sábado, 3 de março de 2018

DOIS CAMINHONEIROS E UMA VIAGEM DE SEXO E CACETÃO



Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por Escritor ou Mr. Banana, tenho pouco mais de 30 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo.


Bom, essa foi uma história que ouvi de um caminhoneiro com quem fiquei a um tempo atrás aqui na BR116 - Regis Bittencurt em São Paulo. Na verdade não é a história dele, mas de um amigo. Ele não sabe que essa história poderia vir parar na internet, mas veio... Vamos ao conto! | Narrado sempre em primeira pessoa |

Meu nome é Marcone, sou caminhoneiro e estou desempregado, mas como sou apaixonado por viajar sempre pego uma carona com meus amigos de estrada. A maioria que conheço não viajam para longe só pequenos trajetos. Semana retrasada Samuel, um amigo caminhoneiro me ligou e perguntou se queria viajar para a Bahia com um amigo dele, pois ele soube que eu gostava de pegar carona e estava afim de uma companhia.

Eu aceitei de pronto, pois teria o prazer de subir numa boleia e cortar as estradas numa bela maquina, o Samuel me levou para conhecer seu amigo, o Seu Jorge, um coroa de 50 anos, barrigudo, peludo, de mais ou menos 80m, cabelos pretos, muito brincalhão, com uma barriga de caminhoneiro legal e pernas grossas que ressaltavam seu sacão na bermuda. Disse logo para mim que nos revezaríamos o volante no trajeto da viagem.

Marcamos e no mesmo dia a noite fui até um posto perto de casa onde ele iria me pegar. A noite chegou, tava com minha mochila, e muita tara pela estrada, mas não sabia ainda que a viagem seria tão boa!

Pé na estrada, a noite inteira rodando, paramos então para tomar café.

Carro estacionado, ele me chamou para ir ate o banheiro e fomos conversando. Entramos no banheiro ele se aproximou do mictório abriu a braguilha da bermuda e tirou a rola mais linda que já vi ate hoje com 37 anos de idade, estava mole, mas já tinha pelo menos uns 19 cm de comprimento e parecia um vidro de desodorante de tão grossa, a cabeça era mega gostosa, que rola, ele urinou por pelo menos uns 3 minutos balançou sua poderosa ferramenta e guardou ela na bermuda, pude perceber que ele não usava cueca... E o dia rolou!

A NOITE CHEGOU!

Um dia na estrada, e só por volta de 22h ele enfim disse que iria parar num posto em Minas Gerais para que ele pudesse dormir um pouco. Chegamos ao posto descemos para tomar banho e voltarmos para o caminhão. No banheiro dessa vez procurei ser mais discreto, já que tinha muita gente no banheiro e não iria "queimar o filme" dele e o meu, muita gente na estrada se conhece. Jantamos e dali fomos para o caminhão, quando ele estava me ajudando a subir no caminhão, usando uma bermuda bem fininha e sem camisa, pude sentir seu cacetão encostar a mim, daí ele pegou na minha bunda para empurrar para cima da boleia, e enfiou o dedo no meu cu, foi muito rápido, mas deu tempo começar a achar aquilo estranho.

Dentro do caminhão ele arrumou a cama e disse para eu deitar nos fundos da cama, pois ele deitaria na beirada, se quando amanhecesse eu estivesse dormindo ele não me acordaria, concordei e me deitei de costas para ele, ele se deitou atrás de mim e sem qualquer pudor falou no meu ouvido, só tem um problema eu não consigo dormir sem antes foder o cuzao da minha mulher, mas ela não esta aqui e você gostou do meu brinquedo la no banheiro, e não precisa negar, pois conheço putinha como você de longe, e também coloquei meu dedo no seu cuzinho que ficou piscando, daí me virei e falei pra ele que tudo bem, pois não parava de pensar na sua rola enorme, mas ninguém podia saber, pois eu era casado e não seria legal minha esposa se expor desta forma ela sabia que eu gostava, mas não participa e finge que eu não faço mais. Só que eu faço e faço muito)

DOIS MACHOS E UMA FODA DE OURO
Tudo começou num beijão de dois machos safados, não curto muito beijar homem, mas na hora do tesão quem liga, né? Eu procurei logo seu cacetão e achei-o começando a crescer, quando ele atingiu seu auge da plenitude da dureza, meu coração disparou que espetáculo de rola, fiquei sabendo depois de estar todo arrombado que media 20 de comprimento e 8 de polegada, a cabeça tinha 10 de circunferência, não pensei duas vezes e cai de boca naquele monumento que não conseguia engolir nem a cabeça, pois quando forçava doía meus lábios, daí comecei a lamber beijar, e pedia a ele para me arrombar com aquilo tudo, ele me pedia calmo, pois já tinha mandão vários machos e fêmeas para o hospital com sangramento nos anus e nas bucetas, esta e a vantagem de não sentir dor só tesão, virei de lado e pedi para ele colocar bem devagar, ele esticou a Mao e pegou um creme passou no meu cuzinho, encostou a cabeça e empurrou devagarzinho, meu cuzinho retraiu na hora, acho que ficou com medo, daí começou a se abrir e aceitar aquele monumento de carne dentro dele.

DOÍA, MAS EU QUERIA!
O Seu Jorge começou a foder bem devagarzinho com metade da sua rola no meu cu, pus a mão para trás e vi que não estava tudo dentro de mim, pedi para ele por tudo não deixar nada de fora, ele foi colocando devagarzinho ate sumir tudo no meu cuzinho, me sentia todo preenchido, parecia que estava me rasgando, batia no meu estomago, estava dentro do meu intestino, que delicia, Jorge me comia com muito tesão me chamando de putinha, de cuzinho gostoso, ficamos assim grudados por mais ou menos 40 minutos, depois ele despejou tanta porra no meu cuzinho que vazava tanta porra na cama do caminhão, depois ele pediu para que eu limpa-se seu mastro gigantesco, e eu como uma boa putinha atendi meu macho roludo, seu pau ainda estava duro, daí ele me colocou de quatro e me enrabou de novo agora todo esfolado entrou fácil seu pintão no meu cuzão neste momento, ele me comia com muita força, enfiava ate o talo no fundo do meu cu e eu pedia mais, pois e muito bom dar o cu, ainda mais pra uma rola daquela, ficamos nesta sacanagem por mais uma hora, daí ele gozou de novo um montão de porra dentro do meu cuzinho, ele se levantou e disse que iria ao banheiro, eu fiquei ali todo arrombado, coloquei a mão no meu buraco para ver como estava, leitores sem brincadeira cabia minha mão la dentro de tão arrombado que fiquei, mas valeu à pena, pois nossa viagem durou três dias e eu fui arrombado a cada momento que dava pelo Jorge e seu pauzão!

A VIAGEM CONTINUA!

Chegamos de volta em casa e ele disse que a qualquer próxima oportunidade ele me chamaria de novo para mais alguns dias de muito prazer e que comeria o cuzão da esposa sempre lembrando do meu cuzinho, ate conhecer sua rolona arrombadora de cu!

Como disse desde o inicio, esse não é um conto meu, mas um conto de um amigo caminhoneiro que achei delicioso e resolvi repostar pra vocês com detalhes e imaginação minha. Mr. Banana |11|-95301-443

TRANSANDO COM MEU VIZINHO DEPOIS DE UM DIA DE CACHAÇA | SEXO NO APÊ



Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por Escritor ou Mr. Banana, tenho pouco mais de 30 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo. 

Hoje vou contar a primeira de algumas historinhas que me meu amigo Fabinho do Recife me contou, vou narrar em primeira pessoa pra ficar mais fácil já que ele me contou essa história que lembro, é real.

Era noite de sábado e eu estava num bar pertinho de casa com uma turma de amigos, na zona norte do Recife, começamos a beber a tarde e entramos pela noite, no inicio da madrugada fui pra casa com um amigo, quando ninguém aguentava mais beber, moro num prédio de classe média, sou solteiro, tenho 180m e 90kg, e tenho 26 anos. Quem me acompanhou foi o Julinho, ele tinha 18 anos na época, 180m e 80kg, um branquinho na puberdade querendo gozar muito...

Conversamos um pouco na recepção, tava afim de que o Julinho fosse embora pra eu arriscar alguma coisa com o novo porteiro, mas ele não foi. Então fui pro meu apartamento e Julinho por dele, um andar de diferença, mas assim que entro em casa, meu telefone toca, e é Julinho querendo conversar um pouco mais. Aceitei e fomos falar de bobagens, até que ele entrou no assunto sexo, quando falei de sexo ele disse que tava muito tempo sem sexo e que geralmente as parceiras dele não aguentava ele. Nesse momento eu disse que ele tava conversando demais. Ele queria esticar a conversa e perguntou se na minha casa não tinha nenhum filme porno, eu disse que tinha na TV a cabo, daí ele SE convidou pra ir assistir na minha casa e quase mandando ele ir dormir eu aceitei. Julinho era gostosinho, mas não fazia meu tipo, era muito jovem, não era meu plano de sábado a noite.

Já eram quase 2 horas da manhã quando ele entrou no apartamento, já feito um louco pedindo pra assistir o filme, coloquei e na mesma hora dele começou a coçar o pau. Ele perguntou se meu tio tava em casa e eu disse que tinha ido viajar. Ele sem cerimonia colocou um cacete enorme pra fora e disse que ia bater uma ali,mas ia gozar no banheiro. Neste momento foi que entendi porque Julinho tinha tantas namoradas. Que cacete lindo e gostoso, tinha uns 20cm, grosso e um sacão pra idade dele. Ele disse então que ia gozar no banheiro e foi. Fiquei um pouco decepcionado porque achei que ele tava afim de algo comigo, não queria verdade, mas quando vi aquele cacete eu me animei. Mas... Juninho voltou, disse que não tava conseguindo gozar e pelado cai em cima de mim no sofá e me dá logo um beijo. Achei muito estranho, mas retribui, e ele disse:

Cara, preciso de um cu hoje, me da o teu, macho!

Fingi que não gostava, mas que por causa da cachaça eu iria aceitar. Me virei de bruços e Julinho meteu sem camisinha, no osso, ele bombava muito até pela sua idade e virilidade, mordia minha nuca e me chamava de seu machinho. ele tirou e começou a morder minha bunda e me beijar. Ficamos um tempão ali nos beijos e várias posições até que Julinho gozou no meio das minhas pernas e eu junto com ele. Como meu tio só voltaria na segunda-feira deixei ele dormir comigo. O ruim foi quando acordou e o efeito da cachaça passou, Julinho não era mais o mesmo, nossa amizade mudou um pouco e nunca mais rolou nada.

Esse foi o conto do Fabio do Recife, acompanhe meus contos que teremos novos historias, inclusive quando ele pegou um motorista de uma ambulância.

Mr. Banana! (11) 95301-9443
Foto ilustrativo de um amigo do escritor

sexta-feira, 2 de março de 2018

DEIXOU DE SER HOMEM PRA TREPAR E SER CDZINHA DO MECÂNICO GOSTOSO




Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por Escritor ou Mr. Banana, tenho pouco mais de 30 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo. 

Hoje vou começar a história de Andrezinho, ela na verdade é um cara casado que conheci através dos meus contos e me contou um caso que ele vem tendo com um mecânico aqui de São Paulo - SP.

 COMO CONHECI MEU MECÂNICO! 

Oi, garotos, meu nome é Andre ou Andrezinho como queiram chamar, sou branquinha, casada e bem safada, tenho 172m e 70kg, tenho 27 anos e moro em São Paulo. Sou casado (a) e adoro me vestir de mulher, quando estou assim me sinto uma mulher. Essa é uma história real, um caso que estou vivendo e contei para meu amigo, Mr. Banana que está escrevendo o conto.

VAMOS AO CONTO!
Bom, sempre tive tara por mecânicos, ogros sujos, com o corpo todo melado de óleo, fedendo mesmo como queiram chamar, mas pra mim é perfume de macho. Tem um no meu bairro que me enlouquece e eu sei que enlouquece muito gente, o nome dele e Dudu, a mulherada e os viados do bairro são todos loucos por ele. Tão gostoso e lindo. Dudu é um morenão, forte, alto, cara de safado, não pode ver um rabo de saia que quer logo comer, e eu sei que ele é do estilo "Raí", mecânico de uma novela antiga da Globo, já comeu muita gente!

Algumas vezes que precisava fazer alguma coisa no carro, sempre fazia com ele só pra estar perto dele, do nada já ia lá. Um dia soube que ele na verdade gostava de CD também, nem sabia e nem sei direito ainda o que é ser CD, mas me disseram que era homem que gostava de usar calcinha. Então, se eu queria aquele macho, tinha que arriscar e foi o que fiz. Um dia dei uma batidinha numa das lanternas do meu carro só pra ter um motivo pra ir lá. E fui, mas fui de calcinha e numa hora que ele estava fechando a oficina, por volta de 17:30h. Cheguei, falei com ele, ele me pediu pra aguardar e quando já tinha ido quase todo mundo embora, levantei e fui falar com ele, chamei-o até o carro e dei um jeito de ele ver que eu estava de calcinha. Na mesma hora percebi que a voz dele mudou e o olhar mudou. O que me deixou louca. Mesmo assim, naquele dia não rolou nada, acho que ele tinha um encontro.

...E O TEMPO PASSOU!

Os dias passaram, eu fiquei com vergonha, por ele ter me visto de calcinha e não ter rolado nada, fiquei uns dias sem passar por lá, e passados uns três mesmo eu acabei sendo contratado para prestar serviços de consultoria a uma empresa que fica na rua da oficina dele. Era um trabalho irrecusável e iria durar alguns meses, pior que sempre precisaria estacionar o carro perto da oficina do Dudu. Toda vez que eu passava pra ir no clientes, acho que ele ficava imaginando-me de calcinha, sei lá. Era um olhar diferente de antes do acontecimento, mas tinha medo dele ter contado pra alguém, mesmo assim eu pensava nele, e sempre ia de calça apertada para valorizar minha bunda e ele ficava me olhando.



Minha bunda, por ser tão grande e inchada, toda vez que colocava uma calça colada, ficava ainda maior, fazendo uma leve repartição entre os gluteus. Aquele homem mexia comigo, passei a me depilar, até mesmo a bunda, só pra passar na frente dele.

E OS DIAS FORAM SE PASSANDO!

Toda vez que eu passava na frente da oficina, não saia nada além de bons olhares. mas nenhuma palavra. Mal sabia ele que tudo que eu mais queria nessa vida era dar muito o cusinho pra ele, que eu já não aguentava mais de tanto tesão.

O DIA TAVA CHEGANDO!
Certo dia eu resolvi que tinha chegado a hora de me entregar para aquele moreno, eu era ou iria estacionar o carro em outro lugar. Me depilei todinho, fiz toda uma produção com calcinha, preparei as luzes no meu banheiro e fiz umas fotos bem legais. Imprimi uma, a mais gostosa e no dia seguinte eu escrive meu telefone na foto, e passei pelo carro dele estacionado perto do oficina e coloquei dentro do carro, através da porta. Passou um dia e nada, dois dias e nada, quando já estava pensando em desistir. Numa tarde qualquer, recebo um "Oi", no whatsapp, pela foto já sabia que era ele, mas na minha não tinha. Daí eu disse que era um cara que tinha muito tesão nele, mas tinha medo de apanhar, disse que queria me apresentar, mas não sabia sua reação. Mas ele logo falou que adorava uma CDsiznha, e que topava me conhecer melhor, mas disse que tinha um probleminha, uma coisa que podia atrapalhar. Perguntei o que era e ele disse que era casado e que jamais alguém poderia saber daquilo. Eu ri muito e disse que eu não queria casar com ele, que também era casado e que só queria dar meu cu pra ele e chupar seu pau. 

E COMO FARÍAMOS?!

Eu então disse que era seu antigo cliente, mas que ele tinha recusado, ele disse que não, que queria me comer desde o dia que me viu de calcinha pela primeira vez, só que naquele dia tinha que pegar sua mãe no aeroporto e realmente não dava. Que ficou esperando eu voltar um dia pra que ele me pedisse uma chance, mas eu não dei mais chance a ele de conversar comigo. Quase chorei ao ouvir aquilo e perguntei:

_E ai, rola?
_Claro que sim, te pego a noite onde?

Passei o endereço e quase pirei ao desligar o telefone!
Bom, fui pra casa, tomei um banho gostoso e não parava de pensar nesse momento que eu esperava por tantos meses. Iria realizar um sonho. Eu estava morrendo de tesão. Coloquei uma calcinha vermelha bem atolada no rabo, que por sinal já estava muito gostoso naquele dia, coloquei uma calça jeans bem justa e uma camiseta que ficasse meio feminino pra ele.

Meu corpo já não escondia os sinais do meu desejo. Pela camisetinhas se podia ver meus biquinhos durinhos apontando pra frente. Mesmo não sendo uma mulher, seria comido por um homem e ele me deseja de forma feminina. Preparei meu corpo pra ser chupado.

A HORA CHEGOU!
Chegou o momento e fui, era inicio de noite e ele estacionou o carro perto da minha casa, na esquina. Entrei no carro e sem sair do lugar nós começamos a conversar. Por ser todo escuro o carro, nós ficamos tranquilos, e estávamos num lugar de pouco movimento. Conversa vai, conversa vem, falei pra ele que meu maior desejo era transar com ele.

Ele então seguiu para um campinho de futebol que tem no bairro. Disse que infelizmente era conhecido e que não poderia se expor, nem liguei, entendi ele perfeitamente. Mesmo assim, ele ficou sem graça e do nada, ali pardo no escuro ele me beijou. Fazia tempos que eu não dava aquele beijo gostoso de língua. Fiquei muito mais excitado do que já estava antes. Ele passou a mão por cima da minha camiseta e apertou meus petinhos e começou a massageá-los com força, por baixo na camiseta.

Nesse momento eu segurei aquele pauzão, que já estava explodindo pra fora da calça de tão duro. Eu sentia ele latejar na minha mão. Fiz movimentos de sobe e desce com a mão, mas a calça jeans não permitia direito. Foi aí que eu abri o zíper, e vi aquela cabecinha moreninha saindo pelo ladinho da cueca toda babada.

Passei a língua na cabecinha, só na cabecinha. Depois de alguns segundos não resisti e engoli aquele mastro todo. Chupei bastante, suguei com força, mamei com toda vontade do mundo aquele pauzão moreno, grosso e cheio de veias. A pica dele estava latejando na minha boca. Que delícia!!!

Tirei a minha camiseta e ele chupou meus peitinhos com vontade. Depois tirei a calça e abri bem minhas pernas. Ele não acreditava que eu estava de calcinha. Começou a alisar meu cacete, mas foi direto pro meu cusinho, dedava e eu ia auo delirio. Era um dedo grosso e muito gostoso.

Eu não sabia o que fazer e imaginei gozar ali do nada, meu cacetinho gostava do nada de tanto tesão. Eu queria gritar:

- Me come, seu safado, mete essa pica no meu cu!

Foi aí que eu tirei minha calça, inclinei completamente aquele banco, abri bem as minha pernas e pedi:

_Vem, mete tudo!

Mesmo num local apertado ele veio com aquele mastro latejando e enfiou no meu cu de frango assado.

_Ai, que delicia!!! Que loucura! Que cara gostoso! Mete duro! Meteeeeee!!! - falei entre gemidos. 

Ele meteu, meteu com força, sem dó. Eu gemia e gritava feito uma cadela no cio.
Nem parecia que a gente estava num carro apertado e com o homem enorme me comendo, o tesão era maior. Trocamos de posição e me sentei no colo dele, rebolando bem gostoso naquela pica dura e quente.

Ele mordia minha nuca e minha orelha, parecia que iria me comer! Pulei sem dó naquela pica, e sentia ele rasgando meu cusinho carnudo. Não aguentei mais e anunciei que eu iria gozar. Eu gemia muito, e minhas pernas ficaram bambas. Ele disse que não era hora, que aquela noite ainda iria me comer muito, mas não aguentei e gozei, gozei como poucas vezes eu gozei na vida!

Ufa! Gozei muito e fiquei paradinho sentado na rola dele e com a minha cabeça apoiada em seu ombro. Não sei o que estava acontecendo com a gente, um macho, comedor de buceta ali com uma CDsinha com uma pica atolado no meu cú! Acho que desmaiei, apaguei uns 5 minutos enquanto ele fazia um carinho no minha nuca. Retornei com ele procurando com seu cacete o meu buraquinho.

- Quer meter mais? - ele me perguntou depois de me dar um longo beijo na boca.

Enlouqueci de vez!

- Nós viemos aqui pra isso, não foi? - respondi toda dengoso.

Não precisei falar mais nada. Em segundos ele me botou de quatro, e começou a lamber meu cuzinho, que estava piscando pra ele.

Ele chupou bastante meu rabinho e enfiou um dedo, depois dois. Quando vi, ele já estava metendo a rola dele sem dó. O safado não teve dó mesmo, pois eu pedia pra socar com força mesmo.

Ele bombava demais, e seus gemidos me deixavam louca. Foi aí que ele falou que iria gozar no meu cuzinho. Eu disse pra ele que ele deveria era gozar na minha boca. Aquele homem estava me deixando muito louco! E ele disse:

_Você é mais safado que uma mulher, sua putinha!

Depois de socar no meu cu de quatro por uns 20 minutos e eu gritando com aquela vara toda enterrada no meu cu ele pediu!

_Vai vira, vira ligeiro no meu cacete!

E ele gozou. Ele segurou minha cara pra eu não tirar o rosto, e encheu a minha boca de leitinho. Cuspi em cima do pau dele aquela porra toda. Por fim terminamos e fomos embora.


Aquela foi a primeira de algumas vezes que já ficamos, até o momento ninguém sabe de nada, e nós vamos ficando assim, ele é comedor de buceta e isso me excita e de vez enquando a gente vira dois amantes, seja no carro apertado, no sitio da família dele ou nas viagens a praia nas madrugadas loucas quando ninguém sabe onde nós estamos e que estamos juntos porque ninguém sabe que somos assim!

PS: Quer viver feliz num sexo com um macho? Não conte pra ninguém, nem pro seu melhor amigo!

Esta história foi enviada por um amigo via whatsapp e adaptada por Mr. Banana. Mande sua história também... (11) 95301-9443

O LUTADOR DE JIU JITSU COROA ME COMEU A FORÇA NA SUA CASA QUANDO SUA ESPOSA TAVA NO TRABALHO



Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por por Mr. Banana, tenho pouco mais de 30 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo.

Hoje vou contar a história do Davi, ele mora na Zona Leste de São Paulo e também é safado como eu, estranhamente um dia ele se viu frente a frente num app Grindr (Que eu acho que só tem a galera assumida, PS: Nada contra), mas ele encontrou um cara casado com mulher e que curtia um carinha jovem. O cara morava na região do Parque do Ibirapuera em São Paulo, lutador de Jiu-Jitso, cerca de 44 anos e no app era um cara bastante forte. Ele estão marcaram e no dia Davi foi encontrar o cara no metrô.

A PARTIR DE AGORA VOU NARRAR EM PRIMEIRO PESSOA, JÁ QUE O "DAVI" ME ENVIOU TUDO VIA WHATSAPP:

Bom, ele me pegou no metrô, fomos direto para a casa dele, eu ainda fiquei com medo, mas ele me disse que ele trabalha dia sim, e dia não, já sou esposa trabalha durante a semana e só chegaria a noite em casa. Ele tinha um pouco mais de 40 anos, cerca de 180m, mais de 100kg, tinha um corpão forte, mas não era sarado. Assim que entramos no apartamento do cara, ele me deu um tapão na cara e me jogou no sofá, tirou a roupa como se fosse me devorar. Tirei a roupa logo, e ele como um animal, me virou de costas, deu outro tapão na minha bunda, que doeu bastante, queria desistir e ir embora, era um cara muito violento, acho que por fazer lutas marciais, sei lá, mas o tesão era grande e ficou.

O cara me obrigou a ficar de joelhos, na frente dele, e me colocou na cara seu cacete, nesse momento disse que só iria chupar e que iria embora, parecia uma garrafa de coca-cola, muito grossa, uns 19cm, mas muito grossa. Ele disse que jamais, que pra sair dali sem ele gozar eu iria apanhar muito, que eu ia sair dali arrombado.

Chupei, chupei e cada vez tinha mais medo, era muito grossa, mal cabia na minha boca. Então ele me jogou no sofá, me colocou de costa e me prometeu:

_Hoje eu vou te arrombar!


Ainda tentei sair dali e ir embora, mas ele me dominou, me jogou no sofá novamente e disse:

_Hoje você vai ver o que é um macho de verdade!

Foi muito tenso, juro que fiquei com medo de apanhar, sei lá, de acontecer alguma coisa comigo. Ele então mirou aquela pica dura e disse:

_Diga adeus as suas pregas!

Ele forçou de uma vez e eu gritei, gritava e ele não tinha medo dos vizinhos ouvirem, era uma dor terrível. Ele enfiava sem dó. NO inicio doeu muito, mas depois sentir aquele macho com aquele corpão em cima de mim e me comendo daquela forma me deu muito tesão e comecei a me acostumar. Começou a se tornar uma sensação muito gostosa.

Ele bombava de uma forma muito louca, alucinada como se o mundo fosse acabar se ele não comesse meu cu naquele dia. Ele me virou de frango assado, meteu novamente e eu realmente senti um vazio, era uma pica muito grossa. Ele então tirou e gozou ali na sala mesmo, em cima daquele sofá. Foi delicioso enquanto ele gozava na minha cara, eu batia uma e gozava também.

Ainda descansamos um pouco ali na sala dele, me limpei e tomei uma água, mesmo todo ardido, a gente ainda transou mais um vez depois que eu chupei-o novamente. Foi uma experiencia muito boa, mas hoje eu quero com um negão. Se tiver algum da zona leste ou central de São Paulo, afim de uma foda bem gostosa passa ai o contato para o editor Mr. Banana no (11)95301-9443 será um prazer!

Depois conto mais aventuras!

TRAINDO MEU MARIDO COM O COROA ,TAXISTA E NEGÃO GOSTOSO



Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por por Mr. Banana, tenho 34 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo. 

Bom, essa história é real, eu não tenho autorização pra contar, mas como eu imagino que a autora do "crime" não lê contos eróticos, e eu não to fazendo nada, vou contar pra vocês. Claro, vou mudar nomes das pessoas...

Estávamos numa turma de amigos num grande evento aqui em São Paulo, sou casado e estava com minha esposa, entre vários casais, até que um amigo, Breno, resolve se perder no meio do show, deu aquele velho pedido na esposa, Karen, uma mulher bonita e gostosa, e eu não estava entendendo porque aquele bocó estava deixando-a sozinha ali. A coitadinha ficou ali, sozinha entre tantos casais, esperou por mais de 2 horas e ele nada, até que resolveu ir embora. Quase no final do último show o doido reapareceu, sujo de batom e perguntando por ela. Avisamos, que ela disse que iria pra casa. Ele disse que ela não podia ir pois estava sem dinheiro, lisa... Mas, ela foi. Ficamos todos preocupados, e saímos~do show e ligamos pra ela (Karen), seu telefone estava desligado, então resolvemos ir embora, talvez ela já estivesse em casa. Como moramos todos perto, fomos, quando chegamos, ela estava lá, recém tomada banho e feliz da vida como se nada tivesse acontecido, eu não acreditei, mas aceitei.

NO DIA SEGUINTE!

Karen trabalha próximo a mim, no centro da cidade e as vezes almoçamos juntos, claro que naquela segunda-feira ela iria almoçar comigo porque ei queria saber o que aconteceu. Assim que sentamos na mesa eu disse:

_E ai, no caminho de casa você transou com quem?

Ela riu e logo disse:

_Com um coroa taxista, muito gostoso, dei até o cúi pra ele
_Sério?
_Sim, escolhi o maior negão que tinha entre os taxistas e chamei ele pra me deixar em casa, sentei na frente, ele tinha uns 55 anos, morenão, forte, pacotão nas pernas, tinha mais ou menos 190m, grandão, e logo que saimos de lá eu disse a ele que tava louca pra chupar um pau. Ele riu e perguntou se era sério, eu disse que sim, ele então soltou a diração um pouco, foi abrindo o ziper da calça e pós o cacetão ainda mole pra fora. Eu cai de boca e fui chupando, quando aquela pica cresceu, quase mudei de ideia, mas o Breno precisava aprender e que queria gozar. Fui chupando até que depois de uns 20 minutos, quando prestei atenção o coroa já estava na porta de um motel pedindo um quarto. Entramos e o cara me puxou pro quarto, me jogou na casa, chupou muito minha buceta e me comeu em várias posições. Tomamos um banho, mas uma vez aquele coroa se deliciando e de lá ele me levou pra casa. Disse que era casado, mas seu eu quisesse ele me comia outras vezes.
_Sério mesmo, Karen?
_Sério! Eu peguei, mas não sei se vou meter outros chifres no Breno. Pelo menos bala pra atirar eu já tenho!

Bom, como disse no começo essa é uma história real, nomes trocados, mas todo aconteceu de verdade. Quer enviar seu conto? (11)95301-9443 - Foto do Editor. Mr;Banana

O ELETRICISTA TREPANDO COM UM CASAL APAIXONADO - PARTE 01



Olá! Como quem acompanha os meus contos já sabe, eu sou uma pessoa real, casado, mas que aqui e no Blog "Contos de Banana" eu me identifico por por Mr.  Banana, tenho 34 anos, moro em São Paulo, mas adoro contar histórias reais (Sempre reais) de amigos e gente safada como eu que adora sexo. 

Hoje vou contar uma das várias safadezas que Marcinho (nome fictício), eletricista de Embu das Artes (pela área) me contou. Ele é casado, um pouco mais de 30 anos, cerca de 167m e 70kg, branco, mas adora um sexo gostoso, com ou sem sua esposa. 

PS: Nomes de pessoas são fictícios, nome de lugares são de lugares próximos ao lugar real, mas tudo trocado.

Um dia, eu, Marcinho, recebi uma ligação de um Senhor que estava precisando dos meus serviços de eletricista, o cara morava numa cidade do ABC paulista, São Bernardo do Campo. Trabalhava em São Paulo - SP. Disse que o atendia sim, mas estranhei porque ele não procurou um eletricista que morasse mais perto. Mas aceitei o serviço, que também estranhamente teria que ser executado num sábado a tarde. Mas aceitei devido a ser um bom valor.

No sábado seguinte então fui para São Bernardo executar o serviço, chegando lá fui recebido por um cara de mais ou menos 40 anos, branco, 175m e uns 75kg, bonito e simpático, que vou chama-lo de Carlos, ele numa casa bem confortável, Entramos. e na sala estava a esposa, Lucia, uma mulher bonita, loira, roupas apertadas e muito gostosa. Fomos então a cozinha para ver o problema, segundo ele só uma tomada que não funcionava direito, que quando vi, não era nada demais, estranhei mais uma vez e comecei o concerto. Nisso, Seu Carlos começa a conversar comigo, pergunta se não quero tirar a camisa, eu disse que não que era um trabalho rápido, e ele disse logo que era uma pena, que eu poderia ficar um pouco mais, mais uma vez estranhei, mas segui, ele disse então que iria tomar um banho, mas pra entregar logo o jogo tirou a roupa ali no meio da cozinha. Tirou a roupa ficando só de cueca. Perguntou se eu me importava e eu disse que não, que a casa era dele e que ele podia ficar a vontade. Ele sem conversa, virou a bunda pra mim e me perguntou se eu gostava, disse que sim, então ele pediu pra eu ir e eu me levantei e fui. Acreditei naquele momento que iria comer o casal, e que aquilo era realmente uma transa e não um concerto. Isso já tinha me acontecido.

COMEÇOU A FESTA!

Quando eu me levantei, ele pulou direto na minha calça, abriu meu ziper e caiu de boca na minha pica, num tava legal, tinha vindo da rua, não tinha tomado banho, mas aquele cheiro de suor parecia enlouquecer aquele cara, ele dizia que era cheiro de macho trabalhador, chupava muito e o "bicha" deu sinal de vida, ficou dura de verdade. Estranhamente a esposa dele estava na sala, mas não vinha, eu comecei a pensar que o cara era louca, em fazer aquilo escondido dela com ela em casa. mas, depois de muito chupar, ele deitou na mesa da cozinha e me pediu pra come-lo de frango assado. Ele abriu as pernas e eu comecei a meter naquele cu delicioso quando ele fala:

_Vem amor, vem ver seu machinho sendo enrabado!

Foi quando a esposa dele entrou na cozinha já pelada, com a mão na buceta, batendo uma siririca e chamando o marido de viado. Era uma loucura, eu metia no cu dele, e ela beijava-lo chamando de viado safado, colocando a buceta dela em sua buceta.

Aquilo era alucinante, até que ele não aguentou e gozou. Gozou muito e nós paramos.

Ele pediu pra eu parar um pouco e sentar. Eram muito simpáticos, tava frustado porque não tinha gozado, mas ele disse que estava apenas começando. Fomos então bater um papo, eles se apresentaram melhor e depois da cerveja a festa começou de vez... Mas isso eu vou contar ao editor, Mr. Banana num outro dia e ele posta pra você!

Editor: Quer acompanhar meus contos? Eles estão aqui no ContoErotico.com e no ContosDeBanana.Blogspot.com. Quer me enviar sua história? (11) 95301-9443 as fotos meramente ilustrativa para esse conto.