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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

SEXO GOSTOSO COM O TENENTE CORONEL • DEI O CU E TRANSEI COM O MILITAR



Meu pai era Tenente-Coronel da Aeronáutica, apesar de jovem, seu modo de viver – sempre sério, sisudo, metódico, enérgico – tornava-o dez anos mais velho. Eu, apesar de me comportar com um garoto acima de qualquer suspeita, sempre gostei de rola. Meu pai, claro, nem sonhava! Para ele, eu era o filhão macho, como ele; que seguiria a carreira militar, como ele; e que faria o sucesso com as mulheres, como ele. Meu pai, de fato, chamava a atenção por onde passava. Isso, claro, era uma tortura para minha mãe.

Às vezes, eu ia com ele buscar minha mãe na casa de minha avó e ele fazia questão de parar no calçadão da Beira-Mar para tomar um suco. Ele ficava todo posudo e as mocinhas passavam por ele olhando-o dos pés à cabeça, dando uma leve parada para o meio de suas pernas. Eu, no meu canto, ia admirando cada garotão que passava correndo. Eu ficava louco vendo aqueles corpos suados, sarados... Tudo muito disfarçadamente...

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Ele se feria às meninas:

_ Que espetáculo, heim filho!

E eu, respondendo, mas me referindo aos gatinhos:

_ Põe espetáculo nisso! É de tirar o fôlego!

Meu pai, para deixar claro que as mocinhas o cobiçavam, comentava:

_ Olha aí, filhão! As gatinhas já estão se arriando por você! Ah, meu tempo! Pegava de duas, três... ainda tinha pique! Aproveita que elas estão dando sopa! Um copo d’água e cacete não se nega a ninguém! [Risos]

Claro que ele sabia que elas olhavam para ele! E eu não estava nem aí pra elas!

Quando chegávamos na casa da minha avó, pela demora... briga! Briga! Briga! Resultado: eu tinha dezessete anos quando meus pais se separaram. Ele exigiu que eu ficasse com ele. Não queria filho macho criado por avó!

Não deu três meses de separados, começaram as visitinhas de mulheres em nossa casa. O quarto dele passou até por uma reforma! Mandou fazer uma cama maior que a padrão, assim como o colchão também era de uma espessura bem maior e com o estofamento especial... mais macio e com um molejo diferente ao deitar... dava a impressão ser de molas, mas não era! Lá, ele também pôs um frigobar e umas lâmpadas que ficavam nos cantos do forro e que davam um clima de penumbra... Isso sem falar no espelho que revestia uma parede completinha... do teto ao piso!

Quando ele chegava com alguma dessas vadias, eu me metia dentro do meu quarto. De lá eu escutava ele justificar:

_ Ele está meio arredio... A separação é recente. Mas minha pica não quer saber disso! Deixa ele no canto dele. Depois serei eu entrando com uma e ele com outra... E olhe se não dividirmos uma mesma bucetinha! [Gargalhadas]

Certa vez, fiquei em pânico quando pela manhã, ainda dentro do quarto com a mulher, o escutei falar:

_ Você é demais! Quase deixou minha rola sem couro! Me diga uma coisa... Traga uma amiguinha sua para fazer companhia ao meu filhão! Uma mais novinha, jeitosinha... Mas que saiba deixar o cabra doido, como você! [Risos]

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_ Já sei até quem vou trazer... Ele vai adorar! [Risos]

Era uma quinta-feira e a mulher ficou de vir com a amiguinha no sábado. Naquele momento o pânico virou revolta... E comecei a pensar numa forma de fazê-lo descobrir logo do que seu filhão gostava: uma bela rola grossa e dura lhe rasgando as pregas do cu e para finalizar, litros de gala branquinha e quente na boca! Mas tinha que ser um grande acontecimento! Eu precisava armar um flagrante, mas teria que ser com alguém que me garantisse proteção caso ele viesse para cima de mim. Pensei, pensei... Ora! Lógico! Um superior dele! Eu os conhecia todos e já tinha, inclusive, percebido umas olhadinhas do Major Silva para minha bundinha num desses dias de lazer à beira da piscina... Era, era contar com a sorte!

Na sexta-feira, descobri o telefone particular do Major e fui todo dengoso...

_ Oi, Major... Tudo bem? Aqui é o Juninho (Detalhe: eu já estava com quase dezoito anos!), filho do Braga?

_ Não me recordo...

_ Não recorda do Braga ou de mim?

_ O Braga é o Tenente-Coronel?

_ Sim... Eu sou o filho dele... Nós nos conhecemos há dois meses... na piscina do clube...

_ Claro. Sim. O de sunga branca... [Risos] Fale Juninho... Algum problema com o seu pai?

_ Não. Na verdade, ele nem sabe que estou ligando... Eu sei que estou sendo atrevido... O senhor deve ser um homem super ocupado! Mas eu achei que o senhor seria a pessoa ideal para me ajudar...

_ Se estiver ao meu alcance...

_ Prometo que será muito bom para nós dois! [Respiração profunda] Muito prazeroso!

_ É mesmo? Eu gosto de coisas que me dão prazer...

_ Dará prazer a nós dois!

_ Diga lá!

_ O senhor tem algum compromisso para amanhã às nove e meia da noite?

_ Mesmo que tivesse, desmarcaria!

_ O senhor pode vir até minha casa? Aqui será um local ideal... Eu estarei sozinho...

_ É só dizer o endereço!

Falei o endereço...

_ Você já sabe... serei pontual!

_ Claro! Essa é uma das coisas que gosto nos militares...

_ É? E quais as outras coisas?

_ Isso... amanhã o senhor saberá! Não vá se esforçar muito durante o dia! Preciso de todo o seu potencial físico!

_ Disso... Não se preocupe!

_ Ah! Se não for pedir muito... o senhor pode vir fardado?

_ [Risos] Claro que sim!

_ Aguardo o senhor! [Sussurrando]

_ Não vejo a hora!

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No dia seguinte dei um grau em meu quarto... deixei tudo prontinho. Meu pai chegou às três da tarde... tomou umas cervejas... e ficou todo o tempo soltando indiretas para mim... dizendo que tinha uma surpresa para mim e tal. Eu disse:

_ Pai, se o senhor chegar e eu estiver deitado... pode me chamar...

_ Ah... Claro! Você acordará animado que é uma beleza!

Deu nove horas e meu pai ainda estava em casa. Fiquei doidinho... Inquieto... Deu nove e vinte e ele anunciou:

_ Vou buscar sua surpresa... Daqui a meia-hora estarei de volta. Fica acordado, macho!

Pontualmente às nove e meia o Major chegou.Ainda estava molhadinho, pois eu tinha acabado de sair do banheiro... Atendi a porta sem camisa e penteando os cabelos...

_ Oi Major Silva! Que bom que o senhor veio!

_ Um convite como aquele, ao telefone, era irrecusável! Mas deixe o Major Silva de lado... Aqui sou o Anderson!

_ Não... Vamos entrar... Não, não, não... Só é o Anderson quando está sem a farda!

_ Se o problema for esse!

Ele começou a desabotoar a camisa... Eu interrompi.

_ Por enquanto, o senhor é o Major... Depois eu mesmo deixarei o Anderson aparecer... [Passando a mão por cima da mala dele]... com tudo o que tem direito...

_ Tudo mesmo?

_ [Risos] Vamos pro meu quarto...

No quarto...

_ Posso sentar?

_ Pode até deitar!

Ele sentou e deitou as costas... a pica estava estufando... Tirou o quepe. Eu deitei do lado dele e fui falando e desabotoando botão por botão da camisa....

_ Sabe Major... Eu estou sentindo uma falta de um pai... Mas não é bem um pai... É alguém que me proteja... que me dê conforto... Um homem forte... Assim... Como o senhor!

Ele ergueu-se e tirou a camisa. Voltou a se deitar e a passar os dedos nas minhas costas...

_ Um homem com um peito peludo assim, [Cheiro nos pêlos do peito] cheiroso... Macho...

Fui desabotoando o cinto e abrindo o zíper... Alisava sua pomba. Já duríssima!

_ Issssssssssss...! Que mãozinha delicada, Juninho!

_ E que cacetão, Anderson!

_ Tira pra você sentir o gosto de uma pica de verdade!

_ Uau! Que rola! Hummm... Deve ser deliciosa!

_ Por que você não experimenta? Olha... Ela está até babando! Só esperando essa boquinha gulosa!

_ Pois eu quero realizar um sonho... Vista a camisa e ponha o quepe sobre a cabeça... E fique de pé!

_ Como você quiser... meu filezinho! A camisa aberta mesmo, não é?

_ Isso! Ai... Que cacetão!

Segurei aquela rola grossa e cheia de veias salientes com força... A cabeça chegou a ficar roxeada... Enfiei na boca!

_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Que rola gostosa Major! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Que delícia! Hummm...! Hummm...! Hummm...!

_ Isso, Juninho... Issssssssssss...! Chupa meu caralho! Issssssssssss...! Engole essa rola com a boca que depois voc~e vai engolir com o cuzinho! Issssssssssssss...!

_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! O senhor vai meter no meu cuzinho todinha... Vai? Hummm...! Hummm...! Hummm...!

_ Vou! Você quer? Isssssssssssss...!

_ Quero! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Quero muito! Hummm...! Hummm...! Bem forte!

_ Fica aqui de quatro... Abre essas perninhas!

_ Assim tá bom!

_ Abre essa bunda com as duas mãos! Isso!

_ Assim? Ahhhhhhhhhhhhhh...! Que delícia sua língua Major! Ahhhhhhhhhhhh...!

_ Abre mais... Vou meter lá dentro... Hummmmmmmmmmmmmm...!

_ Ahhhhhhhh....! Mete mais! Ahhhhhhhhh....!

_ Pisca esse cuzinho com minha língua dentro... Pisca! Hummmmmmmm....!

_ Ahhh...! Ahhh...! Ahhh...! Ahhh...!

Olhei pelo espaço embaixo da porta e vi que a luz do farol do carro estacionar na varanda.

_ Mete esse caralho em mim! Mete!

_ Vou devagar... Não se preocupe!

Quando ele ajustou a cabeça da rola no buraquinho do meu cu e dei uma ré, que fez o cacete dele entrar com tudo. Mordi o travesseiro...

_ Que cuzinho guloso!

_ Fode Major... Fode!

_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Que cu gostoso!

_ Mete mais forte... Mete! Aiii...! Aiii...! Aiii...!

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_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Ohhh... Vou gozar!

_ Quero beber sua gala!

_ Vem... Fica de joelhos!

Quando o terceiro jato de gala bateu dentro da minha boca, meu pai abriu a porta do quarto.

_ Juninho! Major!

Olhei para meu pai com a boca cheia de gala e engoli. O Major nem ligou, deu mais três jatadas na minha cara e meu pai, na porta, bateu continência.

Em seguida, o major fechou o zíper, abotoou a camisa e saiu chamando meu pai lá fora. As duas sirigaitas foram mandadas embora e o Major ainda deu um sermão no meu pai. Fui ao banheiro. Quando saí, meu pai estava na sala, sentado, tomando cerveja... vendo TV. Fui direto para o meu quarto.

Meia hora depois...

_ Júniooooor! [...] Júnioooooor!

_ Senhor?!

_ Venha aqui!

_ Sim, pai?

_ Por que você não falou pra mim que queria dar o cu, filho?! Precisava ir recorrer ao Major? Ainda bem que foi o Major Silva... Que, antes de mais nada, é uma espécie de padrinho meu! Ainda bem!

_ Mas pai...

_ É um homem discreto... Até mesmo quando fazíamos troca-troca nos isolamentos... Ele participava, mesmo sendo superior... E nunca comentou nada! E eu agradeço muito a ele por nunca ter me obrigado a dar o cu... Eu comia todos [Risos] Mas nesse cuzinho aqui... nunca entrou rola! [Risos]

_ Pai...

_ Aí, eu aqui em casa... com um cuzinho desses... novinho... só pra mim! E precisando trazer raparigas para cá! Sim, por que meu negócio é chupar e comer cu! E você vai chamar o Major! Sente aqui no meu colo... Venha!

_ Pai... o senhor só falava em mulher, mulher, mulher...

_ Porque eu nunca imaginei que meu filho gostasse de cacete...

_ Mas eu sempre gostei! Sempre quis ...

_ E o do pai? Meu filho nunca teve vontade, não?

_ Eu nunca nem vi o senhor nu, pai!

_ Não?

_ Não!

_ Pois venha cá!

Entramos em seu quarto... Só de entrar ali meu pau já ficou duro... E o dele também. Pela barraca que se formou, deu pra perceber que era uma senhora chibata!

Ele acendeu as luzes especiais. Pegou uma champanhe que ele sempre reservava para ocasiões especiais e colocou em duas taças...

_ Tome! Vamos brindar esse novo ciclo das nossas vidas que começa agora!

_ O que o senhor quer dizer?

_ Que agora você é só meu... e eu só seu! Se sua mãe chupasse minha rola e me desse o cu, eu nunca teria procurado fora! Como é disso que você gosta... Pronto! Agora somos dois amantes a partir de agora... Da porta para dentro! Da porta para fora, pai e filho!

_ Ai, pai!

Abracei-o e ele começou a roçar aquela rola na minha... Encheu a boca com o champanhe e me beijou. Tiramos nossas bermudas e deitamos, rolamos, esfregamos nossos cacetes. Quando segurei... Era ainda mais grosso que o pau do Major... E com mais veias salientes.

Deitado por cima dele, fui lambendo do seu pescoço até o cacete. Segurei-o e olhei para o espelho. No meio das suas pernas comecei a chupar... babando muito... Ele olhava tudo pelo espelho. Engolia até o talo... Ele chegava a tremer...

_ Hum...! Hum...! Ai, paizão! Que rola gostosa! Hum...! Hum...! Hum...! Que rolão! Hum...! Hum...! Hum...! É toda só pra mim? Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...!

_ É filho! Todinha pra você! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Pra você guardar dentro do seu cuzinho! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Você quer? Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...!

_ Quero! Hummmm...! Quero inteirinha! Até o talo! Hummmmm....!

_ Vou meter todinha! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Chupa meus ovos! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ohhh... Delícia! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Chupa muito melhor que essas putas! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Bota o saco na boca! Isso! Isssssssssssssss...! Safado!

Comecei a lamber suas virilhas... Ergui suas pernas... Fui levando a língua até seu cuzinho. Não houve resistência! Passei a língua ao redor das preguinhas. Dei umas pinceladas frenéticas bem no buraquinho... e seu cuzinho começou a piscar. Agora ele mesmo segurava suas pernas. Passei a abrir sua bunda e enfiar a língua no cuzinho dele, que piscava prendendo minha língua... Aquilo me fazia quase gozar... e a ele também. Ele gemia louco!

_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Filho! Que gostoso! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Tá brincando no cuzinho do pai, é? Hummm...! Hummm...! Hummm...! Só brincar, viu?!?

_ Tá certo! Issssssssss...! Que cuzinho gostoso! Hum...! Hum...! Hum...!Tá gostoso, tá, paizão?

_ Tá! Hummm...! Hummm...! Tá delicioso! Hummm...! Hummm...! Hummm...!

_ Fica de quatro, paizinho! Fica melhor pra eu brincar!

_ Olha! Olha! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Ohhh! Que língua gostosa! Mete filho! Hummm...! Hummm...! Hummm...!

Comecei a meter a língua e intercalar com um dedo... Ele continuava gemendo sem reclamar. Passei a meter dois... Depois três... Aí ele deu uma travada...

_ Aiii! Filho, vai com calma! Deixa um pouco mais molhadinho...

Quando ele falou aquilo, foi mesmo que ligar o sinal verde. Levantei e comecei a roçar a rola no cuzinho dele, na vertical, sem enfiar... cuspia e roçava... cuspia e roçava. Olhei para o espelho e ele, qua antes estava de olhos fechados, agora acompanhava tudo...

Sempre olhando para ele, dei uma cuspida na mão e passei na cabeça do meu pau. Nessa hora ele abriu mais as pernas. Encostei a cabeça e fui esfregando... esfregendo e enfiando... esfregando e enfiando... a cabeça entrou e ele trancou as pernas mas meu pau ficou dentro. Ele apertou os olhos. Eu comecei a alisar as costas dele e me debrucei sobre seu corpo. Ele foi cedendo e minha rola já estava pela metade.

Eu falei perto do ouvido dele:

_ Abre as pernas, paizinho! Abre só um pouquinho... Relaxa!

_ Tá doendo...

_ Relaxa que não vai doer mais... Vai ser gostoso!

Ele relaxou e minha rola entrou todinha. Com o cacete dentro, ele deitou e eu fiquei sobre ele. Coloquei uma perna de cada lado e comecei a movimentar lentamente... Ele começou a erguer a bunda e eu aumentava a velocidade.

De repente, ele já estava de quatro novamente e eu metendo vara na bunda dele.

_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Porra, filho! Tirou meu cabaço! Hummm...!

Olhei pro lado e vi a farda dele. Sem parar de socar, peguei a camisa e o quepe e vesti. Dei uma palmada na bunda dele. Quando ele abriu os olhos e olhou pro espelho, começou a rebolar a bunda com força contra minha rola. Eu bem sério dei mais duas palmadas. E ele:

_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Então mete forte, Tenente! Come o cu do teu subalterno! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Isso! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...!

_ Ai, paizão... Vou gozar!

_ Goza no meu rabo...

_ Ahhhhrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!!! Ahhhhhhhhhrrrrrrrrr!!!!!

_ Agora sou eu filho... Quero que você beba minha porra!

_ Me dá paizinho!

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_ Issssssssssssssssssss...! Hummm...! Hummm...! Isssssssssssssssss...!

_ Eu estou muito feliz, paizão!

_ Eu também, filho! Não dei o cu naquela época... tudo tem sua hora! Tinha que perder meu cabaço com você!

_ O primeiro cu que eu como é o seu, paizinho!

_ Verdade?

_ Verdade!

_ Então acabamos sendo o primeiro um para o outro em alguma coisa!

[Risos]

_ Mas agora... Eu quero essa rola dentro do meu cuzinho!

_ Sim Senhor Tenente! Meu cacete está aqui... Alerta e operante! Sentido!

E foi foda o resto da noite... Aliás, durante esses últimos sete anos

sábado, 31 de março de 2018

MEU VIZINHO ME ABUSOU, TIROU MINHA VIRGINDADE E TRAUMATIZOU MINHA VIDA | CONTO ERÓTICO BASEADO EM FATOS REAIS



Olá! Essa, apesar de tentar ser uma história com teor erótico, já que o Blog é de contos eróticos, foi inspirada em fatos reais que traumatizaram um grande amigo por toda uma vida, que apesar de estar hoje chegando aos 40 anos de idade sofre com traumas causados por seu vizinho ainda em sua infância. 


Siga nosso Instagram e saiba do conto assim que for publicado: @ContosDeBanana


BASEADO EM FATOS REAIS


A década era 1980 foi transformadora para o Brasil, principalmente nas cidades do interior. As mulheres casadas agora trabalhavam para ajudar na renda da família e tinham que dividir as tarefas de trabalho com cuidar dos filhos. Quem podia contratava "empregadas" quando podiam pagar ou deixando com parentes.


Nosso herói, o Fabinho, era um menino um branco de uma família de classe média baixa com mais ou menos 10 anos de idade, que tinha dois irmãos mais velhos, a Laura e o Zeca, que estudavam pela manhã e o Fabinho mais jovem estudava a tarde. Até então Fabinho tinha que se virar sozinho, queria brincar na rua, mas era a joinha rara da Dona Luiza e Seu José, seu pai, que tinham medo de velo pelas ruas, achavam perigoso ou que ele pudesse fazer maus amizades. Mesmo difícil para uma família com uma pequena renda, Dona Luiza se esforçava e pagava a uma moça do bairro para cuidar do Fabinho pela manhã e manda-lo para a escola, já que ela o buscava na escola todos os dias, isso era rotineiro e como ele era uma criança disciplinada tudo dava certo.


Um dia, a menina que cuidava do Fabinho conseguiu um emprego melhor, e avisou a Dona Luiza que não podia mais ficar com o Fabinho pela manhã, foi um desespero para toda família porque os irmãos Laura e Zeca não podiam ficar com ele, não tinha parentes morando próximo, e ela naquele momento não tinha como ela deixar um emprego para cuidar do Fabio. Até que depois de muito procurar uma pessoa por todo o bairro, sua vizinha, Dona Ana se ofereceu para ficar com o Fabinho até que ela encontrasse uma pessoa para ficar com ele. Dona Luiza aceitou, ficou aliviada, pois não tinha realmente com quem deixa-lo. Dona Ana, tinha cerca de 40 anos e era casada com Seu Juca, um cara que trabalhava no centro da cidade sempre a noite, que Fabinho o achava abusado, mas já tinha ciência que tinha que aceitar, pois seria ótimo para sua mãe naquele momento.  


Tudo organizado, na semana seguinte, todas as manhãs Fabinho ficaria com os vizinhos. Quando Dona Luiza saia de casa, deixava-o na casa da vizinha. 


Os primeiros dias foram bem tranquilos, Dona Ana o tratava muito bem, como um filho, fazia lanches, perguntava o que ele gostava pra almoçar e Seu Juca quando sempre chegava após as 7h da manhã ficava cochilando no sofá dividindo a TV preto e branco com o Fabinho. 


O tempo foi passando quando um dia, Dona Ana precisou sair para fazer umas comprinhas e não quis mais levar o Fabinho, pois lhe dava muito trabalho voltar com sacolas e cuidar dele, preferiu deixar o Fabinho aos cuidados de Seu Juca. Eles ficaram lá vendo TV, mas quando Dona Ana saiu, seu Juca colocou um filme no vídeo cassete, Fabinho se animou achando que era um desenho animado, mas para sua estranheza, não era um filme de crianças, era um filme erótico. Ele não sabia como descrever aquele momento, olhar duas pessoas adultas para ele pelado naquele momento se beijando foi estranho. Seu Juca estava segurando seu pau por dentro da bermuda, mais uma coisa estranha para o Fabinho. O menino não entendia direito o que estava acontecendo, mas aquela foi a primeira vez que o contexto sexo entrou na sua vida. Essa foi só a primeira vez que eles ficaram sozinhos, mas não foi a única vez, sempre Dona Ana tinha que sair e confiava no Seu Juca cuidando do Fabinho, até que se masturbar e ver filmes eróticos na frente do Fabinho com mais ou menos 10 anos se tornou algo comum para Seu Juca. Ele sempre fazia questão de dizer ao Fabinho que jamais alguém podia saber daquilo se não ele iria apanhar.


Fabinho não gostava daquilo, mas ele sentia medo do Seu Juca que era um cara bravo, ele sempre tratava mal Dona Ana e falava mal de todos os vizinhos, aquilo realmente o amedrontava. 


Um dia, Dona Ana precisou ir ao médico, disse ao Seu Juca que iria demorar e que até deixou o almoço pronto. Fabinho com medo pediu pra ir com ela, já esperava algo estranho mais uma vez e dessa vez ela iria demorar, ainda teve vontade de contar, mas tinha medo do Seu Juca. Ela não aceitou porque não sabia se iria demorar, e ele não podia perder aula, achou melhor que ele ficasse assistindo TV com seu Juca. 


Quando ela saiu, ele trancou a porta e foi direto para o vídeo cassete colocar os filmes pornos. Fabinho foi pro quarto brincar e alguns minutos depois foi surpreendido por seu Juca, que entrou no quarto pelado e com o pau duro e ordenou:


_Vem cá Fabinho, pega aqui!

_Não, sai pra lá - Reclamou Fabinho
_Vem moleque, segura aqui!
_Não - E começou a chorar
_Chora não, moleque, se não vai apanhar, pega aqui!

E nas lágrimas Fabinho segurou aqui cacete duro, Seu Juca pediu pra ele massagear. Fabinho chorando sentiu algo diferente enquanto segurava aquele cacete, Seu Juca massageava sua bunda e seu pintinho. O que era interessante, mas não sentiu tesão. Seu Juca estava gostando, até que gozou na frente do Fabio, depois que terminou, limpou o menino e disse que se ele contasse pra alguém ele iria apanhar e sua mãe também.


Naquele dia Fabinho disse a mãe que não queria mais ficar com Dona Ana. Chorou, pediu que o levasse para o trabalho com ela, mas Dona Luiza não deu importância, avisou a ele que ainda não tinha com quem deixa-lo. Dona Ana e Seu Juca eram grandes amigos e só tinham eles para deixa-lo, mas em breve ele iria ganhar um presentão se tivesse um bom comportamento.


No dia seguinte, Seu Juca foi mais longe, quando Dona Ana precisou ir ao mercado, Fabinho correu para o quarto quando, mas Seu Juca entrou mais uma vez pelado e dessa vez tirou a roupa do Fabio, completamente pelado ele chupou todo o corpo do Fabio, sua bunda, seu pintinho, quis beija-lo e gozou fartamento dando um banho de porra no guri. 


Aquilo acontecia sempre que Dona Ana saia, com o tempo Fabinho sentiu tesão, afinal, seu cacetinho era estimulado com beijos e caricias. Com o tempo preferiu não contar mais nada pra sua mãe.


Fabinho silenciou os fatos e casa e por toda a vida. Acabou ficando na casa da Dona Ana até o final daquele ano, e Seu Juca sempre que podia abusava do Fabinho, até que teve várias relações sexuais consumadas com penetração entre ele e o Fabinho. Toda essa situação aconteceu até o final daquele ano, quando seu irmãos poderiam ficar com ele em casa e no ano seguinte ele foi estudar no mesmo turno que os irmãos.


Uma frase do Fabio me marcou até hoje:


"_As vezes eu tenho nojo de mim. Ele chegava em casa, acho que ele tomava umas pingas na rua e ficava cochilando, quando ela saia ele corria logo pra me abraçar com aquela catinga de cachaça."


Mais de 20 anos se passaram e hoje Fábio é professor, mas nunca conseguiu ter uma relação amorosa concreta, nem com homem, nem com mulher. Já tentou várias vezes com mulheres, mas o que aconteceu na infância mexe com seus sentimentos, já teve relação também com homens, mas ele sente que não é para ter uma relação pessoal. Apenas sexo. Seu Juca fez com outras crianças do bairro, e segundo Fabinho acabou se mudança de cidade quando Dona Ana soube de um dos seus casinhos com crianças e para não ver o marido preso se mudou.


Essa foi uma história inspirada em diversas conversas com meu amigo Fabio, um cara fenomenal que até hoje sofre com o que aconteceu e pede que quem tiver filho que tome conta, pois o abuso sexual a uma criança pode criar conflitos e mexer com toda sua vida.


Quer contar sua história, sugestões e críticas: iNSTAGRAM @ContosDeBanana

Whats: (11)95301-9443

MINHA PRIMEIRA VEZ FOI COM MEU PADRASTO | CONTO #17





Essa é uma história baseada em fatos reais
Por @ContosDeBanana


LISBOA, 2014


É abril, Lisboa ainda tá fria, mas linda como sempre, amo a cidade, passear por suas ruas ricas e cheias de história. As pessoas são um pouco frias, apesar de estarem alegres, quando passeio quero conversar com alguém, contar meu drama, ter um amigo pra contar minha história, mas não tenho, sou um Paulo e estou com 24 anos de idade, me casei com Roberta, amo minha esposa e tenho um filho lindo, o Paulinho, o maior amor da minha vida, mas me sinto um cara preso, preso na minha história de vida, nas minha boas lembranças do passado que foi bom, mas passou, me deixando marcas profundas...

Lembro-me que tinha 19 anos, cabelo médio levemente comprido, tinha um ar de roqueiro frustado e inconformado com a vida, sem razões exatas, fisicamente tinha 1,70m e 65kg, de corpo normal, branco como a maioria dos nativos europeus. Vivia cheio de namoradas na escola, nas festas, nas redes sociais, eu era então frustrado e desejado, acho que era meio louca e perdido, até pouco tempo eu era um menino do primário sem nenhuma namorada, acho que fui ficando velho, meu corpo amadureceu e chamou atenção das pessoas, das raparigas, acho até que dos homens.

Minha vida me surpreendeu naquela época, quando morava com o meu irmão mais novos, a minha mãe, dona Lucia que vivia mais em seu restaurante no centro de Lisboa que em casa, ela era uma mulher que nasceu pra trabalhar, não pra ser mãe. Sempre de namorados, muitos, apesar de ninguém suporta-la dada a grande dedicação ao trabalho. Dos namorados restou apenas o Eduardo, um cara negro, não muito escuro, tinha 1,85m e 90kg, era musculado, mas não muito exagerado, era um brasileiro que veio para Portugal já a alguns anos e conheceu minha mãe trabalhando nas ruas de Lisboa, um dia ela resolveu traze-lo para morar na nossa casa, autoritária, eu e meu irmão não podíamos reclamar, como tínhamos medo do que podia acontecer a ela com vários namorados e o Eduardo me parecia um cara gente boa, resolvemos aceita-lo sem problemas.

Eduardo veio morar em nossa casa no final do último verão, acho que minha mãe o amava, ele suportava a brutalidade dela e isso me deixava feliz, mas ele passava maior parte do tempo em casa, cuidando do meu irmão mais novo, já que minha mãe não saia do trabalho cedinho e só voltava a noite.

Um dia, eu tinha chegado da escola, por volta das 13 horas, a essa hora o meu irmão estava na escola e a minha mãe como sempre no trabalho, e os dois só chegavam as noite, quando fui pousar a minha mochila no sofá da sala reparei que o Eduardo estava no quarto e fui espreitar. Quando cheguei ao pé da porta do quarto vi que ele estava todo nu a se masturbar, o mastro me chamou atenção grande e grosso, e tinha uma cabeça enorme, e o saco era grande fiquei hipnotizado, estava me sentindo estranho, não sei o que aconteceu comigo, ganhei coragem, entrei e disse:

- Ola - e ele, apanhado de surpresa, tapou-se com uma toalha e disse que ia tomar banho.

Eu fui para o meu quarto e meio tonto sem saber o que estava sentindo ao ter visto aquele cena, tirei minha roupa, estava sentindo um calor forte, então comecei a me masturbar, não sabia o que aconteceu comigo, ainda era virgem sexualmente, sempre tive namoradas, mas aquilo mexeu comigo, com meus sentimentos, não conseguia me controlar e resolvi também me masturbar enquanto me lembrava do que tinha visto, até que sou surpreendido com ele entrando no meu quarto a pergunta:

- O que e que tu viste quando entraste no meu quarto?

E eu, atrapalhado disse:

- Vi que estavas a se masturbar, desculpa, mas fica descansado, eu não digo nada a ninguém!

- Não precisa pedir desculpa... - Disse ele enquanto se sentava e passar a mão na bermuda já vestida, começou a falar que eramos homens e essas coisas aconteciam, me pediu desculpas, disse que a ausência da minha mãe era a culpa dele ter visto aqui. Enquanto punha a mão por debaixo da bermuda disse:

- Continua o que estavas a fazer...

Ele viu que eu estava me masturbando antes dele entrar e foi saindo. Eu então pedi que ele ficasse e fizesse comigo o que estava fazendo antes.
- Vá, não sejas tímido - pedi

- Como assim?

Eu, embaraçado, fiquei a bater a punheta ao lado dele, ate que lhe perguntei.

- Posso segurar no teu pau?
- O que?
- Se posso bater uma punheta para ti, ele e tão grande...

Ele boquiaberto, pois seu pênis pra fora e deixou-me, agarrei-me ele e comecei o socar, como estava muito seco, cuspi para cima dele.

- O que e que esta a fazer?
- E para deslizar melhor.
- É melhor pararmos - disse ele,

La a levantar-se, mas eu fiz força sobre as suas pernas e disse sem pensar:

- Deixa-me chupar!
- Esta doido, sê e um menino!
- Vala, eu quero tanto...

Ao dizer isto, pus a cabeça do seu pau na minha boca, e comecei a mexer a língua, ele começou a gemer de prazer, ai eu subi, sentei no seu colo, com o seu pau encostado ao meu, e comecei a masturbar os dois, enquanto chupava seus mamilos e tentava beijar sua boca, mas ele não deixava e virava a cara. ai eu disse no ouvido dele:

- Me leva para o teu quarto, me atira na cama, amarra-me e deixa o instinto falar mais alto, enfia-me até a garganta, lambe-me a cara, cospe para cima de mim, faz o que quiseres de mim, eu gosto que mandem em mim!


Eu estava louco, perdido, ele suspirou, e de repente levantou-me, levou-me até seu quarto ditou-me na cama dele de barriga para cima e com a cabeça na beira, pôs-se em pé, atras da minha cabeça, e disse:

- Queres ser puta, vais ser puta, mas se quiser que eu pare, diga. Agora engole cabrão! enfiou a cabeça gigante do seu pau na minha boca, e começou a fazer um vai vem muito rápido, ele estava a ficar louco (pelo que eu oiço no meu quarto quando ele está com a minha mãe, ele fica sempre maluco), levantou-me, beijou-me a boca, me cuspio para a cara, fez-me ficar de joelho, e voltou a enfiar aquela coisa gigante na minha boca, ele socava na minha boca, e deitava óleo de bebe pelo seu corpo ao mesmo tempo, as vezes, tirava o pau da minha boca e batia com ele na minha cara, disse lhe para ele me enrabar, e ele pós-me de quatro e começou a lamber o meu cu, até que disse:

- Você precisa de doçura sua vagabunda - Foi então a cozinha e voltou com uma lata de chocolate, abriu e entornou um pouco na minha bunda, esfregou um bocado em toda minha genitália - Tem calma eu vou ser meiguinho.


Ele sabia que eu ainda era virgem, e como um prêmio eu acho que ele me queria, tentou enfiar a cabeça, mas doía muito. - Abre a boca... e não engulas! - disse ele, e entornou mais um bocado do chocolate para dentro da minha boca, agarrou o pau e começou a socar novamente, até o pau estar bem melado. tirou da boca, virou-me de costas e enterrou a cabeça na minha traseira, como não era tão grosso como a cabeça, já entrou mais facilmente. Ele socava e me punhetava ao mesmo tempo, Foi magnifico. então ele virou-me e pôs-me de franguinho, continuou a socar, mas desta vez, ao mesmo tempo chupava os meus mamilos, cuspia e lambia a minha cara e o meu peito todo. Depois com a voz mansa completou:

- Esta na hora de saltares que nem um viado - E deitou-me no canto da cama, e eu pus-me em cima dele, comecei a saltar e ele, ora tinha as mãos atras da cabeça e me deixava fazer tudo, ou agarrava a minha bunda e me fazia saltar mais alto e ir mais fundo, e passado um pouco disse, vou inundar o teu cu de leite, e eu pedi para ele me dar o leite na cara, então ele, tirou o pau do meu cu, limpou um pouco em seguida, enfiou-o dentro da minha boca e disse:

- Agora vai ficar sujo.

Começou a cuspir para a minha cara, começou a gemer, e de repente, um lado de leite me inundou a cara, ele, deitou-se e disse:

- Não devia ter feito esta besteira - Mas eu deitei-me em cima dele e disse: - Vamos ao banho?

Tomamos uma ducha rápido, secamos-nos, mas depois eu pedi para ele voltar a deitar-se dentro da banheira, fui buscar o chocolate que sobrou e derramei tudo em cima do seu peito e barriga.

- Que foi isso? - gritou ele.

Eu deitei-me em cima dele, lambi ele todo, me esfreguei nele todinho, até que me lembrei do hidratante, pus um frasco todo em cima de nos os dois, ficamos mais oleosos que nunca, e eu aproveitei para cavalgar naquela rola mais uma vez...

Aquela foi a primeira vez de muitas transar enquanto ficávamos sozinhos em casa, com o tempo minha mãe engravidou dele e eu conheci a Roberta, minha atual esposa, temos um filho de 3 anos, lindo e cheio de vida, apesar do meu silêncio nunca deixei de ama-lo, ainda tive vontade de chama-lo pra fugir comigo, mas acho que eu pra ele fui apenas sexo, uma forma de colocar pra fora o calor que ele sentia e não queria trair minha mãe. Hoje a gente apenas se fala como pai e filho, sem mais ficarmos sozinhos em lugar algum. E eu, eu vou guardando um parte do segredo comigo, nas minhas lembranças.

quinta-feira, 29 de março de 2018

TRANSANDO COM O BAIANO | APÓS 17 ANOS DE CASADO, CHEGOU O DIA DE EXPERIMENTAR UM HOMEM - PARTE 01



Ola meu nome é Gustavo tenho 43 anos sou branquinho gordinho, olhos azuis, sou casado a 23 anos, tenho 3 filhos um de 7 uma menina de 15 e um garoto de 19 anos, sou engenheiro...

Tudo aconteceu há uns 2 meses atrás. Toda semana no trabalho eu entro no bate-papo do UOL para conversar com a mulherada, marcar uma sacanagem mesmo. Nesse dia entrei por idade e um rapaz me encheu o saco para conversar com ele, acabei dando atenção e conversamos. Ele começou me "xavecar" na cara dura e eu fui vendo até onde ele ia. Comecei a ficar com tesão, marcamos de entrar mais tarde, nessa época era MSN (sou antigo), já em casa, pois estava no trabalho.

Já a noite em casa fui para meu escritório, tranquei a porta, entrei na internet e ele estava online, parecia que não tinha o que fazer, ou estava me esperando mesmo e voltamos a conversar, com o tempo abrimos a camera e vi até um carinha interessante, ele era moreno, fortinho parecia aqueles cafuçus pedreiros, meio baixinho, troncudo, levemente peludo, não sei porque mas aqui estava começando a me levantar um desejo. Estava com medo da minha mulher entrar ali, ou meus filhos para vir conversar alguma coisa, mas continuei a conversa, quando ele me perguntou:

_Tá gostando?

Respondi que sim!

_Quer ver meu pau? 
__Sim!

Ele então baixo a cueca e eu vi um pau moreno de uns 18cm, grosso, roludo, completamente reto, parecia um desodorante, nunca tinha reparado, nunca tinha sentido aquele desejo, mas aquele cacete era muito bonito, bem maior que o meu cheio. Ele tinha pernas muito bonitas e gostosas com a uma virilha linda, limpinha.

Quando eu estava quase sem palavras, ele falou:

_Me mostra sua bunda?!
_Que nada cara, sou macho, eu mostro o pau quer? - Respondi quase desligando o computador. Me senti ofendido, eu pai de 3 filhos, casado e alguém pedindo pra eu mostrar o cú? era uma ofensa.

Quando ele se levantou lá do outro lado e me mostrou seu corpo, cheio de juventude, todo durinho moreninho queimado da praia. Aquele cara poderia dá ou comer muito gente, o que era que ele tava fazendo ali conversando comigo, já era um coroa pra ele e o questionei, quando ele me disse: 

_Cara, só senti tesão por caras mais velhos que eu como você, só me mostra sua bunda, vai?!

Do nada, me levantei, fui tirando a cueca (tava louco) e mostrei...

Ele então bateu punheta me olhando arrebitar minha bunda naquela sala, de frente para um computador, servindo de puta para um estranho que nunca tinha visto. Mas aquilo estava mexendo comigo. Quando ele disse:

_Quero ver você! Quero transar com você. Vamos nos encontrar quando? Amanhã?
_To fora cara, já fui longe demais, meu negocio é buceta, mulher!
_A gente se encontra amanhã quando você sair do trabalho. No terminal central às 18h. Ta ok?!
_Cara, eu não vou, não! Marca com outro.
_Eu sei que você vai... Conheço pouco gente aqui. Cheguei da Bahia faz um mês e adoraria fazer mais amigos. Sei que você vai ser meu amigo, eu sei que você gostou do meu corpo, porque eu gostei do seu.
_Tá cara, mas num vou não!
_Faça o seguinte, amanhã na mesma hora a gente conversa e combina, eu sei que você vai.

Desliguei o computador e foi dormir. Na cama, não sei o que aconteceu comigo. Eu e minha esposa só transávamos no sábado ou feriados devido a mais de 17 anos de casado, mas naquele dia a gente trepou, mas tava com minha cabeça a mil cheia de tesão. Quando acordei, estava todo animado... 

CONTINUA... Aguarde o final dessa história real
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TRANSANDO COM O PEDREIRO NEGÃO | A PRIMEIRA VEZ QUE FUI ARROMBADO



Olá! Quer saber quem eu sou, só no Instagram ou Blog: "Contos Reais de Banana" ou em outros textos, a história de hoje não é minha, mas é um dos melhores contos que já li. Eu apenas melhorei os diálogos e fiz umas correções. Aproveitem!


Esse é um conto real e um desabafo, nessa época eu tinha 17 anos, me chamo João quando as coisas começaram a acontecer em minha vida, que até ali tinha transcorrido sem muitos sobressaltos e sem nada que merecesse uma atenção maior. Morava sozinho com minha mãe, devido ao falecimento do meu pai. Minha mãe era professora universitária e geralmente não parava em casa, dando aulas em duas faculdades. Morávamos eu e mamãe em uma casa grande num ótimo bairro e em virtude do acontecimento trágico que vitimou papai e meus avós logo depois disso aconteceu uma briga intensa sobre a divisão dos bens da família.

Só depois de uma disputa judicial entre os irmãos tudo acabou se resolvendo e entre os bens que mamãe e eu herdamos havia uma casa grande que fazia fundos com a nossa e como ela estava vazia desde o acontecido, acabou se deteriorando bastante e mamãe decidiu fazer uma reforma na casa para alugá-la. Passou um tempo a procura de um bom pedreiro, até que recebeu uma boa indicação e para isso foi chamado o Sr. Gilberto, um pedreiro que tinha feito muitos serviços para amigos e era de confiança. Em nossa casa trabalhava dona Mercedes uma empregada de 35 anos que trabalhava até as 15h. Eu estudava de manhã, chegava da escola almoçava e logo depois ficava sozinho em casa. Tenho cabelos loiros um pouco compridos e 1.65 m. de altura e um corpo esguio.

Sexualmente até aquela data não acontecera nada demais comigo. Virgem ainda...talvez em função do acidente com meu pai e dos meus avós, afinal eu tinha 15 pra 16 anos quando se deu a tragédia e talvez isso tivesse ficado abalado emocionalmente e muito retraído em quase tudo. Durante meus banhos, quando me ensaboava e lavava meu pênis, de vez em quando ele ficava durinho e algumas vezes me masturbava...saia pouco sêmen...algumas gotinhas. Meninas, até as achava bonitas mas na escola nenhuma me atraia o suficiente pra me fazer correr atrás. Amigos eu não tinha...só alguns colegas tanto garotos quanto garotas na escola, mas nada de ficar frequentando a casa dos outros. 

Quando seu Gilberto apareceu pra começar o serviço, deixou transparecer que era um cara legal, sorriso franco. Ele tinha 37 anos, moreno, alto e muito forte, cerca de 175m e uns 85kg, mãos grandes e bem calejadas. 

Depois de uma boa vistoria, ele passou o orçamento pra mamãe que ficou toda contente, pois até achava que teria que gastar bem mais. No outro dia ele iria começar a reforma e quando cheguei da escola logo depois do almoço todo xereta fui ver o que estava acontecendo do outro lado do muro, nem me preocupei em dar a volta. Como o muro que separava as duas casas era baixo, pulei-o e fui até lá. Era de verão e estava bem quente logo vi seu Gilberto apenas com um short jeans curto, ele me viu e todo sorridente disse:

_Opa...chegou meu ajudante...agora o serviço vai terminar mais rápido...Rss. 
_Até parece seu Gilberto, se depender de mim vai demorar muito, só gosto mesmo é de estudar! 

Ele riu e foi atrás do que estava fazendo, era muitas coisinhas a serem feitas e então ele disse: 

_Dudu, fica por ai garoto, toma cuidado pra não se machucar em alguma coisa. Se precisar de mim, chama! 

Fiquei por ali zanzando e quando deu 15 h dona Mercedes me chamou e disse que tinha feito refresco e perguntou se queria que trouxesse uma jarra. Logicamente que sim, com aquele calor seu Gilberto adorou e não demorou pra que tomássemos tudo. 

Logo a tarde passou e já era seis da tarde quando seu Gilberto disse que ia tomar um banho pra ir embora e sem se preocupar muito comigo entrou no banheiro que havia do lado de fora e logo escutei a água do chuveiro e ele disse: 

_Nossa que água gostosa, Dudu. Com este calor que tá fazendo a água deste chuveiro vem da rua, tá uma delicia, geladinha! 

Fiquei meio sem saber o que fazer, apesar do banheiro estar já sem a porta que ia ser trocada, seu Gilberto só tirou o short lá dentro e como eu estava um pouco distante não vi nada demais, mas sai dali e pulei o muro e voltei pra casa. Fiquei pensativo a respeito do que tinha acontecido. 

No outro dia, logo que a empregada foi embora, pulei o muro e fui novamente pra lá, Seu Gilberto quando me viu brincou dizendo: 

_Ué garoto,  você me deixou eu falando sozinho ontem? Foi embora sem se despedir. Aconteceu alguma coisa? 

Rapidamente arrumei uma desculpa dizendo: 

_Não, é que eu escutei o telefone lá em casa, sai correndo pra atender, achei que podia ser a mamãe. 

Fiquei ali e então vi que na mangueira que havia nos fundos tinha já algumas mangas maduras e pensei em pegar algumas e então eu pedi ao Sr. Gilberto me ajudar e ele disse:

_Tudo bem Dudu, mas eu to vendo que você tá com uma bermuda e uma camiseta muito clara e nova, pode estragar e tua mãe vai achar ruim com você. Acho que você deveria colocar um short mais velho pra subir em arvores, faz igual eu, fica só de short! 

Eu fiquei um pouquinho encabulado mas sorri e disse: 

_Ta bom, vou trocar, é verdade, se sujar ou rasgar dona Mercedes do jeito que é fofoqueira conta pra minha mãe! 

Cheguei ao meu quarto e procurando nas gavetas encontrei um short daqueles que tinha uma espécie de sunga por baixo, era meio antigo e resolvi coloca-lo e logo que voltei disse: 

_Seu Gilberto, me ajuda a subir na mangueira, por favor! 

Ele veio todo sorridente e me levantou igual uma pena. Ele era muito forte, pendurei-me no galho e devagar, tentei subir, ele ficou em baixo e pra me ajudar segurou minha bunda, empurrou-me pra cima e consegui! Consegui pegar algumas mangas e fui jogando pra ele, quando achei que já tinha bastante pedi pra ele me ajudar desta vez a descer, quando me pendurei ele me pegou pelos quadris e desceu deixando que deslizasse junto ao seu corpo forte, percebi que havia gostado do contato naquele corpo forte e suado. Chupei mangas, seu Gilberto disse que levaria algumas pra casa quando fosse embora. Fiquei por ali brincando. Quando chegou a hora de ir embora seu Gilberto disse: 

_É, tá na hora, Dudu. Por hoje chega. Vou tomar um banho gelado bem gostoso, pra ir embora. Se você quiser tomar banho depois é bom, você também tá todo sujinho! 

Eu estava um pouco distante mas prestei atenção e desta vez, seu Gilberto tirou o short na porta do banheiro e jogou-o em cima de uma mesa, só deu pra ver sua bunda grande morena. A água do chuveiro escorria forte. 

Movido pela curiosidade fui chegando devagar até o banheiro, sabia que não existia porta e quando apareceu o corpo forte do seu Gilberto levei um susto ao vê-lo nu, entre as pernas dele tinha um pinto grande e grosso com um saco enorme e mesmo mole era assustador. Como ele tava com a cabeça toda ensaboada, seus olhos estavam fechados, a espuma descia pelo peito forte dele e ele deslizava as mãos pelo corpo tirando o sabonete e quando passava no pinto balançava para lá e pra cá. Quando ele abriu os olhos e me viu ali sorriu e disse todo carinhoso: 

_Já tá na fila é? Eu já vou sair. Toma banho aqui, tá uma delicia, Dudu. Você vai gostar, eu sei. 

Fiquei ali estático só olhando o corpo nu e forte do seu Gilberto e ele parecia gostar de me ver ali. Suas mãos agora ficavam deslizando naquela vara grossa, cheia de espuma, ela já estava meia bomba, mais grossa e quase dura e ele então disse todo safado: 

_Hoje vou ter que arrumar uma namorada, to com tesão demais, Dudu, minha pica só de relar ja tá ficando dura! 

Eu todo vermelho, sai devagar e fui pra casa, sem conseguir dominar as sensações que meu corpo começava a sentir com muita intensidade. Meu pintinho estava completamente duro ao me ensaboar gozei em segundos. Tive um sono completamente agitado naquela noite acordando varias vezes e sempre a primeira imagem que vinha em minha mente era aquele pintão super grosso pendurado entre as coxas do Seu Gilberto e percebi que ele notara o fascínio que aquela pica tinha exercido sobre meu corpo. No outro dia esperei dona Mercedes ir embora, coloquei o mesmo short do dia anterior e pulei o muro e quando vi o seu Gilberto senti meu coração ficar todo acelerado e ele ao me ver disse brincando: 

_E ai, não quis tomar banho ontem aqui de novo, o telefone tocou de novo? Rss. - Completou rindo

Eu sorri encabulado e não disse nada, então ele continuou: 

_E ai Dudu, vai querer pegar mais manga ou vai querer só brincar um pouco em cima da mangueira? 

Eu queria sentir ele me pegar novamente e disse todo dengoso: 

_Eu quero, vou brincar um pouco na arvore. O Sr. me levanta? 
_Claro que sim meu garoto. Espera só um pouquinho, vou lavar a mão, tá cheia de cimento. 

Quando ele voltou estava todo molhado. O corpo dele até brilhava com o reflexo da água e então ele me pegou e foi me levantando bem devagar. Só que desta vez uma das mãos, bem safada deslizou por baixo do short e apertava disfarçadamente minha bunda. Quando me colocou perto do galho senti um dedo se infiltrar no meu rego, em segundos tinha um dedo grosso na portinha do meu cuzinho terminando de me empurrar. Achei que era o dedão se enfiando dentro de mim, quase nem consegui subir no galho da arvore, tremi todo ao sentir aquele choque na minha bundinha, meu corpo estava em chamas. Fiquei em cima da arvore durante um bom tempo pensando naquelas sensações, meu pintinho estava completamente duro e percebi que queria continuar a sentir tudo aquilo de novo e então todo dengoso gritei pelo Sr. Gilberto vir me ajudar a descer. Ele fez o mesmo de antes, lavou as mãos e passou água no rosto e no peito. Quando me pendurei no galho desta vez à safadeza foi explicita. Seu Gilberto enfiou uma mão por completo por debaixo do short, a outra segurou meu quadril, quando eu desci senti que o dedão dele deslizou dentro do meu cuzinho e então ele disse todo safado: 

_Cuidado Dudu, devagar pra não cair, se não você se machuca. Meu garoto. Assim, vem!

Quando ele me colocou em cima de um caixote e tirou o dedão de dentro de mim, meu pintinho estava todo melado, eu tinha gozado com o dedo dele enfiado no meu cuzinho, nem me importei em deixar transparecer o que eu estava sentindo. Olhei pro ventre do seu Gilberto e tinha um volume imenso debaixo daquele short, duro ao extremo. Ele então fez o que eu queria, desabotoou o short deixando-o deslizar aos seus pés uma pica enorme e grossa pulou diante de meus olhos e ele então disse mandando: 

_Põe na boca, Dudu. Chupa meu pau bem gostoso, eu sei que você quer. Desde ontem. Enfia na boca, chupa! 

Fiquei completamente sem saber o que fazer, mas ele já tinha abaixado meu short também me deixando todo nu e pegando meu pescoço foi puxando meu rosto de encontro a sua pica grossa e quase sem perceber logo aquela pica estava dentro da minha boca e ele me comandava com aquela voz grossa: 

__Isso, assim Dudu. Chupa gostoso, chupa meu viadinho. Mama na minha rola, viadinho gostoso. Chupa! 

Eu tentava fazer tudo pra agradar aquele homem que me fazia eu sentir um prazer muito louco. Estava uma delicia mamar naquele pintão quente e grosso. De vez em quando ele tirava de dentro da minha boca e me fazia eu lamber as bolas do saco dele. Meu pintinho estava durinho. Ele continuava a dizer todo safado: 

_Nossa Dudu, que boquinha gostosa tem meu viadinho loirinho. Tá gostando de mamar na minha pica né? Sua bichinha safada. já, já vou enfiar minha pica neste cuzinho rosado. Vou meter gostoso em você. Você tá doido pra dar pro seu macho, né? Chupa mais um pouquinho, meu viadinho gostoso. Vou meter minha pica todinha.

A voz grossa dele me chamando de viadinho, de bichinha, me deixava com mais tesão ainda e então ele mandou parar de chupá-lo e me fez ficar ajoelhado de 4 em uma poltrona de sofá antigo que havia ali do lado. Então começou a fazer uma coisa deliciosa, senti a língua quente dele deslizar por todo meu cuzinho, deixando-me todo molhado de saliva de vez em quando ele enfiava a língua bem profundamente. Aquilo me deixava completamente tomado de desejo e instintivamente eu rebolava todo tesudo na língua daquele macho safado. Ele me preparava pra meter aquela pica grossa e enorme no meu cuzinho virgem e então eu disse cheio de dengo: 

_Aaiii... Que gostoso, eu nunca senti isso. É a minha primeira vez, to com medo seu Gilberto... Eu, eu... 

Ele então parou de lamber meu cuzinhoo, se levantou ficando atrás de mim e já pincelando aquela pica quente no meu reguinho disse todo sensual: 

_Não se preocupa. Meu viadinho loiro, vou ser bem carinhoso com você. Ainda mais que vou tirar o cabacinho. Você vai adorar. Vai querer dar sempre pra mim e eu adoro meter em viadinhos como você, virgem. 

Senti, então a cabeça da pica brincando no meu anelzinho e instintivamente rebolei querendo um pouco mais. Ele sabia como me deixar com mais vontade, deslizava as mãos pelo meu corpo. Senti que ele segurou meus quadris e aquela pica grossa começou a deslizar pra dentro de um cuzinho virgem. Ainda tentei ir pra frente, mas ele puxou meus quadris com força e enterrou tudo aquilo dentro da minha bundinha. Dei um grito alto de dor, senti-me rasgado ao meio e praticamente desfaleci. Depois de alguns segundos de ter apagado percebi que ele havia me levantado e se sentara na poltrona e senti que estava no colo dele e aquele pauzão grosso continuava enterrado até o talo no meu cuzinho e então ele disse todo sensual: 

_Pronto, meu viadinho, tá tudo dentro de vc, já não é mais cabacinho. Agora virou menina. O pau do teu macho tá todo dentro do teu cuzinho. Mexe esta bundinha bem devagar. Mostra pro teu macho que você tá adorando meu pauzão no teu cuzinho gooooooooooostoso.... Rebola, vai!? Viadinho... Mexe esse rabo, minha menina! 

Ele mexia no meu pintinho deixando-o novamente durinho depois da dor, beijava minha nuca com aquele hálito quente e quando menos percebi já rebolava naquela vara toda enfiada dentro de mim, sentindo aquele peito suado nas minhas costas e dizia todo safado: 

_Que bichinha deliciosa, aprendeu rápido a ser um viadinho, muito bem, seu safado. Tá gostando da minha pica? Então rebola, viadinho. Vou encher teu cuzinho de porra, te inundar de gala, meu viadinho, rebolar na pica do teu negão?!

Ouvi um... "Aaaaahhh!" e senti meu cuzinho ser invadido por um liquido fervente abundante. Meu corpo tremeu todo. Do meu pintinho duro saia gotas de sêmen. Sentir pela primeira vez a porra de um macho dentro mim, quase me fez desfalecer novamente, mas rebolei deliciosamente naquela pica magnífica, toda enterrada no meu cuzinho. Eu engolia tudo por completo, fiquei sentado durante vários minutos no colo daquele macho safado, até sentir aquele pauzão amolecer e escapar de dentro do meu cuzinho. Até fez um barulhinho gostoso quando saiu. Seu Gilberto meu levantou no colo e me levou para o banheiro e me deu um banho demorado. Meu cuzinho parecia estar em brasas, ardia demais e todo dengoso reclamei dizendo: 

_Aiii...seu Gilberto, ta ardendo demais machucou meu cuzinho, teu pinto é muito grande - E completava - Ai, como tá doendo... 
_Fica tranqüilo, Dudu. Amanhã já vai tá bem. Na primeira vez sempre dói um pouco, mas você nasceu pra ser um viadinho. Teu cuzinho é muito guloso, tenho certeza que você vai querer dar pra mim quase todo dia. Teu cuzinho quando goza, morde o pau da gente de tanto tesão. Você sempre vai querer uma pica na tua bundinha.

Eu fiquei quietinho e logo voltei pra casa, todo ardido, mas satisfeito (Rs). Preparei um lanche e fiquei assistindo TV de bruços e de ladinho naquela noite. Rss. A reforma durou dois meses e o seu Gilberto tinha razão, praticamente todo dia eu era enrabado por aquele macho de pica enorme e grossa. Viciei naquele pauzão delicioso. Aprendi a ser um viadinho bem safado com ele. Durante muito tempo seu Gilberto me comeu gostoso me transformando em sua putinha.

Sobre o conto: Na verdade a história original desse conto tem mais de 10 anos, postei aqui no Blog Contos de Banana antes no inicio de 2010, sempre disse que não era meu, mas nunca apareceu autor, ou alguém que me falece sobre o seu Gilberto que se existiu, devia ser um homem gostoso. Mas, esse conto me rendeu muitos gozadas e foi o inicio de muita coisa. Quem entrar em contato com o Mr. Banana, no Instagram @ContosDeBanana ou pelo Whats: ((11)95301-9443 - Foto: Ilustrativa, de um baiano que vi por ai.

sábado, 6 de novembro de 2010

CONVERSA DE MSN | A PRIMEIRA VEZ DE UM COROA SEPARADO COM UM CASEIRO | CONTO #11


Essa foi uma conversa que tive com um amigo internauta, onde ele me revelou como foi sua primeira transa com um caseiro em Recife - PE. Como o caseiro lhe comeu e ele perdeu sua virgindade.

Essa foi uma conversa real

AUGUST diz:
MARAVILHA
EU ADORO RECIFE CARA
TIVE AI QUANDO FUI A FERNANDO DE NORONHA E FIQUEI ENCANTADO COM O POVO MEU
FUI SUPER SUPER BEM TRATADEO

Acabei de tomar banho!!! diz:
é recife é bem legal

AUGUST diz:
ESTIVE NUM ACAMPAMENTO PASSANDO DE OLINDA NAO ME RECORDO O NOME
FOI SUPER LEGAL
ME PARECE ALGO TOMBANDO PELO PATRIMONIO NO LOCAL

Acabei de tomar banho!!! diz:
sei

AUGUST diz:
CHEGAMOS ATE LA COM OTIMAS RECOMENDACOES E EU ESTAVA COM UM CASAL DE AMERICANSO
VIAJAVAMOS JUNTOS SUPER AMIGOS
CARA E A EXPERIENCIA QUE POR LA ACONTECEU FOI ALGO TAMBEM ESPETACULAR
DIGO COM O CASEIRO OU O TOMADOR DE CONTA DO LOCAL
VOLTEI NO PROXIMO ANO QUE FOI TAO LEGAL CARA
E ROLOU NOVAMENTE
ME DISSERAM QUE O ACAMPAMENTO JA NAO MAIS EXISTE MAS A LEMBRANCA DAQUELE HOMEM FOI O MAXIMO

Acabei de tomar banho!!! diz:
rolou com caseiro?

AUGUST diz:
ROLOU INCRIVELMENTE LEGAL CARA

Acabei de tomar banho!!! diz:
vc com caseiro? como ele era?

AUGUST diz:
HOMEM TINHA UMA PARCEIRA QUE MORAVA COM ELE E NAO SEI COMO ACABOU ROLANDO
ACHO QUE FOI MESMO A SITUACAO E A BONDADE DELE DIGAMOS

Acabei de tomar banho!!! diz:
hummm delicia

AUGUST diz:
SIM FOI DELICIA MESMO
EU NUM DIA DE SUPER SOL COM OUTROS QUE ESTAVAM POR LA TOMEI UMAS E OUTRAS

Acabei de tomar banho!!! diz:
como ele era?

AUGUST diz:
ESTAVAMOS DO OUTRO LADO DIRIA NA AREA DE REFEICAO E DE REPENTE VI AQUELE DEUS BEM FORTE MAS FORTE MAGRO
ESQUIO BARBA POR FAZER
PEITO BEM CABELUDO E TIPO ASSIM DOURADO DO SOL
TINHA OLHOS CLAROS E ERA MORENO LOURO SACOU
ALGO DA MISTUREBA POR LA
MAS UM CORPO INCRIVEL DE FORTE CARA
TUDO ERA GRANDE O NARIZ AS MAOOS OS PES

Acabei de tomar banho!!! diz:
sei

AUGUST diz:
ESTAVA DE SUNGA CLARO
CARA O VOLUME ERA GIGANTESCO CLARO
EU NAO VERDADE NAO ESTAVA NADA OU DIGAMOS PENSANDO EM NADA NAO
CONVERSAVA COM OS OUTROS RESPONSAVEIS POR LA E PERGUNTEI A ELES POR ALGUMA INFORMACAO DE LOCAL DELES ELES ME INDICARAM

Acabei de tomar banho!!! diz:
delicia

AUGUST diz:
E DISSERAM VE AQUELE ALI DO OUTRO LADO CAMINHANDO VA ATE ELE QUE PODERA TE AJUDAR
TUDO BEM
EU MEIO LIGADO DA CERVEJA E CAIPIRINHA CAMINHEI DIGAMOS UNS DUZENTOS METRO ATRAVESSANDO ESSA ENORME ESCADARIA QUE DAVA ACESO AO TAO MOSTEIRO
A \H ERA ISSO MESMO UM MOSTEIRO ANTINGO
E BEM CONHECIDO POR LA DIGAMOS DEPOIS DE OLINDA
ENFIM CAMINHEI
E ELE VINDO NA MINHA DIRECAO SORRIU TIPO ASSIM DE ME VER ALEGRE EU DIRIA PORRE GOSTOSO

Acabei de tomar banho!!! diz:
hummmmmmm

AUGUST diz:
PERGUNTEI A ELE AH SIM AGORA ME LEMBRO COMO PODERIAMOS CHEGAR ATE OLINDA MAIS TARDE QUE O CASAL QUE FALAVA MUITO POUCO PORTUGUES E QUERIA IR ATE OLINDA VISITAR
ELE SE PRONTIFICOU A ARRUMAR UM TAXISTA AMIGO QUE OS LEVARIA E DEPOIS PEGARIA MAIS TARDE
E FOI SUPER LEGAL MESMO
ACABOU ME CONVIDANDO PRA ENTRAR NA PEQUENA MORADIA AONDE VIVIA
BOM EU VOLTEI E DISSE A MEUS AMIGOS QUE O TAXISTA ALI ESTARIA EM BREVE
EU TAVA SUPER SUPER QUEIMADO DE SOL E DISSE QUE NAO ESTAVA MUITO A FIM DE IR NAO
ELES TUDO BEM ENTAO
FORAM A SE BANHAR E PREPARAR EU DISSE QUE POR ALI FICARIA QUE CURTISSEM O PASSEIO E OS VERIA MAIS TARDE SACOU

Acabei de tomar banho!!! diz:
simmmmmmmmmmmm, aiiiiiiiiiiiiii

AUGUST diz:
PARTIRAM ENTAO E EU VOLTEI AO REFEITORIO QUE JA NAO TINHA NIMGUEM CLARO
DAI COMECEI A TOMAR UMA CERVEJA
ELE ENTAO DO OUTRO LADO APARECEU DE SUNGA NOVAMENTE ACENOU A MAO EU ACENEI COM A CERVEJA ELE FEZ SINAL POSITIVO COM O DEDO
DAI EU DISSE AO CARA DO BAR ME DE AI UMAS SEIS CERVEJAS E FUI ATE A MORADIA LEVE QUE ESTAVA RINDO DO MEU BEBUM
ERA SUPER SUPER SIMPLES E EXTREMAMENTE GENEROSO
EU PERGUNTEI SE NAO TERIA PROBLEMAS QUANTO AO TRABALHO ELE DISSENAO PORQUE A PARTIR DAQUELE MOMENTO ERA A FOLGA DELE
DA ASSENTOU EU TAMBEM E COMECAMOS A BEBER
ELE PERGUNTOU SE EU GOSTAVA DE PROVAR UMA CACHACA ESPECIAL QUE TINHA
BOM DISSE SIM
DAI JA VIU NE
PAPO BOM ELE COMECA TAMBEM A FICAR MEIO HIGH EU JA LATINDO
O LEGAL E QUE ERA MACHO MESMO CARA E NAO SACAVA NADA DE MIM
DEBAIXO DA MESA TINHA PERNAS E COXAS GROSSAS MESMO EU DAVA UMAS ENCOSTADAS ACIDENTALMENTE E PEDIA DESCULPAS UMA DUAS VEZES
BOM GOLE ROLANDO
ELE AS VEZES PASSAVA A MAO NO VOLUME ASSIM DO NADA SACOU
TA POR AI

AUGUST acabou de chamar a sua atenção.

AUGUST diz:
TA RUIM A HISTORIA OU TA CURTINDO

Acabei de tomar banho!!! diz:
lendo tudo de cacete duro

AUGUST diz:
TA LEGAL

Acabei de tomar banho!!! diz:
detalhe por detalhe

AUGUST diz:
BOM DIGAMOS NA TERCEIRA ENCOSTADA CLARO ACIDENTALMENTE ENTENDEU
ELE TIPO ASSIM EU ENCOSTO E PECO DESCULPAS ELE DISSE PARA DE SE DESCULPAR CARA TA TUDO BEM
DAI ENCOSTEI E SENTI ATE O VOLUME DOS CABELO DA PERNA
AI ENCOSTEI MESMO
ACHO QUE FOI DAI QUE ELE SACOU
IISSO TUDO DEBAIXO DA MESA ENTENDEU
DAI ENCOSTOU FORTE CARA
QUE TESAO
MINHA CACETA SUBIU LEGAL MESMO
TAVA DE BERMUDA
ELE ENTAO LEVANTA DIZENDO QUE IA AO BANHEIRO
EU DISSE TUDO BEM
NA VOLTA QUANDO VEM ANDANDO EU OLHO DIRETO NO VOLUME DELE SACOU
ELE ME OLHOU NO OLHO E SACOU EU OLHANDO DAI SORRIU
EU SENTI FIRMEZA
VOLTA E ASSENTA NA MESA E ENCOSTA A PERNA FORTE MESMO
JA ESTAVA MEIO BEBADO DIGAMOS
EU BEM LIGADO
DAI LEVANTA DIZENDO QUE IRIA SE BANHAR NA MAIOR E DEPOIS FARIA UM PEIXE ALGO ASSIM SE TOPARIA COMER COM ELE
CLARO EU DISSE TUDO BEM
ELE ENTAO ME PERGUNTA SE GOSTARIA TAMBEM DE TOMAR UM BANHO PRA REFRESCAR LEGAL
OLHA IA
EU ATE AQUELE PONTO NAO QUERIA MOSTRAR NADA ENTENDEU
PRIMEIRO ERA MACHO MESMO
SEGUNDO NAO QUERIA DAR BANDEIRA E NAO SABIA COMO IRIA ENTENDER
ELE MEU NA MAIOR FECHA A JANELA DO BARRACO E A PORTA DIZENDO QUE ERA PRA FICAR MAIS A VONTADE E TIRA A SUNGA INDO AO BANHEIRO
MEU QUE TAMANHO CARA
QUE TAMANHO
E ESTAVA MEIO DOBRADO DE SUNGA SACOU
CARA QUE OBRA DE ARTE
DAI LIGA O CHUVEIRO DEIXA A PORTA SEMI ABERTA
EU TAVA JA PRATICAMENTE TODO MELADO
ELE ENTAO ME CONVIDA A BANHAR TAMBEM
DAI FOI MAIS DO QUE OBVIO SACOU
EU TIRO A ROUPA E ENTRO MEIO ASSIM DE LADO PRA EU NAO SACAR NADA
ERA PEQUENO O BANHEIRO MAS ELE ENSABOADO E ME OLHA BEM FUNDO
EU NAO AGUENTO CARA
CAI DE JOELHOS E BATI DE BOCA FORTE TARADO TENTANDO ENGULIR AQUELE CACETAO QUE AI SIM SUBIU E EU MAL CONSEGUIA POR NA BOCA
CARA ERA MONSTRO
Acabei de tomar banho!!! diz:
demais cara....
AUGUST diz:
VERDADE ISSO AI
ELE ME LEVANTA PASSA SABAO NO MEU CUZINHO LEGAL
ME LEVANTA QUASE NO PEITO DELE E ME BEIJA CARA
EU GOZEI NA MAIOR DO NADA CARA
ELE RALA O CACETAO NO MEU CUZINHO VIRGEM EU DIZIA CARA COMO GOSTARIA DE SEN TIR VOCE DENTRO DE MIM MAS NAO IRIA A GUENTAR
ELE ME APERTA NA PAREDE BEM GOSTOSO NADA DE AGRESSIVIDADE TUDO BEM AMOROSO E GOZA LOUCAMENTE NO MEIO DA MINHA BUNDA
NOS BANHAMOS LEGAL
ELE SENTINDO EU MEIO BEBADO ME ENXUGA E DAI CARA ME PEGA NA MAIOR ELE MOLHADO NU E ME LEVA NO COLO NA TOALHA PRA CAMA DELE
EU JA NAO SABIA MAIS
RELAXO ELE VOLTA COM A ULTIMA CERVEJA
BEBEMOS UM RAPIDO COPO
E DO NADA ME PEDIU SE PODERIA VESTIR UMA CALCINHA SEI JA SE ERA A ESPOSA OU COMPANHEIRA
EU VISTO
ELE DEITA EM CIMA DE MIM CARA MINHA PISTOLA SUBIU LOUCAMENTE
ELE ENFIA O CARALHO DELE NO MEIO DAS MINHAS PERNAS E ME BEIJA
BEIJA LOUCAMENTE MEU
CARA TEM DETALHES AI QUE NAO ME LEMBRO
MAS LEMBRO QUE ESTAVA EXAUSTADO E ELE QUERENDO ME COMER EU QUASE IMPLORANDO NAO E QUERENDO TAMBEM
ELE TENTA E POE A CABECA MAS NAO DAVA MEU ERA GIGANTESCO

Acabei de tomar banho!!! diz:
hummmmmmmmmm

AUGUST diz:
DAI ENFIA O ENORME DEDO NO MEU CUZINHO ME A BRINDO LEGAL
ENFIA O DEDO MESMO EU GEMENDO DE PRAZER E DOR
LEMBRO QUE FEZ DE TUDO MENOS ME ABRIR QUE EU IMPLOREI QUE NAO PORQUE ERA VIRGEM E NAO AGUENTARIA
OLHAEU LEMBRO QUE ESSE CARA GOZOU ASSIM UMAS TREIS VEZES MEU
E ERA JORRO MESMO DE PORRA CARA
EU LEMBRO QUE QUASE QUE APAGUEI EM DORMIR LA
ACORDEI ASSUSTADO ELE RONCANDO E LEMBREI QUE ERA TARDE DIGMAOS PASSOU UM BOM TEMPO
LEVANTEI APRESSADO E FUI ATE A TENDA
POXA AINDA BEM OS AMIGO NAO HAVIAMA CHEGADO
POR LA DORMIR TINHA MINHA TENDA PROPRIA CLARO AO LADO DA DELES
ACORDEI CEDO NO DIA SEGUINTE
RESSACAO
AO BANHEIRO ME LAVEI
FUI PARA O REFEITORIRO
TOMEI AQUELE SUPER CAFE
DE REPENTE SA O VEJO DE BERMUDAO LEGAL CORTANDO A GRAMA DO JARDIM
BEM SEM NINGUEM SACAR ELE PISCA O OLHO E SORRI
DAI ACABOU
CARA ATE HOJE EU SONHO
GOSTOU