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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Perdi minha virgindade anal para meu primo, um incesto na casa da família (primos transando)

O primo me comeu na aposta da piscina — e eu pedi de novo à noite
Relato enviado por um assinante e adaptado pelo Contos de Banana. As fotos foram criadas com IA. Qualquer semelhança é coincidência.




Meu primo se chamava Caio. Vinte anos. Corpo de quem vive na rua e na academia sem parecer que treina: peito largo, barriga no lugar, braço e perna peludos, sorriso fechado de quem já sabe o efeito. Em Ribeirão Preto pegava geral. Cantava de moça da faculdade a mulher de quarenta. Punha muito adulto no chinelo.

Eu tinha acabado de fazer 18. Ele percebeu e começou a meter conversa: que homem tinha que atacar, que eu estava atrasado. Eu ria, imaginava mulher — e ficava inquieto sem saber por quê.

Um sábado à tarde, só nós dois na piscina da casa dos meus pais. Mãe e irmã tinham saído. Conversa de primo descambou. Sungas marcando. Comentei que estava doido na Marcela, vizinha.

Ele tirou onda.

— Ainda não comeu ninguém e já fala de cu. Daqui a pouco falam que você é viado.

Mandei ele se lascar. Que eu gostava de mulher. Ele não parou: quem pensa demais em cu está escondendo coisa. Perdi o tesão. O pau baixou. O dele também.




— Você que fica falando. Deve ser você.

— Eu gosto de mulher. Meu pau baixa só de assunto de homem.

— Duvido. Deve ficar duro na hora.

— Quer ver? Mostra o seu. Meu pau nem mexe.

A conversa ficou estranha. Nunca imaginei aquele papo com o primo machão. Ele viu que eu travei e puxou a aposta para dentro de casa, até o meu quarto.

— Abaixa a sunga.

— Não vou.

Ele baixou a dele, virou de costas e esfregou a bunda peluda em mim. Meu pau subiu na hora. Ele se virou, rindo.

— Olha quem ficou duro.

— Você que esfregou.

— Homem não fica duro com homem. O meu está mole. Pode fazer o que quiser.

Mostrou. Estava murcho. Eu, ofendido e confuso, caí no jogo.

— Quer ver o seu subir?

Baixei a sunga e virei. Ele abriu, olhou, falou besteira para me desestabilizar, depois puxou minha bunda contra ele. Quando encostei, senti o pau dele duro no meio.

— Já está duro — falei, achando que tinha ganhado.

Ele se afastou um segundo, eu virei para olhar — e ele puxou a cintura. Entrou fundo de uma vez. Gritei. Os olhos encheram. Tentei sair. Ele segurou dois segundos e soltou.




Levantei querendo bater. Ele era maior, segurou minhas mãos, rindo.

— Pode ficar bravo. Já foi.

— Você me machucou.

A voz dele baixou, firme.

— Ninguém precisa saber. Se você quiser que morra aqui, fica. Se fizer barulho, a história que corre é outra.

Eu tinha 18. Medo da rua, da família, do nome. Pedi para não contar. Ele prometeu se eu deixasse terminar. Doía. Ele disse que ia devagar. Mentirosa a frase — e eu, inexperiente, acreditei.

Virei de quatro no chão. Fechei os olhos. O corpo dele colou nas minhas costas. Não era carinho: era para eu não sair. A segunda estocada veio igual à primeira. Gritei de novo. Ele metia no ritmo que queria — forte, depois lento, depois forte. Nos momentos lentos aparecia um fio de prazer. Nos rápidos, só o impacto.

Não sei quanto tempo. No fim acelerou, tremeu, gozou dentro. Saiu mole. Eu continuei no chão.

Levantou, vestiu a sunga.

— Se contar para a sua mãe, eu conto que você pediu.

Saiu. Demorei para levantar. Banheiro. Banho longo. Quarto trancado o resto da tarde. Quando a mãe chegou, fingi estudo. Dormi tarde. Sonhei com ele. Acordei duro. Só dormi de novo depois de gozar sozinho, com raiva e tesão misturados.

Dali em diante a coisa não parou no Caio. Nem em Ribeirão. Eu já era maior. O que começou numa aposta idiota virou o gosto que eu fingia que não tinha.

Relato adaptado. Fotos, se houver, são de IA. Semelhança com alguém real é coincidência.