domingo, 17 de março de 2019

TRANSEI COM O MACONHEIRO NA CASA ABANDONADA • DEI O CU GOSTOSO PARA O DROGADO



Do lado de casa havia um imóvel antigo de minha família, era um casa velha que pertenceu a um tia de meu avô.

A muito abandonada acabou virando muquifo, mendigos e drogados fazia ali ponto de descanso e lugar de dormir. Meu avô por segurança mandou limpar a casa e colocar tapume na frente para impedir que alguém entrasse. Passado alguns dias noto que a noite havia algum movimento na casa velha, olho por cima do muro e vejo luzes. Alguém pulou o tapume e estava usando a casa de novo. Não falei nada pro meu avô mas fiquei cuidando para ver se pegava a pessoa entrando, toda noite ficava de olho. Não conseguia ver o cara entrando até que certa noite flagrei um muleke zanzando em frente, olhava meio desconfiado pros lados, disfarcei, fingi que não estava vendo e de repente o cara como um felino escalou o tapume e Zás, entrou. 


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Notei que era negro, devia ter no máximo 20 anos, meio alto, por volta de 180 m,mas não parecia mendigo pelas roupas que usava, apesar de se vestir estilo maloqueiro.

Pensei vou esperar o safado ficar de boa entro pelo fundo e dou uma bronca e ponho pra fora.

Fiz, esperei quando a luz , que parecia ser vela,acendeu, fui pelo fundo de casa pulei o muro, abri uma porta da casa velha que dava para o quintal e entrei sem fazer barulho.

Bom como era só um não tive medo, eu a anos, praticava artes marciais, tinha meus 22 anos, era bom de luta.

Ao entrar ouvi barulho de água caindo, com certeza o maloqueiro estava no banheiro.

Me aproximei bem devagar prá pegar o cara de susto e o que vejo, um belo rapaz negro tomando banho no cano do chuveiro, ele não percebeu minha presença, vi seu corpo, em forma, pernas bonitas, barriga com gominho, liso, um maloqueiro negro lindo, com uma jeba grossa que devia ter uns 22 cm ou mais. A água caindo em seu corpo deixava eu com muito tesão.

Mas, eu estava ali pra colocar o malaco pra correr, então ficando na porta falei.

- Ei cara! Que tá fazendo aqui?

Ele com susto me olhou e meio gaguejando disse:

- moço, você é o dono?

Perguntou desligando o chuveiro.

- A casa é do meu avô e você está invadindo faz dias rapaz.

- Cara me desculpa, é que eu não tenho prá onde ir por enquanto, eu não sou nóia cara, nem ladrão.

Falava e eu vidrado no corpo dele.

- tá termina de tomar banho que a gente conversa.

- tá mas você vai chamar a polícia?

- cara termina logo e sai aqui pra conversar. Vai.

Abriu o chuveiro e eu me aproximei dele, perguntando coisas triviais, que não me lembro. Falei pra ficar de boa pois me pareceu não ser bandido nem mendigo.

Em dado momento coloquei minha mão no peito dele ensaboado ele me olhou meio com medo e desconfiança, eu acalmei ele dizendo que estava tudo bem mesmo, não ia brigar com ele e comentei:

- Cara se tem um corpo legal hein!

Ele:

- sério ? Acha mesmo?

- sim . Acho , da até vontade de tomar banho com você.

Falei passando a mão no peito dele.

E ele:

- cara, se você quiser pode vir tomar, não me incomodo.

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Tirei a roupa e cai na água. Perguntei se podia passar sabonete nele, ele consentiu peguei o sabonete e fui passando por aquele corpo , o muleke já sabendo das minhas intenções ficou bem encostando e disse no meu ouvido que não tinha ensaboado a pica.

Nossos rostos estavam praticamente grudados , deslizei minha mão até aquela mata de pelo e comecei a ensaboar o pau dele. Que já estava endurendo.

E me pergunta se tinha problema se ele me ensaboasse também. Passei o sabonete pra ele é o safado foi direto na minha bunda. Me abraçou e ficou passando a mão, nisso me olha e faz menção de beijar eu me adiantei juntei nossas bocas num beijo ardente, sentia que o muleke ainda estava nervoso como quem não acrediva no que estava acontecendo.

Falei pra ele relaxar, me abaixei e abocanhei sua pica, delícia de pica, enfiei na boca olhando pro rapaz que fazia uma cara que era misto de prazer e incredulidade.

Passei a chupar a rola dele bem de vagar, enfiava o que podia na boca, demorava passando a língua na cabeça, lambia como se fosse picolé, chupava as bolas. Senti que o cara estava mais no clima pois olhava pra mim e dava um sorrisinho além de gemer e suspirar, fui aumentando o ritmo da mamada , peguei a mão dele é coloquei em minha cabeça prá ele fuder minha boca, o muleke entendeu, começou a fazer um vai e vem com a pica dele dentro de minha boca até dar um gemido alto. Segurou firme minha cabeça e senti a rola pulsar uns seis jatos de porra grossa e quentinha me enchendo a boca, eu adorei, tomei até a última gota, limpei a pica com a língua. O carrinha se escorou na parede suspirando, trêmulo pela gozada maravilhosa.

Fui subindo minha língua passando por seu corpo, ele se contorcia de tesão, lambi sua barriga cheguei em seus mamilos que lambi, chupei, mordisquei, arranquei gemidos do meu invasor.

Já em pé abraçando ele dei um beijo e lambi seu pescoço então ele me fala ao ouvido:

- carralho!cara, você engoliu toda minha porra!

E eu:

- sim, você não gostou?

Ele:

- vai fazer de novo?

Eu: sim.

Ele deu um sorriso lindo e nossas bocas se encontram novamente, nossas línguas se roçavam num beijo molhado, então ele me diz:

- vai deixar eu comer seu cu mesmo? De verdade? Vai dar pra mim?

Eu:

- cara, meu cu é seu hoje. Que quer fazer?

Ele:

- virá aí e empina a bunda. Posso te xingar de viado?

Fiz um gesto afirmativo com a cabeça e me virei empinando a bunda.

Ele se ajoelhou abriu minha bunda e enfiou a língua no meu cu, agora era eu que gemia e suspirava sendo chupado. O rapaz parecia que ia penetrar meu toba com aquela língua voraz, me chupou por uns dez minutos, as vezes me xingando de viado do cu gostoso.

Parou e foi subindo até sua boca chegar em minha nuca, me deu um chupão no pescoço que me arrancou suspiros. Pediu pra mim camisinha.

Peguei no bolso da bermuda, ele encapou a vara eu me virei ele aproximou a pica bem no meio da minha bunda e deu uma fincada seca, soutei um grito abafado, e pedi mais.

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O cara tirou e fincou de novo dessa vez até o talo. Pediu para eu empinar o rabo prá ele meter rola melhor. Fiz, ele começou o bate estaca, aquela rola preta entrava e saía do meu cu sem piedade, o muleke urrava me xingando de viadinho, suas mãos em minha cintura me apertavam firme quando ele investia a vara pra dentro de meu cu. Eu só gemia e pedia mais rola, fincou, fincou , fincou.

Durante uns vinte minutos fui uma feliz vítima de um negro fincador. Até que segurou minha cintura e apertou a vara até onde deu dentro de meu rabo. Tirou e arrancou a camisinha, pediu pra eu abrir bem o cu, pus as mãos na bunda e abri meu cuzinho que ele arrombou, roçou a cabeça da rola na entrada e gozou na porta do meu cu. Lambuzou de porra minha bunda, senti o leite escorrendo no rego.

Meu nego sorria de felicidade, havia comido meu cu com muita maestria.

Tomamos banho, nos demoramos em baixo da água, pois ficamos beijando abraçados sentindo a água cair relaxando nossos corpos.

Depois nos vestimos, sentamos pra conversar. Ele acendeu um cigarro e me contou que viera de uma cidade do interior pra resolver uma questão em um banco como demorou mas que o previsto o dinheiro dele acabou então para esperar até sair seu pagamento teve que sair do hotel em que estava, foi aí que foi parar ali na casa velha. Seu nome era Jonas e me falou que na cidade dele sempre quis transar com rapazes, fazer o que fizemos, mas a cidade pequena não tinha muitas oportunidades.

Estendeu uma colcha no chão para dormir, perguntei se podia ficar com ele deitado até de madrugada disse que sim. Dormimos abraçados. Acordei de madrugada e fui pra casa dizendo a ele que nos falaríamos de manhã.

No outro dia arrumei em um pensionato perto de casa um quarto prá ele ficar até resolver o problema dele eu paguei alguns dias de alimentação prá ele.

Ficou mais uns vinte e cinco dias, em campo grande , dias que transamos muito. Toda noite dormia abraçado, meu cusinho foi muito feliz esses 25 dias, até que saiu seu dinheiro e ele voltou pra casa.

Fui à cidade dele matar saudade umas várias vezes.

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domingo, 10 de março de 2019

TREPANDO COM AMIGO DOS MEUS PRIMOS NO SITIO DO VOVÓ

Vamos lá, o que eu vou contar aqui aconteceu a duas semanas atrás. 



Tenho 22 anos moro em Osasco!

Tenho uns primos bem loucos que gostava muito de passar o final de semana em um sítio que meus avós compraram, nesse mesmo dia me chamaram pra ir nesse sítio que até então fui o único neto que ainda não tinha ido até lá. Meus primos levaram um dos seus amigos que pra mim era um garoto maravilhoso, branco 1,75 de altura e olhos castanhos, nesse sítio tinha vários quartos e fiquei com um dos. 

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Foi uma noite de curtição somente de primos, eu olhando aquele amigo dos meus primos, e por incrível que pareça ele tmb estava me observando de um jeito que me deixava louco, não aguentei de ver que ele estava de sunga e que mostrava todo o volume de sua pica, fui até ao banheiro e não resisti e bati uma punheta que gozei muito, quando fomos dormir o tal amigo dos meus primos teve que dormir comigo pois não havia mais quartos , e eu claro que adorei mais não demonstrei nada!

Ele se deitou e para a minha surpresa ele me disse "Desculpa, mais eu durmo de cueca " e ele me disse se tinha algum problema, e eu claro disse que não kkk. Pude ver aquela rola enorme sobre a cueca dele, em umas das noites estava muito calor que não aguentei, e tmb disse a ele que dormiria de cueca por causa do calor , ele não me disse nada ficou quieto! Quando de repente vi a sua rola endurecer de uma forma inexplicável. 



E então me deitei com a minha rola tmb dura, mais tardar o amigo dos meus primos foi ao banheiro e nisso eu estava acordado, quando vi ele abrindo a porta do quarto pra ir ao banheiro ele estava completamente nu, fiquei louco nesse momento, e não resisti e fui até sua cama para espera-lo, quando ele voltou com uma rola muito dura e enorme , ficou me olhando e então pegou minha cabeça e colocou na sua rola para chupa-lo , claro que eu adorei aquilo, e comecei a chupar tudo aquilo, claro que tudo no sigilo porque meus primos não poderiam saber disso! Chupei tanto que ele começou a gemer, depois me pediu para me virar, e foi quando eu aceitei e começou a me comer todinho, de várias posições e isso já era umas 2hrs da manhã, quando de repente ele gozou dentro de mim . Aí que loucura!

No dia seguinte queria novamente mais ele teve que ir embora, mais até hoje ele me chama para repetir aquele momento!

O amigo dos meu primos se chama Daniel aaaaaai.


Conto enviado por leitor, envie o seu tb pelo whatsapp.




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

TREPEI COM O NEGÃO CASADO QUE CONHECI NO ÔNIBUS • GRUPO DE WHATSAPP NO FINAL DO CONTO



Eu estudava em SP, mas morava numa cidade do interior, todos os dias para ir a universidade com o trânsito bom levava cerca de 2hs para chegar até o ponto final do Campos, mas geralmente o trânsito era intenso e a viagem era de 2:30hs. Nesse dia em questão eu tinha prova no primeiro horário e como acabei rápido podia ir embora ou ir para o ginásio do campos, lá eu comia uma menina que viria a ser minha noiva, mas acabei casando com outra pessoa, já tinha combinado com ela de encontrá-la lá. aonde tinha vários colchões, mas ninguém ia por lá naquela hora. Fui até a sala e lá estava ela já parti pra cima e comi ela, então chamei ela pra sair sairmos, e irmos até o Ibirapuera e foder muito, mas ela disse que tinha um compromisso, então eu resolvi ir para minha casa, pois estava querendo foder uma minazinha de la do interior.

Fui então para o final do ônibus na cidade, quando o ônibus chegou eu quase não consegui sentar pois a fila estava enorme, era uma da tarde e o trânsito estava uma merda, logo no segundo ponto depois de sairmos entrou muita gente no ônibus q já estava lotado, entre elas entrou uma senhora e um deus ébano, negro, alto, forte e bonito, com uma aliança enorme, cara de segurança machão, não curto homem, mas sou tarado por rolas duras principalmente se for negra cheias de veias e quanto maior e mais grossa melhor estará, bom naquele momento resolvi mudar de programa, em vez de foder uma segunda bucetinha eu iria tentar receber aquele homem dentro da minha bundinha e comecei meus planos, já estava tudo na mente

Dei lugar pra senhorinha sentar e fui ficar próximo ao cara, meu alvo, ônibus lotado sem chances de se mexer, me espremi até ficar ao seu lado, resolvi arriscar, se ele não curtisse iria recusar minhas investidas, e eu pararia para não apanhar, se ele curtisse, iria adiante. Então comecei, o ônibus balançou eu escoste as costas da minha mãe no seu pacote, pedi desculpas e ele riu, repeti mais umas três vezes quando percebi que ele gostava. Depois o onibus virou uma esquina, dai dei uma passada de mão na sua rola por cima da calça jeans, sua reação foi normal, então continuei com a investida e passava a mão cada vez com mais frequência, até que senti seu corpo forçar pra frente como querendo pressionar minha mão, então olhei pra ele e vi aquela velha risadinha q mostra as verdadeiras intenções, não me fiz de rogado e agarrei seu caralho e comecei a apertar, nesse momento constatei q se tratava de algo monstruoso pois já está meio duro, ele falou baixinho no meu ouvido pra mim ficar na frente dele, fui me ajeitando devagar pra não levantar suspeitas, na medida q o ônibus balançava eu ia me enfiando na sua frente até ficar totalmente coberto por ele com minha mochila tampando a lateral onde alguém poderia ver alguma coisa, ele roçava seu caralhão duro na minha bunda empurrando pra frente seu corpo, a viagem já se passava por volta de uns 45 minutos e meu fogo aumentava a cada sentida daquele caralho duro, meu cuzinho piscava de vontade de ser arrombado, meu tesão era quase incontrolável e acho q o dele também pois ele colocou a mão dentro da minha calça e começou a punhetar meu caralho duro feito pedra, estávamos passando em frente a uma construção abandonada do Estado e logo a frente tinha um ponto então ele falou no meu ouvido pra descermos no próximo ponto, acenei que sim com a cabeça pois estava só pensando com a cabeça de baixo, na realidade seria loucura descer do ônibus com um cara desconhecido em um lugar meio deserto, pois era na lateral de uma fabrica abandonada, mas como tesão quando bate em mim fico alucinado, tentamos descer mas estava muito cheio e passamos do ponto e descemos no seguinte.

Quando descemos, ele me disse pra voltarmos e fomos andando e conversando, nos conhecendo, eu não tirava o olho do volume na sua calça era enorme ele me alisava passando a mão no volume, então ele me disse se eu queria pegar no seu caralho, me assustei com a pergunta pois passava muitos carros e o trânsito meio lento, então disse q não dava pois tinha muito movimento daí chegamos no ponto onde desceríamos e ele me chamou pra trás do ponto pois era daquelas casinhas de concreto com banco pra sentar, com o coração a mil fui com ele q logo tirou algo monstruoso pra fora, que caralho, que monstro enorme e grosso, a cabeça parecia uma laranja enorme com um orifício grande, sua veias acho q era da grossura do meu pintinho, pois perto daquilo eu era minúsculo, eu peguei mas peguei com gosto naquilo, babava muito e pulsava na minha mão, não resisti e cai de boca mas não cabia quase nada na minha boca no máximo a cabeçona, então eu lambia da cabeça até o saco, ele só curtia minha boca e língua, daí ele me chamou pra ir até a construção, eu fiquei meio indeciso mas ele me tranquilizou dizendo q levava vários caras e várias minas pra lá, q era abandonada e só a noite aparecia mendigos lá, então topei pois precisava receber aquilo tudo dentro do cu se não iria pirar, ele guardou o monstro e fomos até a construção, chegando lá subimos umas escadas até o terceiro andar, entramos numa das salas q tinha umas madeiras dentro q usamos de porta e tinha um sofá velho no canto e uma mesa, devia ser dos pioes dormirem depois da chepa, então ele veio logo me agarrando e me beijando segurando minhas polpas e me levantando do chão, cara eu imaginava q seria uma foda deliciosa, ele chupava meu pescoço então tirei minha blusa e ofereci meus mamilos pra ele q logo caiu de boca me deixando louco com mais tesão, eu fui abrindo sua calça q logo caiu no chão, retirei sua cueca deixando aquele mastro de carne todo livre e agarrei com a mão e brincava com os dedos na cabeçona espalhando seu líquido e deixando ele todo brilhoso, ele se deitou no sofá e me colocou no 69 ao qual cai de boca no seu caralho, ele revezava entre meu caralho e meu cuzinho, enfiava seu dedão no meu buraquinho lascando pra penetrar seu monstro, então ele me virou e apontou o caralho bem no meu cuzinho, com ele me beijando fui descendo devagarinho e meu cuzinho foi se abrindo, abrindo, abrindo até virar uma cratera e deixar a cabeçona entrar, doeu muito como nunca tinha sentido aquela dor, então travei e subi ora aliviar, ele com muito jeito e paciência molecou meu cu com um lubrificante q ele pegou no bolso da calça, e fomos tentar mais uma vez, fui me abaixando e agora uma pouco mais rápido a cabeçona passou, doeu de novo mas menos q na primeira, mas ele não deixou eu sair pedindo calma q logo acostumaria, ele me beijava e mamava nos meus mamilos, a dor foi passando e instintivamente fui descendo, sentia meu cu ser arregaçado mas não parei e fui descendo até metade daquele mastro enorme no cu, então comecei a subir e descer caralho parecia q a cada descida era como se fosse a primeira vez, meu cu ardia e eu sentia o arrombamento, fiquei por minutos ali tentando laciar meu cu e nada, ele me levantou e me pôs de frango assado, daí pensei agora tô fodido literalmente, e foi com muito carinho introduzindo aquilo no meu cu, eu sentia como antes meu cu se abrir no máximo e sentia cada pedacinho entrar, até q não deu mais pra entrar e ele começou a me castigar pois começou o vai e vem sem eu poder administrar, comecei a deixar de sentir dor e sentir tesão, agora minha foda iria começar, então comecei a gemer não de dor mas de tesão ele percebeu e acelerou a estocadas até eu sentir seu saco bater na minha bunda, o filha da puta colocou tudo no meu cu sem eu perceber, mas estava muito mas muito bom, trepamos muito naquela posição, ele se levantou me colocou no chão e penetrou em pé atrás de mim me encurvando e ficando todo empinado pra ele, ele subia e descia acabando com meu cuzinho q naquela altura já estava dormente e arrombado, talvez até uma rola de cavalo entraria fácil ali estará, então ele num movimento só se levantou me puxando e me esperando no seu monstro duro, ele era bem forte pois fazia aquilo com muita facilidade, eu me deliciava sendo dominado por aquele negro mágico com um caralho monstruoso, fudendo de ladinho, eu sentado em cima dele, eu em pé na parede, fui arrombado em todas as posições possíveis q aquele ambiente nos permitia, até q ele me deitou no sofá e ficou ajoelhado do meu lado punhetando seu caralho todo melado do meu cu, pediu pra mim abrir a boca, maldita hora q eu deixo o tesão dominar, recebi uma cachoeira de porra na boca, na cara, no peito, no pescoço, era muita porra.

Depois daquela gozada gostosa, nós recompomos e fomos até o ponto pegar o ônibus, eu estava exausto com o cu que parecia q estava com aquele caralho dentro ainda sentia ele arrombado, sentia até um ventinho lá dentro, cheguei em casa e fui tomar banho, cabia 4 dedos fácil no meu cu, no dia seguinte fui dar pra um amigo q me comia sempre e não senti sua piroquinha de tão arrombado q fiquei, foram uma semana com o cu sensível, mas eu faria tudo de novo se encontrasse meu deus ébano de novo mas nunca mais o vi, e tentei pegar o ônibus não mesmo horário e em vários outros mas sem sucesso, ficou só na lembrança igual o rapaz q tirou a virgindade do meu cuzinho me abrindo esse horizonte de possibilidades sexual, pois foi depois daquele dia q virei bisexual passivo.

Conto enviado por leitor!
PS: Foto Ilustrativa

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

MEU TIO ME FEZ PUTINHA PARA CHUPAR SUA ROLA | CONTO REAL DE HOMEM CASADO



CONTO REAL ENVIADO POR LEITOR

Oi, Vamos lá, eu me chamo %$*&

Quando tinha 12 anos de idade não passava pela minha cabeça o sexo. Eu tinha um primo que hoje ele é falecido e teve um dia ele falou para minha mãe se ela deixa eu ir a tarde na casa dele.

Então fomos só que a noite nós voltaríamos .

Quando eu cheguei lá não tinha ninguém na tudo mundo estava trabalhando só ele que estava desempregado na época ele tinha na época 35 anos.

Ai ele me chamou pra entrar almoçamos, até aí tudo bem. De repente ele começou a trancar as portas e as janelas. Depois veio pra cima de e tirou aquele pau grande e grosso e pediu pra que eu bater uma para ele eu comecei a chorar fiquei com muito medo eu nunca tinha visto. Mesmo chorando eu bato uma pra ele até ele gozar na minha mão.

Depois disso outro dia ele falou novamente pra minha mãe eu ir lá minha mãe nem percebia nada eu fui novamente e aí eu fui acostumando.

Até um dia ele quis me levar pra dormir na cama dele eu fui no sábado para domingo aí eu já tinha 14 anos na época.

Eu fazia de tudo pra ele menos penetração por meu cuzinho era muito apertado mas muito mesmo um dia desse ele tentou mas não deu certo meu cuzinho era muito e continua apertadinho .

Afinal eu hoje sou casado e me descobri que eu sou bissexual, mas ninguém sabe disso hoje ele é falecido e eu nunca tive a oportunidade de perde meu cabaço com ninguém .

Então, eu hoje com 36 anos quero muito perde minha virgindade no cuzinho. Gostaria sair com homem a cima de 45 anos de preferência negro do pau grande e bem duro. Quero doar minha virgindade pra ele.

Quem quiser me foder bem gostoso e chama no meu zap (12) 9.8154-7796. É só me chamar primeiro vamos nos conhecer bem pra depois a pessoa poder tira meu cabaço.
Mas tem um porém sou casado tenho que ser no sigilo. Afeminados, solteiros e novinhos por favor não insistam.

Eu sou muito sincero e verdadeiro o homem que quiser tirar meu cabaço ele tem que pagar o motel e me busca de carro eu não quero dinheiro de ninguém tudo o que eu mais quero a noite que nunca tive de perde minha virgindade no cuzinho sou branquinho do bumbum redondinho lindo vou fazer de tudo na cama pra . então homens coroas e negro entre contato comigo.

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O grupo tem como nome AULA DE HISTÓRIA para não chamar atenção. Quem quiser contar sua história no Blog pode enviar para o Administrador. 




sábado, 12 de janeiro de 2019

O NEGÃO DA PETROBRAS COMEU MEU CU, ERA MEU TIO SAFADO



Olá! É um conto rápido, mes é veridico e até hoje é intenso.

Um belo dia fui a casa de minha tia, chegando lá o portão estava aberto, a porta estava encostada, escutei um barrulho vindo do quarto, fiquei quietinho escutando tava algo gostoso, de repente sai o marido da minha tia pelado, ele se assustou e perguntou se a porta estava aberta, eu disse que sim e fiquei olhando só pra rola dele, depois sai minha tia vestida e vai pro banheiro. Meu tio é um negrão grandão, trabalha na Petrobrás naqueles trabalhos pesados, um homem de ficar babando. Depois meu tio coloca um short e fala comigo:

_Vem tomar café, sua tia vai trabalhar e aí a gente conversa.

Passou um tempo ela foi trabalhar e ele disse:

_ Você viu o que eu falei?
_ Nada tinha acabado de chegar - Respondi
_ Gostou do que viu?
_ Sim!
_ Quer ver de novo?

Não me deixou nem responder, colocou pra fora e disse:

_ Olha pode tocar, não morde!

Aí segurei e ele mandou mexe, tava muito gostoso ver aquele negão lindo e safado me mandando bulinar sua rola enorme. Ele me mandou colocar a boca e mamar, eu não perdi tempo e mandei ver. Tava muito gostoso, mas ele mandou eu tirar meu short e me disse:

_ Vou fazer com seu cu, a mesma coisa que fiz com sua tia!

Daí começou nossa historia de sexo e amor. Já fazem cinco anos que sua sua segunda mulher!

DO BLOG:
Esse Blog é destinado a homens BISSEXUAIS, que curtem homens rústico que curtem homem e mulher. Quer enviar sua história? contosdebanana@gmail.com ou pelo grupo do Whatsapp que está na lateral do Blog.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

O NEGÃO COMEU O CU DA MINHAS ESPOSA NA MINHA FRENTE



Minha esposa Giovana e eu somos casados há 08 anos sempre tivemos a mesma fantasia de vê-la transar com outro cara que fosse negro e dotado. Ela é loira 1,75m de altura, estilo cavalona, adora dar o cu. Um belo dia encontrei na internet um cara que se encaixava no que procurávamos marcamos um encontro. Ela vestida com um vestido preto coladinho sem sutiã e uma calcinha vermelha minuscula, nos encontramos em um barzinho bem afastado de onde morávamos conversamos muito bebemos algumas cervejas, ela preferiu caipirinha. O nome dele era Victor, ele me acompanhou na cerveja, dali partimos para um motel, eu dirigindo e ela ao meu lado, Victor no banco de trás, já no carro comecei a dar uns amassos nela e coloquei as tetas dela pra fora, ele já está a com pau pra fora falei para ela pegar ele, ela assim fez começou a massagear o pau dele que era bem grande tinha 21cm, maior até do que esperávamos encontrar, bem grosso. Chegamos ao motel ele tirou o vestido dela mamou as tetas dela colocou-a de 4 na cama, arredou a calcinha dela e começou a lamber o cu de minha esposa e dar tapas na sua bunda, eu só assistindo ele dava tapas fortes que ficavam a marca devido ela ser branca. Ele começou a meter um dedo no cu dela e ela batendo uma siririca de repente ele já está a metendo dois dedos no cuzinho dela e ela gemendo dizendo:

Olha corninho, olha ele alarga do meu cu!

Ele puxou a pelos cabelos e colocou pra mamar seu pau ela mamava com vontade batia com ele na cara ele deitou na cama ela sentou com a buceta no pau dele até engolir todo fiquei louco já estava tocando uma punheta quando ela me chamou pra eu chupar o cu dela enquanto o negão fodia a buceta dela obedeci chupei, ela chupou meu pau aí ela falou que queria ele comendo o cuzinho dela o cara não pensou duas vezes socou aquela rola nela que gritava mandando ele socar com força ele gostou na cara dela por final e fomos embora em casa comi ela que estava bem larga.

Os negros casados que quiserem participar da brincadeira entrem em contato com o Blog!

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