quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O COROA PEDREIRO E NEGÃO ME COMEU NA CONSTRUÇÃO | CONTO ERÓTICO #08


Bom Quem já conhece meus contos sabe que todos são reais, mas nem todos são vividos por mim!

O COROA PEDREIRO E NEGÃO ME COMEU NA CONSTRUÇÃO

Como todos já sabem esse blog conta minha vida erótico e real, sou um cara casado, tenho 28 anos, 180m e 82kg, filhos, esposa, tudo anda normal, hoje parei mais com minhas aventuras sexuais. Foram tantas que resolvi contar as que eu lembrar pra todo mundo.

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Essa história aconteceu numa noite em que como sempre tinha saído a caça, pois num tinha nada pra fazer em casa. Sai de casa então pra fazer um lanche, como estava sem dinheiro foi a uma agência da Caixa, banco em que tenho conta para pegar algum dinheiro pra comer. Apesar de ser mais ou menos 9 da noite, a rua estava um pouco esquisita, mesmo assim, foi e retirei 20 reais, na saída, desci a rampa da agência, e percebi logo que ao lado a tinha uma construção de um prédio, tava cheio de tapumes que cobriam a entrada, e tinha uma porta, na porta estava parado um senhor moreno, pra não dizer negão, uns 45 anos, barrigudinho, poucos cabelos no peito, sem camisa, de short de malha, cabelos curto. Ele estava olhando quem passava na rua, e quando tive aquela visão, quase travei, olhei pra a barriga, olhei pro volume do short, olhei ele e passei, uns 2 passos, comecei a pensar, e disse, vou voltar a agência, olhando o cacete dele, frisei mesmo aquele pacote e ele achou graça, entrei na agência e na saída ele ainda estava lá, continuei olhando e parei, e na “bucha” perguntei, tem água ai? Ele disse que tinha, perguntei se poderia beber, e ele já sabendo o que eu queria disse que só se eu bebesse o copo todo, eu disse claro, entramos. Ele fechou o a porta de madeira, passamos na entrada por um monte de areia e perto dos tijolos, ele mandou eu logo chupar, tava mole ainda e tinha cheiro de xixi, mas o cara era muito gostoso, era um macho de verdade, um coroa sensacional que eu tinha certeza que comia muita buceta. Ele disse que tava longe da esposa fazia 15 dias, e que dormia só tomando conta da obra, disse que era louco para aparecer uma puta como eu lá, mas ninguém aparecia. Mamei, mamei, mamei demais aquele cacete, enquanto mamava ele foi ficando duro e grosso, acho que tinha uns 18cm e era bem grosso. Entramos para um quartinho improvisado e lá eu percebi que ele estava mesmo era carente, pois ele tirou a roupa, alias, o short, e começou a me beijar, ele me beijava como se eu fosse uma mulher, apesar de pra mim ser apenas sexo, eu senti que pra ele era como se tivesse fazendo amor com sua esposa, então ficamos ali, nos beijando e sarrando um cacete no outro, ele chupava meus peitos como se eu fosse mulher e até mesmo colocou meu cacete na boca, mas parece que num gostou muito, ficamos ali nos beijos e abraços. Ele tinha uma bunda enorme de negão e eu tentava colocar o dedo no cusinho dele, mas ele não deixava, tava muito gostoso mesmo assim. E ai, chegou a pior hora pra mim, ele queria me comer, comer com aquele cacetão minha bunda, pedi a ele pra sentar em cima, já que era muito grossa, ele disse que não, que queria me comer de quatro, que era como a esposa dele dava pra ele, topei, me escorei num móvel velho, ele lubrificou a camisinha e começou a meter, quando ele ainda tava na cabeça eu já não suportava a dor, queria gritar, mas ele não parou, e me mandou fazer silencio e gemer, ele segurou com toda força minha cintura e empurrou todo aquele cacete de vez no meu cusinho, senti como se tivesse rasgado, ao mesmo tempo em que sentia todo o formato do pau dele dentro de mim, era um misto de dor e prazer indescritível. Daí ele começou a “bombar” dentro de mim, e beijar minhas costas com muita fome de sexo, ficamos um bom tempo daquela posição. Ele me jogou no chão, travou suas pernas nas minhas e continuou metendo, metendo e metendo. Não consegui segurar, era tanto prazer que gozei, ele também não segurou e gozou.

Naquela noite ainda fiquei por lá até a madrugada, gozamos umas 3 vezes. Eu voltei lá umas 4 vezes, até que um dia ele não estava mais na construção, sem explicação, estava lá toda noite um cara bem magro e branco, nada que eu curto, ainda insistir umas duas semanas, mas nada do negrão, então foi o fim. Passei por lá um dia destes e vi que já funciona uma loja, daí creio eu que minhas noites com o pedreiro, coroa e negrão acabaram.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

MEU VIZINHO ELETRICISTA MEU COMEU DURANTE UM JOGO DE COPA DO MUNDO | CONTO ERÓTICO #08


O ELETRICISTA E JOGADOR DE PELADAS DA MINHA RUA ME COMEU NA CASA EM CONSTRUÇÃO

Como todos os contos do meu blog (contoeroticoreal.blogspot.com) esta é mais uma história real que aconteceu comigo em 1994, quando tinha 13 anos, durante a copa do mundo dos Estados Unidos.

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Morava na casa dos meus pais no interior, era um jovem saindo da infância e entrando na adolescência, tinha muito tesão, e uma das pessoas que me dava mais tesão na rua era o eletricista Roberto, ele era um jogador de time de futebol da cidade e eletricista, era um cara de corpo fenomenal e ele sempre soube disse, ele num tinha um corpo de cara de academia, ele tinha um corpo forte, trabalhado no dia-a-dia, subindo e descendo de postes eletrificados, Ele ainda mora no mesmo local onde aconteceu tudo, ele é moreno jambo, 175m, acho que uns 80kg, braços fortes, pernas de jogador forte, ele era zagueiro, uma bunda fenomenal. Nessa época no interior, eu jogava no time infantil, chamado de segundo quadro, e ele no time principal, sempre quando aimos pra casa, pois morávamos na mesma rua, eu ficava olhando e me excitando com o corpo dele e de seu compadre, também zagueiro (outro conto) que tinha um corpo parecido com o dele. Nessa época eu era magro, tava no meio da transformação da adolescência, mas sempre tive uma bunda grande, e também me achavam gostosinhos, pelas pernas grossas de jogador.

Vamos ao conto, essa história aconteceu em 1994, depois do jogo Brasil e Suêcia pela primeira fase da Copa dos Estados Unidos. A casa dos meus pais ficava bem pertinho da casa do Roberto, acho que uns 150 metros, a casa ainda estava em construção, e como era Copa do mundo, todos os jogadores ia pra casa dele assistir os jogos, pois ele iria se casar no fim do ano, como não tinha nada, ele pediu ao meu irmão mais velho, algumas cadeiras emprestadas para a turma sentar durante a partida, meu irmão, claro emprestou, na hora do jogo foi aquela festa, dava pra ouvir da minha casa, terminou a partida, meu irmão saiu pra beber com os amigos, e meu pai queria suas cadeiras para o jantar, ele logo me mando ir buscá-las, eram seis cadeiras, fui sem nenhum pensamento, pois achava que chegando lá iria encontrar apenas a galera bebendo e comendo os últimos tira-gostos, mas não foi bem isso que eu vi, beti na porta, e eis que Roberto abre, foi uma visão surpreendente que nunca esqueci, ele estava de sunga colorida, suas pernas grossas amostra, sua barriga deliciosa, levemente cabeluda e peito grande, suados de que estava fazendo exercícios, e um pacote enorme na sunga de praia, quase cai pra trás, mas me contive, disse a ele que estava ali para pegar as 6 cadeiras de minha casa, ele disse que eu podia pegar, peguei uma de cada vez e levei a minha casa, toda volta era mais tesão, meu cacete já tava muito duro. Já tinha ouvido uma história de que ele comia, mesmo noivo um carinha com quem já tinha trepado (Esse “carinha” tá no conto: Dando pros moleque da rua). Nas minhas idas e vindas percebi que ele ficava se mostrando pra mim, até que cheguei na para pegar a ultima cadeira, ai ele disse: me ajuda e pegar uma coisa ali no fundos, eu disse que sim.

Quando seguimos tava tudo muito escuro, eu fui na frente, chegando lá ele me agarrou todo suado, com o cacete já duro, começou a beijar meu pescoço e me disse que eu era o guri mais gostoso da rua, ele passou a mão no meu cacete e viu que eu tava também excitado, ele começou a baixar meu calção e caiu de boca na minha bunda, passava o dedo, passado a língua, aquilo era muito gostoso, ele me perguntou se eu já tinha dado, e eu disse que pra um adulto nunca, ele ficou com pena pois o cacete dele iria me estuprar, ele estão me virou e pra minha surpresa começou a chupar meu cacete ainda em desenvolvimento, chupou bastante, e me colocou em 69, deitados ali sobre a poeira da construção, eu cai de boca no corpo dele, chupei peitos, braços, cacete, barriga, mas não me contive e disse a ele que ele podia me comer, eu tava ardendo em tesão. Ele me colocou de costas, abriu minhas pernas e começou a meter, foi metendo devagar, um pouquinho de cada vez, era uma dor insuportável e ao mesmo tempo sensacional, era muito tesão, ficamos ali um bom tempo, eu recebendo cacetadas dele homão. Quando acabou fui pra casa, a praticamente 16 anos depois quase nunca nos falamos, ele continua gostoso como sempre, casado com três filhos, já ouvi falar muito dos casos deles com outras mulheres, até mesmo dos seus “chifres” já que sua esposa também pega muito, mas nunca encontrei uma chance de fazer aquela história se repetir.

Aguarde, pois vou contar a fama da família desse eletricista em ter paus grandes, e como senti o cacete do seu pai na minha bunda. 

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TRANSANDO COM O BANCÁRIO | ERA CPF, GORDINHO E DA BUNDA GRANDE, MAS EU COMI - CONTO ERÓTICO #07



Este é mais um conto real que aconteceu comigo muitos anos atrás, tempos de universidade e que não voltam mais, deixo logo o recado, transem bastante meninos jovens, mas estudem, sexo é como sorvete do McDonalds, é gostoso, mas acaba e não leva ninguém a lugar nenhum, a não ser que você apaixone um homem rico. Quem tá acompanhando o Blog, tá ciente de que eu estou começando a contar histórias reais minhas que aconteceram durante a minha vida, sempre reais, não curto muito inventar, até aumento, mas na essência é tudo real.


Hoje vou contar parte do meu pequeno caso com um bancário delicioso, branquinho, de bunda grande e que aguentava tudo.

Como já sabem, tenho 180m e 82kg, casado com mulher, bunda grande, pernas grossas, homem com vozeirão, levemente bonito, cacete de 18cm e grosso, branco.

Era universitário, acho que 2008, sempre via aquele baixinho, gordinho, com cara de bebê passando no pátio da faculdade, não sabia nada dele, mas achava a bunda dele algo sensacional, era uma bunda sem defeitos e muito gostosa, o nome dele é Bernardo, ele era um entroncado e fortinho, bonito, um rosto bem limpo, cara de CDF, mas bem fechado. 

O tempo passou e como sempre fui bem reservado quando o assunto era sexo, apesar de aprontar muito, acabei que não lembrava mais daquela bunda gostosa. Até que um dia encontro aquele baixinho da bunda tesuda saindo da agência bancária onde eu tenho conta. Estava com dúvida e vi um crachá do banco no peito dele, então perguntei, e ele me tirou a duvida, retirei o dinheiro e ele perguntou para surpresa minha, se eu estudava na mesma universidade que ele, eu disse que sim, que já tinha o visto por lá. Ele me disse que estava indo pra lá, eu disse que também, que estava indo de “buzão”, pois estava sem carro naquele dia, e ai, ele me perguntou se eu queria carona, claro que aceitei prontamente. No caminho eu falei que estava cansado, que iria a aula forçado, ele me disse que também, e ai ele me perguntou se num achava melhor a gente ir tomar uma cervejinha, eu claro que disse sim, fomos a um bar bem frequentado aqui na cidade, lá conversamos sobre muita coisa, e ai entramos em sexo, ele perguntou se eu era solteiro, casado ou outra coisa e eu disse que era casado, ele me disse que tinha namorada, mas que sempre dava suas fugidinhas, lá pelas quatro cervejas combinamos de ir a universidade, saímos do bar e entramos no carro, no caminho, ele já “quente”, parou o carro e me disse que tava afim de algo, eu disse o que? Ele me disse: “Dar meu cu pra você, você quer?” Claro que eu disse sim e dali seguimos pra um motel.

Já no motel vi algo nele bem diferente, além de gostoso, ele também tinha sua fantasias, com a porta da garagem do motel fechada, ele inclinou o banco e queria que eu o comece ali mesmo, era uma das suas fantasias, dar a bunda dentro do carro, começamos um beijo bem legal, comecei a tirar sua roupa, e comecei a perceber que ele era realmente muito gostoso, apesar de gordinho, o corpo dele era bem duro, rígido e não me contive, pus logo ele de frango assados ali dentro do carro, passei a língua no cusinho dele bem limpinho, coloquei a camisinha no meu cacete e comecei a meter. Como meu cacete e grande e grosso, pensei que ele não fosse suportar, no inicio ele até tentou tirar, mas como ele tava meio embriagado e cheio de tesão, coloquei meu cacetão todinho dentro daquela bundona. Tava gostoso demais, bom demais, a cena ainda está na minha cabeça e eu logo gozei, gozei fartamente naquele cu.

Ele se chateou pensando que iríamos embora, eu disse logo que não, entramos no quarto e fomos para o banheiro, tomamos um banho fantástico, com beijos na boca, ele chupando meu cacete, e eu chupando o cusinho dele, ficamos ali naquele banho um bom tempo até seguirmos para a cama, eu deitei de rosto do teto e ele veio por cima, sentou na minha vara, de primeiro no seco ele não suportou, pedimos uma cerveja, bebemos mais e coloquei bastante lubrificante, pus ele deitado de costas na cama e fiquei fascinado, aquela bunda era realmente enorme, abrir as pernas dele, e fui pra cima, ele queria sair na entrada da cabeça mas não deixei, ele gritava de dor, e eu queria gritar de tesão, ele se debateu, mas não deixei ele sair daquele meu abraço, meti meu cacete grosso todo naquele cu, ele gritava e eu socava, até que ele não sentiu mais dor e foi só tesão, meti por um 5 minutos, e ele me pediu pra chama-lo de puta, dizia que estava apaixonado por mim, depois ele sentou em cima de mim, ai consegui colocar o cacete todo dentro dele, ele ficou ali sentado no meu pau, me ajeitei e nos abraços, aos beijos e meu cacete todo na bundinha dele, gozei fartamente pela segunda vez naquela posição e ele gozou também, ficamos ali agarradinhos e ele me pediu pra termos um caso, e eu claro que topei. Saímos mais umas seis vezes, todas eu o comi loucamente, até que achamos que estávamos nos prendendo demais, era quase toda noite, cheguei a deixar o jantar na mesa de casa, só para ir fuder com ele, e ai foi o fim. De vez em quando a gente se encontra na agência, ele faz de tudo pra chamar minha atenção, até inventou uma história que não me ligou mais porque perdeu o telefone, mas apesar do tesão, acho que não rola mais.

Mas aquela foi uma das bundas mais deliciosas que já comi!

Estava corringindo o conto em 2018, quase 10 anos depois e o que aprendi é que vale apena viver o momento, transamos muito eu e esse cara, mas um dia acabou e foi cada um pra seu lado. Nunca mais o vi. 

domingo, 15 de agosto de 2010

TRANSANDO COM MEU PRIMO MARCENEIRO | CONTO ERÓTICO #06



Quem nunca sentiu tesão por um primo na adolescência? Na verdade não sei se era tesão ou falta de oportunidades, mas se meu primo tava ali, tão facilzinho pra mim, porque não arriscar?

Como todos os outros contos deste blog, este conto também é real, aconteceu comigo na minha adolescência por várias vezes, vou narrar aqui uma das maiores fodidas que aconteceu entre eu e meu primo. Veja mais em nosso Instagram: @ContosDeBanana

Quem acompanha meus contos já deve saber como sou fisicamente, tenho 27 anos, sou casado, pai, homem, me sinto másculo, 1,75m e 82kg, pernas grossas e bunda grande, se fosse um artistas de TV as pessoas sempre me dizem que parecia com o André Marques da Globo, só que mais magro.

Meu primo Juca é e sempre foi marceneiro, hoje tem mais de 30 anos, mas na época tínhamos uns 15, ele tinha 170m e 65kg, sempre foi forte pelo trabalho braçal, era um macho forte, sequinho, sempre de bigode, de barriga definida, acima de tudo, extremamente homem em todos os sentidos.

Todos os sábados, meu primo ai a minha casa assistir TV, pois ele sempre dizia que sentia-se melhor na minha casa que na sua, sempre o achei gostoso, muito másculo, um homem de verdade. 

Nas tardes em que Juca e eu ficávamos em casa vendo TV, meu pai e minha mãe saiam para conversar com seus amigos, e nós éramos os únicos naquelas quatro paredes, Juca sentava-se perto de mim, creio eu que tudo o que ele queria mesmo era ver os programas, mas eu não me controlava, ficava esperando o melhor momento para lhe dar uma pegada em seu cacete, embora com medo do que ele pudesse fazer, sei lá, contar pro meu pai ou pra minha mãe, eu pegava, e logo ele respondia, íamos então para o meu quarto, chegando lá ele abria a bermuda e me fazia chupar. Me colocava de quatro e metia com muito força, com toda certeza o cacete dele foi o primeiro a realmente penetrar meu cusinho, ele sempre teve a barriga bem definida e aquilo me dava mais tesão, olhava pra trás e via um homem macho desejando meu cusinho, ele tirava e colocava seu cacete na minha bundinha, ficava me penetrando com os dedos, e perguntando se eu queria mais pau, e implorava, safado, ele chupava meu cusinho e dizia:

_Não vou colocar mais na sua bundinha seu eu não mamar feito um bezerinho!



Eu então o mamava como esse bezerrinho, um cacete cheio de veias, eu babava pelos cantos da boca, então Juca, me colocava na posição frango assado, me arrombava com aquele cacete todo rígido, e com muitas estocadas com aquele vara, ele gozava sempre em cima de mim.

Juca me comeu por muitas vezes, acredito que ele tirou realmente meu cabaço, hoje ele é casado, tem filhos e eu adoro a mulher dele, acredito que ele nunca contou isso a ninguém, ainda hoje quando conversamos ele nunca toca no assunto, foi como se nada tivesse acontecido. Mas com os primos minhas transas não acabaram por aqui, tenho mais pra contar a vocês.

Desculpem, estou começando a tomar gosto pelos por escrever contos, ainda tem muitos erros. 

"Foto ilustrativa que lembra muito bem meu primo. Bem até demais!"
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Primeira vez que cantei um mototaxista, ele comeu meu cu - Negão, separado e motoboy

Como os outros textos deste blog, este conto parte de um relato de assinante. Qualquer semelhança com pessoas reais é coincidência.

Tudo aconteceu numa noite, no centro de uma cidade no interior do Rio. Eu passeava sem destino. De um lado da rua, a praça dos mototaxistas. Cheia. Sempre que via aqueles caras, sentia tesão. Não sei explicar direito. Mototaxista me derrete. Homem. Macho. Cara de safado.



Não precisava ir a lugar nenhum. Queria a aventura. Escolhi o mais interessante. Abordei. Um negão fortão. Pedi para me levar. Decepção: tinha fila. A vez era de um coroa. Gordinho, uns 45, bigode, barriguinha leve, muito macho. O tesão só mudou de alvo.

Falei que queria um lugar longe, quase fora da cidade. Mentira. Só queria ficar colado nele na moto. Fomos conversando. Ele contava história. Numa delas, tinha ido a uma cidade vizinha com uma amiga da idade dele. Gastou no bar. Ela o deixou lá e foi embora.

— Ela é louca. Não querer um coroa gostoso que nem o senhor. Se eu fosse ela, dava a noite inteira.



Ele calou. Eu fiquei nervoso. Medo de apanhar. Mesmo assim completei:

— Eu curto cara. O senhor é uma delícia. Posso te chupar?

Disse que era separado, mas que não curtia “essas coisas de homo”. Insisti. Falei que ficava entre a gente. Que eu não era da cidade. Que era casado. Que ninguém ia saber. Depois de muito peitar, ele topou.

Levou-me a uma rua comercial no centro. Aquela hora, morta. Entrou numa ruela estreita. Parou a moto. Mandou descer. Desceu. Abriu a calça.

— Cai de boca, viado.

Não era enorme. Era grosso. Coroa, mototaxista, cheiro de macho. Não pensei duas vezes. Cai de boca. Chupei com vontade. Ele gostava. Estava meio escuro. Quase ninguém passava. Mas podia passar. Medo de ser pego misturado com tesão.



Ele era fortinho. Tirou o pau da minha boca. Me jogou na parede de uma porta de loja. Baixou minha calça. Colocou camisinha e meteu. Grosso. Do tipo que come e não pergunta se o outro goza. Empurrava com força. Me chamava de viado. Foi acelerando.

— Vou gozar.

Bateu mais rápido. Gozeu fundo. Assim que ele terminou, eu gozei também.

Passou o telefone. Queria marcar de novo. Da próxima, cobraria para me comer num motel. Topuei. Dias depois liguei. Ele recuou. Disse que não queria mais homem. Que eu tinha sido o primeiro. Que não ia repetir. Passou o número de um amigo, também mototaxista, que toparia.

Essa é outra história. Conto outro dia.

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Transando com o segurança na casa dos meus pais

Esse é mais um relato de assinante que virou conto neste blog.

Aconteceu em 2004, na casa dos meus pais, com o Nando: moreno, casado, segurança até hoje, morava perto. Os dois já eram adultos.



Conheci o Nando ainda novo. Moreno claro, forte, perna grossa, bunda grande, braço grosso e uma barriga que levantava qualquer pau. Deliciosa. Ele é mais novo do que eu, mas, por ser humilde, fortão e já casado, parecia mais velho. Ia sempre à minha casa atrás do meu irmão.

Muitas vezes eu estava sozinho. Sempre peguei mulher. Não vou negar: adoro sexo com homem. Olhava o Nando de outro jeito. Me segurava. No bairro já corriam histórias dos caras que ele comia.



O tempo passou. A amizade cresceu. Um dia eu estava sozinho. Ele tocou a campainha procurando meu irmão. Convidei a entrar. Avistei que o irmão não estava. Chamei para esperar. Estava vendo TV no quarto. Ele entrou. Fui direto nas fofocas da cidade: quem estava comendo quem. Ele sempre soltava a língua. Contei uns casos. Perguntei se era verdade que ele comia os casados de quem o pessoal falava. Riu e disse que sim. Foi contando. Aquilo me deixou duro.

Ele sentou na ponta da cama. Ainda vejo o corpo: moreno claro, braço e perna fortes, não era malhado, peito largo, barriga gostosa. Não me aguentei. Passei o pé no pau dele. Ele riu e disse que não. Que tinha medo. Insisti. Ele veio para cima. Caiu de boca na minha boca. Parecíamos namorados. Aquele homem enorme em cima de mim. Começamos a tirar a roupa. Senti um dos paus mais grossos da minha vida encostando em mim. Ele me beijava com fome. Boca carnuda. Mesmo com fama de pegador, o tesão por homem estava ali, claro. Ficamos muito tempo naquele beijo. Dois homens parrudos, pelados, na cama, se pegando.



Virei de costas. Insisti para ele me comer. Ele não quis. Dizia que ia me machucar. A mão enorme dele percorria meu corpo. Eu sabia que aquele pau comia muita mulher. Isso me deixava pior. Quase três horas de pegação. Um dos melhores sexos da minha vida, mesmo sem penetração. Sarramos até gozar um no outro, ainda nos beijando.

Naquele dia começou o caso. Eu e o segurança casado, pai de família. Durou quase três anos.

Prometo contar as fugas para trepar e a primeira vez que ele me fodeu. Aguarde.

Como os outros textos deste blog, este é um conto erótico inspirado em relato. Qualquer semelhança com pessoas reais é coincidência.

Casado deixa a esposa dormindo e vai transar com os eletricistas de madrugada

Todos os contos deste blog são relatos reais de assinantes. Vamos começar.

Este é o meu primeiro conto. Sou casado, tenho 27 anos, branco, um e setenta e sete, setenta e oito quilos. Corpo gostoso, perna grossa, bunda grande, voz de macho. Muito discreto. Mesmo assim, sempre dou um jeito de escapar.




Uma noite de sábado, uma da manhã, eu estava na cama com a minha mulher. Ela já dormia. Eu não. Estava com fome. Fui à geladeira. Nada. Decidi ir até as barracas de cachorro-quente perto do prédio.

Cheguei, pedi um e sentei. Do lado, dois caras de pé. Um moreno e um branco. Os dois com mais de 35, um e setenta e oito, fortes. Um mais malhado. O outro com uma barriguinha gostosa escondida numa camiseta de carnaval fora de época.

Fiquei sentado admirando o pacote dos dois. Nunca os tinha visto. O pessoal da barraca também não sabia quem eu era. Tentei disfarçar. Não deu. Continuei olhando. O mais forte percebeu e passou a mão no pau por cima da calça. Eu não desviei o olho. Eles cochicharam. Um fez aquele gesto de “sai pra lá”. Levantei, paguei e fui embora.

Uns dez metros à frente, os dois estavam dentro de um carro de manutenção de empresa de ônibus.




— Vai pra onde?

— Moro aqui na frente.

Ofereceram carona. Não tinha nada a perder. Entrei. Um já estava com o pau pra fora. Enorme. Não resisti. Meti a mão. O outro riu:

— Eu não disse que ele gostava?

Perguntei o que eles queriam. Queria me foder até amanhecer. O da barriguinha me puxou para o colo:

— Quero ser seu papai.

Ainda de bermuda, sentei naquela rola grossa. O pau no meu rego. Fiquei louco.

Levaram-me para a garagem da empresa. O vigia nem viu a gente entrar. Fomos para o fundo. Lugar grande. Disseram que ninguém ia procurar ali. Tiramos a roupa. Comecei a sarrar e beijar o moreno. Senti o outro colado nas minhas costas. Nós três pelados. Eu no meio daqueles dois machos. Pingava pré-gozo como nunca. Me senti puta na mão deles.



Aí veio a penetração por trás. Pau gostoso, não enorme, mas ele me agarrava e o outro me comia de verdade. Um me beijava como se eu fosse a mulher dele. O outro metia. Vai e vem até trocarem. O segundo não quis enfiar. Quis me foder com os dedos e me chupar. Eu gemia nas dedadas. Não aguentei. Gozei. Em seguida voltei. Os dois passaram a disputar quem comia mais a minha bunda até gozarmos.

Deixaram-me perto de casa. Nunca mais os vi. Um dia ainda vou atrás.

Aviso: qualquer semelhança com pessoas reais é coincidência. Este conto é inspirado em um relato.  
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UNIVERSITÁRIO TRANSOU COM DOIS CAMINHONEIROS DENTRO DO CAMINHÃO, coroa e negão casados e ativos

Todos os contos deste blog são relatos reais de assinantes, transformados em conto.

Numa noite qualquer, eu estava no centro da cidade onde moro. Trabalho de dia. De noite, sobra tempo demais. Entrei no UOL só para ver se achava alguém para curtir. Na sala de bate-papo, apareceu o nick Caminhoneiro. Foder com um caminhoneiro sempre foi um desejo antigo. Tinha medo. Não sabia quem estava do outro lado. Mesmo assim, continuei o papo.


Ele disse que estava num posto afastado, numa rodovia. Casado. Nessas viagens, gostava de comer um cuzinho. Perguntei como era. Moreno-claro, um e oitenta e dois, uns noventa quilos, perna grossa, barriguinha gostosa. Macho. Queria ser chupado por um homem.

Mesmo com medo, marcamos. Ele ligou de um orelhão e confirmou o posto. Peguei um mototáxi e fui. Chegando, liguei no número que ele tinha passado. Atendeu e falou que não estava sozinho: o ajudante também queria me comer. Perguntei como era o outro. Negro, baixinho, muito macho, pau grande. O medo subiu de novo. Eu disse que topava.

Ele já tinha me visto. Eu ainda não tinha visto o caminhão. De repente, um baú enorme parou na minha frente. O negro desceu e mandou:

— Sobe.

Subi. Os dois eram exatamente o que tinham dito: dois machos com cara de quem ia me usar. Saímos do posto atrás de um lugar. O medo apertou. Estavam me levando para um ponto que eu não conhecia. Disseram que era para fugir dos outros caminhoneiros. Paramos num trecho deserto.




O negão foi direto na minha bunda. O caminhoneiro segurou minha cabeça e enfiou o pau na minha boca. Era enorme. Chupei com vontade. Enquanto isso, o outro puxou minha calça e enterrou a língua no meu cu. Quase gozei ali: uma pica de macho na boca e uma língua quente me abrindo.

Fiquei pelado na boleia. O caminhoneiro mandou eu sentar na pica grossa dele. Não me fiz de rogado. Apertado naquele espaço, me encaixei em cima. A barriga dele no meu corpo me deixava doido. A macheza também. Meus poros ardiam. O negão, em pé, me fazia chupar o pau. Rebolei. Remexi. Sacudi em cima daquela rola. Estava realizando o sonho: trepar com caminhoneiro.

Ele me virou de quatro no banco e começou a meter por trás. O negão me beijou. Meu pau explodia. O caminhoneiro foi fundo, mais fundo, até gozar dentro. Eu e o outro ainda não. Ele saiu devagar e falou:

— Negão, arromba esse cara.




Fiquei com medo. A pica do ajudante era enorme. Deitei de bunda para cima no banco. O negão subiu. Minha cabeça no colo do caminhoneiro, aquele pau ainda molhado de porra, e o outro me abrindo. A sensação era suja e boa demais. Avisei que ia gozar. Combinamos de gozar juntos. Foi uma porra só. Uma sensação que não esqueço.

Dei meu número. Disseram que passam sempre na cidade, trazendo carga de São Paulo para o Nordeste. Nunca ligaram. Acho que perderam o contato. Eu sei onde fica o posto. Nunca tive coragem de voltar.

Aviso: Qualquer coincidência com a história de qualquer pessoa é mera coincidência, pois este conto é inspirado em um relato.

MINHA PRIMEIRA VEZ AINDA CABAÇO, A TRÊS COM MEUS VIZINHOS

Dando para os meninos da rua onde eu morava

Este aconteceu quando eu tinha cerca de 18 anos e ainda nem compreendia direito o que era sexualidade. Hoje tenho 26 anos e decidi compartilhar essa lembrança.




Na época, eu estava brincando sozinho no quintal de casa quando dois rapazes da vizinhança, um pouco mais velhos do que eu, apareceram para conversar. Depois de algum tempo, eles me convenceram a ir até um terreno afastado, próximo de um matagal, dizendo que ali poderíamos ver uma vizinha casada que sempre ficava no quintal dela pelada.

Para preservar a identidade deles, vou usar nomes fictícios: Sandro e André. Ambos fazem parte dessa lembrança da minha infância, porém hoje não tenho mais contato.

Quando chegamos ao local, a situação tomou um rumo completamente diferente do que eu imaginava. Eles me coagiram e um me agarrou por trás e outros pela frente. Eu nunca tinha ficado com homens, era cabaço mesmo, vivia dentro de casa, mas estava gostoso, senti um pau pela primeira vez na minha bunda, e outro pau roçando com o meu, estava muito gostoso, minha rola logo subiu, meus vizinho logo baixaram minha bermuda e a brincadeira esquentou naquele mato.

Estava muito gosto, pensei que iria perder minha virgindade, tinha uma rola na minha bunda.

Em determinado momento, outro menino da vizinhança apareceu, presenciou a situação e também tentou me pressionar. Diante da ameaça de que contaria o ocorrido para outras pessoas, fiquei assustado e consegui sair dali. Voltei para casa constrangido, confuso e quase chorando.

Essa é uma lembrança marcante da minha adolescencia e faz parte das histórias reais que pretendo compartilhar ao longo do tempo.

Todos os contos desse Blog, são baseados em fatos reais revelados por assinantes.