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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

DANDO O CU PARA O AMIGO DO MEU PAI



Era apenas um menino que estava perto de completar 9 anos, e como todo moleque na época gostava de ficar na rua brincando de varias brincadeiras, como jogar bola, de esconder e por aí vai, mas com alguns meninos mais velhos a brincadeira era mais diferente, tinha até um código secreto pra isto, nem todos sabiam. Íamos sempre em lugares secretos e tínhamos que fazer desafios e quem perdesse tinha que fazer alguma coisa tipo pegar no pau ou chupar esfregar o pau na bunda todos participavam inclusive eu, não detalhar os desafios senão ficará muito extenso, mas acho que eles burlavam e me faziam perder sempre, éramos um grupo de cinco eu era o mais novo o mais velho tinha 16 ,Danilo era o nome dele e o que mais me sarrava, mas não passava disso. Ate o dia que fui na casa dele , porque estava sem o que fazer e por sorte ou azar ele estava sozinho, me chamou pra dentro ligou a tv e ficamos ali , em todo instante ele ficava mexendo no pau e pedindo pra mim chupar ele não pensei duas vezes, o pau dele não era muito grande logo fiquei de quatro e ele começou introduzir devagar. Doeu bastante mas aguentei , um dia ele foi na minha casa e quando estava mamando ele no fundo de casa ,pois eu estava sozinho meus pais não estavam, acho que o Danilo esqueceu de trancar o portão e entra um amigo do meu pai procurando por ele mas na hora ele entrou quieto e ficou observando a cena, logo o Danilo foi embora porque só tinha mamado ele mesmo, eis que surge o amigo do meu pai escondido sabe se lá onde, me assustei, perguntou do meu pai eu disse que não estava. Logo ele já falou que tinha visto toda a cena e queria brincar tbm, eu vi o volume por baixo da bermuda me fez pegar ele era bem mais velho tinha uns 28 anos eu ainda 9 o pau era maior tbm chupei aquele pau que mal cabia na boca.

Depois de algum tempo, ele mentiu pro meu pai dizendo que queria me levar num rancho com a família dele, a parte do rancho foi verdade, só que a família dele não, fomos só nós dois. Me levou num sitio bem afastado da cidade, estava de férias da escola então fiquei 4 dias lá com ele, tempo necessário pra ele arrombar meu cuzinho, na primeira noite eu chupei bastante ele me fez ficar de quatro com a bunda bem arrebitada passou um gel gelado mas antes começou lamber meu cuzinho me arrepiei todo nunca tinha sentido aquilo e enfiava o dedo bem devagar fazendo movimentos circulares pra alargar meu anelzinho depois dois dedos e por ultimo o pau entrado bem lentamente pensa numa dor... pedi para parar gritava ,mas no meio do nada quem iria escutar. Entrou metade senti seu pau pulsar e ele gozou dentro do meu cuzinho e quando tirou senti a porra escorrer pela minha perna. Fomos tomar banho e voltamos depois de duas horas começamos de novo meu cuzinho já esta laceado e iria lacear mais por que ele enfiou tudo desta vez senti as bolas bater na bunda ,ele me pega no colo com o pau enfincado, e de pé me fazia cavalgar no pau dele ,a dor era mais intensa mas não tinha pra onde fugir ele era forte e eu não era muito magro nem gordo, mas tinha uma bundinha ajeitada, ele me pôs no sofá de novo ainda com o pau dentro e tirou pra fora ,nisso eu passei o dedo no cuzinho que estava bem largo parecia uma cratera ardia bastante fiquei nesta posição, depois me virei ele me fez chupar , estava perto de gozar e disse agora vc vai engolir tudinho e como uma putinha obedeci escorreu um pouco pelo canto da boca, dei pra ele mais vezes nem quis o Danilo mais de vez em quando a gente brincava. Esta história é real embora não pareça, não sou mais novinho mais até hoje me excito com isto.

terça-feira, 3 de abril de 2018

TRANSANDO COM PAI E FILHO | NO PASSADO FUI USADO POR AQUELA FAMÍLIA - PARTE 01



O conto abaixo é baseado em fatos reais, inspirado na vida de um amigo nome Eduardo, apesar de uma obra ser aprimorada para leitura, todos os fatos narrados foram inspirados pelo escritor a partir de relatos da pessoa que viveu a história.

Sou o Sr. Banana e esse é mais um conto dos @contosdebanana – Siga nosso Instagram e Wattpad

Olá! Meu nome é Eduardo, tudo começou quando eu tinha mais ou menos uns 15 anos de idade, todo homem tem a época das punhetas e das primeiras transar, eu tive as minhas e como foi bom, batia muitas, mas apesar de me achar heterossexual, minhas primeiras transar foram com um vizinho, o André, um carinha bonitinho que morava perto da minha casa, morávamos numa cidadezinha do interior, tivemos uma infância muito legal, corríamos na praça, brincávamos com os meninos e as meninas, foi quando dei meus primeiros beijinhos na boca, já era um “pegadozinho” e o melhor, jogávamos muita bola em campinhos de futebol pela cidade e jogávamos bem, nada de campinhos de grama, apenas terra batida, mas era uma época boa, pouca violência, íamos para todo lugar naquela cidade e tínhamos muitos amigos, mas o André era meu parceiro, quase um irmão, desde aquela época já curtíamos umas punhetas juntos e não posso negar que tive sacanagens com meus amiguinhos, entre eles o André, ele era o mais safado ou o mais “seco”, o que mais me comia. Ele era moreninho, todo grossinho, bonito, acho que o mais bonito da turma e eu gostava de dá pra ele.

Um determinado dia nós estávamos em sua casa, sempre ficávamos as tardes sozinhos por lá, seus pais trabalhavam, seu irmão mais velho já fazia universidade numa cidade próxima nesse mesmo horário e ele sempre acabava ficando sozinho vendo TV ou no vídeo game, acho que sentíamos calores da juventude e quando os desejos começaram a mexer com a ele, sempre me convidava para satisfazê-lo. Não encarava aquilo como um namoro, éramos muito jovens pra pensar nisso, mas a gente transava praticamente todos os dias à tarde.

Um dia, por volta das 15 horas da tarde, aconteceu mais uma vez:

- Vamos transar? – Cinicamente falei 
- Vamos! 

A gente já estava tão acostumado que era trivial, tirávamos a roupa, sem beijos ou carícias, tinhamos um corpo ainda em formação, poucos pelos no cacete, ele tinha uns 16cm e eu uns 18cm, magrinhos, bundinhas bem durinhas, braços sem pelos, nos abraçávamos para sentir nossos cacetes se pegando, era muito gostoso, mesmo sem beijos, fizemos um 69 maravilhoso, ele me chupava e eu retribuía, engolia seu cacete todinho enquanto ele procurava minha bunda, passava sua língua bem forte e bem fundo, estava quase gozando ali na sua cara quando o André me falou:

- Me dá esse cu, vai?

Eu claro, fiquei de quatro naquele sofá da sala, na TV a mais pura inocência dos desenhos animados e eu ali, sendo me descobrindo a fêmea do meu então machinho. Era gostoso, sentir seu cacete completamente duro e dentro de mim, enquanto ele mordia minha orelha, era uma cena muito gostosa. Tínhamos poucos pelos no corpo e nem sabíamos muitas posições para transar. Acha que queríamos apenas gozar mesmo, era nossa transa da tarde, quando de repente, eu sentindo ele dentro de mim e sem que ambos esperássemos, passa o pai do André para o quarto, parecia não ter visto nada, mas ficamos arrepiados, sem palavras, sem nada do que dizer peguei mais roupas, nos vestimos o mais depressa possível, e acho que vermelhos de vergonha voltamos a ver TV. Ficamos nos perguntando baixinho:

- Será que ele viu? – Completamente nervoso André me falava com a voz suave quase em silêncio.
- Porra, não sei o que fazer - Disse
- Será que ele vai me bater. 

Nós estávamos nervosos, Seu Antônio era um cara fechado, usa uma barba que só por ela já me dava medo, estava esperando que ele saísse do quarto com um sinta na mão, me expulsasse de sua casa para nunca mais voltar e desse um pisa enorme no André. Foram os cinco ou dez minutos mais demorados da minha vida, e como ele não saiu do quarto, resolvemos ir para o quintal brincar, de lá resolvi ir embora.

Passei muitos dias sem retornar a casa do André, paramos de nos ver, mas ele me disse um dia na nossa “peladinha” do fim de semana que se seu Antônio viu alguma coisa, nunca comentou, nem se quer ficou diferente com o André, como não tínhamos certeza e naquela época tínhamos muito respeito por nossos pais, preferi não mais ir lá.

A vida seguiu, o tempo passou, me tornei um homem, sem contato com o André, já fazia quase 10 anos que não o via. Fui fazer universidade em outra cidade, consegui trabalho, namorada, me formei e já tinha uma promissora carreira trabalhando em banco. Não queria mais voltar a minha pequena cidade para morar, mas tinha saudade de todos, queria rever meus amigos de infância e minha família, movido a esse sentimento, um dia resolvi ir lá, passar o fim de semana e rever todos. 

Uma sexta-feira fiz minha mala e peguei a estrada, era hora de matar a saudade, nessa época já estava com uns 25 anos e foi um sentimento muito gostoso rever o lugar que eu cresci, encontrar os amigos, os vizinhos fofoqueiros, os amigos da escola que já eram papais e mamães e seus filhos e para melhorar encontrei o Rogeiro, um dos caras que jogavam bola comigo e também já tinha me comido, mas agora era um cara casado e pai de família, me avisando e convidando para no domingo ir ao “racha do futebol”, que depois iria ter um churrasco do mês, fiquei muito feliz, iria poder reencontrar muita gente no mesmo local.

Fui pra casa da minha mãe, ela não morava mais na mesma rua de antes, mas tiramos o restante do tempo revendo e bebendo com parentes, até que avisei a ela que no dia seguinte iria para um churrasco após o almoço. No domingo tivemos o almoço de família mesmo assim, mas por volta das 13h me mandei para o antigo campinho para a festa com os amigos. Chegando lá encontrei muitas pessoas, vários amigos, vários que transaram comigo, estavam mais gostosos, uns mais barbudos e outros com mais barriga, o que me dava ainda mais tesão, mas não estava ali pra isso, mas para revê-los. Eis que sentado na mesa vejo o André, meio envergonhado, dado nossa despedida e depois de muitos anos sem nos falarmos me aproximo dele, lhe estendo a mão e lhe dou peço um abraço, e como foi bom aquele abraço, estava com muita saudade do meu amigo, sentei ali do lado dele, eu falava com todos, mas queria saber dá sua vida, como ia, ele também queria saber da minha. Ele me disse que já era pai, mas estava separado da sua esposa, que estava morando com seu pai, que também tinha se separado da sua mãe, não toquei no assunto sexo, mas ele fez questão de dizer que tava comendo as mulher casadas da cidade. Foi bom, fantasmas agora estavam no passado, éramos dois homens agora, só dois amigos, fui muita conversa boa, muitos sorrisos e gargalhadas, mas por volta das 18h, a bebida acabou, o churrasco também e a turma começou a ir embora, foi quando avisei que também iria comecei a me despedir da turma e o André me pediu carona, me pediu pra deixa-lo em casa e eu como amigo disse que sim. Terminamos de nos despedir de todos e fomos pra sua casa. Eu tinha um velho Uno Mille, meu primeiro carro, quando o André entrou, sentou do meu lado comecei a pensar e falei:

- Poxa, se fosse em outros tempos diria que minha putinha está comigo no meu carro!
- Vá se ferrar, seu porra. Eu gosto é de buceta. – Disse André meio bêbado.
- To brincando, fera, relaxa... – Percebi que os tempos eram outros e completei – Tá morando no mesmo lugar ainda?
- Sim, com meu pai!

No caminho, ele confirmou que pai e sua mãe se separaram, ela já estava vivendo com outro cara e seu pai tinha casado com uma enfermeira, seu irmão também tinha casado e já tinha filhos e ele para mais uma vez dar uma de machão, fez questão de me dizer que estava comendo até a mulher do delegado da cidade.

A conversa fluiu até chegar em sua casa, parecia que nada tinha mudado e eu voltava no tempo, senti como se aquele momento fosse o complemento da história que a gente nunca viveu.

- Ei, você vai entrar né? Falar com Seu Antônio? Ele sempre lhe quis muito bem. – Disse o André
- Poxa, minha mãe queria me levar na casa da minha tia, deixa pra uma próxima. – Tentei fugir.

André meio zoado da cerveja, deu a volta antes que eu saísse no carro, abriu minha porta e foi me levando.

-Você fala com ele e vai embora, minha madrasta tá no trabalho, ele tá sozinho.

Não teve jeito, tive que entrar de volta aquela casa onde lembrava agora, vivi muitos momentos bons ao lado do André.

Quando entramos na casa, seu Antônio estava sentando vendo TV e falou bravo:

- Chegou o cachorro, cheio de cana no rabo!

Fiquei com vergonha, não sabia o que dizer quando André o interrompeu:

-Pai, a gente tem visita, tá vendo?
-To sim, aquela bichinha que você comia aqui toda tarde!

Ficamos sem palavras, eu e o André olhamos um para o outro completamente envergonhado. Soubemos então que ele viu tudo. Seu Antonio tinha uns 45 anos, era um homem forte, parrudo, mestre de obras e apesar de mais velho, era bem maior e mais forte que nós, além de tudo era pai do André. Ainda quis ir embora quando ele falou:

-Senta ai viadinho. Você é de casa, vai embora não, toma um café...

Foi ai que percebemos que ele estava um pouco bêbado, acho que estava bebendo sozinho. Quando ele disse:

- Você chegou numa hora boa. Queria comer a Fatima, minha esposa, mas ela teve que ir trabalhar.

Não dei muita importância e fui para a cozinha com o André tomar um café pra ir embora, foi quando o Seu Antonio entrou com dinheiro na cozinha e disse:

-Vai ao menos comprar um bolo para sua visita na padaria que aqui não tem nada pra comer – Disse ao André.

André viu que realmente não tinha e pediu pra eu esperar, ainda quis dizer que não precisava que eu iria visitar parentes, mas não deu, ele saiu correndo e eu acabei ficando sozinho com seu Antonio. Quando estávamos sozinho, seu Antonio me chamou para a sala da TV, me sentei do lado dele, ele estava cheiroso, parecia que tinha acabado de tomar banho, mas tinha cheio de bebida também, estava só de bermuda sem camisa, deixando aquele peito forte e cabeludo completamente exposto, não vou mentir, era um homem muito gostoso, muito macho e delicioso, foi ai que percebi que meus desejos de adolescência tinham retornado de vez, foi quando ele disse:

-  Eduardo, eu vi várias vezes o André te comendo aqui e você comendo ele. Eu entrei várias vezes e ficava envergonhado, separei da mãe dele porque ela tinha vergonha de ter um filho viado e ela me deixou naquele dia, quando teve a certeza que vocês eram namorados e eu não iria colocar o André para fora de casa. – Eu queria sumir e ele completou – Ainda bem que você foi embora da cidade, porque se tivesse ficado, quem iria lhe comer era eu.

Fiquei surpreso e com muita vergonha quando ele completou:

-Voltou pra rever os amigos, imagina se sua mãe soubesse hoje que você é viado? To com vontade de ir lá com você agora.

Pedi por tudo que ele não fizesse uma loucura daquelas porque era coisa do passado, nem eu nem o André curtíamos mais aquilo. O tempo passou.

-Mas eu vou, você acabou meu casamento, agora eu acabo com sua vida ou quer fazer outra coisa? Faça o que eu mandar que a gente acaba aqui.
- O que você quer? - Falei

Então ele levantou-se do sofá e como sua bermuda era um pouco larga ele baixou até o joelho e disse:

- Chupa viado!
- Não, seu Antonio, eu não curto mais isso! – Queria chupar, mas não queria mais aquela história na minha vida
- Chupa, viado, ou eu vou contar pra sua família o que acontecia aqui em casa.

Não tinha o que fazer, não podia mentir pra mim que eu também queria, foi quando ele falou:

- Mete a boca, porque agora você vai sentir na língua o melhor pau da família. 

Era uma rola muito grossa, grande, devia ter uns dezoito centímetros, quando fui colocando em minha boca, mau cabia a cabeça, lembro-me como se fosse hoje, ele pegando minha cabeça e forçando contra seu pau que tomava conta de toda minha boca, eu ainda estava vestido e aquele homem completamente pelado me fazia lembrar os bons momentos da minha infância no mesmo local. Ele enfiava ou tentava enfiar tudo garganta abaixo, tinha vezes que eu até tinha ânsia de vômito, mas estava delicioso. 

Passaram-se uns 10 minutos deliciosos e nada do André, fui quando seu Antonio tirou a bermuda de vez e me mandou ficar pelado, sentou do sofá com as pernas abertas e me mandou:

Vem, sentar aqui, vem de cu direto pra mim rola!

Ele ainda pincelou meu cusinho quando estava de costas pra ele, passou seu dedão áspero com saliva e me ordenou:

-Senta viado!

Ele mirou e fui sentando naquela pica, enterrando meu cu naquela vara de macho de verdade. Doía muito e eu via estrelas, mas estava acabando com a saudade da minha terra e se sentir uma vara gostosa no meu cu. Aquele homem segurava no meu quadril e me ajudava a subir de descer naquela vara deliciosa, como era gostoso, era sensacional, queria gozar, mas queria mais ainda daquele macho. Passaram-se mais um minutos e eu estrava que o André ainda não tinha chegado de volta da padaria que seu Antônio se levantou e mandou eu ficar de quatro com as mãos apoiadas no sofá da sala, foi ai que vi que na TV não passava desenho animados, mas coisas de adulto, e a história mudou, não era mais sexo de criança, era coisa de macho. Fiz então o que ele mandou fiquei de quatro e ele veio com a língua atrás da minha bunda:

-Olha eu não vou enfiar meu pau agora em você, porque esse cu delicioso merece uma boa chupada – E meteu a língua.

Não aguentei e gozei, gozei muito e fartamente sentindo aquela barba roçar no meu reto, que coisa louca e voraz.

-Pena que você gozou, porque eu ainda vou comer muito – Disse seu Antonio

Ele parou de chupar meu rabo e bateu uma aqui punheta acariciando meu corpo, passava aquela mão de macho por todos os lugares, acariciava meu cuzinho, minha bunda, meus mamilos até que resolveu me penetrar com seu dedo grosso. Ele enterrava o dedo todo no meu cu, mordia minha nuca e dava tapas na minha bunda ao mesmo tempo que me chamava de viado. Aquela situação de humilhação me excitava e me deixava ainda mais louco, até o ponto de para não enlouquecer de vez, dado que meu cacete já estava duro novamente eu pedi:

-Mete meu macho, mete essa porra toda logo no meu cú!
- Eu estava esperando esse pedido, agora vou te arrombar todo, viado!

Seu Antonio então, me segurou, apontou aquele pica na portinha do meu cu e meteu de vez. Só que ele metia com violência, metia muito fortes e mordia minha cabeça com aquele cheiro de álcool.

-Agora eu vou fazer o que meu filho não fez, vou te deixar arrombado.

Ele realmente sabia como comer um cu, me tratava como puta e melhor ainda, demorou a gozar, mas quando gozou, inundou meu cu de porra, ele grunhia, falava alto me chamando até de cadela enquanto eu recebia muito liquido no meu cu e começava a sentir escorrendo nas minhas pernas.

Ficamos ali parados, ele então, tirou o cacete pra fora, vestiu a bermuda e enquanto eu me vestia ele falou:

- Pode vir André, já terminamos!

Foi ai que para minha surpresa o André entrou, olhou serio e me pediu desculpas. Fiquei chateado olhando pra ele e quando terminei fui saindo daquela casa. O André ainda me acompanhou só pra dizer:

- Ele sempre soube de todo, quando tinha uns 8 anos ele começou a me abusa, passava a língua em mim, me chupava e eu chupava ele, ele sempre soube que nos transavamos e quando você já estava quase no ponto pra transar com ele, você foi embora e ele sempre teve esse desejo. 

Fiquei pasmo a assustado com o que estava ouvindo enquanto ia pro meu carro.

Ontem eu avisei a ele que você estava aqui e ele me ordenou a trazer você aqui, até colocou minha madrasta pra viajar. Perdoe-me!

Foi embora e naquela noite mesmo fui embora dali todo assado, já voltei a cidade outras vezes, até já vi o André e o Seu Antonio pelas ruas, mas nunca mais me dirigi a palavra a eles. Hoje sou um cara casado e apesar de ainda sentir desejo por homens, sou feliz com minha esposa.

Esse conto foi baseado numa história real. Escrito por Senhor Banana
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sábado, 26 de dezembro de 2015

FLAGREI MEU PAI UM FAMOSO ADVOGADO DANDO O CU PARA O VIGIA NEGÃO




Era uma noite de domingo, já passava das 22 horas quando minha mãe foi dormir e disse que eu ficasse esperando meu pai que havia descido para fazer pagamento do vigia. Eu estava vendo um filme na TV, quando terminou, já era perto de meia noite e eu estava com sono. Resolvi descer e chamar meu pai. 

Procurei por ele lá na portaria, mas não havia ninguém. Subi até o salão de festas e vi que havia uma luz acesa na cozinha. De longe já dava pra ouvir gemidos que vinham de lá. Olhei através da porta entreaberta e a cena que vi deixou-me profundamente chocado. Ronaldo, o vigia do prédio. um negro, 29 anos, 1.90, forte, parrudo e musculoso estava enrabando meu pai, que estava deitado numa mesa, arreganhado franguinho, gritava pedindo: 

_Bomba essa rola gostosa no meu cusinho, fode meu cú com tua pica, Ronaldo, vai, fode.

O negão em pé, dava fortes estocadas, enfiando a rola até o escroto roçar o saco de papai.

Eles deviam estar trepando desde aquela hora, pois logo começaram a engatilhar o momento de gozar. Papai gritava sem nenhum pudor e contorcia-se como um animal selvagem, falando frases da maior putaria de viados dando o cú. 

Ronaldo fodia com gosto e vontade, olhando todo o tempo pra o seu pau que entrava e sai do cu do meu pai. Segurando as duas pernas de papai com suas mãos abertas como um crucificado, o vigia negão acelerou os movimentos e cada vez mais rápido estocava a pica com toda força no cú de papai...

O coroa gemia de prazer... Começaram a gozar os dois ao mesmo tempo. Ronaldo gritava: 

_Vou gozar doutor, gozar gostoso no seu rabo, goza na minha rola, goza, vai, vai, vai agoraaaaa doutor, vaiiii doutor. 

Papai respondia:

_Tô gozando nessa rola dura e grossa, nessa pica tesuda que tem esse meu macho gostoso. 

Os gemidos foram diminuindo e eles se desengataram. Foi nessa hora que Ronaldo me viu. Sai correndo silenciosamente e subi pra o apartamento. Quando papai voltou, parecia que nada acontecera. Deduzi que Ronaldo não lhe dissera que me vira.

No dia seguinte quando voltei do colégio, Ronaldo estava me esperando. Sem rodeios ele disse que caso eu falasse para alguém o que vira na noite anterior, ele levaria pra o meu colégio as fotos dele fodendo meu pai. Jogou no meu colo um calhamaço de fotos onde comia o coroa em todas as posições e boquetes de um no outro. Eu tinha 12 anos e meus olhos encheram de lágrimas de vergonha. Nunca falei disso pra ninguém. Meu pai morreu 2 anos atrás e sua excelente reputação de jurista, digno representante da moral e dos bons costumes permaneceu inabalada e preservada. Se eu tenho medo que Ronaldo me ameasse com aquelas fotos? Não, não tenho. Hoje tenho 28 anos, também sou jurista e fodo com o Ronaldo desde que papai morreu.

Conto adaptado de "ContoErotico.Net"
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sexta-feira, 26 de abril de 2013

DEI O CU PRO MEU VIZINHO | CONTO ERÓTICO #20

Quero deixar bem claro que essa história realmente aconteceu.

Bom quanto eu ainda era um moleque, eu tinha mais de dez anos, porém ainda não havia pelos pelo meu corpo.

Veja mais em nosso Instagram: @contosdebanana

Nesta época eu tinha um amigo chamado Andre, nós tínhamos uma brincadeira que consistia em dizer uma para o outro vamos dar cu e então nós íamos até um determinado local perto daqui de casa. Para ser mais claro, era um terreno baldio que tinha um buraco, lá os moradores de perto tiravam terra para a construções de suas casas, neste buraco nós tirávamos as roupas, ainda nem tínhamos pelos nos paus, mas ele me comia e eu comia ele, é claro tudo sem a malícia de um adulto.

Um determinado dia nós estávamos em sua casa sozinhos, pois seu irmão mais velho estudava na parte da tarde e sua mãe e seu pai trabalhavam, neste período ele ficava só até seu pai chegar, por volta das cinco da tarde.

Um certo dia, por volta das 3 horas da tarde, quando ele disse: Vamos dar cú? e eu disse: Vamos! Seguimos para casa tiramos nossas roupas e começamos a "transar"... Bom estávamos lá, quando menos esperávamos seu pai (Julio), entrou na sala mais fingindo não ter visto passou rapidamente para o quarto. É claro que com o susto pegamos nossas roupas e corremos para o quintal, nos vestimos lá mesmo, quando estavamos convictos que o seu pai não tinha visto nada pelo fato dele não ter dito nada no momento em que nos surpreendeu... Quando entramos de volta em casa, ele nos chamou e disse para o Andre: "Andre vai até a padaria comprar pão para podermos lanchar". Ele deu o dinheiro a Andre e quando estavamos saindo para ir a padaria, ele disse para o Andre ir sozinho, pois eu não tinha autorização da minha mãe para ir também, e disse para que eu esperasse o Andre ali com ele. Bom a padaria mais perto era um pouco longe (uns 15m a pé), até tinha uma mais perto, mas eles não gostavam do pão de lá.

Bom, quando ficamos sozinho ele mandou eu entrar para ver televisão enquanto o Andre não chegava, eu entrei e sentei no sofá e ele sentou do meu lado, ele já havido tomado banho e tirado sua roupa de serviço. Me lembro que ele estava com uma camiseta branca e com um short verde, fiquei alí do lado dele sem menos imaginar o que estava para acontecer. Quando derrepente ele disse:

_Sergio, eu vi o que você e o Andre estava fazendo antes deu chegar"

Bom eu morri de medo na hora, ele completou:

_O que sua mãe faria se eu falasse o que eu vi para ela"?

Então eu pedi para que ele não falasse nada pois eu iria tomar uma baita surra. Então ele disse:

_Tudo bem, mas então você vai ter que fazer exatamente o que eu te manda ok"? Eu disse sim, então ele levantou-se do sofá e como seu short era um pouco largo ele retirou o seu pau por onde passa a perna e disse:

_Mete a boca, porque eu vou te ensinar direitinho e depois você ensina para o Andre, tá?

Me lembro que a rola dele devia ter uns dezoito centímetros e também que era bem grossa, quase não cabia na minha boca, como se fosse hoje, lembro ele pegando minha cabeça e forçando contra seu pau, tentando enfiar tudo, tinha vezes que eu até tinha ânsia de vômito. Então ele retirou sua camiseta e seu short, mandou eu retirar minhas roupas também,se sentou do sofá com as pernas aberta e eu ajoelhado entre elas fiquei ali mamando ele algúns minutos ( ele gemia muito).Depois ele se levantou e mandou eu ficar de quatro no chão,fíz o que ele mandou fiquei de quatro e ele ficou de joelho atáz de mim entre minhas pernas e disse " olha eu não vou enfiar meu pau em você porque você não vai aguentar mais deixa eu bater uma aqui enquanto acaricio esse cuzinho lindo e quente.Ele realmente não enfiou seu caralho no meu cú pois realmente eu não aguentaria, mais ficou ali alizado e passando sua lingua,tinha horas que penetrava o seu dedo médio outras horas passava sua lingua e também ficou esfregando a cabeça do seu cassete na portinha do meu cuzinho até gozar,enfim ele gozou e deixou todo meu cuzinho melado foi algo meio estranho para mim pois jamais tinha visto uma rola tão grande e peluda,era uma rola groça com bastante veias e com bastante pentelhos tinha uma cabeça meio rosada e um saco mais escurecido.Julio tinha uns trinta e cinco anos,eu acho né e eu unsss bom....Tinha mais de déz anos mais menos de quinze.

Olhando de hoje foi tudo muito ótimo,mais ná época foi uma barra.Mais voltando para minha história!!!Bom logo que ele gozou no meu cuzinho se levantou foi até o banheiro pegou papel higiênico e mandou eu me limpar e se vestir,em seguida Andre chegou mais por ordem dele nunca disse isso para ninhém além de vocês e meu atual namorado.Bom depois do ocorrido ele até tentou outras vezes mais as oportunidades não lhe deram chance,eles não moram mais aqui no meu bairro mais a algúns anos atráz revi meu amiguinho de infância ( Andre).