Todos os contos deste blog são relatos reais de assinantes. Vamos começar.
Este é o meu primeiro conto. Sou casado, tenho 27 anos, branco, um e setenta e sete, setenta e oito quilos. Corpo gostoso, perna grossa, bunda grande, voz de macho. Muito discreto. Mesmo assim, sempre dou um jeito de escapar.
Uma noite de sábado, uma da manhã, eu estava na cama com a minha mulher. Ela já dormia. Eu não. Estava com fome. Fui à geladeira. Nada. Decidi ir até as barracas de cachorro-quente perto do prédio.
Cheguei, pedi um e sentei. Do lado, dois caras de pé. Um moreno e um branco. Os dois com mais de 35, um e setenta e oito, fortes. Um mais malhado. O outro com uma barriguinha gostosa escondida numa camiseta de carnaval fora de época.
Fiquei sentado admirando o pacote dos dois. Nunca os tinha visto. O pessoal da barraca também não sabia quem eu era. Tentei disfarçar. Não deu. Continuei olhando. O mais forte percebeu e passou a mão no pau por cima da calça. Eu não desviei o olho. Eles cochicharam. Um fez aquele gesto de “sai pra lá”. Levantei, paguei e fui embora.
Uns dez metros à frente, os dois estavam dentro de um carro de manutenção de empresa de ônibus.
— Vai pra onde?
— Moro aqui na frente.
Ofereceram carona. Não tinha nada a perder. Entrei. Um já estava com o pau pra fora. Enorme. Não resisti. Meti a mão. O outro riu:
— Eu não disse que ele gostava?
Perguntei o que eles queriam. Queria me foder até amanhecer. O da barriguinha me puxou para o colo:
— Quero ser seu papai.
Ainda de bermuda, sentei naquela rola grossa. O pau no meu rego. Fiquei louco.
Levaram-me para a garagem da empresa. O vigia nem viu a gente entrar. Fomos para o fundo. Lugar grande. Disseram que ninguém ia procurar ali. Tiramos a roupa. Comecei a sarrar e beijar o moreno. Senti o outro colado nas minhas costas. Nós três pelados. Eu no meio daqueles dois machos. Pingava pré-gozo como nunca. Me senti puta na mão deles.
Aí veio a penetração por trás. Pau gostoso, não enorme, mas ele me agarrava e o outro me comia de verdade. Um me beijava como se eu fosse a mulher dele. O outro metia. Vai e vem até trocarem. O segundo não quis enfiar. Quis me foder com os dedos e me chupar. Eu gemia nas dedadas. Não aguentei. Gozei. Em seguida voltei. Os dois passaram a disputar quem comia mais a minha bunda até gozarmos.
Deixaram-me perto de casa. Nunca mais os vi. Um dia ainda vou atrás.
Aviso: qualquer semelhança com pessoas reais é coincidência. Este conto é inspirado em um relato.
Instagram: @ContosDeBanana



Nenhum comentário:
Postar um comentário