terça-feira, 6 de março de 2018

O PEÃO DA FAZENDA COMEU MEU CU NUMA NOITE DE SEXO RÚSTICO | VAQUEIRO MACHO ME COMEU





Olá! Como todos que acompanham meus contos já sabem, meu nome é Mr. Banana, tenho mais de 30 anos, adoro sexo e moro em São Paulo. Sempre gostei de safadeza e hoje gosto de contar as aventuras minhas, que andam em baixar e as dos amigos que me enviam pelo Blog "Contos de Banana" ou pelo Whatsapp que vou deixar no final.

Essa semana conheci um cara fantástico e cheio de aventuras para nos contar. Giorgio o nome dele, ele mora no interior de São Paulo, numa chacara, a cidade mais próxima fica a uns 10km. Ele me prometeu muitas histórias reais de gente casado ou machão que já saiu com ele, segundo ele são mais de 20 anos de muita putaria. Hoje vou narrar uma das histórias que achei mais deliciosas, ele e um machão vaqueiro.

PS: Como sempre vou narrar em primeira pessoa, mas a história é real e de Giorgio de São Paulo.

Bom eu quando jovem, alias mais jovem, sempre fui ativo, não lido bem com dor e sempre brochava quando alguém passava a mão na minha bunda, então me contentava apenas em chupar uma rola aqui, outra acolá quando tinha oportunidade e assim saciava meus desejos, quando aparecia um amiguinho querendo rola então então dava, mas os "heteros" queriam ser chupados ou rola em sua maioria.


Na época em que aconteceu a história abaixo, eu morava num sitio e perto dele até hoje tem uma especie de "Escola para Peões". Quem conhece o interior de São Paulo, sabe que aqui a turma é louca por rodeios. Lá eles mantêm um bar, lugar ideal para caçar um machos, cheios de testosterona e feromônio que fariam qualquer cara que curta sem frescura enlouquecer. Eu vou muito a esse bar, sou íntimo do lugar e faço de tudo pra ficar íntimo dos jovens peões.

Isso aconteceu numa noite de sábado, estou solteiro e na seca, então decidir ir onde? Claro que no bar dos peões aqui no sitio, cheguei, como sempre muitos meninos rústicos, vários vivendo de boi, vaca e punheta e eu, me sentindo um filé doido pra dar devorado, na caso, comer ou no máximo ser chupado. Eu, encostado no balcão do bar e chega lá um cara lindo, forte, traços fortes e rude, sabia que ele era domador de cavalos, já tinha visto por lá, o cara tinha uns 35 anos, muito macho, fiquei observando, mas achei que aquilo era muita carne pro meu carrinho e fiquei flertando com meus peõsinhos. Abraços de brincadeiras um, apertava outro, tipo putinha no cio, como quem quer sem querer. Acabou que naquela noite apesar de ter mamado um peão novinho fiquei com a cabeça no domador.

Os dias se passaram eu o encontrei o domador na cidade na cidade, estranhamente ele me chamou para tomar uma cerveja, enfim se apresentou, Marcou, ele tava mais gostosa que nunca com uma calça jeans bem apertada e suja. barba por fazer, homem sujo, macho e suado, aquele mexe com o instinto de muita gente. Ele disse que seu trabalho na antiga fazenda tinha acabado e que a partir da próxima semana ele iria trabalhar numa nova escola de peões em outra fazendo, também ali perto. E melhor para mim, mais perto do meu sitio que seu antigo trabalho, mas só iria poder velo mais, achava que não rolaria nada, afinal aquela homem era hetero. Conversamos bastante e como ele já estava desligado do seu antigo emprego, ele queria uma carona para ir para sua nova fazenda, nova casa que era próximo de onde eu moro, ele queria ver se já podia dormir lá, mas no caminho ligou e algo deu errado, ele não tinha onde ficar para dormir, então me pediu para dormir na minha casa, eu disse que sem problemas, que ele era um amigo.


...E fomos!

Chegamos na minha casa, disse pra ele que não queria ir dormir e queria beber um pouco mais, peguei umas cervejas na geladeiras e bebemos mais um pouco como a lua de testemunha lá no sitio. Eu estava com muito tesão nele, mas também acreditava que era melhor não tentar nada, pois ele era hetero e no máximo iria querer me comer e eu sou ativo.

O sono chegou, já passava da meio-noite, e vocês sabem como é, a turma de sitio dorme cedo. Chamei ele pra entrar e deitar, ele também já tava queimado do alcool, aceitou. Na hora de dormir, eu disse que iria colocar um colchão no chão do meu quarto para ele. De forma imediata ele disse que não, que não se importava de dormir na minha cama, que segundo ele, era uma cama de viúva, maior que uma cama de solteiro e um pouco menor que uma de casal.


Já que estávamos altos do álcool, eu aceitei, peguei lençol e nos aprontamos para dormir, quando ele começou a tirar a roupa vi que aquele homem era muito mais gostoso do que eu esperava, tirou a camisa e eu quase quis cair de boca no corpo dele, mas não dava, ele não tinha me dado abertura, mas eu estava pirando. Ele era muito forte, braços fortes, pernas grossas, tipo parrudo. Ele de calça jeans e eu de bermuda, deitamos então pra dormir, eu estava de pau duro sem ele ver, de costas pra ele, imaginava ele dominando um cavalo chucro, e esse cavalo poderia ser eu.

Eu não estava conseguindo dormir, aquele cara tinha tudo no lugar, tudo durinho, forte, macho, judiado do sol, todo suado e pior que isso mexia comigo. Ate que quando estava adormecendo, ele se virou no colchão, procurou minha mão e levou até a rola dele. Fiquei louco nesse momento, queria gozar já ali. Ele levou minha mão até um cacetão enorme, devia ter uns 18cm e grossa, com um saco peludo e grandão, enorme pra ser sincero. Me virei para ele e ele já estava de calça aberta com uma cara de safado para meu lado. Olhei pra pica, era grande e bem rosinha. Sabe aquela pica de macho comedor? Surrada? Os fortes entendem. Eu não sabia explicar aquela situação, eu era experiente com menininhos peões, ou cabloquinhos do sitio, as vezes caras gostosos casados, mais não me imaginava com um deus grego, um mister peão daquele, quase pelados e pior, na minha cama.


Eu estava completamente dominado naquela situação, se ele me pedisse pra comer uma buceta ali eu metia a noite inteira, pensei em chupar muito a rola dele, logo e muito para que ele gozasse e não quisesse mais comer meu cu. Fiz então o melhor que pude, coloquei aquele cacete enorme na minha boca em quanto minha mão passeava por aquele corpão delicioso, chupava e colocava meu dedinho em sua boca, e ele com aqueles dentes salvagem chupava meu dedos, parecia que ia comer minha mão. Ah! Que boca gostosa, que barba deliciosa e que pica fenomenal!?

Chupei muito sua rola, seus saco, sua virilia inteira, minha garganta doia de tanto que ele forçava minha cabeça para dentro, mas ele não gozava para minha tristeza. Quando achei que ele iria gozar, ele afastou minha cabeça, tirou o resto da roupa e me puxou para ficar de bruços como quem puxa um touro de rodeio, para ficar na posição que ele queria na cama e avisou de forma bem chucra:

- Agora se prepara que tu vai ser minha mulé e eu vou ser teu macho!

Eu ainda quis dizer que não dava, só chupava, mas com muita facilidade devido ao seu corpo enorme, ele já tinha dominado toda a situação e completou:


- Ta pensando o que? Tá pensando que eu sou os guris que tu pega? Eu sou o macho aqui e tu vai ser minha mulé. Você atiçou, me deu liberdade agora esse cu vai ser meu!
Com aquela mão enorme e firme ele abriu minha bunda e cuspiu no meu cu, passou o dedo e disse:

- Caralho essa porra é apertado mesmo!

Ia forçando o dedo, já era uma penetração de qualquer homem normal, dado os dedos dele serem enormes. Era um dedo grosso, eu tremia de medo e de mas era um tesão que nunca tinha sentido na vida. Passou saliva na rola e foi colocando bem na entrada, empurrava, não entrava e tirava, várias vezes e cada vez aquela pica ai mais fundo. Era uma pica reta, parecia uma garrafa de refrigerante, enorme e aquele homens com braços enormes e bravo, se um touro não excapava dele, não ia ser eu que iria sair, melhor me entregar.

Sua pica ia descendo, entrando e rasgando tudo, não curtia ser passivo, mas a situação me dominava. Ele não queria carinho, e não me dava carinho, não lambeu meu cu, não me beijou, não tocou minha rola. Eu era simplesmente um pedaço de carnê pra ele gozar, mas aquilo me dava ainda mais tesão, acho que ele tratava as putas dele daquela forma, por isso estava só.


Quando me dei conta já sentia os pelos dele na minha bunda, o saco dele batendo e fazendo barulho, ele só disse umas três vezes, que cu apertado. Senti uma onda de calor e um tremor no corpo, gozei muito sem tocar na minha rola, nessa hora meu cu contraiu e ele sentiu, deu um urro de prazer e gozou muito no meu cu, eu sentia os jatos me inundando, esperou um pouco até a rola dele escapar do meu cu, eu sentia a porra escorrendo pela minha bunda.

Ele ficou em cima de mim por um tempo, aquilo até parecia carinho, uma paixonite, mas não era. Ele não me deixou ir tomar um banho:

- Quero que você durma assim, com minha porra no seu cu!

Quando clareou o dia, ele foi para a fazenda, mas antes me deu a rola para chupar, e me obrigou a tomar seu leite puro bem cedinho da manhã. Ainda nos vimos outras vezes, mas eu sabia que ele era "hetero" que aquela situação foi apenas uma noite para ser lembrada. Tipo um cometa que passou, o tempo que não volta atrás.

Agradeço a todos que leram meu conto, ele é verídico, enviei os fatos para o Mr. Banana e ele escreveu o conto. Os que quiserem entrar em contato comigo, falem com ele pelo 11 - 95301-9443

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