quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

O mecânico coroa gostoso me comeu a noite inteira na oficina e ainda encheu o tanque

Valdir me comeu a noite inteira e ainda encheu o tanque.

Sou o Renato. Vou contar o que aconteceu uns dez dias atrás.

Voltava de um serviço em Capelinha, interior de Minas, rumo a Teófilo Otoni, quando o carro morreu no acostamento. Quatro da tarde. Tranquei tudo e fui a pé até o primeiro posto. O frentista apontou o fundo: oficina.




Lá estava um senhor de uns 53, mais alto que eu — tenho 1,80 m —, boné, cabelo grisalho, barba por fazer, mexendo num capô.

— Opa. Meu carro quebrou uns seiscentos metros para trás. Não pega. Dá uma olhada?

Olhou sem pressa.

— Onde está?

Expliquei. Golf 74 mexicano. Bom carro. Quando estraga, todo mundo quer arrancar o couro. Ele mandou o borracheiro cuidar da oficina e fomos de guincho. Abriu o capô, fuçou e falou: bobina queimada. Peça só no outro dia, em Teófilo. Já eram cinco e meia. Quatrocentos reais no bolso. O serviço eu só receberia em Governador Valadares.

— Fica trezentos e cinquenta. Peça e mão de obra.

Alívio. Sobravam cinquenta para gasolina.

— Vou dormir no carro.

— Por quê?

— Não tenho quarto. O tanque está no osso.

— Mora sozinho. Casa uns dois quilômetros daqui. Se não se importar, dorme lá.

Pensei no banco do Golf versus um desconhecido. Aceitei. Cansaço falou mais alto.

Fechou a oficina. Antes de ir para casa, parou num bar. Desceu e me chamou. Falei que quase não tinha dinheiro. Ele pagou. Contou que a mulher tinha ido embora. Entrou umas putas. Ele partiu para uma. Ela empurrou:

— Sai, velho tarado. Não foi à toa que a Neide foi embora.

Uma delas chegou perto de mim.

— Parente do mecânico?

— Não.

— Ele é viciado em sexo. A Neide era minha amiga. Dizia que ele vivia de rola dura atrás dela. Iria embora da cidade.

Ele voltou do banheiro e meteu cachaça no peito. Já estava ruim. Segurou o braço de uma moça. Ela gritou. Dois caras avançaram. Entrei no meio e disse que levava ele embora. Tive sorte de estar ali, falaram.

Cambaleava. Pedi a chave da Belina. Disse que dirigia. Não parava em pé. As chaves estavam no bolso. Calça social, bolso fino. Encostei a mão onde não devia. Lado errado. Apoiei ele no carro e fui no outro bolso. Esbarrei de novo. Na hora não pensei. Entrei, dirigi, ele indicava o caminho com o rosto no vidro.

Aí a cabeça sujou. Olhei entre as pernas. Volume. Não sabia se era a calça ou o pau.

A casa era grande, uns quinhentos metros da pista. Sentei ele no sofá. Chorou a Neide. Depois apontou o banheiro. Tomei banho. Quando voltei, estava só de cueca, apagado, torto no sofá. Careca no coco, cabelo dos lados. Chamei duas vezes. Nada. Carreguei até o quarto. No caminho, a mão “escorria”. O pau foi endurecendo. Eu de calção, sem cueca limpa. De vez em quando virava o corpo para ele esfregar em mim. Na cama o peso me puxou. Caí de lado, embaixo. A rola dura entre minhas pernas. Fiquei uns segundos. Ao levantar, o pau passou no meu rego. Segurei a bunda dele como quem se apoia. Na porta, ele deu aquela olhadinha de quem finge que dorme.




No sofá fiquei duro. Vi o corredor inteiro. Ele passou pelado, pau em pé, quarto–banheiro. Voltou na minha direção.

— Nunca comi homem. Nunca dei. Mas notei que você estava gostando da brincadeira.

— Só te ajudei.

— Não vou contar. Não vou brigar. Faz nove, dez meses que não trepo, desde que a Neide foi. Vou para o quarto. Se quiser continuar, vai. É tudo seu hoje. Não dou o cu. Só te fodo gostoso.

Balançou a pica. Quase do meu tamanho, mais grossa, saco grande, corpo peludo. Quarenta minutos no sofá. Sempre como o rabo dos outros. Ele, pelo jeito, não ia dar. Foda-se. Já dei outras vezes.

Peguei três camisinhas. No banheiro, chuveirinho no cu. Entrei no quarto. Ele dormia de barriga para cima, mole. Gosto de homem mais velho, peludo, macho. Deitei de costas para ele. Não demorou. Encaixou atrás.

— Você não vai se arrepender.

Os pelos nas minhas costas. A barba no pescoço. O pau endurecendo no meu rego, empurrando o calção. Puxou a peça. Bunda rapada. Apertou, abriu, bateu a cabeça no buraco. Empurrou de leve. Passei a camisinha sem virar. Ouvi o plástico.

— Vou fazer de você o viadinho mais feliz do mundo.

Cuspe. Dedo sem aviso. Pulei. Pediu desculpa. Foi mais devagar. Cabeça na porta. Apertei. Centímetro por centímetro. Fingia dor. Nove, dez estocadas e senti inchar. Calor na camisinha. Amoleceu dentro. Saiu.

— Desculpa. Não segurei. Faz tempo.

Olhei o preservativo cheio. Fui mijar. Decepção. Todo mundo falava que ele era tarado. Achei que ia ser a noite inteira.

Voltei. Ele abraçado num vestido florido, chorando. Roupa da Neide. Pediu para eu não ir para a sala. Aí veio:

— Não podia pôr ele? Para me dar mais tesão?

O pau já estava de pé. Falei que não. No corredor pensei: já meteu. O que é um vestido. Voltei. Coube justo, curto — eu 1,80 m, ela 1,60 m. Agachava, a bunda aparecia. Não sou afeminado. Ombro de homem, perna de jogador. Só raspo cu e saco. No espelho o vestido aumentava a bunda e marcava o pau.

Outra camisinha. Me virou na cômoda, prensou, levantou o pano, baba, soco. A dor passou rápido. Cabeça na madeira, olhando no espelho o vai-e-vem, as duas mãos na minha cintura. Sacão peludo batendo. Pla, pla, pla. Parei de fingir. Gemi. Dez minutos e gozei nos pés. Ele não. Mais vinte minutos.

— Não está gostando?

— Está. Falta uma coisa.

Sem sair de dentro, abriu a gaveta. Lenço preto de seda. Amarrei na cabeça, cabelo comprido falso. Ele vibrou. Quase saía e enterrou de novo até gozar tremendo. Ficou colado, pau pulsando.

— Viadinho do cu gostoso. Não pensei que comer homem fosse tão bom.

— Então aproveita.

Tapa na bunda. Veio com a mão fechada, tirou a camisinha, ainda duro.

— Abre a mão.

Calcinha.

— Não acha demais?

— Você vai ficar feliz, minha menina. Está adorando ser minha mulher.

Entrei na brincadeira. Fio no rego, pau preso para cima.

— Só falta me deixar te chamar de Neide.

Balancei que sim.

— Apaga a luz. Deita com o rabinho para cima. Entendeu, Neide?

Nem era onze horas. De bruços. Mão sob o vestido, tapas, dentada na nádega, calcinha de lado, cuspe, corpo em cima.

— Neide, sua vagabunda. Vou arregaçar esse cuzinho.

A cabeça entrou fácil. Gozei de novo, vestido e calcinha sujos.

— Vai, cacetudo. Fode sua puta.

— Vou matar essa fome de rola.

Agachou sobre minhas pernas e meteu fundo. Tapas mais fortes. Rebolei. Pedi mais. Chamava de puta, biscate, vadia. Quando gozou, vi: sem camisinha. Porra quente no cu.

Reclamei.

— Fiz exame esses dias. Nenhuma puta me quer. Três mulheres. Todas foram embora. Médico falou satiríase. Penso nisso o tempo todo.

Quis tirar a roupa. Não deixou.

— Fica assim, minha Neide.

No banheiro a calcinha desceu e a porra saiu, com gás. Na cozinha, ao beber água, ele me abraçou por trás, puxou o fio e meteu. Empinei.

— Neide, como você está vadia hoje.

— Mete, gostoso. Fode sua cadela.

Pia. Fogão. Mesa, frango assado. Quatro no chão. Gozei de novo. Não gozava. Apontou o pé de manga no quintal.

— Vai me esperar.

Escuro de sítio. Abraça a árvore, mandou. Tapas. Quietinha. Mordida na nádega. Língua no rego. Meteu.

— Agora te como neste quintal inteiro.




Comeu em todo canto. Até no capô da Belina. Quando ia gozar, tirava, batia no meio, enfiava de novo. Voltou engatado, igual cachorro, me fez gozar andando. Na sala, tapete, de bruços, encheu o cu outra vez.

— Cansou. O cu arde.

— Descansa, Neide.

Quase quatro da manhã. Apaguei. Acordei com ele esfregando. Quarenta minutos de folga. Manteiga fria na bunda. Sentei em cima, desci devagar. Não aguentei muito. De lado, conchinha, carinho até gozar. Dormi com o pau dentro.

Acordei com encoxada. Seis da manhã. Deitou em cima, pelos das pernas, peso, gozo tremendo. Dormi de novo. Dez horas. Sozinho. Espelho: vestido sujo, lenço, calcinha lambuzada, bunda marcada de dedo, dente e elástico. Banho. Ele apareceu.

— Bom dia. Posso participar?

— Acho que não aguento.

De frente, no box. Entrou por baixo. Doe. Creme de cabelo no buraco. Deslizou. Meu pau na barriga dele. Gozei nela. Ele melecou o cu e saiu.

— Quando terminar, vai até a sala.

Me vesti. Olhei as roupas no chão. Na sala:

— Você foi um presente. Nunca pensei que ia gostar tanto de homem.

O carro estava lá fora, pronto.

— Vou pegar a grana.

— Não precisa. Nenhuma delas me deu tanto sem reclamar. Se um dia resolver, vem dormir de novo. Faço melhor.

— Pode ser que pegue serviço por aqui.

Aperto de mão.

— Não demore. Prazer, Valdir.

— O prazer foi todo meu, Renato.

Parti. No posto, olhei o marcador: tanque cheio. Ri sozinho. Cu ardendo. Uma das melhores noites. Quem devia pagar era eu.

Na minha cidade entrei num hotel e liguei para casa: o serviço atrasava dois dias. Como explicar as marcas no rabo para a mulher? Não sei se aguento igual. Se aparecer outro chamado para Capelinha, não perco a chance.

Relato de assinante, adaptado. Fotos de IA. Qualquer semelhança é coincidência.

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