terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Namorado tirou o virgindade do namorado e no motel mandou o negão da mudança comer o cu dele.

Como todos os contos deste blog, este é um relato de assinante que virou conto. Aconteceu em Belo Horizonte (MG).

Daniel era um amigo, tinha 29 anos. Sempre foi pegador de mulher. Até onde sabia, nunca tinha se envolvido com homem. Soube que eu curtia esse assunto e me procurou, mesmo sem intimidade, para desabafar. Disse que tinha vivido a melhor transa da vida.




A namorada, Cinthia, era loira, corpo de academia, peito gostoso, sem celulite. Adorava sexo. Inclusive anal. Depois de alguns meses, foram apimentando. Entraram em sex shop. Primeiro o consolo era só nela. O desejo começou a comer o Daniel por dentro. Pediu para ela usar nele também. Nunca tinha dado. Mas já sentia vontade no cu quando se masturbava.

O tempo passou.

Os dois ficaram mais soltos com os brinquedos. Ela foi aceitando a ideia de brincar no cuzinho dele. Ele comprou um consolo maior: 23 por 6,5. Antes de mostrar para a Cinthia, deu vontade. Sentou sozinho. Enfiou o bicho.




Num sábado à noite, apresentou o brinquedo. Ela não sabia que ele já tinha usado. Ficou de olho grande. Tesão. Achou grosso demais. Quis ver ele sentar naquilo. Daniel fingiu dificuldade. Disse que ia testar só para ela ver. Em pouco tempo estava com o consolo no cu. Conversavam dessas fantasias: se ela achava mal ele gostar de sentar, se ele queria dar para um homem. Ela apoiava. Falava que era brincadeira dos dois. Um dia devolveu a pergunta: quem tinha que saber se ele queria dar o cu para outro era ele. Ela já desconfiava que os dois queriam ir além.




O dia chegou.

Estavam meio bêbados e foram para um motel. Consolo na bolsa. A mesma conversa de sempre. Aí veio a surpresa. Cinthia tinha o número de um motorista negro que tinha feito a mudança na casa da tia. O cara tinha cantado ela. Ela achou gostoso. Respondeu que só ficava se fosse junto com o namorado.

Daniel ficou parado. Pediu para ela continuar. Estava interessado. Ela já tinha combinado: o Marcelo ia aparecer no motel aquela noite. Só faltava o sim. Ele deu. Ela ligou na hora. Garantiu que ninguém ia saber. Que era só uma experiência.

Em pouco tempo o cara bateu na porta. Marcelo, uns 39 anos, moreno, fortão de trabalho, não de academia. Muito macho.

Cinthia tomou a frente.

— A gente quer dar. Fode ele. Ele está morrendo de vontade.




Marcelo tirou a calça. Ficou de cueca. Chegou perto do Daniel.

— Chupa.

Daniel ficou vermelho. Queria só dar. Não queria chupar. Cinthia mandou.

— Chupa. E chupa direito. Deixa duro.

Por ciúme, por vergonha, ele ajoelhou. Encostou a boca. Gostou. O pau endureceu. O dele também. Lambeu inteiro. Deixou molhado de saliva.

Quando estava duro, Marcelo deitou.




— Senta.

Daniel colocou a camisinha. Desceu igual fazia no consolo. A cabeça entrou. Foi loucura. Não era tão grande quanto o brinquedo. Era muito mais gostoso. A vergonha de estar dando na frente da namorada só aumentava o tesão. Cavalogou. Depois ficou de quatro. Marcelo meteu fundo. O pau do Daniel pulsava sem ninguém tocar. Cinthia ria.

— Você vai gozar dando. Depois disso só vai querer isso.

Ele gritou. Gozeu sem a mão. Cinthia abaixou e chupou enquanto ele jorrava. Sensacional. Disse que nunca tinha gozado daquele jeito. Queria dar de novo. Ela abriu o cu com os dedos. Enfiou mais. Depois o punho. Fistou um pouco e parou.

— Chega. Agora sou eu. Vem chupar minha xoxota. Seu pau amoleceu de tanto gozar dando.

Daniel caiu de boca nela. Chamou o Marcelo para chupar também. O motorista lambeu a buceta e, no meio, beijou a boca do Daniel. Cinthia enlouqueceu vendo os dois machos se pegando.



Marcelo pediu para comer ela e o Daniel chupar o cu dele. Fizeram. Revezaram na buceta, nos beijos, no cu de um e de outro.

Saíram do motel depois do meio-dia de domingo. Nasceu uma amizade entre os três.

Qualquer semelhança com pessoas reais é coincidência. Este conto é um relato adaptado.

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