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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

TRANSEI COM MEU PAPAI • DESEJAVA MEU PAI E DEI O CU NUM INCESTO



Até então eu não sabia, ou fingia ignorar aquele desejo em mim. Ele nunca me fora interessante à primeira vista, pelo menos, eu não notara meu pai até que um dia meu amigo quase que tremendo me confidenciara, na maior cara de pau, que meu pai era um tesão. Arregalei os olhos, não por causa da declaração inesperada de meu amigo, mas por me pegar relutantemente concordando com ele, e por mais que eu quisesse, eu não consegui negar o que eu lhe havia respondido. Lutei para que meu olhar sobre meu pai fosse o mesmo de antes (apenas o olhar de um filho que amava e admirava seu pai), mas como a larva de um vulcão que agora eruge incessantemente, tornando manifesto o que era antes latente, meu novo olhar manifestava agora desejos contidos e inconfessáveis.

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Suas pernas peludas e atléticas, seus olhos verdes emoldurando um rosto másculo, simétrico e maduro e seus cabelos negros e lisos tinham agora um novo significado para mim. Fazia agora questão de entrar em seu quarto e fragrá-lo saindo do banho, por vezes inteiramente nu, por vezes cobrindo o corpo com uma toalha.


À noite, meu corpo se contorcia de prazer na cama, pensando no corpo delirante de meu pai abarcando o meu, como um macho que cobre uma fêmea no cio. Eu era seu filho mais novo, entre três irmãos mais velhos, acabara de completar 18 anos, mas como caçula, eu ainda era paparicado por todos, por minha mãe, meus irmãos e, é claro, meu pai. Não sei se isso era uma vantagem para mim, visto, por vezes, meu pai, como os demais da família, ser excessivamente protetor e carinhoso para mim. Ele não me sabia com desejos que a religião de seus pais (meus avós) tornara proibido o incesto e o amor entre iguais, embora meu pai de longa data houvesse abandonado a fé que seus antepassados guardavam de tradição há séculos.

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Eu não o queria mais apenas como meu carinhoso pai, mas como o amante de minh’alma, embora doesse a consciência roubar para mim o homem de minha mãe. Mas meu desejo me roubara a razão e me faria dali por diante agir estranhamente na busca por seduzir meu pai. Como disse antes, fazia questão de flagrá-lo saindo do banho e ainda, de ficar mais vezes perto dele e de ajudá-lo mais tempo na loja de peças e utensílios para bicicleta que ficava no térreo de nossa casa. Insistia em passar roçando sua pele e em uma vez em que estávamos sozinhos em casa, enquanto ele tomava banho, fingi muito sono e deitei em sua cama só de cueca, deixando à mostra as formas salientes de minhas nádegas. Ele me acordou, acreditando em meu cansaço e distração. Comecei a piscar discretamente os olhos para ele em algumas ocasiões e numa viagem para a casa de campo de meus tios, fiquei no banco de trás do carro, mirando o rosto de meu pai pelo espelho retrovisor, piscando os olhos duas ou três e mordendo os lábios e passando a língua discretamente pelos mesmos, enquanto abria à boca algumas vezes suspirando. A partir daí, o rosto de meu pai se tornou mais estranho e misterioso, como se começasse a indagar e a peceber minhas inquietantes intenções. Eu fiquei feliz, pois só saberia se eu teria alguma chance se ele começasse a se indagar o que poderia ir além de um olhar de um filho… Como a casa de campo de meus tios era pequena, tivemos que dormir, todos os homens, numa fila de colchões sob o chão da sala. É claro, fiz questão de dormir junto de meu pai, com as costas viradas para ele. Em certa hora da madrugada, aproximei meu bumbum para mais perto dele e pude sentir um volume que aumentava na medida em que eu me demorava encostado, embora tremendo de medo e emoção, com minha bunda em suas virilhas e coxas tão quentes…

Notei seu consentimento em me deixar ali tão pertinho de sua prova de virilidade e na escuridão da sala me demorei o mais que pude naquela situação, embora estivesse ofegante de desejo e sem fôlego. Meu pai fazia alguns movimentos de contração leves e discretos, até que ele parou, talvez por ter gozado sob a cueca. Levantamos pela manhã e quando olhei para meu pai, seus olhos não quiseram encontrar os meus. A partir daí, seu comportamento se tornou mais frio e arredio em relação a mim, embora eu percebesse que aquilo era sinal de que eu realmente mexera com os sentimentos dele sobre mim. Quando voltamos da viagem, de vez em quando seu olhar misterioso se voltava para mim, que continuei a fazer sinais sinuosos e lânguidos de desejo. Não demorou muito até que um dia estivéssemos de novo um dia sozinhos e enquanto ele tomava banho, me pus sob sua cama sem roupa, com minha bunda arrebitada à mostra. Não pude ver quando ele saiu do banho, porque meu rosto estava entre os travesseiros. Apenas senti seu toque suave fazendo voltar meu olhar para ele, que apontava com seus dedos seu membro que enduecia. Aquilo para mim se tornaria a maior emoção de minha vida até então. Não podia acreditar que finalmente teria meu pai para mim. Fiquei de pé e abracei-o. Ele não disse uma só palavra. Apenas suspirava. Desci minhas mãos por sobre seu corpo e agarrei seu membro potente já muito duro, com a glande rósea e bem desenhada. Coloquei em minha boca o instrumento que um dia inseminara a mim no ventre de minha mãe e quis apenas senti-lo lá, com uma pulsação forte e cheio de uma energia avassaladora. Como era lindo contemplar de joelhos o corpo másculo de meu pai, mostrando toda sua pujança e virilidade em suas formas viris e no seu membro latejante, quente…Fiz carinho nele com minha língua e lábios e, a partir daí, fui o mais feroz e voraz que pude com a minha boca.



Abocanhei seu pau como se nunca tivesse chupado outro pau em minha vida, mas aquilo era um presente para mim. Eu ia da glande à base e da base aos seus sacos tenros e carregados de leite. Ele gemia e dizia que queria me penetrar, e que desejava isto desde aquela noite na casa de campo. Queria ter em sua posse meu cuzinho ardente e febril. Eu tremi ao ouvir aquilo. Disse que sim e aquela estava prometendo ser uma foda maravilhosa. Meu pai, apenas com uma cusparada farta de saliva e tesão, lubrifica meu cuzinho e enfia com uma mistura de cuidado e desejo seu pau quente grande em mim. Eu não sabia o que era maior, se a dor ou a emoção de ver aquele cara, que mais do que nunca, representaria um tabu e um desejo mais do que proibido, adentrando as minhas entranhas com uma cara delirantemente deliciosa de prazer. Como estava numa posição que me permetia ver seu rosto, pedi por seus lábios e enfiei minha língua selvagemente em sua boca. Era um delírio transcendental, porque agora, em meios aos beijos tórridos, meu pai me fodia loucamente com movimentos intensos e cada vez mais rápidos de vai e vem. Por vezes, gostava de mirar meu cuzinho aberto e gostoso sendo fodido por sua pica. Tentamos outras posições, mas foi na mesma posição inicial em que ele me penetrou que com movimentos loucos de prazer ele despejou uma camada espessa e farta de sua porra em mim. Pude sentir sua porra escorrendo quente de meu ânus enquanto seu pau continuava lá enfiado e e já quase posição de descanso, com meu pai ainda dando os últimos urros de prazer, e imediatamente busquei com meus dedos um pouco daquela carga de esperma deliciosa que provei com minha boca e ainda fiz questão de compartilhar com ele o gosto de sua porra através de um beijo longo e demorado.

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A partir daí, nossos momentos de prazer passaram a acontecer sempre que a ocasião permitia. Realizei muitas fantasias com meu pai. Transei muitas vezes com ele em seu carro, quando ele ia me buscar na faculdade. Uma vez fodemos deliciosamente no mato, quando toda a família realizava um piquenique perto de uma cachoeira. Me tornei seu companheiro constante, ia com ele malhar na academia, ou fazer caminhadas ou correr na praia junto com ele. Meu pai foi o melhor e mais ardente macho e amante que já tive, até que um dia me formei na faculdade, me casei, chegaram os filhos e tive que morar numa cidade distante, por conta do trabalho que eu e minha esposa havíamos arranjados. Quando o tempo e o dinheiro permitem, volto à minha cidade para rever minha família e, é claro, meu pai, mas hoje em dia somos apenas pai e filho, pois meu pai se recusa a repetir nossos heróicos e eróticos atos de amor, e o que se passou entre nós, fica apenas como uma ardente recordação do passado.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

SEXO COM OS PRIMOS NO SITIO DA MINHA TIA • DEI O CU GOSTOSO PARA DOIS


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Eu tinha uma tia que morava num sítio, com marido e dois filhos, onde fui passar uns dias de minhas férias.

Meus primos, ficaram super felizes com minha visita, já que por ser da cidade grande, eu sempre tinha novidades.

Aquela estadia no sítio, sempre foi muito divertida, vivíamos correndo, andando a cavalo, nadando pescando, enfim, mil e uma atividades, diferentes de minhas rotinas.

Meu primo, Henrique era mais velho que Cesar uns 3 anos, e que eu 1 ano; era sempre o mentor dessas atividades.

No sítio havia um curral, íamos tirar leite de manhã, a tarde andávamos pasto adentro, caçando o que fazer, foi aí que Henrique teve a idéia de comer uma bezerra mansinha, até ensaiou, ficou de piru duro, tentando montar, o que foi impossível devido a altura, ficaram os dois tentando me mostrar suas habilidades, sem sucesso algum. Havia riacho, de águas cristalinas, rasinho, então tivemos a idéia de represa-lo, fazendo uma espécie de piscina natural. Como as instruções de nossa tia, era de que poderíamos brincar sem aprontar, Henrique deu a ideia de brincarmos pelados, com receio da mãe ver nos com shorts molhados.

Eu, ali olhando aqueles dois paus, tamanhos normais, Henrique um pouco maior, quando lembrei deles duros tentando comer a bezerra, aflorou aquele instinto de persuasão.

A medida que colocavamos pedras formando a barragem, não era nada muito fundo, então facilitava eu expor minha bundinha arrebitada deixando meu cuzinho a mostra.

Depois de montada a represa, Henrique sugeriu ficarmos imóveis, para que a água ficasse menos toldada,devido ao remanejamento das pedras, e eu fiquei exatamente na posição bundinha arrebitada por fora d'água. Não demorou muito, nas brincadeiras, eu ser encoxado, esbarradas, até que Henrique propôs uma brincadeira de aposta, quem perdesse pagaria uma prenda.

Era óbvio que eu perderia todos, e pra começar, fui designado a virar uma cambalhota, foi se sucedendo tarefas, somente eu e Cesar pagavamos, pois Henrique ganhava sempre.

Até que fui convocado a mostrar o cuzinho pra eles, isso mesmo, tive que ficar de bunda pra fora d'água, e abrir a bundinha pra eles olharem meu cuzinho bem de perto

Ali se iniciou tarefas de cunho sexual, tipo deixar colocar o dedo no cuzinho, foi torturante, eu querendo dar a bunda pra eles, e eles encostando dedo, eu louco para enfiarem. Até que Henrique se aproximou de meu rosto, e falou no meu ouvido vc que a próxima tarefa seria chupar o pau deles, olhei, estava próximo a mim, duríssimo, levei a mão, segurei, quando menos se esperava eu estava chupando os dois, intercaladamente.

Eu sabia que iam querer me comer, e ali dentro d'água não rolaria eu queria dar pra eles, propus sairmos da água e um descampado enquanto eu chupava Cesar, Henrique tentava colocar o pau duríssimo no meu cuzinho, até colocar a cabeça e gozar, me lubrificando e conseguindo colocar tudo.

Depois foi a vez de Cesar, que pegou o caminho aberto, metendo até gozar. Virei a bezerra deles, me comeram, e prometeram que a noite teria mais.

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E teve, a noite, nem fizemos questão de ver TV, fomos deitar cedo, fiquei na cama com Henrique, enquanto Cesar esperava na cama dele. Não poderíamos dar bandeira, pois a porta do quarto estava aberta.

Henrique amoitou um pote de Nívea da tia, quando abaixei o shorts, por baixo do lençol ele já estava de piroca dura, foi encaixar e disfarçadamente socava a piroca.

Fiquei igual uma puta, de cama em cama .

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

TRANSEI COM O NAMORADO DA MINHA PRIMA


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Olá, meu nome é Vinicius , tenho 20 anos e sou de Pernambuco , este relato que farei agora é a mais pura verdade, aconteceu há duas semanas, na minha casa. Há tempos já vinha sacando intimidade demais entre eu e o namorado de minha prima (o nome delé é Matheus), eram insinuações, piadinhas, mas tudo sempre dentro do mundo hetero, até que num sabado fizemos uma festa em minha casa, eu, ele, e mais umas 10 pessoas, bebemos demais e lá pelas 4 da manhã a galera começou a ir embora, ficando em casa somente eu, minha prima, minha namorada e o Matheus, decidimos dormir, as meninas em um quarto e os meninos em outro, fechamos a porta e o Matheus já foi logo deitando no colchão ao lado da minha cama, apaguei as luzes e deitei também, passado uns 15 minutos ouvi uma risadinha do Matheus dizendo: "Vini, dá uma olhada" qdo olhei não dava para ver direito, mas percebi que ele estava balançando o pau já duro, e disse acho que vou ter que bater lá no quarto das meninas, foi qdo eu, já com intenção de dar o cuzinho falei: Cala a boca meu, vamos dormir, daí ele falou que não conseguia dormir de pau duro e pediu se eu poderia dar uma "maozinha" pra ele, não pensei duas vezes e disse que se ele fizesse o mesmo não haveria problema, qdo terminei de falar jah estava ele deitado em minha cama, começamos a nos beijar e logo tomei a frente e fui indo pra baixo, coloquei-o de barriga para cima e comecei a mamar naquele cacete durão, grande, grosso e sedento por um buraquinho, (devia ter uns 19 cm) ele gemia de prazer, sentia sua respiração cada vez mais forte, qdo ele me retribuiu o boquete fui à loucura!!! Logo que terminou de me chupar me deitou de barriga para baixo, fechou minhas pernas, abriu minha buninha, passou saliva no meu cu e no seu pau e começou a forçar a entrada, comeceia gemer baixinho (isso o deixava mais doido) qdo senti que estava entrando de fato relaxei, a dor era muito forte, mas a vontade de dar pela primeira vez era maior, comecei a rebolar e ele a sussurar no meu ouvido "rebola viadinho, gosta assim bem no cuzinho neh?, rebola pro macho da sua prima e agora seu macho tbm) isso me deixava louco ate que comecei a forçar minha bunda pra traz pressionando mais seu cacete e senti os jatos de porra dentro de mim, logo ele tirou o pau do meu cu, todo babado e foi deitar na cama dele, dei ali, naquela noite, sem poder fazer um barulho, sem poder gritar... Adormeci e acordei com ele na minha frente dizendo que aquilo era o nosso segredo!!!!

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sábado, 23 de novembro de 2019

MEU CUNHADO SAFADO ENRABOU MEU CU • SEXO EM FAMÍLIA


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Era sábado do mês de maio deste ano, almoçamos após tomarmos umas cervejas Após arrumar a cozinha onde todos participaram com um pouco minha esposa Paola e Laura minha cunhada tinham cabeleireiro marcado e como iam fazer tratamento só voltarem por volta do início da noite. Fiqueiem casa com Rodrigo meu cunhado. Somos casados com as duas irmas. Ficamos jogando conversa fora, política , esporte, mulheres, etc. Como elas iam demorar e só voltariam bem mais tarde, fomos tomar um banho e tirar um cochilo, pois era de praxe dormir um pouco no sábado a tarde, Rodrigo também foi. Então ele foi no quarto de hóspede para tomar seu banho. Por minha vez fiz o mesmo vim para meu quarto , tomei um banho gostoso, coloquei uma cueca bem pequena e apaguei na cama deitado de bruços com o bumbum pra cima. Quando estava no melhor do meu sono, comecei a sentir tocando meu traseiro. Estava gostoso e excitante. Claro que logo percebi que era ele, fingi estar acordando aos poucos e fazendo surpresa:
- É Você?
- Está gostando?
- Eu?
- Sim! Isto te excita? Desculpa sempre desejei seu traseiro, nunca tive coragem – disse ele já baixando de vez minha cueca para ele devorar com os olhos meu traseiro, roliço e gostoso. Estava muito excitado, fiquei mesmo sem reação.
- Quer dizer que….
- Não diga nada – disse ele me virando de lado, e tocando seu corpo já nú no meu, e, sem deixar reagir começou a me beijar.
- Estou adorando! Você me excitou sabia? - disse entre um folego e outro que tomava nos beijos que trocávamos deliciosamente.
Nunca, poderia que iria isto acontecer.Estava ali eu e meu cunhado, nús, abraçados e a trocar carícias em minha própria cama. Ele confesso é lindo! Maravilhoso! E algo mais surpreendente, minha cunhada gostava de um cacete enorme, pois o dele beirava uns vinte Foi uma vez só, mais ela disse que doi muito….disse ele dando uma risadinha.
- Também! - disse rindo olhando seu cacete, estupidamente duro e que roçava meu corpo e me enxia ainda mais de prazer.
Ele não perdeu tempo mais, apontou em direção da minha boca seu enorme briquedo o que abocanheir e comecei a chupar deliciosamente, mal cabia em minha boca. Enquanto chupava seu cacete pronto para explodir eu acariciava seus testículos, fazendo gemer de prazer.
Após longos minutos ele enfiou sua língua em meu rabo, petrou bem gostos e poderia sentir ele me foder com sua língua deliciosa.

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Ele trepava como nínguém. De verdade sempre sonhei com esta hora, mais não poderia imaginar que seria com meu cunhado. Que homem delicioso. Que homem maravilhoso era ele. Acho que ele me ajudou a me realizar e sair apenas de um sonho para viver a realidade. Ele cavalgava deliciosamente no meu traseiro, gemíamos de prazer, enquantos nossos corpos pingavam suor, molhando toda a cama. Em momento ele me levantou, abriu minhas pernas, colocou sobre o seu ombro a perna esquerda e de pé meteu seu cacete feroz, com muita vontade, o desgraçado mais parecia aqueles atores porno. Foram diversas as posições e ao fim ele passou a masturbar-se até fazer jorrar farta quantidade de seu néctar delicioso em meu rosto, boca. Com minha língua eu explorava para não perder nada do seu leitinho e podia sentir a delícia do seu tesão.
- Gostou? Perguntou-me ele com a cara mais safada do mundo
- O que quer que diga? Perguntei com um sorriso! Este é nosso segredo não é?
- Sim! Nosso segredo.
- Quero outras vezes, mais e mais….
- Quanto você quiser – disse-me ele.
Então passamos a viver nosso segredo. Ele sempre discreto, mais sempre brincalhão. Tivemos outras vezes e vou relatar cada momento que tivemos. Cada experiência mais gostosa que a outra. Irei contar tudo a vocês. Trata-se de um caso que realmente aconteceu e ainda acontece entre ele e eu.

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