Me chamo Carlos, hoje atualmente tenho 48 anos,1.80 de altura, sou casado, pai de três meninos. A minha primeira experiência sexual aconteceu aos 18 anos.
Vou tentar relatar ser bem resumido.
AVISO IMPORTANTE:
O conto foi escrito a partir de um relato real de um assinante sem detalhes do rosto das pessoas. As fotos foram feitas com IA, apenas com as características físicas descritas no relato, não são pessoas reais. Essas pessoas não existem. Se parecerem com alguém real, é apenas coincidência.
Sou filho de um policial militar e uma mãe doméstica. Vindos do interior da Bahia para o Ceará, meu pai era um homem carrasco, de poucas palavras. Minha mãe uma amante do sexo, mesmo casada, por muitas vezes sempre flagrei ela com outros homens, até amigos políciais, amigos do meu pai e até um delegado comendo ela, enquanto ele trabalhava, na maioria das vezes, sexo oral. Desde muito pequeno via ela chupando e transando com algum macho, nunca contei para meu pai, ele também era safado.
Eu gostava muito de ficar olhando.
Me lembro bem o dia que uma irmã do meu pai chegou em Fortaleza (CE), ela 46 anos, mãe solteira, e fisioterapeuta. O marido dela era o Douglas 48 anos, negro, 1, 78, uns 88kg, gordinho, porém forte, ele era polícia afastado na Bahia e queria passar em um concurso para PM no Ceará.
Meu pai mandou que ficasse a disposição deles, inclusive dormir na casa deles se preciso. Eles era meus únicos parentes que conhecia até aquele presente momento.
Douglas era alto, corpo todo cabeludo, cabelos baixo estilo militar, gordinho, mas forte, fazia academia e corria.
Eu estudava de manhã e a tarde ia pra casa dele fazer as tarefas da escola, no primeiro dia ele pegou dentro do sofá umas revistas pornográficas e me deu pra ver.
Minha tia tinha conseguido passar em um concurso em outra cidade e as vezes não voltava para casa ou só vinha pra casa no final de semana de 15 em 15 dias.
Para o Douglas não ficar só, eu passava a maior parte do tempo com ele.
Um dia ele me explicando um assunto da escola, senti a mão dele na minha bunda por cima do short, naturalmente aceitei ele procurando com o dedo o buraco do meu cuzinho, mas ficou nisso.
No outro dia ele mandou eu sentar no colo dele, para me explicar algo de química que cairia numa prova, mas quando sentei, eu senti o dedo dele quase entrava com short. Fiquei quitinho, ele viu que eu estava gostando da brincadeira.
Todos os dias ficava lá estudando, mas tinha momentos que não tinha caderno e nem livro, era só a revista pornô. Numa das vezes ele me perguntou o que mais gostava de ver na revista. Eu sempre mostrava a pica na boca da mulher.
Uma bela tarde ele mandou eu ir tomar banho, eu não entendi, mas fui. Quando tirei minha roupa e entrei no banheiro, ele também entrou e me disse que iria tomar banho comigo, quando enlouqueci.
Nesse dia eu vi a pica preta dele, grande, grossa, sacão pesa. Ja tinha visto algumas picas, mas toda preta nunca. Fiquei hipnotizado com a cena
Ele entrou no chuveiro, onde eu já estava paralizado, pegou o sabonete, começou a me ensaboar, eu já tava todo entregue, mandou eu segurar no vaso e lavou meu cuzinho com todo carinho, e em seguida começou força o dedo pra entrar
Em poucos minutos o dedo dele ja estava dentro de mim, ardia muito e eu pedi pra ele tira, ele parou, e me mandou ficar de frente para ele e me mandou passar o sabonete.
Comecei passando no peito, queria beijar, mas ele fez sinal que não, então me ajoelhei passando sabonete até chegar naquela pica dura, grande, grossa, pesada mirando na minha boca, queria mesmo engolir, mas passei sabonete e fique admirando.
Não conseguia fazer uma outra coisa que não fosse olhar aquela maravilha.
Ele então, colocou na minha boca. Forçou um pouquinho e de repente deixei entrar e comecei a chorar de emoção, sempre quis um macho daqueles, desde novinho.
Mamava feito um louco e ele pra não gozar na minha boca, tirou a pica e me colocou de pé, ele vendo que tava chorando, do nada me beijou, mas na boca, foi meu primeiro beijo, nem sabia que colocava a lingua.
Ele desligou o chuveiro, pegou a toalha e me segou, como era magrinho e ele negão, me pegou no colo e me levou para sua cama, a cama onde ele comia minha tia.
Era uma emoção de ter chupado a pica dele, e não sei por que eu chorava muito e ele me beijava muito e enquanto me abraça e eu sentia aquele dedo no meu rego, pela minha bunda.
Depois de muito tempo beijando, ele levantou da cama e foi pro banho, eu não entendi por que ele não me comeu. Me vesti triste e fui para a sala ver TV.
Ja quase escurecendo ele fez um sanduiche para nós e avisou a meu pai que ele queria ir no cinema e por isso queria que eu dormisse lá, minha mãe não se importava, devia tá traindo meu pai com algum macho.
Meu pai mandou que ficasse a disposição deles, inclusive dormir na casa deles se preciso. Eles era meus únicos parentes que conhecia até aquele presente momento.
Douglas era alto, corpo todo cabeludo, cabelos baixo estilo militar, gordinho, mas forte, fazia academia e corria.
Eu estudava de manhã e a tarde ia pra casa dele fazer as tarefas da escola, no primeiro dia ele pegou dentro do sofá umas revistas pornográficas e me deu pra ver.
Minha tia tinha conseguido passar em um concurso em outra cidade e as vezes não voltava para casa ou só vinha pra casa no final de semana de 15 em 15 dias.
Para o Douglas não ficar só, eu passava a maior parte do tempo com ele.
Um dia ele me explicando um assunto da escola, senti a mão dele na minha bunda por cima do short, naturalmente aceitei ele procurando com o dedo o buraco do meu cuzinho, mas ficou nisso.
No outro dia ele mandou eu sentar no colo dele, para me explicar algo de química que cairia numa prova, mas quando sentei, eu senti o dedo dele quase entrava com short. Fiquei quitinho, ele viu que eu estava gostando da brincadeira.
Todos os dias ficava lá estudando, mas tinha momentos que não tinha caderno e nem livro, era só a revista pornô. Numa das vezes ele me perguntou o que mais gostava de ver na revista. Eu sempre mostrava a pica na boca da mulher.
Uma bela tarde ele mandou eu ir tomar banho, eu não entendi, mas fui. Quando tirei minha roupa e entrei no banheiro, ele também entrou e me disse que iria tomar banho comigo, quando enlouqueci.
Nesse dia eu vi a pica preta dele, grande, grossa, sacão pesa. Ja tinha visto algumas picas, mas toda preta nunca. Fiquei hipnotizado com a cena
Ele entrou no chuveiro, onde eu já estava paralizado, pegou o sabonete, começou a me ensaboar, eu já tava todo entregue, mandou eu segurar no vaso e lavou meu cuzinho com todo carinho, e em seguida começou força o dedo pra entrar
Em poucos minutos o dedo dele ja estava dentro de mim, ardia muito e eu pedi pra ele tira, ele parou, e me mandou ficar de frente para ele e me mandou passar o sabonete.
Comecei passando no peito, queria beijar, mas ele fez sinal que não, então me ajoelhei passando sabonete até chegar naquela pica dura, grande, grossa, pesada mirando na minha boca, queria mesmo engolir, mas passei sabonete e fique admirando.
Não conseguia fazer uma outra coisa que não fosse olhar aquela maravilha.
Ele então, colocou na minha boca. Forçou um pouquinho e de repente deixei entrar e comecei a chorar de emoção, sempre quis um macho daqueles, desde novinho.
Mamava feito um louco e ele pra não gozar na minha boca, tirou a pica e me colocou de pé, ele vendo que tava chorando, do nada me beijou, mas na boca, foi meu primeiro beijo, nem sabia que colocava a lingua.
Ele desligou o chuveiro, pegou a toalha e me segou, como era magrinho e ele negão, me pegou no colo e me levou para sua cama, a cama onde ele comia minha tia.
Era uma emoção de ter chupado a pica dele, e não sei por que eu chorava muito e ele me beijava muito e enquanto me abraça e eu sentia aquele dedo no meu rego, pela minha bunda.
Depois de muito tempo beijando, ele levantou da cama e foi pro banho, eu não entendi por que ele não me comeu. Me vesti triste e fui para a sala ver TV.
Ja quase escurecendo ele fez um sanduiche para nós e avisou a meu pai que ele queria ir no cinema e por isso queria que eu dormisse lá, minha mãe não se importava, devia tá traindo meu pai com algum macho.
Não saimos, claro, ficamos em casa, não tinha televisão e fomos ver revistas pornográficas. De repente ele tirou o picão que já estava duro para fora da cueca, aquela delícia de pica e eu chupei, de toda minha vontade, engolia tudo com muita vontade. A mão dele grande, áspera, sempre ia para na minha bunda e o dedão dele no meu cusinho.
Ele me levou de novo para sua cama, me beijava e do nada começou a descer chupando meu corpo, meu peito, e subindo minhas pernas, chupou meu peruzinho, chupou meu saco, mas não era isso que ele queria, ele queria meu cu, e caiu de boca, do nada eu gozei, mas ele nem se importou, continuou chupando.
Ele me perguntou se eu amava ele, e eu disse sim e perguntou se ele também podia gozar, mas na minha boca, queria aquela rola no meu cu, tirando meu cabaço, mas disse que sim. Ele subiu no meu peito, eu deitado na cama, colocou na minha boca e eu senti o gozo, eu sabia que tinha que seduzir aquele homem e engoli o que deu pois travava na minha garganta.
Pra não morrer sufocado tirei da boca e mesmo ele gozava nos meus peitos, mesmo com a boca galada ele me beijou muito forte e disse:
_Você vai ser minha mulher daqui pra frente
Eu tava muito feliz, ele pagou de conchinha e fomos dormir.
De madrugada, acordei com meu sonho sendo realizado, ele levantou uma das minhas pernas, passou o dedo no meu cusinho, salivou a pica e foi metendo devegar. Minha pica subiu, ele perguntou se estava doendo, apesar de estar muito eu disse a ele que era meu sonho, ele fez com muito carinho, foi colocando aos poucos até entrar tudo, e entrou, sentia a pica no meu cu, o saco na minha bunda e o corpo dele peludo atrás de mim, seu alito era gostoso, ele me comeu uns 30 minutos até que encheu meu cu de porra. A ente ainda de beijou e fomos dormir.
No sábado dormir lá com ele e já tava viciado na sua rola, mas tive que dormir na sala, era a visita, minha tia estava em casa e no domingo a tarde numa tristeza, passei em frente do quarto da minha tia, a porta encostada e eu vi minha tia chupando a pica do Douglas, ele peludão e ela de quatro na cama chupando.
Depois quando ele ia subir em cima, ele me viu, mas continue ali olhando, notei que todo tempo ele metendo nela e sabia que ele sabia que eu estava atrás da porta.
Fiquei com inveja da minha tia, aquela homem era dela e não meu, fui pra sala, fiquei calado, achei que para dividir aquele homem com ela teria que ficar quieto, calado.
O tempo passou, Douglas voltou a polícia da Bahia e voltava todo mês para passar dias no Ceará, estava perto de se aposentar, até hoje, mesmo tendo me casado, as vezes vamos a um motel, já fizemos até a três e ninguém em nossa familia nunca soube.
Depois eu conto algumas de nossas aventuras.

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