Muita gente tenho o sonho de transar com um caminheiro, esse leitor conseguiu. O caminhoneiro me enrabou e o frentista assistiu
Este relato veio de um assinante que já tinha ficado com caminhoneiro casado. As fotos do blog foram feitas com IA. Essas pessoas não existem.
Durante muito tempo fiquei imaginando como transar com um caminhoneiro sem dor de cabeça. Comecei a trabalhar viajando. Em cada cidade, a fantasia voltava. Mais de uma vez bati uma no volante. Passava pelos caminhões com o pau de fora, para ver se alguém olhava. Nunca deu em nada.
Certo dia viajei na véspera, de noite. Parei num posto cheio de caminhoneiro. Falei sozinho: hoje vai ser. Terminei o lanche e vi um típico: camisa aberta, corrente no peito, palitando o dente — mas o corpo definido. Foi para o banheiro. Entrei na frente. Fingi que mijava.
Ele chegou, cumprimentou com a cabeça, parou do meu lado e tirou uma pica grossa. Respirou fundo e começou a mijar. Fiquei olhando. O tesão subiu. Baixei um pouco a calça, empinando a bunda. Meu pau já endurecia. Ele olhou de lado, encarou e gostou. Segurou o pau inteiro na mão, balançou e sorriu.
Gelei. Desempinei. Ele parou de mijar, ainda com o pau de fora, chegou perto, alisou minha bunda, cutucou o cu com um dedo grosso e falou:
— É isso que você quer, né, colega?
Balancei a cabeça.
— Fica tranquilo. Hoje tô com um tesão da porra. Esse cuzinho vai conhecer o céu.
Meu pau respondeu. O cu piscou. Ele segurou meu pau, me puxou e ofereceu o dele. Segurei. Duro, grosso, grande. Chamou para a boleia. Saímos sem alarde. De longe ainda se via o volume na calça dele.
Na cabine não teve conversa. Mandou tirar a calça. Tirei. Me pôs de quatro, empinou e entregou o cu. A língua veio forte, quase entrou. Fiquei mole. Ele pôs a rola na minha frente. Quando levantei para chupar, vi um cara do lado de fora. Punhetando. Era o frentista. Tinha visto tudo desde o banheiro.
Toquei no caminhoneiro.
— Quer que ele entre também?
Balancei de novo. Ele abriu a porta com o pau de fora e chamou. O frentista veio na hora, já duro.
Os dois pararam na minha frente. Me puseram para mamar. Não sei qual era maior. Chupei os dois. O caminhoneiro desceu e chupou meu pau como quem sabia o que fazia. Não aguentei:
— Mete. Não aguento mais esperar.
Ele saiu da minha boca e enfiou até o talo num golpe. Doeu. Quase urrei. O frentista me segurou.
— Calma. Ainda tem eu.
O caminhoneiro socou até jorrar. Quase me engasguei no pau do frentista. Cheiro de graxa, gasolina e suor. Quando o caminhoneiro saiu, o outro se posicionou. O caminhoneiro ainda chupou o pau do frentista, segurou e encaixou no meu cu. Entrou inteiro. O caminhoneiro deitou embaixo e lambeu meu saco, meu cu e o saco do outro. De vez em quando mamava em mim enquanto eu rebolava.
O frentista acelerou. Ia gozar. Aí veio o que eu não esperava: tirou do meu cu e mandou o jato na boca do caminhoneiro. Ele não deixou cair gota. Me punhetava ao mesmo tempo. Gozei como nunca. O caminhoneiro engoliu tudo.
No fim os dois se despediram encostando um pau no outro. Cada um passou a mão na bunda do outro. Aí entendi: eu achava que tinha armado. Tinha caído na armadilha deles.
A fantasia rolou. Não parei mais naquele posto. Ainda bato uma lembrando o cu aberto naquelas duas picas.
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**Aviso:** conto adaptado de relato de assinante, sem rosto real. Fotos feitas com IA a partir da descrição. Semelhança com alguém de verdade é coincidência.

