Numa noite qualquer, eu estava no centro da cidade onde moro. Trabalho de dia. De noite, sobra tempo demais. Entrei no UOL só para ver se achava alguém para curtir. Na sala de bate-papo, apareceu o nick Caminhoneiro. Foder com um caminhoneiro sempre foi um desejo antigo. Tinha medo. Não sabia quem estava do outro lado. Mesmo assim, continuei o papo.
Ele disse que estava num posto afastado, numa rodovia. Casado. Nessas viagens, gostava de comer um cuzinho. Perguntei como era. Moreno-claro, um e oitenta e dois, uns noventa quilos, perna grossa, barriguinha gostosa. Macho. Queria ser chupado por um homem.
Mesmo com medo, marcamos. Ele ligou de um orelhão e confirmou o posto. Peguei um mototáxi e fui. Chegando, liguei no número que ele tinha passado. Atendeu e falou que não estava sozinho: o ajudante também queria me comer. Perguntei como era o outro. Negro, baixinho, muito macho, pau grande. O medo subiu de novo. Eu disse que topava.
Ele já tinha me visto. Eu ainda não tinha visto o caminhão. De repente, um baú enorme parou na minha frente. O negro desceu e mandou:
— Sobe.
Subi. Os dois eram exatamente o que tinham dito: dois machos com cara de quem ia me usar. Saímos do posto atrás de um lugar. O medo apertou. Estavam me levando para um ponto que eu não conhecia. Disseram que era para fugir dos outros caminhoneiros. Paramos num trecho deserto.
Mesmo com medo, marcamos. Ele ligou de um orelhão e confirmou o posto. Peguei um mototáxi e fui. Chegando, liguei no número que ele tinha passado. Atendeu e falou que não estava sozinho: o ajudante também queria me comer. Perguntei como era o outro. Negro, baixinho, muito macho, pau grande. O medo subiu de novo. Eu disse que topava.
Ele já tinha me visto. Eu ainda não tinha visto o caminhão. De repente, um baú enorme parou na minha frente. O negro desceu e mandou:
— Sobe.
Subi. Os dois eram exatamente o que tinham dito: dois machos com cara de quem ia me usar. Saímos do posto atrás de um lugar. O medo apertou. Estavam me levando para um ponto que eu não conhecia. Disseram que era para fugir dos outros caminhoneiros. Paramos num trecho deserto.
O negão foi direto na minha bunda. O caminhoneiro segurou minha cabeça e enfiou o pau na minha boca. Era enorme. Chupei com vontade. Enquanto isso, o outro puxou minha calça e enterrou a língua no meu cu. Quase gozei ali: uma pica de macho na boca e uma língua quente me abrindo.
Fiquei pelado na boleia. O caminhoneiro mandou eu sentar na pica grossa dele. Não me fiz de rogado. Apertado naquele espaço, me encaixei em cima. A barriga dele no meu corpo me deixava doido. A macheza também. Meus poros ardiam. O negão, em pé, me fazia chupar o pau. Rebolei. Remexi. Sacudi em cima daquela rola. Estava realizando o sonho: trepar com caminhoneiro.
Ele me virou de quatro no banco e começou a meter por trás. O negão me beijou. Meu pau explodia. O caminhoneiro foi fundo, mais fundo, até gozar dentro. Eu e o outro ainda não. Ele saiu devagar e falou:
— Negão, arromba esse cara.
Fiquei com medo. A pica do ajudante era enorme. Deitei de bunda para cima no banco. O negão subiu. Minha cabeça no colo do caminhoneiro, aquele pau ainda molhado de porra, e o outro me abrindo. A sensação era suja e boa demais. Avisei que ia gozar. Combinamos de gozar juntos. Foi uma porra só. Uma sensação que não esqueço.
Dei meu número. Disseram que passam sempre na cidade, trazendo carga de São Paulo para o Nordeste. Nunca ligaram. Acho que perderam o contato. Eu sei onde fica o posto. Nunca tive coragem de voltar.
Aviso: Qualquer coincidência com a história de qualquer pessoa é mera coincidência, pois este conto é inspirado em um relato.



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