segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

SEXO GOSTOSO ENTRE CASADOS COM O FORTÃO NA SAUNA



Sou um homem maduro (hétero-casado) com mais de 55 anos, sou branco, grisalho, 1,72 de altura e 83 kilos. Aconteceu comigo, no ano passado, visitando um clube da minha cidade, para relaxar em domingo de sol, tomar um banho de piscina, e depois uma boa sauna a vapor. Estava com uma ressaca daquelas e a sauna era o lugar ideal para retirar as toxinas deixadas pelo álcool ingerido na noite anterior. Na sauna, como todos sabem, nós ficamos só de toalha e mais nada, em uma perfeita socialização, todos são iguais, todos tem apenas uma tolha para cobrir o corpo. Na sauna (havia pouco mais de 06 homens) quem me chamou a atenção foi Flavio, um rapaz de uns trinta anos, alto, forte, com um tórax bem desenvolvido, corpo de atleta, com a barba por fazer, com um sorriso bonito no rosto, super simpático, ficamos amigos na hora, sua esposa estava em uma festa infantil com o filho de 07 anos, conversamos muito, era uma excelente companhia e depois de alguns minutos na sauna, saímos para ir ao bar do clube para tomar uns drinks.

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Conversamos sobre vários assuntos, política, futebol, mulheres, trabalho, parecia que já éramos amigos desde criancinha, no final de tarde voltamos à sauna para curtir (neste horário não tinha mais ninguém lá) um pouco mais a nova amizade, uma das lâmpadas da sauna estava queimada ficando o ambiente um pouco escuro e assim que entrei escorreguei no piso molhado e Flavio me segurou nos braços e caímos os dois no chão molhado, nossas toalhas caíram, ficamos os dois pelados, estava praticamente no colo dele, foi quando eu senti o pau dele, que estava ficando duro ao tocar no meu corpo, eu sentindo aquele cassete crescer rapidamente, fiquei sem pressa de sair do colo dele, aquele toque de pele me fez arrepiar, o contato com o seu corpo fez o meu pau também endurecer. Levei na brincadeira e Flavio também, como já estávamos bastante íntimos, nos recompomos e voltamos a saborear a sauna, depois de mais uns papos, a ducha fria foi a nossa saída, ficamos os dois nus no chuveiro e de pau duro, então pude observar o corpo de Flavio, sua bunda linda empinada arredondada, seu pau com uns 18 centímetros, lindo meio torto para cima, ele fazia academia mas não era aqueles caras malhados, então ele me perguntou por que eu estava de pau duro, e eu respondi com a mesma pergunta que me fez, ele falou que o motivo foi que a muito tempo não transava (sua esposa estava se recuperando de uma cirurgia), e que não sabia explicar direito o porque estava de pau duro, ficou sem jeito, então eu respondi a pergunda que ele me fez, disse que foi por causa do ambiente (sauna), que também não transava a mais de um mês, porque também estava sem roupa, e por ter tido um contato de pele com ele, por isso estava excitado, ele ficou sem graça, mas observei também que ele não tirava o olho de minha bunda. Neste momento, durante o banho, quem acabou de escorregar foi Flavio, acredito que foi porque ele ficou nervoso e atrapalhado, então fui ajudá-lo a se levantar , ele meio desequilibrado e escorregadio, (o chão estava molhado, muita espuma de sabonetes) procurei segurar com força seu braço e acabei me abraçando com ele sentindo seu corpo nu colado ao meu.

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Eu estava com meu pau duro tocando nele e ele também com seu pauzão tocando em mim, ficamos assim por alguns segundos, sem falar, abraçados, sentindo um o corpo do outro, quando decidimos nos separar, meu rosto tocou no rosto dele, senti a sua barba, senti seu cheiro de homem, senti seu pau me tocando, não tive receio e beijei sua boca com toda a minha volúpia e desejo, desejo esse que eu pensava que não existia em mim, meu coração pulsava acelerado, beijava sua boca, enquanto minhas mãos procurava acariciar o pau duro de Flávio, sentindo aquele mastro firme em minhas mãos, ele não retrucou, me deixou tocá-lo, correspondeu ao meu beijo, me fez um carinho e pegou com firmeza na minha bunda, foi colocando aos poucos seu dedo no meu cú, eu gostando daquele momento, senti uma sensação incrível queria que tudo aquilo não acabasse, meu coração batia forte, meu pau duro, meu cú pulsava sentindo aqueles dedos me penetrando como ninguém tenha feito na minha vida.

Aquele momento não demorou quase nada, mas parecia uma eternidade. Depois de beijar sua boca, comecei a descer minha língua por todo corpo de Flavio que estava molhado e suado, pelo tórax bem definido, seu púbis, com os pelos curtinhos, sentindo o cheiro dele, um cheiro de homem, que entrava pelas minhas narinas penetrando meus sentidos, fiquei lambendo aquele corpo, vendo perto do meu rosto aquele pau duro e lindo, e não resisti e comecei a chupá-lo com toda a minha ânsia e ganância, colocando aquele mastro na minha boca, passando a língua em cada canto daquele pau, que pulsava por mim, fiquei sentindo a respiração ofegante de Flavio, vi que ele gostava, ele acariciava meus cabelos grisalhos, ele dizia que estava gostoso, pedia para não parar, e eu não parei, em segundos, senti o gosto do néctar de Flavio jorrar em minha boca, em minha cara, e eu continuei a chupar e a lamber aquele mastro que aos poucos pendia de lado, saciado.

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Mas tivemos que parar, Flavio estava preocupado de alguém chegar e nos pegar naquela situação. Saímos do banheiro apressados e fomos para os vestiários, os dois calados trocando de roupa, mas os pensamentos estavam a mil, meu cú pulsava e meu coração batia adoidado, o pau dele voltou a crescer, a ficar duro, estávamos com muita tesão.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

COMI O CU DO MEU AMIGO ANDRÓGENA



Isso ocorreu há algum tempo atrás, não sei ao certo, mas foi por volta de 2005.

Éramos amigos há muito tempo, sempre curti ir a shows de rock, passava as noites em claro, regadas a muita caipirinha e cigarros.

Tudo ocorreu numa noite de sábado, ia ocorrer um show aqui em minha cidade: O show da banda hardcore Adtive.

Tenho um amigo Andrógeno, bem acredito que muitos já devem conhecer este novo estilo, ou esta nova tribo. Apenas sei que os andrógenos têm como características vestissem com roupas femininas, mas isto não significa que eles tenham o real interesse pelo sexo similar.

É uma coisa complicada, acho que foi esta falta de familiaridade com o assunto que levou-me a fazer o que fiz.

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Naquele show, bebemos tudo o que tínhamos direito, misturei cachaça com vodka e cerveja com vinho, mal conseguia dar uma simples tragada no cigarro. Foi quando meus amigos percebendo meu estado de total embriaguez, acharam mais concebível que eu fosse para casa, já que eles pretendiam ficar mais algum tempo e não queria ter que perder a noite com cuidados a um pobre amigo bêbado.

Merripel (meu amigo andrógeno) Propôs-se a levar-me em casa, meus amigos concordaram e mesmo a contragosto aceitei voltar. Bem, esse fato é indiscutível: Bêbado e doido nunca assumem o estado em que se encontram.

No caminho de volta comecei a vomitar pela janela, meu amigo percebendo meu estado deplorável, ficou com medo de levar-me para casa, já temendo alguma reação repreendedora de minha mãe.

- Bem, Carlos... Acho melhor leva-lo para minha casa. Porra! Quem mandou tu beber desse jeito? Perdeu metade da festa.

- Eeeeuuuuu,...Inch....Num bibi naaaddaa.... Vocês kiii...Inch...num sab bêbe....

Chegamos a seu apê, ele deu boa noite a uma vizinha e entramos, sentei-me no sofá, ainda sentia-me enjoado, havia alguns relapsos de memória, em alguns momentos eu esquecia o que fazia, em outros tornava a consciência, estava ficando impossível me controlar. Senti vontade de urinar e imaginando estar na rua, coloquei o pau pra fora e já estava pronto para mijar em um vaso, que ficava bem na salinha, quando Merripel surgiu da cozinha desesperado;

- Caralho! Você ta ficando louco? Quer mijar na minha casa, Filho-da-Puta.

- Caaassaa...uuu Caraaaiiillhhuu....kein mana aqui sou eu....

- Vem tomar banho seu pau de cana.

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Ele levou-me ao banheiro e colocou-me sob o chuveiro, com roupa e tudo.

Fiquei lá sob a água corrente, era uma sensação agradável, sentir aquele liquido quente correr em meu corpo, ouvia, mesmo que distante, o telintar abafado da água ao tocar minhas vestes. Comecei a tirá-las de forma meio desajeitada, mal tinha o controle de minhas próprias mãos - Como cheguei a tal estágio?

Tirei minha calça, foi só então que notei que meu celular e minha carteira ainda estavam em meu bolso. Putaqueopariu, agora tava fudido, além de passar vergonha por estar bêbado, ainda teria que açambarcar toda aquela vergonha advinda de uma noite de irresponsabilidades. Tirei as calças e deitei no box, deixando a água morna bater em meu peito, havia uma certa sensação incomoda quando a sentia as gotas de água inadvertidamente escorrerem em direção a minhas narinas.

Quase adormeci, mas fui despertado por Merripel, Ele veio com uma toalha, pegou-me pelo punho e me pôs de pé. Já sentia-me capaz de mover-me por mim mesmo, mas minha consciência ainda estava vã, não tinha noção das coisas que falava ou sentia.

É terrível ter consciência quando se esta inconsciente; é um paradoxo que cria o pior dos sentidos.

Comecei a ter lampejos frívolos, olhei para Merripel com outros olhos, ele estava trajando sua velha indumentária andrógena: Roupas pretas, saia curta toda revestida num látex reverberante, a face estava submersa em uma infindável nevoa de maquiagens. Não conseguia ver um homem é sim uma putinha muito linda.

Agarrei-o por trás e comecei a encostei meu membro ainda mole em sua saia. Na hora ele(a) ficou aturdido.

Acertando cotoveladas em meu peito de forma desesperada; como estava embriagado sentia apenas alguns baques surdos, nada mais do que isso, parecia imune a dor;

-Me solta filho-da-puta, ou eu furo tua cara.

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Aquela putinha não podia me dominar, eu era o homem da parada. Que se foda essa puta.

Subi sua saiazinha de látex e notei que ela era uma verdadeira puta, já que estava sem nada por baixo. Alojei meu membro ainda mole entre suas nádegas. Puxei seus braços de encontro a meu corpo.

Ele(a) gritava, me xingava, falava coisas horríveis, eu mal conseguia ouvir, muito menos distinguir.

Meu pau começou a ficar rijo, comecei a enfiá-lo em suas nádegas, ele movia-se desesperadamente, falava grosso, mas de nada adiantava; meu pau era mais grosso ainda.

Comecei a mover meu corpo para frente e para trás, esfregando a cabecinha do meu pau em suas nádegas.

O coloquei todo entre sua bundinha e comecei a movê-lo para cima e para baixo ele(a) resistia, mas eu, mesmo bêbado, jamais seria dominado por aquela puta.

Foi quando ele(a) soltou-se e acertou um murro em minha cara. E saiu do banheiro, corri, mesmo cambaleante, atrás dele(a).

Alcancei ela(o) empurrei-a sobre o sofá e mesmo tremulo puxei novamente sua saia para cima e enfiei minha cara em sua bunda, e não pestanejei em enfiar minha língua naquele lindo cuzinho, sentir aquele cheiro forte de cu na minha cara fazia meu pau latejar.

Ele(a) começou a gemer e a dizer:

-Para Carlos, tu sabe que não curto homeeemmm....huummm...para com isso... Me respeita... Você esta bêbado....AAAIIIIII

Seus lamentos e reclamações eram inaudíveis a meu prazer, continuei com a língua atolada em seu rabinho.

Sentia seu cuzinho piscar em minha língua;

- Pisca essa cu putinha! Peeeddiii ôlaa...Carai.

Ele(a) trepidava; não reagia mais, senti que aquele cuzinho agora estava pronto para me proporcionar todos os prazeres e desejos daquela noite de embriaguez.

Tirei minha língua de seu cuzinho, levantei-me e agarrei em seus cabelos, puxando assim seu rosto em direção a meu pau.

Ele(a) dizia não, mas já passava a língua de forma circulares na cabeça do meu pau;

- Nossa! Como é salgado...

Pedi que ele(a) abrisse a boca e comecei a foder sua boquinha, enfiava sem dó, comecei a foder a boquinha dele(a).

Gemia feito louco, puxei de sua boca, e a mandei ficar de quatro, ele(a) me olhava dizia que não, mas já ia se posicionando de quatro. Cuspi na cabeça do meu pau, e mesmo estando molhado com a boca daquela putinha, era quase impossível a penetração.

Sua saia já estava no meio da barriga, pedi que ele(a) segurasse as duas abas da bundinha ela(e) segurou e disse:

- Para, dói

Sentia seu cuzinho piscar bem na pontinha do meu pau. E comecei a forçar bem na entradinha, ela(e) pestanejava, as vezes afastava o corpo assustada. Segurei em sua cintura e empurrei com força. Senti a cabecinha deslizar para dentro daquele rabinho gostoso.

Agarrei em seus cabelos negros e puxei ela(e) de encontro a mim, ela(e) virou o rosto de lado e me fitou com um olhar estranho, um misto de medo, tesão e repulsa.

Tinha o nariz afilado, a boca pequena, seus olhos estavam envoltos a uma maquigem negra, tinha belos olhos azuis. Um rostinho de boneca, como uma coisinha gostosa assim podia ter nascido homem.

Empurrei com mais força sentindo as preguinhas daquele rabinho se romperem.

Ele gemia, trepidava, mas não largava as mãos das abas da bundinha.

Comecei a bombar mais forte, ele(a) gemia, choramingava, mas sentia que estava completamente entregue àquela incandescente volúpia.

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Movia-me ferozmente de encontro a seu corpo, foi quando ele(a) soltou um delicioso:

- Me fode, quero perder meu cabacinho

Na hora me perdi no prazer, comecei a bombar cada vez mais forte, sentia seu rabinho piscar, prendendo ainda mais meu pau naquele corpinho esquio.

Bombei cada vez mais forte, ele(a) tremia, gemia, pedia cada vez mais, foi quando explodi num gozo homérico. Meu corpo tremia desvairadamente em espasmos incontidos. Gozei, gozei como jamais havia gozado na vida, perdi a noção do tempo e ainda com o pau enfiado naquele cuzinho melado desabei sobre suas costas e adormeci.

Acordei com o sol queimando minha face. Olhei para os lados, meus olhos doíam, minha cabeça ainda estava desnorteada, mal sabia onde eu estava. Fui retomando a noção dos fatos. Tentando me recordar do que havia ocorrido. Quando Merripel entrou no quarto só de calcinha, puxou minhas cobertas e caiu de boca no meu pau. Na hora senti nojo, ainda pensei em empurrá-lo, foi então que lembrei-me da noite anterior. Minha nossa, eu havia comido meu amigo... Bem, o jeito era esquecer. Continua.... Passa a língua na minha pica. Ele(a) chupava com tanta força que meu pau pulsava, como se meu coração estivesse dentro dele.

Bem o jeito e deixar... Amanhã, não lembrarei de nada.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Perdi minha virgindade anal para meu primo, um incesto na casa da família (primos transando)

O primo me comeu na aposta da piscina — e eu pedi de novo à noite
Relato enviado por um assinante e adaptado pelo Contos de Banana. As fotos foram criadas com IA. Qualquer semelhança é coincidência.




Meu primo se chamava Caio. Vinte anos. Corpo de quem vive na rua e na academia sem parecer que treina: peito largo, barriga no lugar, braço e perna peludos, sorriso fechado de quem já sabe o efeito. Em Ribeirão Preto pegava geral. Cantava de moça da faculdade a mulher de quarenta. Punha muito adulto no chinelo.

Eu tinha acabado de fazer 18. Ele percebeu e começou a meter conversa: que homem tinha que atacar, que eu estava atrasado. Eu ria, imaginava mulher — e ficava inquieto sem saber por quê.

Um sábado à tarde, só nós dois na piscina da casa dos meus pais. Mãe e irmã tinham saído. Conversa de primo descambou. Sungas marcando. Comentei que estava doido na Marcela, vizinha.

Ele tirou onda.

— Ainda não comeu ninguém e já fala de cu. Daqui a pouco falam que você é viado.

Mandei ele se lascar. Que eu gostava de mulher. Ele não parou: quem pensa demais em cu está escondendo coisa. Perdi o tesão. O pau baixou. O dele também.




— Você que fica falando. Deve ser você.

— Eu gosto de mulher. Meu pau baixa só de assunto de homem.

— Duvido. Deve ficar duro na hora.

— Quer ver? Mostra o seu. Meu pau nem mexe.

A conversa ficou estranha. Nunca imaginei aquele papo com o primo machão. Ele viu que eu travei e puxou a aposta para dentro de casa, até o meu quarto.

— Abaixa a sunga.

— Não vou.

Ele baixou a dele, virou de costas e esfregou a bunda peluda em mim. Meu pau subiu na hora. Ele se virou, rindo.

— Olha quem ficou duro.

— Você que esfregou.

— Homem não fica duro com homem. O meu está mole. Pode fazer o que quiser.

Mostrou. Estava murcho. Eu, ofendido e confuso, caí no jogo.

— Quer ver o seu subir?

Baixei a sunga e virei. Ele abriu, olhou, falou besteira para me desestabilizar, depois puxou minha bunda contra ele. Quando encostei, senti o pau dele duro no meio.

— Já está duro — falei, achando que tinha ganhado.

Ele se afastou um segundo, eu virei para olhar — e ele puxou a cintura. Entrou fundo de uma vez. Gritei. Os olhos encheram. Tentei sair. Ele segurou dois segundos e soltou.




Levantei querendo bater. Ele era maior, segurou minhas mãos, rindo.

— Pode ficar bravo. Já foi.

— Você me machucou.

A voz dele baixou, firme.

— Ninguém precisa saber. Se você quiser que morra aqui, fica. Se fizer barulho, a história que corre é outra.

Eu tinha 18. Medo da rua, da família, do nome. Pedi para não contar. Ele prometeu se eu deixasse terminar. Doía. Ele disse que ia devagar. Mentirosa a frase — e eu, inexperiente, acreditei.

Virei de quatro no chão. Fechei os olhos. O corpo dele colou nas minhas costas. Não era carinho: era para eu não sair. A segunda estocada veio igual à primeira. Gritei de novo. Ele metia no ritmo que queria — forte, depois lento, depois forte. Nos momentos lentos aparecia um fio de prazer. Nos rápidos, só o impacto.

Não sei quanto tempo. No fim acelerou, tremeu, gozou dentro. Saiu mole. Eu continuei no chão.

Levantou, vestiu a sunga.

— Se contar para a sua mãe, eu conto que você pediu.

Saiu. Demorei para levantar. Banheiro. Banho longo. Quarto trancado o resto da tarde. Quando a mãe chegou, fingi estudo. Dormi tarde. Sonhei com ele. Acordei duro. Só dormi de novo depois de gozar sozinho, com raiva e tesão misturados.

Dali em diante a coisa não parou no Caio. Nem em Ribeirão. Eu já era maior. O que começou numa aposta idiota virou o gosto que eu fingia que não tinha.

Relato adaptado. Fotos, se houver, são de IA. Semelhança com alguém real é coincidência.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

DEI O CU PARA O CAMINHONEIRO AMIGO DO MEU PAI • SEXO COM CARRETEIRO



Me chamo Alan, tenho 17 anos, skinhead e assim com os olhos verdes claros, tenho 1,92 e 88kg, me cuido, sou vaidoso mas não curto frequentar academia. Ainda moro com meu pai, que já é separado de minha mãe a mais de dez anos e nunca soube exatamente por que. Pai tem dois amigos os quais ele conserva desde a faculdade e são grandes amigos, o Marcelo e o Zé. Sempre que podem estão juntos e são muito ligados. Um deles é o Zé, que acabou por se tornar caminhoneiro e se mudou para outro estado onde casou e tem filhos, mas ainda assim sempre que vem a cidade acaba ficando em nossa casa.


ATENÇÃO! FOTOS MERAMENTE ILUSTRATIVAS

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Ele era o Zé é um cara muito legal, tem 39 anos e é o mais novo dessa turma. É um cara rústico, 1,70 aproximadamente, corpão parrudo e bem trabalhado, não de academia, mas pela profissão que exerce, braços fortes, um peitoral lindo, um pernão tipo jogador de futebol, moreno tipo jambo. Ele é divertido e bem desbocado, vez ou outra em meio as farras deles ouvi ele soltar uma piada do tipo “Isso sacana fique nessa que como seu cu de novo!” para alguém do grupo, inclusive para meu pai. Mas sempre levei isso como parte das brincadeiras dele.

Zé estava vindo para cidade e chegaria na sexta-feira após o almoço, meu pai estava no interior dando aula e só retornaria no sábado no meio da tarde, e me pediu para que o recepcionasse. Não vi problema nenhum nisso, embora não fossemos muito íntimos, estaria de Bobeira mesmo, férias da faculdade, poderia fazer uma sala para ele até a chegada de meu coroa. Ele chegou por volta das 13hs com o caminhão sem a parte de trás, tinha deixado no galpão para carregarem e ele só iria buscar a carga na segunda. Recebi ele e o acomodei no quarto de hóspedes. Embora ele fosse amigo de meu pai desde sempre não tinha muita intimidade com ele, mas ainda assim a noite ele me chamou para irmos a um barzinho tomar umas e comer alguma besteira. Aceitei e fomos. Lá paras 23hs ja tínhamos conversado muito, ouvi muitas histórias dele e de meu pai e suas maluquisses da juventude e dado muita risada mas ja estava na hora de voltar para casa. Ele surgiriu que comprássemos algumas cervejas para tomar como saideira em casa mas disse não precisar porque tínhamos muita cerveja em casa que sobraram do aniversario de meu pai que tinha sido a algumas semanas antes. Chegando em casa continuamos bebendo e eu que não tenho muito hábito de beber ja estava ficando alto e Zé percebeu isso.

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- Ja tá altinho, né muleque?
- Um pouco. Não sou acostumado a beber.
- Vc é igual a seu pai. Fraco pra bebida!
- Fraco o que! Olha o quanto ja bebemos hoje! Não sei como que vc não esta alto tb.
- Rapaz meu problema com bebida não é ficar chapado, o problema é que fico num tesão louco quando bebo!

Eu olhei para ele com estranheza, ele sorriu e continuou.

- Mas é isso mesmo. Fico doido pra meter quando bebo, e aí acabo metendo em quem der qualquer mole, seu pai mesmo ja tá com o rabo todo arrebentado de tanto que ja comi ele nessas cachaças que a gente toma.

Eu entendi como uma piada e ri alto.

- Vc tá rindo porque não foi com vc, quero ver quando eu pegar vc se vai rir!

Eu balancei a cabeça negando enquanto tomava um gole de cerveja.

A bem da verdade é que eu gosto de uma pica, mas sempre fui muito discreto. Não sou um cara que da pinta e até pego umas mulheres. Nessa época eu tinha até saído de um namoro de quase um ano. Mas não levei a serio o que Zé falou. Achei se tratar só de uma brincadeira. E continuamos bebendo e eu ficando cada vez mais chapado.

- Então muleque é melhor a gente parar de beber.
- Porque? Tá divertido, tem tempos que não riu tanto.
- Cara eu ja to de pau duro aqui de tanto tesão que eu to, e vc ja chapado assim, não vai demorar pra eu virar sua bunda pra cima ia nesse sofá e cravar a madeira nele.

A forma direta dele me pegou de surpresa, então olhei pra bermuda dele e era visível o volume que tinha se formado. A bermuda jeans parecia que ia rasgar de tão inchada que tava.

- Porra cara, é sério isso mesmo? Vc fica nesse tesão todo quando bebe?

Ele só respondeu acenando com a cabeça e disse:

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- E daqui pra frente quanto mais eu beber mais eu vou querer fuder, então não me dê mais cerveja não a ser que você queira acabar com uma pica atolada no rabo!

Na boa? Naquele momento eu também ja estava cheio de tesão, aquele brucutu, todo machão, de pau duro e falando que queria me comer estava me deixando doido, não sabia se ele estava falando serio ou não, mas resolvi arriscar, levantei fui na cozinha, abri outra cerveja e voltei enchendo o copo dele. Ele me olhou com uma cara de safado e só disse:

- Então tá bom, passarinho que come pedra sabe o cu que tem.

Dai fiquei aguardando, fiz meu movimento e fiquei na espera dele tomar alguma atitude. Ainda peguei mais uma cerveja, desse momento em diante toda hora ele pegava no pau, mechia nele pra lá e pra, foi ja no fim dessa cerveja que ele levantou retirando a camisa mostrando aquele peito forte e liso, não porque ele se depilava, mas da raça mesmo dele, devia ter algum toque indígena na sua linhagem, e a barriguinha chapada, não era tanquinho mas era no lugar, e disse:

- Vou mijar ali é quando eu voltar vou fuder até amanhecer o dia. Alguém vai ficar com o cu brocado hoje.

Com ele em pé pude ver o volume da ferramenta dele que devia ser grande e tive a certeza que eu ia ser torado por aquele macho.

Ele voltou do banheiro ainda vestido com a bermuda, mas com o pau pra fora e parou em pé do meu lado olhando pra televisão. Ele ficou ali em pé exatamente do meu lado. Pude ver o picão (devia ter uns 20 ou 21cm uma verdadeira tora!) grosso a alguns centímetros do meu rosto, estava tão perto que sentia até o cheiro dele. Ele ficou olhando para a TV e prestando atenção na piada que o Jô Soares estava contando. Ficou assim uns dois minutos, eu não sabia o que fazer e fiquei quieto esperando, olhando hipnotizado para aquela piroca. Eu nem prestava atenção para o que o Jô dizia.

Quando ele terminou Zé riu e comentou:

- Essa é boa!

E então segurou minha cabeça pelo topo com aquela mãozona grande, virou minha cabeça em direção a rola dele e sem nenhuma cerimônia enfio a pica pra dentro de minha boca.

- Esse Jô é uma onda, pena que não posso ver ele sempre pq tô na estrada.

Eu estava com a boca cheia de pica e nem podia responder. Ele então empurrou até eu engasgar e em seguida retirou toda da minha boca.

- Hoje você vai ser minha vadia! Va pegar outra cerveja porque seu macho tá com sede.

Me levantei imediatamente e fui correndo pegar a cerveja, quando voltei ele ja estava sentado no sofá, completamente nu e com o copo vazio na mão. Enchi o copo dele e ele deu um gole longo e me deu o copo pra encher novamente.

- Agora ajoelha e chupa!

Agora eu que não fiz cerimônia me ajoelhei e abocanhei a pica e comeceia mamar feito um bezerro.

- Delicia de mamada! Deve ser genético, seu pai também mama bem pra caralho! Só quero ver se vc agüenta pica no rabo como ele.

Não sabia se ele realmente tinha fudido meu pai, mas ele dizer aquelas coisas me enchia ainda mais de tesão. Eu alternava chupando a pica e os ovos e punhetando ele o tempo todo. Volta e meia ele segurava minha cabeça e empurrava pra enterrar tudo em minha garganta me fazendo engasgar. Até que da ultima vez ele segurou minha cabeça e se levantou me puxando.

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- Vou fazer sua boca de buceta!

Segurou a cabeça com a mão e começou a fuder minha boca, sem parar, enterrando fundo e puxando toda pra fora. Eu sentia as bolas dele batendo no meu queixo quando ele empurrava pra dentro da minha garganta. Eu estava com tanto tesão por aquele macho fudendo minha boca que tive que me controlar pra não gozar só com aquilo. Então em um movimento brusco ele arrancou a varanda minha boca e me puxando pelos cabelos me jogou em cima do sofá de 4.

- Tá na hora de tomar no cu sua puta!

E arriou minha bermuda e minha cueca num movimento só, cuspiu no pau dele, pincelou o pau dele no meu cu e antes de eu dizer qualquer coisa senti a cabeça da pica dele entrar sem pena, me rasgando o rabo. Eu soltei um grito de dor.

- Ah! Cadê aquela risada que vc estava dando agora pouco quando falei que rasguei o cu de seu pai? Hein

- Cara tá doendo muito!

Então ele tirou a cabça e cuspiu de novo e voltou a enfiar e mais uma vez a dor foi grande demais.

- Puta merda, tá doendo muito! É grossa demais, não vou agüentar assim!
- Vai ter que agüentar vadia! Eu falei que se me desse mais cerveja ia ter que agüentar a vara no cu, agora vai ter que agüentar!

Ele tirou a pica mais uma vez, me puxou pelo cabelo de novo, empurrando minha cara contra a pica dele, e enterrando toda na minha garganta.

- Vai, baba ela toda pra facilitar pra você!

Babei o máximo que podia pra deixar a pica o máximo babada possível, ele me empurrou mais uma vez, me puxou pela cintura me colocando de quatro e apontou a pica pra meu cu.

- Agora vai ter que agüentar! Quero nem saber!

E enterrou a cabeça dentro de mim, ainda assim entrou com dificuldade, eu não era virgem de cu, já tinha dado algumas vezes, mas nunca pra uma rola tão gran
De é grossa como a de Zé, por isso a dor era enorme, enfiei minha no sofá e gemi com a dor. Ele não tinha pena nenhuma e começou a empurrar mais pica pra dentro. Eu sentia a vara entrando e me rasgando centímetro a centímetro. Ia entrando lentamente mas sem parar, parecia que nunca ia acabar de entrar, mas por fim senti a verilha dele encostando em minha bunda. Estava toda cravada dentro de mim! Cheguei a ficar com as vistas turva nesse momento de tanta dor!

- Agora sim puta, todo dentro! Delicia de cuzinho apertado! Tá parecendo até que é virgem de tão apertado! Pena que quando eu terminar ele vai estar todo folgado!

E puxou a vara pra fora até a cabeça pra voltar a enterrar novamente. Ele enterrava com força e cada estocada doía muito. Mas eu nada podia fazer, eu que provoquei aquele brucutu, e agora tinha que aguentar. Quando eu começava a me acostumar com tora dele dentro de mim, ele começou a bombar com cada vez mais força então eu continuava a sentir dor continuamente a ponto de estar totalmente paralisado, só levando sem piedade no rabo e gemendo.

- Isso viado puta, geme tomando no cu! Gosto assim, seu pai geme igualzinho a você quando to furando o rabo dele!

Até que ele me segurou pela cintura com as duas mãos e começou a meter a vera! Rápido e uma por cima da outra até que ele começou a gemer feito um bicho, ele estava gozando! Senti o leite dele me invadindo. Eu gostei de chupar ele, mas dar o rabo foi muito dolorido e estava feliz por não ter demorado muito para ele gozar.

Ao terminar de gozar, ele retirou o pau de dentro de mim e se sentou no sofá ao meu lado. Todo suado e ofegante. E eu também pude finalmente me largar no sofá.

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- E aê muleque? Tá com o cu cheio de porra?

Balancei a cabeça dizendo que sim.

- E tá com o rabo ardendo?

Concordei mais uma vez com a cabeça.

Ele pegou a cerveja, encheu o copo e tomou um gole e foi no banheiro. Eu fiquei ali com a bermuda ainda pelos pés de camisa me recuperando da surra de pica que levei. Ele voltou alguns minutos depois encheu novamente o copo, parou de frente a mim com a pica meia bomba.

- Vamos lá, round 2

Pegou minha cabeça pelo topo novamente e empurrou a caceta meio mole na minha boca.

- Deixa dura pra eu meter mais. Como eu prometi, hoje vc toma no cu até o dia amanhecer

É, não tinha mais duvida, eu ia sair dali todo torado por aquele macho, que ia me comer sem dó!

Não demorou até a pica dele ficar dura novamente, mas dessa vez ele fez diferente, ao ficar dura, se sentou no sofá.

- Vem sentar no trono!

Me levantei, me posicionei e fui sentando no picão, me rabo estava dolorido por causa da metida anterior, mas foi entrando com mais facilidade, comigo sentando foi bem diferente, controlei a entrada da pica e não senti tanta dor com ela indo fundo dentro de mim e então comecei a cavalgar e rebolar naquela pica.

- Aí! A vadia gosta de cavalgar numa vara hein? Faz com talento, vai pula mais sua puta!

E pulei muito! Agora sim estava gostoso! Ja estava acostumado com a vara e então rebolava muito! Decidi então rodar com ela enfiada pra ficar de frente pra ele, então segurei nos ombros dele e comecei a pular com vontade e com força.

- Isso viadinho! Tenha pena dessa pica não porque ela não vai ter do seu cu! Vai com vontade! Só não me venha com viadagem de me beijar!

Pulei assim na pica dele até ficar ensopado de suor de tanto calvagar.

- Vambora viado, quero gozar sem fazer esforço, não para não porque to perto! Não me faça ter q te botar de 4 pra gozar não porque só de raiva vou te partir no meio de tanta força que vou usar pra meter!

Mesmo com as pernas doendo de tanto pular continuei pulando, queria fazer a vontade do macho, e também não queria ter ele metendo com raiva eu sabia que era doloroso! Mas não demorou muito e ele começou a urrar feito um urso.

- Isso puta, não para que vou gozar, vai viado que vou encher seu rabo de leite de novo, vai viado, vaiiiiii….

E mais uma vez senti a gala dele invadido me rabo, parei de cavalgar e fiquei sentado com a vara dele cravada em mim.

- Maluco vou dizer uma coisa, você sabe como tratar uma pica! Tinha tempos que não sentavam tão gostoso na minha vara.

Não resti a oportunidade de perguntar:

- Nem meu pai?
- É isso, seu pai também senta direito na vara.
- É serio mesmo isso que vc come meu pai?
- Claro, seu pai e o Marcelo também (o terceiro amigo do grupo deles)
- Então vc é o macho fidedor que come todos do grupo.
- Isso aê! Afinal amigo é pra essas coisas.
- E nunca comeram vc não?
- Jamais! Bundinha que mamãe passou talquinho? Nem pensar, é só pra olhar! Meu lance é meter e ser mamado, não o contrario.
- Rapaz não tô botando fé que vc come meu coroa.
- Como que não bota fé? Olha vc aí com a vara cravada no cu enquanto fala comigo? Seu pai também ja cansou de fazer isso. Eu já tinha avisado a ele que na primeira oportunidade vc ia cair na vara também. Mas se vc duvida, amanhã vai ser a vez dele de levar rola. Vá dormir lá pras 10 da noite, e quando der meia-noite saia de fininho pq vou comer ele aqui na sala e vc vai flagrar seu coroa tomando no cu.
- Serio isso?
- Sim, agora só faça assim, se vc chegar aqui ele ainda estiver mamando, fique na moita, só apareça pra ele ver depois que eu tiver traçando ele, pq aí monto nele e ele não vai ter como sair, vai ter que continuar recebendo rola.

Fiquei pensando na situação, será mesmo que aquele brucutu comia meu pai? E agora estava comendo a mim?

- Vai ser massa porque aí eu passo a comer os dois, sem precisar mais ficar escondendo, tendo que esperar até de noite quando venho pra cá pra meter. Ficar o dia todo metendo em vcs! Vai ser bom demais! Agora levanta, vá pegar outra cerveja e na volta ja cai de boca na minha vara pq ja são 4 da manhã, daqui a pouco vai amanhecer e eu prometi te comer até amanhecer e costumo cumprir minhas promessas!

Fiz exatamente o que ele mandou, enchi o copo dele de cerveja e me ajoelhei no chão e abocanhei o pau mole dele ainda vazando gala e comecei a mamar. Dessa vez demorou um pouco mais pra ficar duro, mas ficou durasso!

- Agora vou comer vc em honagem ao seu pai!
- Como é isso?
- Vou comer vc do jeito que ele gosta que coma ele!

E me colocou de frango assado e começou a meter daquele jeito grosso e violento dele.

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- É assim que meu coroa gosta de ser comido? De frango assado?
- Não é a posição, é o jeito!

Dai tirou a rola de meu rabo e meteu na minha boca.

- Ele gosta de receber no cu e na boca, no cu e na boca, no cu e na boca…

E foi assim que seguiu. Depois de tirar da minha boca, me virou de quatro e meteu muito! Depois de novo em minha boca, depois me colocou na parede e meteu fundo no meu rabo ele meteu tanto comigo em pé encostado na parede que fiquei de pernas bambas de tanto levar rola. Sempre metendo do jeito bruto e falando toda sorte de putaria, até que quando estava perto de gozar tirou de dentro e me mandou ajoelha e punhetou alguns segundos, meteu fundo na minha garganta e jorrou gala pela terceira vez. Gozou muito para quem já tinha gozado 2 vezes.

- Promto, agora teve leite por todos os buracos que meti!

Eu me larguei no chão encostado no sofá. Estava acabado, ele tinha realmente me torado com a rola. E já era dia.

- Pronto muleque, cumpri minha promessa, já é dia, vou me sair! E estamos combinados né? 00hs saia aí pra ver eu metendo no seu coroa.
- Vc quer mesmo que eu veja isso né?
- Pode apostar que quero!

E saiu fechando a porta do quarto de hóspedes. Eu tomei um banho cai na cama e apaguei. Só acordei as 15hs todo dolorido e com o rabo doendo. Zé tinha me dado uma verdadeira surra de rola e tirado todas as pregas que me restavam. Mas eu estava muito curioso sobre o que ia rolar a noite. Será que veria mesmo meu coroa sendo enrabado pelo Zé?

Passei o dia todo ansioso pela noite, pai ligou e falou que chegaria por volta das 17hs. Procurei Zé pela casa e não encontrei. Ele chegou ja umas 16hs, estava sem camisa, com ela na mão e de bermuda e a barba por fazer, estava muito resumo, disse que tinha saído pra resolver uma coisas e foi conversando comigo e tirando a roupa na sala mesmo e seguiu pro banheiro pra tomar banho segui conversando com ele enquanto ele tomava banho sem nenhuma vergonha se lavava e eu adorando ver aquela cena.

- E o Nandão (apelido para Fernando meu pai)? Deu sinal de vida?
- Sim disse que chega umas 17hs.
- Porra então vou sair de novo pra comprar umas cervas.
- Ainda tem aí. Não precisa.
- tem pouca, vou comprar mais pra eu ficar com bastante tesão pra meter nele quero dar mais umas três hoje.

Eu ri de canto de boca.

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- É serio, seu coroa curte uma surra forte de rola, tipo a que você levou ontem.
- Vc deve fuder direto né cara?
- não, fico muito na estrada tinha umas três semanas que não comia ninguém.
- E não pega muita mulher nessas estradas não?
- Não cara, mulher e beijo na boca só com minha esposa. Vc e os caras só como porque são meus amigos. Não como qualquer viado que acho pela rua não. Até pq não gosto de capa na rola, curto meter pra jorrar a gala dentro. Então tem que ser gente que confio.

Com isso ele terminou o banho, vestiu uma bermuda sem cueca mesmo e foi embora.

Incesto • O pai de 50 deixou eu chupar enquanto “dormia” e na terceira noite me comeu

O pai de 50 deixou eu chupar enquanto “dormia” e na terceira noite me comeu

Relato adaptado. Os dois são adultos. Qualquer semelhança é coincidência.

Meu nome, neste conto, é Rafael. Tinha 18 quando aconteceu. Hoje tenho 20. Magro, pele lisa, bunda que eu já sabia marcar na calça. O homem da casa era o Renato, meu pai. Cinquenta anos, alto, peito peludo, cheiro de macho. Vivia sem camisa. Eu secava ele no sofá com a cerveja na mão e fingia que era outra coisa.




Morávamos em Uberaba. Um sábado a mãe viajou: o avô doente, um mês fora. Ficaríamos só nós dois. Tesão e medo no mesmo copo.

Ele levou ela na rodoviária. Quando voltou, sentou na frente da TV, tirou a camisa. Eu no sofá, almofada no colo. Ele olhou.

— Tá com tesão? Não tem mulher aqui.

Ri. Falei de idade. Ele não sabia — ou já sabia — que o tesão era nele.

À noite bebeu e foi dormir. Entrei no quarto. Barriga para cima, cueca. Mão no peito. Não se mexeu. A mãe sempre disse: sono pesado, temporal não acorda. Beijo no peito. Cueca baixa. Mesmo mole, grande. Cheiro, boca. Foi crescendo. Dez minutos. Gemeu. Gozeu na minha boca, muito. Limpei, guardei, voltei para o meu quarto.

De manhã, café normal. Perguntei se tinha dormido bem sem ela.

— Dormi tão bem que parecia sonho. Queria o mesmo sonho hoje.

Gelei. Passei o dia nisso: estava acordado?

Na noite seguinte ele só disse, na porta:

— Tomara que sonhe de novo.

Eu fugi para o quarto. Semanas assim. Evitei. Faltava uma semana para a mãe voltar.




Calor. Ele de regata. Estranho: em casa era sempre peito nu.

— Tira isso. Está suado.

Olhou, riu de canto, levantou e tirou. Corri para o banheiro. Quase gozando, ele bateu.

— Rafael, está bem?

Entrou. Me viu. Fechou a porta e saiu. Quando foi dormir:

— Tomara que sonhe de novo. Mas no meu quarto.

Espiei. Pelado na cama. Alisei o peito, boca no pau. Cinco minutos. A mão dele desceu na minha cabeça e empurrou. Engasguei. Pulei. Desculpa na boca.

— Eu sei desde a primeira noite.

Estava acordado quando entrei. Gostou do peito, do beijo, da boca. Não falou para não estragar. Vi o olhar no sofá. Vi a corrida para o banheiro.

— Acabou o mistério. Vem. É isso que você queria.



Caí de boca. Gemeu alto. Me pôs de quatro. A cabeça no cu.

— Sou virgem. Devagar.

Ele não foi devagar. Entrou com força. Doeu. Gritei. Cinco minutos ruins. Depois a dor virou outra coisa. Bolas batendo. Eu pedia mais. Cada palavra, ele metia mais fundo.

Deitou e me chamou para cima. Sentei, mãos no peito peludo, rebolei. Duas horas. Quando avisou que ia gozar, desci a boca e engoli.

Dormimos ali. De manhã a mão dele me acordou, já convidando de novo.

A mãe voltou. Quando dá, a gente ainda se encontra. Ela acha que o filho faz companhia boa para o pai. Não imagina o resto.

Relato adaptado. Semelhança com alguém real é coincidência.

TRANSEI COM MEU PAPAI • DESEJAVA MEU PAI E DEI O CU NUM INCESTO



Até então eu não sabia, ou fingia ignorar aquele desejo em mim. Ele nunca me fora interessante à primeira vista, pelo menos, eu não notara meu pai até que um dia meu amigo quase que tremendo me confidenciara, na maior cara de pau, que meu pai era um tesão. Arregalei os olhos, não por causa da declaração inesperada de meu amigo, mas por me pegar relutantemente concordando com ele, e por mais que eu quisesse, eu não consegui negar o que eu lhe havia respondido. Lutei para que meu olhar sobre meu pai fosse o mesmo de antes (apenas o olhar de um filho que amava e admirava seu pai), mas como a larva de um vulcão que agora eruge incessantemente, tornando manifesto o que era antes latente, meu novo olhar manifestava agora desejos contidos e inconfessáveis.

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Suas pernas peludas e atléticas, seus olhos verdes emoldurando um rosto másculo, simétrico e maduro e seus cabelos negros e lisos tinham agora um novo significado para mim. Fazia agora questão de entrar em seu quarto e fragrá-lo saindo do banho, por vezes inteiramente nu, por vezes cobrindo o corpo com uma toalha.


À noite, meu corpo se contorcia de prazer na cama, pensando no corpo delirante de meu pai abarcando o meu, como um macho que cobre uma fêmea no cio. Eu era seu filho mais novo, entre três irmãos mais velhos, acabara de completar 18 anos, mas como caçula, eu ainda era paparicado por todos, por minha mãe, meus irmãos e, é claro, meu pai. Não sei se isso era uma vantagem para mim, visto, por vezes, meu pai, como os demais da família, ser excessivamente protetor e carinhoso para mim. Ele não me sabia com desejos que a religião de seus pais (meus avós) tornara proibido o incesto e o amor entre iguais, embora meu pai de longa data houvesse abandonado a fé que seus antepassados guardavam de tradição há séculos.

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Eu não o queria mais apenas como meu carinhoso pai, mas como o amante de minh’alma, embora doesse a consciência roubar para mim o homem de minha mãe. Mas meu desejo me roubara a razão e me faria dali por diante agir estranhamente na busca por seduzir meu pai. Como disse antes, fazia questão de flagrá-lo saindo do banho e ainda, de ficar mais vezes perto dele e de ajudá-lo mais tempo na loja de peças e utensílios para bicicleta que ficava no térreo de nossa casa. Insistia em passar roçando sua pele e em uma vez em que estávamos sozinhos em casa, enquanto ele tomava banho, fingi muito sono e deitei em sua cama só de cueca, deixando à mostra as formas salientes de minhas nádegas. Ele me acordou, acreditando em meu cansaço e distração. Comecei a piscar discretamente os olhos para ele em algumas ocasiões e numa viagem para a casa de campo de meus tios, fiquei no banco de trás do carro, mirando o rosto de meu pai pelo espelho retrovisor, piscando os olhos duas ou três e mordendo os lábios e passando a língua discretamente pelos mesmos, enquanto abria à boca algumas vezes suspirando. A partir daí, o rosto de meu pai se tornou mais estranho e misterioso, como se começasse a indagar e a peceber minhas inquietantes intenções. Eu fiquei feliz, pois só saberia se eu teria alguma chance se ele começasse a se indagar o que poderia ir além de um olhar de um filho… Como a casa de campo de meus tios era pequena, tivemos que dormir, todos os homens, numa fila de colchões sob o chão da sala. É claro, fiz questão de dormir junto de meu pai, com as costas viradas para ele. Em certa hora da madrugada, aproximei meu bumbum para mais perto dele e pude sentir um volume que aumentava na medida em que eu me demorava encostado, embora tremendo de medo e emoção, com minha bunda em suas virilhas e coxas tão quentes…

Notei seu consentimento em me deixar ali tão pertinho de sua prova de virilidade e na escuridão da sala me demorei o mais que pude naquela situação, embora estivesse ofegante de desejo e sem fôlego. Meu pai fazia alguns movimentos de contração leves e discretos, até que ele parou, talvez por ter gozado sob a cueca. Levantamos pela manhã e quando olhei para meu pai, seus olhos não quiseram encontrar os meus. A partir daí, seu comportamento se tornou mais frio e arredio em relação a mim, embora eu percebesse que aquilo era sinal de que eu realmente mexera com os sentimentos dele sobre mim. Quando voltamos da viagem, de vez em quando seu olhar misterioso se voltava para mim, que continuei a fazer sinais sinuosos e lânguidos de desejo. Não demorou muito até que um dia estivéssemos de novo um dia sozinhos e enquanto ele tomava banho, me pus sob sua cama sem roupa, com minha bunda arrebitada à mostra. Não pude ver quando ele saiu do banho, porque meu rosto estava entre os travesseiros. Apenas senti seu toque suave fazendo voltar meu olhar para ele, que apontava com seus dedos seu membro que enduecia. Aquilo para mim se tornaria a maior emoção de minha vida até então. Não podia acreditar que finalmente teria meu pai para mim. Fiquei de pé e abracei-o. Ele não disse uma só palavra. Apenas suspirava. Desci minhas mãos por sobre seu corpo e agarrei seu membro potente já muito duro, com a glande rósea e bem desenhada. Coloquei em minha boca o instrumento que um dia inseminara a mim no ventre de minha mãe e quis apenas senti-lo lá, com uma pulsação forte e cheio de uma energia avassaladora. Como era lindo contemplar de joelhos o corpo másculo de meu pai, mostrando toda sua pujança e virilidade em suas formas viris e no seu membro latejante, quente…Fiz carinho nele com minha língua e lábios e, a partir daí, fui o mais feroz e voraz que pude com a minha boca.



Abocanhei seu pau como se nunca tivesse chupado outro pau em minha vida, mas aquilo era um presente para mim. Eu ia da glande à base e da base aos seus sacos tenros e carregados de leite. Ele gemia e dizia que queria me penetrar, e que desejava isto desde aquela noite na casa de campo. Queria ter em sua posse meu cuzinho ardente e febril. Eu tremi ao ouvir aquilo. Disse que sim e aquela estava prometendo ser uma foda maravilhosa. Meu pai, apenas com uma cusparada farta de saliva e tesão, lubrifica meu cuzinho e enfia com uma mistura de cuidado e desejo seu pau quente grande em mim. Eu não sabia o que era maior, se a dor ou a emoção de ver aquele cara, que mais do que nunca, representaria um tabu e um desejo mais do que proibido, adentrando as minhas entranhas com uma cara delirantemente deliciosa de prazer. Como estava numa posição que me permetia ver seu rosto, pedi por seus lábios e enfiei minha língua selvagemente em sua boca. Era um delírio transcendental, porque agora, em meios aos beijos tórridos, meu pai me fodia loucamente com movimentos intensos e cada vez mais rápidos de vai e vem. Por vezes, gostava de mirar meu cuzinho aberto e gostoso sendo fodido por sua pica. Tentamos outras posições, mas foi na mesma posição inicial em que ele me penetrou que com movimentos loucos de prazer ele despejou uma camada espessa e farta de sua porra em mim. Pude sentir sua porra escorrendo quente de meu ânus enquanto seu pau continuava lá enfiado e e já quase posição de descanso, com meu pai ainda dando os últimos urros de prazer, e imediatamente busquei com meus dedos um pouco daquela carga de esperma deliciosa que provei com minha boca e ainda fiz questão de compartilhar com ele o gosto de sua porra através de um beijo longo e demorado.

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A partir daí, nossos momentos de prazer passaram a acontecer sempre que a ocasião permitia. Realizei muitas fantasias com meu pai. Transei muitas vezes com ele em seu carro, quando ele ia me buscar na faculdade. Uma vez fodemos deliciosamente no mato, quando toda a família realizava um piquenique perto de uma cachoeira. Me tornei seu companheiro constante, ia com ele malhar na academia, ou fazer caminhadas ou correr na praia junto com ele. Meu pai foi o melhor e mais ardente macho e amante que já tive, até que um dia me formei na faculdade, me casei, chegaram os filhos e tive que morar numa cidade distante, por conta do trabalho que eu e minha esposa havíamos arranjados. Quando o tempo e o dinheiro permitem, volto à minha cidade para rever minha família e, é claro, meu pai, mas hoje em dia somos apenas pai e filho, pois meu pai se recusa a repetir nossos heróicos e eróticos atos de amor, e o que se passou entre nós, fica apenas como uma ardente recordação do passado.