O primo me comeu na aposta da piscina — e eu pedi de novo à noite
Relato enviado por um assinante e adaptado pelo Contos de Banana. As fotos foram criadas com IA. Qualquer semelhança é coincidência.
Meu primo se chamava Caio. Vinte anos. Corpo de quem vive na rua e na academia sem parecer que treina: peito largo, barriga no lugar, braço e perna peludos, sorriso fechado de quem já sabe o efeito. Em Ribeirão Preto pegava geral. Cantava de moça da faculdade a mulher de quarenta. Punha muito adulto no chinelo.
Eu tinha acabado de fazer 18. Ele percebeu e começou a meter conversa: que homem tinha que atacar, que eu estava atrasado. Eu ria, imaginava mulher — e ficava inquieto sem saber por quê.
Um sábado à tarde, só nós dois na piscina da casa dos meus pais. Mãe e irmã tinham saído. Conversa de primo descambou. Sungas marcando. Comentei que estava doido na Marcela, vizinha.
Ele tirou onda.
— Ainda não comeu ninguém e já fala de cu. Daqui a pouco falam que você é viado.
Mandei ele se lascar. Que eu gostava de mulher. Ele não parou: quem pensa demais em cu está escondendo coisa. Perdi o tesão. O pau baixou. O dele também.
— Você que fica falando. Deve ser você.
— Eu gosto de mulher. Meu pau baixa só de assunto de homem.
— Duvido. Deve ficar duro na hora.
— Quer ver? Mostra o seu. Meu pau nem mexe.
A conversa ficou estranha. Nunca imaginei aquele papo com o primo machão. Ele viu que eu travei e puxou a aposta para dentro de casa, até o meu quarto.
— Abaixa a sunga.
— Não vou.
Ele baixou a dele, virou de costas e esfregou a bunda peluda em mim. Meu pau subiu na hora. Ele se virou, rindo.
— Olha quem ficou duro.
— Você que esfregou.
— Homem não fica duro com homem. O meu está mole. Pode fazer o que quiser.
Mostrou. Estava murcho. Eu, ofendido e confuso, caí no jogo.
— Quer ver o seu subir?
Baixei a sunga e virei. Ele abriu, olhou, falou besteira para me desestabilizar, depois puxou minha bunda contra ele. Quando encostei, senti o pau dele duro no meio.
— Já está duro — falei, achando que tinha ganhado.
Ele se afastou um segundo, eu virei para olhar — e ele puxou a cintura. Entrou fundo de uma vez. Gritei. Os olhos encheram. Tentei sair. Ele segurou dois segundos e soltou.
Levantei querendo bater. Ele era maior, segurou minhas mãos, rindo.
— Pode ficar bravo. Já foi.
— Você me machucou.
A voz dele baixou, firme.
— Ninguém precisa saber. Se você quiser que morra aqui, fica. Se fizer barulho, a história que corre é outra.
Eu tinha 18. Medo da rua, da família, do nome. Pedi para não contar. Ele prometeu se eu deixasse terminar. Doía. Ele disse que ia devagar. Mentirosa a frase — e eu, inexperiente, acreditei.
Virei de quatro no chão. Fechei os olhos. O corpo dele colou nas minhas costas. Não era carinho: era para eu não sair. A segunda estocada veio igual à primeira. Gritei de novo. Ele metia no ritmo que queria — forte, depois lento, depois forte. Nos momentos lentos aparecia um fio de prazer. Nos rápidos, só o impacto.
Não sei quanto tempo. No fim acelerou, tremeu, gozou dentro. Saiu mole. Eu continuei no chão.
Levantou, vestiu a sunga.
— Se contar para a sua mãe, eu conto que você pediu.
Saiu. Demorei para levantar. Banheiro. Banho longo. Quarto trancado o resto da tarde. Quando a mãe chegou, fingi estudo. Dormi tarde. Sonhei com ele. Acordei duro. Só dormi de novo depois de gozar sozinho, com raiva e tesão misturados.
Dali em diante a coisa não parou no Caio. Nem em Ribeirão. Eu já era maior. O que começou numa aposta idiota virou o gosto que eu fingia que não tinha.
Relato adaptado. Fotos, se houver, são de IA. Semelhança com alguém real é coincidência.


