sexta-feira, 22 de maio de 2020

Sexo com o barbeiro casado em São Paulo — ele me comeu na cadeira, no espelho e no sofá

Marquei o barbeiro casado na Saúde em SP — ele me comeu na cadeira, no espelho e no sofá

Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.

Fim de tarde quente. Compensava hora em casa, TV ligada, tesão sem explicação desde de manhã. Abri o aplicativo. Papos. Um cara chamou: negro, 1,88 m, parrudo, peito com pelo, barba. No perfil: casado, quer.




Dois filhos. Dizia que fazia tempo que queria homem de novo. Só a mulher. O papo esquentou. Passava das dezessete quando veio o convite:

— Libertei no trampo. Dá um pulo na barbearia? Pertinho, Saúde.

Lugar proibido. Topei. Banho, limpo, loção, perfume. Endereço na mão.

Dezoito horas. Perna tremendo na calçada. Mandei mensagem e desci do carro. Sobrado comercial, barbearia moderna. Ele saiu de jeans e camiseta preta, barriguinha de pai, barba feita, pele negra, olho grande.

Fechou a porta. Veio por trás, abraço, beijo na nuca. Eu, 1,70 m e 68 kg, sumia naquele 1,88 m e 90 kg. Cabeça para trás. Língua no ouvido. Disse que ao vivo eu era melhor. Virou. Olhou.




— E você? Gostou?

Balancei. Quando ia falar, beijo. Lábio grosso, sem frescura. Me ergueu e levou até o salão. Encostou no balcão, tirou minha camiseta, a dele. Agachou e chupou o peito. Arrepiei. Gemei. Bermuda e cueca no chão. Fiquei de tênis.

Cadeira de barbeiro. De quatro no encosto, espelho na frente. Aberto. Via as mãos e a boca descendo a nuca, as costas. Depois a língua no cu. Tempo que eu não via um homem tão entregue nisso. Beijava, elogiava, lambia. Pré-gozo na cadeira. Ficamos nisso até as pernas fraquejarem.

No chão quadriculado, de joelhos. Zíper devagar. Cueca cinza, cabeça já de fora. Baixei o resto com a boca. Pau negro, 21 cm, grosso, pele cobrindo a glande, peludo, cheiro de homem. Surpresa: no chat eu não tinha medido aquilo.




Mamei para retribuir a língua. Saco, pau, olho no olho. Ele gemia, dente no lábio, mão na minha cabeça. Tentei engolir inteiro. Difícil. Ele viu a vontade e enlouqueceu. Segurou a nuca e foi centímetro a centímetro até encostar na garganta. Duas, três vezes. Urro.

De quatro de novo. Língua. Depois em pé, atrás.

— Quer agora?

— Quero.




Entrou devagar. Eu via no espelho o rosto dele olhando o pau entrar. Rebolei para encaixar. Quando o saco encostou, o vai-e-vem começou lento. Suor. Rebolei mais. Tapa, mão grande espremendo a nádega. Puxão no cabelo. Me ergueu de pé, ainda dentro, até o sofazinho do canto.

Sentei em cima. Ele segurava a bunda e puxava a cintura para baixo. Beijo. De novo a cadeira: frango, quatro. Não aguentei. Gozei sem a mão enquanto ele metia. Ele perdeu a linha, me pôs de joelhos no chão e gozou na boca. Encheu. Esforcei para não deixar cair.

Mantivemos contato. Foi na minha casa outro dia: sofá, cama, banheiro, quatro vezes. Isso eu conto depois.

Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.

domingo, 3 de maio de 2020

O ônibus quebrou no posto e o caminhoneiro de 50 me comeu na boleia

O ônibus quebrou no posto e o caminhoneiro de 50 me comeu na boleia

Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.

Meu nome, neste conto, é Juliano. Trinta e sete anos. Sou de Minas — BH. Sempre gostei de homem mais velho. Caminhoneiro era fetiche antigo. Nunca rolou: sem carro, e eles param longe.




Há um mês fui ver a família no Espirito Santo. Na volta o ônibus morreu perto de um posto, no meio do nada. Nove da noite. O motorista tentou meia hora, ligou para a empresa: outro ônibus em duas horas. Quem quisesse, conveniência.

Para chegar lá, atravessar o pátio dos caminhões. O fetiche subiu. Olhei de longe. A timidez não deixou eu parar em nenhum.

Comprei refrigerante e bolacha. Sentei na mesa da janela. Uns dez metros à frente, o banheiro. Homem entrando e saindo. Banho de caminhoneiro. Perdi a fome. Deixei metade do refrigerante e fui.

Na porta, um de uns 45, 50, no mictório. Encarou. Tremi. Fingi que mijava. Cinco minutos parado. Saiu de uma cabine um homem sem camisa, short de futebol. Uns 50, branco, 1,80 m, peito queimado de sol, pelo até as costas. Parou do meu lado. Não olhei. Medo e tesão.

Terminou. Ao passar, pegou na minha bunda e falou baixo:

— Te espero lá fora.

Coração disparado. Uma hora até o ônibus. Agora ou nunca. Saí.

Ele estava na frente de um caminhão, uns cem metros. Sorriu, piscou, abriu a porta do carona. Atravessei o pátio sem olhar para os lados.




— Sobe e fecha.

Estava de cueca. Olho castanho, barba cerrada.

— Eu sabia. Hoje é sua noite. Vem.

Tirou a cueca. Meia-bomba, grosso, veia, uns vinte. Agachei sem fala. Chupei o cabeção, fui até o talo. Ele urrava baixo. Cinco minutos. Segurou minha cabeça e jorrou quatro vezes na garganta. Não deu tempo de dizer nada. Homem que manda.

Limpei a boca. Ia descer.

— Onde? Isso foi aquecimento. Cinco dias sem gozar. Precisava da boca primeiro. Agora começa.

Falei dos quarenta minutos.

— Dá. Tira a calça. Quero ver.

Tirei jeans e cueca. Ele abriu a cortina: colchão estreito.

— Deita.

Falei que não tinha gel. Camisinha ele tinha.

— Vai no cuspe.

Colocou a camisinha, duas cusparadas, mão calejada na minha boca.

— Entro de uma vez. Dói uma. Se gritar, eu meto mais.

Cabeça no cu. Metade. Segunda estocada, o resto. Doeu. Quis chorar. Não acostumou: já metia. Tirou a mão, puxou o cabelo. O dobro da minha força, peso em cima. Dez minutos e a dor foi embora. Sobrou tesão. Mandou cavalgar. Obedeci. Mais dez.

— De frango. Quero gozar.

Entrou de uma vez. Olhava minha cara. Metia sem parar. Beijo de barba. Quase gozei. Percebi que ele já tinha gozado. Caiu com o peso em cima. Dois minutos. Levantou.

— Se troca.

Desci. Esperei mais meia hora o ônibus. Ele não desceu. Deve ter dormido.

Não esqueço. Até hoje, quando bato uma, volto naquele pátio.

Relato adaptado. Fotos, se houver, são de IA. Semelhança com alguém real é coincidência.