Marquei o barbeiro casado na Saúde em SP — ele me comeu na cadeira, no espelho e no sofá
Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.
Fim de tarde quente. Compensava hora em casa, TV ligada, tesão sem explicação desde de manhã. Abri o aplicativo. Papos. Um cara chamou: negro, 1,88 m, parrudo, peito com pelo, barba. No perfil: casado, quer.
Dois filhos. Dizia que fazia tempo que queria homem de novo. Só a mulher. O papo esquentou. Passava das dezessete quando veio o convite:
— Libertei no trampo. Dá um pulo na barbearia? Pertinho, Saúde.
Lugar proibido. Topei. Banho, limpo, loção, perfume. Endereço na mão.
Dezoito horas. Perna tremendo na calçada. Mandei mensagem e desci do carro. Sobrado comercial, barbearia moderna. Ele saiu de jeans e camiseta preta, barriguinha de pai, barba feita, pele negra, olho grande.
Fechou a porta. Veio por trás, abraço, beijo na nuca. Eu, 1,70 m e 68 kg, sumia naquele 1,88 m e 90 kg. Cabeça para trás. Língua no ouvido. Disse que ao vivo eu era melhor. Virou. Olhou.
— E você? Gostou?
Balancei. Quando ia falar, beijo. Lábio grosso, sem frescura. Me ergueu e levou até o salão. Encostou no balcão, tirou minha camiseta, a dele. Agachou e chupou o peito. Arrepiei. Gemei. Bermuda e cueca no chão. Fiquei de tênis.
Cadeira de barbeiro. De quatro no encosto, espelho na frente. Aberto. Via as mãos e a boca descendo a nuca, as costas. Depois a língua no cu. Tempo que eu não via um homem tão entregue nisso. Beijava, elogiava, lambia. Pré-gozo na cadeira. Ficamos nisso até as pernas fraquejarem.
No chão quadriculado, de joelhos. Zíper devagar. Cueca cinza, cabeça já de fora. Baixei o resto com a boca. Pau negro, 21 cm, grosso, pele cobrindo a glande, peludo, cheiro de homem. Surpresa: no chat eu não tinha medido aquilo.
Mamei para retribuir a língua. Saco, pau, olho no olho. Ele gemia, dente no lábio, mão na minha cabeça. Tentei engolir inteiro. Difícil. Ele viu a vontade e enlouqueceu. Segurou a nuca e foi centímetro a centímetro até encostar na garganta. Duas, três vezes. Urro.
De quatro de novo. Língua. Depois em pé, atrás.
— Quer agora?
— Quero.
Entrou devagar. Eu via no espelho o rosto dele olhando o pau entrar. Rebolei para encaixar. Quando o saco encostou, o vai-e-vem começou lento. Suor. Rebolei mais. Tapa, mão grande espremendo a nádega. Puxão no cabelo. Me ergueu de pé, ainda dentro, até o sofazinho do canto.
Sentei em cima. Ele segurava a bunda e puxava a cintura para baixo. Beijo. De novo a cadeira: frango, quatro. Não aguentei. Gozei sem a mão enquanto ele metia. Ele perdeu a linha, me pôs de joelhos no chão e gozou na boca. Encheu. Esforcei para não deixar cair.
Mantivemos contato. Foi na minha casa outro dia: sofá, cama, banheiro, quatro vezes. Isso eu conto depois.
Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.





