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quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Mecânico fodendo o cu do amigo casado

Eles foram só tomar uma cerveja durante o jogo de futebol, mas rolou um clima e o mecânico fodeu o cu do amigo casado.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

O mecânico coroa gostoso me comeu a noite inteira na oficina e ainda encheu o tanque

Valdir me comeu a noite inteira e ainda encheu o tanque.

Sou o Renato. Vou contar o que aconteceu uns dez dias atrás.

Voltava de um serviço em Capelinha, interior de Minas, rumo a Teófilo Otoni, quando o carro morreu no acostamento. Quatro da tarde. Tranquei tudo e fui a pé até o primeiro posto. O frentista apontou o fundo: oficina.




Lá estava um senhor de uns 53, mais alto que eu — tenho 1,80 m —, boné, cabelo grisalho, barba por fazer, mexendo num capô.

— Opa. Meu carro quebrou uns seiscentos metros para trás. Não pega. Dá uma olhada?

Olhou sem pressa.

— Onde está?

Expliquei. Golf 74 mexicano. Bom carro. Quando estraga, todo mundo quer arrancar o couro. Ele mandou o borracheiro cuidar da oficina e fomos de guincho. Abriu o capô, fuçou e falou: bobina queimada. Peça só no outro dia, em Teófilo. Já eram cinco e meia. Quatrocentos reais no bolso. O serviço eu só receberia em Governador Valadares.

— Fica trezentos e cinquenta. Peça e mão de obra.

Alívio. Sobravam cinquenta para gasolina.

— Vou dormir no carro.

— Por quê?

— Não tenho quarto. O tanque está no osso.

— Mora sozinho. Casa uns dois quilômetros daqui. Se não se importar, dorme lá.

Pensei no banco do Golf versus um desconhecido. Aceitei. Cansaço falou mais alto.

Fechou a oficina. Antes de ir para casa, parou num bar. Desceu e me chamou. Falei que quase não tinha dinheiro. Ele pagou. Contou que a mulher tinha ido embora. Entrou umas putas. Ele partiu para uma. Ela empurrou:

— Sai, velho tarado. Não foi à toa que a Neide foi embora.

Uma delas chegou perto de mim.

— Parente do mecânico?

— Não.

— Ele é viciado em sexo. A Neide era minha amiga. Dizia que ele vivia de rola dura atrás dela. Iria embora da cidade.

Ele voltou do banheiro e meteu cachaça no peito. Já estava ruim. Segurou o braço de uma moça. Ela gritou. Dois caras avançaram. Entrei no meio e disse que levava ele embora. Tive sorte de estar ali, falaram.

Cambaleava. Pedi a chave da Belina. Disse que dirigia. Não parava em pé. As chaves estavam no bolso. Calça social, bolso fino. Encostei a mão onde não devia. Lado errado. Apoiei ele no carro e fui no outro bolso. Esbarrei de novo. Na hora não pensei. Entrei, dirigi, ele indicava o caminho com o rosto no vidro.

Aí a cabeça sujou. Olhei entre as pernas. Volume. Não sabia se era a calça ou o pau.

A casa era grande, uns quinhentos metros da pista. Sentei ele no sofá. Chorou a Neide. Depois apontou o banheiro. Tomei banho. Quando voltei, estava só de cueca, apagado, torto no sofá. Careca no coco, cabelo dos lados. Chamei duas vezes. Nada. Carreguei até o quarto. No caminho, a mão “escorria”. O pau foi endurecendo. Eu de calção, sem cueca limpa. De vez em quando virava o corpo para ele esfregar em mim. Na cama o peso me puxou. Caí de lado, embaixo. A rola dura entre minhas pernas. Fiquei uns segundos. Ao levantar, o pau passou no meu rego. Segurei a bunda dele como quem se apoia. Na porta, ele deu aquela olhadinha de quem finge que dorme.




No sofá fiquei duro. Vi o corredor inteiro. Ele passou pelado, pau em pé, quarto–banheiro. Voltou na minha direção.

— Nunca comi homem. Nunca dei. Mas notei que você estava gostando da brincadeira.

— Só te ajudei.

— Não vou contar. Não vou brigar. Faz nove, dez meses que não trepo, desde que a Neide foi. Vou para o quarto. Se quiser continuar, vai. É tudo seu hoje. Não dou o cu. Só te fodo gostoso.

Balançou a pica. Quase do meu tamanho, mais grossa, saco grande, corpo peludo. Quarenta minutos no sofá. Sempre como o rabo dos outros. Ele, pelo jeito, não ia dar. Foda-se. Já dei outras vezes.

Peguei três camisinhas. No banheiro, chuveirinho no cu. Entrei no quarto. Ele dormia de barriga para cima, mole. Gosto de homem mais velho, peludo, macho. Deitei de costas para ele. Não demorou. Encaixou atrás.

— Você não vai se arrepender.

Os pelos nas minhas costas. A barba no pescoço. O pau endurecendo no meu rego, empurrando o calção. Puxou a peça. Bunda rapada. Apertou, abriu, bateu a cabeça no buraco. Empurrou de leve. Passei a camisinha sem virar. Ouvi o plástico.

— Vou fazer de você o viadinho mais feliz do mundo.

Cuspe. Dedo sem aviso. Pulei. Pediu desculpa. Foi mais devagar. Cabeça na porta. Apertei. Centímetro por centímetro. Fingia dor. Nove, dez estocadas e senti inchar. Calor na camisinha. Amoleceu dentro. Saiu.

— Desculpa. Não segurei. Faz tempo.

Olhei o preservativo cheio. Fui mijar. Decepção. Todo mundo falava que ele era tarado. Achei que ia ser a noite inteira.

Voltei. Ele abraçado num vestido florido, chorando. Roupa da Neide. Pediu para eu não ir para a sala. Aí veio:

— Não podia pôr ele? Para me dar mais tesão?

O pau já estava de pé. Falei que não. No corredor pensei: já meteu. O que é um vestido. Voltei. Coube justo, curto — eu 1,80 m, ela 1,60 m. Agachava, a bunda aparecia. Não sou afeminado. Ombro de homem, perna de jogador. Só raspo cu e saco. No espelho o vestido aumentava a bunda e marcava o pau.

Outra camisinha. Me virou na cômoda, prensou, levantou o pano, baba, soco. A dor passou rápido. Cabeça na madeira, olhando no espelho o vai-e-vem, as duas mãos na minha cintura. Sacão peludo batendo. Pla, pla, pla. Parei de fingir. Gemi. Dez minutos e gozei nos pés. Ele não. Mais vinte minutos.

— Não está gostando?

— Está. Falta uma coisa.

Sem sair de dentro, abriu a gaveta. Lenço preto de seda. Amarrei na cabeça, cabelo comprido falso. Ele vibrou. Quase saía e enterrou de novo até gozar tremendo. Ficou colado, pau pulsando.

— Viadinho do cu gostoso. Não pensei que comer homem fosse tão bom.

— Então aproveita.

Tapa na bunda. Veio com a mão fechada, tirou a camisinha, ainda duro.

— Abre a mão.

Calcinha.

— Não acha demais?

— Você vai ficar feliz, minha menina. Está adorando ser minha mulher.

Entrei na brincadeira. Fio no rego, pau preso para cima.

— Só falta me deixar te chamar de Neide.

Balancei que sim.

— Apaga a luz. Deita com o rabinho para cima. Entendeu, Neide?

Nem era onze horas. De bruços. Mão sob o vestido, tapas, dentada na nádega, calcinha de lado, cuspe, corpo em cima.

— Neide, sua vagabunda. Vou arregaçar esse cuzinho.

A cabeça entrou fácil. Gozei de novo, vestido e calcinha sujos.

— Vai, cacetudo. Fode sua puta.

— Vou matar essa fome de rola.

Agachou sobre minhas pernas e meteu fundo. Tapas mais fortes. Rebolei. Pedi mais. Chamava de puta, biscate, vadia. Quando gozou, vi: sem camisinha. Porra quente no cu.

Reclamei.

— Fiz exame esses dias. Nenhuma puta me quer. Três mulheres. Todas foram embora. Médico falou satiríase. Penso nisso o tempo todo.

Quis tirar a roupa. Não deixou.

— Fica assim, minha Neide.

No banheiro a calcinha desceu e a porra saiu, com gás. Na cozinha, ao beber água, ele me abraçou por trás, puxou o fio e meteu. Empinei.

— Neide, como você está vadia hoje.

— Mete, gostoso. Fode sua cadela.

Pia. Fogão. Mesa, frango assado. Quatro no chão. Gozei de novo. Não gozava. Apontou o pé de manga no quintal.

— Vai me esperar.

Escuro de sítio. Abraça a árvore, mandou. Tapas. Quietinha. Mordida na nádega. Língua no rego. Meteu.

— Agora te como neste quintal inteiro.




Comeu em todo canto. Até no capô da Belina. Quando ia gozar, tirava, batia no meio, enfiava de novo. Voltou engatado, igual cachorro, me fez gozar andando. Na sala, tapete, de bruços, encheu o cu outra vez.

— Cansou. O cu arde.

— Descansa, Neide.

Quase quatro da manhã. Apaguei. Acordei com ele esfregando. Quarenta minutos de folga. Manteiga fria na bunda. Sentei em cima, desci devagar. Não aguentei muito. De lado, conchinha, carinho até gozar. Dormi com o pau dentro.

Acordei com encoxada. Seis da manhã. Deitou em cima, pelos das pernas, peso, gozo tremendo. Dormi de novo. Dez horas. Sozinho. Espelho: vestido sujo, lenço, calcinha lambuzada, bunda marcada de dedo, dente e elástico. Banho. Ele apareceu.

— Bom dia. Posso participar?

— Acho que não aguento.

De frente, no box. Entrou por baixo. Doe. Creme de cabelo no buraco. Deslizou. Meu pau na barriga dele. Gozei nela. Ele melecou o cu e saiu.

— Quando terminar, vai até a sala.

Me vesti. Olhei as roupas no chão. Na sala:

— Você foi um presente. Nunca pensei que ia gostar tanto de homem.

O carro estava lá fora, pronto.

— Vou pegar a grana.

— Não precisa. Nenhuma delas me deu tanto sem reclamar. Se um dia resolver, vem dormir de novo. Faço melhor.

— Pode ser que pegue serviço por aqui.

Aperto de mão.

— Não demore. Prazer, Valdir.

— O prazer foi todo meu, Renato.

Parti. No posto, olhei o marcador: tanque cheio. Ri sozinho. Cu ardendo. Uma das melhores noites. Quem devia pagar era eu.

Na minha cidade entrei num hotel e liguei para casa: o serviço atrasava dois dias. Como explicar as marcas no rabo para a mulher? Não sei se aguento igual. Se aparecer outro chamado para Capelinha, não perco a chance.

Relato de assinante, adaptado. Fotos de IA. Qualquer semelhança é coincidência.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

DEI O CU PARA MEU AMIGO VIÚVO E MECÂNICO


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Para descobrir se uma amizade é verdadeira, basta saber se você fica à vontade para ser quem você é, sem vergonhas, sem desconfortos, sem receios e sem julgamentos, sendo apenas o seu verdadeiro eu na frente daqueles que chamamos de amigos, pois os verdadeiros amam o seu eu mais profundo.

Tenho um amigo, Maurício, mecânico dos bons, que ficou viúvo a alguns meses, e a perda da companheira de 40 anos fez aparecer uma depressão, num cara que era alegre, brincalhão, sempre tinha um palavra de consolo, um ombro amigo um abraço envolvente, e que abraço, por ele ser grandão, bem moreno, sacana as vezes, o que me impedia tentar algo com ele era nossa amizade de 30 anos, mas eu adorava suas brincadeiras de duplo sentido.

Eu estava realmente preocupado com a depressão do meu amigo, então resolvi convidá-lo para uma viagem de caminhão, para mudar de ares, ver coisas diferentes,sair da rotina. Dia e hora marcados,como ele concordou, seguimos nosso caminho.

Nossos papos sempre haviam teores picantes, mas nesse dia estava bem menos.

Rodamos quase 500 km e paramos num posto para pernoitar, num posto de combustível, tinha um hotel dos caminhoneiros, e ali realmente começou florescer em nossa amizade o sentimento de tesão.

Tomamos umas cervejas, umas pingas, no restaurante do posto, e propositalmente, comecei a me achegar mais, Maurício por sua vez, começou a fazer brincadeiras picantes, e confessou estar muito carente, a mais de um ano que só gozava na punheta.

Retornamos ao hotel, fomos para o quarto duplo, e ali pude pela primeira vez, ver Maurício totalmente nu. Tinha um pau que mesmo mole, era do tamanho de uma lata de skol 258 ml. ( Vide foto ). Eu também tirei toda minha roupa, exibindo meus atributos, que de pronto foi muito elogiada por Maurício, falou que não imaginava que por baixo de minha bermuda, tinha um rabo tão lindo. Cheguei a iniciar, mas não completei, dizer que se quisesse, aquele rabo poderia ser dele.

Segui Maurício com os olhos, quando ele foi tomar banho e o fez de porta aberta, e para me zoar, perguntou-me se queria tomar banho com ele, que havia espaço. Eu entrei de sola na brincadeira, e falei que só aceitava tomar banho com ele, se ele esfregasse minhas costas, ele concordou, e eu entrei, ele cedeu o chuveiro pra mim, inicialmente de frente, pude notar uma excitação, eu também estava., Quando virei de costas, a imagem de minha bunda molhada, fez Maurício elogiar mais uma vez, já estávamos bem soltos e íntimos, perguntei se não iria esfregar minhas costas, como não havia esponja, ele começou a ensaboar minhas costas, dei uma empinadinha, foi o suficiente para sentir a pica dele esbarrar em mim. Maurício então falou, que na seca dele aquele meu rabo era exatamente o que ele estáva precisando, afastei, me encostando totalmente fazendo com que ele me abraçasse, sua pica se alojou entre minhas coxas, sensação deliciosa, virei fêmea, abaixei de cócoras peguei na pica e chupei até ele falar que queria na comer ali mesmo,ensaboado, inclinei de costas pra ele, que passou a piroca dura em meu rego, quando tocou meu cuzinho, pedi pra colocar devagar , entrou tudo macio, minhas pernas bambearam, chamei pra irmos engatados, pra cama, não deu, pois saiu, mas me ajoelhei de quatro, e ele veio novamente né socando a pica. Era nervo no couro, meu anel, segundo ele merecia uma pirocada, me fez gozar e também enxeu o cu de porra.

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Viagem que segue, virei putinha dele, sendo que na segunda noite, quando ele modiscava meu pescoço, me virei, e de boa, nos beijamos. Ali foi a deixa pra eu cavalgar aquele pau, até gozarmos. Teve chupeta até me dá leitinho na boca. Tirei o atraso de Maurício que nem lembrava da depressão mais.

Ganhei até uma sessão de depilação, onde tirei todos pelos que tinha, o que deixou com mais tesão ainda.

SEXO COM O MECÂNICO • UMA TREPADA IMPROVÁVEL


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A mim é a possibilidade do improvável. Como ir ao borracheiro e em determinada hora uns saco escapar pela bermuda larga e acabar transando. Ou esperar um entregador de móvel e o cara acabar metendo comigo. E , também ir deixar o carro no estacionamento e perceber que as calças do cara que guarda os carros, todas são quase furadas na região do pau, deve ser de tanto que o cara coça, pega , ajeita aquela mala. E isso foi me intrigando, cada vez em quando deixava meu carro por lá, e não dava pra deixar de notar. Marcava muito, sabe quando o tecido fica fino? E dessa última vez tive uma grata surpresa. Deixei o carro quase na hora que o movimento baixa, Júlio me avisou que não ficaria até muito tarde, agradeço a atenção e corro pro meu compromisso. Voltei meio rápido, no que entro na garagem o mundo parece que ia acabar em água, de tanto que chovia. Estava meio molhado e o Júlio perguntou se não queria me enxugar no banheiro, me encaminhou até uma porta nos fundos da garagem. Estava ali me enxugando ele chegou parou na frente do vaso sacou a pistola e começou a mijar ! Mijão pesado, dei aquela olhada de lado, e vi uns dos pintos mais bonitos que já tinha visto na vida. Bem formado, grosso, pesado, brancão, hora que arregaçou , e aquela cabeça enorme e rosada saiu pra fora, cheguei a tremer, juro pra vocês. Se já não bastasse tudo isso, o cara tinha um puta saco, grande , penduradão e bem peludo. Então, daí ele chacoalhava e olhava pra ver se eu também olhava, enfim claro que eu já estava de olho grudado, ele deu mais uma chacoalhada, passou a língua nos lábios, tudo isso me olhando nos olhos. Nessa hora eu só parei e esperei o baque dele me juntando, me beijando e me cantuando, me espremendo, metendo a mão na minha calça na busca da olhota do meu rabo . Hora que achou fincou o dedo nele , acho que 3 dedos, só as pontas, mas me fisgou. Puxava pra cima, me beijava, e com a outra mão me dava uns tapa gostoso na cara. Chupava meu sovaco. Puta que pariu. Que pega forte do caraleo, porca Madona . Cara sabia fazer um macho gemer sem falar uma palavra, era puro extinto, puro tesão. Dado momento me pôs de joelhos, segurava nos cabelos e fazia chupar seus ovo. Chupei muito, ele deitou em um sofá velho que tinha por ali, chupei demais aquele saco, aquela jeba e, fui descendo até o cu do barbudo, rapai, que cu peludo, cheiroso, quente e pulsante. Meti-lhe a língua, com força, sugando, como se fosse puxar aquele cu pra fora. O barbudão gemia muito a cada investida. Nós colocamos num puta de um 69 , que até agora tentando entender como fomos parar daquele jeito. Quando vi já estava de 4, com ele fungando no meu cangote e a ele com a tromba toda fincada no meu rabo. Meteu tanto que me fez gozar pelo cu. Já gozou pelo cu ? Posso falar que é um gozo do corpo todo. Bom e foi assim que meti aquele dia, hora do almoço, Chuva dois machos no cio. 30 minutos, não prevíamos mais que isso !

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Macho kazado MK

quinta-feira, 23 de maio de 2019

MECANICO NEGÃO QUE COME CU DE MACHO


Cada um com seu mecanico negão e casado com mulher, mas que adora um cu de homem!

Qualquer coisa ele está no grupo do Whatsapp do Blog. Interessados ele tá por lá!

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terça-feira, 27 de março de 2018

TRANSANDO COM O VELHO VIGIA DA OFICINA E O MECANICO



Olá! Como muitos já me conhecem, sou o Mr. Banana e esse é mais um conto real que aconteceu alguns anos atrás e que eu resolvi trazer pra você. Quem quiser entrar em contato comigo pode falar pelo whatsapp (11) 95301-9443 ou enviar e-mail para contosdebanana@gmail.com enviando seu conto.

PS: Esse é um conto que já existia no Blog, mas dei uma melhorada na versão original.

Isso acontece no inicio desse ano...

Era uma noite. Lá pelas 21h eu já estava de saco cheio de ficar em casa, como estou sem carro, resolvi dar uma volta a pé e encontrar um boteco pra comprar algumas latas de cerveja. Como a região onde estou é um pouco afastada da região central da cidade, e é um lugar onde há várias empresas, portanto o movimento de pessoas é muito fraco, resolvi ir de short de nylon, chinelo e camiseta, justamente pra não chamar a atenção de bandidos. Nem cueca eu coloquei, visto que já há um tecido que faz as vezes da cueca nesse tipo de short. Fui andando por uma avenida e passei em frente a várias empresas. Foi quando lá na frente notei que o Sr. de aproximadamente 45 a 50 anos, um pouco grisalho, NEGRO, alto, com um pacotão, empurrava um carro. 

_E ai? Posso dar uma ajudinha? E já fui me aproximando do carro.

Me prontifiquei a ajudá-lo e empurramos o carro para dentro de uma oficina mecânica, que naquele horário estava fechada.

O Sr. Valter ficou muito agradecido. Disse que estava há uns dez minutos empurrando o carro e ninguém parou para ajudá-lo. Enquanto me despedia, tentado sair logo dali pra comprar uma cervejinha, conversamos um pouco. Ele é vigia na oficina e seu carro deu problema quando estava chegando ao local de trabalho. Perguntou meu nome, onde moro e essas coisas. Quando estava me despedindo e saindo, dizendo que precisava achar um lugar pra comprar umas latinhas de cerveja, o Sr. Valter disse que era aniversário dele naquele dia e que por isso ele havia comprar duas embalagens de latas de cerveja pra tomar durante a noite, que inclusive o vigia da oficina ao lado ia ajudá-lo a tomar. Me convidou e fez questão de que tomasse algumas latinhas com ele, pelo menos até seu amigo chegar. Fiquei sem graça de recusar e como não tinha nada pra fazer em casa aceitei o convite.

Nós entramos para um barracão onde há uma tv, uma mesa com três cadeiras, uma cama de solteiro, um fogão, uma geladeira pequena e um banheiro. O lugar estava sujo, encardido. Abrimos a primeira lata e fomos bebendo e conversando fiado, sobre futebol, política, mulheres e finalmente sexo. 

QUEM ERA SEU VALTER: O Valter é casado, tem três filhos adultos, tem 48 anos e sua esposa tem 47 anos.

_Sabe cara, ainda tenho muita lenha pra queimar, mas minha esposa anda muito devagar e se recusa a transar comigo. Nem me lembro a ultima vez que comi aquela buceta - Disse Seu Valter querendo ser o gostoso e com cara de pidão. 

A bebida e aquele papo já estavam me matando de tesão. Como não usava cueca por baixo do short meu pau formou um enorme volume. Precisei me levantar pra ir ao banheiro e notei que o Valter esbugalhou os olhos quando viu o volume em meu short. Eu sorri e, como já estávamos íntimos e fazendo piadinhas um com o outro, eu disse que o papo e a vontade de mijar tinham me deixado de pau duro e que como ele é um velho brocha, nem assim o pau dele endurecia. E caí na gargalhada. 

_Eu ainda dou um bom caldo, e queimo mais lenha que muito novinho por ai. - Disse se animando.

Na volta do banheiro, quando passava ao seu lado, ele me olhou e sorrindo, em tom de brincadeira, encheu a mão em minha bunda dizendo que ia mostrar quem é brocha. 

_Êpa! - Fui pego de surpresa e dei um pulo pra frente. Me virei e olhando pra ele e sorrindo eu disse - "Ah vélho safado" e caí na gargalhada. 

Ele depois que tocou minha bunda pediu mil desculpas, que ele ia dar só uma palmadinha, mas como eu andei ele não alcançou minha bunda para dar um tapa e teve que esticar o braço para alcançá-la, daí ele se desequilibrou e teve que agarrar em algo pra não cair para a frente e que segurou na minha bunda. Eu disse:

_Cara, relaxa, foi só uma brincadeirinha, acontece. 

Vendo que eu não tinha apelado ele perguntou:

_Você tá de cueca? Minha mão entrou fácil no meio da sua bunda!. 

E entrou mesmo, senti três dedos dele deslizarem para dentro do meu rego. 

_Eu não estou de cueca, seu safado, to com short de jogador que tem aquelas cuecas de nylon.
_E esse short não incomoda no rego? - Disse seu Valter
_Eu nem sinto. Ele tá no rego agora. - Respondi

Me levantei e fiquei de costas pra ele e olhei por cima do ombro. O Valter sorriu e ficou olhando minha bunda. Ele disse que o short estava enfiado na minha bunda. Puxei o short de dentro e ia me sentar quando ouvi ele dizer que eu tenho uma bunda grande e dura. Novamente fiquei de costas pra ele e perguntei: 

__ Você acha mesmo? Não acho que seja grande não!". 

Inclinei meu corpo um pouco pra frente, fazendo com que minha bunda se empinasse, e fui descendo a parte de trás do short. Deixei minha bunda toda de fora olhei por cima do ombro. O Valter alisava sua rola e admirava minha bunda. Fui andando de costas em sua direção, ficando a uns 20cm de seu rosto. O Valter agarrou minhas nádegas com ambas as mãos e as abriu. Olhou meu cuzinho, passou um dos dedos na entrada e deu uma cuspida nele, sentia a saliva escorrer pela entrada do meu furico indo em direção ao meu saco. Então ele meteu a língua no meu cu, me fazendo soltar um gemido. Seu bigode arranhava minha bunda, sua língua deslisava pela entrada do meu cu que piscava enquanto eu rebolava na cara do puto. eu levei umas das mãos pra trás e alcancei a nuca do Valter, empurrando seu rosto na minha bunda, quase sufocando o velho. Eu sentia sua língua no cu e o mesmo todo babado. Eu gemia e rebolava na cara do Valter pedindo, suplicando pra ele lamber meu cu. 

__Vai safado, mete a língua no meu cuzinho, chupa esse cu que você vai foder. 

Eu rebolava e gemia como uma puta. O Valter grunhia com a cara enterrada no meu rabo. Ele levou uma das mão à frente, passando por entre minhas pernas e começou a alisar meu saco e meu pau que estava duríssimo, me levando à loucura. Aí sim me descontrolei e comecei a gritar, a gemer e a apertar ainda mais seu rosto contra meu cu. Tirei minha camiseta e depois me abaixei, sem flexionar os joelhos, e tirei o short. Na posição que fiquei meu cu ficou ainda mais escancarado e a língua do Valter ia mais fundo ainda. Me virei de frente para o Valter que agarrou meu pau e o enfiou todo na boca. Ele enfiava e tirava meu pau da boca com muita sofreguidão. Seu bigode arranhava minha pica. Olhava de cima e via meu pau sumir naquela boca gulosa, se esconder atrás daquele bigodão branco. Novamente ele enfiou uma mão por entre minhas pernas e foi colocando-a entre minhas nádegas até alcançar meu cuzinho. Ele ficou bolinando meu cu com um dedo até introduzí-lo no meu cuzinho. Eu soltei um gemido quando senti aquele dedo áspero e grosso me invadir. Ele enfiava e tirava o dedo arrancando gemidos de mim. Eu rebolava enquanto tinha a pica chupada e um dedo no cu. Não me agunetei de tesão a pós alguns minutos avisei que ia gozar. No entando o Valter continuou mamando. Quando meu pau começou a pulsar eu o arranquei da boca do Valter e gozei em seu rosto. Ele recebeu meu gozo de boca aberta e com a língua pra fora. Melei seu rosto. Seu bigode estava cheio de porra. Nem permiti que o Valter se limpasse, fiquei de joelhos em sua frente a baixei sua calça junto com a cueca. Que pau enorme foi o que vi. Grande, grosso, cheio de veias, com alguns pêlos brancos, é um pau branco com a cabeça enorme e rosada. Me pus a mamar aquele caralho. O Valter se contorcia na cadeira enquanto eu engolia seu cacete. Ele segurava minha cabeça e forçava pra eu engolir cada vez mais seu caralho que já estava todo babado, com baba escorrendo pelo saco e caindo no chão. Fiquei meio de lado e de quatro de forma que o Valter pudesse alcançar meu cu enquanto eu o mamava. Ele dava tapas em minha bunda, enfiava do dedo no meu cuzinho rosado. O Valter começou a gemer dizendo que ia gozar. Então eu parei com o boquete e disse que era pra ele gozar no meu cu. O pau do Valter é enorme e muito grosso, era um desafio pra mim, eu tinha que agasalhar aquele pau no meu cu. Me levantei e fiquei de costas pra o Valter, que estava sentado na cadeira,e comecei a sentar em seu pau que estava lubrificado apenas com o melado de baba. Vi que doeria muito então escancarei o cu e disse pro Valter cuspir nele. o Velho tarado o fez e eu tentei novamente, contudo continuava a doer muito. Foi então que o Valter se levantou e foi até o fogão, onde havia um pote de manteiga. Ele lambuzou seu pau de manteiga, lambuzou mesmo e ainda veio com outro tanto na mão. ele passou na entrada do meu furico e introduziu um dedo lambuzado pra dentro do meu rabicó, deixando-o meladinho. Então eu deitei o tronco sobre a mesinha, ficando com o rabo levantado, o Valter veio e encostou o pau na entrada do meu cu e vagarosamente foi enfiando o pau. Como doeu! Sentia aquela pica arrombar meu cu, rasgar minhas pregas, escancarar meu rabo. Senti cada cm de pau entrar no meu cu. O Valter metia e parava.

Depois que eu relaxava ele voltava a meter. Foi um alívio quando senti seus pentelhos encostarem na minha bunda. Sorri por saber que tinha agasalhado aquele caralho no meu cuzinho apertado. Aos poucos o Valter ia metendo e tirando o pau e eu ia me soltando, rebolando, gemendo, piscando o cu com seu pau dentro. Passado algum tempo eu já gemia alto, pedindo pica: 

_Vai seu velho safado, come o cuzinho da sua putinha, fode meu rabo com esse caralho enorme! - Eu dizia 

Seu Valter ficava louco, metia sem dó fazendo meu corpo balançar, empurrando a mesa pra frente. Ao lado da mesa havia um espelho por onde eu observava a cara de prazer que o Valter fazia a cada estocada que dava no meu cu. Ele arqueava o corpo pra frente, abria a boca e fazia cara de prazer. Aquele garanhão arfava na minha nuca, dava tapas na minha bunda que já ardia e estava vermelha de tanto levar tapa. Ele apertava meu rabo e enfiava o caralho no meu cu, me chamava de putinha safada, dizia que meu cu é gostoso. Eu me abracei à mesa devido à violência com que o Valter enterrava a pica no meu cu, fazendo um barulho estrondoso de nossos gemidos e das metidas dele no meu cu. Quando ele diminuiu o rítmo eu levei as duas mãos ao meu rabo e abri a bunda dizendo: "olha caralho o que você ta fazendo com meu cu, ta fodendo o cu da sua putinha safado, mete nesse cuzinho guloso". Mandei ele tirar o pau do meu cu e abri a bunda dizendo: "olha seu puto, você arrombou meu cu, olha o cu da sua puta seu pirocudo". Ele novamente pôs o pau pra dentro e fodeu meu cuzinho com força. O Valter começou a meter mais rápido, forte e fundo. Ele se pós a gemer, quase gritar, senti seu pau pulsando. Então ele segurou minha cintura e empurrou o pau todo pra dentro, lá no fundo do meu cuzinho e ficou parado. Seu pau inchou e começou a soltar porra no meu buraquinho. Aquele líquido quente invadiu meu rabo. O puto safado depois de gozar tirou o pau de uma vez do meu cu, deixando um vazio. Meu cu estava arrombado, completamente aberto por aquela pica enorme. Junto com seu pau começou a escorrer porra do meu cu.

O Valter lavou seu pau no banheiro e disse que se eu quisesse poderia me banhar. Contudo me recusei e fiquei nu no barracão tomando cerveja. Tomamos mais duas latas e foi quando ouvimos alguém chamar no portão, já era mais ou menos 23:40 horas.

O Valter foi à janela e viu seu amigo, que ia tomar uma cervejinha com ele em comemoração ao seu níver. Me levantei para me vestir e o Valter disse que se quisesse poderia ficar como estava, pelado, pois seu amigo também ama comer o cu de um viadinho como eu. Fiquei ofendido e cheio de tesão ao mesmo tempo. Me levantei e fui à janela olhar. Era um rapas jovem, moreno, magro. O Valter foi abrir o portão. Eu me direcionei à cama que havia no barracão e me coloquei de quatro, encostando o rosto no colchão e ficando com o cu pra cima. Meu cu ainda estava melado de porra do Valter, tinha porra lá dentro ainda.

Quando o Valter e o rapas, Igor, entraram, o Valter sorriu: 

__Você é uma putinha mesmo hein Heberth, 

Notei o espanto no olhar do Igor. Então eu disse: 

__O Valter disse que você gosta de comer o cu de uma putinha. Vem ver o que esse pirocudo fez no meu cu, aproveite e meta nele também!. 

Sorri e balancei a bunda, como uma cachorrinha abana o rabo. O Igor olhou pro Valter que sorriu e veio pra cima de mim. O Igor não quis nem saber, foi tirando a pica pra fora e enfiando no meu cuzinho melado de porra. Ele socou tudo de uma vez, me fazendo gritar de dor, eu pedia pra ele parar mas ele metia cada vez mais, tentei relaxar ao máximo meu cu, mas estava doendo, ele subiu na cama e enterrou a vara no meu rabo metendo forte e fundo. Eu gemia, gritava pedindo pra parar, mas isso parece que o excitava, pois ele metia mais e mais. O Valter disse que eu estava gritando muito, se sentou na cama e começou a alisar minha cabeça enquanto o Igor comia meu cu.

O Valter colocou o pau que novamente estava duro pra fora da calça e eu o mamei, meus gemidos agora eram abafado pela rola dura do Valter em minha boca. Que delícia, meu tesão aumentou, eu já pedia pro Igor meter no meu cu, me foder feito uma puta. Meu cu pegava fogo, Me pus a rebolar e olhar pra trás fazendo caras e bocas e mandando o safado meter e voltava a mamar o Valter. Não demorou muito e o Igor tirou o pau do meu cu e gozou sobre minha bunda. A porra dele me deixou todo melado na bunda e nas costas. Ele tirou o resto da roupa e foi abrir uma lata de cerveja. Eu continuei a mamar o Valter que segurou forte minha cabeça e encheu minha boca de porra. Mamei sua tora feito um bezerro e engoli seu leite. Fiz cara de puta e fui me lavar no banheiro. Foi quando entrou atrás de mim o igor que estava de pau duro. Ele chegou próximo ao meu ouvido, mordeu minha orelha e disse: 

__Você tem a bunda mais gostosa que já comi putinha, eu quero mais. 

O Igor tem 18 anos, por isso tem muita vitalidade e um cacete preto, comprido, da cabeça roxa. Meu cu ardia, até a água que caía nele fazia-o arder. Então disse que não a aguentava mais dar o cu, porque ele e o Valter arrombaram meu rabo que estava ardendo. Para não deixá-lo na mão me ajoelhei e engoli sua piroca, metendo tudo na boca, até a garganta. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca. Seu pau ia a minha garganta, me fazendo engasgar e sufocar. Mamei gostoso até o puto gozar na minha boca. Qeu porra gostosa! Depois disso tomamos mais algumas cervejas e mais ou menos 01:30 da manhã fui embora, todo ardido, todo esporrado e com o cu ardendo, está ardendo até agora. Agora sempre que for a Montes claros já sei onde aliviar meu desejo por pica. rsrsrs

Envie seu conto ou vídeo para: contosdebanana@gmail.com
Whatsapp: (11) 95301-9443

sexta-feira, 2 de março de 2018

DEIXOU DE SER HOMEM PRA TREPAR E SER CDZINHA DO MECÂNICO GOSTOSO




Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por Escritor ou Mr. Banana, tenho pouco mais de 30 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo. 

Hoje vou começar a história de Andrezinho, ela na verdade é um cara casado que conheci através dos meus contos e me contou um caso que ele vem tendo com um mecânico aqui de São Paulo - SP.

 COMO CONHECI MEU MECÂNICO! 

Oi, garotos, meu nome é Andre ou Andrezinho como queiram chamar, sou branquinha, casada e bem safada, tenho 172m e 70kg, tenho 27 anos e moro em São Paulo. Sou casado (a) e adoro me vestir de mulher, quando estou assim me sinto uma mulher. Essa é uma história real, um caso que estou vivendo e contei para meu amigo, Mr. Banana que está escrevendo o conto.

VAMOS AO CONTO!
Bom, sempre tive tara por mecânicos, ogros sujos, com o corpo todo melado de óleo, fedendo mesmo como queiram chamar, mas pra mim é perfume de macho. Tem um no meu bairro que me enlouquece e eu sei que enlouquece muito gente, o nome dele e Dudu, a mulherada e os viados do bairro são todos loucos por ele. Tão gostoso e lindo. Dudu é um morenão, forte, alto, cara de safado, não pode ver um rabo de saia que quer logo comer, e eu sei que ele é do estilo "Raí", mecânico de uma novela antiga da Globo, já comeu muita gente!

Algumas vezes que precisava fazer alguma coisa no carro, sempre fazia com ele só pra estar perto dele, do nada já ia lá. Um dia soube que ele na verdade gostava de CD também, nem sabia e nem sei direito ainda o que é ser CD, mas me disseram que era homem que gostava de usar calcinha. Então, se eu queria aquele macho, tinha que arriscar e foi o que fiz. Um dia dei uma batidinha numa das lanternas do meu carro só pra ter um motivo pra ir lá. E fui, mas fui de calcinha e numa hora que ele estava fechando a oficina, por volta de 17:30h. Cheguei, falei com ele, ele me pediu pra aguardar e quando já tinha ido quase todo mundo embora, levantei e fui falar com ele, chamei-o até o carro e dei um jeito de ele ver que eu estava de calcinha. Na mesma hora percebi que a voz dele mudou e o olhar mudou. O que me deixou louca. Mesmo assim, naquele dia não rolou nada, acho que ele tinha um encontro.

...E O TEMPO PASSOU!

Os dias passaram, eu fiquei com vergonha, por ele ter me visto de calcinha e não ter rolado nada, fiquei uns dias sem passar por lá, e passados uns três mesmo eu acabei sendo contratado para prestar serviços de consultoria a uma empresa que fica na rua da oficina dele. Era um trabalho irrecusável e iria durar alguns meses, pior que sempre precisaria estacionar o carro perto da oficina do Dudu. Toda vez que eu passava pra ir no clientes, acho que ele ficava imaginando-me de calcinha, sei lá. Era um olhar diferente de antes do acontecimento, mas tinha medo dele ter contado pra alguém, mesmo assim eu pensava nele, e sempre ia de calça apertada para valorizar minha bunda e ele ficava me olhando.



Minha bunda, por ser tão grande e inchada, toda vez que colocava uma calça colada, ficava ainda maior, fazendo uma leve repartição entre os gluteus. Aquele homem mexia comigo, passei a me depilar, até mesmo a bunda, só pra passar na frente dele.

E OS DIAS FORAM SE PASSANDO!

Toda vez que eu passava na frente da oficina, não saia nada além de bons olhares. mas nenhuma palavra. Mal sabia ele que tudo que eu mais queria nessa vida era dar muito o cusinho pra ele, que eu já não aguentava mais de tanto tesão.

O DIA TAVA CHEGANDO!
Certo dia eu resolvi que tinha chegado a hora de me entregar para aquele moreno, eu era ou iria estacionar o carro em outro lugar. Me depilei todinho, fiz toda uma produção com calcinha, preparei as luzes no meu banheiro e fiz umas fotos bem legais. Imprimi uma, a mais gostosa e no dia seguinte eu escrive meu telefone na foto, e passei pelo carro dele estacionado perto do oficina e coloquei dentro do carro, através da porta. Passou um dia e nada, dois dias e nada, quando já estava pensando em desistir. Numa tarde qualquer, recebo um "Oi", no whatsapp, pela foto já sabia que era ele, mas na minha não tinha. Daí eu disse que era um cara que tinha muito tesão nele, mas tinha medo de apanhar, disse que queria me apresentar, mas não sabia sua reação. Mas ele logo falou que adorava uma CDsiznha, e que topava me conhecer melhor, mas disse que tinha um probleminha, uma coisa que podia atrapalhar. Perguntei o que era e ele disse que era casado e que jamais alguém poderia saber daquilo. Eu ri muito e disse que eu não queria casar com ele, que também era casado e que só queria dar meu cu pra ele e chupar seu pau. 

E COMO FARÍAMOS?!

Eu então disse que era seu antigo cliente, mas que ele tinha recusado, ele disse que não, que queria me comer desde o dia que me viu de calcinha pela primeira vez, só que naquele dia tinha que pegar sua mãe no aeroporto e realmente não dava. Que ficou esperando eu voltar um dia pra que ele me pedisse uma chance, mas eu não dei mais chance a ele de conversar comigo. Quase chorei ao ouvir aquilo e perguntei:

_E ai, rola?
_Claro que sim, te pego a noite onde?

Passei o endereço e quase pirei ao desligar o telefone!
Bom, fui pra casa, tomei um banho gostoso e não parava de pensar nesse momento que eu esperava por tantos meses. Iria realizar um sonho. Eu estava morrendo de tesão. Coloquei uma calcinha vermelha bem atolada no rabo, que por sinal já estava muito gostoso naquele dia, coloquei uma calça jeans bem justa e uma camiseta que ficasse meio feminino pra ele.

Meu corpo já não escondia os sinais do meu desejo. Pela camisetinhas se podia ver meus biquinhos durinhos apontando pra frente. Mesmo não sendo uma mulher, seria comido por um homem e ele me deseja de forma feminina. Preparei meu corpo pra ser chupado.

A HORA CHEGOU!
Chegou o momento e fui, era inicio de noite e ele estacionou o carro perto da minha casa, na esquina. Entrei no carro e sem sair do lugar nós começamos a conversar. Por ser todo escuro o carro, nós ficamos tranquilos, e estávamos num lugar de pouco movimento. Conversa vai, conversa vem, falei pra ele que meu maior desejo era transar com ele.

Ele então seguiu para um campinho de futebol que tem no bairro. Disse que infelizmente era conhecido e que não poderia se expor, nem liguei, entendi ele perfeitamente. Mesmo assim, ele ficou sem graça e do nada, ali pardo no escuro ele me beijou. Fazia tempos que eu não dava aquele beijo gostoso de língua. Fiquei muito mais excitado do que já estava antes. Ele passou a mão por cima da minha camiseta e apertou meus petinhos e começou a massageá-los com força, por baixo na camiseta.

Nesse momento eu segurei aquele pauzão, que já estava explodindo pra fora da calça de tão duro. Eu sentia ele latejar na minha mão. Fiz movimentos de sobe e desce com a mão, mas a calça jeans não permitia direito. Foi aí que eu abri o zíper, e vi aquela cabecinha moreninha saindo pelo ladinho da cueca toda babada.

Passei a língua na cabecinha, só na cabecinha. Depois de alguns segundos não resisti e engoli aquele mastro todo. Chupei bastante, suguei com força, mamei com toda vontade do mundo aquele pauzão moreno, grosso e cheio de veias. A pica dele estava latejando na minha boca. Que delícia!!!

Tirei a minha camiseta e ele chupou meus peitinhos com vontade. Depois tirei a calça e abri bem minhas pernas. Ele não acreditava que eu estava de calcinha. Começou a alisar meu cacete, mas foi direto pro meu cusinho, dedava e eu ia auo delirio. Era um dedo grosso e muito gostoso.

Eu não sabia o que fazer e imaginei gozar ali do nada, meu cacetinho gostava do nada de tanto tesão. Eu queria gritar:

- Me come, seu safado, mete essa pica no meu cu!

Foi aí que eu tirei minha calça, inclinei completamente aquele banco, abri bem as minha pernas e pedi:

_Vem, mete tudo!

Mesmo num local apertado ele veio com aquele mastro latejando e enfiou no meu cu de frango assado.

_Ai, que delicia!!! Que loucura! Que cara gostoso! Mete duro! Meteeeeee!!! - falei entre gemidos. 

Ele meteu, meteu com força, sem dó. Eu gemia e gritava feito uma cadela no cio.
Nem parecia que a gente estava num carro apertado e com o homem enorme me comendo, o tesão era maior. Trocamos de posição e me sentei no colo dele, rebolando bem gostoso naquela pica dura e quente.

Ele mordia minha nuca e minha orelha, parecia que iria me comer! Pulei sem dó naquela pica, e sentia ele rasgando meu cusinho carnudo. Não aguentei mais e anunciei que eu iria gozar. Eu gemia muito, e minhas pernas ficaram bambas. Ele disse que não era hora, que aquela noite ainda iria me comer muito, mas não aguentei e gozei, gozei como poucas vezes eu gozei na vida!

Ufa! Gozei muito e fiquei paradinho sentado na rola dele e com a minha cabeça apoiada em seu ombro. Não sei o que estava acontecendo com a gente, um macho, comedor de buceta ali com uma CDsinha com uma pica atolado no meu cú! Acho que desmaiei, apaguei uns 5 minutos enquanto ele fazia um carinho no minha nuca. Retornei com ele procurando com seu cacete o meu buraquinho.

- Quer meter mais? - ele me perguntou depois de me dar um longo beijo na boca.

Enlouqueci de vez!

- Nós viemos aqui pra isso, não foi? - respondi toda dengoso.

Não precisei falar mais nada. Em segundos ele me botou de quatro, e começou a lamber meu cuzinho, que estava piscando pra ele.

Ele chupou bastante meu rabinho e enfiou um dedo, depois dois. Quando vi, ele já estava metendo a rola dele sem dó. O safado não teve dó mesmo, pois eu pedia pra socar com força mesmo.

Ele bombava demais, e seus gemidos me deixavam louca. Foi aí que ele falou que iria gozar no meu cuzinho. Eu disse pra ele que ele deveria era gozar na minha boca. Aquele homem estava me deixando muito louco! E ele disse:

_Você é mais safado que uma mulher, sua putinha!

Depois de socar no meu cu de quatro por uns 20 minutos e eu gritando com aquela vara toda enterrada no meu cu ele pediu!

_Vai vira, vira ligeiro no meu cacete!

E ele gozou. Ele segurou minha cara pra eu não tirar o rosto, e encheu a minha boca de leitinho. Cuspi em cima do pau dele aquela porra toda. Por fim terminamos e fomos embora.


Aquela foi a primeira de algumas vezes que já ficamos, até o momento ninguém sabe de nada, e nós vamos ficando assim, ele é comedor de buceta e isso me excita e de vez enquando a gente vira dois amantes, seja no carro apertado, no sitio da família dele ou nas viagens a praia nas madrugadas loucas quando ninguém sabe onde nós estamos e que estamos juntos porque ninguém sabe que somos assim!

PS: Quer viver feliz num sexo com um macho? Não conte pra ninguém, nem pro seu melhor amigo!

Esta história foi enviada por um amigo via whatsapp e adaptada por Mr. Banana. Mande sua história também... (11) 95301-9443

quinta-feira, 1 de março de 2018

O NEGÃO DA OFICINA ME COMEU COMO NUNCA FUI COMIDO | SEXO NA OFICINA



Olá! Galera, essa semana eu estou com todo, com muita vontade de escrever os contos e os meus amigos do Whatsapp estão me ajudando. Como quem já acompanha meus contos aqui e no "Contos de Banana" todos eles são historias reais vividas por mim ou por amigos safados. A história de hoje aconteceu na Zona Leste de São Paulo, como no conto anterior, só que essa na capital, numa oficina mecânica. Vamos ao conto!

Vou narrar em primeira pessoa, mas essa historia foi enviada por meu amigo, Rogério, ele é moreno, casado, 30 anos, mora na Zona Leste de São Paulo, tem 170m e 72kg, pai de 3 meninas mas adora uma rola!

Isso aconteceu dias antes da última Copa do mundo aqui em São Paulo no periferia, aqui e em muitos lugares do Brasil ainda existem aquelas oficinas onde na parede tem aqueles calendários com posteres de mulheres gostosas e peladas, as gatas da Playboy, Sexy, Private.. E como não poderia deixar de ser, quase sempre tem dono é um safado, bem comedor de buceta.

Numa tarde de folga convidei um amigo de trabalho para ir comigo até uma oficina, pois iria viajar e precisava organizar o estepe do carro, claro, ele seria minha "mala" na viagem, ele disse que não poderia ir, mas me deu o endereço e ligou para o dono da oficina que estava a minha espera.

Na chegada, haviam uns clientes conversando e esperando pelos carros quase prontos.
Conversei por telefone com meu amigo e comentei que o cara devia ser um bom mecânico já que os carros pra consertos eram novos, caros e os donos pareciam pessoas de estabilidade social. Meu amigo disse que o dono era um negão muito famosos, principalemte entre os homens.

Chegando na oficina quem nos atendeu foi um jovem, pegando umas roda no porta malas do meu carro e levando lá pros fundos da oficina. Ele nos chamou para falar com o Nandão que estava nos fundos, ocupado.

Nandão tinha a fama de ser um cara muito safado no bairro, mas eu ainda não o conhecia. Lá seu sobrinho me pediu para sentar num sofá velho, eu sentei e aguardei.

Passado um tempo esperando o cara para o concerto, eis que surge um negão enorme e gostoso na minha frente, eu estava sentado num sofá velho e o cara me aparece sem camisa, todo suado e com uma bermuda que com certeza tinha dentro algo muito grande. Ele me convidou pra ver o meu problema, eu estava hipnotizado por aquele cara e ele logo percebeu, conversávamos e ele sem a menor cerimonia pegava no cacete, colocava a mão por dentro da bermuda e aquilo foi mexendo comigo e eu não conseguia parar de olhar.

Durante nossa conversa ele percebeu minhas olhadas e disse:

_Cara, me desculpa, tava comendo uma buceta agora, mas a nega não esperou eu gozar e com ciumes foi embora, me deixou na mão. Pelo que vi você curte, nem adianta mentir. Bora ali?! Vem!

Cara, não deu nem pra dizer sim ou não, o cara dava dois de mim e praticamente fiquei sem resposta. Fui seguindo aquele negão até um quartinho dos fundos, onde havia uma cama bem velha, um colchão que acho que era onde ele come as putas dele.

Quando olho pro lado, o cara fechou a porta e tirou a bermuda ficando pelado, era uma visão maravilhosa, aquele cara machão, levemente forte e gordinho, barriga de macho, cerca de 180m e uns 100kg com um pica enorme só pra mim.

Uma pica de 27cm, enorme, meio torta mas com veias grossas, cabeça muito preta, e com aquela pele que cobre e descobre a cabeça quando a punheta é bem feita. Ele ali sentado, com aquele saco preto pentelhudo, e eu batendo a punheta mais gostosa da minha vida, segurando a pica de um macho roludo.

Vem aqui e termina o serviço vem. Eu não pensei mais, tirei minha roupa e fui pra cima. Ele manda continuar a segurar a picona dele. Era uma visão maravilhosa, caiu de boca sentado naquela cama e aquele negão dos meus sonhos na minha frente, chupei, chupei,chupei, chupei muito aquele cara gostoso. Ele então me ordenou que deitasse na cama, e de frango assado ele caiu de lingua no meu cu, pra meu delirio ele me chupou, chupou meu cu, meus ovos e minha pica, era muito delicioso, queria gosar, ele segurando minhas pernas, ele suado me devorava como se fosse um pedreiro morrendo de fome. Era muito gostoso, quando ele puxou meu corpo e anunciou que iria meter no meu cu. Fiquei com muito medo, mas meu desejo era bem maior que eu, aceitei aquele Jegue dentro de mim. Juro que doeu muito, muito, muito, mas era irresistível e eu não podia parar. Ele metia com uma fome muito grande eu queria mais e mais, mas ele gozou, gozou muito forte e eu também não segurei. gozei como poucas vezes eu gozei na minha vida...

Ufa! Como foi bom!

Para minha surpresa, aquele cheiro intenso de macho no ar. Aquele cara caiu por cima de mim, me deu um beijo grande na boca, me agarrou por trás e disse:

_Dormi, minha puta!

Bom, nunca mais deixei de ser cliente dele, até chupei ele umas vezes e ele me comeu outra vez, mas não vou fantasiar. A primeira vez foi inesquecível!

Conto real enviado por "Sergio" - São Paulo - SP
Fotos do Escritor e contato (11)95301-9443


sábado, 17 de setembro de 2016

TRANSANDO COM O MECÂNICO | FUI PUTA NA BORRACHARIA






Esse é mais um conto verídico!

Sempre senti tesão por um borracheiro que morava no meu bairro, o nome dele era Seu Juliano, ele tinha mais ou menos 40 anos, machão casado, 175m de altura, um negro parrudão que comia muita puta, uma bunda enorme, pernas impressionadamente grossas e deliciosas. Eu sempre tive muito tesão por ele, mas tinha medo de apanhar caso fizesse algo de errado, ou dele sair contando para quem me conhecia minha intensões...

Tudo aconteceu num sábado do mês de junho, como todos sabem aqui no nordeste durante esse mês tem festa pra todo lado, estava voltando pra casa, já chegando, umas 2 horas da madrugada quando o pneu do carro estourou, me bateu um desespero para ficar na rua sozinho uma hora daquelas, mas pense logo nele, sem malicia, fui então a sua borracharia, sabia que ele atendia 24 horas. Ao chegar na borracharia tive que chama-lo bastante, quando já estava quase desistindo ele respondeu, disse que estava dormindo pesado, de repente abriu a porta, e eu quase desmaiei, um negão enorme, parrudissimo, uma cueca branca e um pacote que mais parecia um melão, alias 3. Abriu a porta, eu disse o que aconteceu, ele me pediu pra entrar, enquanto ele lavava o rosto e se organizava, era um lugar simples, dava pra ver seu quarto da borracharia, que claro a essa hora estava fechada, logo voltou e descaradamente, ou por achar que estava na frente de um homem, mas só de cuecas, com seu cacetão, ele me pediu para explicar o que tinha acontecido, logo eu expliquei que o pneu do carro tinha estourado e queria que ele fizesse alguma coisa, ele então completou:

_Meu amigo, minha esposa viajou para o sertão, to sozinho em casa, vou lá concertar, mas você vai pagar caro, pois estava batendo uma pra ir dormir.

Eu disse que sem problemas, pois eu queria ir dormir também... Ele completou:

_Pois vou concertar e você vai dormir gostoso, pode ter certeza!

Ele vestiu uma roupa e fomos até o carro, ele disse que como estava próximo a borracharia, era melhor leva-lo devagarinho para lá. Fomos então eu e ele rapidinho, ele parou na frente da borracharia, abriu a porta grande e pois o carro para dentro. Ele rapidamente fechou a porta, e ficamos só nós dois lá dentro, nessa hora eu senti sua total malicia, pior que, acho que quando eu chamei na porta ele já planejou alguma coisa. Ele passou por trás de mim e descaradamente passou por trás de mim encontrando seu imenso pacote. Eu fui nas nuvéns... Ele olhou o pneu e disse, você não quer deixar o carro aqui, dormir um pouco, já são 3h da manhã, amanhã é domingo, você descansa e logo cedo eu concerto. Cara, eu tenho que ir pra casa, ele levantou-se e veio até mim, me abraçou por trás e completou:

_Homem, relaxa, eu vi algumas vezes você olhando pra mim, sei que você gosta de dar o cusinho, aproveita que to sozinho e vem pra minha cama, quero gozar geral no seu cu.

Aquilo me arrepiou de um jeito impressionante, ele me pedindo pra ficar, tava na minha cara que eu queria dá pra aquele negrão, nisso ele me falou que seu desse pra ele, não ia cobrar nada ai e que naquela noite eu seria a puta dele. Como não tinha nada a perder, só a ganhar resolvi me entregar.

Ali mesmo ele tirou o calção, era uma pica grossa, não muito grande, ele me abraçou e me beijou, achei sentir um pouco de gosto de cerveja, acho que ele estava bebendo sozinho, ele tinha uns peitões gostosos de homem macho que pega no pesado, eu chupei, mas ele também queria me chupar, era sensacional, nos estávamos nos pegando ali dentro da borracharia, já pelados, ele me vira de costas, me joga numa mesa de ferramentos toda melada de óleo, e começa a chupar meu cu. Eu me arrepiei, era muito bom, aquele negão era muito macho, truculento, braços grandes e fortes, abrindo minhas nádegas e enfiando toda aquela língua quente no meu rabo. Chupou por uns 5 minutos até que me pediu, agora é a sua vez, vem, chupar. Que pauuuuuuuuuuuuuu, que macho (PS: Estou com água na boca me lembrando)

Ele então me levou para o seu quarto, cama de casal. Ele deitou na cama na cama e falou:

_Chupa mais a minha rola sua puta safada!

Comecei uma das minhas chupadas inesquecíveis. Aquela rola era grossa, deliciosa quase não cabia na minha boca (Quem acompanhar meus contos vai ver que minha boca é gostosa, tem fotos no zap).

Continuei chupando aquela rola negra por um bom tempo até que encheu a minha boca de leite, sem eu menos esperar, fiquei frustado, pois não tinha gozada, ele logo me garantiu:

_Não se preocupe, estamos começando os trabalhos!

Aquilo me arrepiou de vez, deita na cama, vai, fica de bruços pra mim. Gente, fiquei, aquele macho veio por trás, abriu minha nádegas na cama e mais uma vez começou a minha chupar, era um misto de massagem, sexo, tesão, relaxamento, e eu indo as nuvens. Quando em 5 minutos ele estava pronto novamente, acho que o cacete estava ainda mais duro, quando ele disse:

_Fica de quatro vai, eu agora quero te comer!

Tava entregue aquele macho, faria o que ele mandasse, me aprontei e me posicionei, enfim, iria dá pra aquele homem que desejei por tanto tempo. Me segurei no espelho da cama, ele cuspiu no meu cu e com muito carinho e maestria começou a meter. Gente, foi muuuuuuuuuuuuuuuuuuito gostoso. Aquele cara é bom no que faz, faz com macheza e com prazer. Foram momentos muito bons. Ele ainda me comeu de frango assado, subi em cima daquele macho e pude ver que ele estava realmente com muito tesão, e eu também ficava cada vez mais, seu tórax era lindo, másculo. Me comeu de ladinho, e me pediu:

_Vou gozar dentro do seu cu e você vai gozar também. Minha esposa só aparecesse depois de amanhã, vou gozar dentro, você vai gozar e vamos dormir gostoso!

Gente, foi louco, ele segurou no meu cacete, eu na pontinha da cama gozei no chão e aquele macho encheu meu cu de porra, era farto de novo, muito gala, ele me abraçando, chupando minha orelha. Foi demorado e com muito carinho. Caímos no sono, já amanhecendo o dia. Foi um sono gostoso e perturbado, algumas pessoas chegaram a chamar na borracharia, mas ele dizia que não iria abrir, pois aquela noite era especial com sua putinha. Dormimos até meio-dia, ele concertou meu carro. transamos mais uma vez (Conto depois) e foi pra casa.

Gente, claro que a foto é ilustrativa. Sempre tive tesão por essa classe, por homens machos, esse conto foi verídico. Se algum motorista, taxista, carreteiro, segurança, trabalhadores e afins quiserem, vamos fazer mais histórias. Sou do Recife, mas trabalho na Paraíba e em Pernambuco. Meu zap (83) 99853-4472