Se pareceram com alguém é apenas coincidência.
Meu nome é Fernando. Moro em São Paulo. Sou casado hoje, branco, 1,78 m, 95 kg, cabelo e olho castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, peludo nas pernas, na bunda e no peito. Nunca tive problema, mas sempre me achei um cara normal que gosta de transar com machos escondido, nada muda minha natureza, ninguém vai, nasci gostando de homem e de mulher e vai ser sempre assim.
Meu nome é Fernando. Moro em São Paulo. Sou casado hoje, branco, 1,78 m, 95 kg, cabelo e olho castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, peludo nas pernas, na bunda e no peito. Nunca tive problema, mas sempre me achei um cara normal que gosta de transar com machos escondido, nada muda minha natureza, ninguém vai, nasci gostando de homem e de mulher e vai ser sempre assim.
Na época desse conto eu era solteiro. Fui conhecer um senhor casado e delegado numa cidade do interior de Minas. Na volta, fui furtado. Não tinha passagem para o São Paulo. Não quis ligar para a família — eles nem sabiam que eu tinha viajado. Fui a um posto movimentado. Os frentistas indicaram um caminhoneiro que ia para Rio e depois iria para São Paulo.
Seu Júlio, tinha mais ou menos 50 anos, bem branco, 1,70 m, gordo, barrigudo, calvo, barba por fazer. Calça jeans surrada, camisa de botão, botina. Eu tinha uns 1,85 m, 75 kg, cabelo quase nos ombros, bermuda jeans, cueca preta, camiseta preta, Havaianas e uma mochila.
Ele estava vistoriando o caminhão quando o frentista me apresentou. Francisco me mediu de cima a baixo. Perguntou se eu era de São Paulo, por que não ia de ônibus, se já tinha viajado de caminhão. Quando soube que eu não tinha dinheiro, sorriu:
— E a comida no caminho? O percurso é longo.
— Não vou comer. Tenho água. Só preciso da carona.
Aceitou. Entramos e pegamos a estrada.
O caminhão era razoavelmente novo. Dois bancos separados pelo câmbio. Atrás, um vão estreito com colchão.
Mal saímos e ele tagarelou sem parar. Viagens sozinho acumulam conversa. Eu sorria das piadas sem graça e respondia curto. Não queria ser deixado no meio do nada.
Depois de mais de uma hora:
— É perigo pedir carona. Rapaz magrinho que nem você pode sofrer abuso na estrada.
— É mesmo?
— Volta e meia aparece um que foi estuprado, morto e jogado no acostamento. As pessoas pedem carona e não sabem com quem estão andando.
Ele percebeu o peso da frase e emendou:
— Comigo você está seguro. Sou pai de família. Só estou falando o que rola por aí.
Depois as histórias ficaram picantes. O que viu, o que ouviu, o que fez.
— Essa boleia tem história. Já aprontei muito aqui. Já comi muitos viados. A maioria era assim: branquinho, novinho, magrinho. Você é mais bundudo. Adoro um garotão carioca. Viado carioca sabe fazer gostoso. E você, sabe?
— Não sou viado.
— Esse jeitinho não me engana.
Neguei até não aguentar.
— Já dei algumas vezes. Isso não quer dizer nada.
— Quer dizer que você é viado — gargalhou.
Aí não tinha mais o que esconder. Contamos vantagem dos dois lados até ele perguntar:
— Quer ver a minha pica?
— Você está dirigindo.
— Segura o volante.
Soltou o volante. Eu segurei. Ele abriu o zíper com as duas mãos, tirou o pau e balançou, ainda meio mole.
— Já está ficando dura por sua causa. Gostou?
Ri, sem graça. Ele retomou a direção. Quando recuei o braço, segurou meu pulso.
— Depois do volante, segura o câmbio.
Levou minha mão até a rola. Uns 17 cm, grossa, cabeçuda. Comecei a punhetá-lo devagar.
— Depois da curva tem um retão. Aí você agacha e chupa.
— Aqui? Alguém pode ver.
— Em cima ninguém vê.
Na curva, a mão direita dele desceu na minha cabeça e empurrou.
— Agora, viado. Vem chupar.
Agachei no banco e abocanhei a cabeça babada. Engolia pouco mais da metade sem engasgar.
— Que bocão gostoso. Boquinha de algodão. Chupa.
Caprichei. Sugava como picolé. Ficamos assim até ele avisar:
— Tô quase. Vou parar no acostamento para gozar.
— Onde?
— Na sua boca. O pau já está aí.
Guiou para a direita, parou, prendeu meu cabelo e comandou o sobe-e-desce. Xingou baixo, depois alto, até encher minha boca. Engoli tudo. Não gosto de desperdício. Ele se limpou com papel do porta-luvas, guardou o pau e voltou para a pista. Ficou quieto. Achei que tinha saciado. Meia hora depois, perto do meio-dia:
— Vou parar naquele posto para a gente almoçar.
— Não tenho dinheiro. Fico no caminhão.
— Eu pago. A não ser que você esteja sem fome de tanto leite.
Sorri. Estacionou longe da loja, no meio de outros caminhões. Fui abrir a porta. Ele segurou.
— Ainda é cedo. Quero comer seu cuzinho.
Não estava no combinado. Tive medo de perder a carona. Mandou eu tirar a roupa e deitar de bruços no vão de trás. Obedeci. Ele tirou só as botinas, deitou em cima de mim e fechou a cortininha. Sarrou, deu dedada, beijou a nuca, lambeu a orelha e falou putaria no meu ouvido. O pau duro esfregava no meu rego. Baixou a calça até o joelho e tentou entrar. No espaço apertado não acertava. Segurei a rola e encostei no buraco. Ele cutucou. A cabeça entrou de uma vez.
— Esse cu já está acostumado.
Enfiou o resto sem perguntar se doía. Pesado, em cima, só queria usar. Socava fundo e xingava: viado, bicha, puta, vagabunda. Aguentei. O cu já ardia quando ele gozou dentro. Saiu, se arrumou no banco. Eu me limpei. Quando ia vestir a cueca:
— A cueca fica. É o pagamento da viagem.
Deixou ela no painel.
— E se alguém perguntar?
— Digo que era de um viadinho carioca que eu comi.
No banheiro do posto saiu a porra que escorria. Ele pagou o almoço. Na volta, eu cochilava. Ele não deixava: tagarelava e cheirava a cueca no lugar do cu.
Perto de anoitecer:
— Vamos parar naquele posto. Quero te comer de novo.
— Já estamos perto do Rio.
— Pode ser?
— Tá.
Parou de novo longe da loja. Já baixava a calça:
— Chupa.
Puxou minha cabeça. Boquete lento, molhado. Depois:
— Tira a bermuda e senta no meu colo.
— Alguém vê.
— Aqui o pessoal já viu coisa pior.
Salivou meu cu com o dedo. Fiquei de cócoras no banco dele, pés na lateral, cabeça do pau na entrada. Segurou minha cintura e puxou para baixo. Entrou até o talo.
— Que cuzão gostoso.
Cavalguei. Ele ajudava pela cintura. Mandou pôr os pés no painel. Rebolei com a rola enterrada. Depois sentei com as pernas abertas e fiz vai-e-vem.
— Gosta de pica no cu?
— Gosto.
— Já tinha dado para caminhoneiro?
Menti que não.
— Então mexe mais esse bundão.
Acelerei. Ele avisou que ia gozar. Pedi para encher. Encheu.
Desci do colo, desci do caminhão, agachei do lado da porta e caguei a porra. Voltei, vesti a bermuda sem cueca. Ele elogiou o caminho todo: que eu bebia leite, que deixava gozar dentro, que era magro mas tinha bundão macio.
Quando estavamos no caminho do Rio, o contratante disse que não precisava mais pegar parte da carga que o vendedor não iria consegue entregar, fomos direto para São Paulo e ele me deixou em Guarulhos porque ele iria ficar na empresa lá e eu não poderia entrar, passou o telefone. Caso eu voltasse a Minas. Seguiu viagem com a minha cueca. Eu fiquei com o gosto na boca e o cu ardendo, ainda molhado.
Nunca esqueci a viagem, mas também nunca mais me arrisquei numa aventura como essa.
Lembrando que o conto é uma adaptação de um relato e a foto é IA.


Nenhum comentário:
Postar um comentário