sábado, 19 de setembro de 2026

Motoboy Caminhoneiro que conheci no Juventus da Mooca, voltou para me comeu gostoso (Parte 2) - Cu e rola branquinha

Continuando....

Dois dias depois da proposta, ele mandou mensagem de manhã cedo.

— Hoje eu tô de folga de novo. Ela topou. Se você ainda topa, a gente passa aí depois do almoço.

Eu respondi que sim. Fiquei o resto da manhã inquieto. Café, banho, cama arrumada e desarrumada de novo. A calça já marcava só de lembrar o pau dele na minha boca e o peso da barriga dele nas minhas costas.



AVISO IMPORTANTE:

O conto foi escrito a partir de um relato real de um assinante, mas o rosto das pessoas não. As fotos foram feitas com IA, apenas com as características corporais descritas no relato. Essas pessoas não existem, essas fotos são IA. Se parecerem com alguém real, é apenas coincidência.

Chegaram perto das duas.

Ele entrou primeiro, o mesmo jeito da outra tarde: short azul, boné NY, peito limpo, sem tatuagem, mais forte e mais gordinho do que na foto da estrada. Cheiro de sabonete e baseado fresco. Atrás dele veio ela.

Mulher de uns trinta e oito, trinta e nove. Cabelo escuro preso, corpo de quem pariu cedo e não fez dieta nenhuma. Quadril largo, peito pesado, barriga macia. Olhou o apartamento, olhou para mim e sorriu sem vergonha.

— Então você é o da Mooca.

Ele riu, já tirando o boné.

— Pode falar com ele. Ele já chupou meu cu com gosto.

Ela não se ofendeu. Pediu água, sentou no sofá, cruzou a perna. Ele acendeu o baseado no cinzeiro da mesa e passou para ela. Ela puxou, segurou, soltou a fumaça devagar e olhou meu volume.



— Ele não mente. Você tá durinho desde que a gente entrou.

Fui para a cozinha fazer café. Quando voltei, ele já estava sem camisa, a mão na coxa dela. Ela me chamou com o queixo.

— Vem cá.

Sentei do outro lado. Ele no meio. A barriga dele encostava nas duas. Ele me beijou na boca com gosto de fumaça. Ela puxou meu queixo e beijou também — beijo mais lento, língua quente, mão no meu peito. Os três se encostando naquele sofá pequeno da Mooca.

Ele abriu o short. A pica saltou do mesmo jeito: grossinha, branquinha, dezessete, dezoito. Ela segurou na base e olhou para mim.



— Chupa. Quero ver.

Ajoelhei. Chupei ele com ela olhando. Ela passava a mão no meu cabelo loiro, às vezes puxava para eu ir mais fundo. Ele gemia e fumava. Depois ela se abaixou junto. Duas bocas no mesmo pau. Saliva, riso, a cabeça dele batendo ora na minha língua, ora na dela.

— Quarto — ele disse.

Na cama ele deitou no meio. Eu de um lado, ela do outro. Chupamos o saco, a virilha, a barriga. Ela subiu no peito dele e sentou no rosto. Ele comeu ela com barulho, a barba raspada raspando. Eu chupava o pau ao mesmo tempo, sentindo ele tremer embaixo dos dois.

Depois ele me virou.

— Senta de novo.

Camisinha. Sentei devagar, o pau grosso abrindo, a barriga dele encostando na minha. Ela ajoelhou na frente e beijou minha boca enquanto eu rebolava. Mão dela no meu peito, mão dele na minha cintura. O quarto cheirando a maconha, suor e sexo.

Ele pediu para eu sair. Deitou ela de quatro. Entrou nela por trás, fundo, a barriga batendo. Mandou eu ajoelhar na frente dela. Ela chupou minha pica enquanto ele fodia. Gemido dela na minha pica. Gemido dele no pescoço dela.

Trocamos de novo. Eu de quatro, ele no meu cu, ela deitada na frente para eu chupar. O pau dele ia e voltava, grosso, quente. Ela segurava minha cabeça e falava baixo:



— Isso. Toma gostoso.

Passamos a tarde inteira. Beijo de três. Barriga com barriga com barriga. Ele fumou o que restava. Dormimos um sono curto, os três enroscados, o ventilador velho girando.

Perto das seis ele se vestiu. Ela passou batom de novo no elevador. Na porta ele me beijou na boca e falou no meu ouvido:

— Semana que vem eu tô na estrada. Quando eu voltar, a gente marca de novo. Dessa vez no caminhão.

Ela riu.

— Ou na minha casa. O quarto é maior.

Desceram. Fiquei no corredor com o gosto dos dois na boca e a cama ainda quente.

Se quiser, no próximo capítulo eles voltam — casa dela, cabine do caminhão, ou os dois de novo na Mooca.

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