu minha orelha, com aquele cacetão imenso encontado na minha bunda e desceu beijando minhas costas ate chegar na minha bunda, tirou a lingua completamente pra fora da boca, abriu minhas nadegas e enterrou aquela lingua toda no meu reto. Eu pensei que iria explodir, estava pegando fogo. Aquilo era uma boca encontrolavel e eu no meio do mato podia gritar a vontade e gritava.


_Cachorro safado! - E dizia mais palavrões - Me faz de puta. Putinha... Me arromba!


Ele então enchei a mão de saliva, esfregou no meu buraquinho e sem dó foi enfiando aquele pau grande e grosso todo no meu cu. Não aguentei e soltei um gritão, misturado com tesão. Ele com aqueles braços fortes segurando meu quadril socava com mais força e o pau pra dentro do meu cu entrava e saia forte, sentia suas bolas batendo em mim. Como era gostoso e ele não gozava enquanto eu gozava sem tocar no meu cacetinho.


O homem era uma delicia, um macho completamente ao natural. Ele não cansavaa, não dava uma trégua. Parecia que não comia alguém fazia muito tempo, sedento por sexo. Foi quando comecei a relaxar mais e a sentir prazer como se estivesse nas nuvens, seu halito forte de macho na minha nuca me arrepiava mais e mais. Comecei a desfalecer. Gozei de vez como se fosse uma mulher. Era um gozo farto com o pau solto. Mas não queria que parasse.


Depois de um bom tempo, ele tirou o pau do meu cuzinho naquele momento arrombado, me puxou e se sentou na cadeira:


_Vem, senta aqui no me pau, de frente e me beija!


Sentei em cima do pau dele e chupei sua língua com poucas vezes beijei um cara. Nos abraçávamos e ele metia no meu cu. Seu pau ia cada vez mais fundo. Vi que ele estava delirando de tesão. Eu segurava em sua cabeça e gemia pra ele, sem parar, socava em seu pau, tudo aquilo estava uma delicia e o beijava, um beijo ardente, aquele beijo de línguas cruzadas, que boca gostosa. Nos abraçamos muito, ele então se levantou socando no meu cu e me beijando, não me largava um centímetro do seu corpo, me deitou naquele chão de capim e terra batida e me fudeu de frango assado. Aquele homem pesado em cima de mim já estava me levando a mais uma gozada. Estávamos ali parecendo dois amantes e eu era com certeza a puta. Seu imenso pau entrava e saia do meu cu, seu corpo jogava um suor de macho que caia sobre o meu e me deixava louco, enquanto ele fodia minha boca com sua língua deliciosa. Como era gostoso, até que inesperadamente eu senti meu cu ser inundado por muita gala. Aquele cara urrava, grunia feito um grande urso, pensei que meu cu fosse rasga, era muita gala, muita mesmo e ele desfaleceu por cima de mim.


Ficamos ali completamente suados, misto de suor, terra e capim, ele demorou a falar alguma coisa. Passou um tempo calado até que se jogou em cima de mim me dando um beijão na boca. Com o tempo seu pau já dava novo sinal de vida e ele já queria mais, quando falai:


_Tenha calma, estou chegando agora, serei todo seu, mas vamos fazer amor agora no riacho!


Ele se levantou, me estendeu a mão, me deu mais um beijo e disse:


_Vamos, sou todo seu!


...Passei quase um mês lá, fiz muito amor com aquele cara. Coisa que conto numa nova oportunidade, e até hoje ele está lá!


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sexta-feira, 30 de março de 2018

TRANSANDO COM O PM | DA CIDADE PARA O SITIO COM UM POLICIAL





Olá! Esse é o nosso primeiro, teve que reescreve-lo porque não sei porque não conseguíamos mais acessar. Eu escrevi naquele primeiro dia que aqui no Contos de Banana, não sei o que vai acontecer com esses histórias, mas é uma forma de contar o cotidiano de pessoas que não querem mostrar ao público seu desejo sempre contido.

Um dia estava no centro da minha cidade, num dia de feriado. Sem nada pra fazer, entrei numa lan house e comecei a teclar com um cara que tinha o seguinte nick, "policial casado qr". Disse a ele que era casado, policial e estava sem nada pra fazer. Perguntei se ela não queria fuder a mim e minha esposa, ele disse que sim, então marcamos de nos encontrar poucos minutos depois numa agência bancária ali perto.

No local marcado, eu o encontrei, numa moto, ele estava com uma camiseta de um time local e um short de jogador, conversamos e ele me disse que realmente era policial, e que adorava fuder um cusinho de macho, ou curtir com um casal.

Durante a conversa, percebi que ele era muito gostoso, então tirei logo minha esposa da jogada, liguei pra um numero inexistente dizendo que era o dela, disse a ele que ela não atendia, perguntei se ele faria só comigo, ele topou, como não tinhamos local, nem eu, nem ele, eu propos que fôssemos a um motel, mas ele se recusou, então me convidou para ir a um local que ele sabia que daria certo.

Durante o percurso, pode reparar que Eu nunca tinha visto alguém 
que me chamasse tanto atenção. Era uma coisa incontrolável queria agarra-lo ali mesmo naquela moto. Ainda não havia sentido um desejo como aquele por alguém. Procuramos camisinha pelas farmácias da região, mas não encontramos quase nada aberto já que era um feriado, mesmo assim fomos, o local era um sitio, já fora da cidade, numa estradinha de chão, local quase não habitado, ele abriu uma porteira e entramos num local que daria num açude. Ele travou a moto, e fomos para trás de umas pedras e arvores. Ele me disse que sempre comia bucetas ali, mas que aquele era meu dia, quando ele tirou a roupa, fiquei louco, ele era realmente forte, pernas grossas, levemente cabeludas, uma barriguinha muito gostoso. Cai de boca naquele pau, chupei muito, estava me acabando de tesão. Me acabando com o dedo no meu cusinho, e doido pra dar pra ele.

Começamos a discussão, se ele ia ou não me comer pois estávamos sem camisinha, ele era casado, e teve medo de levar alguma doença para sua esposa. Eu não tenho nenhuma, mas também tive medo dele. O tesão era enorme, mas mesmo assim ficamos nos sarros, e sentindo sua enorme pica na minha grande bunda, que é muito gostosa. Ele colocou a cabeça na entradinha e me enlouquecia, eu rebolava e pedia pra ele meter, mas ele se recusava, me virou de frente e pois seu cacete em minha pernas, como se eu tivesse uma buceta, ele era demais, gostoso demais, com o tempo, ele gosou fartamente na minha boca e nunca esqueci do acontecido.

Na volta a moto ficou sem gasolina, andamos quase 1 km até o posto, conversamos algumas vezes no msn, mas ela não quis mais curtir comigo pois eu não tinha local, daí perdermos o contato.


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quarta-feira, 7 de março de 2018

O MESTRE DE OBRAS SAFADÃO: PARTE 01: SE A MULHER NÃO DAVA, EU ESTAVA ALI PRA UM SERVIÇO EXTRA



Olá! Quem acompanha meu Blog " Contos de Banana" e meus contos aqui no ContoErotico já sabe que todos são contos reais vividos por mim ou por amigos que entram em contato (11)95301-9443.

Vou continuar com as histórias de Giorgio, um safadão que mora no interior de São Paulo e tem experiências deliciosas com machos pra nos contar.

Olá amigo, vou te enviar meu segundo conto, dessa vez vou tentar ser ainda mais claro que no primeiro conto do peão, como te disse, mais uma vez é um conto verídico que estou enviando pra você!

Eu tinha acabado de comprar a chácara, na verdade era só o terreno,  aluguel uma outra chácara para morar enquanto construía minha casa. Nisso conheci o Henrique que era mestre de obras muito conhecido e respeitado no bairro, já tinha feito várias casas, um cara comunicativo, 30 anos, moreno claro, tipo moreno jambo, mas ele era um jambão, 1,70m de altura,  magro, mas fortinhos do serviço pesado, sempre barba por fazer, na verdade um pouco desleixado que me dava ainda mais tesão nele, mas queria mesmo o profissional para minha chacara.

Contrato firmado, obra iniciada e eu passava grande parte do tempo por lá, no meio dos peões, a noite era cruel, não tinha nada para fazer, nem TV pegava, tudo muito longe de tudo, só existia um bar na verdade era bar, padaria, mercado, açougue, tudo junto e misturado, uma baragafuzada geral. Então era o ponto de referência, todos que moravam no sitio iam lá a noite. Não sabia ainda que lá seria tão bom pra mim e lá eu comecei a beber e fazer novas amizades... (rsrs)

OS DIAS SE PASSANDO E EU MAIS PRÓXIMO DO HENRIQUE!

Sabe como é, com a bebida eu ia me soltando cada vez mais, e tinha que aguentar os peões tirando sarro no dia seguinte, o tempo passou. Henrique engravidou uma moça e foi morar com ela, logo começou a reclamar que ela não deixava ele encostar nela devido a gravidez. Certa tarde estava conversando sobre a obra, ele começou a tirar a roupa, pegou uma mangueira e começou a tomar banho, eu do lado dele, ele era meu funcionário, sempre tive respeito mas quando eu vi ele nu, ficou difícil, era uma rola média, tinha aquela pele na cabeça, um saco grande, e muito pelo, tudo num tom claro fazendo contraste com o peito queimado de sol, eu não parava de olhar.

Claro que ele percebeu, nada disse, fomos para o bar, depois de várias cervejas, ele segura meu braço e vai me levando em direção da rua, já era noite, eu sem entender nada, quando ele diz: 

_George, somos amigos, sei que você é viado e você vai chupar meu pau agora, não aguento mais, tenho que gozar.

Eu já alto das cervejas me deixei levar e também estava afim de chupar uma rola fazia tempo.

Ele me levou num terreno vazio, uma pequena trilha no meio do mato, com sua mão pesada e áspera de carregar blocos, me colocou de joelhos e soltou um fio de arame que prendia a calça, soltando a rola já dura e já empurrava na minha boca, parecia um animal, comia minha boca como uma buceta. Eu queria lamber o saco, mas não dava, não tinha como tirar a minha mão da cintura dele era a única forma de segurar a violência dele. Ele estava descontrolado, gemia alto, eu com os olhos cheios de água, mal podia respirar, a cabeça da rola ia fundo na garganta, suas mãos seguravam firme minha cabeça, sentia a rola dele crescendo mais e mais na minha boca, um urro alto, sendo ouvido de longe, ele explode num gozo farto, vários jatos na minha garganta, me falta ar. Ele solta minha cabeça, eu caí no chão, ele guarda a rola ainda suja de baba e porra é sai andando, eu ali no chão, ele não disse nada, nem olha para trás.

No dia seguinte, na construção ele já me trata de uma forma autoritária, como fosse meu dono, os ajudantes fazendo piada pois escutaram o urro dele no mato e eu todo mordido de borrachudo.

Gostaram? Querem saber mais? Vou contar os próximos capítulos das minhas aventuras para o Mr. Banana. Pois a partir daí sempre que ele queria ele me usava, com o tempo ele quis me comer, já é outra história depois eu conto.

terça-feira, 6 de março de 2018

O PEÃO DA FAZENDA COMEU MEU CU NUMA NOITE DE SEXO RÚSTICO | VAQUEIRO MACHO ME COMEU





Olá! Como todos que acompanham meus contos já sabem, meu nome é Mr. Banana, tenho mais de 30 anos, adoro sexo e moro em São Paulo. Sempre gostei de safadeza e hoje gosto de contar as aventuras minhas, que andam em baixar e as dos amigos que me enviam pelo Blog "Contos de Banana" ou pelo Whatsapp que vou deixar no final.

Essa semana conheci um cara fantástico e cheio de aventuras para nos contar. Giorgio o nome dele, ele mora no interior de São Paulo, numa chacara, a cidade mais próxima fica a uns 10km. Ele me prometeu muitas histórias reais de gente casado ou machão que já saiu com ele, segundo ele são mais de 20 anos de muita putaria. Hoje vou narrar uma das histórias que achei mais deliciosas, ele e um machão vaqueiro.

PS: Como sempre vou narrar em primeira pessoa, mas a história é real e de Giorgio de São Paulo.

Bom eu quando jovem, alias mais jovem, sempre fui ativo, não lido bem com dor e sempre brochava quando alguém passava a mão na minha bunda, então me contentava apenas em chupar uma rola aqui, outra acolá quando tinha oportunidade e assim saciava meus desejos, quando aparecia um amiguinho querendo rola então então dava, mas os "heteros" queriam ser chupados ou rola em sua maioria.


Na época em que aconteceu a história abaixo, eu morava num sitio e perto dele até hoje tem uma especie de "Escola para Peões". Quem conhece o interior de São Paulo, sabe que aqui a turma é louca por rodeios. Lá eles mantêm um bar, lugar ideal para caçar um machos, cheios de testosterona e feromônio que fariam qualquer cara que curta sem frescura enlouquecer. Eu vou muito a esse bar, sou íntimo do lugar e faço de tudo pra ficar íntimo dos jovens peões.

Isso aconteceu numa noite de sábado, estou solteiro e na seca, então decidir ir onde? Claro que no bar dos peões aqui no sitio, cheguei, como sempre muitos meninos rústicos, vários vivendo de boi, vaca e punheta e eu, me sentindo um filé doido pra dar devorado, na caso, comer ou no máximo ser chupado. Eu, encostado no balcão do bar e chega lá um cara lindo, forte, traços fortes e rude, sabia que ele era domador de cavalos, já tinha visto por lá, o cara tinha uns 35 anos, muito macho, fiquei observando, mas achei que aquilo era muita carne pro meu carrinho e fiquei flertando com meus peõsinhos. Abraços de brincadeiras um, apertava outro, tipo putinha no cio, como quem quer sem querer. Acabou que naquela noite apesar de ter mamado um peão novinho fiquei com a cabeça no domador.

Os dias se passaram eu o encontrei o domador na cidade na cidade, estranhamente ele me chamou para tomar uma cerveja, enfim se apresentou, Marcou, ele tava mais gostosa que nunca com uma calça jeans bem apertada e suja. barba por fazer, homem sujo, macho e suado, aquele mexe com o instinto de muita gente. Ele disse que seu trabalho na antiga fazenda tinha acabado e que a partir da próxima semana ele iria trabalhar numa nova escola de peões em outra fazendo, também ali perto. E melhor para mim, mais perto do meu sitio que seu antigo trabalho, mas só iria poder velo mais, achava que não rolaria nada, afinal aquela homem era hetero. Conversamos bastante e como ele já estava desligado do seu antigo emprego, ele queria uma carona para ir para sua nova fazenda, nova casa que era próximo de onde eu moro, ele queria ver se já podia dormir lá, mas no caminho ligou e algo deu errado, ele não tinha onde ficar para dormir, então me pediu para dormir na minha casa, eu disse que sem problemas, que ele era um amigo.


...E fomos!

Chegamos na minha casa, disse pra ele que não queria ir dormir e queria beber um pouco mais, peguei umas cervejas na geladeiras e bebemos mais um pouco como a lua de testemunha lá no sitio. Eu estava com muito tesão nele, mas também acreditava que era melhor não tentar nada, pois ele era hetero e no máximo iria querer me comer e eu sou ativo.

O sono chegou, já passava da meio-noite, e vocês sabem como é, a turma de sitio dorme cedo. Chamei ele pra entrar e deitar, ele também já tava queimado do alcool, aceitou. Na hora de dormir, eu disse que iria colocar um colchão no chão do meu quarto para ele. De forma imediata ele disse que não, que não se importava de dormir na minha cama, que segundo ele, era uma cama de viúva, maior que uma cama de solteiro e um pouco menor que uma de casal.


Já que estávamos altos do álcool, eu aceitei, peguei lençol e nos aprontamos para dormir, quando ele começou a tirar a roupa vi que aquele homem era muito mais gostoso do que eu esperava, tirou a camisa e eu quase quis cair de boca no corpo dele, mas não dava, ele não tinha me dado abertura, mas eu estava pirando. Ele era muito forte, braços fortes, pernas grossas, tipo parrudo. Ele de calça jeans e eu de bermuda, deitamos então pra dormir, eu estava de pau duro sem ele ver, de costas pra ele, imaginava ele dominando um cavalo chucro, e esse cavalo poderia ser eu.

Eu não estava conseguindo dormir, aquele cara tinha tudo no lugar, tudo durinho, forte, macho, judiado do sol, todo suado e pior que isso mexia comigo. Ate que quando estava adormecendo, ele se virou no colchão, procurou minha mão e levou até a rola dele. Fiquei louco nesse momento, queria gozar já ali. Ele levou minha mão até um cacetão enorme, devia ter uns 18cm e grossa, com um saco peludo e grandão, enorme pra ser sincero. Me virei para ele e ele já estava de calça aberta com uma cara de safado para meu lado. Olhei pra pica, era grande e bem rosinha. Sabe aquela pica de macho comedor? Surrada? Os fortes entendem. Eu não sabia explicar aquela situação, eu era experiente com menininhos peões, ou cabloquinhos do sitio, as vezes caras gostosos casados, mais não me imaginava com um deus grego, um mister peão daquele, quase pelados e pior, na minha cama.


Eu estava completamente dominado naquela situação, se ele me pedisse pra comer uma buceta ali eu metia a noite inteira, pensei em chupar muito a rola dele, logo e muito para que ele gozasse e não quisesse mais comer meu cu. Fiz então o melhor que pude, coloquei aquele cacete enorme na minha boca em quanto minha mão passeava por aquele corpão delicioso, chupava e colocava meu dedinho em sua boca, e ele com aqueles dentes salvagem chupava meu dedos, parecia que ia comer minha mão. Ah! Que boca gostosa, que barba deliciosa e que pica fenomenal!?

Chupei muito sua rola, seus saco, sua virilia inteira, minha garganta doia de tanto que ele forçava minha cabeça para dentro, mas ele não gozava para minha tristeza. Quando achei que ele iria gozar, ele afastou minha cabeça, tirou o resto da roupa e me puxou para ficar de bruços como quem puxa um touro de rodeio, para ficar na posição que ele queria na cama e avisou de forma bem chucra:

- Agora se prepara que tu vai ser minha mulé e eu vou ser teu macho!

Eu ainda quis dizer que não dava, só chupava, mas com muita facilidade devido ao seu corpo enorme, ele já tinha dominado toda a situação e completou:


- Ta pensando o que? Tá pensando que eu sou os guris que tu pega? Eu sou o macho aqui e tu vai ser minha mulé. Você atiçou, me deu liberdade agora esse cu vai ser meu!
Com aquela mão enorme e firme ele abriu minha bunda e cuspiu no meu cu, passou o dedo e disse:

- Caralho essa porra é apertado mesmo!

Ia forçando o dedo, já era uma penetração de qualquer homem normal, dado os dedos dele serem enormes. Era um dedo grosso, eu tremia de medo e de mas era um tesão que nunca tinha sentido na vida. Passou saliva na rola e foi colocando bem na entrada, empurrava, não entrava e tirava, várias vezes e cada vez aquela pica ai mais fundo. Era uma pica reta, parecia uma garrafa de refrigerante, enorme e aquele homens com braços enormes e bravo, se um touro não excapava dele, não ia ser eu que iria sair, melhor me entregar.

Sua pica ia descendo, entrando e rasgando tudo, não curtia ser passivo, mas a situação me dominava. Ele não queria carinho, e não me dava carinho, não lambeu meu cu, não me beijou, não tocou minha rola. Eu era simplesmente um pedaço de carnê pra ele gozar, mas aquilo me dava ainda mais tesão, acho que ele tratava as putas dele daquela forma, por isso estava só.


Quando me dei conta já sentia os pelos dele na minha bunda, o saco dele batendo e fazendo barulho, ele só disse umas três vezes, que cu apertado. Senti uma onda de calor e um tremor no corpo, gozei muito sem tocar na minha rola, nessa hora meu cu contraiu e ele sentiu, deu um urro de prazer e gozou muito no meu cu, eu sentia os jatos me inundando, esperou um pouco até a rola dele escapar do meu cu, eu sentia a porra escorrendo pela minha bunda.

Ele ficou em cima de mim por um tempo, aquilo até parecia carinho, uma paixonite, mas não era. Ele não me deixou ir tomar um banho:

- Quero que você durma assim, com minha porra no seu cu!

Quando clareou o dia, ele foi para a fazenda, mas antes me deu a rola para chupar, e me obrigou a tomar seu leite puro bem cedinho da manhã. Ainda nos vimos outras vezes, mas eu sabia que ele era "hetero" que aquela situação foi apenas uma noite para ser lembrada. Tipo um cometa que passou, o tempo que não volta atrás.

Agradeço a todos que leram meu conto, ele é verídico, enviei os fatos para o Mr. Banana e ele escreveu o conto. Os que quiserem entrar em contato comigo, falem com ele pelo 11 - 95301-9443

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O CASEIRO, COROA E NEGRO COMEU MEU CU

Vou contar este caso que aconteceu ontem...(sábado, 14/12/17).

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Na tarde de sexta-feira 13, fomos, eu e minha esposa até o sitio de um tio dela, que mora com a esposa. Neste sitio, alem do casal, tem também um casal de empregados, onde fazem serviços gerais. Dormimos lá, e ontem após o almoço devido ao calor, todos foram deitar e descansar. Eu como não estava com sono, resolvi sair e dar umas voltas. 


Fui a vários locais, e depois resolvi entrar em uma mata e ir até uma nascente de onde vem a água usada na casa, que fica a cerca de mais ou menos um quilometro da casa. 


Quando lá cheguei, o Ednaldo, que é o caseiro do sitio, um negro de meia idade, estava só de cuecas, dentro da água, ajeitando os canos que levam a água para as casas no sitio. Parei e ficamos batendo papo, e eu como estava de oculos escuros, aproveitei para ficar olhando o contorno daquele belo pau, pois como ele estava de cueca clara e molhada, dava para ver certinho o tamanho daquela pica. 


Como estavamos falando do calor que fazia, ele sugeriu para que eu aproveitasse e me refrescasse um pouco também, pois a água estava bem gelada. Sim, eu falei, acho que vou fazer isso, porem não repare em minha "cueca" que é bem pequena (na realidade a mesma tanga que estou usando agora...branca com detalhes vermelhos) e muito menos em meu pinto que é pequeno, que ele duro (11 cm) é muito menor que o seu mole, e que com essa água fria, com certeza ira ficar bem menor...rsss...


Ele de pronto falou para eu não me preocupar, pois não iria tecer comentários, e que como somos dois homens não teria problemas. Bem então, sem problemas disse eu. Tirei a camiseta, e quando tirei a bermuda ele viu que na realidade minha cueca era uma tanguinha. Ele não disse nada, eu entrei na água e fiquei me refrescando. Depois de alguns instantes voltamos a conversar, e claramente deu para ver seu volume aumentando, no que lhe disse: pelo jeito você gostou de me ver de cuecas, pois estou vendo que seu pau esta aumentando de tamanho, alias, você não disse que entre homens não há problemas em ficarmos de cuecas?... Ele deu uma risadinha marota, começou a alisar seu pau e me disse que jamais havia visto outro homem de calcinha, ainda mais tão pequena, e que nem sua esposa usava uma assim...comecei a rir, fui mais para perto dele, e falei que ele poderia passar a mão em minha bunda para medir o tamanho de minha cueca. Fique de costas e ele veio e começou a alisar e enviar o dedo em meu rego, no que aproveitei e comecei a alisar seu pau por sobre a cueca, deixando-o totalmente duro. Ele por sua vez acabou por me encoxar e esfregar aquele belo mastro em minha bunda. Depois de algum tempo, virei, mandei-o sentar no pequeno barranco, ajoelhei em sua frente, tirei seu pau pela lateral de sua cueca e comecei a fazer-lhe um gostoso boquete, que acabou com uma deliciosa gozada em minha boca, sendo que tomei todo aquele leitinho quente e gostoso. Ficamos um tempo ali naquela posição conversando, eu alisando aquele belo mastro, até que o mesmo voltou a dar sinais de vitalidade. Ele então pediu para que eu ficasse de quatro, pois iria comer meu cuzinho, coisa que ele não fazia a muito tempo. Com sua saliva e dedos, foi lubrificando e alargando meu rabinho, e depois de algum tempo acabou socando aquela bela rola negra em meu cuzinho sedento de vara. Rebolei muito naquele belo pau, e depois de algum tempo ele acabou por gozar novamente, enchendo meu rabinho com seu leitinho. Finalmente nos lavamos, e no caminho de volta ele me confidenciou que desde que me viu estava desconfiado que eu gostava de "dar ré no quibe" (sendo que ri muito de sua frase) que havia adorado minha chupeta e de ter comido meu rabinho, e que a noite adoraria me comer novamente, pois sua esposa estava no segundo dia de menstruação e que já fazia mais de uma semana que ele não a comia. É logico que ele me comeu novamente ontem a noite, e daqui para a frente comera outras vezes...mas isto fica para outros relatos. Abraços a todos.


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terça-feira, 16 de julho de 2013

DEI O CU PRO NEGÃO DO SITIO | CONTO #24

CONTO REAL: Quando tinha somente 15 anos. Tive uma experiencia inesquecível no sitio do meu avô, quando eu estava passando férias.

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Sempre fui diferente dos outros meninos do bairro. Gostava de ajudar nas tarefas de casa, em vez de jogar bola com os meus amigos. Não me interessava por meninas, mas admirava e sentia atração por homens mais velhos. Quando faziam xixi, perto de mim, eu ficava admirando os seu pintões. Eu ficava todo arrepiado e não sabia o que era aquilo que sentia. Eu tinha uma bundinha bem grande e redonda, o que chamava atenção quando eu estava de shorts. Gostava de me olhar no espelho do banheiro, e vestia também a calcinha da minha irmã mais velha, me sentindo uma menina. Gostava de ver as revistas masculinas, principalmente os membros dos homens que ali estavam fotografados.

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Nas férias escolares viajamos para o sitio do meu avô, pois lá tem rio, cavalos para pescar, enfim um paraíso. Chegando lá vi vários peões, mas tinha um negro que cuidava da roça, devia ter uns 30 anos, era muito forte, trabalhava sem camisa e vestia uma bermuda larga, com um volume assustador entre as pernas. Não dava para disfarçar meu olhar, eu já sentindo uma coceira estranha no meu cuzinho.

A roça era um pouco retirada e ele não despertava nenhuma preocupação, pois era um peão muito respeitador. E assim eu ficava todos os dias com ele. Conversávamos enquanto ele trabalhava, mas um dia, quando eu cheguei na roça, não o encontrei.Como estava calor, ele foi se refrescar no rio, eu fui ver ele. Quando chego na beira do rio, notei que as suas roupas estavam na margem, assim como a sua bermuda. Fiquei escondido, subi numa árvore para espiar, quase cai de susto quando ele saiu do rio, e pude ver balançando entre as suas pernas um pintão que eu jamais tinha visto. Era enorme e muito grosso. Dei um suspiro e como estava extasiado com aquela maravilha, quase que me denuncio. Ele se vestiu e foi embora, eu tremulo, desci da árvore. Estava com as pernas bambas pelo que eu vi.

No dia seguinte, eu fui ver o meu negão na roça e não cansava de olhar aquele volume. Eu disse que no dia anterior eu procurei e como não encontrei, fui até a beira do rio pra ver se ele estaria...

E ele: Você esteve lá? perguntou.

Eu disse sussurrando: Humhum!

O que você viu?

Eu todo vermelho, não respondia.

Você me viu nu não é?

Eu fiz com a cabeça que sim! e ele perguntou se gostei do que vi. Eu falei que sim! Ele chegou perto de mim, sentia o seu cheiro de macho, pegou a minha mão e colocou no seu cacete. Nossa! que grossura, a primeira vez que eu pegava num pintão daquele tamanho.Venha minha menininha,vamos entrar mais dentro do mato, quero que voce mame ele, voce vai gostar.Tirou aquela cobra negra para fora,e parecia maior do que tinha visto. Colocou na minha boca, nem cabia de tão grosso, mandou eu chupar.




Que delicia eu sentia o seu cacetão estava começando a ficar duro e grosso! Começou a ficar todo umido,pela minha saliva e meu cuzinho piscava sem eu saber porque. Foi quando ele disse que eu seria a sua mulherzinha nas férias, me tirou o short, e a minha bundinha grande ficou a sua disposição.Tnha um barranco, mandou eu ficar com as pernas bem abertas, quando pude sentir uma pressão terrível no meu cuzinho, gritei de dor,mas já era tarde, aquela cabeça foi me rasgando, me arrombando, eu chorava, mas aquele macho estava me iniciando na vida sexual,eu engolia todo aquele caçetão, não acreditava que eu estava realizando meu sonho de menininha, eu estava todo atolado, os movimentos foram ficando mais rapidos, meu cuzinho recebia até as bolas aquela maravilha. Depois de varias estocadas, fui brindado no meu cuzinho por um jato abundante do seu leite, parecia não terminar, tamanha era a quantidade que escorria e saia da minha bundinha.Quando ele tirou,o seu caçetão, senti um alivio, e quando olhei não estava acreditando que eu tinha engulido todo aquele pintão. Penei por minha ousadia, mas valeu a pena, pois daquele dia em diante meu cuzinho ficou muito guloso. Mas tinha as férias toda. Ainda vou contar para voces.

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sexta-feira, 5 de julho de 2013

PESCADOR GORDINHO DA FAZENDA COMEU MEU CU | CONTO ERÓTICO #23

Era uma viagem para o casamento de um primo do interior. Alugamos um ônibus que levou muitas pessoas, todos parentes para a fazenda onde ele morava, e onde aconteceria a festa no outro dia. Foi uma viagem de oito horas até lá. Passamos pela ponte antes de chegar na fazenda, e logo percebi aquele senhor pescando tranqüilamente ao lado do rio...

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Todos desceram do ônibus, muita gente se cumprimentando, mas eu estava atento em ir ver aquele senhor, que de longe me agradou tanto. Tive de esperar até que todos estivessem instalados, daí eu poderia dar uma volta pela fazenda. De imediato fui lá perto da ponte para ver se encontrava aquele homem, mas infelizmente não mais o vi. Eu sempre gostei de senhores mais velhos, coroas me atraiam desde a infância, e eu já tinha 19 anos. Fui até a ponte para observar o rio, quando o vejo no outro lado do rio ainda pescando. Fiquei contente e fui na direção dele. Aproximei-me e me apresentei. Era um senhor bem simples, de interior. Se chamava Miguel, usava uma bermuda e uma camiseta branca, mas o que me encantou foi aquele chapei na cabeça e aquele bigode grisalho... Fiquei mais de uma hora conversando com aquele homem, e combinamos que no outro dia bem cedo iríamos descer um pouco o rio para pescar.

Sete horas da manhã lá estava eu no local combinado. Logo ele chegou, estava exatamente com a mesma roupa. Ele morava na fazenda, al lado, era um empregado como outros. Mas nos fins de semana ele gostava de pescar tranqüilamente.

Caminhamos por uma trilha no mato ao lado do rio, ele na frente e eu atrás. Eu ia observando aquele homem, quieto, meio gordinho, um jeito quieto, aquele bigode grisalho combinava com a barba mal feita em seu rosto, e aqueles olhos negros. Ele deveria ter uns sessenta e poucos anos. Caminhamos por quase meia hora, de repente ele me mostra o lugar de pescar. Era um lugar de mato fechado, mas que tinha uma madeira no barranco embaixo de uma pequena árvore. Arrumamos as varas e ficamos ali pescando.

Ele era de poucos assuntos, mas eu falava a todo momento. Queria arrumar um jeito de tocar em assunto de sexo, meio sem jeito fui falando que tinha uma prima gostosa, que só de pensar eu ficava de pau duro. Comecei a pegar no meu pau duro por cima da bermuda. Ele olhava e dava um sorriso tímido quando eu pedia para ele olhar como eu estava. Eu disse a ele que aquele lugar era muito escondido, e se eu quisesse bater uma punheta ali ninguém iria saber, só nós dois. Perguntei a ele se eu poderia e ele me disse para ficar a vontade. Levantei-me, tirei minha camiseta e minha bermuda com a cueca, fiquei completamente pelado e me sentei novamente ao lado dele. Abri minhas pernas e comecei a bater uma punheta, dizia a ele que estava com muito tesão e pedia para ele ver como meu pau estava duro, ele olhava e sorria. Perguntei a ele se também batia punheta, ele disse que poucas vezes fazia isso. Pedi a ele para bater uma também e perguntei o tamanho do pau dele. Ele disse que era do “tamanho comercial”. Eu sorri e perguntei quantos centímetros tem o tamanho comercial, ele me disse que tem de 10 a 15cm. Pedi para me mostrar, insisti até que ele se levantou, abriu o zíper e tirou o pau, meio mole, mas um pau de coroa, do jeito que eu gostava. Perguntei se eu poderia pegar e ele concordou. Peguei e mexia bastante, até que me aproximei e coloquei na boca... Ele gostava, não demorou muito a ficar duro, ele segurava minha cabeça e empurrava seu pau na minha boca. Mas eu queria ver todo o corpo dele, abraçar e tudo mais. Me levantei, ele também segurou no meu pau, pedi a ele para tirar sua roupa e ele concordou. Era um corpo gostoso, uma bunda branca, peito cabeludo e gostoso. Agarrei ele num abraço com meu pau no meio das pernas dele. Tentei agarrar ele por trás, mas não deixou encostar meu pau na bunda dele. Então novamente me ajoelhei e coloquei aquela coisa gostosa na minha boca, ele pedia para eu chupar, fui chupando até que ele disse que iria gozar. Fui chupando todo o pau na minha boca, ele gemia e segurava minha cabeça com as duas mãos, até que senti sua porra lá na minha garganta que engoli direto. Ele gemia e tremia todo o corpo, com o pau bem fundo na minha boca. Aquele líquido salgadinho, grosso sendo colocado direto dentro de mim... Chupei ainda o pau meio mole, até que ficasse com a cabeça vermelha. De joelhos eu bati uma punheta, que quando eu ia gozar, me levantei e mostrei a ele a minha porra saindo e espirrando no rio... Gozei tanto que ele ficou assustado. Mas logo ele se vestiu, se sentou e quis ir pra casa, dizendo que já era hora. Vi em seu rosto a expressão de vergonha... mas já tinha acontecido.

No outro dia, na festa eu o vi com sua mulher. Bem vestido, com roupas bonitas, bem passadas, nem parecia aquele mesmo homem, era muito mais atraente. Mas durante a noite toda nem pude falar com ele, só trocamos olhares rápidos e não tive mais contato... No outro dia cedo após a festa voltamos para casa... Mas ainda espero o dia de voltar para beber um pouco mais daquele leite salgadinho e tão excitante...

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