domingo, 3 de maio de 2020

O ônibus quebrou no posto e o caminhoneiro de 50 me comeu na boleia

O ônibus quebrou no posto e o caminhoneiro de 50 me comeu na boleia

Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.

Meu nome, neste conto, é Juliano. Trinta e sete anos. Sou de Minas — BH. Sempre gostei de homem mais velho. Caminhoneiro era fetiche antigo. Nunca rolou: sem carro, e eles param longe.




Há um mês fui ver a família no Espirito Santo. Na volta o ônibus morreu perto de um posto, no meio do nada. Nove da noite. O motorista tentou meia hora, ligou para a empresa: outro ônibus em duas horas. Quem quisesse, conveniência.

Para chegar lá, atravessar o pátio dos caminhões. O fetiche subiu. Olhei de longe. A timidez não deixou eu parar em nenhum.

Comprei refrigerante e bolacha. Sentei na mesa da janela. Uns dez metros à frente, o banheiro. Homem entrando e saindo. Banho de caminhoneiro. Perdi a fome. Deixei metade do refrigerante e fui.

Na porta, um de uns 45, 50, no mictório. Encarou. Tremi. Fingi que mijava. Cinco minutos parado. Saiu de uma cabine um homem sem camisa, short de futebol. Uns 50, branco, 1,80 m, peito queimado de sol, pelo até as costas. Parou do meu lado. Não olhei. Medo e tesão.

Terminou. Ao passar, pegou na minha bunda e falou baixo:

— Te espero lá fora.

Coração disparado. Uma hora até o ônibus. Agora ou nunca. Saí.

Ele estava na frente de um caminhão, uns cem metros. Sorriu, piscou, abriu a porta do carona. Atravessei o pátio sem olhar para os lados.




— Sobe e fecha.

Estava de cueca. Olho castanho, barba cerrada.

— Eu sabia. Hoje é sua noite. Vem.

Tirou a cueca. Meia-bomba, grosso, veia, uns vinte. Agachei sem fala. Chupei o cabeção, fui até o talo. Ele urrava baixo. Cinco minutos. Segurou minha cabeça e jorrou quatro vezes na garganta. Não deu tempo de dizer nada. Homem que manda.

Limpei a boca. Ia descer.

— Onde? Isso foi aquecimento. Cinco dias sem gozar. Precisava da boca primeiro. Agora começa.

Falei dos quarenta minutos.

— Dá. Tira a calça. Quero ver.

Tirei jeans e cueca. Ele abriu a cortina: colchão estreito.

— Deita.

Falei que não tinha gel. Camisinha ele tinha.

— Vai no cuspe.

Colocou a camisinha, duas cusparadas, mão calejada na minha boca.

— Entro de uma vez. Dói uma. Se gritar, eu meto mais.

Cabeça no cu. Metade. Segunda estocada, o resto. Doeu. Quis chorar. Não acostumou: já metia. Tirou a mão, puxou o cabelo. O dobro da minha força, peso em cima. Dez minutos e a dor foi embora. Sobrou tesão. Mandou cavalgar. Obedeci. Mais dez.

— De frango. Quero gozar.

Entrou de uma vez. Olhava minha cara. Metia sem parar. Beijo de barba. Quase gozei. Percebi que ele já tinha gozado. Caiu com o peso em cima. Dois minutos. Levantou.

— Se troca.

Desci. Esperei mais meia hora o ônibus. Ele não desceu. Deve ter dormido.

Não esqueço. Até hoje, quando bato uma, volto naquele pátio.

Relato adaptado. Fotos, se houver, são de IA. Semelhança com alguém real é coincidência.

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