quarta-feira, 20 de novembro de 2019

SOU PUTA DO SEU MARIDO

😈CONTO ERÓTICO😈

🔥SOU PUTA SIM E VOU TREPAR COM SEU MARIDO🔥

       Ola gostosos e gostosa olha eu aqui novamente pra contar algo bem recente pra vocês.
      Esses dias eu estava voltando da academia e passando de frente a uma casa aqui no codominio tinha algumas mulheres na frente e eu pra ser educada disse boa noite...todas responderam boa noite menos a mau amada da dona antonia que começou a me xingar de tudo que é nome e quando ela chamou de puta eu voltei e disse:
SOU PUTA MESMO E SÓ POR ESSA BAIXARIA QUE A SENHORA TÁ FAZENDO EU VOU TREPAR COM SEU JOÃO(marido)COM O JORGE E O FELIPE(filhos)
    A mulher ficou mais enraivada ainda e quis brigar,porem as outras não deixaram....
    Assim que cheguei em casa já fui tratando de cumprir com oque eu tinha prometido...fui no face mandei uma mensagem pra cada filho e fiquei na espera...meia hora depois o jorge filho mais novo dela retorna e eu dou uma de menina solitaria e pergunto se ele quer ir ao cinema comigo..ele logo aceitou deixou o trabalho e foi se encontrar comigo no shomping....chegando lá achei os filmes chatos e chamei ele pra dar uma volta na praia e no caminho o cara ja sacou oque eu queria.botou o pau pra fora e perguntou se eu queria chupar..meteu uma mão no meu peito e a outra na xoxotinha e começou a putaria.
   Eu logo encontrei um lugar meio deserto e no carro mesmo trepamos gostoso ate ele gozar na minha garganta...quando eu estava deixando ele no trabalho perguntei por seu irmão e ele disse que trabalhava no mesmo predio...então falei que precisava concertar meu computador e queria falar com ele.
    Subi e encontrei minha segunda vitima,o FELIPE falei do meu computador ele disse que poderia concertar..então pedi pra ele descer pra pegar no carro,e assim que entramos no elevador agarrei e beijei ele dando uma pegada no seu pau que ficou duro na hora....já na parte de baixo do predio falei pra ele que eu estava doida pra trepar com ele....e o danado me levou pra sala da limpeza e sem demora fiquei de quatro e ele socou com força batendo na minha bunda e eu como a puta que sou...chamava ele de meu macho,dizia pra ele socar mais forte.fiz cara de quase virgem sendo arrombada e logo ele gozou..
    Fui pra casa pensando,já trepei com os filhos mas agora preciso pensar como vou dar para o marido dela.....pensei horas e horas e não tive nenhuma ideia.....mas como meu santo é forte no outro dia de manha cedo fui correr pelo condominio e olha quem eu encontro...o joão marido da mau amada ele deve ter uns 55 anos,magro,bem alto e feio pra caralho....não precisei fazer nada e ele me acompanhou e começou a me cantar...
   Então fui em direção ao salão de festas e comecei a tirar a roupa na frente dele e o cara pirou e feito um animal faminto me agarrou e me chupou todinha da orelha até o pés..chupou minha buceta gostosamente e ao contrario dos filhos me fez gozar gostoso..ainda abaixei e chupei sua rola de uns 19 cm com cabeção parecendo gogumelo e em seguida meteu gostoso na minha buceta..eu gemia porque o joão metia gostoso e gemia tambem lembrando de toda eculhambação que a mulher dele fez comigo...eixei ele gozar na entranda da minha bucetinha e quando a porra tava escorrendo ele ainda meteu a boca limpando tudo.
    No outro dia passei pela mau amada e disse:TREPEI COM SEU MARIDO...ADOREI O CABEÇÃO DE GOGUMELO DA ROLA DELE.....ela ficou paralizada sem reação e eu fui embora.

DEI O CU PARA O POLICIAL DOTADO

😈CONTO ERÓTICO😈

🔥O POLICIAL DOTADO🔥

   Eu tinha 18 anos e sempre depois da escola tinha de ficar no bar do meu pai, muito bem, um certo dia meu pai teve de ir para uma cidade do interior e com ele foi toda a família, ficando somente eu para tomar conta do bar, mas com medo de alguma coisa , ele pediu para o Cabo Pereira, um PM amigo da família,  um senhor de 44 anos, que quando saísse do trabalho que ele ficasse comigo ate o bar fechar, ele aceitou sem pensar duas vezes.
No primeiro dia ele chegou aproximadamente umas 19hs, e foi logo para trás do balcão, eu ofereci uma cerveja para ele, ele aceitou e ficou me olhando muito, me secava mesmo, mas pediu para que eu colocasse a cerveja escondida, pois como estava fardado, nenhum superior poderia vê-lo bebendo estando ele fardado, isso daria uma bela punição a ele.
   Logo comecei a ficar incomodado com os olhares do cabo, ele olhava minha bunda, varias vezes eu o pegava secando minha bunda, eu estava com uma bermuda e uma camiseta, e por cima da camiseta um guarda-pó azul, como não era comprido, o mesmo não cobria ate a bunda.Ele já tinha tomado uma garrafa de cerveja inteira, quando chegou a hora de fechar o bar, lavamos como é de costume e depois de tudo organizado, fechei as portas e logo dispensei o Givaldo, um funcionário do meu pai, um mulato muito gostoso, que apesar de ter 20 anos ele já era casado e pai de 3 filhos, eu sempre quis alguma coisa com ele, mas ele não queria dar, só queria comer e eu não podia dar pinta de gay passivo para o funcionário do meu pai isso poderia trazer muita confusão, mesmo porque eu também era ativo e bem ativo, então, Givaldo foi embora para casa, e o Cabo Pereira me acompanhou ate minha casa, chegando a porta ele se convidou a entrar e tomar uma cerveja antes de ir embora para a casa dele, eu disse que tudo bem, enquanto ele tomava a saideira dele eu tomava meu banho para eu ir dormir, já que no dia seguinte tinha de levantar as 4 da manha e já eram 22hs.
     Ele ficou tomando a cerveja dele e assistindo a TV e eu fui tomar o banho, como só estava eu e ele eu deixei a porta aberta, não tinha intensão nenhuma com ele, ja que minha tara era o Givaldo, nosso funcionário, e também o Cabo Pereira não era tudo isso, um cara normal, aparentemente, eu disse aparentemente.Mas o safado, ja tava com tudo na cabeça, quando estava todo ensaboado ele entrou no banheiro e disse bem alto que ia mijar, eu limpei o vapor que estava no vidro do box e vi ele mijando, eu fiquei maluco com o que eu vi, um policial de uma rola imensa mijando, meu pau na hora ficou duro como pedra, o dele já tava meia bomba, pelo jeito, era imenso, ele ficou me olhando e eu hipnotizado com aquela pintura de macho, uma rola linda, perfeita, ele viu que eu estava olhando e começou a me atiçar, ficou balançando e mostrando, ate que o bicho cresceu, cresceu e cresceu, não parava de ficar enorme, e disse sorrindo, eu estou de olho em você a muito tempo moleque, e logo foi tirando a farda dele e colocando em cima da minha roupa, e nem perguntou e logo entrou todo peladão no banho junto comigo, minha rola parecia que ia explodir a dele idem, ele me pegou pela cintura, e debaixo do chuveiro quente ele me beijou como se fosse me matar sufocado, enfiou sua lingua quente na minha boca o que me fez sentir um tremendo arrepio de tesão.
   Ele roçava a rola dele com a minha, enfiava a rola dele nas minha coxas, e colocava a minha nas coxas dele, me acariciava muito e falava ao ouvido que a muito tempo me desejava, só não tinha coragem de abrir para mim, olhava dentro dos meus olhos e  dizia que sentia um sentimento estranho em relação a mim ele, eu estava nas mãos dele, meu tesão não deixava que eu falasse uma palavra sequer, mas a penas aproveitasse todo aquele macho, um peito muito cabeludo, uma rola descomunal me roçando as coxas, ele me beijando com toda sua força, ai ele me vira e eu não esboço nenhuma reação, deixo ele me levar, ele me vira e passa o sabonete no meu cuzinho e aponta aquele monstro de vara bem no meu anelzinho e começa a luta para entrar e eu recusando pois realmente ia me abrir ao meio.
   Eu estava nas mãos dele, ele estava fazendo de mim sua puta virgem, cabaço, viadinho de primeira viagem, então ele fechou o chuveiro, abriu o box, pegou as toalhas me secando e sendo-se, disse sussurrando ao meu ouvido, você será meu hoje, me pegou no colo, ja que ele um macho muito forte de 1,80m e eu um garoto de 18 anos, e me levou para o meu quarto, me colocou na cama e subiu em cima de mim e começou a me beijar e me chupar todo, eu estava alucinado de tanto tesão, ai ele me vira de bruços e diz, você será meu e de mais ninguem, deu uma boa cuspida no olhinho do meu cuzinho e veio, foi entrando aquele mastro de 23cm todinho dentro de mim, eu estava tão entorpecido de tanto tesão que a dor nem parecia imensa, só fui dar conta do estrago que ele me fez algumas horas depois.
   Ficou por vários minutos, eu ate perdi a noção de tempo, metendo no meu cu, sem tirar de dentro, sem camisinha sem nada, metia e metia, pegava na minha rola me punhetava e socava, me deixando tarado de tanto tesão, ai depois de um tempo ele deu um urro e gozou, parecia um urso ferido, me apertava quase me sufocar, me mordia a nuca, falava palavras desconexas, e socava e gozava dentro de mim, exausto, caiu ao meu lado, e ficou brincando com minha rola, ainda dura e melada de tanto tesão, disse, goza meu tesão, meu viadinho gostoso, goza, eu olhei para bem nos fundos dos olhos dele e disse, vou gozar sim, mas quero gozar como você gozou, ele riu e disse que no cu dele não, eu o ameacei a contar para  a mulher dele se ele não me deixasse, ele relutou um pouco e acabou cedendo, disse, vai devagar, porque como você eu também sou cabaço e virou para mim, eu nem sabia o que fazer, ele lambuzou o cuzinho com sua própria saliva e disse para eu ir devagar eu não pensei duas vezes, fui de encontro aquele cuzinho de macho maduro, fui entrando lentamente e ele gemia muito, meu pau não era grande, mas bem mais grosso que o dele, ele gemia de dor e eu de prazer fui.              
   Penetrando centímetro a centímetro, ai depois de acostumar com ele dentro, comecei o movimento de vai e vem, ate ele não reclamar mais, ai foi socando tentando imitar o que ele fez comigo, ai não aguentei e gozei, nunca tinha gozado daquele jeito, nem minhas punhetas, nem quando eu comia a rosinha, uma garota que dava para todos os moleques do bairro, gozei muito, e ai cai de exausto, acabamos adormecendo pelados, os dois, eu tinha me esquecido que tinha dado um copia da chave para o Givaldo, para entrar e me acordar, quando foi umas 4 da manha Givaldo entrou na minha casa e foi direto ao meu quarto, quando deparou com os dois pelados dormindo abraçados, quando o Cabo Pereira acordou e pegou ele batendo uma punheta nos olhando, me acordando logo em seguida...

TRAINDO MARIDO COM O PEDREIRO

😈CONTO ERÓTICO😈

🔥TRAINDO O MARIDO COM O PEDREIRO🔥

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Esse é um daqueles contos porno grátis que vou contar e é verídico. Fiquei um tempo pensando se deveria postar, mas quando comecei a escrever senti o maior tesão lembrando de tudo que rolou e acredito que vocês vão curtir. Bom, meu nome é Mara, tenho 25 anos, cabelos lisos, loira safada de seios durinhos bem macios e uma bunda que não é muito grande mas é bem arrebitada e buceta raspadinha. Sempre adorei ler contos eroticos de traição como esse meu que irei relatar a todos vocês.

Eu moro no Paraná, sou casada a alguns anos mas confesso que meu casamento esfriou bastante. Meu marido vive para o trabalho e depois que conseguiu arrumar um bom emprego na área dele as coisas pioraram porque nem atenção ele me dá como antes.
Ano passado ele resolveu fazer uma reforma aqui em casa e eu fiquei louca porque sempre é a maior bagunça. Ele contratou um pedreiro chamado Jonas, um homem de uns 40 anos, parrudo e com cara de safado. Ele sempre chegava cedo com o uniforme de trabalho e me deixava impressionada como ele chegava cheiroso. Eu tinha um certo preconceito e achava que esse tipo de trabalhador era fedido de ficar o dia inteiro suado, mas o Jonas era bem diferente, chegava perfumado, tomado banho e sempre educado comigo.
Eu fazia o café da manhã dele antes dele começar o serviço e aproveitava para conversar um pouco com ele. Com o passar dos dias fomos ficando mais amigos a gente conversava bastante e eu dava muita risada com ele.
Um dia eu perdi a hora e ele tava batendo na porta, levantei meio sonolenta de roupão e abri a porta pra ele. O homem me comeu com os olhos, ele me olhou dos pés a cabeça e quando viu que percebi ele baixou o rosto acho que constrangido.
Isso me deu um calor, eu achava ele um homem rústico e ele tinha um olhar sedutor, na hora minha b@ta ficou molhada e meu corpo se arrepiou inteiro. Quando fui dormir pensei nele comigo, imaginei ele chupando minha b@ta, fiquei bem molhadinha e comecei a me masturbar imaginando ele me comendo.
Fui fazer o almoço, tava usando um shortinho jeans curto e logo o Jonas apareceu na cozinha pedindo um copo de água. Ele aproveitou pra puxar papo e olhava minhas pernas, eu já tava louca de tesão e quando fui levar o almoço dele não resisti e comecei a me insinuar discretamente, mas de forma que ele percebesse.
Eu disse que queria mostrar algo para ele no banheiro e mostrei que a descarga tava meio ruim, ele disse que ia dar um jeito e me mostrou como eu deveria fazer, na hora ele tocou minha mão, me arrepiei e ele percebeu. Ele perguntou se eu tava com frio porque me arrepiei, na hora eu fiquei corada e disse que não, respondi que tava com muito calor. Ele disse que também tava e perguntou se eu me incomodava dele tirar a camisa.
Enlouqueci de tesão com aquele homem sem camisa
Ele tirou a camisa, ví seu peito peludo delicioso e fiquei louca, ele percebeu e deu um sorriso pra mim, repetiu que tava com calor e eu disse que ele poderia tomar um banho. Ele aceitou, fui no quarto buscar uma toalha pra ele e quando bati no banheiro ele tava só de cueca. Não tava aguentando mais, minha boceta tava doendo, meu cuzinho piscava. Era muito tesão!
De repente vi um volume na cuca dele, deu pra ver que o pau dele era enorme, sem falar no sacão que ele tem. Eu disse que ia sair pra ele ficar a vontade mas ele me puxou pela mão e perguntou se não queria ficar. Na hora minha xota escorreu de vontade e meu coração disparou num misto de nervosismo e tesão.
Ele me puxou, deu um beijo gostoso, enfiando aquela língua na minha boca e passando aquelas mãos pelo meu corpo. As mãos dele são enormes, deu uma vontade louca de dar naquela hora, mas ele começou a tirar minha roupa, me levou para o chuveiro e começou a beijar minha bunda, apertar bem forte e depois abrir as bandinhas pra chupar meu cu gostoso que tava piscando por ele.
Ele lambeu todo meu cuzinho, depois chupou minha boceta e a língua dele era bem habilidosa, ele chupava gostoso demais, me fazia gemer, minhas pernas tremeram, eu fiquei louca! Ele saiu, foi na carteira dele dentro do bolso do uniforme e pegou uma camisinha. Colocou no pau e veio com aquele cacete duro pra cima de mim.
Ele começou a chupar meus peitos, me deixou louca com aquela língua brincando com meus mamilos e sugando com força, eu tava louca, tremendo e gemendo e gemi mais ainda quando ele colocou dois dedos na minha b@ta. Os dedos dele eram bem grossos e doia um pouco, mas eu tava adorando dar pra ele.
Com o chuveiro ligado ele me virou de costas, segurou meu cabelo com uma mão e minha cintura com a outra e começou a sarrar na minha bunda. Eu não aguentava mais, queria dar logo e implorei pra ele me foder logo. Ele me pegou com força, encaixou o pau na minha boceta e me fez ficar mais empinadinha anda para sua rola entrar bem fundo. O pau dele me machucava um pouco, batia bem no meu útero mas era uma dor tão gostosa que eu não queria parar.
Ele depois me virou, me levantou e começou a me comer no colo dele enquanto dizia que minha b@ta é bem quentinha e apertada, que ele tava louco pra me comer, que eu era uma delícia. Depois de tanto meter ele disse que queria gozar na minha cara e eu deixei. Ele tirou a camisinha e soltou um jato de porra na minha cara, me deixando toda lambuzada.
Quando gozou o pau dele tava bem mole mas me ajoelhei e cai de boca, paguei um boquete gostoso, lambi a cabeça da sua pica e logo ele ficou duro novamente, prontinho para me foder de novo e foi o que ele fez, dessa vez empurrou tudo no meu cuzinho, me fez tremer de dor e eu gozei gostoso com ele me arrombando.
Foi incrível sentir aquele macho bruto me traçando gostoso como nem meu marido tinha feito. Depois que a reforma acabou não vi mais o Jonas, mas toda vez que lembro dessa aventura fico bem excitada.

DEI O CU AO SOLDADO PAULISTA

*O Soldado*
Estava indo para Jundiaí de ônibus era bem cedo, saí de Franco da Rocha e chegando em Francisco Morato já não cabia mais ninguém, eu estava perto da porta de saída, quando um soldado do exército parou atrás de mim, era novinho, magro, tinha aproximadamente 1.75 altura, branco e cabelo típico do exército raspado, estava fardado, tinha uma cara de safado que me instigava a fazer loucuras, mas por um certo momento me mantive meio que afastado, no entanto, por mais que eu quisesse ficar longe com o movimento do ônibus sem querer relava nele, pois a cada parada entrava mais gente e ficamos compactados, ele começou a sarrar em mim, e eu sem poder me mexer, não olhava para trás meio que me fazendo de desentendido, seu pau não estava duro no começo, mesmo assim isso não foi um empecilho de me aproveitar da situação, o ônibus nas curvas ajudava e a sarração ficava cada vez mais intensa, percebi o seu pau dando sinal de vida, e antes seu pau que estava mole já podia sentir rígido na minha bunda, tive coragem e coloquei minha mão para trás como se fosse coçar minha bunda e senti seu pau duro, o ônibus lotado ajudava e ninguém percebia nada e a sua bolsa do exército pendurada de lado ajudava a esconder, não cheguei a apertar mais percebendo a situação comecei a empurrar minha bunda roçar no seu pau e aquela rola latejava cada vez mais, depois que o ônibus chegou no trevo Francisco Morato, já não entrava e nem saia ninguém, e se fosse sair seria uma ou outra pessoa que desce nos hotéis da estrada, quem já pegou a linha Rápido Luxo Campinas sabe do que eu estou falando, pois bem tive coragem de me virar para ele de lado e como estava com uma mochila pendurei ela na frente ficamos cara a cara, ele com semblante de safado e eu de sem vergonha, consegui chegar com a mão discretamente no seu pau e fui alisando e apertando por cima da calça, tinha um pau gostoso de apertar, queria senti-lo dentro de mim, mas fui além abaixei o zíper da calça e coloquei minha mão dentro e que rola quente, punhetei ela lentamente para não dar na cara, ele mordia os lábios, ora apoiava sua cara no braço para esconder sua cara de safado, eu não estava satisfeito queria mais tirei minha mão para sentir o cheiro da sua rola e queria provar seu leite, coloquei a mão dentro de novo e punhetei mais, fiquei um bom tempo e fui vendo suas cara de tarado que me dava mais tesão, apertava, alisava, colocava o dedo na cabeça da sua pica fazia o que dava, ficamos ali umas meia hora na putaria, e comecei a punhetar mais rápido, as pessoas iam começar a descer, seu pau estava pulsando sem controle era o sinal que estava aguardando, ele para disfarçar apoiou novamente o rosto no braço e quando gozou na minha mão deu um leve gemido, que não sei como ninguém percebeu minha mão cheia de porra limpei em um lenço que estava no meu bolso e fechei seu zíper, peguei meu celular sem falar nada apenas digitando com dificuldade pedi seu número para continuar a putaria, ele pegou o seu celular e sem ninguém perceber passou seu número, foi uma loucura gostosa e o medo de ser pego sempre aumenta meu tesão quando percebi tinha gozado sem tocar no meu pau.

SEXO NA CADEIA • PRESIDIÁRIO CARNE NOVA NO PEDAÇO

CARNE NOVA NA CADEIA : Antes de começar meu relato, quero dizer que eu era e continuo sendo macho. Gosto mesmo é de mulher, e o que

vou relatar, aconteceu meio contra minha vontade.
Moro na favela da Rocinha no Rio de Janeiro. Tenho 18 anos e parei o estudo om 15, passando a viver de biscate.
Meus pais sempre me alertavam para não chegar perto das drogas, mas o ambiente na favela é muito propício e a grana
muito boa. Nunca ia conseguir nada parelho trabalhando em outra coisa legal, com o estudo que consegui....
mas paguei o preço.... E como..

Durante uma batida policial no morro me pegaram com os bolsos cheios de toxico e me acusaram de traficante.

Em pouco tempo eu estava chegando pela primeira vez ao presídio nos arredores do Rio. Cai numa cela com mais 12

presos, todos bem mais velhos que eu.

Logo que cheguei ouvi os outros presos cochicharem ‘Carne nova no pedaço’... ‘Vai dar uma noivinha bonitinha’..

Mas tentei impor uma cara de bravo, se bem que estava literalmente apavorado. Era inverno e fazia frio. Não havia cobertor e a gente estava só de bermuda e camiseta. Uma noite eu tiritava de frio quando senti um dos presos, um cara enorme e peludo, que os outros presos apelidavam de ‘Elefante’, se enfiar na minha cama e me falar no ouvido:

- Pronto garoto, vou fazer teu frio passar. Encosta aqui.

A barriga e o peito cabeludo dele me davam nojo, e um volume enorme no calção dele encostado na minha bunda me fez sacar que a coisa ia ficar feia em breve. Tive que me debater pra sair da cama, e só com ajuda de outros 2 presos, o Marcão e o Tromba, é que o tal do Elefante me deixou em paz.
No dia seguinte o sol entrou e com ele um calor ao meio dia no que foi aproveitado pela direção do presídio para nos fazer
tomar banho no chuveiro comum. Deixei todo mundo ir e terminar na frente e só quando achei que o banheiro tava vazio

é que tirei minha roupa e entrei na água do chuveiro.
Achei que era o último a tomar banho, mas logo apareceram os meus dois salvadores da noite anterior. Marcão era um negão forte com braços musculosos e Tromba era mulato que nem eu e mais magro e sarado. Ao tirarem a roupa pude bem ver que ambos tinham pirocas de respeito. Ambas eram grandes mas a de Marcão era bem grossa e a de Tromba era comprida pra caralho, daí o apelido de ‘Tromba’ . Pra complicar ambos ficavam alisando seus cacetes e batendo com eles nas mãos como que pra endurecê-las, sei lá bem pra que..

Entraram ambos debaixo dos chuveiros (não há divisões no chuveiro comum) conversando entre si, mas me olhando de

soslaio vez por outra. Fui ficando incomodado mas fiquei na minha, até que começaram a falar comigo e elogiar minha

tatuagem no ombro.
- E aí Carne Nova, como é mesmo teu nome ?

- Luizinho..

- Foi preso por que ?

- Tráfico de tóxico

- Pena leve, vai sair logo daqui, mas tem que se cuidar,

arrumar um protetor, formar um casal.. pois ninguém mexe com quem tá ‘casado’. Já um solteiro bonitinho, novinho

igual a tu é prato feito pra molecada que não tem ninguém pra visita íntima e tá no maior tesão por um buraco de carne.

- Sei..

- Tu num tem protetor ainda, né ?

- Acho que não

- Pois é. Eu e Tromba aqui távamos conversando de ser teus protetores, saca ? Formar um casal de 3, tá sabendo ?

- Casal de três ?

- É, isso existe brother... Dois com um, ou dois com uma..
Achei que a conversa tava esquisita, mas me fiz de bobo.

Eles me puseram no meio dos dois e começaram a me examinar.. primeiro a tatuagem depois a dar tapinhas e

apalpar minha bunda pequena. Eu não tinha como sair fora dali... Momento difícil...
Aí o tal do Tromba que tava atrás de mim, começou a bater com a picona dele na minha bunda enquanto o Marcão me

olhou bem nos olhos e disse:

- Tu tem namorada lá fora ?

- Tenho uma garota que eu fico.

- Tu come o cu dela ?

- Já comi algumas vezes

- Ela gostou ?

- Acho que sim, mas gritava quando eu enfiava

- Já experimentou um pau na tua bunda ?

- Que isso.. sou macho..

- Segura aqui nas duas picas e diz qual é a mais quente...

Segurei... Ambas estavam uma brasa e duras como mármore.
Aí o Marcão me olhou de novo bem nos olhos e me sapecou um beijo na boca. Achei horrível ser beijado

por um homem. Daí os dois puxaram cada um dos meus braços, e me fizeram segurar e punhetar as picas deles.

- Podemos formar um casal de 3... Ou dois homens e uma mulher, ou duas mulheres e um homem. Você prefere ser

a mulher ou o homem das duas mulheres.

- Olha seu Marcão.. se eu puder escolher e vocês não se incomodarem.. eu preferia ser o homem das 2 mulheres.

- Sem problema brother. Você vai ser o homenzinho.

Agora ajoelha ai e chupa nossas bocetas...
Pronto.. me fudi.. Tive que ajoelhar no chão frio do banheiro e meter primeiro a boca na rola grossa do Marcão enquanto

o tromba ficava me alisando o rabo e indo com o dedão dele até o buraco do meu cu,tentando dar uma sondadinha no meu

rabo. Eu nunca tinha segurado um pau que não fosse o meu, muito menos chupado um. Confesso que senti vontade de

experimentar mesmo sentindo nojo. Abocanhei o melhor que pude e melei o instrumento do negão. Depois passei pro outro enquanto ouvia:

- Tromba.. o Luizinho mama que é uma beleza. Parece que já chupou pau antes... Vai Luizino, engole a tromba do Tromba até encostar a chapeleta do caralho no fundo da garganta. E empurrava minha cabeça mais de encontro ao corpo do amigo. Quase engasguei. Ficava imaginando com a pica na boca se aquilo caberia no rabo de alguém, quanto mais no meu .

Acho que tá na medida pra inauguração desse rabo jovem.

Marcão, to com o maior tesão em agasalhar o meu poste no cu do Luizinho... Faz tempo que não como um cu. É hoje !!!

- Vocês não vão me botar no cu não, né ?

- Que isso Luizinho.. Vamos só testar a elasticidade do furo.

Fica quietinho e apóia aí no banco, que vai ficar tudo bem.

Obedeci e gelei. Olhei pra trás e vi o Marcão passar shampoo no caralho e tocar uma punheta para espalhar bem. Meu cu

piscava de medo. Porra, pra que que eu fui me meter com as drogas.. Olhaí o resultado...

.
- Chupa a pica do Tromba e fecha os olhinhos querido. Papai aqui vai fazer com carinho....

Senti a cabeça da rola do Marcão encostar no meu ânus e rezei para que não entrasse, mas ele foi forçando e forçando.

- Aaaaaaai. Para para para... Não não não...

- Calma brother.. Já vai passar a cabeça e depois não dói mais.

- Não, não, não.. aaaaaaai caraaaalho...

- Pronto, já entrou meio pau... Relaxa o cu pra não sofrer, vai.

- Vai Marcão, põe o resto que quero ver sumir tudo no cu desse garoto. Vamos colocar nossa marca na olhota dele.

E a vara finalmente entrou até o talo no meu rabo. Ardia pra danar. Acho que era o efeito do shampoo nas minhas pregas. Fui comandado a chupar de novo a tromba do Tromba enquanto o Marcão brincava de botar e tirar no meu pobre

e arrombado cuzinho, mas ao mesmo tempo imaginava se ia ficar só nisso ou se também ia ter que tomar a pica do Tromba. O Marcão socava com força, tirando o pau quase até a cabeça e enterrando de novo fundo, batendo com as bolonas no meu próprio saco. Era um macho comendo outro macho, mostrando a superioridade de um sobre o outro que tinha que ficar submisso e deixar seu algoz se divertir enquanto eu sofria

Logo minha dúvida se desfez...

- Agora sou eu Marcão. Meu pau tá duraço de vontade de

comer esse garotinha... O Carne Nova deve ser uma delícinha

Vem filhinho.. Agora é o Titio aqui que vai comer esse cuzinho

de noiva..
E lá veio o dono da pica comprida me fuçar o rabo já aberto.

A pica não parava de entrar. Parecia que ia me sair pelo umbigo a fora... Enorme de grande. Eu a senti deslizar lá

dentro da minha barriga. O Marcão ainda dava força pro amigo:

- Isso Tromba.. Descabaça de vez nossa noivinha enquanto eu faço esse Luizinho chupar o pau que acabou de sair do cu

dele mesmo.
Que nojo. .. Ter que chupar um pau que saiu de mim e ainda levar vara fundo nas tripas... Que vergonha que eu tava

sentindo... Eu estava sendo furado pelos dois lados e por picas gigantescas, e não podia reclamar pois senão entrava

na porrada, e eles eram fortes mesmo... Me seguravam firmemente tanto pelas ancas como pela cabeça, me forçando

as entradas, boca e cu a satisfazê-los. E os sacanas ainda davam risadas de me ver naquela situação de gang bang com

um menino recém saído da puberdade. O cheiro deles me impregnava as narinas, pois suavam com o esforço de me

transformar de homem em menina deles.
A pica do Tromba era como uma cobra navegando pelo meu rabo a dentro. Já não doía mais, mas a vergonha era enorme,

e o Marcão ainda me forçava a chupar e chupar a pica dele.


Finalmente o suplício acabou e eles me regaram com leite de bandido, pra mostrar quem que mandava ali...

Pelo menos fiquei sob proteção dos dois e nenhum dos outros presos tentou nada comigo por 8 meses que foi o

tempo que passei la dentro e fui liberado por bom comportamento. Durante este tempo, varias noites os dois se

alternavam dormindo comigo e me enrabando uma ou duas vezes durante a noite, fora o guarda da nossa seção que um

dia também ganhou o previlégio de me comer em troca de uns cigarros de maconha para os meus protetores.

Dar o cu pra guarda de presídio é foda.. Ele ficava rindo e dizendo que aquilo era parte da minha sentença de presidiário.

Adorava me fazer sentar de cu na vara dele e me mandava abrir as bandas da bunda ao máximo e vir de marcha ré até encostar meu rugoso na piroca gosmenta dele, quando então me segurava pelos ombros e me forçava o corpo pra baixo pra enterrar bem fundo a vara dentro do meu rabo.
Mas acabou e aqui estou eu do lado de fora das grades e desejoso de encontrar um trabalho honesto.

Nunca contei pra ninguém o que passei, mas como isso tava travado dentro de mim, resolvi abrir pra vocês aqui.

TREPANDO COM O FILHO DO BORRACHEIRO • SEXO NA BORRACHARIA

Filho de Borracheiro........borracheiro é !


Filho de caminhoneiro, sempre frequentei postos de gasolina, oficinas mecânicas, borracharias; na adolescência já estava sendo preparado para ser motorista também, meu pai tinha três caminhões, um com ele, outro com meu tio, e um terceiro com um empregado; o que passo a relatar aqui, aconteceu quando numa emergência, meu pai teve que ir socorrer esse empregado, que havia "estourado" dois pneus de uma vez na estrada e estava cerca de 50 km da cidadezinha em que morávamos, para isso, ele teve que ir acompanhado do Muque, um conhecido borracheiro de nossa cidade; nesse dia eu estava com meu pai na borracharia, e o empregado de papai, ligou para o posto, próximo, que nos deu o recado, como Muque já estava consertando um pneu de nosso caminhão, tiveram que fazer o socorro na camionete dele mesmo, levaram dois pneus montados já para essas emergências, deixando eu e seu filho completando o serviço no caminhão de meu pai.
Pelo apelido, vocês já devem imaginar como era esse Muque, era um homem grande, gordão, fortíssimo, parecia um urso, e seu filho, da mesma idade minha, já encaminhava seu físico para ficar igual ao pai, Muquinha e eu estudávamos no Grupo Escolar, porem em salas diferentes, eu estava um ano na frente dele, apesar de nos conhecermos, pouco conversávamos, só mesmo quando eu ia na borracharia com meu pai.
Bem, ficou eu e Muquinha completando o serviço no caminhão de meu pai, e o garoto, mesmo sendo novinho, já manuseava bem as ferramentas e pneus, colocando em ordem rápidamente; assim que acabou, foi lavar as mãos, eu também lavei, atrás da borracharia, descendo uma escada, existia uma espécie de porão que servia de depósito de pneus, era onde havia um tanque, no qual nos lavamos.
Moleque é um bicho que não presta mesmo, eu sabia que costumava ter revistas de putarias em oficinas e borracharias, perguntei ao Muquinha se não tinha nenhuma revista, que pudéssemos ver, e não é que ele tinha escondido entre os pneus; ele só disse que iria dar uma encostada na porta da borracharia, e eu podia olhar umas três revistas que ele tinha lá.
Comecei a folhear, estava fissurado numa, Muquinha ficou olhando a outra, cujas páginas, estavam até meio coladas, começamos a conversar sobre aquelas mulheres, aqueles comedores, quando vimos, estávamos os dois se tocando sobre os shorts, e Muquinha sacou o pau pra fora, tocando uma punhetinha na minha frente, eu parei de olhar a revista e comecei a apreciar aquela piroca tesa, ele notou que eu o fitava e perguntou se o pau dele era maior que o meu, eu respondi que sim, um pouco maior e parecia mais duro também, ele perguntou se eu queria segurar no dele para me certificar se era mais duro, eu coloquei o meu pra fora também, e aproximei do dele, encostando pau no pau, e segurei a piroca dele; ele até fechou os olhos com o contato de minha mão, e pediu para tocar uma punhetinha pra ele, eu conncordei, com uma condição, que ficasse em segredo entre nós, ele jurou, eu segurei o pau dele e punhetei, me abaixei na frente dele, de cócoras, para melhor manusear a piroca, ele logo pediu para eu dar uma chupadinha, eu já assanhado, não me fiz de rogado, dei uma cheirada, naquele piru, aquele cheiro forte, passei a lingua na cabeçorra, ele intercedeu para abocanhar, eu o fiz, e fiquei mamando naquela pica tesa.
Sentindo que iria gozar, Muquinha pediu para colocar na portinha de meu cuzinho, a essa altura ambos estávamos sem os shorts, eu me virei e pedi para ele passar cuspe, porem ele falou que tinha coisa melhor, e pegou uma lata toda suja, e continha vaselina, que usavam para passar em pneus, colocou um pouco em meu cuzinho e untou também sua piroca toda......fiquei curvado sobre um pneu, abrindo as nádegas expondo meu cuzinho para Muquinha, que apontou e veio penetrando até o talo, quando eu pedi para meter gostoso em mim, ele me segurando pelas ancas, começou um frenético vai e vem, até me fazer gozar e me encher o cu de porra.
Foi só acabar de me enrabar, escutamos encostar a camionete do Muque com meu pai, chegando, Muquinho correu para abrir a porta, enquanto eu, me lavava, já que estava todo melado de vaselina e porra na bunda, para não desconfiarem, fingi ter ido no banheiro.
Ao subir para borracharia, fiz disfarçadamente um sinal de "bico calado" para Muquinha, e nos despedimos........depois disso, algumas vezes reencontrei Muquinha, e sempre que dava, era uma enrabada gostosa, que tenho a impressão, dele ter mantido sempre segredo.