terça-feira, 2 de junho de 2020

Transei com o caminhoneiro num posto de gasolina e o frentista assistiu tudo.

Muita gente tenho o sonho de transar com um caminheiro, esse leitor conseguiu. O caminhoneiro me enrabou e o frentista assistiu

Este relato veio de um assinante que já tinha ficado com caminhoneiro casado. As fotos do blog foram feitas com IA. Essas pessoas não existem.

Durante muito tempo fiquei imaginando como transar com um caminhoneiro sem dor de cabeça. Comecei a trabalhar viajando. Em cada cidade, a fantasia voltava. Mais de uma vez bati uma no volante. Passava pelos caminhões com o pau de fora, para ver se alguém olhava. Nunca deu em nada.

Certo dia viajei na véspera, de noite. Parei num posto cheio de caminhoneiro. Falei sozinho: hoje vai ser. Terminei o lanche e vi um típico: camisa aberta, corrente no peito, palitando o dente — mas o corpo definido. Foi para o banheiro. Entrei na frente. Fingi que mijava.




Ele chegou, cumprimentou com a cabeça, parou do meu lado e tirou uma pica grossa. Respirou fundo e começou a mijar. Fiquei olhando. O tesão subiu. Baixei um pouco a calça, empinando a bunda. Meu pau já endurecia. Ele olhou de lado, encarou e gostou. Segurou o pau inteiro na mão, balançou e sorriu.

Gelei. Desempinei. Ele parou de mijar, ainda com o pau de fora, chegou perto, alisou minha bunda, cutucou o cu com um dedo grosso e falou:

— É isso que você quer, né, colega?

Balancei a cabeça.

— Fica tranquilo. Hoje tô com um tesão da porra. Esse cuzinho vai conhecer o céu.

Meu pau respondeu. O cu piscou. Ele segurou meu pau, me puxou e ofereceu o dele. Segurei. Duro, grosso, grande. Chamou para a boleia. Saímos sem alarde. De longe ainda se via o volume na calça dele.

Na cabine não teve conversa. Mandou tirar a calça. Tirei. Me pôs de quatro, empinou e entregou o cu. A língua veio forte, quase entrou. Fiquei mole. Ele pôs a rola na minha frente. Quando levantei para chupar, vi um cara do lado de fora. Punhetando. Era o frentista. Tinha visto tudo desde o banheiro.

Toquei no caminhoneiro.

— Quer que ele entre também?

Balancei de novo. Ele abriu a porta com o pau de fora e chamou. O frentista veio na hora, já duro.

Os dois pararam na minha frente. Me puseram para mamar. Não sei qual era maior. Chupei os dois. O caminhoneiro desceu e chupou meu pau como quem sabia o que fazia. Não aguentei:

— Mete. Não aguento mais esperar.




Ele saiu da minha boca e enfiou até o talo num golpe. Doeu. Quase urrei. O frentista me segurou.

— Calma. Ainda tem eu.

O caminhoneiro socou até jorrar. Quase me engasguei no pau do frentista. Cheiro de graxa, gasolina e suor. Quando o caminhoneiro saiu, o outro se posicionou. O caminhoneiro ainda chupou o pau do frentista, segurou e encaixou no meu cu. Entrou inteiro. O caminhoneiro deitou embaixo e lambeu meu saco, meu cu e o saco do outro. De vez em quando mamava em mim enquanto eu rebolava.

O frentista acelerou. Ia gozar. Aí veio o que eu não esperava: tirou do meu cu e mandou o jato na boca do caminhoneiro. Ele não deixou cair gota. Me punhetava ao mesmo tempo. Gozei como nunca. O caminhoneiro engoliu tudo.

No fim os dois se despediram encostando um pau no outro. Cada um passou a mão na bunda do outro. Aí entendi: eu achava que tinha armado. Tinha caído na armadilha deles.

A fantasia rolou. Não parei mais naquele posto. Ainda bato uma lembrando o cu aberto naquelas duas picas.

Quem quiser ver as fotos ilustrativas do blog, entre em contato.

**Aviso:** conto adaptado de relato de assinante, sem rosto real. Fotos feitas com IA a partir da descrição. Semelhança com alguém de verdade é coincidência.

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Sexo com o barbeiro casado em São Paulo — ele me comeu na cadeira, no espelho e no sofá

Marquei o barbeiro casado na Saúde em SP — ele me comeu na cadeira, no espelho e no sofá

Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.

Fim de tarde quente. Compensava hora em casa, TV ligada, tesão sem explicação desde de manhã. Abri o aplicativo. Papos. Um cara chamou: negro, 1,88 m, parrudo, peito com pelo, barba. No perfil: casado, quer.




Dois filhos. Dizia que fazia tempo que queria homem de novo. Só a mulher. O papo esquentou. Passava das dezessete quando veio o convite:

— Libertei no trampo. Dá um pulo na barbearia? Pertinho, Saúde.

Lugar proibido. Topei. Banho, limpo, loção, perfume. Endereço na mão.

Dezoito horas. Perna tremendo na calçada. Mandei mensagem e desci do carro. Sobrado comercial, barbearia moderna. Ele saiu de jeans e camiseta preta, barriguinha de pai, barba feita, pele negra, olho grande.

Fechou a porta. Veio por trás, abraço, beijo na nuca. Eu, 1,70 m e 68 kg, sumia naquele 1,88 m e 90 kg. Cabeça para trás. Língua no ouvido. Disse que ao vivo eu era melhor. Virou. Olhou.




— E você? Gostou?

Balancei. Quando ia falar, beijo. Lábio grosso, sem frescura. Me ergueu e levou até o salão. Encostou no balcão, tirou minha camiseta, a dele. Agachou e chupou o peito. Arrepiei. Gemei. Bermuda e cueca no chão. Fiquei de tênis.

Cadeira de barbeiro. De quatro no encosto, espelho na frente. Aberto. Via as mãos e a boca descendo a nuca, as costas. Depois a língua no cu. Tempo que eu não via um homem tão entregue nisso. Beijava, elogiava, lambia. Pré-gozo na cadeira. Ficamos nisso até as pernas fraquejarem.

No chão quadriculado, de joelhos. Zíper devagar. Cueca cinza, cabeça já de fora. Baixei o resto com a boca. Pau negro, 21 cm, grosso, pele cobrindo a glande, peludo, cheiro de homem. Surpresa: no chat eu não tinha medido aquilo.




Mamei para retribuir a língua. Saco, pau, olho no olho. Ele gemia, dente no lábio, mão na minha cabeça. Tentei engolir inteiro. Difícil. Ele viu a vontade e enlouqueceu. Segurou a nuca e foi centímetro a centímetro até encostar na garganta. Duas, três vezes. Urro.

De quatro de novo. Língua. Depois em pé, atrás.

— Quer agora?

— Quero.




Entrou devagar. Eu via no espelho o rosto dele olhando o pau entrar. Rebolei para encaixar. Quando o saco encostou, o vai-e-vem começou lento. Suor. Rebolei mais. Tapa, mão grande espremendo a nádega. Puxão no cabelo. Me ergueu de pé, ainda dentro, até o sofazinho do canto.

Sentei em cima. Ele segurava a bunda e puxava a cintura para baixo. Beijo. De novo a cadeira: frango, quatro. Não aguentei. Gozei sem a mão enquanto ele metia. Ele perdeu a linha, me pôs de joelhos no chão e gozou na boca. Encheu. Esforcei para não deixar cair.

Mantivemos contato. Foi na minha casa outro dia: sofá, cama, banheiro, quatro vezes. Isso eu conto depois.

Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.

domingo, 3 de maio de 2020

O ônibus quebrou no posto e o caminhoneiro de 50 me comeu na boleia

O ônibus quebrou no posto e o caminhoneiro de 50 me comeu na boleia

Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.

Meu nome, neste conto, é Juliano. Trinta e sete anos. Sou de Minas — BH. Sempre gostei de homem mais velho. Caminhoneiro era fetiche antigo. Nunca rolou: sem carro, e eles param longe.




Há um mês fui ver a família no Espirito Santo. Na volta o ônibus morreu perto de um posto, no meio do nada. Nove da noite. O motorista tentou meia hora, ligou para a empresa: outro ônibus em duas horas. Quem quisesse, conveniência.

Para chegar lá, atravessar o pátio dos caminhões. O fetiche subiu. Olhei de longe. A timidez não deixou eu parar em nenhum.

Comprei refrigerante e bolacha. Sentei na mesa da janela. Uns dez metros à frente, o banheiro. Homem entrando e saindo. Banho de caminhoneiro. Perdi a fome. Deixei metade do refrigerante e fui.

Na porta, um de uns 45, 50, no mictório. Encarou. Tremi. Fingi que mijava. Cinco minutos parado. Saiu de uma cabine um homem sem camisa, short de futebol. Uns 50, branco, 1,80 m, peito queimado de sol, pelo até as costas. Parou do meu lado. Não olhei. Medo e tesão.

Terminou. Ao passar, pegou na minha bunda e falou baixo:

— Te espero lá fora.

Coração disparado. Uma hora até o ônibus. Agora ou nunca. Saí.

Ele estava na frente de um caminhão, uns cem metros. Sorriu, piscou, abriu a porta do carona. Atravessei o pátio sem olhar para os lados.




— Sobe e fecha.

Estava de cueca. Olho castanho, barba cerrada.

— Eu sabia. Hoje é sua noite. Vem.

Tirou a cueca. Meia-bomba, grosso, veia, uns vinte. Agachei sem fala. Chupei o cabeção, fui até o talo. Ele urrava baixo. Cinco minutos. Segurou minha cabeça e jorrou quatro vezes na garganta. Não deu tempo de dizer nada. Homem que manda.

Limpei a boca. Ia descer.

— Onde? Isso foi aquecimento. Cinco dias sem gozar. Precisava da boca primeiro. Agora começa.

Falei dos quarenta minutos.

— Dá. Tira a calça. Quero ver.

Tirei jeans e cueca. Ele abriu a cortina: colchão estreito.

— Deita.

Falei que não tinha gel. Camisinha ele tinha.

— Vai no cuspe.

Colocou a camisinha, duas cusparadas, mão calejada na minha boca.

— Entro de uma vez. Dói uma. Se gritar, eu meto mais.

Cabeça no cu. Metade. Segunda estocada, o resto. Doeu. Quis chorar. Não acostumou: já metia. Tirou a mão, puxou o cabelo. O dobro da minha força, peso em cima. Dez minutos e a dor foi embora. Sobrou tesão. Mandou cavalgar. Obedeci. Mais dez.

— De frango. Quero gozar.

Entrou de uma vez. Olhava minha cara. Metia sem parar. Beijo de barba. Quase gozei. Percebi que ele já tinha gozado. Caiu com o peso em cima. Dois minutos. Levantou.

— Se troca.

Desci. Esperei mais meia hora o ônibus. Ele não desceu. Deve ter dormido.

Não esqueço. Até hoje, quando bato uma, volto naquele pátio.

Relato adaptado. Fotos, se houver, são de IA. Semelhança com alguém real é coincidência.

quinta-feira, 16 de abril de 2020

O pedreiro superdotado me pegou na obra e me fez gostoso

PROFISSÃO: O pedreiro de novinho me comeu no banco de trás e ainda gozou duas vezes

Relato adaptado. Qualquer semelhança é coincidência.

Meu nome, neste conto, é Rafael. Vinte e três. 1,73 m, 73 kg, academia. Arquiteto e urbanista. Canteiro de obra no Brasil ainda é terra de homem — engenheiro, mestre, servente, pedreiro. Isso me rendeu história. Isoladas. Vou contar uma por vez. Sempre com o mesmo título: Profissão.




A construtora é grande, nacional. Escritório cheio. Minha especialidade: condomínio que vira bairro. Quase nunca fico a sós com ninguém. Mesmo assim trato do engenheiro ao servente do mesmo jeito. Reconheço cara de obra antiga. Sou rato de canteiro. Não deixo execução só no papel.

Fora da cidade, hotel. Quase sempre engenheiro. Nessa obra foi outro.

Dez dias no fim de um canteiro no interior de Alagoas — Arapiraca. No terceiro dia um pedreiro novo não saía da cabeça. Sorriso o tempo inteiro. Raro na construção, onde o padrão é cara fechada. Uniforme feio. Dava para ver além: 1,75 m, magro, cabelo preto baixo, olho verde, pele clara mesmo no sol, dente alinhado. Hierarquia não me deixava chegar. Só olhar.

Sábado. Pediram para eu fazer um momento com a equipe. Engenheiro e arquiteto no hotel. Pedreiro em casa alugada. A maior tinha seis quartos e trinta homens. Rede em todo canto. Toalha, short, casa virada. Quando entrei, o clima mudou. Alguns foram se vestir. Pedi para ficarem à vontade.

Reuni na garagem. Apresentação, pergunta, brincadeira. Observei o moleque o tempo todo. Ele prestava atenção em cada frase. Domingo seria folga. Falei que ia comprar bebida e tira-gosto. A casa festejou.




Na saída, passei por ele.

— Você. Me ajuda. É bastante coisa.

— Claro, doutor. Só visto uma camisa.

Única brecha. Camisa preta, short jeans, Havaianas, cheiro de sabonete.

— O doutor é gente boa. A galera está cansada nessa reta.

— Me chama de Rafael. E você?

— Leandro. Dezenove. Interior da Paraíba.

— Novo. Por que tão longe?

— Terminei a escola, engravidei a namorada, precisei de salário melhor. Mando dinheiro. Quando vou lá, a gente vive junto. Raro.

No mercado: vodca barata, refri, salgado. No carro ele lembrou do gelo. Posto perto da casa. Ele apertado. Fomos os dois ao banheiro. Mictório coletivo de alumínio. Mole, o pau já era grande, claro, pentelhudo. Terminou, puxou a cabeça, balançou, olhou para mim.

— Grande, né?

— Normal.

— Mole. Duro deixa rapariga doida.

Guardou e saiu. Eu respirei e fui atrás.

No carro:

— Como vocês se aliviam com tanta gente na casa?

— Só homem. Levam mulher e cometem na frente. Ou punheta.

— Você também?




— Uns dragão. Pau nem sobe. De vez em quando uma gata. Quase sempre vídeo no celular.

— Safado.

— Quer ver duro?

Desabotoou, zíper, tirou. Uns vinte e um, não muito grosso. Balançou. Perdi a vergonha. Mão nele. Já babava.

— Pegou, tem que mamar?

— Gosta?

— Quem não gosta?

Ele conhecia a cidade. Levou a um trecho de obra vazia, pouca luz. Farol apagado. Mamei. Forçava os vinte e um. Quando eu não dava conta, ele empurrava. Cinco minutos.

— Para. Quase.

— Não era o objetivo?

— Quero gozar comendo.

— Faz tempo que saímos. Vão desconfiar. Seu pau é grande. Outro dia.

— Então vamos para casa. Só se for metendo.

— Só um pouco.

Camisinha da carteira. Desemos com a roupa baixa. Encostou-me no carro, sarrando, beijando as costas.

— Precisa voltar.

— O doutor já quer?

— Me fode.

Tirou calça e cueca. Banco de trás. Deitou em cima, apontou, começou a entrar. Quase gozando. Enrosquei as pernas no quadril. Ele caiu com tudo, cio. Doía. Gemia. Beijo na boca, estocada mais rápida, gozou dentro. Corpo desmoronou.

— Gozei.

— Percebi. Vamos.

— E você?

— Quase.

Voltou devagar, cansado. Segurou meu pau e bateu. Dezenove anos, pai cedo, ainda metendo depois de gozar. Enchi a barriga. Ele tirou a camisinha cheia, jogou em cima, punheta rápida e gozou de novo, urrando na mesma pele.

Cueca na minha mão.

— Se limpa.

No caminho, gelo. A casa reclamou da demora. Ele inventou fila. Trocamos número.

— Nunca tinha dado duas sem sair.

— Você mete gostoso.

— Não fala isso. A giromba sobe. Para baixar, só o doutor.

Espero os outros da série. Profissão continua.

Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Sexo depois do Jogo de Futsal, o jogador e capitão do time me comeu no vestiário

Viramos o jogo de 3 a 0 — no vestiário o capitão organizou a fila e eu saí por último

Relato adaptado. Time adulto. Qualquer semelhança é coincidência.
Envie também seu relato para contosdebanana@gmail.com

Que partida. Primeiro tempo: 3 a 0 contra. Eu era o goleiro novo e a culpa caiu em cima de mim. O capitão — neste conto, o Wagner, negro, malhado — gritou que eu tinha que parar de levar frango. Escutei calado depois do terceiro. No segundo tempo voltei mordido. Agarreí tudo. Viramos 4 a 3.




No quarto gol o Wagner veio correndo, abraçou o time. Quando chegou a minha vez, senti ele duro debaixo do calção.

— Cara, ganhamos.

No vestiário todo mundo ria. Wagner nu no chuveiro, o mais alto da sala. Eu fiquei na minha, mas o volume da comemoração não saía da cabeça. Distraído, não vi a palmada na bunda.

— Foi mal naquela hora. No segundo tempo você segurou tudo.

Nu ao meu lado. Os outros chegaram para parabenizar. Tapinha na cabeça, nas costas. Alguns pelados. Wagner viu que eu estava duro. Tentei disfarçar. Tarde.

— Galera, o goleiro está armado. De tanto agarrar bola?




Risada. Fiquei vermelho. Não tinha como esconder. Ele encostou, hálito quente no ouvido, mão firme na bunda.

— Sabia que essa bunda é gostosa?

Os outros olhando. Arrisquei. Ajoelhei, peguei ele, comecei a mamar. Wagner gritou:

— Hoje tem festa, pessoal.

O time fechou. Ele cedeu a boca e foi para trás: um dedo, dois, três. O atacante — o Mauro — veio na frente, grosso, fundo na garganta. Wagner posicionou e forçou a entrada. Quis falar que doía. A boca cheia não deixou. Em volta, putaria alta, incentivo, fila se formando.

O ponta — o Davi — juntou-se ao Mauro. Dois na boca. Wagner metia atrás até a impaciência do resto. Tirou de uma vez. Frio. Organizou a fila indiana. Mauro e Davi gozaram juntos na boca. Dois ao mesmo tempo foi demais.

O zagueiro — o Vinícius — entrou com vontade. Inclinei para facilitar. O meio-campo loiro — o Érico — tomou a boca. Vinícius gozou dentro. Quente.

Wagner afastou o Érico e mandou o outro zagueiro — o Ronaldo, também grande — deitar na esteira, de barriga para cima. Sentei. Doeu. Pedi para aliviar.




— Doendo? Vai doer mais.

Wagner encaixou por trás. Dois ao mesmo tempo. O vai-e-vem batia. A meia-zaga — Elias e Paulo — veio na frente, os dois na boca. Quatro homens. Wagner e Ronaldo metiam com peso. Gozei na barriga do Ronaldo sem a mão. Elias e Paulo gozaram na boca. Engoli.

Pedi mais. Luiz e Henrique tomaram o lugar da frente. Wagner gozou atrás. Vinícius assumiu o lugar dele. Ronaldo, embaixo, gozou de novo. Paulo entrou. Henrique gozou na boca.

Dez. Chupei os dez. Levei os dez. No fim mamamos o que restava. Deixei o Wagner por último.

Saí do vestiário destruído: cu ardendo, mandíbula doída — e feliz. Quero repetir. Com mais.

Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.

SEXO E FUTEBOL, TREOEI MUITO

*ADORO FUTEBOL*
Adoro jogar bola, porém os caras não sabem das minhas preferências sexuais, em campo mantenho minha postura e tenho respeito da galera, seguro bem a onda, tanto que evito até o vestiário para não ser flagrado secando os caras tomando e saindo do banho. Porém dia desses disputei uma partida com um sujeito que aqui vou chamar de Marcílio, o cara é muito bonito: loirinho, cabelos curtos, dentes perfeitos, olhos verdes, corpo legal, alto, peludo e com um belo par de coxas e é cínico e debochado e nos últimos tempos como tem deixado a barba por fazer está com cara mais de homem. Mas é um mala, briga durante a partida com os parceiros, pensa que é melhor que Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Zidane e sempre arruma uma confusão. Ficamos em times opostos e como já falei procuro jogar sério, não sou o melhor mas não deixo ninguém levar onda comigo e o cara durante a partida veio na provocação, na zoeira, durante um lance dei uma solada mais forte e o tempo fechou. Ele ficou todo nervosinho (como de hábito) e partiu pros xingamentos, respondi e a turma interveio para evitar o pior. Para acalmar saí do jogo e fui tomar umas cervejas. Com o final do jogo a turma começou a se despedir para ir embora, decidi ir no vestiário tomar um banho e relaxar um pouco. Logo percebi que alguém também estava tomando banho, fiquei gelado quando percebi o dorso do Marcílio. Fiquei maluco com a água caindo nele, a bundinha branquinha. Fiquei cheio de tesão. Minha paralisia fez o sujeito perceber minha presença, ele se virou e fiquei sem jeito, balbuciando um pedido de desculpa. O cara nem deu bola. Mas em vez de sair dali fiquei parado e ele se ligou no lance. Quando se virou já com cara de poucos amigos, vi seu nu frontal. Fiquei maravilhado com a piça. Mesmo meio mole, percebi que era grande e aquela cabeça vermelha parecia me hipnotizar. Claro que ele logo sacou e abriu então um sorriso cínico perguntando se eu tava querendo ajudá-lo a tomar banho. Foi minha felicidade, não poderia recusar o convite. Fui me aproximando aos poucos e tirando a camiseta e calção suados para entrar na água. Tirei das mãos dele o sabonete e passei pelo tórax dele, rimos, toquei meus lábios no dele e trocamos um beijo maravilhoso. Fui descendo aos poucos explorando seu corpo com a boca, o peito cabeludo e cheiroso, os mamilos, abaixei e então cheguei aonde queria: naquele pinto grande e grosso. O bicho tava tão duro que a chapeleta estava empinada, a toquei com a boca e fui enfiando aos poucos. Quase engasguei quando ele empurrou minha cabeça fazendo engolir toda a jeba e dizendo que assim que gostava que suas putas lhe chupassem. Paguei um boquete gostoso e ainda chupei os bagos do macho que mandou eu parar porque ainda me daria o que eu merecia pelo lance do jogo. Ele me ergueu e foi a vez dele se abaixar e tocar com a boca meu pau (que não é tão grande quanto dele mas é grosso), ele chupou legal e eu quase esporei. Mas ele tinha outros planos, mandou eu encostar contra a parede. Que delícia, teria minha recompensa. Foi abrindo minhas nádegas dizendo que ali já havia entrado muita rola. Quando dei por mim senti sua língua áspera no meu anelzinho que piscava de tanto tesão. Senti depois um dedo laceando o buraco. Senti sua boca no meu ouvido dizendo para eu relaxar e que ele adorava um cu. Fui a loucura e mesmo sem um preservativo naquele momento permiti que ele me penetrasse. O macho encostou a cabeça da rola no meu rego e passou a esfregar e eu enlouqueci pedindo para ser penetrado, para ser a puta dele. Finalmente tive minha recompensa quando ele deu um empurrão e a cabeçorra foi entrando em mim. A dor foi lacinante e eu pedi para ele parar. O cara riu e falou que eu teria o que merecia e passou a enfiar devagar e fundo. Fui sentindo prazer aos poucos quando me acostumei com o tamanho do caralho e passei a sentir prazer com as estocadas firmes . Ele me chamava de negão viado e eu não tava nem aí. Soltei gritinhos e rebolei naquele pinto grande e grosso. Levei tapas no lombo e passei a me masturbar enquanto ele me comia com firmeza. Gozamos quase juntos. Ele ainda me elogiu dizendo que meu rabinho era melhor que o da noiva dele que não gostava muito de liberar para ele. Fiquei feliz e para completar ajudei ele a limpar o caralho e tomei uma esguichada do leite do macho no rosto. A partir de então minha marcação homem a homem em cima dele ficou muito mais deliciosa...

LUA DE MEL E SEXO COM AMIGO DO TRABALHO

*Lua de mel com amigo do trabalho*

Sou casado a mais dez anos e tenho 38 e sou representante comercial em um laboratório farmacêutico.

Como já estou casado a muito tempo, a vida sexual também não é lá essas coisas, é uma por semana no muito, agora quando saimos com os nossos amigos até voltamos mais animadinhos eu e minha mulher e pode rolar também.

Lá no laboratório tenho muitos colegas de trabalho, as vezes ficamos mais próximos. Quando enchemos o saco alguns pedem transferencia e vão para outras unidades.

A cinco anos atrás foi contratado um camarada chamado Romulo, um cara muito espirituoso, inteligente, pinta e muito simpático.

Ele foi um dos que não ficou na nossa unidade. Voltamos a encontrar nos treinamentos e avaliações que passamos semestralmente aqui na multi.

Eu venho me dando bem ao longo dos anos por aqui, já sou até chefe adjunto, embora não mande nada, mas tenho lá alguns privilégios.

Estamos nos preparando para lançar no mercado alguns produtos novos, quando isso acontece tem um esforço de todos.

Nos dividimos e vamos para todos os grotões do interior do Estado.

Este trabalho é feito em duplas e eu como chefe posso escolher quem vai viajar comigo.

Nos meus encontros atuais com este amigo Romulo, ele me andou contanto sobre sua vida afetiva.

Filho pequeno no interior e se separando da atual mulher e já tem uma amante.

Rimos, porque ele faz tudo ficar engraçado, mesmo sendo trágico.

Ele é muito sedutor e faz maior sucesso com a mulherada do laboratório. Ele é um moreno de corpão, deve ter 1,78m e pesar 76kg, corpo atletico, cabelos pretos e 36 anos. Tem um olhar penetrante, uma boca carnuda e um queixo quadrado. Anda muito bem vestido, de calça e camisa social.

Agora, eu sou bem normalzão, quase sem graça nenhuma, sou magro, peso 74kg, tenho 1,81m, branco, calvo e cabelos pretos e lisos e poucos pelos, uma pequena barriguinha, faço caminhadas 3 vezes por semana e já me dou por satisfeito.

A temporada de viagens é muito apertada, pois ficamos no mínimo duas semanas longe de casa, visitamos todos médicos, clinicas, unidades rurais e medicos de programa de familia.

Na segunda feira, pegamos o carro eu e o Romulo, colocamos nossas malas e todas as amostras gratis que iriamos trabalhar e fomos pra uma cidade polo que fica a 8 horas de carro.

Ele ficava com uma conversa sedutora comigo o tempo todo, perguntei tá treinando chavecar comigo, é isso?

Ele respondia ,nada, tô querendo é te comer mesmo...e assim foi , muitas piadinhas e brincadeiras durante a viagem.

Na primeira parada para mijar ele foi do meu lado do coxo e ficou exibindo o pinto pra mim e falando palhaçada.

Agora, não é que a pistola do cara é bonita mesmo, morena, cabeça roxa bem formada e grossa.

Continuamos e chegamos por volta das 16 horas e conseguimos atender 2 medicos, sendo o último na casa dele já no inicio da noite.

Depois fomos pro hotel, tomarmos banho, ele já foi logo ficando peladão, ai eu vi aquele corpão todo, pelos nas pernas e peito, ombros largos, peitoral peludo de fios lisos e pretos, coxas grossas, uma bunda que deve dar inveja num tantão de mulheres e aquele piru, grosso, bonito, imponente.

Fiquei incomodado com aquele homem nu na minha frente fui pro banho, sem entender direito o que passava na minha cabeça, misto de medo e tesão.

Sempre tive uma curiosidade nas historias sexuais dos amigos, gosto de ouvir, mas nunca tive nenhuma experiencia sexual com alguém do mesmo sexo.

Quando sai da ducha o viado tava ainda de cueca na cama e com a mão dentro da cueca, quando tirou tava visivel o volume, falei, vamos lá rapaz, senão não acharemos nada...ele respondeu: sei de uma churrascaria logo ali na esquina.

Fomos lá, tomamos umas cervejinhas e não demoramos muito para retormarmos pro quarto, porque estavamos muito cansado.

Mas isso, não impediu que ele fizesse uma das suas palhaçadas e a brincadeira que queria me comer.

No dia seguinte conseguimos muitas visitas , acabamos até um pouco mais cedo, fomos pro hotel, tomar banho e depois ir jantar.

Resolvi ficar pelado também desta vez e ele fez uma brincadeira, falando da minha bunda branquinha.

Brinquei também e falei, olha meu pau aqui , rapaz....que tem 17 cm quando duro, reto e cabeça rosada.

Fomos pra churrascaria que tava mais animada que na noite anterior e bebemos mais também que na noite passada.

A viagem transcorria bem e estavamos nos sentido bem, afinal também saimos da rotina da cidade grande , não é nada mal.

Retornamos pro quarto, na mesma hora da noite anterior, só que mais alegres e descansados , ligamos a tv e ele já foi ficando de cueca e deitou na cama ao lado da minha, que só era separadas por uma pequena mesa bem leve.

Ele falou que ia dormir peladão, perguntou o que eu achava, disse que eu dormia de cueca ou de short de pijamas.

Ele ficou insistindo no assunto pra eu dormir nu também, eu perguntei que papo de boiola é esse? e brincava com ele e o chamava de metrossexual.

Ele respondeu porque quero te comer, eu ri e respondi sem pensar, só se eu te comer primeiro, ele falou topo.

Falei que isso homem,? foi só brincadeira, somos macho, não vai rolar...não é que ele ficou peladão , já de pau duro, que quando vi, fiquei impressionado, com a beleza daquela ferramenta, grossa, calibrada e já vindo pra cima de mim.
Eu de cuecas , tentando acabar com aquela brincadeira , mas sem resultado, foi me abraçando e encostando aquele mastro em mim, eu de cuecas imóvel, sem reação, atônito e tonto.
Senti seu peito peludo me encostando, seus braços me enroscando e seu rosto roçando o meu.
Começou beijando meu pescoço, depois embaixo do maxilar e sua barba crescendo roçando também na minha face e seus lábios procurando os meus para beijar, tentei fugir, mas em vão.
Estava dominado pelo tesão homossexual irresistivel.
Meu pau duro dentro da cueca , começou a sair e encostar no dele, suas mãos começaram a se movimentar, passado na minha bunda, enfiando por dentro da minha cueca e começando abaixá-lá, pôs meu pau pra fora da cueca e espremeram um no outro.
Estava entregue, aos beijos, que me deixaram de pernas bambas, ao tesão de um cacete junto um do outro.
Ele foi me conduzindo pra minha cama, eu de costas pra cama, fui caindo com ele em cima, sem falarmos, só gemidos e tentativas em vão de não continuar naquela situação.
Me dei por vencido e acabei de descer minha cueca e o abracei forte também.
Ficamos atravessados na cama, com os pés no chão um bom tempo, só nos beijos, até que ele começou a morder meu pescoço e de repente, levantou meus braços e meteu a língua no meu sovaco, arrepiei, sua barba arranhando, meu suvaco...fiquei louco, com a maestria com que ele fazia as coisas.
Chupou meus mamilos, beijava minha barriga e eu só conseguia a gemer, meu pau tava melado como não ficava a muito tempo.
Mordiscou meu umbigo e depois cheirou meus pentelhos e meteu meu pau na boca...urrei, não aguentei, era um tesão demasiado parecia que ia gozar o tempo todo.
Ele chupou com calma, enérgico , mordia de leve o corpo do meu pau, passava a língua na cabeça suavimente, ele era um eximio profissional do sexo ...risos.
Levantou-se de cima de mim e levantou minha pernas, fiquei com meu rabo vunerável para aquele camarada, que meteu a língua no meu cu...gritei, ai, ai, ai...uma sensação que jamais tinha sentido, abria minha pernas e metia a língua lá dentro do meu cu.
Não tinha força pra muita coisa e o gozo não vinha, só a sensação inacabada do gozo imediato.
Depois disso tudo ele falou , faça agora comigo tudo que fiz com você...comecei lambendo seus peitos, passei a lingua com uma vontade louca, cheirei o subaco dele e achei o aroma muito bom, mordi debaixo do seus braços, lambia a lateral do seu corpão, cheguei na região da pistola, era como um imã, a cabeça da ceceta dele atraia minha boca.
Descontrolei quando meti minha boca naquele cacete, tinha um gosto delicioso, nem respirava direito, ele gemia também e ria junto aos gemidos.
Eu não queria tirar minha boca daquela pistolona, que soltava uma babinha oleosa e salgadinha e eu engolia tudo.
De repente ele , segurou minha cabeça e pediu pra parar. Parei. Ele me puxou pra cima da cama e começamos a nos beijar de novo, isso trocando todos os fluidos que experimentamos um do outro.
Deitei em cima dele e seu pau foi para o meio das minhas pernas, era gostoso, quente, diferente, ter no meio das coxas uma pistola que não era a sua.
A sensação prolongada de gozo não passava, ele já dizia que estava em ponto de bala e disse que queria me enrabar.
Enfiando o dedos no meu cu e eu também procurando o cu dele. Nem acreditava que tava beijando o cara e ainda por cima com o dedo no cu dele.
Eu ainda sem confiar nele, disse que só se eu fosse primeiro, ele falou então, venha e me fode, quero dar pra você.
Perguntei você já fez isso antes , ele respondeu lógico, desarmei com a coragem e a sinceridade dele, eu bobalhão, nunca tive uma experiencia dessas.
Tomei a iniciativa e o coloquei de bruços, o qual ele aceitou plenamente, sem nenhuma resistencia e perguntou sabe o que fazer?...rindo, eu disse sim, ai lambi aquele cuzinho, da bunda masculina mais gostosa que eu conhecia.
Senti o cheiro do seu anus, os pelos de seu rabo na boca, era tudo novo para mim. Ele foi gemendo e dizendo, lambe mais, deixa bem molhado meu cu, vai...eu entendi , fiz o que ele pediu e levantei e mirei a cabeça do meu pau direto naquele cu.
Ainda sem acreditar, no que estava acontecendo, sentiu uma pressão na cabeça, que ainda estava longe da portinha.
A bunda era daquelas que o cuzinho ficava longe. Insisti e cheguei na portinha, ai que sensação maravilhosa, cutuquei mais, forcei mais e seus gemidos aumentaram e os meus também, pois estava passando da entrada, a cabeça do meu pau tava penetrando para onde parecia ser um paraiso do gozo.
Não resisti muito o gozo veio logo, não era uma ejaculação precose e sim uma explosão que estava guardada a muito tempo.
Quase desfaleci depois do gozo, sem que meu pau entrasse todo nele.
Sai de cima dele, ele virou passou a mão no rego e já me gozando, pô Alvaro esporrou na minha bunda...risos...eu ainda saindo daquele esta de extase. Ele foi falando que agora era a vez dele.
Deitou em cima de mim de frente e foi me beijando...depois abaixou de repente e levantou minha pernas, e lambeu meu cu novamente...
Deixou-o bem molhado e foi falando pra eu aguentar, foi me dizendo como deveria fazer, ficou com a cabeça da caceta apontada na portinha do meu cu, e pondo pressão...disse, força pra fora , fazia o que ele falava a cabeçona entrou na portinha...foi uma dor du caralho, pensei que fosse cagar todo...falei com ele pára, pára, pára...ele respondeu calma, segura a onda que passa, tô paradinho, sem fazer nenhum movimento...e tava mesmo, mas só que tinha uma pressão enorme querendo entrar no meu rabo.
Passou uns instante o tesão foi cedendo e ele conseguiu enviar mais...e junto os beijos, muito beijos, ele realmente tinha a manha. Quando vi, estava totalmente envolvido por ele, seus braços que passanvam por baixo dos meus, sua boca junto da minha e seu pau todo dentro de mim.
Começou os movimento bem devagar, sentia aquele atrito forte do seu cacete dentro do meu cu, só gemidos abafados pelos beijos, até que ele começa a gritar meu nome, repetindo ah, Alvaro , ah Alvaro ...e da aquela última estocada, liberando toda sua porra dentro do meu cu.
Começamos a desfazer a posição que estavamos, ficamos ainda mais um tempo encostados e deitados na mesma cama.
Ele me fez um carinho e mudou de cama, levantei e fui pro chuveiro, fiquei só pensando naquilo tudo que tinha rolado.
Quando sai do chuveiro ele já estava dormindo, tranquilo.
Acordamos pela manhã e ele foi me dando bom dia e tentando ser carinhoso comigo, aceitei o carinho. Me pareceu que ele estava bem, sem muito pudor com o acontecido. Começou tirando sarro da minha cara, falando que alguém tinha perdido o cabacinho pra ele...não tive como ficar puto, o cara era muito do bem, vi que queria me confortar...sabia que poderia estar passando por um momento dificil, afinal.
Trabalhamos normal, eu confesso que estava um pouco aéreo ainda, ele procurou cobrir qualquer vacilo que eu dava.
Me deixava bem seguro, quis dirigir a maior parte do tempo, me deixava a vontade.
Chegamos a noite no quarto para o banho, eu tava com muito medo, não sabia o que poderia acontecer.
Ele chegou pra mim e me abraçou, falou no meu ouvido, cara, te curto demais...vi que não escaparia de novos acontecimentos, porque logo logo acendeu meu tesão.
Falou vamos tomar banho juntos, foi me puxando para o box, abriu o chuveiro e deixou a água cair sobre mim, começou me dando um banho, tava extremamente gentil, passou xampu nos meus cabelos, de uma forma muito carinhosa, depois foi pegando o sabonete e passando por todo meu corpo e passando a mão e massageando minha costas, braços e pernas.
Lavou meu pau e bolas com muito cuidado, tava ficando excitado, depois passou a mão no meu rêgo e meteu o dedo no meu rêgo, passando sabonete no meu cuzinho e eu deixei, ele fazer o que queria, me senti como uma criança.
Me beijou, abracei-o durante o beijo, nossos paus juntos e a água caindo sobre nós.
Acabou o banho, os dois sem gozar, vestimos nossas roupas e fomos pra uma pizzaria, comemos e voltamos pro quarto.
Chegamos ja na porta ele pondo a mão nos meus ombros, num gesto de carinho e disse, vamos dormir juntos.
Removemos a mesinha , juntamos as camas, ligamos a tv , tiramos as roupas e nos abraçamos e beijamos.
Reconheci que estava gostando muito daquela situação, nem imaginava quanto. Sentia também um pouco de culpa, mas o tesão a removia.
Tivemos que combinar uma folga pra ele me comer naquela mesma noite, disse que tava um pouco dolorido, mas que queria comer ele...ele concordou e disse te como pela manhã, pode ser? Não tinha como recusar a proposta e o comi gostoso de novo e depois o mamei até ele gozar em recompensa.
Logo cedo ele já veio me cutucando, me beijando e dizendo que tava morrendo de tesão, que pela manhã é quando tinha mais tesão.
Eu ainda tava com sono, ele deitou em cima de mim, amaciou meu cuzinho e me penetrou.
Passamos toda a viagem nesta situação, na segunda semana ficou ainda mais confortavel porque mudamos de cidade e o hotel que ficamos tinha uma cama de casal e outra de solteiro. Sem duvida que ocupamos a de casal.
Metemos todas as noites, sendo que eu o comia mais de noite e ele me comia pela manhã.
Foi como uma lua de mel.

RASGANDO O CU DO CASADO

Rasgando o cu do casado – Contos
Sábado . Havia brigado feio com minha mulher por problemas domésticos. Saí na noite. Já se passava das oito, um calor insuportável. Eu estava com raiva, magoado (nos ofendemos muito), triste. Decidi que naquela noite eu iria extravasar meus desejos ocultos. Já estava com oito anos de casado e desde então jamais havia voltado a dar a bunda. Para não dizer que não fiz nada neste período de tempo, chupei um cara havia uns quatros anos atrás em uma viagem de trabalho que fiz. Mas dar a bunda como eu costumava dar quando solteiro, nunca mais depois do casamento. Mas naquela noite aquilo iria mudar. Eu estava disposto a dar meu cu. Eu sabia que iria doer, mas foda-se: ia dar o cu. Era questão apenas de encontrar um macho que valesse a pena.

Circulei pelo centro da cidade. Os bares lotados, os comerciantes de lojas arriando suas portas. Parei num bar e bebi duas cervejas, observando a movimentação de homens. Olhava para vários que me interessavam, mas não podia chegar encima, pois temia ser agredido. Saí do bar com uma cerveja latão na mão, bebendo sem parar. Andei a esmo pelo centro da cidade vendo aos poucos as ruas esvaziarem e continuando a beber. Lembrei de um local que um amigo meu havia comentado onde só dava viado e puta. Fui para lá. Me aproximei do local e realmente era verdade: viados para todos os lados e putas também. Não me aproximei muito, pois não era o que eu procurava. O que eu queria era um macho para me foder a bunda e não viados e piranhas. Sentei em uma mesinha de plástico de um barzinho “pé sujo” próximo. Pedi cerveja e um garçom feio pra caralho a trouxe. Fiquei bebendo e vendo o movimento das putas e dos viados. Havia um casal do outro lado numa mesa mortos de bêbados e de cochichos e risadinhas, mal notavam minha presença. Os funcionários do bar eram apenas o garçom feio e um senhor que provavelmente era o dono. Eles estavam no interior do bar. Ah, já ia esquecendo: havia no bar uma porra dessas máquinas de música que tocam tão alto que chegam a ensurdecer a pessoa. Tocava um pagode. Fiquei uns quinze minutos ali até que de repente eu vi um cara se aproximar.

Caralho, mas era um senhor homem! Era branco, alto e forte todo troncudão, pernas grossas, braços fortes e peludos, era careca e estava com a barba por fazer. Usava uma camisa branca, calça jeans e um tênis. Percebi que ele usava um desses cordões grossos de prata que os machos andam usando atualmente. Ele não era malhado, mas também não era gordo; era forte. Percebi também que seus olhos eram claros. É óbvio que em meio a toda essa descrição que fiz não deixei de observar algo importantíssimo: o volume de pica. Para quem gosta de admirar um bom volume de pica como eu, digo que o volume desse cara era algo magnífico de se observar. Quem gosta de observar um volume de pica, sabe bem o que estou falando.

O cara passou por mim e eu senti o perfume masculino na hora. Sentou-se numa mesa ao lado, um pouco afastada da minha, de modo que ficou quase de frente para mim. Colocou sua carteira e seu maço de cigarros encima da mesa e pediu ao garçom feioso uma cerveja. A voz era grossa, de um verdadeiro macho. O cara me deu uma olhada rápida e eu também o olhei. Meu coração estava batendo forte. Eu estava excitadíssimo. Já passava da meia-noite. Ficamos um bom tempo ali e ele, além de beber, fumava o tempo todo. Comecei a notar que ele me olhava com mais frequência, mas também não poderia ser diferente, pois eu não tirava os olhos de cima dele. Eu já estava bêbado e estava perdendo a noção de minhas atitudes. De repente, do nada, o cara falou de sua mesa:

” – Chaga aí, brother!”
Eu tomei um susto com a palavra dirigida a mim sem que eu esperasse.
” – Eu?” _ perguntei quase sussurrando.
” –  Você mesmo, camarada. Chega aí!”
Bem… É lógico que minhas pernas tremeram, pois eu não sabia o que ele queria, mas ao mesmo tempo o tom de sua voz era amistoso. Levantei e fui até a mesa me sentando a seu lado.
” –  Satisfação!�

SEXO COM O PRESTADOR DE SERVIÇO

cuzinho
 ABRIL 28, 2019   15580 VIEWS
Sou prestador de serviços e encaminhado para atender empresas
Sou casado, com filhos…… bastante peludo
Em janeiro, fui prestar serviço em Campinas por 3 semanas
Embora receba ajuda de custos para ir de carro, optei por usar bus.
Iniciei trabalho numa segunda-feira e O rapaz que me acompanhava informou que na sexta-feira ele encerrava as atividades as 15h.
Pois bem, na sexta-feira, conforme avisado, encerramos atividades e usei o transporte da própria empresa até o trevo da para pegar bus para SP.
Junto comigo também desceu um rapaz negro usando calça de moletom vermelha
Enquanto aguardávamos o bus, trocamos assuntos banais….
Quando o bus p SP chegou, entramos e, como não tinha 2 assentos juntos,sentamos separados
Relaxei e a imagem do volume que aparecia no moletom dele me veio nos pensamentos
Já curti com alguns carinhas mas sempre ativo mas, confesso que, sinto maior tesão em ver pau grandão.
Dei uma cochilada, com pau babado, e fui despertado pela pessoa do lado, pedindo licença para descer.
Quando a pessoa saiu, sentei perto da janela. Em seguida, o rapaz negro sentou ao meu lado.
Voltamos a conversar e ele, ao falar, tocava no meu braço, perna…
Reparei que ele estava ficando com pau duro, o que me deixou no maior tesão.
Fiquei sabendo que a mulher dele era enfermeira e que trabalhava até as 22h
A medida que a conversa rolava, ele foi encostando a perna na minha e balançava.
Quando percebeu que eu estava de pau duro, perguntou se eu “curtia” homem.
Respondi que sim mas que era muito complicado. Assim como ele, eu também sou casado e com filhos, o que atrapalha encontros.
Ele deu risada e disse que sabia de tudo isso pois também viveu tudo isso mas que agora os filhos já estavam fora de casa.
Respondi que ele não aparentava ter filhos criados…. Ele respondeu q tinha 48 anos e que teve primeiro filho aos 18 anos……
Continuamos a conversar e ele convidou para ir até o ap dele. Da rodoviária seria fácil pegar metro e teríamos bastante tempo para conversarmos antes da mulher dele voltar para casa
Na hora fiquei em dúvida mas o tesão falou mais alto e concordei…..
Chegamos no ap dele e, mal trancou a porta, foi me dizendo que desde que meu viu no trevo tinha ficado no maior tesão pensando como seria gostoso ter esse Coroa brancão e peludo na cama dele.
Respondi que também tinha reparado nele principalmente por estar usando moletom vermelho e com um baita de volume a mostra.
Ele deu risada e disse que sabia que isso chamava a atenção das pessoas mas que ele precisava muito chupar um cara peludão.
Que tem muito tesão em se esfregar num cara branco coroa e peludo.
Já foi me abraçando e me alisando. Disse que me queria peladinho e suado na cama dele, que iria me lamber todinho.
Fomos para o quarto dele, ele ficou só de moletom e pediu para deixar que ele iria me despir inteiro.
Tirou meu sapato, depois a meia e começou a chupar meu pé. Nunca tinham feito isso em mim e achei delicioso
Depois de chupar os 2 pés, tirou minha camisa e beijava meu peito e chupava meus mamilos.
Eu já estava todo melado. Ele percebeu e disse que já iria cuidar disso
Tirou minha calça, minha cueca e lambeu toda baba que estava na cueca.
Disse que sentiria o maior prazer em me deixar só de cueca e morder meu pau e chupar meu saco mas que sabia ser complicado pois eu ficaria com cueca toda babada e Minha mulher iria perceber mas que iria pensar numa solução
Voltou a chupar meus pés, pernas,coxas,virilha, saco e pau. Uma delicia, o cara não parava de chupar
Chupou minha barriga, suvaco e perguntou se eu deixava ele cuspir em mim e chupar.
Nunca tinham feito isso comigo mas concordei. Ele cuspia no meu pau, no saco,barriga e sempre chupava tudo
O tesão tomou conta e eu comecei a gemer. Ele pedia para eu não parar, para me liberar e gemer gostoso pois iria me dar um trato que eu jamais esqueceria…..
Continuou cuspindo no meu saco e lambendo tudo…. levantou minhas pernas e mandou relaxar, começou a cuspir e lamber meu cuzinho….
Nunca tinham feito

PERDI MEU CABAÇO COM MEU PROFESSOR

Perdi meu cabaço com meu professor

Ele beijava meu peito e meu pescoço e dizia que eu ir ser dele aquela noite.Tirou minha bermuda e tocou uma punheta bem gostosa. Pra minha surpresa ele tirou seu pau e mandou eu acariciar.Fiquei surpreso com o tamanho da pica do meu professor.

Olá, me chamo Conrado, tenho 19 anos.Isso me aconteceu em 2006 quando cursava o três colegial.Tinha um professor de português chamado Ricardo (fictício) tinha uns 38 anos. Corria o boato de que era gay no colégio. Ele brincava muito com os alunos, principalmente com os homens.

Sempre tive fantasias com homens, mas tinha medo de me expor. Numa de nossas conversas ele me deu seu telefone e disse que se quisesse poderia ir ao seu apartamento ver uns filmes. Fiquei num misto de medo e tesão.

Passaram algumas semanas e não fui ao apartamento dele. Ao término de uma aula ele me perguntou pq não fui visitá-lo e dei uma desculpa. Perdi o medo e numa noite liguei pra ele, como ele mora num bairro próximo, em meia hora estava no apartamento dele. Confesso que estava nervoso, ele me ofereceu um vinho e conversamos um pouco.

No meio da conversa ele foi passando a mão pelo corpo, me acariciando e meu pau ficou duro como rocha. Ele beijava meu peito e meu pescoço e dizia que eu ir ser dele aquela noite.Tirou minha bermuda e tocou uma punheta bem gostosa. Pra minha surpresa ele tirou seu pau e mandou eu acariciar.Fiquei surpreso com o tamanho da pica do meu professor. Era enorme e grossa!

Não sabia o que fazer, ele mandou eu bater uma punheta pra ele e eu obedeci. Depois me mandou chupar aquela vara enorme, eu hesitei um pouco, pois nunca tinha feito aquilo antes. Ele disse que eu ia gostar, então abocanhei a piroca dele,no começo meio sem jeito mas depois fui melhorando.Lambia o cabeção dele, chupava bem devagar e ele gemia bastante me pedindo pra não parar. Dizia que tinha uma boca deliciosa e que estava adorando ser chupado. Ele tentava enfiar o pau inteiro na minha garganta mas era enorme, saia lágrimas de meus olhos.

Depois de chupá-lo bastante ele quis me comer. Me colocou de frango assado, chupou meu cuzinho e depois pôs um creme na pica e foi forçando aquele mastro. Doía bastante pois eu nunca tinha dado antes. Ele forçava e não conseguia me penetrar. Eu pedi que deixasse pra outro dia. A princípio ele insistiu, mas depois aceitou.

Fui pra casa mas não tirava aquela cena da cabeça e resolvi que daria pra ele pq ele foi compreensivo e carinhoso! Na semana seguinte ele me pegou de carro e levou pro apartamento dele. No caminho ele dizia que iria me comer de qualquer jeito.

Ao chegar ele foi tomar banho e fiquei no sofá esperando,ele saiu do banho nu parou em minha frente e mandou chupá-lo. Cai de boca naquele pau gostoso e aquilo ia crescendo em minha mão! Que loucura! Eu o sentei no sofá e sugava aquele mastro gostoso, ele delirava e gemia alto enquanto eu dizia: Está gostoso? Que pica gostosa a sua! Vai foder meu cuzinho virgem hoje safado? Vai? Ele ficou louco, me agarrou e me deu um beijo na boca.

Fomos para a cama e fizemos um 69 delicioso. Ele chupava meu cuzinho e me deixava cheio de tesão. Dado momento, enfiou um, depois dois, até chegar no terceiro dedo em meu cu. Eu gemia, rebolava, que sensação gostosa! Ele me pôs de frango assado, lubrificou meu cuzinho e foi forçando a passagem. Doeu bastante, mas eu estava decidido a tomar no cú. Aquela tora entrou rasgando tudo.

Ele parou um pouco pra eu me acostumar e foi forçando devagar. Não estava acreditando! Eu dando o cú pro professor! Depois a dor foi se transformando em prazer, pois ele fazia um vai e vem gostoso. Quando dei por mim, estava entrando tudo! Que gostoso! Ele me beijava, falava putarias ao meu ouvido do tipo: “Ah que cuzinho gostoso, bem apertadinho! Está gostoso seu viadinho? Gosta da pica de seu professor?” Eu gemia e dizia que estava adorando, pedia pra ele foder com carinho e dizia que meu cú seria só dele.

Fiquei de 4 ele me penetrou, fodeu meu cuzinho bastante e eu me sentia uma puta sendo dominada pelo meu macho! E

DANDO PARA DOIS PEDREIRS NA OBRA DA MINGA EUA

dando para os dois pedreiros na obra no final da rua.


Ola amigos, hoje quero dividir com vcs uma foda hard que rolou comigo ontem 27/01/2020.
O bairro onde eu moro eh bem isolado e comecou a crescer agora, entao tem obras para todos os lados.
Sempre passeio com o meu cachorrinho e nessa construcao em particular sempre via varios machos, altos, baixos, magros, gordos, negros e brancos, enfim tinha macho para todos os gostos. Andava com meu cachorrinho na frente da obra e ficava babando naqueles macho. Ontem ao passar por ali e ver q a obra ja esta bem adiantada fiquei meio que triste por nao ver mais aquele monte de macho que tinha antes, mas ouvia vozes la dentro. Vou ate o final da rua e volto e quando passo na frente avisto apenas dois caras, um negro nao muito alto magrao e um mais clarinho todo definido,os dois eram um tesao de machos e estavam sem camisa, so com as calcas jeans surradas e eh claro q meu olhar fixou nos volumes deles. Enquanto eu passava olhando o negao veio para fora da obra pegar mais cimento e qdo me olhou deu aquela pegada gostosa no pau e me deu oi. Senti que aquilo era um convite, mas nao me arriscaria em entrar na obra durante o dia e ser visto pelos vizinhos, mas aproveitando que ele estava proximo, perguntei se eles faziam instalacao de teto de gesso.
Ele se aproximou de mim e falou que faziam e que se eu quisesse poderia entrar na obra pra ver o teto de gesso q eles ja tinham feito, eu falei que naquele momento eu nao poderia, pois o sol estava muito quente e meu cachorrinho ja estava impaciente.
Ele dando aquela pegada gostosa no pau me convida para que se eu quiser passar ali mais tarde ele e o outro pedreiro dormiam ali na obra, concordei e falei que mais tarde passava ali, detalhe: eu usava um short que deixava meu rabao mais saliente e uma regata, entao eles q nao sao bobos notaram a minha intencao. Voltei pra casa e fiquei com aquele tesao danado ate chegar o fim do dia, quando deu 19:30 tomei aquele banho especial esperei ate por volta das 20:30 pois assim ja estaria escuro e fui em direcao a obra, para a minha sorte a rua estava deserta.
Passei na frente e vi que tinha uma luz acessa nos fundos, olhei na volta e entrei na obra chamei por eles e o negao veio me receber, apertou a minha mao e se apresentou como marcelo, aquele aperto de macho bem forte. Ele tinha acabado de tomar banho, estava cheiroso e com o corpo ainda molhado vestindo apenas um calcao de jogar bola. O ambiente tava meio escuro e ele falou que nao ia conseguir mostrar muita coisa pois nao tinha luz ali mas que dava pra ligar a lanterna do celular e eu ter uma ideia.
Para subir no segundo piso, tinha que usar uma escada de madeira, pois a escada ainda nao foi construida. Ele segura a escada e manda eu subir, eu subo tremendo pois era alto, mas ele me deu uma forcinha segurando a minha panturrilha.
Ele subiu super rapido q eu nem vi ele ja estava do meu lado, o segundo andar tava bem escuro entao ele me pegou pela mao e foi me guiando e falando o q era cada comodo. Quando ele foi ligar a lanterna do celular dele para eu ver o trabalho do gesso o celular dele se desliga por falta de bateria. Ele vai ate a janela e grita: Gean quando terminar de tomar banho, tras o teu celular para iluminar aqui.
Eu tentava iluminar com o meu celular mas nao clareava nada, ficamos uns minutos ali no escuro em silencio e ele pergunta se quero ver a vista que tem da janela do outro quarto, eu aceito e ele dessa vez vai me guiando, mas com uma mao na minha cintura e outra no meu ombro. Quando eu encosto minha barriga na janela ele chega e me da aquela encoxada minha unica reacao e apoiar meus bracos no para peito da janela e dar uma arrebitada no rabo. Ele percebendo a minha reacao apenas chega no meu ouvido e fala: Sabia que a putinha tava atras de rola, eu comecei a rebolar meu rabo no pau dele q ja comecava a endurecer, levei a minha mao e peguei naquele volumao desconhecido ate entao para mim.
ele forca a minha cabeca e poem a rola pra fora e eu ja meto tudo na boca, a rola vai criando vida e ela eh tao comprida que eu pego ela com um mao e a outra parte vai la no fundo da minha garganta eu torco a cabeca e encaixo a rola toda e engulo ela inteira levando o negao a loucura, comeco a babar toda aquela rolona, enquanto eu mamo ele pergunta se eu curto pauzao de nego no rabo, eu me levanto, viro de costas baixo meu short passo cuspe no meu cuzinho e encaixo o pauzao dele no meu rabo, a cabeca passa com um pouco de dificuldade ele tira de dentro cospe no pau e no meu cu e mete de volta, dessa vez a rola desliza ate o final, mas parecia que nao ia acabar nunca de entrar. Ele nem espera eu me acostumar e ja tira todo e soca tudo de volta minha unica reacao eh gemer.
Ficou um tempinho me fudendo e quando percebemos o outro pedreiro entrou no quarto e ligou a lanterna na nossa direcao, o negao falou: viu gean eu falei q a putinha queria rola e o cuzao da puta aguenta rola sem reclamar. Ele ja chegou e colocou o pau pra fora e eu ja abocanhei um pauzao tbm, nao tao comprido mas super grosso. Nada melhor do que levar um no cu enquanto mama outro.
Falei que queria tirar umas fotos e eles falaram q nos poderiamos ir para a casinha onde eles dormiam e assim fomos os 3 pelados. Eu estava morrendo de medo de descer as escadas no escuro, o negao entao desceu ate a metade da escada e mandou eu me posicionar pra descer eu tremia de medo, mas qdo o meu rabo ficou na altura da cara dele, ele meteu a lingua no meu cuzao que ja estava arrombado por ele, ele metia a lingua la dentro do meu cu o gean aproveitando q a minha boca estava na altura na rola dele me deu o pau pra eu mamar.Como eu estava com medo de cair, pedi pra ir para o quartinho.
O negao me pegou no colo como se eu fosse uma noiva e me levou para o quartinho, me jogou em cima da cama e mandou eu ficar de 4, mal eu me posicionei e ele enterrou o pauzao com tudo e comecou a socar bem forte com violencia, o Gean ja veio e deitou na minha frente e eu comecei a mamar o pauzao dele q estava todo babado, ele entao pediu para eu sentar na rola dele. Encaixei meu cuzinho e a rola deslizou com facilidade pra dentro do meu cu arrombado, cavalguei ate cansar e depois deitei no peito dele e ele comecou a me fuder abrindo meu rabo, o negao ficou atras admirando e foi se aproximando passou um creme no meu rabo e comecou a forcar a rola junto com a rola do gean, eu me apavorei qdo a cabeca entrou e ele continuou metendo pra dentro, chegou ate a metade e nao entrou mais, mas ele continuou socando e eu gemendo alto de dor. Chegou uma hora q meu cu expulsou as duas rolas de dentro, entao o negao deitou e mandou eu sentar, cavalguei por bastante tempo gean pediu pra socar, me colocou de 4 e socou, tirava tudo e socava de volta quando nao tava mais aguentando socou mais forte e encheu meu cu de porra, saiu e foi tomar um banho e eu ja fui sentar na rola do negao, era muito gostoso cavalgar e sentir a porra do gean saindo do meu cu arrombado. Enquanto eu cavalgava o jean falou para o negao que ia no mercado comprar algo pra janta deles e eu fiquei ali tomando no cu sem do, o negao me socava e me olhava com cara de tesao e raiva e nao tinha do de mim, qdo meu rabao encaixou em cima dele certinho e a rola comecou a ir bem fundo eu me gozei sem me tocar, fiquei pedindo mais rola no cu e ele abriu meu rabo o maximo que podia e leitou fartamente la no fundo, quando eu senti o leite dele enchendo meu cu gozei a segunda vez sem me tocar, eu me tremia todo e nao tinha forcas pra sair de cima dele. Ficamos assim ate a rola sair do meu cu e um rio de porra escorrer pra fora, ele me convidou pra tomar uma ducha com ele, mas era gelado, fomos e la no chuveiro ele me deu um bjo na boca, bem gostoso e com pegada forte. A rola dele deu sinal de vida e eu cai de boca, chupei ela por um tempo e ele encheu a minha boca de porra, fiz questa de beber tudinho, sai de la com o cu arregacado e cheio de porra. Estou aqui agora escrevendo pra vcs e sentindo meu cu todo dolorido.kkk
Detalhe: tem um macho super gostoso cortando a grama aqui do condominio, ja deixei uma fresta da janela aberta e sentei na cadeira com o cuzao bem exposto pra janela, ele ja me viu e ja deu umas olhadas aqui pra dentro e umas passadas a mais aqui na minha janela.kkkkk
Nao sei se tenho cu hj pra dar pra ele, mas uma boa mamada nao se nega ha ninguem.kkk
Abaixo as fotos da foda com os pedreiros e espero q vcs gostem, votem e comentem.