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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

NEGÃO CASADO E EVANGÉLICO, TECNICO DA CLARO COMEU MEU CUSINHO (PARTE 2) - 2 TECNICOS DE TELEFONIA ME COMERAM

Continuando... (Parte 2)

Na primeira parte eu contei que conheci um negão, casado, evangélico que é tecnico da Claro, mas que a esposa não quer transar mais, então a gente se conheceu, transou gostoso algumas vezes e ele prometeu voltar, e voltou...




Mas não veio sozinho.

No Telegram, de tarde, Edson mandou um áudio baixo, como quem fala no banheiro do serviço:

“Tem um parceiro da Claro. Trabalha comigo. Casado também. Mulher evangélica. Mesmo problema. Forte, gordinho, preto. Nunca comeu homem. Tá doido. Posso levar?”

Pensei dois segundos.

Mandei: pode.



Eles chegaram perto das 21h. Chuva fina de novo na Zona Norte. Duas motos. Dois capacetes. Duas jaquetas de técnico.

Edson entrou primeiro.

Atrás veio o outro: Marcos. Mais baixo um pouco, mais barriga, peito largo, barba fechada, mão grossa de quem passa o dia em poste e caixa. Cheiro de rua e de chuva.



Fechei a porta.

Levei os dois pro quarto.

Tirei a roupa. Fiquei só de calcinha branca.

Eles se olharam. Aquele silêncio de homem que nunca fez isso e já está duro só de ver.

Edson chegou atrás de mim, passou a mão na bunda, como da outra vez.

Marcos ficou parado uns segundos, respirando pesado. Depois chegou na frente, segurou meu queixo e mandou eu ajoelhar.




Dois paus. Grossos. De casado com tesão acumulado.

Dois gemidos baixos.

Duas mãos na minha cabeça.

Edson falou no meu ouvido:

“Trata a gente como puta trata. A mulher não faz isso.”

Fiz.

Um na boca, o outro encostado no rosto. Troca. Saliva. Tapa leve.

Marcos xingava baixo, quase sem jeito no começo. Depois soltou. Tesão ganha da vergonha.

Edson pediu camisinha e lubrificante.

Me jogou de quatro. Enfiou primeiro, com força, do jeito dele. Marcos ficou na frente, me fazendo chupar enquanto o outro socava.




A cama batia. A chuva no vidro.

Dois homens casados, dois técnicos da Claro, dois corpos gordos e fortes em cima de mim.

Quando Edson cansou do ritmo, saiu e mandou o amigo entrar.

Marcos enfiou mais devagar no começo — grosso, barriga encostando nas minhas costas — e depois acelerou. Segurava minha cintura com mão grande.

Edson ficou do lado, batendo punheta, olhando, falando putaria.

Perguntaram se eu engolia os dois.

Disse que sim.

Primeiro o Marcos. Gozo grosso, bastante, na língua.

Depois o Edson, de novo, como da outra vez.

Engoli. Chupei o resto.

Os dois no banheiro. Água correndo. Risada baixa de alívio.

Quando voltaram, já se vestindo, Marcos perguntou se podia voltar.

Falei que sim.

Edson sorriu aquele sorriso de quem achou válvula de escape.

Agora são dois.

Dois técnicos. Dois casados. Dois gordinhos fortes da Zona Norte.

Pois é, galera.

O amante trouxe sócio.

Se tiver outra parte, eu conto pra você, espero que tenham gostado.

NEGÃO CASADO E TÉCNICO DE TELEFONIA DA CLARO, COMEU MEU CU E QUER SER MEU AMANTE (PARTE 1) - Evangélicos em São Paulo

Essa aconteceu recentemente, nesse sábado 12/09. Muito frio e chuva em São Paulo, daquele tempo cinza que na Zona Norte de São Paulo. Quem mora por aqui sabe como é.




Fim de semana chegando e meu cusinho coçando. Então entrei num daqueles bate-papos que tem na internet, usando o nick "Machinho de Fio dental".

Não demorou. Os caras começaram a chamar. Quase tudo enrolação: queriam foto, queriam ver, queriam fantasia e ninguém queria sair de casa. Fiquei um bom tempo ali, filtrando conversa.

Por volta das 21h um cara me chamou.

Edson. Técnico de telefonia da Claro. Ele disse que era preto, alto, forte, ombros largos, voz grossa. Roludo de 19 cm. Do jeito que eu gosto.

Começamos a trocar ideia.

Ele disse que era casado. Que a esposa tinha virado evangélica havia quatro anos e, depois disso, nunca mais fez sexo com ele — nem com ninguém. Que vivia de punheta no banheiro, no carro, no intervalo do serviço.

Nunca tinha ficado com homem. Nunca tinha traído depois de casar. Mas depois que ela entrou na igreja, o sexo acabou. Ele ainda ia com ela duas vezes por semana. Só que não aguentava mais. Estava doido pra transar. E, mesmo se dizendo hétero, falou sem rodeio: comeria o cuzinho de um viadinho de tanto tesão.

Falei que eu estava disponível.

Ele pensou um pouco. Trocamos Telegram. Conversamos mais. Mandamos foto.

Ele era homem com cara de homem. Barba por fazer, pescoço grosso, peito largo, aquela cara de quem passa o dia subindo poste, abrindo caixa de telefone e andando de moto pela Zona Norte. Macho mesmo.




Combinamos. Ele iria na minha casa às 21h30.

A desculpa pra esposa: chamado urgente de linha. Queda de sinal, caixa aberta, cliente reclamando. Coisa de técnico.

Como combinado, ele apareceu por volta das 21h15.

Chovia fino. Ele chegou de moto, capacete na mão, jaqueta de serviço ainda com o cheiro de rua.

Entrou.

“Que homem maravilhoso.” Preto, alto, forte, molhado da chuva.

Levei ele direto pro quarto. Tirei a camiseta e o shorts. Fiquei só de calcinha branca fio dental.

Ele encostou por trás. Passou a mão na minha bunda, apertou, abriu, passou o dedo no cuzinho por cima do tecido. Respirou fundo no meu pescoço.

Tirou a roupa.

Caralho. Pau grosso. Grosso de verdade. Veia aparente, cabeça larga, aquele volume que já avisa que vai doer e que vai valer.

Ajoelhei.

Comecei a mamar. Ele segurou minha cabeça e empurrou. Fundo. Até eu engasgar. Até a saliva escorrer. Falava putaria baixa, perto do meu ouvido. Me chamava de puta, de viadinho, de cachorra.

Falei pra ele me tratar como puta.

Ele deu tapa no rosto. Outro. Segurou meu queixo.

Ficamos assim uns minutos. Ele me puxou pelo pescoço, me fez chupar mais fundo, mais rápido.

Pediu camisinha e lubrificante. Peguei na gaveta e entreguei. Ele vestiu, me jogou na cama e mandou eu ficar de quatro.

Encharcou meu cuzinho de lubrificante. Enfiou com tudo.

Doía. O pau era grosso demais pra entrar de uma vez. Mas ele estava com tanto tesão que nem perguntou. E eu não reclamei. Segurei o lençol, enterrei o rosto no travesseiro e deixei ele enfiar.

Ele socava com força. Segurou meus braços por trás, puxou, enfiou até o fundo. Gemia baixo, grosso, como quem estava descontando meses. A cama batia na parede. Chuva do lado de fora. Ele por dentro.




Perguntou se eu engolia o leite dele.

Disse que sim.

Ele tirou a camisinha, me virou, mandou eu abrir a boca e pôr a língua pra fora.

Bateu punheta na minha cara. Gozo grosso, quente, bastante. Caiu na língua, no queixo, no peito. Engoli. Chupei o resto. Não deixei sobrar.

Ele me olhou com cara de safado e de alívio. Dava pra ver que precisava daquilo há tempo.

Pediu o banheiro pra se limpar.

Quando voltou, já estava se vestindo. Perguntou se a gente podia fazer de novo.

Disse que sim.

Estamos conversando todo dia no Telegram.

Ontem, terça, chupei ele no meu carro. Rua quieta da Zona Norte, perto de casa, farol apagado, chuva fina no para-brisa.

Sexta ele vem de novo. Dessa vez vai me comer outra vez.

Pois é, galera.

Acho que achei um amante.

Continua... A parte 2 já está no site.