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quinta-feira, 16 de abril de 2020

DEI O CU PARA O PEDREIRO SUPER DOTADO • SEXO COM O PEDREIRO NA CONSTRUÇÃO



PROFISSÃO: O Pedreiro Dotado.

Boa noite, eu me chamo José, tenho 23 anos, 1,73 de altura, 73kg, treino musculação, curto uma boa putaria e to sempre a caça. Devido a minha profissão de Arquiteto e Urbanista tenho bastante contato com homens que querendo ou não ainda são maior parte da construção no Brasil. Engenheiros, Mestres de obras, serventes, pedreiros, técnicos, estagiários e por ai vai, isso sempre me rendeu ótimas historias. Como tenho vários contos que aconteceram devido a essa minha profissão e não possuem uma continuidade, foram fatos isolados, eu irei conta um por semana e sempre serão, PROFISSÃO: ...

Bom, vamos ao primeiro conto. A construtora em que eu trabalho é nacional e enorme, são vários departamentos dentro de um enorme prédio. O meu departamento, o escritório de arquitetos tem os mais diversos especialistas dentro da construção civil. Minha especialidade são grandes condomínios que necessitam de um planejamento urbano maior pra que esses micro bairros supram a total necessidade de seus moradores. Isso faz com que eu sempre trabalhe com bastante gente e quase nunca fique sozinho com quase nenhum dos profissionais.

Quem conhece a hierarquia dessas grandes construtoras sabe como funciona o relacionamento entre seus profissionais, eu por outro lado sempre fui mais humano e sempre gostei de tratar muito bem desde o engenheiro até o servente de pedreiro. Apesar de trabalhar em obras por toda a região nordeste, sempre viajando. Muitas vezes é possível o reconhecimento de profissionais que coincidentemente trabalharam em obras anteriores comigo.

Apesar de ser Arquiteto e Urbanista, eu sempre fui rato de obra. Nunca deixei a execução nas mãos de outros profissionais, fazendo questão de ir pro canteiro acompanhar meus projetos, juntos aos engenheiros responsáveis pela execução. Nas obras fora da minha cidade em que eu precisava viajar sempre me rendia boas fodas, geralmente com os engenheiros o que contarei em outros contos. Mas nessa obra algo diferente me chamou atenção.

Passei a observar um pedreiro novinho que sempre estava se divertindo no trabalho, sempre que eu o via ele estava com um sorriso de ponta a ponta, algo diferente na construção civil, onde os pedreiros são sempre muito sérios e fechados. Eu ficaria 10 dias naquela obra que já se encaminhava para o final. Eu já observava aquele garoto a uns 3 dias, apesar daquele uniforme que não valoriza ninguém, eu conseguia ver além dele. Ele era um magrinho de 1,75, não muito alto, com seu cabelo baixinho preto e seus olhos verdes, mesmo trabalhando no sol, sua pele ainda era branquinha e seu sorriso era lindo, aqueles dentes brancos todos iguaizinhos que ele sempre estava exibindo o deixavam extremamente charmoso.

Devido essa hierarquia que existe dentro da construtora, dificilmente eu teria contato com aquele moleque. Então me restava observar aquele moleque delicioso. Sempre temos alguém na equipe responsável por motivar toda a equipe, fazer brincadeiras, enfim. Realizar um momento de distração entre eles, nessa obra me pediram pra preparar algo para a equipe. Os engenheiros e Arquitetos sempre ficam em hotéis, onde se tem uma maior privacidade e os demais ficam em algumas casas alugadas pela construtora.

Eu então preparei minha apresentação e segui pra casa maior, era uma casa com 6 quartos que alojava 30 pedreiros. Apesar da casa ser enorme se tornava pequena com todos aqueles homens ali, haviam redes espalhadas por toda casa. O clima entre eles era totalmente diferente do trabalho, eles andavam de toalhas, shorts, estavam muito bem a vontade ali. Quando eu entrei o clima entre eles mudou instantaneamente, eles ficaram sérios e alguns até foram se vestir. Eu pedi que ficassem a vontade que eu só havia ido ali pra interagir um pouco com eles e trocar uma ideia.

Reuni eles todos na garagem o vão maior da casa e iniciei minha apresentação. Houve apresentação de todos, onde eles se apresentavam e respondiam a algumas perguntas minhas, mensagens motivacionais, brincadeiras e tudo isso que rola em reuniões informais. A reunião ocorria bem tranquila e dentro do padrão e então me veio a ideia de fazer algo diferente para aquela maxarada toda. Por ser um sábado e eles terem o domingo de folga, eu falei que iria comprar umas bebidas pra eles se divertirem um pouco e também alguns tira gostos. Eles ficaram bastante animados com a ideia e festejaram.

Eu havia passado toda a reunião observando aquele moleque que com muita atenção observava tudo que eu falava, no momento em que fui sair pra comprar as coisas passo por ele e então tenho a ideia.

EU: Oh você, você pode ir lá me ajudar. Como vou ter que comprar bastante coisa, vou precisar de ajuda.

LEANDRO: Claro, o Dr que manda. Deixa só eu vestir uma camisa aqui e já volto.

Foi o único jeito que eu achei de ter algum momento a sós com aquele garoto tão malandro, eu não teria outra oportunidade já e tinha que atacar rápido. Passei alguns minutos ali pensando em uma forma de chegar naquele garoto. Eu era um profissional respeitado e não podia vacilar, qualquer erro e eu poderia colocar minha carreira a perder e em alguns minutos lá vem ele. Com camisa preta e seu short jeans, calçando uma havaiana e agora bastante cheiroso.

LEANDRO: Pronto Dr, vamos?

EU: Borá lá.

LEANDRO: O Dr é muito gente boa de fazer isso com a galera, tá todo mundo cansado nessa reta final ai.

EU: Pois é cara, eu nem imagino como seja exaustivo pra vocês, mas vamos fazer disso. Me chama de José, ta bom?

LEANDRO: Tá certo e o Dr, me chame de Leandro.

EU: Bem melhor assim, Leandro. Mas e ai, de onde você é, qual sua idade, fala ai.

LEANDRO: Eu tenho 19 anos, moro no interior da paraíba.

EU: Olha ai, tão novo cara. Você terminou os estudos? Porque tá trabalhando assim longe da sua família.

LEANDRO: Então, eu sou burro e fiz besteira Dr. Eu até terminei os estudos, mas ai engravidei uma namoradinha da escola e tive que arrumar um emprego melhor que os de lá pra sustentar a mulher e o menino.

EU: Ah, então você já é pai e ainda é casado?

LEANDRO: É mais ou menos, a gente vive junto quando eu vou lá. Mas é difícil eu ir pra casa, to sempre trabalhando e mandando o dinheiro.

Chegamos ao Super mercado, estacionei o carro e começamos as compras. Peguei então alguns litros de vodka por ser mais barato, refrigerantes e algumas coisas pra tirar gosto, pagamos e fomos em direção ao carro.

EU: Porra cara, sabia que tava esquecendo alguma coisa, faltou o gelo.

LEANDRO: Perto da casa tem um posto, a gente compra lá, bom que não derrete.

LEANDRO: Ei, dá tempo eu ir dá uma mijada ali no banheiro rapidinho, to apertado pra caralho.

EU: Dá sim, inclusive eu também to. Borá lá

Chegando ao banheiro vamos em direção ao mictório que era aqueles coletivos de alumínio mesmo. Comemorei na mesma hora, com isso foi fácil ver o pau daquele moleque mijando. Mole já era um pau grande, branquinho, bastante pentelhudo, ele mijava e parecia bastante aliviado. Ao terminar de mijar, ele dá umas puxadas no pau pra expor a cabeça e umas balançadas olhando pra mim e fala:

LEANDRO: Grande, né?

EU: Normal

LEANDRO: É porque tá mole, dura deixa muita rapariga doida

Leandro coloca aquele pau na cueca, fecha o short e sai em direção ao carro, eu tento me acalmar ali e logo vou pro carro.

EU: Oh cara, como que vocês fazem pra se aliviar ali? tanta gente na casa e tal.

LEANDRO: Mas é só macho, né. Eles levam umas mulher lá e fode na frente dos outros mesmo, é o jeito e punheta, né kkkkkkkkkkkkkkk

EU: E você, fode essas mulheres também?

LEANDRO: Cê é louco fih, é uns dragão que eles leva lá. Minha pica nem sobe. As vezes surge uma gatinha querendo sentar na minha pica, mas é difícil, bato mais punheta mesmo kkkkkk Tenho uns videos no meu celular, ai mando ver.

EU: Safado rs

LEANDRO: Ei, quer ver dura pra você ver como é grande?

EU: Você tá de pau duro seu puto?

LEANDRO: Quer ver ou não?

EU: Mostra ai.

Ele desabotoa aquele short jeans, desce o ziper e tira a rola de dentro daquela cueca. O moleque tinha um cacete delicioso, com uns 21cm e não muito grosso, ele balançava aquele pau e punhetava de leve sabendo o poder que ele tinha. Eu olhando para aquela pica perco totalmente a vergonha e medo e coloco a mão naquele cacete que agora estava babando bastante.

LEANDRO: Pegou tem que mamar?

EU: Gosta de uma mamada, é?

LEANDRO: Quem não gosta? Quer mamar na minha rola?

EU: Quero sim, ta cheia essa mamadeira?

LEANDRO: Sempre, borá ali.

Leandro por estar a mais tempo na cidade conhecia mais e me levou num local perto da nossa obra onde era bastante deserto por ter muitas construções e pouca iluminação. Desliguei o farol do carro e comecei então a mamar o cacete daquele moleque. Leandro ficava doido com minhas mamadas, eu forçava todos os seus 21 cm dentro da minha boca e quando não conseguia ele forçava ainda mais me fazendo engasgar. Leandro estava curtindo demais aquela mamada, passei uns 5 minutos mamando sua rola e então ele fala:

LEANDRO: Para que eu to quase gozando.

EU: E o objetivo não é esse?

LEANDRO: Não, eu quero gozar comendo seu cú.

EU: Não, faz tempo que a gente saiu, os caras vão desconfiar.

LEANDRO: Só um pouquinho vai, rapidinho eu gozo.

EU: Não, seu pau é muito grande, vai dá trabalho pra entrar, melhor outro dia.

LEANDRO: Pois borá pra casa.

EU: Tu não vai gozar não?

LEANDRO: Só se for metendo.

EU: Tu é foda viu macho, só um pouquinho.

Eu pego uma camisinha na minha carteira daquelas jontex lubrificado e coloco com trabalho no pau de Leandro, descemos do carro com as roupas só baixadas. Ele então me encosta no carro e começa a sarrar seu pau cuzinho, fica ali brincando por alguns minutos só encostando o pau no meu cú e beijando minhas costas.

EU: Borá macho, podemos demorar mais não

LEANDRO: Ah, então o Dr já quer minha pica, é?

EU: Borá macho, temos que voltar.

LEANDRO: Calma, o Dr é muito bonito. Eu to com muito tesão, se eu botar eu gozo.

EU: Me fode vai.

Leandro tira minha calça com cueca e me faz deitar no banco traseiro do carro, deita em cima de mim apontando seu pau no meu cuzinho e começa a penetrar. Ele tava quase gozando e eu pra ainda mais, enrosco minhas pernas em seu quadril e o abraço, Leandro cai deitado em cima de mim me fodendo com força, como se estivesse no cio. Meu cuzinho doía pra caralho com aquele mastro duro me fodendo forte. Eu gemia feito uma puta no pau daquele moleque com sede de cú e ele então me surpreende com um baita beijo na boca, me beijando forte, Leandro acelera as estocadas e me beijando começa a gozar dentro meu cuzinho. Seu corpo desmorona sobre o meu e após alguns segundos ele fala:

LEANDRO: Gozei

EU: Percebi, agora vamos voltar.

LEANDRO: Mas e você?

EU: eu to quase gozando

Leandro então volta a me foder, metendo agora bem devagar ele parecia cansado após sua gozada, eu tiro minha blusa e Leandro então me surpreende, ele segura meu pau e começa a bater uma ali pra mim. Ver aquele moleque de 19 anos, que já havia sido pai tão novo, me fodendo após gozar e batendo uma pra mim era demais e em poucos minutos eu enchi minha barriga de porra. Eu gozo bastante sujando toda minha barriga e Leandro então continua me fodendo, eu fico ali morto por alguns segundos e ele logo fala:

LEANDRO: Calma ai que eu vou gozar de novo, geme pra mim vai.

Eu agora estava muito mais solto e já conseguia curtir aquele cacete dentro de mim, rebolando e piscando na rola do meu pedreiro eu gemia feito putinha em sua rola. Leandro então tira seu pau de dentro do meu cuzinho com aquela camisinha cheia de sua primeira gozada e joga em cima da minha barriga, batendo uma rápida punheta goza urrando também em minha barriga. Leandro estava com um misto de cansaço e satisfação visíveis em seu rosto e sorriso, Ele então se levanta, tira sua roupa e me dá sua cueca.

LEANDRO: Se limpa ai.

EU: Valeu.

Eu limpo toda a nossa porra da minha barriga e me visto, no caminho pra casa voltamos a conversar.

EU: E ai, curtiu?

LEANDRO: Tá doido, nunca tinha dado duas sem tirar de dentro rs

EU: Você mete gostoso demais cara

LEANDRO: Fala isso não se não a giromba sobe de novo e pra baixar só o Dr agora hehehehe

Trocamos números, compramos os sacos de gelo e voltamos pra casa. A Galera ainda comentou sobre a demora, mas Leandro deu uma desculpa de filas no supermercado e ficou tudo certo.

ESPERO QUE CURTAM E COMENTEM PRA QUE SABER O QUE ACHARAM E CONTINUAR COM ESSES CONTOS QUE MINHA PROFISSÃO ME DEU

sábado, 15 de fevereiro de 2020

SEXO COM O AJUDANTE DE PEDREIRO

AJUDANTE DE PEDREIRO, A INICIAÇÃO.


   Depois do episódio do escritório, Dante passou a ir com mais frequência na minha casa. Conversavamos e riamos muito. Mas no fim era mais sexo.
   Eu nunca tinha tido uma relação de tanta dependência sexual sobre mim. Dante chegava em minha casa, e sem falar nem boa tarde, me arrastava para o sofá, abria meu zíper e caia de boca na minha pica, não importava o estado em que estivesse. Ele gostava que eu metesse por muito tempo e batesse em sua bunda, chamasse de vadia, piranha, cachorra etc...
   Era um relacionamento interessante. Era a primeira vez que eu me relacionava com alguém tão mais novo. Dante tinha uma boa pratica em sexo anal. Seu anus já era largo e acostumado a uma pica. E o fato de ele manter o anus sempre limpo e depilado; mesmo antes de mim; trouxe a questão de como ele tinha se iniciado. Um dia em que ele chegou, mas ao invés de logo fodermos, ficamos conversando deitado na minha nova suíte, eu perguntei a ele.
-Dante! como foi que aprendeu a dar o cu?
-Que isso macho! não sou disso cara! gosto de dar para você, mas prefiro mesmo comer um cuzinho.
-Mas você nunca pediu para comer o meu.
   Dante olhou para o teto, pensando; e com medo do que ele pudesse dizer, entrei em outro assunto.
-Quem ti comeu primeiro?-logo após a pergunta fiquei alarmado.- Não foi ninguém que abusou de você foi?
-Não cara! já falei!
-Fala a verdade Dante!- Falei sério.
   E com muito custo, e algumas doses de Whisky; ele gostou de whisky; com gelo e azeitonas, ele me contou.
   Dante tinha nascido em uma família com pai e mãe, e oito irmãos. Ele era o penúltimo, e por isso, foi meio que criado nas coxas, sem muito cuidado ou disciplina. Era o único Sarará( gíria para mulato com cabelos claros e crespos) da casa. Disse que não passou fome, mas que não tinha privacidade; e por mais de uma vez teve de viver na casa de parentes. Foi na casa de um desses parentes, que ele passou uma fase bem difícil de sua vida.
   Seu tio batia muito em Dante, e no próprio filho, que era muito próximo de Dante, eles tinham a mesma idade. Os dois andavam por todo o lugar, sempre sujos e maltrapilhos. O primo de Dante era gay, já com um pouco de jeito feminino, e Dante passou a acompanhar os garotos que ficavam com ele. Eles levavam o primo de Dante para um terreno baldio, na inclinação do morro da comunidade, se revezando em comer a bichinha. Dante disse que as vezes 10 caras comiam o primo ao mesmo tempo, e o primo não fazia jogo duro nenhum. A noite eles dividiam o colchonete, e o primo mamava nele ou o punhetava; as vezes ficavam se beijando por muito tempo; já que não tinham mais ninguém para beijar. O seu tio as vezes levava seu primo para o quintal, que era mais um corredor, e Dante escondido, via o tio fodendo o filho. Seu primo não parecia estar sofrendo com aquilo, e as vezes quando o pai estava dormindo de cachaça, ele ia brincar com o pau do coroa; as vezes Dante também ia e ficava assistindo a punheta na pica do tio; as vezes ajudava, e outras vezes os dois lambiam juntos até gozar na cara dos dois.
   Mas Dante não deixava que ninguém tirasse sarro dele. Se viessem querendo fazer ele de bichinha, ele logo começava uma briga, e sempre chegava em casa machucado, mas sempre sem ser abusado. O tio nunca tentou nada; só zoava ele por andar com o viado do primo. Para parecer mais homem, Dante passou a andar com a turma mais violenta; sempre que podia protegia o primo, mas este já era bem alto suficiente. Começou a comer todas as garotas que davam molhe para ele, chegava tarde em casa, apanhava do tio, fugia para a casa da mãe, apanhava do pai bêbado, e voltava para a casa do tio; que pelo menos batia menos.
A onde o tio morava com seu primo e uma filha com já dois filhos; era um barraco de três cômodos abafados no fim de um corredor, ao lado da porta delas tinha a entrada da casa da vizinha. Uma senhora já idosa e forte, depois de um tempo foi morar com ela um neto, que vivia fora da comunidade, mas que já era conhecido do pessoal. Rodrigo era loiro-claro, com pele morena e olhos verdes, 1,70, de pura marra e arrogância. Rodrigo zoava com todo mundo, e todo mundo respeitava e meio que tinha medo dele. Ele era bem bonito, e cuidava bem do corpo; não bebia nem usava drogas; mas veio morar com a avó, porque era muito encostado e aproveitador, tipo vagabundo.
   Dante me contou que a primeira vez que viu o cara, não conseguiu deixar de pensar nele; quando Rodrigo ficava de conversa sua prima cheia de filhos; ele ficava olhando, vendo um volume de piroca balançar no shorts sem cueca. Rodrigo nunca usava cueca. Dante até então nunca tinha sentido aquilo por um homem; ele me disse que a cabeça de seu pau, que sempre ficava em ponto de bala quando via Rodrigo, ficava quente e pegajosa. Rodrigo sempre usava pouca roupa, sempre ostentando o físico que tinha; e por isso, Dante via constantemente sua virilha cheia de pelos loiros quase pular para fora dos shorts que usava; suas pernas musculosas e seu peito largo, sua bunda de macho. Dante ficava dentro de casa escondido, olhando rodrigo tomando banho no corredor; pois nos barracos não tinha banheiro. Geralmente não tinha ninguém por perto, e ele olhava, ele se ensaboando e esfregando a mão no pênis de uns impressionantes 21cms e grosso. Eu babei só de ouvir a descrição da jeba. Eu mesmo nunca tinha visto um ao vivo. A cabeça do pênis do Rodrigo era maior que o corpo, e o corpo do pau dele já tinha uma grossura absurda. Dante ficava vendo ele, e as vezes ele sacava que Dante estava olhando escondido e dava um show para ele. Nesses dia Dante nem conseguia dormir direito, sem saber como aplacar aquela fome de desejo. Dante; eu já sabia; quase nunca se masturbava. As vezes batia uma punheta, mas sem gozar. Ele me disse que nunca se acostumou, e não sentia muito prazer assim.
   Então sem ter uma forma de aplacar aquela dor de tesão, Dante começou a sentir uma sensação inédita. Num dos banhos de Rodrigo, Dante se posicionou para assistir o banho; depois de um tempo de show, a prima de Dante; Uma negra cachorrona, com um traseiro imenso; chegou, e vendo Rodrigo tomando banho, entrou punhetando o cara e mamando na pica. Dante vendo aquele boquete gostoso e babado naquela pica que ele cobiçava foi ficando num estado de nervos incontrolável. Rodrigo colocou a vadia com o rabo empinado, colada no tanque, e meteu no cu dela. Sua prima tentou fugir, gemeu em agonia, mas não teve jeito; Rodrigo entrava com tudo; ela tremia, as pernas vacilavam, ela pedia para ele tirar, mas isso só deixava ele com mais vontade.
   Rodrigo começou a foder ela com muita força, socando as bolas naquela bundona, fazendo um tremendo barulho. ele fazia uma cara de cafajeste obseno; xingando ela, e batendo na sua bunda. Dante ficou fora de si. Foi para a janela e ficou olhando. Seu cu começou a formigar vendo aquela vara destroçar o outro rabo, depois seu cu começou a piscar freneticamente, e de dentro saiu uma umidade que molhou suas coxas. Rodrigo o viu, e começou a socar com mais vontade, sempre olhando para Dante. Dante gozou sem nem colocar a mão no pau, seu cu piscando muito, pedindo pica, ansiando por ser preenchido. Ele já tinha visto e muito seu primo ser enrabado, e nunca tinha sentindo vontade, na verdade tinha pavor de ser comido pelo cu. Mas daquele dia em diante, só de ver o Rodrigo seu cu pegava fogo; seu pau ficava duro por horas; e sempre tinha um pouco de porra seca, que escorria da cabeça do seu pau, sujando sua barriga e virilha. Nessa época Dante ainda usava cueca, mas mesmo assim as pessoas comentavam de sua ereção eterna.
   As coisa foram só piorando para Dante. Em uma noite particularmente quente, o quarto um forno; só tinha duas camas no barraco; uma era de solteiro do seu tio, e a outra era uma cama de casal onde dormia sua prima com seus dois filhos. Logo no chão ao lado, dormia Dante e seu primo bichinha, que naquela noite foi para o baile funk, deixando só ele no chão.
   Sua prima tinha ido nos bailes. Quando chegou acabou acordando Dante, que continuou a fingir que dormia. Ela estava rindo, e Dante escutou uma voz masculina sussurrar, enviando ondas de prazer repentino, por todo o seu corpo, chegando no seu cu, que começou a piscar e umedecer; sua pica já estava quase para fora da cueca, de tão dura, mas ele não podia se mexer, e estava sem coberta. Era Rodrigo que tinha entrado com ela. Os dois estavam rindo baixinho e falando sacanagem; Dante abriu os olhos discretamente, e viu de costas para ele, Rodrigo, já sem camisa; com aquelas costas largas e musculosas, brilhando em dourado do bronzeado. Sua bermuda tactel de botão e velclo, estava tão folgada, que metade de sua bunda linda e gostosa, estava de fora; ele estava agarrado na bunda da quenga, falando muita sacanagem no ouvido dela.
   Dante ficou todo que quente, e seu pau começou a vibrar e gozar, mas não amolecia, o tesão era demais; ele nem podia se mexer, ali no chão, sentindo o cheiro de sexo espalhando pelo quarto; ainda bem que seu tio não estava em casa. Rodrigo deixou a bermuda cair frouxa, na urgência do prazer; pelado, ali tão perto de Dante; era uma combinação alucinante. Rodrigo socava na buceta dela, e Dante podia ver seu pau enorme entrando e saindo, brilhando de lubrificação; e rodrigo gemia muito gostoso; seu saco era lisinho e do tipo redondo, e batia de forma gostosa nas coxas e bunda de sua Prima. Dante chegava a sentir vertigem de tanto prazer e luxuria num lugar só.
   Como o outro lado da cama estava ocupado. Rodrigo jogou a piranha no lado ao que Dante dormia, e começou a meter, ela deitada com a bunda para cima, e ele em pé socando e suando, falando sacanagem com um voz bem safada. Suas pernas estavam encostando no peito e barriga de Dante; que julgava estar dormindo. Dante se esforçou para segurar o tremelique que tomou conta de seu corpo; ainda bem que Rodrigo estava de costas para ele. Dante tinha uma visão total da penetração, via com detalhes a pica deslizar e sair; a cabeça enorme, deformando a entrada da buceta preta e entrando com tudo. Dante começou a sentir que seu colchonete fino estava todo molhado na cintura, de tanto que gozava. Ele podia sentir o cheiro e o calor do corpo de Rodrigo; seus olhos lacrimejavam de suor e calor; e com muito custo não colocou a boca naquelas pernas torneadas, e foi lambendo até o saco. Rodrigo tirou e pediu para a prima de Dante se virar de bruços para meter no cu dela; Ele se agachou para lamber a bunda da putinha, e sua bunda e bolas ficaram a poucos centímetros do rosto de Dante; que absorveu aquele cheiro e imagem, já tremendo sem se conter; e não soube até hoje, como eles não perceberam ele tremendo e rangendo os dentes; devia ser o tesão da trepada falando mais alto.
   Rodrigo se levantou e meteu com violência no cu dela, fundo e rasgando, gozou muito; e para a felicidade de Dante, ele viu a porra escorrendo pelo pau e se chocando no cu e reto da prima, espirrando um pouco no seu rosto, pescoço, e barriga, mesmo ele estando atrás. Depois disso, Rodrigo ainda deu uma foda de ranger a cama, e muito suado foi embora, apagando a luz para minha prima, que nem tinha forças para se mexer. Dante. logo que a luz apagou, começou a pegar a porra dele e cheirar, lambendo os próprios dedos, com uma fome louca; buscando saciar a fissura na porra dele. Dante ficou tão fora de si, que até bolinou a prima, para sentir o cheiro de porra e piru, na buceta dela.
   No outro dia Dante estava com Febre, e ficou assim por dois dias. Foi levado na emergência, mas o médico disse que só podia ser emocional. A mulher de seu tio; que não morava no mesmo barraco que eles, e sim num próprio; por não se dar bem com a prima de Dante, que não era filha dela. Falou em ele ir morar de novo com os pais, mas Dante chorou pedindo que não.
   No começo de Janeiro Dante foi convidado a ir para roça, onde uns amigos seus tinham avós. Ele foi com a família de seus amigos, e ficou muito surpreso que Rodrigo estivesse lá. rodrigo era neto também, mas não convivia muito com o resto da família. No primeiro dia foi só diversão. Cachoeiras e cavalos. Quando chegou as 19hs da noite, o sol começou a sumir; e para tristeza de Dante, logo que acabou o jantar eles foram dormir; isso umas 21hs da noite. Tinha uns 6 garotos espalhados pelo chão, espremidos em esteiras de palha; mas Rodrigo dormia no único sofá que tinha no deposito em que dormiam. Rodrigo era muito exibido, e fica a toda hora mostrando a geba em meia bomba para os caras, que zoavam muito ele, mas dava para sentir a inveja. Dante foi dormir de pau duro. Um amigo dele que estava dormindo ao seu lado, jogou o corpo em cima dele, colocando a perna em cima de sua ereção. Estava totalmente breu, não dava pra enxergar um palmo na frente do nariz. Dante ficou curtindo o contato, mas pensando no Rodrigo que dormia ali perto, só de shorts curtos e brancos transparentes; e só de pensar nisso Dantes arfava e respirava com dificuldade. Seu amigo tirou a perna de cima e ficou de bruços; Dante sabia que ele tinha um sono pesado, e foi logo enconchando na bunda dele, que usava um shorts de dormir muito leve e curto; de modo que Dante podia sentir bem a sua bunda. Lá pelas 01hs da manhã a lua jogou uma luz pela pequena janela do depósito, e caiu em cima de Rodrigo. Dante tinha cochilado, mas tinha despertado; A cena que ele viu foi de Rodrigo dormindo de barriga para cima e uma ereção armando uma barraca em seu shorts. Dante perdeu a cabeça, e como uma aranha, pulou os amigos, chegando perto da virilha de Rodrigo, olhando de perto a ereção, e vendo que ela levantava o shorts na barra, mostrando a pica. Rodrigo se mexeu um pouco para o lado, levantando a perna; e a pica pulou para fora. Aquela cabeça brilhando de porra escorrida, gigante; ali, perto de Dante. Ele se aproximou e passou a língua; rodrigo não se mexeu, ele passou de novo, de novo e de novo; até que Rodrigo começou a gemer um pouco e um filete de porra começou a escorrer da cabeça do seu pau. Dante correu para seu lugar. Seu coração batendo a mil; mas ninguém se mexeu por um bom tempo. Dante perdeu a coragem e ficou só enconchando a bunda do amigo; mas depois de um tempo Rodrigo começou a se mexeu, apertando o pau, e iniciando um punheta. Dante de olhos vidrados, puxou a beirada da cueca do amigo, e colocou a cabeça no cu dele; esfregando na entrada a cabeça, vendo Rodrigo se masturbar. Rodrigo gozou e Dante gozou muito no cu de seu amigo dorminhoco; e com medo de seu amigo descobrir, ficou um bom tempo passando a mão no seu cu e lambendo a própria porra até limpar tudo.
   No outro dia também foi só alegria, brincaram muito, e quando foi a noite os mais velhos saíram para ir num forró, e os caras decidiram bater um punheta em grupo; todo mundo olhando a mesma revista. Dante não gostou muito da ideia, no começo, mais depois que viu aqueles mastros soltando baba, decidiu bater uma sozinho no quintal. justo quando tinha pegado a revista da mão de uns amigos e ia para fora, Rodrigo chega com pau para fora, e aponta para ele.
-Eu sei que você gosta! pega ai e punheta até gozar.
   Dante ficou hipnotizado naquela pica se elevando ao céu; não tinha ninguém ali na cozinha, e a luz estava apagada; mas ele não teve coragem, e correu para fora, fechando a porta dos fundo com tudo. Entrou pelos pés de coqueiro, tirou o pau para fora, na punheta mais alucinante que já tinha feito; gemia alto e fodia a própria mão, nem ligando para o barulho; de olhos fechados, pensando na geba de Rodrigo balançando e sua frente. Antes de gozar abriu os olhos e seu amigo, Anderson, que era muito parecido com Dante, mas era primo de Rodrigo; se masturbando olhando para ele. Dante gozou olhando para o amigo, em que esfregou a pica de madrugada; só pensando no primo dele. Anderson gozou também, sempre olhando para o pau de Dante.
   Depois de gozar Dante passou pelo amigo, sem nem olhar em seu rosto, e entrou. Naquele dia, um tio afastado de Rodrigo chegou, e foi dormir no sofá; a turma reclamou, mas teve de arrumar um canto para ele no chão. E Rodrigo ficou atrás de Dante, encostado na parede. Dante foi dormir, como uma virgem na alcova do diabo. Dante suava frio, e nem conseguia brincar com a turma; quando a luz se apagou, ele ficou apavorado de Rodrigo toca nele, mesmo que de leve, e ele não aguentar e fazer uma loucura; mas acabou dormindo, já que a três dias não dormia direito. Umas 4hs da manhã Dante acorda sentindo uma coisa muito quente na entrada de seu cu; ele pensou que foi reflexo do sonho que teve, mas quando se mexeu sentiu umas mãos másculas segurando sua cintura de encontro a uma pica de cabeça pulsante. Mesmo que no escuro, com um silêncio em volta, Dante sabia que era Rodrigo, que invadia sua bunda, rasgava seu anus, sem pedir permissão. Rodrigo meteu bem devagar; enterrando tudo e tirando até ficar só a cabeça enorme, que o cu de Dante piscava para não perder, e deslizava de novo para dentro; preenchendo tudo pelo caminho, de puro prazer, e calor. Dante começou a tremer convulsivamente, mas não soltava nem um pio; a realização de sua vida estava acontecendo, e dentro dele ele sentia o musculo tesudo, que tantas vezes cobiçou; o invadindo, como se fosse dele desde sempre; arrancando os sentidos de prazer e luxuria, e colocando tudo em um lugar muito acima do controle. Dante ficou desvairado de prazer, e começou a rir sem som; se sentido poderoso, completo, desejado, e de uma forma que ele não conseguiu me explicar, Homem completo.
   Depois de uma hora de pura lascívia, Dante, que já tinham gozado umas três vezes sem tocar no pau; sentiu Rodrigo gozar no cu dele; espalhando liquido quente por toda a sua bunda. Rodrigo tremeu, apertando a bunda de Dante, e desabou , tirando a pica e virando para o outro lado. O cheiro de sexo era muito forte, e Dante não conseguiu mais dormir. Ele saiu assim que o sol apareceu, e entrou na mata, até que achou uma cachoeira e se lavou, lavando também o lençol todo sujo que usou.
   Durante o dia todo ele ficou distraído, não conseguia pensar em mais nada; e quando ele viu que Rodrigo entrava no banheiro, que ficava do lado de fora, para tomar banho; deu um jeito e entrou, nem sabe como. Rodrigo estava sentado no vazo, se masturbando. Dante fora de controle, tirou a roupa e caiu sentado na pica do cara, cavalgando por muito tempo, gemendo alto, extasiado de prazer e satisfação; seu pau duro feito rocha, e doendo de tanto que ele tinha gozado a noite; nem se abalava com o vai e vem. Rodrigo colocou ele em pé e encostado na parede, meteu com tudo; xingando e falando safadeza bem alto; metendo em alta velocidade, seu saco fazendo muito barulho ao socar a bunda de Dante; e gozaram fazendo um alvoroço danado. Rodrigo ainda fez Dante mamar bastante a geba, antes que ela amolecesse, e foi tomar banho. Dante ficou ali no chão se refazendo, cansado, suado e dolorido; depois tomou banho também.
   Quando saíram do banheiro. Dante percebeu um clima estranho, e percebeu que os outros tinham escutado tudo, mas ninguém disse nada. O resto da semana ele passou comendo Anderson, que se tornou uma vadia na sua mão. Depois que voltou de férias, Dante nunca mais teve relação com outros homens, e nem sentia falta.
   Quando Dante terminou de me contar sua história, eu já estava num tal ponto de tesão, que fodi ele loucamente, duas, três vezes; beijando muito aquela boca cheia de dentes brancos e retos.