PROFISSÃO: O pedreiro de novinho me comeu no banco de trás e ainda gozou duas vezes
Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.
Meu nome, neste conto, é Rafael. Vinte e três. 1,73 m, 73 kg, academia. Arquiteto e urbanista. Canteiro de obra no Brasil ainda é terra de homem — engenheiro, mestre, servente, pedreiro. Isso me rendeu história. Isoladas. Vou contar uma por vez. Sempre com o mesmo título: Profissão.
A construtora é grande, nacional. Escritório cheio. Minha especialidade: condomínio que vira bairro. Quase nunca fico a sós com ninguém. Mesmo assim trato do engenheiro ao servente do mesmo jeito. Reconheço cara de obra antiga. Sou rato de canteiro. Não deixo execução só no papel.
Fora da cidade, hotel. Quase sempre engenheiro. Nessa obra foi outro.
Dez dias no fim de um canteiro no interior de Alagoas — Arapiraca. No terceiro dia um pedreiro novo não saía da cabeça. Sorriso o tempo inteiro. Raro na construção, onde o padrão é cara fechada. Uniforme feio. Dava para ver além: 1,75 m, magro, cabelo preto baixo, olho verde, pele clara mesmo no sol, dente alinhado. Hierarquia não me deixava chegar. Só olhar.
Sábado. Pediram para eu fazer um momento com a equipe. Engenheiro e arquiteto no hotel. Pedreiro em casa alugada. A maior tinha seis quartos e trinta homens. Rede em todo canto. Toalha, short, casa virada. Quando entrei, o clima mudou. Alguns foram se vestir. Pedi para ficarem à vontade.
Reuni na garagem. Apresentação, pergunta, brincadeira. Observei o moleque o tempo todo. Ele prestava atenção em cada frase. Domingo seria folga. Falei que ia comprar bebida e tira-gosto. A casa festejou.
Na saída, passei por ele.
— Você. Me ajuda. É bastante coisa.
— Claro, doutor. Só visto uma camisa.
Única brecha. Camisa preta, short jeans, Havaianas, cheiro de sabonete.
— O doutor é gente boa. A galera está cansada nessa reta.
— Me chama de Rafael. E você?
— Leandro. Dezenove. Interior da Paraíba.
— Novo. Por que tão longe?
— Terminei a escola, engravidei a namorada, precisei de salário melhor. Mando dinheiro. Quando vou lá, a gente vive junto. Raro.
No mercado: vodca barata, refri, salgado. No carro ele lembrou do gelo. Posto perto da casa. Ele apertado. Fomos os dois ao banheiro. Mictório coletivo de alumínio. Mole, o pau já era grande, claro, pentelhudo. Terminou, puxou a cabeça, balançou, olhou para mim.
— Grande, né?
— Normal.
— Mole. Duro deixa rapariga doida.
Guardou e saiu. Eu respirei e fui atrás.
No carro:
— Como vocês se aliviam com tanta gente na casa?
— Só homem. Levam mulher e cometem na frente. Ou punheta.
— Você também?
— Uns dragão. Pau nem sobe. De vez em quando uma gata. Quase sempre vídeo no celular.
— Safado.
— Quer ver duro?
Desabotoou, zíper, tirou. Uns vinte e um, não muito grosso. Balançou. Perdi a vergonha. Mão nele. Já babava.
— Pegou, tem que mamar?
— Gosta?
— Quem não gosta?
Ele conhecia a cidade. Levou a um trecho de obra vazia, pouca luz. Farol apagado. Mamei. Forçava os vinte e um. Quando eu não dava conta, ele empurrava. Cinco minutos.
— Para. Quase.
— Não era o objetivo?
— Quero gozar comendo.
— Faz tempo que saímos. Vão desconfiar. Seu pau é grande. Outro dia.
— Então vamos para casa. Só se for metendo.
— Só um pouco.
Camisinha da carteira. Desemos com a roupa baixa. Encostou-me no carro, sarrando, beijando as costas.
— Precisa voltar.
— O doutor já quer?
— Me fode.
Tirou calça e cueca. Banco de trás. Deitou em cima, apontou, começou a entrar. Quase gozando. Enrosquei as pernas no quadril. Ele caiu com tudo, cio. Doía. Gemia. Beijo na boca, estocada mais rápida, gozou dentro. Corpo desmoronou.
— Gozei.
— Percebi. Vamos.
— E você?
— Quase.
Voltou devagar, cansado. Segurou meu pau e bateu. Dezenove anos, pai cedo, ainda metendo depois de gozar. Enchi a barriga. Ele tirou a camisinha cheia, jogou em cima, punheta rápida e gozou de novo, urrando na mesma pele.
Cueca na minha mão.
— Se limpa.
No caminho, gelo. A casa reclamou da demora. Ele inventou fila. Trocamos número.
— Nunca tinha dado duas sem sair.
— Você mete gostoso.
— Não fala isso. A giromba sobe. Para baixar, só o doutor.
Espero os outros da série. Profissão continua.
Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.



excelente conto, parece real mesmo, eu já estou imaginando esta cena acontecendo
ResponderExcluirDelícia de conto
ResponderExcluirQueria pra mim um um pausudo desse
ResponderExcluirCaralho, que delécia de conto! Podia ter continuação! Adoro tranzá com Pedrero, inda mais se for dentro da obra de construção! Hehe! Mamo muito a Pica dele, tomo Leitada na garganta e dou muito meu cuzinho pu Macho Pedrero! Hehehe! Adoro ser putinha de Macho Pedrero!
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