quinta-feira, 16 de abril de 2020
DEI O CU PARA O PEDREIRO SUPER DOTADO • SEXO COM O PEDREIRO NA CONSTRUÇÃO
PROFISSÃO: O Pedreiro Dotado.
Boa noite, eu me chamo José, tenho 23 anos, 1,73 de altura, 73kg, treino musculação, curto uma boa putaria e to sempre a caça. Devido a minha profissão de Arquiteto e Urbanista tenho bastante contato com homens que querendo ou não ainda são maior parte da construção no Brasil. Engenheiros, Mestres de obras, serventes, pedreiros, técnicos, estagiários e por ai vai, isso sempre me rendeu ótimas historias. Como tenho vários contos que aconteceram devido a essa minha profissão e não possuem uma continuidade, foram fatos isolados, eu irei conta um por semana e sempre serão, PROFISSÃO: ...
Bom, vamos ao primeiro conto. A construtora em que eu trabalho é nacional e enorme, são vários departamentos dentro de um enorme prédio. O meu departamento, o escritório de arquitetos tem os mais diversos especialistas dentro da construção civil. Minha especialidade são grandes condomínios que necessitam de um planejamento urbano maior pra que esses micro bairros supram a total necessidade de seus moradores. Isso faz com que eu sempre trabalhe com bastante gente e quase nunca fique sozinho com quase nenhum dos profissionais.
Quem conhece a hierarquia dessas grandes construtoras sabe como funciona o relacionamento entre seus profissionais, eu por outro lado sempre fui mais humano e sempre gostei de tratar muito bem desde o engenheiro até o servente de pedreiro. Apesar de trabalhar em obras por toda a região nordeste, sempre viajando. Muitas vezes é possível o reconhecimento de profissionais que coincidentemente trabalharam em obras anteriores comigo.
Apesar de ser Arquiteto e Urbanista, eu sempre fui rato de obra. Nunca deixei a execução nas mãos de outros profissionais, fazendo questão de ir pro canteiro acompanhar meus projetos, juntos aos engenheiros responsáveis pela execução. Nas obras fora da minha cidade em que eu precisava viajar sempre me rendia boas fodas, geralmente com os engenheiros o que contarei em outros contos. Mas nessa obra algo diferente me chamou atenção.
Passei a observar um pedreiro novinho que sempre estava se divertindo no trabalho, sempre que eu o via ele estava com um sorriso de ponta a ponta, algo diferente na construção civil, onde os pedreiros são sempre muito sérios e fechados. Eu ficaria 10 dias naquela obra que já se encaminhava para o final. Eu já observava aquele garoto a uns 3 dias, apesar daquele uniforme que não valoriza ninguém, eu conseguia ver além dele. Ele era um magrinho de 1,75, não muito alto, com seu cabelo baixinho preto e seus olhos verdes, mesmo trabalhando no sol, sua pele ainda era branquinha e seu sorriso era lindo, aqueles dentes brancos todos iguaizinhos que ele sempre estava exibindo o deixavam extremamente charmoso.
Devido essa hierarquia que existe dentro da construtora, dificilmente eu teria contato com aquele moleque. Então me restava observar aquele moleque delicioso. Sempre temos alguém na equipe responsável por motivar toda a equipe, fazer brincadeiras, enfim. Realizar um momento de distração entre eles, nessa obra me pediram pra preparar algo para a equipe. Os engenheiros e Arquitetos sempre ficam em hotéis, onde se tem uma maior privacidade e os demais ficam em algumas casas alugadas pela construtora.
Eu então preparei minha apresentação e segui pra casa maior, era uma casa com 6 quartos que alojava 30 pedreiros. Apesar da casa ser enorme se tornava pequena com todos aqueles homens ali, haviam redes espalhadas por toda casa. O clima entre eles era totalmente diferente do trabalho, eles andavam de toalhas, shorts, estavam muito bem a vontade ali. Quando eu entrei o clima entre eles mudou instantaneamente, eles ficaram sérios e alguns até foram se vestir. Eu pedi que ficassem a vontade que eu só havia ido ali pra interagir um pouco com eles e trocar uma ideia.
Reuni eles todos na garagem o vão maior da casa e iniciei minha apresentação. Houve apresentação de todos, onde eles se apresentavam e respondiam a algumas perguntas minhas, mensagens motivacionais, brincadeiras e tudo isso que rola em reuniões informais. A reunião ocorria bem tranquila e dentro do padrão e então me veio a ideia de fazer algo diferente para aquela maxarada toda. Por ser um sábado e eles terem o domingo de folga, eu falei que iria comprar umas bebidas pra eles se divertirem um pouco e também alguns tira gostos. Eles ficaram bastante animados com a ideia e festejaram.
Eu havia passado toda a reunião observando aquele moleque que com muita atenção observava tudo que eu falava, no momento em que fui sair pra comprar as coisas passo por ele e então tenho a ideia.
EU: Oh você, você pode ir lá me ajudar. Como vou ter que comprar bastante coisa, vou precisar de ajuda.
LEANDRO: Claro, o Dr que manda. Deixa só eu vestir uma camisa aqui e já volto.
Foi o único jeito que eu achei de ter algum momento a sós com aquele garoto tão malandro, eu não teria outra oportunidade já e tinha que atacar rápido. Passei alguns minutos ali pensando em uma forma de chegar naquele garoto. Eu era um profissional respeitado e não podia vacilar, qualquer erro e eu poderia colocar minha carreira a perder e em alguns minutos lá vem ele. Com camisa preta e seu short jeans, calçando uma havaiana e agora bastante cheiroso.
LEANDRO: Pronto Dr, vamos?
EU: Borá lá.
LEANDRO: O Dr é muito gente boa de fazer isso com a galera, tá todo mundo cansado nessa reta final ai.
EU: Pois é cara, eu nem imagino como seja exaustivo pra vocês, mas vamos fazer disso. Me chama de José, ta bom?
LEANDRO: Tá certo e o Dr, me chame de Leandro.
EU: Bem melhor assim, Leandro. Mas e ai, de onde você é, qual sua idade, fala ai.
LEANDRO: Eu tenho 19 anos, moro no interior da paraíba.
EU: Olha ai, tão novo cara. Você terminou os estudos? Porque tá trabalhando assim longe da sua família.
LEANDRO: Então, eu sou burro e fiz besteira Dr. Eu até terminei os estudos, mas ai engravidei uma namoradinha da escola e tive que arrumar um emprego melhor que os de lá pra sustentar a mulher e o menino.
EU: Ah, então você já é pai e ainda é casado?
LEANDRO: É mais ou menos, a gente vive junto quando eu vou lá. Mas é difícil eu ir pra casa, to sempre trabalhando e mandando o dinheiro.
Chegamos ao Super mercado, estacionei o carro e começamos as compras. Peguei então alguns litros de vodka por ser mais barato, refrigerantes e algumas coisas pra tirar gosto, pagamos e fomos em direção ao carro.
EU: Porra cara, sabia que tava esquecendo alguma coisa, faltou o gelo.
LEANDRO: Perto da casa tem um posto, a gente compra lá, bom que não derrete.
LEANDRO: Ei, dá tempo eu ir dá uma mijada ali no banheiro rapidinho, to apertado pra caralho.
EU: Dá sim, inclusive eu também to. Borá lá
Chegando ao banheiro vamos em direção ao mictório que era aqueles coletivos de alumínio mesmo. Comemorei na mesma hora, com isso foi fácil ver o pau daquele moleque mijando. Mole já era um pau grande, branquinho, bastante pentelhudo, ele mijava e parecia bastante aliviado. Ao terminar de mijar, ele dá umas puxadas no pau pra expor a cabeça e umas balançadas olhando pra mim e fala:
LEANDRO: Grande, né?
EU: Normal
LEANDRO: É porque tá mole, dura deixa muita rapariga doida
Leandro coloca aquele pau na cueca, fecha o short e sai em direção ao carro, eu tento me acalmar ali e logo vou pro carro.
EU: Oh cara, como que vocês fazem pra se aliviar ali? tanta gente na casa e tal.
LEANDRO: Mas é só macho, né. Eles levam umas mulher lá e fode na frente dos outros mesmo, é o jeito e punheta, né kkkkkkkkkkkkkkk
EU: E você, fode essas mulheres também?
LEANDRO: Cê é louco fih, é uns dragão que eles leva lá. Minha pica nem sobe. As vezes surge uma gatinha querendo sentar na minha pica, mas é difícil, bato mais punheta mesmo kkkkkk Tenho uns videos no meu celular, ai mando ver.
EU: Safado rs
LEANDRO: Ei, quer ver dura pra você ver como é grande?
EU: Você tá de pau duro seu puto?
LEANDRO: Quer ver ou não?
EU: Mostra ai.
Ele desabotoa aquele short jeans, desce o ziper e tira a rola de dentro daquela cueca. O moleque tinha um cacete delicioso, com uns 21cm e não muito grosso, ele balançava aquele pau e punhetava de leve sabendo o poder que ele tinha. Eu olhando para aquela pica perco totalmente a vergonha e medo e coloco a mão naquele cacete que agora estava babando bastante.
LEANDRO: Pegou tem que mamar?
EU: Gosta de uma mamada, é?
LEANDRO: Quem não gosta? Quer mamar na minha rola?
EU: Quero sim, ta cheia essa mamadeira?
LEANDRO: Sempre, borá ali.
Leandro por estar a mais tempo na cidade conhecia mais e me levou num local perto da nossa obra onde era bastante deserto por ter muitas construções e pouca iluminação. Desliguei o farol do carro e comecei então a mamar o cacete daquele moleque. Leandro ficava doido com minhas mamadas, eu forçava todos os seus 21 cm dentro da minha boca e quando não conseguia ele forçava ainda mais me fazendo engasgar. Leandro estava curtindo demais aquela mamada, passei uns 5 minutos mamando sua rola e então ele fala:
LEANDRO: Para que eu to quase gozando.
EU: E o objetivo não é esse?
LEANDRO: Não, eu quero gozar comendo seu cú.
EU: Não, faz tempo que a gente saiu, os caras vão desconfiar.
LEANDRO: Só um pouquinho vai, rapidinho eu gozo.
EU: Não, seu pau é muito grande, vai dá trabalho pra entrar, melhor outro dia.
LEANDRO: Pois borá pra casa.
EU: Tu não vai gozar não?
LEANDRO: Só se for metendo.
EU: Tu é foda viu macho, só um pouquinho.
Eu pego uma camisinha na minha carteira daquelas jontex lubrificado e coloco com trabalho no pau de Leandro, descemos do carro com as roupas só baixadas. Ele então me encosta no carro e começa a sarrar seu pau cuzinho, fica ali brincando por alguns minutos só encostando o pau no meu cú e beijando minhas costas.
EU: Borá macho, podemos demorar mais não
LEANDRO: Ah, então o Dr já quer minha pica, é?
EU: Borá macho, temos que voltar.
LEANDRO: Calma, o Dr é muito bonito. Eu to com muito tesão, se eu botar eu gozo.
EU: Me fode vai.
Leandro tira minha calça com cueca e me faz deitar no banco traseiro do carro, deita em cima de mim apontando seu pau no meu cuzinho e começa a penetrar. Ele tava quase gozando e eu pra ainda mais, enrosco minhas pernas em seu quadril e o abraço, Leandro cai deitado em cima de mim me fodendo com força, como se estivesse no cio. Meu cuzinho doía pra caralho com aquele mastro duro me fodendo forte. Eu gemia feito uma puta no pau daquele moleque com sede de cú e ele então me surpreende com um baita beijo na boca, me beijando forte, Leandro acelera as estocadas e me beijando começa a gozar dentro meu cuzinho. Seu corpo desmorona sobre o meu e após alguns segundos ele fala:
LEANDRO: Gozei
EU: Percebi, agora vamos voltar.
LEANDRO: Mas e você?
EU: eu to quase gozando
Leandro então volta a me foder, metendo agora bem devagar ele parecia cansado após sua gozada, eu tiro minha blusa e Leandro então me surpreende, ele segura meu pau e começa a bater uma ali pra mim. Ver aquele moleque de 19 anos, que já havia sido pai tão novo, me fodendo após gozar e batendo uma pra mim era demais e em poucos minutos eu enchi minha barriga de porra. Eu gozo bastante sujando toda minha barriga e Leandro então continua me fodendo, eu fico ali morto por alguns segundos e ele logo fala:
LEANDRO: Calma ai que eu vou gozar de novo, geme pra mim vai.
Eu agora estava muito mais solto e já conseguia curtir aquele cacete dentro de mim, rebolando e piscando na rola do meu pedreiro eu gemia feito putinha em sua rola. Leandro então tira seu pau de dentro do meu cuzinho com aquela camisinha cheia de sua primeira gozada e joga em cima da minha barriga, batendo uma rápida punheta goza urrando também em minha barriga. Leandro estava com um misto de cansaço e satisfação visíveis em seu rosto e sorriso, Ele então se levanta, tira sua roupa e me dá sua cueca.
LEANDRO: Se limpa ai.
EU: Valeu.
Eu limpo toda a nossa porra da minha barriga e me visto, no caminho pra casa voltamos a conversar.
EU: E ai, curtiu?
LEANDRO: Tá doido, nunca tinha dado duas sem tirar de dentro rs
EU: Você mete gostoso demais cara
LEANDRO: Fala isso não se não a giromba sobe de novo e pra baixar só o Dr agora hehehehe
Trocamos números, compramos os sacos de gelo e voltamos pra casa. A Galera ainda comentou sobre a demora, mas Leandro deu uma desculpa de filas no supermercado e ficou tudo certo.
ESPERO QUE CURTAM E COMENTEM PRA QUE SABER O QUE ACHARAM E CONTINUAR COM ESSES CONTOS QUE MINHA PROFISSÃO ME DEU
terça-feira, 24 de março de 2020
sábado, 15 de fevereiro de 2020
SEXO DEPOIS DO JOGUINHO DE FUTSAL
Que partida! Depois de virar o primeiro tempo perdendo por 3x0 o meu time ainda teve fôlego pra virar e ganhamos de 4x3! Eu era o novo goleiro do time e foi justamente em mim que a equipe caiu em cima no primeiro tempo. Porra, cara, deixa de ser viado e para de levar frango! Disse o Wilson, um negão malhado capitão do time. Eu escutei isso calado após o terceiro gol, mas no segundo tempo voltei mordido e agarrei todas as bolas. Depois do quarto gol, o Wilson veio correndo pra comemorar e abraçou todo o time. Quando chegou a minha vez eu senti o seu caralho duraço debaixo do calção. "cara, ganhamos!". No vestiário, todo mundo ria de satisfação. O Wilson, pelado no chuveiro, era o mais alegre e extrovertido. Eu fiquei na minha, mas a sensação daquele pauzão duro ainda estava martelando na minha cabeça. Distraído, nem percebi quando o Wilson chegou perto e deu uma palmada na minha bunda. "aí, foi mal naquela hora que te chamei de frangueiro! Porra, no segundo tempo você agarrou tudo! Os caras chegavam e você já segurava a bola!". O Wilson estava nu ao meu lado e os outros caras da equipe estavam perto dele e vieram me dar os parabéns. Alguns estavam pelados e me davam uma tapinha na cabeça ou nas costas. O Wilson, muito sacana, percebeu que eu estava excitado. Eu tentei disfarçar, mas era tarde. "galera, o nosso goleiro está com o pau duro! Será que é de tanto agarrar bola?". Os caras caíram na risada e eu fiquei vermelho como um pimentão. Não dava mesmo para disfarçar a minha ereção. O Wilson chegou pertinho e eu senti o seu hálito quente na minha orelha agarrou firme a minha bunda e sussurrou no meu ouvido: "sabia que a sua bunda é muito gostosa?". Ao ouvir isso, percebi que os outros caras estavam olhando, resolvi arriscar. Agarrei a sua piroca me ajoelhei e comecei a mamar na rola do Wilson até que ele gritou: Hoje vai ter foda, pessoal! Os outros jogadores já chegaram mais para perto e o Wilson cedeu a vaga e foi brincar como meu rabinho, ele enfiou um dedo, dois e depois três dedos no meu cuzinho. O Carlão, nosso atacante, dono de uma pica de jegue, veio por caralho na minha boca. "engole minha vara, putinha!". Carlão metia com força o cacete na minha boca. O Wilson ajeitou o pau na portinha do meu cu e foi forçando. Eu tentei reclamar que estava doendo, mas a vara do Carlão fincada na minha garganta me impedia de falar. Os outros jogadores estavam ao redor e falavam palavrões. "fode o viadinho que ele está gostando mete com força, arregaça essa bicha". "como o cara chupa gostoso, vem cá que eu tenho uma pica pra você, bichinha". O Daniel, nosso ponta-esquerda, chegou junto do Carlão e meteu seu pau na minha boca que teve que se abrir toda para aguentar dois paus ao mesmo tempo. O Wilson mandava ver no meu cuzinho, mas a galera já estava impaciente. O Wilson então tirou o cacete de uma vez. "ploft!". O pau saiu do meu cú e eu senti um friozinho na barriga. O Wilson organizou uma fila indiana pro pessoal me enrabar enquanto o Carlão e o daniel gozavam litros e litros de porra na minha boquinha. Dois caras gozando ao mesmo tempo na minha boca foi demais! O Vítor, zagueiro, foi o próximo a me foder e o fez com vontade. Eu inclinei o máximo que pude para facilitar as estocadas do pau do Vítor. O nosso meio-campo júnior, um loirinho bem gostoso, já meteu a vara na minha boca e eu mamei aquela tora como se mama uma mamadeira. Nisso, o Vítor gozou no meu cú e eu recebi mais litros de porra quentinha dessa vez no meu rabinho. O Wilson afastou o júnior um pouquinho e pediu para o nosso zagueiro, o Ricardão, outro negão com a pica enorme, se deitar numa das esteiras do vestiário com a pica virada pra cima. Eu prontamente me sentei naquela jeba. "aí, tá me rasgando! Tira um pouco que tá doendo!". "tá doendo, viado? Pois vai doer ainda mais! ”, disse o Wilson que se ajeitou atrás de mim e foi aninhando seu cacetão no meu cuzinho já arregaçado pelo caralhão do Ricardão. Duas picas me fodiam ao mesmo tempo!
"ploc! Ploc! Ploc!". O barulho dos dois negões metendo no meu cú me deixava louco. O Erasmo e o João, nossa meia-zaga, vieram pela frente e meteram os dois cacetes na minha boca ao mesmo tempo. "engole, sua puta! Não era isso que você queria? Então toma!". Eu era fodido por quatro caralhos ao mesmo tempo, dois no rabo e dois na garganta! O Wilson e o Ricardão metiam com tanta força que eu gozei na barriga do Ricardão de tanto tesão! O Erasmo e o João soltaram litros e mais litros de leite quentinho na minha boca e eu engoli tudo! "quero mais, quero mais porra, quero mais cacete!". O Luiz e o henrique, um zagueiro e um atacante, vieram pela frente e tomaram o lugar do Erasmo e do João. Que delícia sentir aqueles dois paus dos caras na minha garganta! O Wilson gozou no meu cú e eu senti mais litros de porra dentro de mim. Rapidamente o Vítor assumiu o seu lugar e começou a martelar o meu cuzinho arregaçado. Aí o Ricardão que estava por baixo gozou um rio de porra. Foi a vez do João meter o seu cacetão cabeludo no meu cú. O henrique gozou na minha boca e eu engoli toda a porra. Cara, eu fui comido por 10 caralhos, chupei os 10 e fui comido pelos 10, sofri com 4 dps e 2 tps no rabo e pelo menos 5 dps na boca! No final mamei todas as varas até os caras gozarem e tomar todo leitinho deixei o Wilson por último para fechar com chave de ouro! Saí do vestiário completamente arregaçado, com o meu cuzinho todo machucado e minha mandíbula dolorida, mas feliz! Não vejo a hora de repetir essa experiência com mais machos!
SEXO E FUTEBOL, TREOEI MUITO
*ADORO FUTEBOL*
Adoro jogar bola, porém os caras não sabem das minhas preferências sexuais, em campo mantenho minha postura e tenho respeito da galera, seguro bem a onda, tanto que evito até o vestiário para não ser flagrado secando os caras tomando e saindo do banho. Porém dia desses disputei uma partida com um sujeito que aqui vou chamar de Marcílio, o cara é muito bonito: loirinho, cabelos curtos, dentes perfeitos, olhos verdes, corpo legal, alto, peludo e com um belo par de coxas e é cínico e debochado e nos últimos tempos como tem deixado a barba por fazer está com cara mais de homem. Mas é um mala, briga durante a partida com os parceiros, pensa que é melhor que Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Zidane e sempre arruma uma confusão. Ficamos em times opostos e como já falei procuro jogar sério, não sou o melhor mas não deixo ninguém levar onda comigo e o cara durante a partida veio na provocação, na zoeira, durante um lance dei uma solada mais forte e o tempo fechou. Ele ficou todo nervosinho (como de hábito) e partiu pros xingamentos, respondi e a turma interveio para evitar o pior. Para acalmar saí do jogo e fui tomar umas cervejas. Com o final do jogo a turma começou a se despedir para ir embora, decidi ir no vestiário tomar um banho e relaxar um pouco. Logo percebi que alguém também estava tomando banho, fiquei gelado quando percebi o dorso do Marcílio. Fiquei maluco com a água caindo nele, a bundinha branquinha. Fiquei cheio de tesão. Minha paralisia fez o sujeito perceber minha presença, ele se virou e fiquei sem jeito, balbuciando um pedido de desculpa. O cara nem deu bola. Mas em vez de sair dali fiquei parado e ele se ligou no lance. Quando se virou já com cara de poucos amigos, vi seu nu frontal. Fiquei maravilhado com a piça. Mesmo meio mole, percebi que era grande e aquela cabeça vermelha parecia me hipnotizar. Claro que ele logo sacou e abriu então um sorriso cínico perguntando se eu tava querendo ajudá-lo a tomar banho. Foi minha felicidade, não poderia recusar o convite. Fui me aproximando aos poucos e tirando a camiseta e calção suados para entrar na água. Tirei das mãos dele o sabonete e passei pelo tórax dele, rimos, toquei meus lábios no dele e trocamos um beijo maravilhoso. Fui descendo aos poucos explorando seu corpo com a boca, o peito cabeludo e cheiroso, os mamilos, abaixei e então cheguei aonde queria: naquele pinto grande e grosso. O bicho tava tão duro que a chapeleta estava empinada, a toquei com a boca e fui enfiando aos poucos. Quase engasguei quando ele empurrou minha cabeça fazendo engolir toda a jeba e dizendo que assim que gostava que suas putas lhe chupassem. Paguei um boquete gostoso e ainda chupei os bagos do macho que mandou eu parar porque ainda me daria o que eu merecia pelo lance do jogo. Ele me ergueu e foi a vez dele se abaixar e tocar com a boca meu pau (que não é tão grande quanto dele mas é grosso), ele chupou legal e eu quase esporei. Mas ele tinha outros planos, mandou eu encostar contra a parede. Que delícia, teria minha recompensa. Foi abrindo minhas nádegas dizendo que ali já havia entrado muita rola. Quando dei por mim senti sua língua áspera no meu anelzinho que piscava de tanto tesão. Senti depois um dedo laceando o buraco. Senti sua boca no meu ouvido dizendo para eu relaxar e que ele adorava um cu. Fui a loucura e mesmo sem um preservativo naquele momento permiti que ele me penetrasse. O macho encostou a cabeça da rola no meu rego e passou a esfregar e eu enlouqueci pedindo para ser penetrado, para ser a puta dele. Finalmente tive minha recompensa quando ele deu um empurrão e a cabeçorra foi entrando em mim. A dor foi lacinante e eu pedi para ele parar. O cara riu e falou que eu teria o que merecia e passou a enfiar devagar e fundo. Fui sentindo prazer aos poucos quando me acostumei com o tamanho do caralho e passei a sentir prazer com as estocadas firmes . Ele me chamava de negão viado e eu não tava nem aí. Soltei gritinhos e rebolei naquele pinto grande e grosso. Levei tapas no lombo e passei a me masturbar enquanto ele me comia com firmeza. Gozamos quase juntos. Ele ainda me elogiu dizendo que meu rabinho era melhor que o da noiva dele que não gostava muito de liberar para ele. Fiquei feliz e para completar ajudei ele a limpar o caralho e tomei uma esguichada do leite do macho no rosto. A partir de então minha marcação homem a homem em cima dele ficou muito mais deliciosa...
LUA DE MEL E SEXO COM AMIGO DO TRABALHO
*Lua de mel com amigo do trabalho*
Sou casado a mais dez anos e tenho 38 e sou representante comercial em um laboratório farmacêutico.
Como já estou casado a muito tempo, a vida sexual também não é lá essas coisas, é uma por semana no muito, agora quando saimos com os nossos amigos até voltamos mais animadinhos eu e minha mulher e pode rolar também.
Lá no laboratório tenho muitos colegas de trabalho, as vezes ficamos mais próximos. Quando enchemos o saco alguns pedem transferencia e vão para outras unidades.
A cinco anos atrás foi contratado um camarada chamado Romulo, um cara muito espirituoso, inteligente, pinta e muito simpático.
Ele foi um dos que não ficou na nossa unidade. Voltamos a encontrar nos treinamentos e avaliações que passamos semestralmente aqui na multi.
Eu venho me dando bem ao longo dos anos por aqui, já sou até chefe adjunto, embora não mande nada, mas tenho lá alguns privilégios.
Estamos nos preparando para lançar no mercado alguns produtos novos, quando isso acontece tem um esforço de todos.
Nos dividimos e vamos para todos os grotões do interior do Estado.
Este trabalho é feito em duplas e eu como chefe posso escolher quem vai viajar comigo.
Nos meus encontros atuais com este amigo Romulo, ele me andou contanto sobre sua vida afetiva.
Filho pequeno no interior e se separando da atual mulher e já tem uma amante.
Rimos, porque ele faz tudo ficar engraçado, mesmo sendo trágico.
Ele é muito sedutor e faz maior sucesso com a mulherada do laboratório. Ele é um moreno de corpão, deve ter 1,78m e pesar 76kg, corpo atletico, cabelos pretos e 36 anos. Tem um olhar penetrante, uma boca carnuda e um queixo quadrado. Anda muito bem vestido, de calça e camisa social.
Agora, eu sou bem normalzão, quase sem graça nenhuma, sou magro, peso 74kg, tenho 1,81m, branco, calvo e cabelos pretos e lisos e poucos pelos, uma pequena barriguinha, faço caminhadas 3 vezes por semana e já me dou por satisfeito.
A temporada de viagens é muito apertada, pois ficamos no mínimo duas semanas longe de casa, visitamos todos médicos, clinicas, unidades rurais e medicos de programa de familia.
Na segunda feira, pegamos o carro eu e o Romulo, colocamos nossas malas e todas as amostras gratis que iriamos trabalhar e fomos pra uma cidade polo que fica a 8 horas de carro.
Ele ficava com uma conversa sedutora comigo o tempo todo, perguntei tá treinando chavecar comigo, é isso?
Ele respondia ,nada, tô querendo é te comer mesmo...e assim foi , muitas piadinhas e brincadeiras durante a viagem.
Na primeira parada para mijar ele foi do meu lado do coxo e ficou exibindo o pinto pra mim e falando palhaçada.
Agora, não é que a pistola do cara é bonita mesmo, morena, cabeça roxa bem formada e grossa.
Continuamos e chegamos por volta das 16 horas e conseguimos atender 2 medicos, sendo o último na casa dele já no inicio da noite.
Depois fomos pro hotel, tomarmos banho, ele já foi logo ficando peladão, ai eu vi aquele corpão todo, pelos nas pernas e peito, ombros largos, peitoral peludo de fios lisos e pretos, coxas grossas, uma bunda que deve dar inveja num tantão de mulheres e aquele piru, grosso, bonito, imponente.
Fiquei incomodado com aquele homem nu na minha frente fui pro banho, sem entender direito o que passava na minha cabeça, misto de medo e tesão.
Sempre tive uma curiosidade nas historias sexuais dos amigos, gosto de ouvir, mas nunca tive nenhuma experiencia sexual com alguém do mesmo sexo.
Quando sai da ducha o viado tava ainda de cueca na cama e com a mão dentro da cueca, quando tirou tava visivel o volume, falei, vamos lá rapaz, senão não acharemos nada...ele respondeu: sei de uma churrascaria logo ali na esquina.
Fomos lá, tomamos umas cervejinhas e não demoramos muito para retormarmos pro quarto, porque estavamos muito cansado.
Mas isso, não impediu que ele fizesse uma das suas palhaçadas e a brincadeira que queria me comer.
No dia seguinte conseguimos muitas visitas , acabamos até um pouco mais cedo, fomos pro hotel, tomar banho e depois ir jantar.
Resolvi ficar pelado também desta vez e ele fez uma brincadeira, falando da minha bunda branquinha.
Brinquei também e falei, olha meu pau aqui , rapaz....que tem 17 cm quando duro, reto e cabeça rosada.
Fomos pra churrascaria que tava mais animada que na noite anterior e bebemos mais também que na noite passada.
A viagem transcorria bem e estavamos nos sentido bem, afinal também saimos da rotina da cidade grande , não é nada mal.
Retornamos pro quarto, na mesma hora da noite anterior, só que mais alegres e descansados , ligamos a tv e ele já foi ficando de cueca e deitou na cama ao lado da minha, que só era separadas por uma pequena mesa bem leve.
Ele falou que ia dormir peladão, perguntou o que eu achava, disse que eu dormia de cueca ou de short de pijamas.
Ele ficou insistindo no assunto pra eu dormir nu também, eu perguntei que papo de boiola é esse? e brincava com ele e o chamava de metrossexual.
Ele respondeu porque quero te comer, eu ri e respondi sem pensar, só se eu te comer primeiro, ele falou topo.
Falei que isso homem,? foi só brincadeira, somos macho, não vai rolar...não é que ele ficou peladão , já de pau duro, que quando vi, fiquei impressionado, com a beleza daquela ferramenta, grossa, calibrada e já vindo pra cima de mim.
Eu de cuecas , tentando acabar com aquela brincadeira , mas sem resultado, foi me abraçando e encostando aquele mastro em mim, eu de cuecas imóvel, sem reação, atônito e tonto.
Senti seu peito peludo me encostando, seus braços me enroscando e seu rosto roçando o meu.
Começou beijando meu pescoço, depois embaixo do maxilar e sua barba crescendo roçando também na minha face e seus lábios procurando os meus para beijar, tentei fugir, mas em vão.
Estava dominado pelo tesão homossexual irresistivel.
Meu pau duro dentro da cueca , começou a sair e encostar no dele, suas mãos começaram a se movimentar, passado na minha bunda, enfiando por dentro da minha cueca e começando abaixá-lá, pôs meu pau pra fora da cueca e espremeram um no outro.
Estava entregue, aos beijos, que me deixaram de pernas bambas, ao tesão de um cacete junto um do outro.
Ele foi me conduzindo pra minha cama, eu de costas pra cama, fui caindo com ele em cima, sem falarmos, só gemidos e tentativas em vão de não continuar naquela situação.
Me dei por vencido e acabei de descer minha cueca e o abracei forte também.
Ficamos atravessados na cama, com os pés no chão um bom tempo, só nos beijos, até que ele começou a morder meu pescoço e de repente, levantou meus braços e meteu a língua no meu sovaco, arrepiei, sua barba arranhando, meu suvaco...fiquei louco, com a maestria com que ele fazia as coisas.
Chupou meus mamilos, beijava minha barriga e eu só conseguia a gemer, meu pau tava melado como não ficava a muito tempo.
Mordiscou meu umbigo e depois cheirou meus pentelhos e meteu meu pau na boca...urrei, não aguentei, era um tesão demasiado parecia que ia gozar o tempo todo.
Ele chupou com calma, enérgico , mordia de leve o corpo do meu pau, passava a língua na cabeça suavimente, ele era um eximio profissional do sexo ...risos.
Levantou-se de cima de mim e levantou minha pernas, fiquei com meu rabo vunerável para aquele camarada, que meteu a língua no meu cu...gritei, ai, ai, ai...uma sensação que jamais tinha sentido, abria minha pernas e metia a língua lá dentro do meu cu.
Não tinha força pra muita coisa e o gozo não vinha, só a sensação inacabada do gozo imediato.
Depois disso tudo ele falou , faça agora comigo tudo que fiz com você...comecei lambendo seus peitos, passei a lingua com uma vontade louca, cheirei o subaco dele e achei o aroma muito bom, mordi debaixo do seus braços, lambia a lateral do seu corpão, cheguei na região da pistola, era como um imã, a cabeça da ceceta dele atraia minha boca.
Descontrolei quando meti minha boca naquele cacete, tinha um gosto delicioso, nem respirava direito, ele gemia também e ria junto aos gemidos.
Eu não queria tirar minha boca daquela pistolona, que soltava uma babinha oleosa e salgadinha e eu engolia tudo.
De repente ele , segurou minha cabeça e pediu pra parar. Parei. Ele me puxou pra cima da cama e começamos a nos beijar de novo, isso trocando todos os fluidos que experimentamos um do outro.
Deitei em cima dele e seu pau foi para o meio das minhas pernas, era gostoso, quente, diferente, ter no meio das coxas uma pistola que não era a sua.
A sensação prolongada de gozo não passava, ele já dizia que estava em ponto de bala e disse que queria me enrabar.
Enfiando o dedos no meu cu e eu também procurando o cu dele. Nem acreditava que tava beijando o cara e ainda por cima com o dedo no cu dele.
Eu ainda sem confiar nele, disse que só se eu fosse primeiro, ele falou então, venha e me fode, quero dar pra você.
Perguntei você já fez isso antes , ele respondeu lógico, desarmei com a coragem e a sinceridade dele, eu bobalhão, nunca tive uma experiencia dessas.
Tomei a iniciativa e o coloquei de bruços, o qual ele aceitou plenamente, sem nenhuma resistencia e perguntou sabe o que fazer?...rindo, eu disse sim, ai lambi aquele cuzinho, da bunda masculina mais gostosa que eu conhecia.
Senti o cheiro do seu anus, os pelos de seu rabo na boca, era tudo novo para mim. Ele foi gemendo e dizendo, lambe mais, deixa bem molhado meu cu, vai...eu entendi , fiz o que ele pediu e levantei e mirei a cabeça do meu pau direto naquele cu.
Ainda sem acreditar, no que estava acontecendo, sentiu uma pressão na cabeça, que ainda estava longe da portinha.
A bunda era daquelas que o cuzinho ficava longe. Insisti e cheguei na portinha, ai que sensação maravilhosa, cutuquei mais, forcei mais e seus gemidos aumentaram e os meus também, pois estava passando da entrada, a cabeça do meu pau tava penetrando para onde parecia ser um paraiso do gozo.
Não resisti muito o gozo veio logo, não era uma ejaculação precose e sim uma explosão que estava guardada a muito tempo.
Quase desfaleci depois do gozo, sem que meu pau entrasse todo nele.
Sai de cima dele, ele virou passou a mão no rego e já me gozando, pô Alvaro esporrou na minha bunda...risos...eu ainda saindo daquele esta de extase. Ele foi falando que agora era a vez dele.
Deitou em cima de mim de frente e foi me beijando...depois abaixou de repente e levantou minha pernas, e lambeu meu cu novamente...
Deixou-o bem molhado e foi falando pra eu aguentar, foi me dizendo como deveria fazer, ficou com a cabeça da caceta apontada na portinha do meu cu, e pondo pressão...disse, força pra fora , fazia o que ele falava a cabeçona entrou na portinha...foi uma dor du caralho, pensei que fosse cagar todo...falei com ele pára, pára, pára...ele respondeu calma, segura a onda que passa, tô paradinho, sem fazer nenhum movimento...e tava mesmo, mas só que tinha uma pressão enorme querendo entrar no meu rabo.
Passou uns instante o tesão foi cedendo e ele conseguiu enviar mais...e junto os beijos, muito beijos, ele realmente tinha a manha. Quando vi, estava totalmente envolvido por ele, seus braços que passanvam por baixo dos meus, sua boca junto da minha e seu pau todo dentro de mim.
Começou os movimento bem devagar, sentia aquele atrito forte do seu cacete dentro do meu cu, só gemidos abafados pelos beijos, até que ele começa a gritar meu nome, repetindo ah, Alvaro , ah Alvaro ...e da aquela última estocada, liberando toda sua porra dentro do meu cu.
Começamos a desfazer a posição que estavamos, ficamos ainda mais um tempo encostados e deitados na mesma cama.
Ele me fez um carinho e mudou de cama, levantei e fui pro chuveiro, fiquei só pensando naquilo tudo que tinha rolado.
Quando sai do chuveiro ele já estava dormindo, tranquilo.
Acordamos pela manhã e ele foi me dando bom dia e tentando ser carinhoso comigo, aceitei o carinho. Me pareceu que ele estava bem, sem muito pudor com o acontecido. Começou tirando sarro da minha cara, falando que alguém tinha perdido o cabacinho pra ele...não tive como ficar puto, o cara era muito do bem, vi que queria me confortar...sabia que poderia estar passando por um momento dificil, afinal.
Trabalhamos normal, eu confesso que estava um pouco aéreo ainda, ele procurou cobrir qualquer vacilo que eu dava.
Me deixava bem seguro, quis dirigir a maior parte do tempo, me deixava a vontade.
Chegamos a noite no quarto para o banho, eu tava com muito medo, não sabia o que poderia acontecer.
Ele chegou pra mim e me abraçou, falou no meu ouvido, cara, te curto demais...vi que não escaparia de novos acontecimentos, porque logo logo acendeu meu tesão.
Falou vamos tomar banho juntos, foi me puxando para o box, abriu o chuveiro e deixou a água cair sobre mim, começou me dando um banho, tava extremamente gentil, passou xampu nos meus cabelos, de uma forma muito carinhosa, depois foi pegando o sabonete e passando por todo meu corpo e passando a mão e massageando minha costas, braços e pernas.
Lavou meu pau e bolas com muito cuidado, tava ficando excitado, depois passou a mão no meu rêgo e meteu o dedo no meu rêgo, passando sabonete no meu cuzinho e eu deixei, ele fazer o que queria, me senti como uma criança.
Me beijou, abracei-o durante o beijo, nossos paus juntos e a água caindo sobre nós.
Acabou o banho, os dois sem gozar, vestimos nossas roupas e fomos pra uma pizzaria, comemos e voltamos pro quarto.
Chegamos ja na porta ele pondo a mão nos meus ombros, num gesto de carinho e disse, vamos dormir juntos.
Removemos a mesinha , juntamos as camas, ligamos a tv , tiramos as roupas e nos abraçamos e beijamos.
Reconheci que estava gostando muito daquela situação, nem imaginava quanto. Sentia também um pouco de culpa, mas o tesão a removia.
Tivemos que combinar uma folga pra ele me comer naquela mesma noite, disse que tava um pouco dolorido, mas que queria comer ele...ele concordou e disse te como pela manhã, pode ser? Não tinha como recusar a proposta e o comi gostoso de novo e depois o mamei até ele gozar em recompensa.
Logo cedo ele já veio me cutucando, me beijando e dizendo que tava morrendo de tesão, que pela manhã é quando tinha mais tesão.
Eu ainda tava com sono, ele deitou em cima de mim, amaciou meu cuzinho e me penetrou.
Passamos toda a viagem nesta situação, na segunda semana ficou ainda mais confortavel porque mudamos de cidade e o hotel que ficamos tinha uma cama de casal e outra de solteiro. Sem duvida que ocupamos a de casal.
Metemos todas as noites, sendo que eu o comia mais de noite e ele me comia pela manhã.
Foi como uma lua de mel.
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