quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Grandão do guindaste me controu que comeu o motorista do caminhão na obra.

Na palestra sentei do lado do operador de guindaste — uma semana depois ele confessou o motorista da obra

Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.

Todos os contos deste blog vêm de assinante. Envie o seu por contosdebanana@gmail.com

Um dia fui a uma palestra de curso profissionalizante. As primeiras cadeiras estavam ocupadas. Fundão. Sentei ao lado de um homem: Eduardo, neste conto. Gordo no ponto, sorriso fácil, boné, cordão, uns 1,80 m, 100 kg. Casado. Cara de macho. Na hora não passou besteira.



Intervalo de dez minutos. Os dois ficamos. Zona sul de Osasco - SP, operador de guindaste em obra. Amenidade. Frente a frente, o urso apareceu. Pedi o telefone com desculpa qualquer. Adicionei ali. Foto do WhatsApp. Palestra acabou. Em casa mandei um oi. Aquela noite, silêncio.

Uma semana depois, sábado, eu já tinha esquecido. Oi no WhatsApp: “Quem é você?”. Lembrei da palestra. Ele desempregado. Três filhos. A mulher sustentando até aparecer outra vaga. A tarde inteira de conversa. Afinidade. Sexo. Esposa fria. Às vezes pulava a cerca.

Brinquei:

— Bonito desse jeito, por que não faz programa?

— Quem vai querer gordinho?

— Urso. Tem macho que paga.

Silêncio. Depois:

— Quer dizer que você me acha gostoso?

— Acho.

Aí ele foi direto: tesão na minha bunda. Adorava comer homem. Perdeu o emprego, achava, porque comia um motorista da obra. Os dois demitidos. Casado também. Toda semana.



Ganhei um caso, que acabou, e ainda perdi o emprego.

Ele contou:

Ficou até mais tarde. Guindaste só depois das dezoito, sem operário. Terminou sujo, depois das vinte. Banheiro improvisado. Pelado, água quente, punheta. Pensando numa vizinha. Quase no fim, entra um homem. Vergonha. O outro mandou relaxar. Motorista do caminhão, tinha descarregado. Moreno jambo, 1,75 m, 85 kg, barriga, bigode, uns trinta, aliança.

— Relaxa. Eu também. Em casa a mulher já dormiu. Depois da meia-noite não quer.

— A minha é fria.

— Será que não quer o que você ainda não fez? Comer o cu dela.

Eduardo levou na brincadeira. O motorista foi para o chuveiro ao lado, sabão no meio das costas.

— Pode continuar.

— Com você aqui, dá vergonha.

— Quer ajuda?

Desceu a boca. Eduardo tentou tirar. O outro segurou.



— Deixa. Bora gozar.

A esposa nunca tinha mamado daquele jeito. Quando ia gozar, o motorista ficou de quatro e posicionou. Sem camisinha. Bunda de homem, lisa, grande. Eduardo não sabia onde segurar. Gozeu dentro. O outro gozou ali também. Saiu em três minutos. Trinta e tantos anos, três filhos, vergonha.

A mulher continuou fria. Putas sumiram. O motorista também.

Quase um mês. Outra vez tarde. Vinte horas. O cara já estava lá. Só um boa-noite. Eduardo foi quem passou a mão. Comeu de novo. Depois a boca. Dessa vez ficou. Banho. O motorista deixou em casa, mostrou foto da família no celular. Dois casados querendo gozar. Obra ou motel. Até o vigia desconfiar. Corte de gastos, disse a empresa. Sem reclamar.



Hoje se veem pouco. O outro já trabalha. Eduardo ainda não.

Aí eu entrei na conversa:

— E comigo? O que você quer?

— Levar você. Nós três. Topa?

Topei. A semana inteira tentando um sábado à tarde.

O último recado foi hoje. Por isso o conto saiu agora.

Relato de assinante, adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Sexo com o pedreiro no quarto da empregada.

O pedreiro dormia no quarto de empregada — eu tinha 18 anos e não aguentei esperar a segunda noite.

Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.

Meu nome, neste conto, é Bruno. Dezoito anos. Os pais viajaram e deixaram uma reforma em casa, em Rio Claro. Eu fiquei para olhar a obra. O pedreiro vinha do interior e não ia e voltava todo dia. Quarto de empregada para ele. Eu na sala: os quartos foram os primeiros a abrir.



Tive sorte. Ele era daqueles corpos que a gente finge que não repara. No primeiro dia a obra correu normal. Conversamos da vida dele. Almoço. Ofereci ajuda. Ele disse que não precisava. Troquei de roupa mesmo assim: short folgado, camiseta. Não falei o que eu era. Não queria que chegasse nos pais.

De vez em quando o olho dele ia na minha bunda e voltava. O papo seguia. À noite ele foi dormir cedo, cansado. Eu deixei. TV ligada. Quando o ronco veio firme, pensei: agora.

No caminho do quarto esbarrei numas panelas. Barulho alto. Ele não acordou. Sono pesado. Na cama, músculo, volume no meio das pernas, só de cueca. Ajoelhei. Mão no pau por cima do tecido. Macio. Cueca um pouco baixa. Flácido. Punheta leve. Foi engrossando. Medo de acordar. Mesmo assim a boca. Língua na cabeça, vai-e-vem. Parei antes de ele gozar. Voltei para a sala. Bati uma com o gosto ainda na língua.

De manhã o barulho da obra. Ele de short. Quase avancei de novo. Sorriu e seguiu. Tinha pego pão na mesa. Passei o dia na TV, comendo mal, esperando a noite.



Cansado de novo. Esperei o ronco. Dessa vez fui sem cerimônia. Cueca baixa, punheta, boca. Sede. Até a mão no meu cabelo. Cara a cara.

— Está gostando? Então continua.

Empurrou a cabeça de volta. O ronco virou gemido.

— Chupa

Tesão. Mais fome. Ele avisou que ia gozar e parou.

Queria me comer. Nunca tinha dado. Pau daquele tamanho. Medo. Ele falou que era melhor assim. Cedi.

De quatro. Língua no cu. Calafrio. Cabeça na entrada. Mordida na orelha.

— Prepara.

Entrou de uma vez. Doeu. Quis sair. Segurou. Cada centímetro. Vai-e-vem sem sair de dentro. A dor foi virando outra coisa. Rebolei. Ele acelerou. Gemia alto. Até o fundo.

Avisou. Mais rápido. Jatos quentes. Deitou em cima, ainda dentro, ofegante. Dormimos assim.

Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.

sábado, 19 de setembro de 2026

Motoboy Caminhoneiro que conheci no Juventus da Mooca, voltou para me comeu gostoso (Parte 2) - Cu e rola branquinha

Continuando....

Dois dias depois da proposta, ele mandou mensagem de manhã cedo.

— Hoje eu tô de folga de novo. Ela topou. Se você ainda topa, a gente passa aí depois do almoço.

Eu respondi que sim. Fiquei o resto da manhã inquieto. Café, banho, cama arrumada e desarrumada de novo. A calça já marcava só de lembrar o pau dele na minha boca e o peso da barriga dele nas minhas costas.



AVISO IMPORTANTE:

O conto foi escrito a partir de um relato real de um assinante, mas o rosto das pessoas não. As fotos foram feitas com IA, apenas com as características corporais descritas no relato. Essas pessoas não existem, essas fotos são IA. Se parecerem com alguém real, é apenas coincidência.

Chegaram perto das duas.

Ele entrou primeiro, o mesmo jeito da outra tarde: short azul, boné NY, peito limpo, sem tatuagem, mais forte e mais gordinho do que na foto da estrada. Cheiro de sabonete e baseado fresco. Atrás dele veio ela.

Mulher de uns trinta e oito, trinta e nove. Cabelo escuro preso, corpo de quem pariu cedo e não fez dieta nenhuma. Quadril largo, peito pesado, barriga macia. Olhou o apartamento, olhou para mim e sorriu sem vergonha.

— Então você é o da Mooca.

Ele riu, já tirando o boné.

— Pode falar com ele. Ele já chupou meu cu com gosto.

Ela não se ofendeu. Pediu água, sentou no sofá, cruzou a perna. Ele acendeu o baseado no cinzeiro da mesa e passou para ela. Ela puxou, segurou, soltou a fumaça devagar e olhou meu volume.



— Ele não mente. Você tá durinho desde que a gente entrou.

Fui para a cozinha fazer café. Quando voltei, ele já estava sem camisa, a mão na coxa dela. Ela me chamou com o queixo.

— Vem cá.

Sentei do outro lado. Ele no meio. A barriga dele encostava nas duas. Ele me beijou na boca com gosto de fumaça. Ela puxou meu queixo e beijou também — beijo mais lento, língua quente, mão no meu peito. Os três se encostando naquele sofá pequeno da Mooca.

Ele abriu o short. A pica saltou do mesmo jeito: grossinha, branquinha, dezessete, dezoito. Ela segurou na base e olhou para mim.



— Chupa. Quero ver.

Ajoelhei. Chupei ele com ela olhando. Ela passava a mão no meu cabelo loiro, às vezes puxava para eu ir mais fundo. Ele gemia e fumava. Depois ela se abaixou junto. Duas bocas no mesmo pau. Saliva, riso, a cabeça dele batendo ora na minha língua, ora na dela.

— Quarto — ele disse.

Na cama ele deitou no meio. Eu de um lado, ela do outro. Chupamos o saco, a virilha, a barriga. Ela subiu no peito dele e sentou no rosto. Ele comeu ela com barulho, a barba raspada raspando. Eu chupava o pau ao mesmo tempo, sentindo ele tremer embaixo dos dois.

Depois ele me virou.

— Senta de novo.

Camisinha. Sentei devagar, o pau grosso abrindo, a barriga dele encostando na minha. Ela ajoelhou na frente e beijou minha boca enquanto eu rebolava. Mão dela no meu peito, mão dele na minha cintura. O quarto cheirando a maconha, suor e sexo.

Ele pediu para eu sair. Deitou ela de quatro. Entrou nela por trás, fundo, a barriga batendo. Mandou eu ajoelhar na frente dela. Ela chupou minha pica enquanto ele fodia. Gemido dela na minha pica. Gemido dele no pescoço dela.

Trocamos de novo. Eu de quatro, ele no meu cu, ela deitada na frente para eu chupar. O pau dele ia e voltava, grosso, quente. Ela segurava minha cabeça e falava baixo:



— Isso. Toma gostoso.

Passamos a tarde inteira. Beijo de três. Barriga com barriga com barriga. Ele fumou o que restava. Dormimos um sono curto, os três enroscados, o ventilador velho girando.

Perto das seis ele se vestiu. Ela passou batom de novo no elevador. Na porta ele me beijou na boca e falou no meu ouvido:

— Semana que vem eu tô na estrada. Quando eu voltar, a gente marca de novo. Dessa vez no caminhão.

Ela riu.

— Ou na minha casa. O quarto é maior.

Desceram. Fiquei no corredor com o gosto dos dois na boca e a cama ainda quente.

Se quiser, no próximo capítulo eles voltam — casa dela, cabine do caminhão, ou os dois de novo na Mooca.

Meu pequeno caso com motoboy caminhoneiro que conheci no Juventus da Mooca em SP • Casado comeu meu cu gostoso e quis mais.(Parte 01)

O Juventus, na Mooca, era só mais um serviço. Som, cabo, teste, aquele calor de São Paulo grudado na pele. Eu estava no meio do trabalho quando o motoboy chegou para a entrega.



AVISO IMPORTANTE:

O conto foi escrito a partir de um relato real de um assinante, o rosto das pessoas não foi mencionado. As fotos foram feitas com IA, apenas com as características corporais (não do rosto) foram descritas no relato. Essas pessoas das imagens não existem. Se parecerem com alguém real, é apenas coincidência.

Ele parou a moto, tirou o capacete e o resto do mundo diminuiu um pouco. Uns trinta e cinco, no máximo quarenta. Branco, loiro queimado de sol, cara de italiano, barba curta já grisalha nas pontas. Parrudo. Barriga de quem come e trabalha. Perna grossa, panturrilha marcada. A calça jeans apertava na frente de um jeito que não dava para fingir que eu não vi.



A gente começou a conversar enquanto ele esperava. Ele falava fácil, ria fácil. Disse que era caminhoneiro. Motoboy só nos dias em que não tinha carga, quando rodava por São Paulo para não ficar parado. Eu morei na Mooca naquela época. Tinha encomenda para sair. Peguei o contato dele.

Dois dias depois ele bateu na porta.

Tinha tomado banho. Cheiro de sabonete barato e pele quente. Perguntou se tinha cafezinho. Depois, sem rodeio:

— Te incomoda se eu fumar um baseado?

Falei que não. Podia fumar à vontade. Eu não fumo. Fiquei olhando ele acender, puxar, soltar a fumaça devagar, a barriga subindo e descendo, as tatuagens no peito — a caveira, o símbolo, a cruz — se mexendo com a respiração. Desde o Juventus minha pica não tinha baixado direito. Coçava por dentro da calça.

Ele olhou para mim, deu um sorriso torto e perguntou:

— Que hora você vai começar a chupar?

Fiquei sem graça. Aquele homem tesão, grosso, peludo, com a calça já marcada. Ele abriu o botão, puxou o zíper. A pica saltou: uns dezessete, dezoito centímetros, grossinha, branquinha, veia aparente, cabeça já molhada. Eu ajoelhei.

Chupei com fome. Chupei a cabeça, desci até a raiz, senti o gosto de pele recém-lavada e tesão. Chupei o saco pesado, quente, peludo. Ele fumava em pé, uma mão na minha cabeça, o cigarro na outra, gemendo baixo.



— Chupa meu cu também.

Virei ele. A bunda era grande, macia, o cu rosado e apertado no meio. Lambei, enfiei a língua, senti ele tremer e rir pela fumaça. Ele puxou a calça para baixo de vez.

— Vamos pra cama.

Na cama ele deitou, ainda fumando. Eu chupei de novo, mais fundo, mais devagar. Depois ele falou:

— Senta.

Pus a camisinha. Sentei no pau dele com cuidado no começo, depois inteiro. Era grosso o bastante para arder gostoso. Rebolei. Ele fumava, olhava meu corpo, segurava minha cintura com mão de caminhoneiro. Eu rebolava, ele soltava fumaça e gemido no mesmo tempo.

— Tô de folga — ele disse. — Hoje você não trabalha.

Passamos o dia na cama.

Depois que o baseado acabou, ele me puxou para beijar. Beijo de boca suja de fumaça e saliva. Nossas picas se encostaram, barriga com barriga, pelo com pelo. Dois gordinhos se esfregando, suando, rindo no meio. Uma delícia um com o outro. Sem pressa. Sem pose.

De manhã tinha começado no sofá e na porta. De tarde ele me virou de quatro e fechou no meu cu. Entrou devagar, depois fundo, a barriga batendo nas minhas costas, a mão firme na minha cintura. Eu gemia no travesseiro. Depois eu chupei o cu dele de novo, com ele de barriga para cima, as pernas abertas, o pau duro escorrendo no próprio umbigo.

Dormimos o sono da tarde juntinhos. O quarto quente, o cheiro de sexo e maconha, o corpo dele pesado contra o meu. Por volta das seis ele se vestiu, me beijou na boca e foi embora.

Dois dias depois voltou.

Outra tarde inteira. Mesma cama, mesmo tesão, mesma folga. No fim, ele estava deitado, a mão na minha barriga, olhando o teto, e falou baixo, como quem conta um segredo que já tinha ensaiado:

— Meu sonho é transar eu, você e a minha esposa. Fazer o que quiser com vocês dois. Topa?

Eu disse que sim.

Ele sorriu daquele jeito de quem já sabia a resposta. Beijou minha boca mais uma vez, pegou a jaqueta e foi embora de novo — caminhão na estrada, moto na cidade, mulher em casa, e eu na Mooca com o gosto dele ainda na língua e o convite aberto no ar.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Depois de dá o cu para o Pintor Casado, tive que dá também para o Vigilante da Obra (Parte 3)

Parte 3 — O vigilante da Obra e o Pintor

A lanterna não baixou.

O loiro ficou parado no vão da porta, uniforme de segurança sujo de poeira, aliança no dedo, barriga empurrando o cinto. Alto, forte, peito largo, aquele corpo de coroa que trabalha a noite inteira em obra parada. Olhou o pintor ainda semi-duro, a bermuda aberta, e olhou pra mim com a calça no meio da coxa, cu molhado, porra escorrendo.




— Porta aberta.
Eu vi o magrelo ajoelhado.
Vi o casado enfiando.

O pintor não se assustou. Só puxou a bermuda um pouco pra cima, o pau ainda pesado pra fora.

— Relaxa, Adílson. É o menino do outro prédio.

O vigilante deu dois passos. Cheiro de cigarro e suor velho. A mão grande foi direto na minha nuca, virou meu rosto.




— Agora só sai daqui depois que der o cu pra mim também.

Não perguntou se eu queria. Empurrou o zíper do uniforme. O pau saiu grosso, mais claro que o do pintor, veias aparentes, a cabeça já molhada. Barriga loira por cima, pelos loiros no peito e na virilha. Casado. Aliança brilhando enquanto ele segurava o próprio pau e encostava na minha boca.

— Abre.

Abri. O gosto era outro: pele, fumo, homem de ronda. Ele enfiou fundo, segurou meu cabelo curto e fodeu a boca sem pressa, gemendo baixo. O pintor ficou atrás de mim, a bermuda ainda aberta, o pau grosso esfregando na minha bunda, os ovos pesados batendo.




— Deita ele — disse o loiro.

O pintor me virou de quatro no cimento. O vigilante ajoelhou na frente, enfiou de novo na boca. O pintor cuspiu no meu cu, já aberto, já usado, e entrou de uma vez. Os dois ao mesmo tempo. Um enchendo a boca, o outro o cu. Ritmo pesado, obra vazia, andaime rangendo.

O loiro puxou o pau da minha garganta, cuspiu na mão, passou no meu cu por cima do pau do pintor e falou:

— Sai um pouco.

O pintor saiu. O vigilante entrou.

Grosso, quente, diferente. A barriga loira colou nas minhas costas, o peito peludo, o cheiro de cigarro no meu pescoço. Segurou minha cintura com força de segurança e fodeu fundo, ritmado, os ovos batendo, a aliança fria na minha pele.

— Culhão da igreja.
— Aguenta os dois.

O pintor veio pela frente. Enfiou o pau na minha boca de novo, pentelhudo, suado, o gosto misturado com o do outro. Eu no meio, de quatro no cimento, os dois casados usando. Um no cu, outro na boca. Depois trocaram. O loiro na boca, o pintor de novo no cu. Suor, porra, poeira, gemido baixo pra ninguém na rua ouvir.






O vigilante gozou primeiro, fundo, segurando minhas nádegas abertas, enchendo. Ficou parado, respirando pesado, ainda dentro. O pintor puxou meu cabelo, fodeu a boca até gozar de novo, leite quente escorrendo no queixo e no peito.

Ficaram os dois em pé, bermudas e uniforme aberto, paus molecendo, alianças nos dedos. Eu no chão, cu aberto, boca suja, short no joelho.

O loiro acendeu um cigarro, olhou a porta, olhou pra mim.

— Amanhã tem ronda de novo.
Se o portão ficar aberto, eu subo.

O pintor riu baixo, ajeitou o volume na bermuda e me deu um tapa na bunda.

— Se precisar pintar mais alguma coisa, me chama.

Desci a escada de cimento com as pernas tremendo. Na rua, São Paulo comum. No outro dia, culto. Namorada. Trabalho. Varão da igreja.

Mas o cu ainda sentia os dois.
E o WhatsApp do pintor já tinha mensagem nova:

Adílson perguntou se você volta sábado.



O pintor casado comeu meuncu MAIS UMA VEZ, MAS O VIGIA DA OBRA VIU, E QUIS ME COMER (PARTE 2)

Parte 2 — O mercado, o WhatsApp e a obra

Passaram uns dez dias. Eu já tinha desistido de achar o pintor no prédio. A porta do elevador seca, o cheiro de tinta sumindo, e o cu ainda lembrava. Na igreja, pregava. Com a namorada, beijava. No trabalho, era o cara certo. Em casa, sozinho, a mão ia parar no mesmo lugar.

Foi num mercado de bairro, sábado de manhã, que eu vi as costas largas, o cabelo grisalho bagunçado e a bermuda de trabalho. Ele estava na fila do pão, aliança no dedo, sacola na mão. O volume na frente da bermuda ainda estava lá. Pesado. Sacudo.




Cheguei perto demais.

— E aí, pintor.

Ele virou. Demorou um segundo pra me reconhecer. Depois deu aquele sorriso curto, de quem já sabe o que você quer.

— O magrinho do prédio.

Trocamos número ali mesmo, no meio da padaria. Ele digitou no meu celular com o dedo grosso, calejado, sujo de tinta antiga. Mandou um “sou eu” no WhatsApp. Eu respondi “é o do ape”. Ele mandou um áudio curto, voz grossa:

— Se quiser ver o material de novo, me fala.

Na segunda, ele mandou foto da obra. Um prédio parado, andaime, lona. Terça, um áudio:

— Tô sozinho aqui depois das sete. Se quiser passar.




Quarta eu fui.

O endereço era uma obra parada em São Paulo, rua sem movimento, portão semiaberto. Ele estava no segundo andar, sem camisa, bermuda suja de tinta, barriga e peito peludos suados. O volume na frente da bermuda já marcado. Quando me viu subindo a escada de cimento, ajeitou o pau com a mão, sem pressa.

— Fecha o portão aí embaixo.

Fechei.

Ele não perdeu tempo. Me puxou pelo cinto, encostou meu peito no peito peludo dele, cheiro de suor de obra, cimento e homem. Beijo grosso, barba raspando. A mão grande desceu, apertou minha bunda por cima da calça.

— Tirou a roupa de igreja hoje?

Não respondi. Ele já estava abrindo o zíper da bermuda. O pau saiu pesado, grosso, pentelhudo, a cabeça inchada, uma veia saltada. Quente na minha mão. Os ovos baixos, cheios, batendo quando ele se mexia.

Ajoelhei no cimento. Ele segurou meu cabelo e enfiou. Fundo. O gosto era o mesmo: suor, pele, homem que trabalha. Mamaí até a garganta doer, saliva escorrendo no queixo, ele gemendo baixo:

— Isso. Engole.

Gozei na calça só de chupar. Ele não gozou ainda. Puxou o pau da minha boca, virou meu corpo, me encostou na parede crua. Calça e cueca no meio das coxas. Cuspiu no cu, passou o pau molhado, empurrou.




Arrombou de novo.

Grosso, quente, obrigando a abrir. Fundo de uma vez. As mãos grandes na minha cintura, a barriga peluda colada nas minhas costas, os ovos batendo, o ritmo pesado de quem não tem pressa de acabar. Cada estocada fazia o andaime ranger. Ele falava pouco:

— Aguenta.
— Isso.
— Culhão da igreja.

Fodeu até eu tremer. Gozei de novo, sem mão, só com o pau dele dentro. Ele segurou fundo, gemeu no meu ouvido e gozou dentro, quente, bastante, enchendo. Ficou parado, respirando, ainda enfiado, o suor escorrendo dos dois.

Foi aí que a lanterna acendeu no corredor.

Um coroa loiro, alto, forte, barriga de homem maduro, uniforme de vigilante, aliança no dedo. Parou na porta do cômodo. Olhou o pintor ainda dentro de mim, a bermuda aberta, meu cu aberto, porra escorrendo na coxa.

Não gritou. Não correu. Só falou, voz calma, de quem manda na obra:

— Vocês dois.
O portão tava aberto.
Eu vi tudo.

O pintor saiu de mim devagar. Eu puxei a calça, mas o vigilante já tinha cruzado o cômodo. Loiro, uns 50 e poucos, peito largo, barriga, braço grosso, o volume no uniforme de segurança.

Olhou pra mim.

— Agora só sai da obra depois que der o cu pra mim também.

Isso fica pra terceira parte.