quinta-feira, 29 de agosto de 2013

TRANSEI COM O VIGILANTE, COMI, DEI E BEIJEI POR R$ 100,00

Na verdade esse não é um conto do autor do blog "Contos de Banana" e é real, essa história realmente aconteceu. Na verdade a história é de um amigo que me contou, o nome dele é Marcone, ele é o vigilante da empresa que eu trabalho. Ele é um moreno, cara de macho bem rustico, grandão, tem seus 35 anos, e apesar da simplicidade financeira se veste muito, alias, tem um corpo bem gostoso, moreno jambo, 180m em uns 82kg, pernas e braços morenos um tanto fortes, mas vamos ao conto.

Sempre na minha hora de almoço ele está lá conversando com a galera, de mesa em mesa, é um cara bem conversador. 

Hoje seu supervisor, Sandro, um cara bem maior que ele (depois eu conto uma historia do chefe da segurança) resolveu sentar na mesma mesa que eu, conversamos sobre algumas coisas e esse vigilante veio sentar conosco na mesa. Conversávamos sobre muita coisa até que Matias, o chefe disse que tava muito estressado e sem pensar soltou a seguinte frase:

_To muito puta com esse trabalho, preciso relaxar, to já levando Marcone para comer o cusinho dele mais tarde num motel.

Fiquei pensativo na frase solta assim, como se eles não fossem casados e até o momento pra mim, héteros. Mas, cai na risada, levando o assunto como brincadeira de amigos de trabalho. Então, Marcone, sério olhou pra mim e disse:

"Com Matias não, mas comigo não tem problema pra fuder com macho!"

...e começou a contar:

“Um certo sábado, eu estava desempregado e louco pra tomar uma cervejinha, fui andando pelo centro da cidade e parei num quiosque, sentei, como quem não queria nada, sentei num bar de um amigo e fiquei observando todos, muita gente se divertindo, quando percebi tinha um cara me chamando, era um bichinha, tipo aquelas afeminadas que a gente vê pelas ruas, aceitei o convite e sentei na mesa, tomamos umas 3 cervejas quando o cara me disse na bucha, gostei muito de você, você aceita R$ 30,00 pra a gente ir pra uma pousada aqui no centro e você me comer? Claro que aceitei o convite, estava liso e ainda ia dá uma gozada. Ele pagou a conta e seguimos para o local mais discreto. Assim que chegamos o cara, trancou a porta e caiu de boca no meu cacete...”

Nisso, ele estava me contando e eu de cacete duro sem ele perceber... E ele continuou:

“O cara sabia chupar um pau como nenhuma mulher tinha me chupado antes, quase gozei na boca dele, quando ia gozar ele percebeu e parou, me jogou em cima da cama, tirou a roupa e foi tirando minha calça, continuou me chupando e quando menos esperei ele colocou uma camisinha no meu cacete e sentou, cavalgou como um louco, um cusinho quentinho, apertado e eu já tava me deliciando, quando ele me pediu pra fudê-lo de frango assado, depois de quatro e enfim gozei na sua boca...”

Enquanto ele contava eu me acabava pois eu queria sentir aquele cafuçu me comendo também.
E quando eu pensei que a história iria terminar, aquele macho que eu pensava que era um macho de verdade tive uma grande surpresa.

“Quando eu gozei na cara daquele safado, depois de “afolosar” aquele cusão, eu saio da cama e foi tomar banho, afinal, já não estava mais liso. Quando tava tomando banho, peladinho no banheiro do bordel o cara me faz outra proposta:

_Eu dobro o cachê para comer seu cusinho, aceita?”

E ai eu fiquei louco com aquele macho me contando essas loucuras e eu com o cacetão duro sem ele perceber...

“...Quando ele me ofereceu mais R$ 30, pelo meu cu não pensei duas vezes e disse: Pode comer, passa a grana... e o cara disse: Então vamos fechar nos R$ 100,00 e eu beijo sua boca e eu disse que tava fechado. Nisso o cara deu um salto da cama e veio tomar banho comigo, nos beijamos muito e ele então me fudeu, perdi meu cabaço para aquele viado. Trepamos mais umas três vezes até que fui pra casa com R$ 100,00 no bolso.”


Tive que esperar um bom tempo na mesa pra ele não perceber que eu estava de pau duro. Desde esse dia eu to esperando uma oportunidade de marcar alguma coisa com ele e saber o verdadeiro sabor daquele macho safado.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O VIGIA VELHO COMEU MEU CU NA OFICINA


GRUPO DE WHATSAPP DO BLOG:
O grupo tem como nome AULA DE HISTÓRIA para não chamar atenção. Quem quiser contar sua história no Blog pode enviar para o Administrador. 

Conto adaptado de uma história real.

Isso acontece no inicio desse ano...Era uma noite. Lá pelas 21:00 horas eu já estava de saco cheio de ficar em casa, como estou sem carro, resolvi dar uma volta a pé e encontrar um boteco pra comprar algumas latas de cerveja. Como a região onde estou é um pouco afastada da região central da cidade, e é um lugar onde há várias empresas, portanto o movimento de pessoas é muito fraco, resolvi ir de short de nylon, chinelo e camiseta, justamente pra não chamar a atenção de bandidos. Nem cueca eu coloquei, visto que já há um tecido que faz as vezes da cueca nesse tipo de short. Fui andando por uma avenida e passei em frente a várias empresas. Foi quando lá na frente notei que o Sr. de aproximadamente 45 a 50 anos, um pouco grisalho, NEGRO, alto, com um pacotão, empurrava um carro. Me prontifiquei a ajudá-lo e empurramos o carro para dentro de uma oficina mecânica, que naquele horário estava fechada.

O Sr. Valter ficou muito agradecido. Disse que estava há uns dez minutos empurrando o carro e ninguém parou para ajudá-lo. Enquanto me despedia, tentado sair logo dali pra comprar uma cervejinha, conversamos um pouco. Ele é vigia na oficina e seu carro deu problema quando estava chegando ao local de trabalho. Perguntou meu nome, onde moro e essas coisas. Quando estava me despedindo e saindo, dizendo que precisava achar um lugar pra comprar umas latinhas de cerveja, o Sr. Valter disse que era aniversário dele naquele dia e que por isso ele havia comprar duas embalagens de latas de cerveja pra tomar durante a noite, que inclusive o vigia da oficina ao lado ia ajudá-lo a tomar. Me convidou e fez questão de que tomasse algumas latinhas com ele, pelo menos até seu amigo chegar. Fiquei sem graça de recusar e como não tinha nada pra fazer em casa aceitei o convite.

Nós entramos para um barracão onde há uma tv, uma mesa com três cadeiras, uma cama de solteiro, um fogão, uma geladeira pequena e um banheiro. O lugar estava sujo, encardido. Abrimos a primeira lata e fomos bebendo e conversando fiado, sobre futebol, política, mulheres e finalmente sexo. O Valter é casado, tem três filhos adultos, tem 48 anos e sua esposa tem 47. Ele disse que tem lenha pra queimar, mas sua esposa já não é mais a mesma, se recusando a fazer sexo com ele na maioria das vezes. Disse que nem se lembrava quando foi a última vez que a comeu. A bebida e aquele papo já estavam me matando de tesão. Como não usava cueca por baixo do short meu pau formou um enorme volume. Precisei me levantar pra ir ao banheiro e notei que o Valter esbugalhou os olhos quando viu o volume em meu short. Eu sorri e, como já estávamos íntimos e fazendo piadinhas um com o outro, eu disse que o papo e a vontade de mijar tinham me deixado de pau duro e que como ele é um velho brocha, nem assim o pau dele endurecia. E caí na gargalhada. Ele ficou brincando dizendo que não é brocha, que fode mais que qualquer novinho como eu, que tem mais experiência e etc.

Na volta do banheiro, quando passava ao seu lado, ele me olhou e sorrindo, em tom de brincadeira, encheu a mão em minha bunda dizendo que ia mostrar quem é brocha. Fui pego de surpresa e dei um pulo pra frente. Me virei e olhando pra ele e sorrindo eu disse "ah vélho safado" e caí na gargalhada. Ele depois que tocou minha bunda pediu mil desculpas, que ele ia dar só uma palmadinha, mas como eu andei ele não alcançou minha bunda para dar um tapa e teve que esticar o braço para alcançá-la, daí ele se desequilibrou e teve que agarrar em algo pra não cair para a frente e que segurou na minha bunda. Eu disse que não tinha problema nenhum, que isso acontece e tal. Vendo que eu não tinha apelado ele perguntou se eu estava de cueca, porque sua mão entrou fácil no meio da minha bunda. E entrou mesmo, senti três dedos dele deslizarem para dentro do meu rego. Eu disse que não estava de cueca já que o short tem um tecido que faz as vezes desta. Ele perguntou se o short não incomodava entrando no rego e eu disse: "eu nem sinto, ele ta no rego agora?". Me levantei e fiquei de costas pra ele e olhei por cima do ombro. O Valter sorriu e ficou olhando minha bunda. Ele disse que o short estava enfiado na minha bunda. Puxei o short de dentro e ia me sentar quando ouvi ele dizer que eu tenho uma bunda grande e dura. Novamente fiquei de costas pra ele e perguntei: "você acha mesmo? Não acho que seja grande não!". Inclinei meu corpo um pouco pra frente, fazendo com que minha bunda se empinasse, e fui descendo a parte de trás do short. Deixei minha bunda toda de fora olhei por cima do ombro. O Valter alisava sua rola e admirava minha bunda. Fui andando de costas em sua direção, ficando a uns 20cm de seu rosto. O Valter agarrou minhas nádegas com ambas as mãos e as abriu. Olhou meu cuzinho, passou um dos dedos na entrada e deu uma cuspida nele, sentia a saliva escorrer pela entrada do meu furico indo em direção ao meu saco. Então ele meteu a língua no meu cu, me fazendo soltar um gemido. Seu bigode arranhava minha bunda, sua língua deslisava pela entrada do meu cu que piscava enquanto eu rebolava na cara do puto. eu levei umas das mãos pra trás e alcancei a nuca do Valter, empurrando seu rosto na minha bunda, quase sufocando o velho. Eu sentia sua língua no cu e o mesmo todo babado. Eu gemia e rebolava na cara do Valter pedindo, suplicando pra ele lamber meu cu. "Vai safado, mete a língua no meu cuzinho, chupa esse cu que você vai foder". Eu rebolava e gemia como uma puta. O Valter grunhia com a cara enterrada no meu rabo. Ele levou uma das mão à frente, passando por entre minhas pernas e começou a alisar meu saco e meu pau que estava duríssimo, me levando à loucura. Aí sim me descontrolei e comecei a gritar, a gemer e a apertar ainda mais seu rosto contra meu cu. Tirei minha camiseta e depois me abaixei, sem flexionar os joelhos, e tirei o short. Na posição que fiquei meu cu ficou ainda mais escancarado e a língua do Valter ia mais fundo ainda. Me virei de frente para o Valter que agarrou meu pau e o enfiou todo na boca. Ele enfiava e tirava meu pau da boca com muita sofreguidão. Seu bigode arranhava minha pica. Olhava de cima e via meu pau sumir naquela boca gulosa, se esconder atrás daquele bigodão branco. Novamente ele enfiou uma mão por entre minhas pernas e foi colocando-a entre minhas nádegas até alcançar meu cuzinho. Ele ficou bolinando meu cu com um dedo até introduzí-lo no meu cuzinho. Eu soltei um gemido quando senti aquele dedo áspero e grosso me invadir. Ele enfiava e tirava o dedo arrancando gemidos de mim. Eu rebolava enquanto tinha a pica chupada e um dedo no cu. Não me agunetei de tesão a pós alguns minutos avisei que ia gozar. No entando o Valter continuou mamando. Quando meu pau começou a pulsar eu o arranquei da boca do Valter e gozei em seu rosto. Ele recebeu meu gozo de boca aberta e com a língua pra fora. Melei seu rosto. Seu bigode estava cheio de porra. Nem permiti que o Valter se limpasse, fiquei de joelhos em sua frente a baixei sua calça junto com a cueca. Que pau enorme foi o que vi. Grande, grosso, cheio de veias, com alguns pêlos brancos, é um pau branco com a cabeça enorme e rosada. Me pus a mamar aquele caralho. O Valter se contorcia na cadeira enquanto eu engolia seu cacete. Ele segurava minha cabeça e forçava pra eu engolir cada vez mais seu caralho que já estava todo babado, com baba escorrendo pelo saco e caindo no chão. Fiquei meio de lado e de quatro de forma que o Valter pudesse alcançar meu cu enquanto eu o mamava. Ele dava tapas em minha bunda, enfiava do dedo no meu cuzinho rosado. O Valter começou a gemer dizendo que ia gozar. Então eu parei com o boquete e disse que era pra ele gozar no meu cu. O pau do Valter é enorme e muito grosso, era um desafio pra mim, eu tinha que agasalhar aquele pau no meu cu. Me levantei e fiquei de costas pra o Valter, que estava sentado na cadeira,e comecei a sentar em seu pau que estava lubrificado apenas com o melado de baba. Vi que doeria muito então escancarei o cu e disse pro Valter cuspir nele. o Velho tarado o fez e eu tentei novamente, contudo continuava a doer muito. Foi então que o Valter se levantou e foi até o fogão, onde havia um pote de manteiga. Ele lambuzou seu pau de manteiga, lambuzou mesmo e ainda veio com outro tanto na mão. ele passou na entrada do meu furico e introduziu um dedo lambuzado pra dentro do meu rabicó, deixando-o meladinho. Então eu deitei o tronco sobre a mesinha, ficando com o rabo levantado, o Valter veio e encostou o pau na entrada do meu cu e vagarosamente foi enfiando o pau. Como doeu! Sentia aquela pica arrombar meu cu, rasgar minhs pregas, escancarar meu rabo. Senti cada cm de pau entrar no meu cu. O Valter metia e parava. 


Depois que eu relaxava ele voltava a meter. Foi um alívio quando senti seus pentelhos encostarem na minha bunda. Sorri por saber que tinha agasalhado aquele caralho no meu cuzinho apertado. Aos poucos o Valter ia metendo e tirando o pau e eu ia me soltando, rebolando, gemendo, piscando o cu com seu pau dentro. Passado algum tempo eu já gemia alto, pedindo pica: "vai seu velho safado, come o cuzinho da sua putinha, fode meu rabo com esse caralho enorme!". Eu dizia isso e o Valter ficava louco, metia sem dó fazendo meu corpo balançar, empurrando a mesa pra frente. Ao lado da mesa havia um espelho por onde eu observava a cara de prazer que o Valter fazia a cada estocada que dava no meu cu. Ele arqueava o corpo pra frente, abria a boca e fazia cara de prazer. Aquele garanhão arfava na minha nuca, dava tapas na minha bunda que já ardia e estava vermelha de tanto levar tapa. Ele apertava meu rabo e enfiava o caralho no meu cu, me chamava de putinha safada, dizia que meu cu é gostoso. Eu me abracei à mesa devido à violência com que o Valter enterrava a pica no meu cu, fazendo um barulho estrondoso de nossos gemidos e das metidas dele no meu cu. Quando ele diminuiu o rítmo eu levei as duas mãos ao meu rabo e abri a bunda dizendo: "olha caralho o que você ta fazendo com meu cu, ta fodendo o cu da sua putinha safado, mete nesse cuzinho guloso". Mandei ele tirar o pau do meu cu e abri a bunda dizendo: "olha seu puto, você arrombou meu cu, olha o cu da sua puta seu pirocudo". Ele novamente pôs o pau pra dentro e fodeu meu cuzinho com força. O Valter começou a meter mais rápido, forte e fundo. Ele se põs a gemer, quase gritar, senti seu pau pulsando. Então ele segurou minha cintura e empurrou o pau todo pra dentro, lá no fundo do meu cuzinho e ficou parado. Seu pau inchou e começou a soltar porra no meu buraquinho. Aquele líquido quente invadiu meu rabo. O puto safado depois de gozar tirou o pau de uma vez do meu cu, deixando um vazio. Meu cu estava arrombado, completamente aberto por aquela pica enorme. Junto com seu pau começou a escorrer porra do meu cu. 

O Valter lavou seu pau no banheiro e disse que se eu quisesse poderia me banhar. Contudo me recusei e fiquei nu no barracão tomando cerveja. Tomamos mais duas latas e foi quando ouvimos alguém chamar no portão, já era mais ou menos 23:40 horas. 

O Valter foi à janela e viu seu amigo, que ia tomar uma cervejinha com ele em comemoração ao seu níver. Me levantei para me vestir e o Valter disse que se quisesse poderia ficar como estava, pelado, pois seu amigo também ama comer o cu de um viadinho como eu. Fiquei ofendido e cheio de tesão ao mesmo tempo. Me levantei e fui à janela olhar. Era um rapas jovem, moreno, magro. O Valter foi abrir o portão. Eu me direcionei à cama que havia no barracão e me coloquei de quatro, encostando o rosto no colchão e ficando com o cu pra cima. Meu cu ainda estava melado de porra do Valter, tinha porra lá dentro ainda. 

Quando o Valter e o rapas, Igor, entraram, o Valter sorriu: "Você é uma putinha mesmo hein Heberth", notei o espanto no olhar do Igor. Então eu disse: "O Valter disse que você gosta de comer o cu de uma putinha. Vem ver o que esse pirocudo fez no meu cu, aproveite e meta nele também!". Sorri e balancei a bunda, como uma cachorrinha abana o rabo. O Igor olhou pro Valter que sorriu e veio pra cima de mim. O Igor não quis nem saber, foi tirando a pica pra fora e enfiando no meu cuzinho melado de porra. Ele socou tudo de uma vez, me fazendo gritar de dor, eu pedia pra ele parar mas ele metia cada vez mais, tentei relaxar ao máximo meu cu, mas estava doendo, ele subiu na cama e enterrou a vara no meu rabo metendo forte e fundo. Eu gemia, gritava pedindo pra parar, mas isso parece que o excitava, pois ele metia mais e mais. O Valter disse que eu estava gritando muito, se sentou na cama e começou a alisar minha cabeça enquanto o Igor comia meu cu. 

O Valter colocou o pau que novamente estava duro pra fora da calça e eu o mamei, meus gemidos agora eram abafado pela rola dura do Valter em minha boca. Que delícia, meu tesão aumentou, eu já pedia pro Igor meter no meu cu, me foder feito uma puta. Meu cu pegava fogo, Me pus a rebolar e olhar pra trás fazendo caras e bocas e mandando o safado meter e voltava a mamar o Valter. Não demorou muito e o Igor tirou o pau do meu cu e gozou sobre minha bunda. A porra dele me deixou todo melado na bunda e nas costas. Ele tirou o resto da roupa e foi abrir uma lata de cerveja. Eu continuei a mamar o Valter que segurou forte minha cabeça e encheu minha boca de porra. Mamei sua tora feito um bezerro e engoli seu leite. Fiz cara de puta e fui me lavar no banheiro. Foi quando entrou atrás de mim o igor que estava de pau duro. Ele chegou próximo ao meu ouvido, mordeu minha orelha e disse: "Você tem a bunda mais gostosa que já comi putinha, eu quero mais". O Igor tem 18 anos, por isso tem muita vitalidade e um cacete preto, comprido, da cabeça roxa. Meu cu ardia, até a água que caía nele fazia-o arder. Então disse que nãoa guentava mais dar o cu, porque ele e o Valter arrombaram meu rabo que estava ardendo. Para não deixá-lo na mão me ajoelhei e engoli sua piroca, metendo tudo na boca, até a garganta. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca. Seu pau ia a minha garganta, me fazendo engasgar e sufocar. Mamei gostoso até o puto gozar na minha boca. Qeu porra gostosa! Despois disso tomamos mais algumas cervejas e mais ou menos 01:30 da manhã fui embora, todo ardido, todo esporrado e com o cu ardendo, está ardendo até agora. Agora sempre que for a Montes claros já sei onde aliviar meu desejo por pica. rsrsrs


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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O COROA NEGÃO COMEU MEU CU NO JOGO DE FUTEBOL

Na minha família tinha alguns casos de homens que eu sabia que pudessem curtir sexo com homens, era uma família relativamente tradicional numa cidade grande do interior, na minha família tinha alguns médicos, advogados e até religiosos, eu fazia o ensino médio e já tinha me determinado a ser delegado como meu pai, um homem macho, com cara de mal, apesar de ter um grande coração. Vou tentar descreve-lo: Ele tinha 1,80m e uns 90kg, forte, 42 anos na época, minha mãe sofria quando os dois invetavam de trepar, pelos gritos dela, ele tinha um cacete enorme, ou fudia muito bem.

Numa noite de quarta-feira, assistíamos ao jogo de Flamengo X Corinthians na TV, no intervalo, meu pai disse que ia resolver um problemas na portaria do prédio e não voltou mais. Já passava das 23 horas quando minha mãe levantou-se pra ir tomar água e perguntou por ele, disse onde ele foi e ela foi dormir, mas me pediu que ficasse esperando meu pai já que ele não tinha levado a chave de casa. Fiquei no Facebook, quando já tava de saco cheio, já era mais de meia-noite. Como estava com muito sono, resolvi descer e chamar meu pai. Procurei por ele lá na portaria do prédio, mas não havia ninguém  pensei onde ele podia ir e subi até a piscina que ficava no ultimo andar, já sabia que sempre que meu pai tava com um caso difícil na delegacia, ele gostava de ficar sozinho por lá, sozinho. Subi e quando cheguei lá vi que havia uma luz acesa na cozinha do bar. Vi que tinha alguém lá dentro por ouvi barulhos que vinham de lá. Segui na área escura e vi meu pai, agarrado e beijando na boca de um negão, parei e não sabia como descrever aquele momento, me escondi, e fiquei quieto assistindo a cena que deixou-me profundamente chocado. Logo percebi que o negão era o Ronaldo, o vigia e porteiro noturno do prédio, um negro, 40 anos, 1.90, forte e musculoso estava que logo virou meu pai de costas, baixou a calças do meu pai e caiu de lingua no cusinho dele, mamou muito enquanto meu pai urrava de tesão, derrepente aquele negro jogou meu pai na mesa, abriu suas pernas e pra meu espanto sem nenhuma cerimonia enfiou a pica no cusinho do meu pai e delegado de pernas abertas num estilo frango assado, ão sei porque, mas abri minha calça pois meu cacete tava durão. O negão  continuava enrabando meu pai, que deitado, arreganhado feito uma puta de cabaré, gritava pedindo:


_ Me fode meu negão, bomba essa rola gostosa, fode meu cú com tua pica, vai, fode. 


O negão em pé, dava fortes estocadas, enfiando a rola até o escroto roçar o saco de papai. Papai gritava sem nenhum problema, contorcia-se como um animal selvagem, falando frases que só prostituta falaria, mas quem gritava era meu pai, um delegado viado dando o cú. 


Ronaldo, fodia com gosto e vontade, olhando todo o tempo pra o seu pau que entrava e sai do cú do meu pai. Segurando as duas pernas de papai com suas mãos abertas. O vigia negão acelerou os movimentos, e cada vez mais rápido estocava a pica com toda força no cú de papai. O coroa gemia de prazer. Começaram a gozar os dois ao mesmo tempo. Ronaldo gritava: 


_Vou gozar, gozar gostoso no seu rabo, goza na minha rola meu amor.


E meu pai gritava:


_Goza, vai, vai, vai agora, vai meu negro. Papai respondia.

_ Tô gozando nessa rola dura, preta e grossa, nessa pica tesuda, que todo dia esfola meu rabo. 

Quando ouvi um uro dos dois e que logo deu lugar a um silêncio, quando eu menos esperava os dois melados de sêmen começaram a se beijar, demoraram um bom tempo assim e eles se desengataram.


Sai quietinho, silenciosamente e foi pra o apartamento. Quando papai voltou já estava deitado. 


No dia  seguinte, Ronaldo foi até minha casa numa hora em que meus pais estavam trabalhando e disse que as câmeras tinham me filmado olhando para o quartinho da piscina na hora em que ele e mau pai estavam lá, sem rodeios ele disse que caso eu falasse para alguém o que vira na noite anterior só meu pai sairia perdendo. Que tudo começou a 3 anos quando  ele ia checar se tudo estava desligado na piscina e meu pai sempre tava lá, eles foram ficando amigos, até que um dia meu pai revelou que quando criança era mulherzinha de um pedreiro também negro e que sempre quis repetir a dose mas não tinha coragem, Ronaldo então me disse que desde então se ofereceu pra ser o negão do meu pai quando ele estivesse estressado e revelou que apesar de ser casado, meu pai e ele só não estavam morando juntos porque meu pai me amava demais, e ele era casado com quatro filhos


 Eu tinha 17 anos e meus olhos encheram de lágrimas de vergonha, mas respeitava o amor dos dois, preferi nunca mais falar sobre isso pra ninguém.


 Meu pai morreu numa perseguição a assaltantes de banco há 3 anos atrás, partiu considerado por todos o machão da família, um grande homem e delegado. Digno representante da moral e dos bons costumes. 


Um dia, Ronaldo voltou a minha casa, eu tinha acabado de me casar e morava com minha mãe, tinha me tornado delegado e pai de família,... E chorando Ronaldo me falou que amava meu pai e eu enxuguei suas lágrimas com um beijo, hoje completamos 2 anos em que somos amantes.


Conto adaptado de "ContoErotico.Net"

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

DEI O CU AO PINTOR

Ola, meu nome é Leonardo, tenho 23 anos, sou moreno jambu, alto, pouco pelo, corpo gostoso segundo quem já aproveitou, gosto muito de malhar e transar, gosto até demais. 

Tenho um tio que me chama muito a atenção, corpo bem forte, braços grandes e peludos, 42 anos, um homem que todo garoto quer. 


 Bem vamos ao que interessa, eu estava com 18 anos e meu tio com 37, quando um certo dia ele mudou para perto da minha casa quando veio do interior, ele sempre fui um homem rustico, jeitão de macho sisudo e estava preparando a nova casa para receber sua esposa e filhos que ainda estavam morando no sitio dos meu avós. Sabia que ele estava pintando a nova casa, então fui lá vê-lo, quando cheguei, ele pediu para ajuda-lo a pintar sua casa nova, era sábado e ele esta sozinho pintando e daquele jeito ia demorar muito pra terminar. Ele pediu para eu pintar as portas, enquanto ele pintava seu quarto. 



Passados algumas horas de trabalho, meu tio disse para mim ia cozinhar, pois já estava faminto e não dava pra continuar de saco vazio. Quando chequei na cozinha ele estava sem camisa e com um short jeans bem apertado mostrando bem sua rola. Num certo momento eu fiquei de quatro para pegar um copo numa caixa no chão e vi que ele olhou para minha bunda, e disse que minha bunda era bem redondinha. Num susto levantei e cheguei perto dele pois precisava lavar o copo na pia, quando fui passar ele encostou bem direitnho na minha bunda, e eu fiquei louco, ele com voz de safado para passar a mão por cima do pau dele, que ja estava estourando a cueca.

Começei a tirar seu short e comecei a chupar sua rola pro cima da cueca, ele disse que desde que chegou a minha rua, 15 dias não comia nada, e claro me ofereci pra não deixa-lo triste. Tirei e comecei a chupar sem parar sua rola que deveria ter uns 20 cm e bem grosso, depois de muito chupar ele pediu para mim segui-lo até p querto, lá ele me jogou na cama que estava toda bagunçada e começou a lamber meu cuzinho. jogava a lingua dentro como se fosse uma pica me fudendo, quando estava pronto pedi pra ele meter bem devagar ate colocar tudo no meu cuzinho, ficamos assim uns trinta minutos, ate que ele tirou de uma só vez, e falou que queria gozar na minha boquinha, ele ficou em pé e eu ajoelhado mamando todo seu leitinho quente. Depois ficamos beijando muito ate ele querer meter de novo.




Enquanto sua esposa na voltou atendi o pedido do meu pai, dormi toda noite lá pra ele não ficar sozinho, claro que ee não ficou estava com a amante.

FUDI COM O VIGIA MORENO NO TRABALHO DELE

Sem conseguir dormir, resolvi dar uma volta por minha cidade a noite, moro numa cidade pequena do interior. Já era madrugada e passei na frente ao prédio do INSS da cidade. Lá passei lá algumas vezes nestas minha rondas noturnas e sempre via um vigia moreno jambo sentado. Bati muitas ponhetas pensando nele, ele é grandão, tem pernas grossas e um bundão como poucos, e naquela calça azul apertada de segurança eu fico louco. 

Naquela noite, passei por lá e de forma inesperada ouvi sua voz:

_E ai? Tá perdido?

Fingi que não ouvi e fui embora. Mas um pouco depois eu comecei a me fantasiar em um estacionamento próximo, pensando como séria me ver de quatro tomando uma rola grossa, preta, gostosa, no meu buraco! Aquilo me deixava doido de tesão, até que não consegui me controlar e percebi que seria melhor arriscar que me acabar na punheta.

Quanto mais eu chegava perto, com mais desejo eu ficava. Meu cuzinho ardia de vontade e me mandava continuar andando. Chegando me coloquei na frente do vigia. Ele me olhou de longe e disse:

_Boa noite! – parou por um tempo e continuou 
_ Ah! Você esteve aqui há pouco tempo! – foi se aproximando de mim 
_ O que veio fazer aqui numa hora dessas? Não é hora de meninos dormirem?
_Eu não me comporto muito bem. – respondi. – Não sou um bom menino, seu guarda!

Já de cara percebi que ele já sabia que meu negocio era uma foda...

_Ora, ora! Eu acho que você está aqui pra ser castigado, então vamos entrar!

Eu fui vindo atrás dele. Ele ia me levando pela garagem e abriu uma porta. Era um lugar com muita bagunça e poeira: era um quartinho de descanso dele! Como eu havia imaginado! Minha bundinha já balançava de tanta vontade de ser enchida com uma pica duraça!

Rapidamente eu abaixei as calças e disse:

_Sempre tive um sonho, chupar, sentir um vigilante com uma tora no meu cu.

Ele olhou aquela bundinha arrebitadinha, que eu empenava o máximo que podia, aquele shortinho de jogador apertado que mostrava que eu tenho uma bunda enorme. Tirei minha camisa e mostrei o conjunto todo! Pareceu adorar e falou com vontade:

_Vai com tudo, sua puta sem-vergonha!

Mandei ele se sentar e comecei a rebolar, na cara daquele cara forte de mãos de macho. O bamboleio daquela bundinha fofa, redondinha, que parece a de uma mulher boa o hipinotizava e o deixava sem ação. Fui me aproximando e logo já estava esfregando-a no seu pauzão que se dava pra ver claramente pulando da calça!

Ajoelhei no chão e abri o zíper da sua calça, e logo algo grande saltou pra fora, como um bicho enjaulado. Eu a tirei bem devagar e vi uma rolona preta durona! Majestosa! Um presente dos deuses! Eu ia cair de boca, mas ele ordenou outra coisa:

_Me masturba! Bate uma bem gostosa no meu pau! Vai, puto! Vai logo! Acaba comigo… assim!

Eu batia uma punheta caprichada naquela pica e ele gemia e me mandava continuar, me xingava de tudo que é sem-vergonhice e acariciando e puxando meu cabelo. E eu? Eu estava adorando aquilo!

Não aguentei mais de tesão e engoli aquilo de uma vez! Me deliciava com um pau tão gigante e tão gostoso que eu nunca tinha experimentado! Chupei com muita força, como se ele fudesse a minha boca, chegava na garganta e eu não tinha nem como vomitar!

_Agora se vire e fique de quatro, sua vadiazinha sem-vergonha! Minha putinha de plantão! – disse ele.

Como poderia eu recusar tais palavras? Claro que obedeci de pé junto e com muita boa vontade! Havia chegado a hora que eu mais desejava! Ia ser torado, arrebentado, triturado por aquela rola gigante e grossona!

Ele deu um tapão forte na minha bunda e, com as duas mãos, começou a acariciar de leve, de leve, bem de leve, aumentou o ritmo! Aumentou! Vamos, é assim que eu gosto! 

Acelerou, e ia bem rápido e forte com a mão na minha bunda, levando-as pra lá e pra cá. Colocou a mão lá em cima e puxou o shortinho até embaixo (meu joelho), com as mãos nas minhas nádegas nuas, ele admirou um pouco a paisagem: minha bundinha em suas mãos, toda dele. Pegou na borda da cueca e puxou com força pra baixo.

Agarrou na minha cintura e se levantou, me levando até onde ele queria. Enfiou a sua pica grosso e preta no meu cuzinho com tanta brutalidade que soltei um grito bem alto! Ele começou com o meu querido vai-e-vem com bastante velocidade! E notei que usava camisinha, que eu nem o vi colocando…

Ia, ia, ia e ia! E voltava, voltava, voltava, sempre indo e voltando! E eu adorando! Adorando cada vez mais! Querendo mais, mais e mais a todo momento! Enchia e puxava, enchia e puxava, e assim ia eu morrendo de dor, que se transforma em prazer!!!
Eu gemia! Ah! E ele se excitava e metia mais por causa da minha manha! É! 

Metia, soltava grunhidos, batia na minha bunda e nas minhas costas. Suava e gemia! Gemia alto de prazer! Era delicioso!!! Que rola grossa! Abria meu cú de maneira que jamais havia sonhado! De repente senti que ele gozou! Soltou um jato de porra, leitinho quentinho tirado na hora! Sou ótima pra tirar leite de homem! Mas não encheu minha bundinha por causa da camisinha, o que achei muito ruim na hora.

Ele saiu e se sentou e disse:

_Você tem uma bunda deliciosa, foi bom comer você mas não vai rolar novamente.

Achei ele muito grosso e fiquei nervoso na hora.  Até porque eu queria mais! Mas eu acabei vestindo minhas coisas, sem me limpar, suja de sexo, e fui saindo.

_Eu já vou, seu guarda! Foi bom te conhecer! Meu homão! Uh! Cachorrão! Machão da minha vida!!! – disse eu.

_Adorei sua visita, sua puta gostosinha! Tava brincando, vem aqui mais vezes, tá? – disse ele e me deu um tapa de leve na minha bunda e apertou.

_Tá! – disse eu com vontade.

Mandei beijinho e fui embora pra casa, tomar banho e dormir!