O pai de 50 deixou eu chupar enquanto “dormia” e na terceira noite me comeu
Relato adaptado. Os dois são adultos. Qualquer semelhança é coincidência.
Meu nome, neste conto, é Rafael. Tinha 18 quando aconteceu. Hoje tenho 20. Magro, pele lisa, bunda que eu já sabia marcar na calça. O homem da casa era o Renato, meu pai. Cinquenta anos, alto, peito peludo, cheiro de macho. Vivia sem camisa. Eu secava ele no sofá com a cerveja na mão e fingia que era outra coisa.
Morávamos em Uberaba. Um sábado a mãe viajou: o avô doente, um mês fora. Ficaríamos só nós dois. Tesão e medo no mesmo copo.
Ele levou ela na rodoviária. Quando voltou, sentou na frente da TV, tirou a camisa. Eu no sofá, almofada no colo. Ele olhou.
— Tá com tesão? Não tem mulher aqui.
Ri. Falei de idade. Ele não sabia — ou já sabia — que o tesão era nele.
À noite bebeu e foi dormir. Entrei no quarto. Barriga para cima, cueca. Mão no peito. Não se mexeu. A mãe sempre disse: sono pesado, temporal não acorda. Beijo no peito. Cueca baixa. Mesmo mole, grande. Cheiro, boca. Foi crescendo. Dez minutos. Gemeu. Gozeu na minha boca, muito. Limpei, guardei, voltei para o meu quarto.
De manhã, café normal. Perguntei se tinha dormido bem sem ela.
— Dormi tão bem que parecia sonho. Queria o mesmo sonho hoje.
Gelei. Passei o dia nisso: estava acordado?
Na noite seguinte ele só disse, na porta:
— Tomara que sonhe de novo.
Eu fugi para o quarto. Semanas assim. Evitei. Faltava uma semana para a mãe voltar.
Calor. Ele de regata. Estranho: em casa era sempre peito nu.
— Tira isso. Está suado.
Olhou, riu de canto, levantou e tirou. Corri para o banheiro. Quase gozando, ele bateu.
— Rafael, está bem?
Entrou. Me viu. Fechou a porta e saiu. Quando foi dormir:
— Tomara que sonhe de novo. Mas no meu quarto.
Espiei. Pelado na cama. Alisei o peito, boca no pau. Cinco minutos. A mão dele desceu na minha cabeça e empurrou. Engasguei. Pulei. Desculpa na boca.
— Eu sei desde a primeira noite.
Estava acordado quando entrei. Gostou do peito, do beijo, da boca. Não falou para não estragar. Vi o olhar no sofá. Vi a corrida para o banheiro.
— Acabou o mistério. Vem. É isso que você queria.
Caí de boca. Gemeu alto. Me pôs de quatro. A cabeça no cu.
— Sou virgem. Devagar.
Ele não foi devagar. Entrou com força. Doeu. Gritei. Cinco minutos ruins. Depois a dor virou outra coisa. Bolas batendo. Eu pedia mais. Cada palavra, ele metia mais fundo.
Deitou e me chamou para cima. Sentei, mãos no peito peludo, rebolei. Duas horas. Quando avisou que ia gozar, desci a boca e engoli.
Dormimos ali. De manhã a mão dele me acordou, já convidando de novo.
A mãe voltou. Quando dá, a gente ainda se encontra. Ela acha que o filho faz companhia boa para o pai. Não imagina o resto.
Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.


