terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dei o cu para meu padrasto caminhoneiro que arrebentou meu cu na boleia

O padrasto caminhoneiro arrebentou meu cu na boleia

Relato de assinante virado conto. Fotos de IA. Qualquer semelhança é coincidência.

Sou um viado incubado, bem masculinizado. Hoje tenho 22 anos. Branco, magro, 65 kg, 1,67 m, cabelo liso castanho até o ombro, olho castanho, lábio rosado.




Cedo percebi que gostava de homem. Aos 18, transei com um garoto da minha idade. Até os 20, fui atrás de rapazes um pouco mais velhos: pau grosso, peludo, leite em quantidade. Aprendi cedo o gosto de macho. Engolia tudo. Eles achavam o máximo. Vários tentaram me comer. Eu não aguentava. Doía. Com o tempo a vontade de dar só aumentou. Não queria moleque. Queria um homem de verdade, de 45 para cima. Passava horas no computador, pornô e chat. Aparecia cada um. Medo. Não saía.

Quando completei 18, o César veio morar comigo e com a minha mãe. Seis anos de viúva, ela arrumou macho. E que macho. Cara e jeito de homem. Encorpado, moreno, cabelo curto com fio grisalho, uns 80 kg, mais de 1,70 m. Peito, barriga, braço e perna peludos. 47 anos na época. Divorciado. A filha vivia com a mãe.

Virou obsessão. Pensava nele o tempo inteiro. Chupava rapaz gemendo o nome dele. Queria vê-lo nu. Nunca vi. Nem de cueca. Imaginava o pau pelo volume no short. O máximo era a aba da cueca saindo da bermuda. Aquilo me matava. Sozinho em casa, ia no cesto da mãe atrás da cueca dele. Levava para o banheiro, enfiava na cara, gozava. Depois devolvia.

Para piorar: caminhoneiro. Quando chegava de uniforme cinza, bota e boné da empresa, eu invejava o beijo da minha mãe. Queria estar no lugar dela. Às vezes passava a carreta em casa. Sumia uma semana. A boleia era grande. Cabiam dois. Eu me via ali. E na cama onde ele comia ela. Punheta.

No primeiro ano se comportou. Depois começou a me cutucar. Não era agressivo. Por que eu nunca falava de garota, não gostava de esporte, só computador. Implicava com o cabelo. Eu levava na brincadeira. Não gostava.

Em abril do ano passado, eu estava sozinho. Ele viajando. Mãe no shopping com a tia. Peguei o biquíni — hoje adoro calcinha — e fui tomar sol na área. Parte de baixo enfiada na bunda. Quase dormi.

— Que porra é essa?

O grito dele. Saltei. Toalha tarde. Estava na porta, uniformizado, olho arregalado. Passei por ele sem olhar. Tranquei o quarto. Chorei. Ia levar surra. Ele tinha voltado mais cedo.

Três dias de silêncio. Fui falar. Ele se antecipou.

— Não precisa explicar. Sua mãe não vai saber por mim. Esquece que eu vi. Vive sua vida.

Deu as costas. Nada mudou.

Em julho, três dias de férias. No jantar:

— Carlos, não quer viajar comigo? São Paulo, uns três dias. Sua mãe não quis.

Ela sorriu.

— Vai, Carlos. Vai ter o que contar.

— Não vamos trabalhar. Só esperar descarregar.




Aceitei por aventura. Depois a ficha caiu: três, quatro dias sozinho com ele. Ele sabia de mim. Ia tocar no assunto. Tinha certeza.

Dois dias depois, no portão, a carreta veio devagar. Ele desceu, beijou minha mãe. Uma vizinha veio arrastar asa. Cara de puta. Subimos. Eu o amava naquele momento. Discrição nota mil. Sorria, mostrava tudo. Depois da Serra das Araras, almoço. Conhecia geral. Comprou doce de leite para mim. No íntimo eu me sentia fêmea ao lado do macho. Apresentava: enteado.

— E então, Carlinhos, está gostando?

— Carlinhos? Você nunca falou assim.

— Achei que podia.

— Pode. Você faz bem para a minha mãe. E para mim também. Merece respeito.

Ele não emendou. Continuou o prato.

Sexta, dezenove horas, São Paulo. Descarga em Sorocaba só de manhã. Posto que ele conhecia, até as garotas de lycra. Ele olhava. Confirmado: tarado. Estacionamento longe, mal iluminado. Banho. Fui depois. No box, um cara peludo de sunga, volume enorme. Saiu. Tomei banho duro.




Depois do jantar:

— Quer conhecer um lugar bacana em Sampa? Surpresa.

Fiquei desconfiado.

— Sou seu padrasto. Responsável por você. Não ia te levar onde eu não pudesse te proteger.

Aceitei. Puteiro. Sem graça. Sem coragem de ir embora. Mesa no canto.

— Já comeu buceta?

— Não.

— Experimenta. Ajuda a se definir.

Fazia um sentido torto. Eu mesmo já tinha pensado.

— Quero tentar.

Uma puta veio no colo dele, claro. Homem daquele chama atenção.

— Hoje é especial. Meu enteado quer se divertir.

Sentou no meu colo. Corou. Gargalhada. Ele cochichou com ela. Me levou para cima. Meia-luz. Alisou meu cabelo.

— Seu padrasto pediu para te divertir de verdade.

— Ele te come?

— Hoje não. Já comeu muito. É bom no que faz.




Tentou beijar. Recuei. Mão no pau por cima da calça. Nada. Ajoelhou, tirou mole, chupou. Raiva. Afastei. Ela tirou a roupa, abriu as pernas, buceta cabeluda, vermelha. Nojo. Levantei a calça e saí.

— Ei, garoto, volta!

Ignorei. No salão ele estava no balcão. Passei voado. Corri para o posto. Em dois minutos ele chegou ofegante, me segurou pelos braços.

— Por que veio sozinho? E se se perdesse?

— Se acontecesse alguma coisa, minha mãe ia saber que você me trouxe aqui.

Ficou estático. Empurrou.

— Moleque tolo. Foi ela quem mandou. Está desconfiada que você é viado.

— Você contou o que viu?

— Não. Ela que pediu o teste.

Entrei na cabine. Fiquei de cueca. Deitei de costas. Ele entrou, short, ar, cortina, luz apagada. Puxou minha coberta. Calor do corpo. Não nos tocávamos. Meu pau foi à meia-bomba. A mão dele no meu ombro.

— Não fica chateado. Não foi para ofender.

— Você sabe que eu não gosto de mulher.

— Eu não sei de nada.

— Sabe. Você viu.

— Vi calcinha. Isso não prova. A ideia do puteiro foi dela.

Virei. Ele de lado, só de short. Meus olhos já pegavam o escuro.

— Será que ela é tão boba? Mandar você num puteiro é correr o risco de você comer puta. Eu não correria.

— Você é mais esperto do que eu pensava. E possessivo.

— O que é meu é meu. Eu não dividiria você. Quer dizer: se eu fosse ela.

Ele riu. Pontas dos dedos no meu cabelo.



— Já transou com homem?

— Garotos de dezessete, dezoito.

— Foi o mais velho?

— Foi.

— Gostou?

— Chupei. Gostei. É bom.

— E a bundinha?

— Não. Dói. Tenho vontade. E medo.

— Moleque não sabe fazer. Então o cuzinho ainda é virgem?

O coração disparou. Palavra suja. Cabine escura. Ninguém.

— É.

— Posso te pedir uma coisa? Quando for perder, escolhe um cara que saiba. Não dá para moleque. Agora dorme. Acordamos cedo.




Decepção. Queria ir além. Medo de rejeição.

— César… posso te pedir uma coisa também? Estou com vergonha. Posso alisar seu peito? Gosto de homem peludo e…

— Pode alisar.

Mão trêmula no tórax. Pelo entre o dedo. Desceu a barriga, abaixo do umbigo. Sem coragem no sexo.

— Desce mais. Sente virilidade de homem de verdade.

Roliço, duro sob o short. Sunga por baixo. Apertei. Ele pulsou. Saco grande. Afastou minha mão, tirou short e sunga.



— Segura meu pau agora.

Espessura e tamanho de filme. Cabeça desenhada, molhada de baba. Boca encheu de água. Cheiro. Meti a boca. Suguei a glande. Desci o tronco. Não engolia inteiro. Lambei o saco, o pelo. Voltei a mamar. Ele gemeu, depois soltou:

— Estava doido para mamar o padrasto, né, viadinho? Mama. Esses dias esse pau é seu. Vai ter piroca todo dia.

Enlouqueci. Ele forçava a cabeça. Glande na garganta, ânsia, baba. Lágrima. Comecei a gemer com o pau na boca:

— Ai, César. Eu te amo. Você é meu.

Ele riu.

— Se realiza. Chupa o pau do teu padrasto.

Mão grande dentro da minha sunga. Dedo no meio da bunda, ponta no cu. Arrepiou.

— Vai dar para mim? Vai deixar eu ser teu primeiro homem?

Não respondi. Pau daquele tamanho. Tapas na bunda. Viadinho. Ele gritou que ia gozar. Preparei a garganta. Corpo teso. Primeiro jato de homem de verdade. Grosso, muito. Quase não dei conta. Engoli. Lambei a racha da cabeça.

— Ninguém tinha engolido meu leite. Nem tua mãe.

Ele me puxou contra o peito e me beijou. Língua fundo. Barba no pescoço. Tirou minha sunga. Pau dele à meia-bomba.

— Deita de bruços, Carlinhos.

— Estou com medo.

— A gente para se você quiser. Confia.

Empinei. Língua lenta de baixo para cima. Depois dentro. Grossa.

— Que cuzinho apertado. Vou arregaçar.

Mordida, tapa. Dedo indicador com saliva, inteiro. Dois doeram.

— Calma. É para o cuzinho saber que o pau vai entrar. Você quer?

— Quero. Vai ser carinhoso?

— No começo. Depois eu estouro as pregas. Amanhã você não vai aguentar andar.




Cabeça da piroca no buraco. Deitou em cima. Pedi para parar. Parava. Chupava pescoço, orelha:

— Deixa eu ser teu primeiro homem.

Cada vez entrava mais. Ardia. Quase no fundo, fiquei de quatro. Forcei a bunda para trás de uma vez. Urrei. Pelo na minha pele.

— Fica assim para acostumar.

Latejava. Comecei o vai-e-vem.

— Isso, putinho. Dá para o padrasto. Você vai ser minha boneca.

— Mete, meu homem. Come o cu do teu viadinho.

Ele meteu de verdade. Tapa, cintura. Gozei sem a mão. O cu mordeu o pau dele.

— Está mordendo? Vai tomar leite por dentro.

Cravou fundo. Pulsou. Gritou. Sentei ao lado, alisei a testa suada.

Não comemos de novo naquela noite. Eu não aguentei. Ele acordava, punha para chupar, tentava entrar. Sem sucesso.

De manhã olhei no espelho. Cu dilacerado, sangrando. Evacuar foi um inferno. Cada piscada doía. Lembrava que tinha sido ele. Satisfação.

O conto ficou longo porque eu queria o detalhe de como virei a puta do meu padrasto. Ainda conto os outros dias em São Paulo. Foi muita foda.

Relato adaptado. Fotos de IA. Semelhança com alguém real é coincidência.




23 comentários:

  1. eu adorei eu a primera vez que dei pra um homem eu gozei com o pau dele no meu cu eu dava desde que eu tinha menos de 10 anos mas pra garotos de 14 e 15 pra homem eu fui da eu já tinha mais de 13 mais vi estrela eu gozei sem encosta no meu pau ele nem fico duro só gozei com ele mole mesmo

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  2. tinha 16 nos o o irmao de meu padrasto me comeu e viri sua mulher por muitos nos

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  3. Conto maravilhoso, queria estar no seu lugar

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  4. Ameeeei😍. Quem dera se fosse comigo.

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  5. A meu amigo eu também comecei da meu cu,tinha ums 10aninhos adorave dar pra molecadas da escola e hoje tô casado com54anos e continuo dando o cu gostoso sinto muito tesao no cu,quem quizer e só chamar

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  6. Eu sou um homem coroa casado e tenho muito interesse em homens maduros sou de Sorocaba SP e tenho muito interesse de encontrar com tarados meu e seu a hora que você quiser e só chamar

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  7. Minha primeira vez que dei meu cu,tinha 9anos doeu mais vicie daí acostumei gostei pronto hoje tô casado com mulher tenho 54anos e continuo dando o cu com muito mais prazer e uma delícia gemer num pau se tiver homens tarados em Sorocaba me chamem venham experimenta esse cu também tudo de graça promoção goze a vontade

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  8. Sempre tive a fantasia de da meu cuzinho para um negão bem pauzudo,sou casado adoro uma bucetinha mas meu cuzinho vive piscando chamando um pauzao para entrar molhadinho rasgando tudo por dendro me arrombando d fazendo eu gozar sem colocar a mão no pau so sentindo as socadas profundas deve ser uma delicia

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  9. Aos 10 anos eu já fazia troca-troca com os meus colegas e adorava dar o cu. Mas, foi aos 12 anos que perdi o meu cabaço p valer, com um homem de 19 anos. Ele era bem dotado e foi meu homem por mais de 6 anos, me ensinou a meter e fez tudo comigo. Desde a primeira vez ele sempre me fez gozar intensamente no seu cacete delicioso. Depois disso nos afastamos, mas eu nunca mais consegui parar de dar o cu.

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  10. A minha primeira vez foi com meu irmão, eu com 8 e ele com 14 anos. Doeu muito mais viciei...

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  11. Adorei esse conto é gostoso demais eu também dei a minha bunda para mim eu gostei ainda tô dando para para travesti ela tem um pau gostoso

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  12. Que conto delicioso,fiquei com um tesão imenso no cú,louco pra ser arrombado também.

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  13. Eu sempre tive a fantasia de ser arrombado por um negão pauzudo mas morria de medo ai dava para um rapaz branquinho,ele socava com toda força eu ali pedindo para ele socar tudo com força mas não me sentia satisfeito faltava alguma coisa,ai criei coragem e chamei o Tonhão meu amigo que vivia me azarando querendo me enrrabar so de ver o volume do pau dele por cima da calça dava um certo receio,pensava isso vai machucar mas o tesão falou mais alto,la fui eu quando ele ficou duro pensei em desistir mas fui chupando ele com o dedo no meu cuzinho,pensei vou ficar de bruços para ele socar tudo com força me deitei,ele pegou um pote de gel lambuzou meu rego montou em mim esfregando a cabecona no meu cuzinho eu gelado de medo,ai ele enfiou as mãos por baixo de mim segurando meus ombros não tinha como escapar ele grandão encima de mim o jeito foi relaxar e empinar a bundinha para entrar mais fácil,mas era grosso demais não entrava porque a cabecona era enorme de repente ele deu uma socada forte entrou tudo de uma ves senti uma dor profunda tive que aguentar tudo ate ele gozar gostoso,acabei gozando também sentindo aquela cabecona cutucando minha próstata,foi muito gostoso estou dando para ele ate hoje o cuzinho esta todo arregacado mas eu não paro.

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  14. Ninguém sabe que uso calcinhas e enfio consolos no meu cu.
    Procuro mulher que sinta vontade de fazer inversão comigo.
    Quero ejacular dentro da calcinha sentindo o vaivém do consolo me alargando.
    cdtanguinha@outlook.com
    cd tanguinha arroba out look ponto com
    Estou no interior paulista, ddd 15
    Não quero sexo virtual, prostituição ou gente curiosa.
    Envie e mail se identificando, informando a cidade, como vc é fisicamente e o que deseja comigo.Bjs.

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  15. Ninguém sabe que uso calcinhas e enfio consolos no meu cu.
    Procuro mulher que sinta vontade de fazer inversão comigo.
    Quero ejacular dentro da calcinha sentindo o vaivém do consolo me alargando.
    cdtanguinha@outlook.com
    cd tanguinha arroba out look ponto com
    Estou no interior paulista, ddd 15
    Não quero sexo virtual, prostituição ou gente curiosa.
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