Vocês sabem que quando o cu pisca, não dá pra segurar e logo veio mais vontade.
Fui passar o fim de semana num sítio em Betim, região de BH. Aniversário. Casa de um amigo da família. Lugar grande, piscina, sauna, aquele ar de interior que mistura calor, terra e gente demais.
No fundo do terreno tinha uma casa pequena. Lá morava o caseiro.
Nos dias de festa ele não aparecia. Não por falta de convite — ele mesmo se afastava. Dizia que não queria atrapalhar, que era tímido, que a gente precisava de liberdade. Mas estava sempre por perto. Se a bomba da piscina falhasse, se a casa de máquinas precisasse ligar, ele surgia.
Sessenta e cinco anos. Baixo, uns um e sessenta e cinco. Gordinho, uns oitenta quilos bem distribuídos naquele corpo baixo. Barriga macia, jeito de quem já viveu bastante e não precisa mais se explicar.
E foi exatamente isso que me pegou.
Eu já imaginava aquela barriga encostada no meu bumbum. Já pensava no peso dele por cima, no pau entrando sem pressa. Tentava jogar o pensamento embora. Não ia.
Na sexta, quis usar a sauna. Não sabia ligar. Fui pedir ajuda.
Estava de sunga preta, daquelas que parecem short e ficam justas demais. Eu, um e sessenta, branco, uns sessenta quilos, bumbum firme. Ele entrou. Me viu. E eu senti o olhar.
A sauna era pequena, cabia três no máximo. Ele pediu para eu acender a luz, conferir o vapor, ver se não ficava claro demais. Ao sair, o espaço apertado fez o resto: passou encostado em mim. Devagar. O volume bateu na coxa. Não era grosso. Mas era comprido. Chutei uns quinze centímetros sem ter visto ainda.
Sábado inteiro aquilo ficou na cabeça.
Mais tarde, na piscina, vi ele pela janela. Me olhando. Aproveitei. Comecei a me mexer sem pressa, sem compromisso, só o suficiente para ele entender que eu sabia.
À noite, todo mundo foi dormir. Iríamos embora cedo no domingo.
Resolvi entrar na sauna uma última vez. Não esquentei. Era uns onze da noite. Tive receio de chamar. Aí vi a luz acender no barraco dele.
Fui. Só de sunga.
Ele se assustou.
— Aconteceu alguma coisa?
— Preciso de ajuda com a sauna.
Pediu para eu esperar. Disse que ia tomar banho. Que estava fresco. Que eu podia entrar.
A casa era simples: um quarto, cozinha, banheiro. O banheiro não tinha porta, só uma cortina que não fechava direito.
Pela fresta, vi.
Ele se lavava. A mão ia e voltava no pau. Eu tinha chutado quinze. Tinha dezoito. Branco, cabeça rosada, depilado, limpo. Por um segundo nossos olhares se cruzaram.
Menos de um minuto depois ele saiu nu e veio até mim.
— Vi que você estava reparando. Talvez você não queira sentir um pouco.
Falou que estava há meses sem nada. Que curtia um branquinho viadinho. Que não tinha tirado da cabeça o momento em que se esfregou em mim na sauna.
Eu tentei recuar. Por fora. Por dentro, já estava doido para sentir aquele pau duro, pulsando, com uma gota escorrendo.
Saí. Disse que esperaria na sauna.
Poucos minutos depois ele chegou, ligou tudo e perguntou se podia fazer companhia.
Aceitei.
Conversamos. Ele perguntou se eu já tinha ficado com outro homem. Acabei abrindo o jogo. Contei da primeira vez.
Foi quando vi: ele já estava com o pau na mão.
— O cara teve sorte. Você é um viadinho gostoso.
Levantou. Ficou na minha frente. O pau quase na minha boca.
— Chupa. Já não tô aguentando.
Não relutei.
Peguei na base. Passei a língua bem devagar na cabeça. Ele estremeceu. Pediu para eu deixar a língua para fora e começou a bater o pau nela.
— Posso falar umas coisas?
Disse que sim.
— Fica de joelhos, putinha vagabunda. Senti desde a hora que te vi que você era um viadinho.
Me levantei. Encostei de costas na parede.
Senti a língua dele rodeando a entrada. Um dedo. Depois dois.
Levantou. Encostou a cabeça. Por ser mais fino, entrou suave. Nos primeiros centímetros ainda não era metade. Cada estocada ia mais fundo. Pau branco, duro, pulsando.
Pedia para eu ser putinha. Para falar putaria. Para ele gozar gostoso.
Eu chamava ele de safado. Pedia para foder a putinha vagabunda dele.
Ele batia no meu bumbum.
— Cadela. Sua fêmea.
Acelerou. Tirou. Sentou. Mandou eu ajoelhar de novo.
— Chupa. Não desperdice nenhuma gota.
Vieram uns quatro jatos grossos, seguidos. Bastante.
— Engole. Leite do teu velhote.
No dia seguinte, enquanto arrumávamos as coisas, perguntei se podia ficar mais. Disse que voltaria na quinta.
O dono do sítio não se importou. Falou que na quarta teria que resolver umas coisas no lugar e que me buscaria.
Continuo, se quiserem.

