sábado, 15 de fevereiro de 2020

TREPANDO COM UM VELHO AMIGO

Eu estava em casa numa dessas tardes ensolaradas e quentes desse nosso verão, quando tive a grande idéia de sair e ir à casa de um “velho” conhecido meu. Apesar de morarmos no mesmo bairro já fazia algum tempo que não nos víamos. Me arrumei e fui à casa dele.
Quando eu o conheci, eu tinha por volta dos 18 anos e ele já tinha seus 30. Confesso que ele foi o primeiro homem da minha vida e tudo aconteceu de uma forma que eu nem mesmo consigo explicar. Só sei que quando nos demos conta já estávamos em cima da cama dele numa transa frenética e bem gostosa. Essa historia eu conto outro dia, mas já posso adiantar que é boa e picante.
Toquei o interfone e uma voz bem conhecida me perguntou quem era. Depressa respondi e logo pude notar o sorriso no tom da voz dele. De pronto o portão se abriu e fui entrando. Quando o vi, corri para os seus braços e nos abraçamos por um longo e gostoso tempo. Agora ele já tinha a idade madura e boa, no alto dos seus 45 anos. Eu também já não era nenhum adolescente e já me encontrava com meus 30 e poucos anos. Mas os anos não haviam se passado para ele. Ao contrario, ele era como um vinho: quanto mais velho, melhor de se provar e sentir... E isso me atraiu ainda mais naquele momento.
Após um convite bem sacana, mas cortês, eu pude entrar na casa e ver que apesar do tempo e da distância ela não havia mudado muito. De sopetão ele veio junto a mim e me deu aquele beijo... Ficamos ali por algum tempo nos beijando e de quebra já dando uns sarros bem legais e provocativos. Não demorou muito e ele já estava a ponto de bala e louco de desejo para dar uma trepada básica, porém demorada e boa.
Sem pensar muito, fomos ao quarto e ele se jogou em uma cama de casal enquanto eu me despia e observava a cena. Ele continuou deitado e pediu para que eu lhe tirasse a roupa, peça por peça, mas a cueca deveria ficar onde estava. Fiz o que ele me pediu. Lentamente fui lhe despindo e vendo que apesar da idade, ela ainda conservava o charme, a beleza e o corpo da época em que ele tinha sido meu primeiro homem.
Não demorou muito e eu já estava em cima dele me esfregando e recebendo caricias e beijos ardentes. Quando dei por mim, já estava sentado em cima daquele volume todo que já se formava por debaixo da cueca. Não pude resistir e ali mesmo por cima do tecido comecei a mordiscar aquele membro duro e de fato grande e gostoso. Cada mordiscada era seguida de um bom e gostoso gemido alto e claro. Ele gemia e se contorcia na cama. Eu somente aproveitei o momento.
Sem muita modéstia ele era um homem na casa dos 40 anos, porém seu corpo em um todo não dizia isso. Acho que ele dava mais no couro do que muito rapaz novo no auge dos seus 20 e poucos anos. Peitoral ainda definido, peludo e macio. Pernas grossas, peludas e suculentas e um bumbum duro e firme que era uma delicia de apertar e ter entre as mãos. O cacete nem se fala. Mais ou menos 19 centímetros de puro prazer e com uma grossura bem proporcional ao tamanho do dote.
Usando a boca, fui retirando como podia a cueca até que o cacete saltou diante de mim. Estava todo melado e pronto para uso. Fechei os olhos e cai de boca. Com lambidas lentas, porém de um vigor impar, eu limpei lentamente todo o melado principalmente a cabeça. Passei a língua por ele todo sem esquecer nem um local sequer. Enquanto isso ele gemia e se agarrava ao edredom que estava em cima da cama. Eu lambia, mordia, chupava, e cada coisa que eu fazia eu o deixava ainda mais louco de tesão e com vontade de foder meu cu.
Nesse instante foi que observamos uma figura parada diante da porta vendo tudo o que eu estava fazendo. Ele então deu um salto da cama e foi parar quase que do outro lado do quarto. Fiquei ali imóvel esperando o desenrolar da cena. Eu podia ver nos olhos dele vários sentimentos, mas não consegui notar nenhuma culpa. E sim medo.
A figura parada na porta era o filho dele de 18 anos, que havia chegado de um curso que fazia no período da tarde. Mas antes que ele pudesse dizer alguma coisa o filho foi logo dizendo:
– Pode ficar tranquilo coroa! Se tiver para mim pelo menos uma parcela do que você estava ganhando eu não conto nada pra sua namoradinha! É pegar ou largar.
Para minha surpresa, ele ainda estava de cacete em riste e voltou à posição que estávamos antes, mas ainda um pouco tenso. Fechei os olhos novamente e fui cair de boca naquele pau maravilhoso e cheio de leite para derramar por mim. Após algum tempo me virei para olhar e o garoto estava nu em pelo, de pau duro e lentamente alisava o cacete. E não deixava a desejar em relação ao pai. Ao contrario, mesmo de longe, parecia ser bem grande, grosso e muito suculento.
Quanto mais eu chupava o pai, o filho se tocava e se acariciava. Eu podia sentir o cheiro de tesão que ele estava exalando naquele momento. E isso me excitava muito, afinal nunca imaginei viver uma loucura como essa nessa altura do campeonato.
O pai então me colocou de quatro e com certo prumo e firmeza foi logo introduzindo o pau dentro do meu cu. Doeu e ardeu pra burro, mas com a minha cara de dor misturada ao prazer o rapaz veio e se sentou na cama bem ao nosso lado. Foi então que o pai dele disse:
– Vai logo, porra! Deixa ele mamar a sua vara! E se você quiser ainda pode fuder esse cuzinho delicioso.
Enquanto ele dizia essas palavras, socava mais forte o pau pra dentro do meu cu. Eu já não sentia mais dor e sim um prazer enorme em ter aquele homem por trás de mim e de ver seu filho com os olhos vidrados no que o pai fazia comigo. Ele ficou imóvel por um longo tempo só observando os movimentos de vai-e-vem que o pai fazia dentro de mim enquanto apertava minha cintura e vez em quando me segurava pelos cabelos.
Não demorou muito e ele já estava deitado ao meu lado com o cacete bem na altura da minha boca. Abocanhei e comecei a mamar como um bezerro que fica dias sem a teta da vaca. A cada sugada que eu dava ele gemia e apertava o edredom que estava abaixo de nós na cama. Pelo espelho acima da cabeceira da cama eu pude ver o ar de satisfação e de desejo que o pai dele sentia em ver aquela cena.
Então o pai retirou o pau do meu cu e o ofereceu ao filho. Mas ele se recusou e disse que daqui a pouco iria “comer” meu rabo. Foi nesse momento que iniciamos um frango assado de dar água na boca. Nessa posição, o cacete do pai entrava com mais vontade e força. O filho ficou ajoelhado só sentindo a pressão das mamadas bem dadas que eu lhe oferecia com total prazer. Ele me deixava chupar o pau, as bolas e lamber as laterais da virilha dele. Nesse ponto ele ficava ainda mais louco de vontade de ter aquilo em continuação. O socar do pau do pai dele em mim tornou-se mais forte e vigoroso, num ritmo que eu sentia mais rápido e intenso. Ele ia gozar.
Com um gemido alto e claro ele gozou e encheu meu cu de porra. Mas ainda assim o cacete continuava duro e ele continuava a socar mais e mais. O filho vendo aquela cena não resistiu e por um segundo quase gozou também. O pai então se levantou e veio se juntar a nós deitando-se ao nosso lado acariciando minha bunda e meu corpo.
Com vontade e sem vergonha nenhuma o filho veio e cuspiu na entrada do meu rabo, me colocou de lado e começou a enfiar a vara dentro de mim. Eu podia sentir o pau dele entrando duraço e lambuzado com a porra do pai. Isso era simplesmente fascinante. O barulho que as estocadas faziam por causa da porra acumulada também eram fartos, altos e de um tom que eu nunca havia ouvido antes.
Entre beijos e abraços o pai via toda a cena e ficava admirando e observando as caras e bocas que o filho fazia. Ainda comandava e ensinava como fazer o serviço. Dizia o que fazer e como fazer. Entre beijos e sarros, eu brincava novamente com o cacete do pai. E pude ver também pelo espelho as feições do filho. Era de puro prazer com um misto de perversão total, mas sempre tendo o apoio e o ensino do pai.
Não demorou muito e ele também gritou que ia gozar. E pra meu espanto aquela era a primeira transa dele em todos os sentidos e a primeira gozada dentro de um buraco quente e acolhedor. Com um único, porém forte movimento, ele me segurou e também fez com que seu leite jorrasse para dentro de mim, o pau pulsando loucamente. Ao contrario do pai o cacete logo amoleceu e ele retirou de dentro do meu rabo, caindo deitado ao nosso lado na cama.
Ficamos ali por um bom tempo deitados, o pai à direita, eu no meio e o filho à esquerda. Pai e filho passavam a mão em mim para me acariciar e sentir meu cheiro e o aroma de sexo que ficou no ar daquele quarto. Após uma hora de descanso, resolvi tomar banho para poder ir embora.
Eu já estava debaixo do chuveiro quando os dois de uma só vez entraram junto comigo no box e começou um sarro a três bem gostoso. Agora eu já não sabia quem era pai ou filho e quem seria o ativo nessa historia toda. Deixei rolar até o ponto de tudo recomeçar. Recomeçar em partes. Ali mesmo embaixo do chuveiro eu chupei os dois que se acariciavam e trocavam toques ousados e distintos. Quanto mais eu colocava o pau de um perto do outro mais eles gemiam e sentiam que ali era o lugar ideal para mais alguns minutos de luxúria e depravação.
Terminamos o banho apenas com o gran finale de uma gozada a mais de ambos, um em cima do outro e fomos nos secar e vestir nossas roupas. Não demorou muito e ouvimos a porta abrir e passos na escada e vimos a namoradinha dele entrando dentro do quarto e quase nos flagrando na putaria total. Como de costume, ficamos normais e sem muito alarde fui embora deixando a namoradinha com uma pulga atrás da orelha.
Hoje moro em outra cidade, em outro estado, mas ainda tenho uma curiosidade que queria matar. Será que os dois repetiram a dose com outra mulher ou mesmo com outro gay?

SEXO COM MAREUS

Olá, o meu nome é André, tenho 51 anos e hoje vim contar um relato que aconteceu comigo.
Mateus é um rapaz de 20 anos e o mais jovem dos meus filhos. Apesar de ele ser maior de idade ele ainda vive comigo e com a minha esposa.
Mateus costuma passar os seus dias na cave/garagem da nossa casa, num quartinho de arrumações de jogando videogame ou apenas navegando na internet no computador de casa.
A um mês atraz a minha esposa teve de sair da cidade numa “viajem de negocios” onde teve que sair por 3 dias para poder fechar um negocio da companhia. Nesse dia eu tinha ido comprar ao café comprar jornal pela manha e encontrei uns amigos e decidi bater um papo, o Mateus estava no curso por isso eu não me preocupei muito em verificar se ele já estava em casa quando cheguei.
Mal cheguei a casa pousei o jornal na entrada, subi as escadas e decidi tomar um banho, tirei as minhas roupas, liguei a água e entrei para o chuveiro.
Enquanto tomava a ducha e me esfregava acabei ficando excitado, sou bissexual desde que me lembro e sempre me excitei com o meu proprio corpo, não sou marombado, não tenho musculos defenidos nem nada disso, apenas tenho um pouco de musculos peitorais, um pouco de barriga e apesar do meu pau não ser muito grande adoro as minhas bolas. Quando era jovem eu participava de maratonas amadoras e isso deu-me as pernas que tenho hoje de que ainda me orgulho.
Comecei a esfregar o meu corpo e a me sentir, decidi pegar no meu pau e bater uma punheta por um pouco. Sai do banho ainda de pau duro e decidi que ia bater uma enquanto o Mateus não voltava do curso. Peguei nas minhas roupas, no lubrificante e no meu brinquedinho e sai do quarto. Desci até a cave para ir colocar as minhas roupas no cesto da roupa suja que fica no quarto das arrumações onde o Mateus costuma estar. Abri a porta, mas quando entrei reparei que mateus estava lá no quarto, todo pelado, com uma perna em cima da mesa, batendo uma punheta e enfiando um dedo na bunda enquanto gemia.
Pensei em fingir que não vi nada e sair silenciosamente mas quando ia a executar o meu plano ele percebeu que eu estava la. Rapidamente ele retirou o dedo do cu, parou de se masturbar , minimizou a tela do que estava a ver no pc e me olhou nos olhos. Ficou um silencio estranho, sem nenhum de nós dizer nada. O meu pau que ainda estava duro da punheta agora estava prestes a rebentar. Ficamos a nos olhar nos olhos e eu comecei a me aproximar dele, pousei a roupa e tudo o resto que eu tinha comigo (o brinquedinho e o lubrificante que estavam bem escondidos dentro da roupa) em cima do cesto da roupa sem desviar os olhos dos dele e continuei avançando.
Parei na frente dele a uma distancia onde não nos podiamos tocar ainda. Ele me olhou debaixo a cima e depois olhou para o meu pau.
Ele nunca me tinha visto pelado e a ultima vez que eu o vi pelado foi quando lhe tinha de trocar as fraldas. Fiquei fascinado com o que ele cresceu. O seu corpo era magro, um pau grandinho, o meu devia medir uns 16cm mas o dele era uns 20cm, as bolas e as pernas dele eram perfeitas.
-Pa-Papai…
Disse ele, eu olhei ternamente para ele e disse:
-Shh… Calma filho
Aproximei-me um pouco e comecei acariciando a cabeça dele e passando a mão entre os seus cabelos e quando dei por isso ele se aproximou e começou chupando meu pau.
-Filho…
Senti como se algo estivesse errado mas não queria parar, os labios dele eram suaves e a lingua dele encantava o meu pau. Eu pensei em parar com aquilo aquilo mas o olhar dele mostrava desejo e parecia o estar deixando feliz então comecei a sentir-me melhor.
Os gemidos dele pareciam estar a pedir mais e mais então comecei a mover a minha anca e a foder aquela boquinha como se fosse uma buceta.
Ele colocou uma das suas mãos no pau e outra na minha anca e começou a chupar de prazer e bem fundo. Senti a barba dele esfregando em mim enquanto ele gemia.
-Nunca sua mãe me chupou tão bem.
Disse eu, ele sorriu para mim, tirou o pau da boca e disse:
-Então imagina o que você vai sentir depois do que vou fazer agora.
Ele esticou a lingua e lambeu o meu pau de um lado ao outro e chupou como chupa um pirulito com gosto. Tirou a boca novamente e desceu para as minhas bolas, começou a chupar elas e a bater uma punheta pra mim. O prazer so aumentava e eu começei a gemer. Ficamos nisto por um pouco e quando ele parou ele sorriu e se levantou.
Ele me olhou nos olhos e começou a me beijar de repente, o beijo dele era quente e frio, a sua lingua movia-se pela minha boca e a minha pela dele. A Boca dele tinha uma sabor incrivel. Coloquei uma mão nas costas dele e a outra na bunda e apertei, ele deu um gemidinho e eu comecei mordiscando o pescoço dele. Ele me abraçou forte.
-Papai,*hmm* podemos fazer algo diferente?
-Tipo o que filhão.
-Sexo de verdade,*gha* um enfiar no outro.
Sorri, e acenei de confirmação. Eu nunca tinha feito nada com outro homem de verdade, e agora podia ser o dia em que eu era fudido estava receoso mas entusiasmado ao mesmo tempo, mas mesmo assim perguntei:
-Mas quem fode quem?
-Papai, podemos fazer por turnos mas eu queria ser fudido por isso posso ser primeiro?
Antes disto eu não tinha pensado bem nisto mas era bem estranho que o meu filho, um cara gostoso de barba feita estava me pedindo para o foder. Decidi aceitar mas pedi para esperar um pouco. Fui no cesto da roupa, peguei o meu dildo e o lubrificante. Pisquei o olho para o meu filho e acenei como quem diz “me segue” e subimos para o meu quarto.
Deitei o meu filho na cama de cu levantado e perguntei:
-Você já fez anal antes?
Ele acenou um sinal de não e disse com a voz tremida:
-Apenas enfiei meus dedos.Vai ser a minha primeira vez.
Esfreguei a bunda dele e dei um tapinha, abri o lubrificante e coloquei nos meus dedos. Meti os dedos para dar uma lubrificadazinha e peguei no dildo, lubrifiquei-o tambem e comecei a meter lentamente
-Vou só alagar um pouquinho primeiro.
Ele gemia aos poucos e eu ficava louco ao ver aquele cuzinho depilado ali para mim.
Meti e tirei o dildo umas 3 vezes e pedi para ele se levantar. Passei um pouco de lubrificante no meu pau e botei o dildo apontado para o ar na cama. Subi na cama e comecei a sentar lentamente no pinto de borracha. Olhei para o meu filho enquanto o fazia e via o pau dele ficando louco e ele mordendo o proprio labio enquanto assistia. Chamei ele e pedi para ele se sentar no meu pau. Ele lentamente se sentou e deu umas gemidas tremidas e quando finalmente meteu tudo dentro olhou para mim e me beijou.
Comecei a subir e a descer, fodia o cuzinho dele enquanto o brinquedinho fodia o meu. Nunca uma foda me soube tão bem como aquela. Eu e ele gemiamos e ele pedia para eu foder mais rapido.
Eu peguei ele pelas pernas e fodi aquele cuzinho. Ele não parava de gemer e entre os gemidos ele me falava “Vai papai”, “Te amo”, “Me fode, vai” até que ele gritou “Pai, eu vou gozar!”. Eu inclinei ele e ele gozou pro seu proprio peito e um pouco pra sua propria cara. Retirei o meu pau do cuzinho dele e a pica de borracha do meu. Não sabia quem tinha o cuzinho mais molhado eu ou ele ai ele falou
-Papai, goza em mim porfavor.
-Não se preocupa eu trato de você filhão.
Passei o dedo pelo gozo e tentei pegar no maximo que pude e botei na boca do meu filho, beijei ele e coloquei a cabeça dele fora da cama. Peguei na cabeça dele como se fosse um cuzinho e comecei fudendo e dando umas estocadas. Denovo aquela sensação da barba dele roçar em mim me deixou super excitado e não tardou pouco gozei tudo la dentro. Ele deu uma engasgadinha mas depois começou a gemer de prazer.
Retirei o pinto da boca dele e ele se levantou. Começamos nos beijando e nos deitamos juntos pelados por um segundo, eu esticado com um braço na volta dele e outro atraz da cabeça e ele agarrado a mim.
Olhei para a cara dele e ele olhou para mim, lembrei do contacto visual que fizemos antes so que agora em vez de constrangimento eu sentia carinho e ternura
-Sabe filhão? Você tem os olhos de sua mãe.

SEXO COM O ENTREGADOR

Semana começando chuvosa, frio, minha esposa saiu pro trabalho e eu fiquei na cama vestindo meu shortinho rosa de lycra, socadinho na bunda e com as popinhas da minha bundinha amostra, o interfone tocou e atendi, era uma entrega pra Ana, vesti uma camiseta e fui para a porta esperar o entregador que chegou em seguida tocando a campanhia, abri e pedi para ele entrar, ele entrou e entregou um pacote, assinei a nota e antes que ele saísse ofereci um cafezinho, aceito disse me olhando com os olhos arregalados, fomos até a cozinha eu na frente de shortinho socado no rabo e cheio de tesao, fiz o café e fiquei em pé encostado na pia conversamos um pouco e virei para por um copo na pia, ele me perguntou se podia se aproximar, sem me virar disse que sim, senti sua mão passando na minha bundinha e apertando, virei e um beijo molhado de língua rolou enquanto me beijava suas mãos acariciam minha bunda, colocou seu dedo por dentro do shortinho atingindo meu cuzinho e ainda me beijando num Beijo lento e gostoso fui penetrado por seu dedo, ajoelhei, abri a calça jeans e abaixei mostrando um verdadeiro monumento de pica, enorme e grossa, cheia de veias e com uma cabeça redonda e todo raspado o que aumentou muito meu tesao, passei a língua do saco lisinho à cabeça da rola e abocanhei e comecei a chupar com vontade, mamei tentando enfiar tudo na minha boca, fui para o meu quarto e ele veio atrás, tirei o shortinho e me pus de quatro na cama, senti ele posicionar a vara no meu cuzinho, segurando meu quadril forçou a entrada e estocou numa pegada enfiando até o talo, gemi alto e urrei de dor, senti a lágrima descer e fui relaxando, tudo bem? Perguntou, vai devagar, respondi e ele começou a meter novamente devagar e quando sentiu que eu estava relaxando com pica começou a bombar, estava delicioso, fode meu cu porra, arromba sem pena, soca no meu cu caralho, pedi a ele e fui obedecido, suas mãos me seguravam com força, gozá na minha boca, pedi para ele, ficou bombando um tempo e disse que iria gozár, cai de boca aberta na sua vara e punhetei até que gozasse na minha boca uma porra espessa e deliciosa, engoli tudo e mamei a vara até amolecer, delicia de pica, meu cuzinho ficou ardido mas valeu muito a pena.

SEXO COM O CUNHADO

Olá Tudo bem!! É a primeira vez que escrevo aqui. Tenho 1,82 ,67kg corpo um pouco definido .
Meu cunhado , Matheus(nome fictícia) ele e bastante bonito e com um corpo bem definido o fato aconteceu do feriado de 15 de Novembro , eu estava com Matheus do carro tínhamos ir comprar gelo quando estávamos vindo já ele veio com um papo que minha irmã estava grávida (ela estava com 8 meses já) e estava na seca e mim perguntou se eu tinha um buraco par ele meter o pau dele, falei brincando na hora que tinha um bom só era ele quere na hora ele mim da uma encara com uma cara de safado e moda os lábios fiquei com um pouco de vergonha e peguei o celular. O restante do dia Matheus não tirava o olho de mim fui par casa por volta das 7 horas tinha marcado de ir par pizzaria com meus amigos.
No outro dia, se acordei com Matheus mim chamando por volta das 10 horas estava sozinho fui abrir o portão ele entrou falei que ia tomar banho estava numa ressaca terrível com uns 5 minutos, Matheus entra falando ia mijar ele pergunta se pode também tomar banho porque estava com calor deixei, ele começou a tira a roupa um deus grego na minha frente rsrsrs, o pau dele estava meu bomba deveria ter uns 20 cm pedir a ele par ensaboa as minhas costas de propósito ele veio sentir o pau duro topar na minha bunda fui a loucura derepente ele mim enconstrou do box e falou do meu ouvido , da essa bunda gotosa por teu cunhado , de uma empina então ele abriu a minha bunda e começou a lamber fui no céu kkkkKKK, ele pediu par eu chupa seu pau comecei a chupa e bate uma punheta dele também foi um bom tempo assim o pau dele estava duraço ele mandou eu ficar de quatro e empina a bunda bem par ele. Matheus botou cm por cm bem devagar e começou um vai e vem delicioso tava muito bom ele começou a acelerar as estocadas e perguntou aonde eu queria receber o leitinho dele pedi par beber ele tirou o pau e botou na minha boca foi uns 8 jatos de porra engolir tudinho se levantamos e fomos tomar banho deixa outra mamada dele e bebi tudo de novo já era por volta umas 11 e meia da manhã ele se vestiu e falou que queria agora sempre meu cur e foi embora.
Bom espero que tenham gostando do meu conto esse e o primeiro, mim adicionem como amigo de vocês par agente conversa

TESÃO POR CAMINHONEIRS

Tesão grande com caminhoneiros

Sou de Osasco , SP, 26 anos, 1,68 de Alt, 65kg, cara de lek barba por fazer, macho, com 20 cm de pica…rs e no último final de semana, resolvi fazer uma aventura…
Peguei a Via Anhaguera por volta das 21:00h , com um short de jogador de futebol, sem cueca e com uma camiseta.
Após passar o primeiro pedágio em Perus, resolvo tirar a camiseta (parei no acostamento) e sai novamente procurando aventura…abaixei os vidros e comecei a me punhetar….isso ultrapassando os caminhoneiros e entrando na frente deles…quando via que o cara não curtia..ia embora.
Logo depois, fiz isto novamente e o caminhoneiro deu farol alto e seta pra direita…Fui parando no acostamento e ele tb…ambos saímos dos carros e logo vi que tinha acertado…cara parrudo, com a mesma idade que eu…olhos grandes…trocamos ideia e nos pegamos ao lado da carreta…ele logo meteu a língua na minha boca e me deu um beijo de tirar o fôlego.
Já logo pegamos um no pau do outro…e começamos a nos chupar….ora eu chupava, ora ele me chupava, ficamos nessa pegação por uns 20 minutos, mas ambos éramos ativos…então não rolou penetração hehe…
Espero contar mais aventuras com essas.
Este é meu primeiro conto, espere que gostem…abraços

CASADO VIROU MINHA PUTINHA

Fazendo o Casado virar minha Putinha

A história que vou lhes contar é veridica e aconteceu em dezembro de 2016. Mudarei apenas o nome para preservar as identidades. Ademir é um moreno sarado de aproximadamente 1,75 cm, corpo atlético pelo trabalho pesado, trabalhador do campo e casado. Conheci Ademir através de um amigo que me passou seu contato. Marcamos de se encontrar em minha casa.
Na hora marcada ele chega, desço abrir o portão. Ele entra em casa pela porta da cozinha e sem trocarmos palavras ele já se abaixa e começa uma gulosa gostosa. Começou de leve, apenas passando a língua por toda a extensão do meu cacete sem contudo, usar as mãos. Era habilidoso e foi me levando a loucura. minha vontade era de já socar naquela boca até sentir a garganta daquele puto mas me contive porque aquele jogo tava me levando a loucura. Ele se levanta e ergue minha camisa e começa a lamber meu mamilos enquanto bate uma punha bem de leve apertando meu pau que a essas alturas parecia que ia estourar de tão duro. Começamos a nos despir e fomos para sala. Aquele tanquinho me fez viajar e acabei por abocanhar aquele pau gostoso. seu pau era reto e comprido e de uma cor morena bem bronzeada. Coloquei ele sentado do sofá, dei mais umas mamadas e ergui suas pernas para me deliciar naquele cuzinho. Bundinha durinha, toda depiladinha e cheirosinha. Comecei a dar linguadas no seu cuzinho enquanto ele gemia, se contorcendo de prazer. Cada metida com a língua era um gemido mais excitante que arrancava daquele putinho. Ele se levante, me joga no sofá se ajoelha na frente e começa a mamar novamente. Dessa vez com mais voracidade ainda. Engolia meu pau inteiro e ainda conseguia lamber as bolas com meu pau todo dentro de sua boca. Não aguento de tezão e levanto, coloco ele de quatro e comeco a brincar com meu pau na portinha de seu buraquinho. Ademir delirava e rebolava querendo sentir meu pauzão. Hora coloco só a cabecinha e tiro, dou umas batidas com meu pau naquele cuzinho, hora me abaixo e dou umas belas linguadas enquanto Ademir gemia alucinadamente que nem uma verdadeira putinha que era. Coloquei meu pai de novo e vagarosamente comecei a entrar naquele rabinho apertadinho e quente enquanto Ademir gemia:
– Isso, vai, coloca tudo…
– Aiiii que delicia seu puto gostoso
Mas eu querendo sentir cada centímetro daquele cuzinho colocava só até a metade aumentando a velocidade aos poucos. Estava gostando da brincadeira. Comeco entao a ir enfiando tudo. Socando, alternando movimentos rápidos e devagar, rápidos e devagar. Segurava firme na cintura de Ademir e, a cada período de tempo, socava com força dando umas tres ou quatro bombadas só para ouvir o estalo. Passo a mao em seu pau e Ademir estava com o pau durão apesar de estar com o cuzinho todo preenchido com meu mastro:
– Tá gostando puto?!
– Rebola na piroca do seu macho vai?!
Ademir rebolava loucamente e eu a cada passo dava umas cuspidas naquele cuzinho. Peço para ele mudar de posição. Ele se levanta, ajoelha e aproveita para dar mais uma chupada. dessa vez babava com vontade, engolia e cuspia no meu pau de forma a deixar todo lubrificado. Coloquei o safado na posição de frango assado e comecei a socar forte. Ele gritava, gemia se contorcia enquanto me chingava:
– Filha da puta,
– Me come vai,
– Come esse cu de macho casado
Coloquei ele no apoio de braço do sofá de forma que ele ficou com a bundinha em uma altura boa e da cintura pra cima deitado, mais abaixo, horizontalmente no sofá. Dessa forma eu podia ver o rosto daquele metido a macho casado fazer cara de putinha. Su pau nessa posição ficou a mostra. O safado aguentava todo o meu piru dentro e continuava com o pau duro. Era um belo pauzão. Aproveitei e, enquanto metia em seu cuzinho, conseguia chupar a sua pica. Coloquei meu pau todo dentro e comecei a mamá- lo. Cada abocanhada que eu dava em seu pau, seu cuzinho apertava meu pau. Parecia que ia engoli- lo. Derrepente, senti seu pau inchar, seu cuzinho apertou forte meu pau. O safado estava gozando:
– Aaaaiiii, vai!
– To gozando seu puto safado!
– Vai soca, soca tudo agora que quero gozar sentindo seu pau tudo dentro de mim
– Vai…..Delicia….
O safado gozou na minha boca. Segurei todo o seu leitinho tirei meu pau daquele cuzinho, e cuspi toda aquela porra dentro. Empurrei com meu pau tudo pra dentro e soquei com força, meu pau entrava e sai com facilidade. Se ouvia o eco das estocadas, meu saco batia em sua bunda com velocidade enquanto o puto apertava aquele cuzinho cada vez que meu pau entrava todo, não resisti e anunciei:
– Tö quase gozando, Ahhh vou GOZZZAAAA, tá vindo…..
Ademir rapidamente me interrompe, se levanta, pede pra sentar na aba do sofá, cai de joelhos e diz:
– Na minha boca
– Quero que goze tudo na minha boca
Dou uma leve punhetada, Ademir já passando a lingua na parte de trás do meu pau, anúncio:
– Tá vindo seu prëmio,
– Toma safada…Toma o leitinho do seu macho!
O safado engoliu meu pau e eu gozei tudo dentro de sua boca. Dava pra sentir quando ele engolia cada jato de porra quente que meu pau jorrava. Ainda olhando fixamente para mim, lambeu e limpou todinho meu cacete. Deu um beijo nele, levantou- se, se vestiu e foi embora sem trocarmos nenhuma palavra. Deitei no sofá aliviado, foram litros de porra, acabei adormecendo ali mesmo.