quinta-feira, 25 de abril de 2013

DEI O CU PRA DOIS PEDREIROS NEGRÃO | CONTO #16

Acredito que um dos meus maiores fetiches se realizou, e de um jeito muito melhor do que eu tinha imaginado.

Ha anos eu sonho fazer sexo com um pedreiro. Quando estou voltando do trabalho, vejo aqueles uniformizados de uma construtora de minha cidade saindo da construção todos sujos de cimento e terra, usando botas de trabalho, alguns sem camisa a primeira coisa que faço ao chegar em casa é bater uma punheta e gozar pensando naqueles pedreiros.

Ontem, voltando de carro da academia, passei por uma construção. Não era a mesma onde trabalham esses pedreiros que vejo todos os dias. Era uma casa com uma caçamba de terra da qual um pedreiro retirava terra com uma carriola para levar ao quintal da casa. Quando ví aquele pedreiro fiquei com tesão na hora! Ele era negro e estava sem camisa e com uma calça de uniforme azul bem caída deixando aparecer um pedaço grande da cueca. A roupa estava muito suja de terra e a cueca estava um pouco transparente. O tórax era bem definido e estava todo brilhando de suor.

O pedreiro subia carregando terra e o esforço de seus braços ressaltavam ainda mais os músculos. Que cara gostoso ali, sujo de terra e brilhando de suor com uma barba por fazer. Na hora, dei uma volta no quarteirão e passei de novo em frente a construção. Como estava só ele lá, no mínimo eu poderia fixar aquela imagem na cabeça para bater uma depois. Dei mais uma volta no quarteirão e passei mais devagar olhando bem para o pedreiro. Nessa hora, percebi q ele seguiu meu carro com os olhos, então resolvi passar em frente a construção de novo e encará-lo mais ainda, só que cada vez que eu passava por lá, o pedreiro estava em um lugar diferente e não me via sempre. Devo ter dado umas dez voltas no quarteirão, meu pau estava duro. Quando passei em frente a construção depois de várias voltas, o pedreiro foi seguindo o carro com o olhar e uma risada de quem diz "Saquei, o cara já passou um monte de vez e tá afim". Como eu tive certeza de que ele percebeu, eu dei mais uma volta no quarteirão, mas ele estava dentro da construção e parecia ter mais alguém lá, então decidi ir embora.

No outro dia, passei novamente na construção no mesmo horário e lá estava o pedreiro gostoso. Desta vez ele me viu de primeira e foi olhando enquanto eu passava. Dei a volta no quarteirão e quando passei de novo, o pedreiro fez um sinal com a cabeça. Não acreditei que era comigo, afinal, a gente não espera que esse tipo de coisa possa acontecer.

Dei uma volta no quarteirão e o pedreiro fez o sinal novamente desta vez dando uma leve pegada no pau. Estacionei o carro e atravessei a rua . Quando cheguei perto daquele macho suado tive vontade de baixar as calças dele na hora para chupar o pau dele ali mesmo.

-E aí? - Perguntou o pedreiro.
-Como vai? - Disse eu, sem saber muito o que fazer.
- Eu vi que você passou ontem aí um monte de vezes olhando pra cá. Perdeu alguma coisa aqui?

Fiquei sem saber o que responder por um momento. Estava muito nervoso porque não tinha certeza de onde terminaria aquilo.

- Eu só estava olhando a obra - Respondi receoso.
- Entra aí pra ver!

Nessa hora muitas coisas passaram pela minha cabeça, mas a principal era chupar aquele pedreiro. Enquanto eu ia atrás dele entrando naquela construção, ficava olhando para aquela bunda e aquelas costas brilhando de suor.

Entramos na casa, ainda sem acabamento e com o chão de terra.

- Você tá querendo dar é? - perguntou o pedreiro.
- Tô - respondi ainda com um pouco de receio.

O pedreiro meteu a mão dentro da calça suja de terra de tirou para fora o pau que era grande mas ainda estava mole.

- Então começa chupando aqui vai. - disse o pedreiro me puxando pela camiseta e empurrando minha cabeça em direção ao pau dele.

Comecei a chupar enquanto sentia aquela pica crescendo dentro da minha boca. Eu olhava para cima e via aquele abdome definido e aquele peito molhado de suor. O pedreiro enfiava a pica toda na minha boca e segurava minha cabeça até meu rosto encostar nos pelos e no saco dele. Eu passava a mão por aquela calça suja de terra enquanto ele fodia minha boca.

-Tá gostando heim? - disse o pedreiro
- Hoje vou comer seu cu aqui mesmo. Quer sentir essa rola socando no seu cu? Vai ter.

Nessa hora entrou um outro pedreiro. Fiquei assustado mas o pedreiro que eu estava chupando logo disse.

- É esse o cara q tava passando aqui ontem.
- Curte pedreiro é? Perguntou o segundo pedreiro que era mais velho, estava com uma regata e calça jeans suja de terra e cimento. - Curto - respondi.
- Então vai ter que dar conta de dois - respondei o mais velho tirando o pau para fora da calça e tirando minha camiseta.

Estava uma delícia ali, com duas picas de dois pedreiros na boca. Eu lambia o saco deles enquanto batia punheta.

- Dá essa bunda aqui. Deixa eu meter nesse cu. - Disse o pedreiro mais novo.

Ele baixou minha bermuda, deu uma cuspida na minha bunda e foi passando o dedo no meu cu. Enquanto isso, eu continuava chupando o outro pedreiro. O mais novo começou a enfiar o dedo no meu cu.

- Quer receber uma pica aqui? - Disse ele cuspindo de novo e enfiando dois dedos no meu cu.

Senti aquele pau entrando devagar enquanto o suor do pedreiro que metia na minha boca escorria e pingava na minha cabeça. O pedreiro começou a meter no meu cu com tanta força e vontade que fazia um barulho ritmado que dava mais tesão. Foi quando o outro pedreiro perguntou.

- Aguenta dois de uma vez no cu?
- Sim - respondi querendo aquilo.

O pedreiro que já estava com o pau no meu cu me levou até um canto e deitou no chão comigo em cima sem tirar o pau. Fiquei sentado no pau dele de frente para aquele gostoso. O mais velho chegou por trás e começou a enfiar o pau no meu cu. Doeu um pouco aquelas duas picas dentro de uma só vez, mas o pedreiro mais velho começou a fazer movimentos de vai-vem e fui gostando. Os dois pedreiros então, começaram a meter juntos sem dó. Esqueceram que tinha dois paus dentro do meu cu. O pedreiro mais velho tirou a regata e aquele peito peludo encostava nas minhas costas enquanto ele passava a língua na minha orelha.

- Tá gostando de dar para dois pedreiro é. - Perguntou o mais velho pertinho do meu ouvido.
- Sim - Respondi.

O pedreiro me agarrou por trás com aqueles braços fortes e meteu com mais vontade ainda. Gozei sem nem mesmo relar no meu pau. O pedreiro mais novo fazia uma cara de safado que me dava mais tesão. E os dois metiam cada vez mais. O mais velho perguntou ao meu ouvido.

- Quer que goze dentro?
Disse que sim com a cabeça.

Ele meteu com mais intensidade e senti a porra quente dele dentro do meu cu. O mais velho deixou o pau lá dentro parado. Ficou ai da mais gostoso porque o outro pedreiro ai da estava metendo.

- Vou gozar também, quer leitinho no cu, quer? - perguntou o outro pedreiro.

Disse que sim novamente e na hora senti mais porra dentro do meu cu.

Os pedreiros deixaram as picas dentro do meu cu por mais um tempo. Enquanto isso eu olhava para aqueles gostosos suados. O mais velho tirou o pau, colocou a regata e abotoou a calça. Eu levantei e coloquei a camiseta e a bermuda. O pedreiro mais novo ergueu a cueca e a as calças. Eu saí da construção, atravessei a rua e entrei no carro. Quando olhei para o outro lado, vi os pedreiros que ja estavam de volta ao trabalho, como se nada tivesse acontecido.

DEI MEU CU PRO PEDREIRO | CONTO #15

Eu tinha 17 anos quando as coisas começaram a acontecer em minha vida, que até ali tinha transcorrido sem muitos sobressaltos e sem nada que merecesse uma atenção maior. Um ano antes, papai junto com meus avos tinha sofrido um acidente e faleceram. Minha mãe é professora universitária e geralmente não parava em casa, dando aulas em duas faculdades. Morávamos eu e mamãe em uma casa grande num ótimo bairro e em virtude do acontecimento trágico que vitimou papai e meus avós logo depois disso aconteceu uma briga intensa sobre a divisão dos bens da família.

Só depois de uma disputa judicial entre os irmãos tudo acabou se resolvendo e entre os bens que mamãe e eu herdamos havia uma casa grande que fazia fundos com a nossa e como ela estava vazia desde o acontecido, acabou se deteriorando bastante e mamãe decidiu fazer uma reforma na casa para alugá-la. E para isso foi chamado o Sr. Gilberto, um pedreiro que tinha feito muitos serviços para meu pai e era de confiança. Em nossa casa trabalhava dona Mercedes uma empregada de 35 anos que trabalhava até as 15 h. Eu estudava de manhã, chegava da escola almoçava e logo depois ficava sozinho em casa. Tenho cabelos loiros um pouco compridos e 1.65 m. de altura e um corpo esguio.

Sexualmente até aquela data não acontecera nada demais comigo. Virgem ainda...talvez em função do acidente com meu pai e dos meus avós, afinal eu tinha 15 pra 16 anos quando se deu a tragédia e talvez isso tivesse ficado abalado emocionalmente e muito retraído em quase tudo. Durante meus banhos, quando me ensaboava e lavava meu pênis, de vez em quando ele ficava durinho e algumas vezes me masturbava...saia pouco sêmen...algumas gotinhas. Meninas, até as achava bonitas mas na escola nenhuma me atraia o suficiente pra me fazer correr atrás. Amigos eu não tinha...só alguns colegas tanto garotos quanto garotas na escola, mas nada de ficar freqüentando a casa dos outros. Quando seu Gilberto apareceu pra começar o serviço...deixou transparecer que era um cara legal sorriso franco. Tinha 37 anos, moreno, alto e muito forte...mãos grandes e bem calejadas. Depois de uma boa vistoria, ele passou o orçamento pra mamãe que ficou toda contente, pois até achava que teria que gastar bem mais. No outro dia ele iria começar a reforma e quando cheguei da escola logo depois do almoço todo xereta fui ver o que estava acontecendo do outro lado do muro...nem me preocupei em dar a volta. Como o muro que separava as duas casas era baixo, pulei-o e fui até lá. A época era de verão e estava bem quente logo vi seu Gilberto apenas com um short jeans curto...ele me viu e todo sorridente disse: -opa...chegou meu ajudante...agora o serviço vai terminar mais rápido...Rss. -Até parece...seu Gilberto...se depender de mim...vai demorar muito...só gosto mesmo é de estudar! Ele riu e foi atrás do que estava fazendo...era muitas coisinhas a serem feitas...e então ele disse: -Dudu...fica por ai garoto...toma cuidado pra não se machucar em alguma coisa...se precisar de mim...chama! Fiquei por ali zanzando e quando deu 15 h dona Mercedes me chamou e disse que tinha feito refresco e perguntou se queria que trouxesse uma jarra. Logicamente que sim...com aquele calor...seu Gilberto adorou e não demorou pra que tomássemos tudo. Já era seis da tarde quando seu Gilberto disse que ia tomar um banho pra ir embora...e sem se preocupar muito comigo entrou no banheiro que havia do lado de fora e logo escutei a água do chuveiro...e ele disse: -nossa...que água gostosa...Dudu...com este calor....que tá fazendo...a água deste chuveiro vem da rua...tá uma delicia...geladinha! Fiquei meio sem saber o que fazer...apesar do banheiro estar já sem a porta que ia ser trocada, seu Gilberto só tirou o short lá dentro e como eu estava um pouco distante não vi nada demais...mas sai dali e pulei o muro e voltei pra casa, mas fiquei pensativo a respeito do que tinha acontecido. No outro dia...logo que a empregada foi embora...pulei o muro e fui novamente pra lá...Seu Gilberto quando me viu brincou dizendo: -Ué garoto....vc me deixou eu falando sozinho ontem...foi embora sem se despedir...aconteceu alguma coisa? Rapidamente arrumei uma desculpa dizendo: -Não...é que eu escutei o telefone lá em casa...sai correndo pra atender...achei que podia ser a mamãe. Fiquei ali e então vi que na mangueira que havia nos fundos tinha já algumas mangas maduras e pensei em pegar algumas...e então eu pedi ao Sr. Gilberto me ajudar e ele disse: -Tudo bem Dudu...mas eu to vendo que vc tá com uma bermuda e uma camiseta muito clara e nova....pode estragar...e tua mãe vai achar ruim com vc...acho que vc deveria colocar um short mais velho...pra subir em arvores...faz igual eu...fica só de short! Eu fiquei um pouquinho encabulado mas sorri e disse: -ta bom...vou lá...é verdade...se sujar ou rasgar dona Mercedes do jeito que é fofoqueira...conta pra minha mãe! Cheguei ao meu quarto e procurando nas gavetas encontrei um short daqueles que tinha uma espécie de sunga por baixo...era meio antigo e resolvi colocar ele...e logo que voltei disse: -Seu Gilberto...ajuda-me a subir na mangueira...por favor! Ele veio todo sorridente e me levantou igual uma pena...ele era muito forte...pendurei-me no galho e devagar... tentei subir...ele ficou em baixo e pra me ajudar segurou minha bunda...empurrou-me pra cima...e consegui! Consegui pegar algumas mangas e fui jogando pra ele...quando achei que já tinha bastante pedi pra ele me ajudar desta vez a descer...quando me pendurei ele me pegou pelos quadris e desceu deixando que deslizasse junto ao seu corpo forte...percebi que havia gostado do contato naquele corpo forte e suado. Chupei mangas, seu Gilberto disse que levaria algumas pra casa quando fosse embora...fiquei por ali brincando. Quando chegou a hr de ir embora...seu Gilberto disse: -é....tá na hr. Dudu...por hj chega...vou tomar um banho gelado bem gostoso...pra ir embora...se vc quiser...toma banho aqui depois...vc também tá todo sujinho! Eu estava um pouco distante mas prestei atenção e desta vez, seu Gilberto tirou o short na porta do banheiro e jogou-o em cima de uma mesa...só deu pra ver sua bunda grande morena...a água do chuveiro escorria forte. Movido pela curiosidade fui chegando devagar até o banheiro...sabia que não existia porta...e quando apareceu o corpo forte do seu Gilberto levei um susto ao vê-lo nu...entre as pernas dele tinha um pinto grande e grosso com um saco enorme...e mesmo mole era assustador...como ele tava com a cabeça toda ensaboada...seus olhos estavam fechados...a espuma descia pelo peito forte dele...e ele deslizava as mãos pelo corpo tirando o sabonete...e quando passava no pinto balançava para lá e pra cá...e quando ele abriu os olhos e me viu ali sorriu e disse todo carinhoso: -Já tá na fila é...eu já vou sair...toma banho aqui....tá uma delicia....Dudu...vc vai gostar...eu sei. Fiquei ali estático só olhando o corpo nu e forte do seu Gilberto...e ele parecia gostar de me ver ali...suas mãos agora ficavam deslizando naquela vara grossa...cheia de espuma...ela já estava meia bomba...mais grossa e quase dura...e ele então disse todo safado: -Hj...vou ter que arrumar uma namorada...to com tesão hj...Dudu...minha pica...só de relar...ja tá ficando dura! Eu todo vermelho...sai devagar e fui pra casa...sem conseguir dominar as sensações que meu corpo começava a sentir com muita intensidade. Meu pintinho estava completamente duro...ao me ensaboar gozei em segundos. Tive um sono completamente agitado naquela noite acordando varias vezes e sempre a primeira imagem que vinha em minha mente era aquele pintão super grosso pendurado entre as coxas do Seu Gilberto...e percebi que ele notara o fascínio que aquela pica tinha exercido sobre meu corpo. No outro dia...esperei dona Mercedes ir embora, coloquei o mesmo short do dia anterior e pulei o muro...e quando vi o seu Gilberto senti meu coração ficar todo acelerado...e disse brincando: -e ai...não quis tomar banho ontem aqui de novo...o telefone tocou de novo? Rss. Eu sorri encabulado e não disse nada...e então ele continuou: -e ai Dudu...vai querer pegar mais manga...ou vai querer só brincar um pouco em cima da mangueira? Eu queria sentir ele me pegar novamente e disse todo dengoso: -Eu quero...vou brincar um pouco na arvore...o Sr. me levanta? -claro que sim meu garoto...espera só um pouquinho...vou lavar a mão...tá cheia de cimento. Quando ele voltou...estava todo molhado...o corpo dele até brilhava...com o reflexo da água...e então ele me pegou e foi me levantando bem devagar...só que desta vez uma das mãos...bem safada....deslizou por baixo do short e apertava disfarçadamente minha bunda...quando me colocou perto do galho...senti um dedo se infiltrar no meu rego...em segundos tinha um dedo grosso...na portinha do meu cuzinho terminando de me empurrar...achei que era o dedão se enfiando dentro de mim...quase nem consegui subir no galho da arvore...tremi todo ao sentir aquele choque na minha bundinha...meu corpo estava em chamas. Fiquei em cima da arvore durante um bom tempo pensando naquelas sensações...meu pintinho estava completamente duro e percebi que queria continuar a sentir tudo aquilo de novo e então todo dengoso gritei pelo Sr. Gilberto vir me ajudar a descer...ele fez o mesmo de antes...lavou as mãos e passou água no rosto e no peito. Quando me pendurei no galho desta vez à safadeza foi explicita...Seu Gilberto enfiou uma mão por completo por debaixo do short...a outra segurou meu quadril...quando eu desci senti que o dedão dele deslizou dentro do meu cuzinho...e então ele disse todo safado: -cuidado Dudu...devagar...pra não cair...senão vc machuca...meu garoto....assim...vem.... Quando ele me colocou em cima de um caixote...e tirou o dedão de dentro de mim...meu pintinho estava todo melado...eu tinha gozado com o dedo dele enfiado no meu cuzinho...nem me importei em deixar transparecer o que eu estava sentindo...olhei pro ventre do seu Gilberto e tinha um volume imenso debaixo daquele short...du-ro ao extremo...ele então...fez o que eu queria...desabotoou o short deixando-o deslizar aos seus pés...uma pica enorme e grossa pulou diante de meus olhos e ele então disse mandando: -Põe na boca...Dudu...chupa meu pau...bem gostoso...eu sei que vc quer...desde ontem..enfia na boca...chupa! Fiquei completamente sem saber o que fazer...mas ele já tinha abaixado meu short também me deixando todo nu...e pegando meu pescoço foi puxando meu rosto de encontro a sua pica grossa...e quase sem perceber logo aquela pica estava dentro da minha boca...e ele me comandava...com aquela voz grossa: -Isso...assim...Dudu...chupa gostoso...chupa meu viadinho...mama na minha rola...viadinho gostoso...chupa! Eu tentava fazer tudo pra agradar aquele homem que me fazia eu sentir um prazer muito louco...estava uma delicia mamar naquele pintão quente e grosso...de vez em quando ele tirava de dentro da minha boca e me fazia eu lamber as bolas do saco dele...meu pintinho estava durinho...ele continuava a dizer todo safado: -nossa Dudu...que boquinha gostosa...tem meu viadinho loirinho...tá gostando de mamar na minha pica né...sua bichinha safada...ja...ja...vou enfiar minha pica neste cuzinho rosado...vou meter gostoso em vc...vc tá doido pra dar pro seu macho né...chupa...mais um pouquinho...meu viadinho gostoso...vou meter minha pica...todinha... A voz grossa dele me chamando de viadinho...bichinha...deixava-me com mais tesão ainda...e então ele mandou parar de chupá-lo e me fez ficar ajoelhado de 4 em uma poltrona de sofá antigo que havia ali do lado...e começou a fazer uma coisa deliciosa...senti a língua quente dele deslizar por todo meu cuzinho...deixando-me todo molhado de saliva...de vez em quando ele enfiava a língua bem profundamente...aquilo me deixava completamente tomado de desejo...e instintivamente eu rebolava todo tesudo na língua daquele macho safado...ele me preparava pra meter aquela pica grossa e enorme no meu cuzinho virgem...e então eu disse cheio de dengo: -aiii....que gostoso...eu...nunca senti isso...é a minha primeira vez...to com medo...seu Gilberto...eu...eu... Ele então parou de lamber meu cuzinho se levantou ficando atrás de mim e já pincelando aquela pica quente no meu reguinho disse todo sensual: -Não...se preocupa...meu viadinho loiro....vou ser bem carinhoso...com vc...ainda mais que vou tirar o cabacinho ...vc vai adorar...muito...vai querer dar sempre pra mim...eu adoro meter em viadinhos...que nem vc...virgem. Senti a cabeça da pica brincando no meu anelzinho e instintivamente rebolei...querendo um pouco mais...ele sabia como me deixar com mais vontade...deslizava as mãos pelo meu corpo...senti que ele segurou meus quadris e aquela pica grossa começou a deslizar pra dentro de um cuzinho virgem...tentei ir pra frente mas ele puxou meus quadris com força e enterrou tudo aquilo dentro da minha bundinha...dei um grito alto de dor... senti-me rasgado ao meio...e praticamente desfaleci...depois de alguns segundos de ter apagado...percebi que ele havia me levantado e se sentara na poltrona e senti que estava no colo dele...e aquele pauzão grosso continuava enterrado até o talo no meu cuzinho...e então ele disse todo sensual: -pronto...meu viadinho...tá tudo dentro de vc...já não é mais cabacinho...agora virou menina...o pau do teu macho...tá tudo dentro do teu cuzinho...mexe esta bundinha....bem devagar...mostra pro teu macho que vc tá adorando meu pauzão no teu cuzinho goostoso.... rebola...
viadinho...mexe...esse rabo...minha menina! Ele mexia no meu pintinho deixando-o novamente durinho depois da dor...beijava minha nuca...com aquele hálito quente...e quando menos percebi já rebolava naquela vara...toda enfiada dentro de mim...sentindo aquele peito suado nas minhas costas...e dizia todo safado: -que bichinha deliciosa...aprendeu rápido...a ser um viadinho...bem safado...tá gostando da minha pica...seu sa-fado...isso...rebola...viadinho...vou encher teu cuzinho de porra...goza...com teu macho...rebola...bichinha...ahh. Senti meu cuzinho ser invadido por um liquido fervente abundante...meu corpo tremeu todo...do meu pintinho duro saia gotas de sêmen...sentir pela primeira vez a porra de um macho dentro mim...quase me fez desfalecer novamente...mas rebolei deliciosamente...naquela pica magnífica...toda enterrada no meu cuzinho...eu engolia tudo por completo...fiquei sentado durante vários minutos no colo daquele macho safado...até sentir aquele pauzão amolecer e escapar de dentro do meu cuzinho...até fez um barulhinho gostoso...quando saiu. Seu Gilberto meu levantou no colo e me levou para o banheiro...e me deu um banho demorado...meu cuzinho parecia estar em brasas...ardia demais...e todo dengoso reclamei dizendo: -Aiii...seu Gilberto...ta ardendo demais...machucou meu cuzinho...teu pinto é muito...grande...eu...aiii... -Fica tranqüilo...Dudu...amanhã...ja vai tá bem...na primeira vez...sempre dói um pouco...mas vc nasceu pra ser um viadinho...teu cuzinho é muito guloso...tenho certeza que vc...vai querer dar pra mim...quase todo dia...teu cuzinho quando goza...morde o pau da gente de tanto tesão...vc sempre vai querer uma pica na tua bundinha... Eu fiquei quietinho e logo voltei pra casa...todo ardido...mas satisfeito...Rs...preparei um lanche e fiquei assistindo TV de bruços e de ladinho naquela noite. Rss. A reforma durou dois meses e o seu Gilberto tinha razão, praticamente todo dia eu era enrabado por aquele macho de pica enorme e grossa...viciei naquele pauzão delicioso...aprendi a ser um viadinho bem safado com ele. Durante muito tempo seu Gilberto me comeu gostoso me transformando em sua putinha.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

TRANSANDO COM O JARDINEIRO E QUASE PEGO POR PEDREIROS - #14




Bom vamos a mais um conto, sou o Mr. Banana e adoro saber as putarias dos amigos, essa é do Cesar e eu vou contar pra vocês. O conto a seguir, apesar de ser real, foi obviamente modificado pra melhor entendimento. Os nomes também não são reais.

Cesar na época que isso aconteceu tinha só 19 anos, branco, bronzeado, 1,88m e 80kg. Alto, musculoso, definido, sempre fui bonito. Deixava crescer os pelos da barriga, peito, pernas e da área íntima, onde tinha 17cm de pau e uma bela bunda. Ama sexo. Me irritam muito pessoas que tem a sorte de nascer bonitas e não usam seus dotes para encontrar o maior prazer possível, portanto, é o que faço. Homens, mulheres, não importa: gosto de foder. 

Aproveite! Moro com meus pais e dois irmãos, um deles meu gêmeo e um mais novo. Meu irmão gêmeo sempre soube das minhas aventuras, e apesar de ser mais reservado, também gostava de uma boa foda, apesar de preferir mulheres. 

A casa onde morávamos se encontrava numa área de classe média de Belo Horizonte - MG. Dificilmente ficava sozinho, então não costumava trazer parceiros pra transar em casa. Pra compensar, porém, adorava fazer "vontade" nos meninos da rua e vizinhos, o que me deu uma certa fama de viado. 

Não sou espalhafatoso - pelo contrário, sou discreto e tenho jeito de homem - mas fazia questão de ser visto pelado pela janela ou dar aquela pegada no pau quando via que estavam me olhando na rua. Fazia isso por diversão, sem esperar nada mesmo. 

Certo dia, meus pais avisaram-me que iriam ao nosso sítio no fim de semana. Partiriam na sexta à noite e estariam de volta na noite seguinte. Meu irmão mais novo iria com eles, deixando eu e meu irmão juntos. Eles haviam deixado chaves com a empregada, um jardineiro e dois pedreiros que trabalhavam numa obra nos fundos. Na sexta, recebemos convite pra ir a um churrasco da turma da faculdade do meu gêmeo. Combinamos de ir. Meu plano era ir junto com ele, mas dormi demais e quando acordei ele já havia ido de carro, sozinho. Fiquei puto, mas resolvi levantar, tomar um banho e me preparar pra ir do mesmo jeito. Levantei-me, desci as escadas e fui até a cozinha lanchar. Não fazia calor, mas o tempo era agradável, portanto, vestia apenas uma cueca - era como dormia. Passei pela porta dos fundos para olhar o cachorro e reparei nos homens trabalhando. Os dois pedreiros estavam mais ao fundo do quintal, um deles sobre a telha da área de lazer e o outro na escada, conversando. A empregada estava no tanque, mais próximo de mim, aparentemente terminando de lavar as roupas do fim de semana. Cumprimentei-a e ela disse que daqui a pouco iria embora. Foi aí que vi o outro homem no quintal. Próximo a um dos canteiros da minha mãe, o jardineiro trabalhava, podando alguma coisa. O clima, como estava, foi suficiente para fazê-lo suar - calculei que já estivesse ali há algumas horas. A pele morena clara brilhava com o sol e o suor. Era mais baixo que eu, corpo magro, porém forte. Vestia uma regata branca, calça jeans surradas e botas para trabalho na lama. Por cima do cabelo curto, um boné, também surrado. Os pelos pretos e cheios do peitoral escapavam pela abertura da camiseta, assim com os da axila faziam pelos lados. A barba grossa e mal feita e os pelos do rosto, desgrenhados. Não era bonito, mas era o sonho de todo puto que gosta de um homem rústico. 

Resolvi me atrasar um pouco. Peguei um copo de água e sentei-me no degrau, intencionalmente olhando na direção daquele macho. Não demorou para que ele percebesse meu olhar. Virou a cabeça algumas vezes, talvez para ter certeza, e finalmente, veio até mim. 

- Opa. 
- E aí. Tá aí desde que horas, cara? 
- Cheguei de 9 horas... Seu irmão saiu há meia hora mais ou menos, avisou que você ia acordar uma hora ou outra 
- Pois é - ri 
- Fui dormir tarde ontem. Era pra ele ter me esperado, mas agora tô pensando em nem ir mais onde a gente tinha combinado... 
- Foda.. na sua idade também acordava tarde. Só quando vim pra capital e comecei a trabalhar que tive que tomar jeito (Risos) 
- Sei qual é... poxa, já devem ser pra lá de meio dia e você tá trabalhando desde as 9. Aceita alguma coisa pra comer... ou uma água, algo assim? 
- Tô bem, brigado. A moça ali já fez um lanche pra nós. Licença, seu Franco - meu sobrenome -, deixa eu voltar lá e terminar a poda 

Assentei com a cabeça. O cara era gente boa e tive que segurar pra não ficar de pau duro na frente dele. O suor estava pingando do nariz e eu realmente esperava que ele aceitasse entrar pra beber uma água e eu tentar botar meus esquemas em prática. 

Entrei e resolvi tomar banho. Me veio a cabeça, então, que o banheiro da área que estava em obras estaria desativado, e, portanto, todos ali teriam que usar o banheiro do andar de baixo. Peguei minhas coisas e me dirigi até lá. Liguei o chuveiro e deixei a porta entreaberta, na esperança que algo ali desse certo. Ouvi a empregada se despedindo e saindo poucos minutos depois, e nada de algum dos caras resolver entrar no banheiro. Fiz uma hora ali, sem perder a esperança, até que, finalmente, alguém abre a porta, fechando-a em seguida. 

- Desculpa aí! - ouvi. 

Desliguei o chuveiro, me enxuguei superficialmente e enrolei numa toalha, abrindo a porta pra sair. Infelizmente, era apenas um dos pedreiros. Digo que está tudo bem e continuo andando. Encontro com o segundo pedreiro, que me diz que a obra do dia está quase completa e que em no máximo 2 horas eles iriam embora. Finalmente, vejo meu jardineiro. No mesmo lugar de antes, ele agora tinha levantado a camiseta até o peito, pra espantar o calor e o suor. Ver aquela barriga peluda, mesmo que de longe, me deixou louco. Dessa vez, ele não demorou pra me notar ali na porta e veio novamente falar comigo. 

- Ô seu Franco, saiu ainda não? 
- Acho que não tô indo mais não... bateu um desânimo aqui, seu... Poxa, qual teu nome mesmo? Desculpa, esqueci 
- É César, tá tranquilo. Pô, teu irmão bem que falou que era capaz de você desanimar. Também, depois desse sono todo... (risos) 

Até agora, nada. O cara curtia zuar do meu sono, mas estava foda de levar ele pra dentro. Pra minha surpresa, aí as coisas começaram a se mover. 

- Dá licença, seu Franco. Vou dar uma mijada. 
- Pô, acho que o banheiro tá ocupado... os dois caras que estão trabalhando aí passaram por mim quando eu estava saindo... 
- Beleza, eu espero 
- Que isso, César. Usa o meu lá em cima. Pode vir. 

Ele tentou recusar, mas insisti - claro, tentando não dar na cara minhas intenções - e ele me seguiu até o andar de cima. Entramos no meu quarto e o mostrei o banheiro. César agradeceu, entrou e fechou a porta. Deixei cair a toalha e fui até o armário achar uma cueca nova para vestir. Sentei-me na cama, ainda pelado, e esperei o barulho da descarga. Agora de costas para a porta - a uma distância segura -, comecei a vestir-me lentamente, esperando, obviamente, que ele me visse. A porta se abriu. Ouvi um suspiro de susto, mas continuei o que fazia no mesmo ritmo. 

- ... Valeu aí, seu Franco. Do jeito que esses caras são, o banheiro lá em baixo vai ficar mais umas 2 horas inutilizável. (risos) 
- Sem problemas, César. Você tá aí trabalhando duro, pode ter certeza que a casa é sua. 

Vesti a cueca - a menor que encontrei - e deixei, propositalmente, parte da bunda aparecendo. Quando virei-me pra ele, seus olhos foram direcionados diretamente ao volume formado na parte da frente pela pressão que o tecido exercia no meu cacete. Fingi não ver e fiquei quieto, esperando o próximo movimento. Infelizmente, César disfarçou o olhar, sorriu e saiu do quarto, com pressa. Ao descermos as escadas, vimos o pedreiro que estava no banheiro voltar ao trabalho, nos fundos. Fui atrás de César, tentando, ainda, puxar assunto. 

- Mas e aí, César, falta o que pra ser feito no jardim? 
- Pouca coisa. Só dei uma parada pra descansar, mesmo. Não tá quente, mas fazer esforço faz a gente suar demais... 
- Se precisar de um banho, sem problemas, valeu? - Não custava tentar. 
- (Risos) Brigadão seu Franco, mas tô bem assim... 

Me arrependi de ter oferecido um banho. Achei que tinha sido muito "na cara"... Paramos na cozinha, onde servi dois copos de água. Ofereci um pra ele e paramos de frente um pro outro. 

- É, não vou mesmo nessa porra de churrasco não... Lá não posso ficar assim, de cueca, o dia inteiro - Disse. 
- (Risos) Tá certo, tá certo. Mas tem o lado bom também, né não? Um rapaz forte como tu, se for numa festinha dessa, volta pra casa com a mulher que quiser 
- Pô, ultimamente, até que não. Essas menininhas são muito sem sal pro meu gosto. Tá foda, queria algo diferente. - Dei aquela pegada no pau, disfarçadamente, mas mostrando bem o que queria dizer. Aquela era a hora. 
- Ah, mas hoje em dia pode tudo. Tu é bonitão, com certeza não te falta nada. - Ele ria, nervoso, a cada frase. 

- Até que falta, não faz não... Mas tem hora que bate um tesão naquela pessoa, naquela coisa diferente e aí, é foda, nada mais serve. Não aguento mais ficar na punheta. Cê deve me entender, cara... quantos anos você tem, uns 35? Cê é bonitão também, deve chover mulher aí... César sentou-se num dos bancos em volta da mesa da cozinha. Bom, pensei, pelo menos o assunto está pegando. 

- Tô com 37... Lá na roça era mais fácil, sabe? Vim pra BH faz mais de 15 anos, e aqui também não me falta buceta não... mas na minha terra a putaria era solta. Num era desses de foder bicho, não. Conheci muitos, mas nunca foi do meu gosto... mas toda noite, arrumava uma bucetinha, ou ia pro meio do mato com uns colegas e umas meninas fazer uma coisinha especial. - Ele parou e sorriu - Faz muit'tempo, isso... Mas sempre que volto pra lá, dou uma pausa na jardinagem e faço uma viagem, passo um tempinho com o povo mais novo. 

O pessoal ainda sabe o que é bom. - Só não pode é faltar buceta pra nós, não é não? - Testei-o. 
- Ah, lá, até quando falta, tem algo de gostoso pra fazer. Senti meu pau ficar firme na cueca. Dei uma pegada nem um pouco discreta. Os pentelhos escapavam pela parte de cima da cueca. 
- Gostoso como? O que cê tem em mente, César? 

Ele riu, visivelmente nervoso. 

- Ô, seu Franco... que é isso, menino...
- Pô, cê disse que fazia algo diferente no meio do mato... só queria saber do que você tava falando. 
- Né disso que eu tô falando não, seu Franco. Isso aí eu não gosto não... Virei-me, abaixando um pouco a cueca e mostrando a bunda. - E disso aqui? 
- Nada disso, menino... ô, seu Franco, não é desfeita não, mas... 

Ele calou-se. Será que eu havia errado? 

- Como você sabe que não curte, César? Já fez alguma vez? 
- ô... se já. Na minha época de menino, sempre acontecia. Mas sou homem hoje, tu é um garoto... tô trabalhando na tua casa... 
- Ninguém vai ficar sabendo não, César. 
- Não é isso... trabalho com isso há muito, muito tempo... nunca aconteceu nada, é errado uma coisa dessas... Ele estava confuso, mas eu conseguia ver que tinha tesão. Tirei seu boné e joguei na mesa. Me joguei de joelhos no chão e comecei a desabotoar sua calça. Ele resistiu. 

- Pára, menino. Não pode. Tá errado... Consegui forçar e abrir a calça. O cheiro de suor da cueca daquele macho era delicioso. Ele continuava tentando se levantar. Enfiei a mão na cueca suada e tirei lá de dentro uma rola morena grossa, em estado meia-bomba. César parecia nunca ter se depilado na vida, o que eu curtia. Sem perder tempo, enfiei aquele mastro na boca. Ele continuava a se debater, mas eu sentia seu pau endurecendo na minha boca. César tentava me empurrar com o joelho, mas eu, como um bom puto, me segurei bem até sentir que aquele cacete estava completamente duro. 

- Se você não quer, porque é que essa rola tá dura como pedra? Deixa eu mamar gostoso, cara. 

Ele não falou nada. Estava visivelmente nervoso e preocupado, mas não se debateu mais. Olhei bem aquele mastro - Grosso e de tamanho médio. Cabeça rosada pulsando. Babava como louco, delicioso. Enfiei novamente na boca e voltei a mamar. Minha boca enchia-se de saliva e do liquido que saía daquela rola gostoso, me forçando a cuspir ou engolir constantemente. Mamei aquela pica como nunca tinha mamado antes.... chupava cada centímetro, descia com a língua até o saco, enorme e peludo, colocando as bolas na boca.

- Seu Franco... os moços ainda tão no fundo trabalhando... é melhor sair daqui, né não? 

Concordei. Levantei-me e me inclinei para um beijo. Para minha surpresa, ele não negou - beijei aquela boca gostosa, de macho. Perdi um tempo lambendo o pescoço e roçando na barba grossa, e ele, lambendo meus mamilos e beijando meu pescoço. Realmente, ele queria. Puxei ele, que disfarçou a ereção com a camiseta, e levei-o de volta ao andar de cima. Os pedreiros, no fundo, não nos viram passar. Entramos no meu quarto e aí, finalmente, pude ver o macho que César era. Ele tirou a camisa, mostrando o torso peludo, largo e suado. Abaixou e tirou as calças, deixando de fora as pernas grossas e o cacete babão. Me puxou para um abraço e voltamos a nos beijar. 

- Ninguém vai saber disso, né, seu Franco? - perguntou ele, entre beijos 
- Pode ficar tranquilo, César. Só me fode gostoso. E assim ele fez. Me jogou de volta no chão, de joelhos, e meteu gostoso a rola na minha boca, até o fundo da garganta. César, aparentemente, estava esperando a confirmação de que tudo ficaria bem - agora, não havia motivos para não aproveitar a foda. Engasguei diversas vezes naquele pau delicioso, com muito, muito, muito prazer. Tentava colocar ambas as bolas de uma vez na boca, sem sucesso, e lambia toda a área íntima, cheirando bem o cheiro de macho suado de sua virilha peluda. Quando se cansou de ser mamado, César me pediu pra que me levantasse. Meu pau explodia na cueca, que foi prontamente tirada por ele. Mais uma vez me surpreendendo, meu macho agaichou-se e pôs-se a mamar minha pica. E como mamava bem, o César. Claramente um puto, ele enfiava toda a rola na garganta; beijava, lambia e cuspia, realmente curtia o que fazia. Fez o mesmo que eu com as bolas, me deixando louco de tesão. A certo ponto, olhou para cima, sorrindo, e disse:

 - Que bom que tu não tira os pentelhos, seu Franco. Gosto de homem que é homem de verdade. Virou-me e pôs-se, então, a chupar meu cu. Não havia recebido muitos cunetes até então - na maioria das vezes, sou ativo - mas César linguava, lambia, chupava e babava como um louco no meu rego. Me apoiei na cama pra receber totalmente aquela língua e as dedadas que ele introduzia de vez em quando. Todos os pelos do meu corpo estavam arrepiados. Que macho gostoso, porra. Levantou-se. Preparei pra receber rola, mas ele subiu na cama e pediu pra que eu me virasse. 

- Deita aí, seu Franco. Quero sentar na sua cara. Tu curte? Gosto de uma chupada no cu, também. Quase gozei ali mesmo, só com a ideia. Deitei-me e recebi aquela bunda e cu deliciosos. Peludos, suados e gostosos. Meti a língua como nunca, sentindo o gosto de cada centímetro do buraco de César. Ele gemia baixo, puto. A certo momento, ele deitou-se de barriga sobre mim, ainda deixando que eu chupasse seu cuzinho, e arreganhou minhas pernas, retribuindo o favor ali mesmo. Chupar um rabo e ter seu rabo chupado ao mesmo tempo é uma das melhores experiências que já vivi. Cada parte do corpo daquele homem, deitado sobre o meu, me deixava louco. Depois de algum tempo exercitando as línguas, ele mudou de posição, e nos beijamos longamente. Ele me dedava e agarrava durante o beijo. Eu fazia o mesmo. Levantei-me e busquei um pacote com 3 camisinhas. Ele sorriu ao vê-las. Deitado de costas, abriu as pernas e mostrou o cu, rosado, fazendo cara de safado. Coloquei uma das capas no meu cacete e fui para o ataque. Forcei meus 17cm na entrada do buraco. Senti resistência, e perguntei se ele queria que eu parasse. 

- Para não... Faz tempo que não faço isso... Pó rasgar, seu Franco Delícia. 

Ao ouvir aquilo, minha rola estava em ponto de ferro. Forcei a entrada até sentir o abraço quente e úmido daquele cu delicioso. César gritou de tesão. Comecei a bombar e rasgar aquele rabo. Agarrava o que conseguia - as pernas, o peito, tudo. Aquele homem era delicioso. Metia como se não houvesse amanhã. Quando sentia que o gozo estava próximo, diminuía e me inclinava para beijá-lo. No começo daquele dia, sabia que ia foder COM César mais tarde, mas não imaginava que seria eu a fodê-lo... estava pra descobrir que, no final, não seria. Ao inclinar-me mais uma vez, minha rola escorregou pra fora do cuzinho quente. Aproveitei pra perguntar se ele queria mudar de posição. 

- Ô, seu Franco... a posição que eu quero é diferente... Me beijou novamente. Entre o beijo gostoso e a agarração, colocou uma capa no próprio pau. 
- Vai comer esse rabinho agora, é? 
- Tá mais pra rabão, seu Franco. Que delícia... Virei-me. TIrei a camisinha do meu pau, rubro de tanto meter, e abri bem as bandas da bunda. Estávamos de joelhos sobre a cama, mas a pressão que César fez me jogou no colchão. Gritei, com dor, mas quando percebi, o mastro grosso já estava totalmente dentro. Ele subiu em cima de mim, como um verdadeiro urso, e começou, sem dó, a me foder. César me comeu gostoso ali, deitado. Quando cansou-se da posição, me puxou até que eu ficasse de quatro, pra meter mais. Metia como um animal, o suor pingando do seu corpo nas minhas costas. Quando me abraçava e puxava para um beijo, eu enlouquecia. Ouvi, lá em baixo, os pedreiros avisando que estavam indo embora. Torci pra que não subissem e nos vissem ali, mas... sinceramente, foda-se. César arregaçava meu cu como ele nunca tinha sido arregaçado antes, e eu amava. Pausa pra respirar. Nós dois, ofegantes. Tirei aquela rola do meu cu e senti uma pontada de dor... não importava, o prazer era maior. 

- Quer sentar aqui? - Ele disse, safado. 
- Só se for agora! 

Ele recostou-se nas costas da cama e eu subi em seu colo. Encaixei a entradinha do meu rabo naquela rola gostosa e desci, sem dó. Puta que pariu, que pau delicioso. Sentei, rebolei e pulei naquele caralho como o puto que sou. Senti cada centímetro de rola dentro de mim e gemia alto, gritando de tesão e dor. A rola de César é uma daquelas que alargam pra caralho: Grossa, principalmente na base. Sentar nela era uma tortura, mas que tortura deliciosa... Ele pressionava o corpo pra cima, estocando fundo no meu cu. Nos abraçávamos, sentíamos o corpo um do outro, suados, loucos de tesão. Cada beijo parecia durar uma eternidade. Éramos dois animais sedentos por sexo, por foda, por putaria, pelo corpo um do outro. Minha língua percorria tudo que alcançava: seu rosto, sua boca, sua barba. Queria sentir o gosto daquele macho. César metia mais e mais forte e rápido. Eu sentia meu anel queimando com aquela rola. Cheguei ao ponto de quase pedir pra parar, tamanha a potência do jardineiro... Quando menos esperava, porém, ele deu uma estocada final e gemeu alto. 

- Gozei! - anunciou. 

Desmontei do meu urso e assisti o cacete encher a camisinha de porra. Meu cu, dolorido. Não havia gozado. César colocou-se de joelhos, me beijou mais uma vez, tirou a camisinha e... para meu tesão e surpresa, virou-a na boca, bebendo todo o conteúdo. Fiquei estupefato. Ele sorriu pra mim, sem engolir a porra toda, deixando-a escorrer pelo canto da boca. 

- Na minha época a gente não desperdiçava nada. Peguei o costume. Sem pensar duas vezes, pulei em seus braços e beijei-o, provando um pouco daquela porra deliciosa. Nunca engulo porra por causa do perigo de hoje em dia, mas dessa vez, foi impossível resistir. Beijamos, trocamos o suco delicioso até só sobrar o gosto no fundo da língua. Sorrimos um para o outro, exaustos e suados. 

- Tu não goza não, moleque? 
- Porra, César, não tive nem tempo pra pensar nisso. Sua rola não me deixou fazer mais nada. 
- Ah, mas eu não deixo trabalho pela metade não 

O cavalo me virou a força novamente e encaixou a rola, meia-bomba, na porta do meu cu. Não acreditei. Tentei me desvencilhar. 
- Que isso, César? Acabou ainda não? 
- Só acaba quando o patrão gozar bem gostoso A rola entrou novamente. Doeu, mas meu pau subiu e não tinha como discutir. Queria aquele mastro dentro do meu rabo até o fim dos tempos. Senti ela endurecer dentro de mim, tomando espaço no cuzinho que era apertado, e agora estava regaçado. Sem a camisinha, eu sentia cada veia, cada vibração, cada pulsação. Como disse, não curto sexo sem proteção, mas o efeito de César em mim me tornou irresponsável, pra não dizer outra coisa. Caí na cama com a rola no meu cu, ficando de quatro novamente. Não aguentava bater punheta. Ele percebeu minha exaustão e fez o trabalho pra mim. Aquelas mãos enormes, duras, firmes e peludas trabalhavam meu cacete e meu saco como ninguém nunca havia feito. Eu queria ver César gozar dentro de mim. Segurei a porra o máximo que pude, mas ela veio. A gozada mais alucinante da minha vida até ali. Meu ursão me agarrava por trás, comia meu cu gostoso; eu era seu puto, e ele, meu macho. Senti aquela rola fundo dentro de mim e não resisti mais: Despejei o que pareciam ser litros de porra nas mãos dele. Ele não parou. Pegou o esperma que conseguiu salvar, trouxe um pouco à minha boca - e engoli obedientemente - e um pouco à sua, saboreando o meu gosto de homem. Aumentou o ritmo - não dava pra parar de gritar aqui. A sensação de ser comido, gozado, exausto... É indescritível como era bom ser fodido por aquele homem. Cada estocada, um grito de tesão, dor, cansaço. Pedia mais, mais e mais. E, finalmente, César me deu. Estocou fundo e gozou pela segunda vez - dessa vez, dentro do meu rabo. Rebolei uma última vez antes de cair de bruços na cama, sem energias. Senti dois dedos entrando do meu cu, como se pra procurar o restante da porra recém-depositada. Sorri para o meu jardineiro, e ele, pra mim. 

- Puta que o pariu, César. Não vou andar nunca mais. 
- E eu não vou gozar nunca mais, seu Franco. Esvaziei em ti. 
- Nem pensar... vai gozar e muito ainda, comigo. Nos beijamos. Deitei-me sobre o torso peludo delicioso de César, com o rabo dolorido e um sorriso no rosto. Ficamos lá por algum tempo. Entramos no chuveiro juntos, mas meu cu não aguentava mais foda. Chupei mais um pouco aquela rola, só para não perder o costume. César descansou e voltou ao trabalho no jardim por uma hora, até terminar. Como não havia mais nada a ser feito ali, era improvável que eu o visse em breve. Pedi um telefone ou um endereço, e ele me deu.
- Mas ó, seu Franco... gosto de comer um cu, gosto sim, mas meu negócio é mulher. Namoro, tô pra casar, moro com ela, não é qualquer dia que vai rolar, não. 
- Pode deixar, César. Te ligo e a gente combina. Mas eu queria mesmo é que cê deixasse essa mulher e viesse me foder todos os dias Ele riu, sacana. Me beijou uma última vez e foi. Nos encontramos diversas vezes desde então. Quando possível, transamos. Hoje, casado e ainda trabalhando muito, César aparece com menos frequência... mas quando aparece, é pra ficar sem andar por uma semana.

MAMEI O CARA NA OBRA | CONTO EROTICO #13

Essa aconteceu a alguns minutos aqui no serviço mesmo, tem um rapaz que trabalha para uma empresa que presta serviço para a nossa empresa, Thiago 18 anos, ele é branco, forte, corpo perfeito quase definido médio p/ baixo.



A primeira vez que o vi brinquei com ele assim: Isso não é de verdade PQP fizeram e quebraram a forma, ele ficou sorrindo, pois não sabia que eu era gay, outro amigo meu contou para ele, hoje ao voltar do almoço percebi que ele estava com a calça de uniforme rasgada bem no meio das pernas, devido ao trabalho dele, ele abaixa e levanta muito tadinho, fato é pedi uma colega para chamar ele e pedir para ele pegar um par de uniforme comigo, ele veio e disse mandaram buscar um par de uniforme aqui é com vc? Eu disse que sim, só que teria de buscar no andar de cima, se ele podia me acompanhar? Ele disse que sim, fomos para o segundo andar onde fica umas salas fechadas e por sinal tenho a chave de todas, no caminho falei para ele, não sei como vcs conseguem rasgar a calça sempre no mesmo lugar ele meio sem graça passou a mão por sobre a calça em cima da rola e olhou para mim sorrindo eu como não presto disse parece que tem vida própria esse negocio, ele sorriu e me olhou com cara de safado... Perguntou vc quer ver? Eu quero sim! Pelo buraco mesmo deu para ver o volume enorme que estava em baixo de uma cueca preta, magnifica, não me contive e meti a mão na rola dele por fora da calça mesmo, ele meio sem graça disse aqui não, podem nos ver eu abri a porta da sala e entrei com ele trancando ela novamente, ele percebeu, pois a sala estava escura e cheia de bagunça... Ele disse o veadinho queria rola né? Eu: Claro gostoso! Ele falou baixinho mama seu macho mama putinha, não me fiz de rogado cai de boca naquela rola que devia ter uns 19,5 para 20 cm, é enorme, fui mamando e mamando, ele se contorcendo e dizendo chupa vai, me chupa que ta gostoso, eu faço maravilhas com a língua né, ele pegou forte na minha nuca e fincou forte sua rola na minha garganta, quase morri de tesão ele falava baixinho engole ele todinho veadinho, não era isso que você queria e começou a foder minha boca com violência, fiquei com um pouco de dor, mas passou rapidinho, ele apertava minha cabeça rumo a sua rola com força, confesso que estava gostando muito daquela sensação e do gostinho de uma rola grossa entrando e saindo da minha boquinha que já estava toda fudida, fui mamando e mamando ele gemendo e falando, não para, não para que vou gozar, fiquei com receio de engolir, mas faria isso pelo meu homem menino, ele começou a meter mais forte dando estocadas violentas na minha boca e gozou na minha garganta, engoli todo o leitinho do menino ele ficou ate meio bambo e segurou-se em mim, nos limpamos e saímos cada uma para seu lado, antes de sair ele disse. Que dia vou comer essa bundinha e deu um tapa na minha bundinha... Eu disse quem sabe hoje mesmo... Ele saiu sorrindo... Se gostarem e comentarem posto o restante.

PERDI MEU CABAÇO COM UM PEDREIRO | CONTO ERÓTICO #12




Desde novinho percebi que meu negócio era com macho e que desde criança ficava babando o corpo de meu pai e os de seus amigos. Eles eram pedreiros, então já viu, corpos queimados de sol, braços fortes, jeito macho e muito safados. GRUPO DE WHATSAPP DO BLOG:
O grupo tem como nome AULA DE HISTÓRIA para não chamar atenção. Quem quiser contar sua história no Blog pode enviar para o Administrador. 

Quero contar agora como foi minha iniciação como putinho, viado de macho.

Apesar de meu pai não ter formação para pedreiro, trabalhava muito bem e era sério no que fazia, então logo se tornou empreiteiro ou pedreiro chefe, dependendo do tipo ou tamanho do serviço. Sempre acompanhei meu pai nos serviços que ele fazia, então tinha tempo de sobra para apreciar os exemplares de masculinidade que as construções escondiam.

Uma coisa que eu acabei viciando foi ficar olhando macho mijar. Sabe como é no meio da construção, só homem, sem banheiro por perto, vira e mexe alguém vai a algum cantinho e dá aquela mijada. Eu como não querendo nada, identificava o lugar que mais era procurado e ficava por perto, só esperando a vontade aparecer e alguém vir aliviar a bexiga. Não havia exibição ou segunda intenção dos caras, era tudo muito natural, apenas iam mijavam e guardavam o pau. Eu que ficava de tocaia e nem que fosse de longe ficava espiando. Como nunca dei pinta de ser viado, ninguém percebia meus olhares, era só uma criança brincando por perto, esperando seu pai para poder ir para casa.

É claro que logo comecei dar uma ajuda, carregando coisas e organizando ferramentas. Outra coisa que adorava era escutar as conversas, quase sempre regada a putaria. No começo eles evitavam certos comentários, mas logo se acostumaram com minha presença e como meu pai mesmo puxava conversas sobre putaria, eles foram tendo liberdade. Foi assim que desde menino já sabia o que era uma transa, boquete, punheta e todo o tipo de putaria. O que eu não aprendia só ouvindo a conversa deles, eu perguntava, pois minha liberdade com eles era grande e permitiam que eu entrasse na conversa. Meu pai na verdade adorava aquilo, pois achava que eu já novinho iria ser mestre em putaria e macho comedor. Que ilusão!!!! Rsrsrsrs. Logo fui apresentado às revistas de sacanagem, que vez por outra apareciam no campo de obras. Enquanto todos apreciavam os rabos, peitos e bucetas arreganhadas, eu desde a primeira vez, vidrava as picas e o músculos viris. Embora fosse evidente que também ali deviam ocorrer as punhetas, nunca consegui presenciar alguma, certamente para isso eles deviam se esconder e prestar atenção se não tinha ninguém por perto. 



Fui crescendo assim, vendo pau mijar, escutando conversa de putaria, apreciando os corpos dos pedreiros, vendo revista de sacanagem e aprendendo todo o tipo de putaria, só na teoria é claro, pois na prática não fazia nada, até punheta eu demorei para começar a bater, sei lá, não tinha curiosidade em saber como era, acho que meu pintinho veio com defeito de fabricação (rsrsrsr), nunca me deu muito tesão. Até começar entrar na adolescência, não pensava em fazer sexo ou me excitava pensando nisso, eu gostava era de ver. Ver os paus mijando, ver as revistas pornôs, ver as malas crescendo sob as calças dos homens quando a conversa descambava pra putaria. Sabia o que era viado, que eles como as mulheres, gostavam de homem, chupavam e davam o cu. Embora soubesse que eu era atraído pelo os homens, não me imaginava gay, nem em transar com algum. 

Foi com uns dez anos, que isso me ocorreu como uma possibilidade, e depois, como vontade e tesão. Como sempre estava na construção, vendo umas revistas, mas pela primeira vez, com algo diferente. Em uma delas havia uma trans, sendo enrabada. Eu sabia que aquilo acontecia, mas aquela imagem despertou o que estava adormecido em mim. Foi como um estalo, um passe de mágica. Pela primeira vez, senti vontade de fazer parte da cena que via. Estava curioso, será que era gostoso levar uma pica no cu? A imagem mostrava que sim, pois a trans ali estava com cara de puta tesuda e com o pau babando. Finalmente a curiosidade de além de ver as fotos e as conversas de sexo, mas também fazer, apareceu. Eu queria saber como era levar no cu e meu cu piscava por isso. Era estranho, de uma hora para outra eu tinha mudado. Agora além de ver as mijadas da obra, eu ficava imaginando qual tamanho a pica teria ao ficar dura e se caberia no meu cuzinho.

Nessa época comecei a dedar meu rabinho. O interessante é que não me masturbava, apenas dedava o cu. Era esquisito, meio incomodo, ardia um pouco, mas eu gostava. Até pensei em enfiar algo maior, mas tinha medo, só o dedinho já ardia muito. No entanto, um trabuco grosso e veiúdo eu queria.

Na escola, eu era o mais esperto de todos. Sabia e falava de putaria como ninguém. Como era fortinho, devido o meu tempo ajudando meu pai, era também mais alto que a maioria dos garotos e com postura bem despachada e viril, eu já despontava como um homenzinho, um macho em miniatura. As meninas já davam encima de mim e os meninos me achavam um comedor. Ali não era o lugar para minhas fantasias. Não tinha nenhum tesão nas meninas e nem nos corpos do meninos. Não me atraía, nem os adolescentes. Eu queria mesmo era um corpo de homem de verdade. Por isso, na escola eu falava de putaria, contava as histórias que eu ouvia, mas nem passava em minha cabeça em ter algum coleguinha como parceiro de transa. Tanto é que nunca fiz um troca-troca com algum deles, embora soubesse de comentários de vários que já faziam e de outros que só davam ou só comiam. Meu tesão era na obra, com homem viril, forte e macho. Passei quase três anos assim, querendo levar rola, mas tinha que ser de macho de verdade. Nas construções que ficava ajudando meu pai, no entanto, não aparecia oportunidade para isso. Pois meu pai sempre estava junto e todos me viam como criança ou então como macho em formação, sem qualquer possibilidade de ser putinha amante de rola. Mas o destino se encarrega de tudo.

Já tinha treze anos quando meu pai resolveu assumir duas obras ao mesmo tempo. Numa a rotina era durante a semana e na outra no fim de semana. A equipe de meu pai estava até bem grande, com 15 homens. A obra de fim de semana era oportunidade de um dinheirinho a mais e rápido, pois com tanta gente ajudando, em poucos fins de semana estava finalizada e o patrão pagaria bem, afinal seria para fazer só o acabamento, parte mais cara para o orçamento. Logo no segundo fim de semana, caiu uma chuva daquelas, com pancadas fortes e garoa o tempo todo. Meu pai resolveu iniciar então o reboco interno, assim não teríamos que ficar na chuva e dava para fazer tudo dentro da própria construção. Mesmo assim a coisa não andou bem. As paredes molhadas e o tempo muito úmido só atrasou as coisas. O trabalho com o reboco não rendia. Iniciamos um cômodo que mesmo ficando até tarde no domingo, ficou por terminar. Como meu pai não queria deixar para o próximo fim de semana, decidiu que no dia seguinte o Marcão e o Luiz iriam para lá em vez da outra obra e terminariam o cômodo, já que assim não prejudicaria tanto o andamento dos trabalhos durante a semana e adiantaria o que tinha por fazer aos fins de semana.

Como sempre no dia seguinte, levantei cedinho, iria para obra ajudar meu pai e depois de almoçar iria direto para escola. Já estávamos saindo, quando aparece o Luiz avisando que sua filha tinha passado mal durante a noite, estava de cama e não poderia ficar sozinha. Pediu o dia para meu pai, que não negou. No caminho para o serviço, fomos discutindo como resolver a situação. Era sacanagem deixar o Marcão sozinho, mas também era atraso demais tirar mais um pedreiro da outra obra. Como não tinha nada de importante no colégio, sugeri que eu poderia ficar o dia inteiro na obra e daí ajudar mais, possibilitando que alguém fosse trabalhar com o Marcão. Foi meu pai que sugeriu, então, que eu fosse ajudar o Marcão, pois o que tinha para fazer não era tão pesado, e o que o Marcão precisaria era mesmo mais um auxiliar do que um pedreiro. Aceitei de boa, pois gostava do Marcão que era super gente boa e seria bom passar o dia trabalhando com ele. Juro que não tinha nada em mente. Desviamos o caminho e meu pai me deixou em frente a obra, onde o Marcão já estava esperando. Meu pai nem conversou com ele, pois já estava atrasado, deixando-me a incumbência de explicar a situação. Marcão falou que eu só ia atrasar a vida dele, mostrando com seu jeito brincalhão, que não haveria problema algum.

O dia tinha amanhecido limpo e logo o sol apareceu, o que fez com que o serviço rendesse. Passamos a manhã inteira trabalhando num ritmo apressado ditado pelo Marcão. Eu, no entanto, já estava quebrado, pois sempre estava na obra, mas mais enrolava do que ajudava de fato. O Marcão percebendo isto, parou um pouco mais cedo do que o comum, para almoçarmos. Sem deixar de escapar a brincadeira de: “Vamo pará um pouco, que a donzela aí não tá aguentando o tranco” Mandei ele se fuder e fomos almoçar, claro que as piadinhas dele não pararam. Ele se divertia com a situação de eu realmente estar moído pelo trabalho. Ficamos um tempo além do comum, jogando conversa fora após o almoço. Ele então resolveu voltar o trabalho, falando que eu podia ficar tranquilo que ele dava conta do resto do trabalho sozinho. Insisti que dava conta do trabalho, coisa e tal, mas na verdade fazia muito pouco para ajudar, pois não estava aguentando de dor nos braços. Ele não se importou muito com isso e foi trabalhando, às vezes brincando por causa de minha demora e moleza para fazer alguma coisa. Aproveitei para ficar admirando aquele exemplar de homem. Pele bem morena de sol, cabelos negros com corte por fazer. Ombros largos, peitoral bem definido com poucos pelos entre os peitos que iam aumentando a medida que iam descendo por sua leve barrigazinha de cerveja, até se tornarem num verdadeiro matagal de pentelhos no caminho da felicidade. Assim como os braços, as pernas eram musculosas e muito peludas. Uns pelos muito negros e brilhantes por estarem molhados de suor. Ele só usava uma bermuda larga de tectel azul, que ficava caída ao meio de sua bundinha firme, coberta por uma cueca branca de elástico largo, já toda salpicada de cimento, assim como toda sua pele suada. As mãos eram enormes, com dedos muito cumpridos, em um deles uma aliança larga, comprovando que não escondia que era casado. Os pés também muito grandes, preenchiam um tênis surrado, pelo menos número 43. Aquilo era macho para não por defeito algum. Não sabia sua idade, mas devia ter uns trinta anos, não era muito alto, talvez 1,70m, pois era pouca coisa maior que eu na época. Hoje tenho 1,75m. Já o tinha visto mijar algumas vezes. Seu pau mole era pequeno, de pele morena e cabeça bem marcada, totalmente coberta pelo prepúcio, ainda sobrando uma grande quantidade de pele na frente. Quando ele terminava de mijar, fazia questão de puxar o prepúcio, revelando a cabecinha rosada e balançando bastando, certificando-se que não sobraria nenhuma gotinha de mijo para molhar a cueca.

Embora apreciando o cara e quase o comendo com os olhos, não pensava que algo poderia acontecer, mesmo que se eu pudesse escolher, ele seria o dono da minha bundinha. Eram umas três e meia quando ele deu o trabalho por encerrado, o dia realmente tinha rendido. Caí na besteira de falar que o nosso trabalho tinha sido rápido e ele não perdeu a oportunidade de brincar “É se eu tivesse um ajudante de verdade já estava em casa” “Que isso cara, trabalhei pra caralho!” Respondi, fingindo-me indignado, mas totalmente consciente que tinha feito muito pouco, principalmente durante a tarde. Ele retrucou “Eu ganhava mais se tivesse trazido minha mulher.” E deu uma gargalhada. “Ela aguenta mais o serviço!” Ri também, entrando na brincadeira. “Que é isso, eu acho que sou melhor que uma mulher” “Ih, o cara. Deixa alguém escutar isso. Vai virá gozação” E caiu na risada de novo. Só então percebi o fora que tinha dado, mas já era, a gozação já rolava solta.

O Marcão entre risadas, só disparava as provocações “Já pensou, eu falando que meu ajudante é melhor que mulher!” “Nem preciso de andaime, é só trepar no ajudante” “Já tô vendo, todo mundo falando que passei o dia comprovando que você é melhor que mulher” “As putinhas todas desesperadas, porque não tem como superar o ajudante” “Os orelha-seca tudo deixando as mulher, só por causa do ajudante” “Já pensou a peãozada fazendo fila pra ficar com o patrãozinho que é melhor que as mulher” “Todo mundo brigando pra experimentar, pra ver a diferença” Estava vermelho de vergonha, não sabia direito o que fazer, mas adorei imaginar a situação. Toda a peãozada atrás de mim.


Achei uma pena, pois o Marcão realmente falava tudo na maior naturalidade, ainda mexendo com algumas ferramentas, sem qualquer sinal de segundas intenções. Lembrei-me do ditado que toda brincadeira tem um fundo de verdade. Quis tirar a prova. “Caralho, cara, já tá bom. Até parece que você tá querendo experimentar!” Minha intenção era que soasse como zoação, mas não consegui tirar a seriedade do que falava. Ele finalmente me olhou diretamente. Tinha parado de rir. Seu olhar me analisava. Percebi que ele queria perceber o que eu queria com o que falei. Logo percebeu que eu não estava bravo com as brincadeiras, nem indignado com as insinuações, muito menos estava brincando. Vi no seu olhar que ele estava completamente confuso, realmente ele não tinha intenção alguma com suas brincadeiras. Eu podia emendar uma outra brincadeira e desviar qualquer mal entendido, mas corri os olhos pelo Marcão, um macho de verdade, corpo legal, ali todo suado, exalava a macho fudedor. Meu cu piscou. Eu queria ser viado. Eu queria perder o cabaço e queria que fosse com o Marcão. Então perguntei “Tá a fim de experimentar?” Ele continuou confuso e sem ação. Ele tinha brincadeira para tudo e resposta para tudo, mas estava mudo.

Já tinha ido até ali e não ia desistir. Perguntei novamente “Tá afim?” Pus um ar adocicado e provocante na voz. “Eu sou casado” Finalmente respondeu. Mostrava ainda confusão, dava para perceber que não conseguia pensar, pela surpresa da situação. Perguntei pela terceira vez “Tá afim?” Ele respondeu com o olhar mais sério, agora percebi que ele começava a reagir ao seu espanto inicial “Na boa, cara. Num curto não... Nem sabia que você era viado... Mas num rola não” Fiquei desconcertado. Veio uma vontade de chorar. Estava verde de vergonha e medo, tinha me revelado, e agora o que ia fazer? Ao mesmo tempo eu sentia algo por dentro, que impulsionava em tentar conquistar aquele macho. Era a primeira vez que lidava com o tesão por alguém. Controlei-me e fui adiante “Nunca fiz isso não. Nem sei se gosto. Mas com você eu faria” Ele deu um sorriso amarelo. Abriu a boca, mas logo desistiu do que ia falar. Eu tinha conseguido desconcerta-lo. Era minha chance. Com voz de charminho fui falando “Eu tenho vontade de fazer. A gente podia tentar. Só para saber como é. Com você eu faço” Ele voltou a me falar que era casado. Percebi que ele só estava tentando encontrar uma desculpa. Então continuei a pedir “Vai, vamo tentar. Eu não conto para ninguém. Eu queria que fosse com você. A gente nem fala nada disso depois. Só para eu matar a curiosidade. Vai. Vamo tentar. Vai?” Num sorrisinho, que ficava entre malícia e dúvida, ele perguntou “É cu virgem?” Acenei que sim, com uma cara de pidão. “Você é muito novinho...” Antes que ele argumentasse mais alguma coisa, cortei sua fala “Eu juro que não conto pra ninguém. Morre aqui. Eu juro.” “Vai doer. Você sabe, né?” Confirmei novamente. Ele continuou “Nem sei se vou ficá duro” De novo ele tentava achar uma desculpa. Pedi novamente “Vamo tentar. Vai!” “Você chupa?” Perguntou, ainda na defensiva, mas dando sinal de que avaliava a possibilidade. Fui sincero, sabia que naquele jogo de sedução era o melhor a fazer “Nunca fiz. Mas tô louquinho para provar seu pau.” “E se você virar viado por minha causa?” Tentava argumentar, mas agora já mostrava totalmente balançado em sua convicção. “Eu que quero. Eu que tô te pedindo. Você não tem culpa nenhuma, não. Eu juro que não conto para ninguém. Vai, vamo fazer? Diz que sim, vai?” Eu quase suplicava. Ele desviou seu olhar, não sabia o que dizer, mas também não negou.

Resolvi agir. Fui até ele e levei minha mão até sua bermuda, agarrando sua mala. Automaticamente ele segurou minha mão. Não deixava que eu continuasse, mas também não fazia menção de me afastar. Ele continuava a desviar o rosto sem olhar para mim. Tentei lembrar dos relatos que eu lia nas revistas de putaria, para tentar algo que o seduzisse de vez. Fui abaixando meu rosto e alcancei seu mamilo, dando uma chupada de leve. Ele deu uma fungada forte e soltou a minha mão. Comecei alisar seu saco, enquanto ia chupando e mordiscando seu peito. Tinha um gosto salgado, diferente mas excitava. Fui descendo minha língua seguindo o caminho de seu pelos. Ele gemia. Continuei a seguir conselhos que li nas revistas, pois estava dando certo. Fui beijando e lambendo aquela barriga peluda, sentindo o gosto do seu suor. Às vezes, um gosto amargo aparecia, resquício de um respingo de cimento do reboco, mas não deixava transparecer qualquer desagrado, queria mostrar que eu queria aquilo e estava adorando. Cheguei ao seu umbigo e dediquei um tempinho ali. Ele gemia ainda mais. Esboçou uma reação que me encheu de tesão. Agarrou minha cabeça e forçando-a para baixo. Não perdi tempo. Escorreguei minhas mãos para as laterais de seu corpo e aproveitando que sua bermuda era bem folgada, puxei de uma vez, junto com sua cueca, deixando-as aos seus pés. Desci minha boca pelo seu ventre e alcancei seu pau ainda mole, que abocanhei com vontade. Comecei a sugar e ir brincando com minha língua, com ele todo dentro da minha boca. Tinha um gosto forte, uma mistura de suor, mijo e o gosto característico de pau. O cheiro também era forte, de macho suado. Fiquei meio preocupado, pois nas revistas sempre escreviam que o homem estava com o pau duro de tesão ou então o pau endurecia instantaneamente ao sentir a boca o envolvendo. O Marcão continuava com o pau mole. Foi por pouco tempo. Logo o pau foi criando corpo, foi crescendo, inchando e endurecendo. Empolguei-me ao perceber que ele tinha um desses paus surpresa. Daqueles miudinhos, muchos e discretos quando flácidos, mas que se agigantam e surpreendem do tamanho que ganham quando em riste. Tanto é que nem conseguia abocanhá-lo mais. Era grosso, pesado, com uns 19cm bem medidos. Confesso que ele me enganou de fato, até fiquei com medo de ter chegado até ali, pois não esperava que ele fosse tão grande. Não sabia se aguentaria levar aquilo no cu. Só de lembrar o quanto ardia quando enfiava meu dedinho fininho, me subia um calafrio de medo de sentir aquilo tentando se alojar em mim.

Preferi nem pensar e só me concentrar na chupada. Fazia como eu via nas revistas. Chupava, lambia da base até a pontinha e ficava brincando com a linguinha bem no buraquinho da cabeça. Depois ia enfiando na boca até onde conseguia engolir. O Marcão gemia descompassadamente, mostrando-me que estava adorando como eu fazia. Então ele voltou a agarrar minha cabeça e começou um vai e vem com seu quadril, literalmente fudendo minha boquinha. Ele enfiava fundo na minha garganta, tentando colocar tudo dentro de minha boca, depois puxava até sentir sua cabecinha entre meu lábios. Só dava tempo de eu recuperar o fôlego, para então meter de novo, sufocando minha garganta. Estava adorando ser dominado assim. Ele então tirou o pau de minha boca, fazendo-me olhar para seu rosto que faiscava tesão. Mesmo tesão com que ele me perguntou “E aí, quer na bundinha?” Pra quem estava na dúvida se conseguiria, ele ficou safado rápido demais. Quem estava na dúvida, agora era eu. Então eu respondi “Vamos tentar. Põe a cabecinha, se doer a gente para. Daí eu chupo você” Ele não me enganou. “Se eu por a cabecinha é pra foder de verdade. Eu só vou parar de meter depois de encher sua bundinha de leite.” Tentei negociar, dizendo que queria tentar mas não sabia se aguentaria. Ele foi taxativo “Se você tá com medo, é melhor ficar só na chupada. Num se preocupa não, que eu vou gozar gostoso, adorei sua chupada. Mas se for para tentar no cu, é para ir até o fim. Sério, se eu meter no cu vai ser para arregaçar. Num tô afim de aguentar cu doce. Você decide ou dá ou não dá. Nada de ficar com chororô. E aí cê quer ou não quer dá a bundinha?” Balancei a cabeça, mostrando que queria, mas meu rosto não disfarçava a indecisão. Ele quis confirmar se eu queria mesmo. “Sério, cara. Se você não quiser, num pega nada. Não quero te machucar, nem forçar nada, mas se eu meter no seu cuzinho eu não vou parar, nem tirar. Você vai ter que aguentar até o fim. Certo?” “Entendi.” Respondi, mas ainda com incerteza na voz. “Se doer, se você chorar ou gritar, problema seu. Num vou para mesmo, viu? E aí, vai querer tentar?” Perguntou exigindo uma resposta mais convincente. “Mas desse jeito eu não vou aguentar. Eu pensei que você ia com carinho.” Argumentei, embora estivesse certo que eu ia dar. “Num vou com força, não. Num quero machucar. Só não vou parar. Se começar vai até o fim. Entendeu? Se você quiser, vou bem devagarinho, com calma. Fico paradinho até você acostumar, só não vou parar ou ficar na mão. Se eu meter, eu vou socar até gozar. Tá? Daí num tem volta. Então, num é só tentar. Você escolhe agora ou dá ou não dá. Num vai ter como parar no meio. Certo? E aí? Vai querer dá ou vai ficar só na chupada?” Achei que era um pouco de pressão, mas senti que podia confiar nele, afinal ele foi direto e sincero. Não respondi com palavras, mas com gestos.

Levantei-me, ao mesmo tempo que fui tirando minha camiseta. Abri minha bermuda e a deixei cair pelas minhas pernas. Fui abaixando minha cueca, enquanto fui virando de costas para o Marcão e fui ficando de quatro. Ainda olhei para trás, vendo ele de pé, apreciando meu corpo e vibrando com minha decisão. Pude ver ele cuspir umas três vezes na mão e ir espalhando em seu pau. Depois foi se abaixando, até alcançar minha bundinha, que ele agarrou firme com suas mãos, arreganhando as bandas, expondo meu cuzinho que piscava. “Delícia de cu.” Disse num suspiro de tesão. Deu uma cusparada certeira na minha olhota e já posicionou a pica. Travei automaticamente. Ele se debruçou sobre meu corpo, alcançando meu cangote, que ele mordiscou antes de sussurrar no meu ouvido “Relaxa, num tranca não... Ainda dá tempo de desistir... Num vou ficar bravo não.. e aí? Quer parar?” Minha respostar foi apenas fechar meus olhos, e numa reboladinha, forcei meu corpo para trás. A ponta do pau, encaixou de vez, já dando uma entradinha forçada no meu cuzinho. Escutei um “safado” cheio de tesão, enquanto sentir suas mãos agarrarem forte minhas ancas. “Relaxa. Faz força como se fosse cagar... num tranca não... deixa ele entrar...” Falava enquanto forçava seu quadril contra mim. Tentei obedecer. Fiz força para fora, permitindo que a penetração fosse iniciada. Tão logo a cabeça passou, a dor veio rasgando. Minha reação foi tentar sair, gritar e pedir já com lágrimas nos olhos “Ai, tira, tira, tira... Tá doendo. Ai, tira.” “Calma, calma. Relaxa” Ele pedia, sem se mexer, mas segurando-me forte, impedindo-me de fugir. Eu me contorcia, travando o cu, tentava sair, sem conseguir. Comecei a choramingar. Como não comovi o Marcão, comecei a gritar alto. “Tira! Tira! Tá doendo! Tira logo!” Não sei se foi por medo de alguém escutar meu gritos, eu foi por reação própria de macho dominador, mas ele soltou uma de suas mãos de meu quadril. Quando achei que ele ia me deixar sair de debaixo dele, sentir um tapão ardido na minha bunda “Cala boca viado! Avisei que não ia tirar! Agora aguenta a pica, vadia do caralho!” Aquilo me despertou do meu transe de desespero. Parei na hora. Então percebi, que a dor não era tão grande assim. Ela já tinha diminuído muito. Era mais medo da dor e não dor que eu tinha. Fiquei um pouco assim, sem reação alguma, me acostumando com a situação. Ele foi paciente, ficou imóvel, esperando. A dor foi passando de vez. Meu cu começou a reagir. Não trancava mais, mas piscava envolvendo aquela cabeça rombuda. Já sentia um início de tesão, mas com medo que a dor voltasse se ele se movesse, pedi: “Fica assim. Num aguento mais não. Goza assim. Num põe tudo não.” “Que é isso, viado. Eu avisei que ia arregaçar esse cuzinho. Relaxa, que fica gostoso. Num tranca não que ele entra gostoso. Fica com medo não, que se doer eu dou uma paradinha” Foi dizendo, enquanto dava uma forçadinha para o pau entrar mais. Não teve pressa. A cada gemidinha minha, ele parava e esperava eu voltar a relaxar para forçar mais um pouco. Acho que ele levou quase uns dez minutos, para atolar seu pau em mim, mas me arrepiei inteiro, quando ele num urro de tesão, quase como um grito de vitória anunciou “Entrou tudinho, viadinho da porra.” Começou então a rebolar, esfregando seus pentelhos em meu rego, ainda forçando sua pélvis contra minha bunda, ainda teimando em forçar a entrada, nem que fosse um milímetro apenas. A reboladinha foi se transformando e se ampliando, quando percebi já era um vai e vem, lento e gostoso. Sentia ainda uma ardência, um incômodo, mas nem sinal de dor. Vendo que eu aguentava bem, ele intensificou o movimento. Agora agarrado em minhas ancas, com as mãos também forçava meu corpo para frente e para trás, fazendo as estocadas ficarem ainda mais fortes e vigorosas. Eu gemia, gemia e gemia. Sinceramente, falando, fisicamente não era tão gostoso, era meio estranho, uma mistura de desconforto, de ardência, de vontade de cagar e de umas pequenas descargas que percorriam meu corpo. Mas algo era concreto.

O tesão. É indescritível o sentimento que senti, ao perceber que o motivo daquele macho estar descontrolado, agarrado em mim, estocando e forçando meu corpo contra seu caralho, gemendo alucinado, era eu. O tesão foi às alturas. O prazer surgiu. Agora poderia doer, arder, queimar ou o que quer que fosse, que eu gozaria junto com meu macho. Eu era dele e ele era meu. Rebolei, me esfreguei, me contorci, vibrei e gemi debaixo dele. Era uma cadela no cio e não decepcionei, tanto é que comecei a piscar meu cu, contraindo e relaxando meus músculos anais, quando percebi que ele desatou a me xingar, acelerando as estocadas, num ritmo frenético. Então numa arremetida, forte, lançou todo seu corpo sobre o meu, fazendo-me desmontar no chão. Agora estava totalmente imprensado entre o chão e seu corpo, completamente colado no meu corpo. Seu pau pulsava, duro como pedra, ainda mais inchado, atolando totalmente minha bundinha. “Viado, gostoso” quase gritou, para depois, ir gemendo e pouco depois, só ficar com a respiração descompassada em minha nuca. Ficamos assim, muito tempo. Ele saiu de dentro de mim, fazendo-se cair de costas ao meu lado. Pude ver, ele de olhos fechados, ainda ofegante. Seu pau ainda trincava de duro, melado de porra e um pouco de merda. Não me importei. Foi quase que natural para mim perceber que a primeira vez era assim. Sem premeditação, um curtindo o corpo do outro, sem disfarçar ou esconder qualquer coisa. Ele tinha comido um cu virgem e tinha que estar preparado para saber que isso podia acontecer. “E aí? Gostou cara?” Ele finalmente me perguntou. Sem dar tempo para minha resposta, já emendou “Tesão do caralho. Cê vai ter que me dá de novo!” Dei um sorrisinho safado, coroando o fim de nossa primeira transa “Adorei. Minha bundinha é sua. Pode comer quando quiser.” Ficamos um tempinho assim, trocando sorrisinhos cúmplices. Não havia mais nada a ser dito. Apenas nos levantamos. Nos lavamos rapidamente, usando o esguicho da obra. Arrumamos as coisas e fomos embora. Ele me acompanhou até o portão da minha casa, ainda em silêncio e apenas com um aceno de cabeça nos despedimos.