sexta-feira, 2 de março de 2018

DEIXOU DE SER HOMEM PRA TREPAR E SER CDZINHA DO MECÂNICO GOSTOSO




Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por Escritor ou Mr. Banana, tenho pouco mais de 30 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo. 

Hoje vou começar a história de Andrezinho, ela na verdade é um cara casado que conheci através dos meus contos e me contou um caso que ele vem tendo com um mecânico aqui de São Paulo - SP.

 COMO CONHECI MEU MECÂNICO! 

Oi, garotos, meu nome é Andre ou Andrezinho como queiram chamar, sou branquinha, casada e bem safada, tenho 172m e 70kg, tenho 27 anos e moro em São Paulo. Sou casado (a) e adoro me vestir de mulher, quando estou assim me sinto uma mulher. Essa é uma história real, um caso que estou vivendo e contei para meu amigo, Mr. Banana que está escrevendo o conto.

VAMOS AO CONTO!
Bom, sempre tive tara por mecânicos, ogros sujos, com o corpo todo melado de óleo, fedendo mesmo como queiram chamar, mas pra mim é perfume de macho. Tem um no meu bairro que me enlouquece e eu sei que enlouquece muito gente, o nome dele e Dudu, a mulherada e os viados do bairro são todos loucos por ele. Tão gostoso e lindo. Dudu é um morenão, forte, alto, cara de safado, não pode ver um rabo de saia que quer logo comer, e eu sei que ele é do estilo "Raí", mecânico de uma novela antiga da Globo, já comeu muita gente!

Algumas vezes que precisava fazer alguma coisa no carro, sempre fazia com ele só pra estar perto dele, do nada já ia lá. Um dia soube que ele na verdade gostava de CD também, nem sabia e nem sei direito ainda o que é ser CD, mas me disseram que era homem que gostava de usar calcinha. Então, se eu queria aquele macho, tinha que arriscar e foi o que fiz. Um dia dei uma batidinha numa das lanternas do meu carro só pra ter um motivo pra ir lá. E fui, mas fui de calcinha e numa hora que ele estava fechando a oficina, por volta de 17:30h. Cheguei, falei com ele, ele me pediu pra aguardar e quando já tinha ido quase todo mundo embora, levantei e fui falar com ele, chamei-o até o carro e dei um jeito de ele ver que eu estava de calcinha. Na mesma hora percebi que a voz dele mudou e o olhar mudou. O que me deixou louca. Mesmo assim, naquele dia não rolou nada, acho que ele tinha um encontro.

...E O TEMPO PASSOU!

Os dias passaram, eu fiquei com vergonha, por ele ter me visto de calcinha e não ter rolado nada, fiquei uns dias sem passar por lá, e passados uns três mesmo eu acabei sendo contratado para prestar serviços de consultoria a uma empresa que fica na rua da oficina dele. Era um trabalho irrecusável e iria durar alguns meses, pior que sempre precisaria estacionar o carro perto da oficina do Dudu. Toda vez que eu passava pra ir no clientes, acho que ele ficava imaginando-me de calcinha, sei lá. Era um olhar diferente de antes do acontecimento, mas tinha medo dele ter contado pra alguém, mesmo assim eu pensava nele, e sempre ia de calça apertada para valorizar minha bunda e ele ficava me olhando.



Minha bunda, por ser tão grande e inchada, toda vez que colocava uma calça colada, ficava ainda maior, fazendo uma leve repartição entre os gluteus. Aquele homem mexia comigo, passei a me depilar, até mesmo a bunda, só pra passar na frente dele.

E OS DIAS FORAM SE PASSANDO!

Toda vez que eu passava na frente da oficina, não saia nada além de bons olhares. mas nenhuma palavra. Mal sabia ele que tudo que eu mais queria nessa vida era dar muito o cusinho pra ele, que eu já não aguentava mais de tanto tesão.

O DIA TAVA CHEGANDO!
Certo dia eu resolvi que tinha chegado a hora de me entregar para aquele moreno, eu era ou iria estacionar o carro em outro lugar. Me depilei todinho, fiz toda uma produção com calcinha, preparei as luzes no meu banheiro e fiz umas fotos bem legais. Imprimi uma, a mais gostosa e no dia seguinte eu escrive meu telefone na foto, e passei pelo carro dele estacionado perto do oficina e coloquei dentro do carro, através da porta. Passou um dia e nada, dois dias e nada, quando já estava pensando em desistir. Numa tarde qualquer, recebo um "Oi", no whatsapp, pela foto já sabia que era ele, mas na minha não tinha. Daí eu disse que era um cara que tinha muito tesão nele, mas tinha medo de apanhar, disse que queria me apresentar, mas não sabia sua reação. Mas ele logo falou que adorava uma CDsiznha, e que topava me conhecer melhor, mas disse que tinha um probleminha, uma coisa que podia atrapalhar. Perguntei o que era e ele disse que era casado e que jamais alguém poderia saber daquilo. Eu ri muito e disse que eu não queria casar com ele, que também era casado e que só queria dar meu cu pra ele e chupar seu pau. 

E COMO FARÍAMOS?!

Eu então disse que era seu antigo cliente, mas que ele tinha recusado, ele disse que não, que queria me comer desde o dia que me viu de calcinha pela primeira vez, só que naquele dia tinha que pegar sua mãe no aeroporto e realmente não dava. Que ficou esperando eu voltar um dia pra que ele me pedisse uma chance, mas eu não dei mais chance a ele de conversar comigo. Quase chorei ao ouvir aquilo e perguntei:

_E ai, rola?
_Claro que sim, te pego a noite onde?

Passei o endereço e quase pirei ao desligar o telefone!
Bom, fui pra casa, tomei um banho gostoso e não parava de pensar nesse momento que eu esperava por tantos meses. Iria realizar um sonho. Eu estava morrendo de tesão. Coloquei uma calcinha vermelha bem atolada no rabo, que por sinal já estava muito gostoso naquele dia, coloquei uma calça jeans bem justa e uma camiseta que ficasse meio feminino pra ele.

Meu corpo já não escondia os sinais do meu desejo. Pela camisetinhas se podia ver meus biquinhos durinhos apontando pra frente. Mesmo não sendo uma mulher, seria comido por um homem e ele me deseja de forma feminina. Preparei meu corpo pra ser chupado.

A HORA CHEGOU!
Chegou o momento e fui, era inicio de noite e ele estacionou o carro perto da minha casa, na esquina. Entrei no carro e sem sair do lugar nós começamos a conversar. Por ser todo escuro o carro, nós ficamos tranquilos, e estávamos num lugar de pouco movimento. Conversa vai, conversa vem, falei pra ele que meu maior desejo era transar com ele.

Ele então seguiu para um campinho de futebol que tem no bairro. Disse que infelizmente era conhecido e que não poderia se expor, nem liguei, entendi ele perfeitamente. Mesmo assim, ele ficou sem graça e do nada, ali pardo no escuro ele me beijou. Fazia tempos que eu não dava aquele beijo gostoso de língua. Fiquei muito mais excitado do que já estava antes. Ele passou a mão por cima da minha camiseta e apertou meus petinhos e começou a massageá-los com força, por baixo na camiseta.

Nesse momento eu segurei aquele pauzão, que já estava explodindo pra fora da calça de tão duro. Eu sentia ele latejar na minha mão. Fiz movimentos de sobe e desce com a mão, mas a calça jeans não permitia direito. Foi aí que eu abri o zíper, e vi aquela cabecinha moreninha saindo pelo ladinho da cueca toda babada.

Passei a língua na cabecinha, só na cabecinha. Depois de alguns segundos não resisti e engoli aquele mastro todo. Chupei bastante, suguei com força, mamei com toda vontade do mundo aquele pauzão moreno, grosso e cheio de veias. A pica dele estava latejando na minha boca. Que delícia!!!

Tirei a minha camiseta e ele chupou meus peitinhos com vontade. Depois tirei a calça e abri bem minhas pernas. Ele não acreditava que eu estava de calcinha. Começou a alisar meu cacete, mas foi direto pro meu cusinho, dedava e eu ia auo delirio. Era um dedo grosso e muito gostoso.

Eu não sabia o que fazer e imaginei gozar ali do nada, meu cacetinho gostava do nada de tanto tesão. Eu queria gritar:

- Me come, seu safado, mete essa pica no meu cu!

Foi aí que eu tirei minha calça, inclinei completamente aquele banco, abri bem as minha pernas e pedi:

_Vem, mete tudo!

Mesmo num local apertado ele veio com aquele mastro latejando e enfiou no meu cu de frango assado.

_Ai, que delicia!!! Que loucura! Que cara gostoso! Mete duro! Meteeeeee!!! - falei entre gemidos. 

Ele meteu, meteu com força, sem dó. Eu gemia e gritava feito uma cadela no cio.
Nem parecia que a gente estava num carro apertado e com o homem enorme me comendo, o tesão era maior. Trocamos de posição e me sentei no colo dele, rebolando bem gostoso naquela pica dura e quente.

Ele mordia minha nuca e minha orelha, parecia que iria me comer! Pulei sem dó naquela pica, e sentia ele rasgando meu cusinho carnudo. Não aguentei mais e anunciei que eu iria gozar. Eu gemia muito, e minhas pernas ficaram bambas. Ele disse que não era hora, que aquela noite ainda iria me comer muito, mas não aguentei e gozei, gozei como poucas vezes eu gozei na vida!

Ufa! Gozei muito e fiquei paradinho sentado na rola dele e com a minha cabeça apoiada em seu ombro. Não sei o que estava acontecendo com a gente, um macho, comedor de buceta ali com uma CDsinha com uma pica atolado no meu cú! Acho que desmaiei, apaguei uns 5 minutos enquanto ele fazia um carinho no minha nuca. Retornei com ele procurando com seu cacete o meu buraquinho.

- Quer meter mais? - ele me perguntou depois de me dar um longo beijo na boca.

Enlouqueci de vez!

- Nós viemos aqui pra isso, não foi? - respondi toda dengoso.

Não precisei falar mais nada. Em segundos ele me botou de quatro, e começou a lamber meu cuzinho, que estava piscando pra ele.

Ele chupou bastante meu rabinho e enfiou um dedo, depois dois. Quando vi, ele já estava metendo a rola dele sem dó. O safado não teve dó mesmo, pois eu pedia pra socar com força mesmo.

Ele bombava demais, e seus gemidos me deixavam louca. Foi aí que ele falou que iria gozar no meu cuzinho. Eu disse pra ele que ele deveria era gozar na minha boca. Aquele homem estava me deixando muito louco! E ele disse:

_Você é mais safado que uma mulher, sua putinha!

Depois de socar no meu cu de quatro por uns 20 minutos e eu gritando com aquela vara toda enterrada no meu cu ele pediu!

_Vai vira, vira ligeiro no meu cacete!

E ele gozou. Ele segurou minha cara pra eu não tirar o rosto, e encheu a minha boca de leitinho. Cuspi em cima do pau dele aquela porra toda. Por fim terminamos e fomos embora.


Aquela foi a primeira de algumas vezes que já ficamos, até o momento ninguém sabe de nada, e nós vamos ficando assim, ele é comedor de buceta e isso me excita e de vez enquando a gente vira dois amantes, seja no carro apertado, no sitio da família dele ou nas viagens a praia nas madrugadas loucas quando ninguém sabe onde nós estamos e que estamos juntos porque ninguém sabe que somos assim!

PS: Quer viver feliz num sexo com um macho? Não conte pra ninguém, nem pro seu melhor amigo!

Esta história foi enviada por um amigo via whatsapp e adaptada por Mr. Banana. Mande sua história também... (11) 95301-9443

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