O pedreiro dormia no quarto de empregada — eu tinha 18 anos e não aguentei esperar a segunda noite.
Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.
Meu nome, neste conto, é Bruno. Dezoito anos. Os pais viajaram e deixaram uma reforma em casa, em Rio Claro. Eu fiquei para olhar a obra. O pedreiro vinha do interior e não ia e voltava todo dia. Quarto de empregada para ele. Eu na sala: os quartos foram os primeiros a abrir.
Tive sorte. Ele era daqueles corpos que a gente finge que não repara. No primeiro dia a obra correu normal. Conversamos da vida dele. Almoço. Ofereci ajuda. Ele disse que não precisava. Troquei de roupa mesmo assim: short folgado, camiseta. Não falei o que eu era. Não queria que chegasse nos pais.
De vez em quando o olho dele ia na minha bunda e voltava. O papo seguia. À noite ele foi dormir cedo, cansado. Eu deixei. TV ligada. Quando o ronco veio firme, pensei: agora.
No caminho do quarto esbarrei numas panelas. Barulho alto. Ele não acordou. Sono pesado. Na cama, músculo, volume no meio das pernas, só de cueca. Ajoelhei. Mão no pau por cima do tecido. Macio. Cueca um pouco baixa. Flácido. Punheta leve. Foi engrossando. Medo de acordar. Mesmo assim a boca. Língua na cabeça, vai-e-vem. Parei antes de ele gozar. Voltei para a sala. Bati uma com o gosto ainda na língua.
De manhã o barulho da obra. Ele de short. Quase avancei de novo. Sorriu e seguiu. Tinha pego pão na mesa. Passei o dia na TV, comendo mal, esperando a noite.
Cansado de novo. Esperei o ronco. Dessa vez fui sem cerimônia. Cueca baixa, punheta, boca. Sede. Até a mão no meu cabelo. Cara a cara.
— Está gostando? Então continua.
Empurrou a cabeça de volta. O ronco virou gemido.
— Chupa
Tesão. Mais fome. Ele avisou que ia gozar e parou.
Queria me comer. Nunca tinha dado. Pau daquele tamanho. Medo. Ele falou que era melhor assim. Cedi.
De quatro. Língua no cu. Calafrio. Cabeça na entrada. Mordida na orelha.
— Prepara.
Entrou de uma vez. Doeu. Quis sair. Segurou. Cada centímetro. Vai-e-vem sem sair de dentro. A dor foi virando outra coisa. Rebolei. Ele acelerou. Gemia alto. Até o fundo.
Avisou. Mais rápido. Jatos quentes. Deitou em cima, ainda dentro, ofegante. Dormimos assim.
Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.

