quinta-feira, 1 de março de 2018

PEGANDO O TAXISTA COROA EM RECIFE



Olá! Como quem acompanha meus contos já sabe, sou o Sr. Banana, sou um cara normal demais, mas que adoro escrever contos eroticos, e só se for historias reais que trago para a vida virtual. Bom, apresentado, hoje mais uma vez vou falar de umas das várias aventuras de Fernando, um Pernambucano que mora na Zora Norte da capital, Recife e que adoro gordinhos. Outros contos sobre ele você pode ler aqui ou no Blog "Contos de Banana"

Um dia Fernando estava na Zona Rural, em Boa Viagem, foi pra um evento e chegando lá recebeu uma boa quantia em dinheiro, como ele não tinha carro, teve que pegar um Taxi, claro, pois no Brasil ninguém anda de ônibus com muito dinheiro. Indo pra parada do Taxi, de longe ele já avistava os tipos que tinha na praça, eram mais ou menos 21h e ele viu um gordinho, cerca de uns 55 anos, baixinho, moreno, todo apertadinho e Fernando disse, esse faz meu tipo, e de longe ele viu que tinha uma fila, que se fosse não iria pegar ele, mas um magrinho, feinho, então ele de longe ficou a esperar, até que chegou a vez do seu sonhado macho gostoso. Fernando então seguiu e pediu o taxi. Pimba! Deu sorte, era realmente a vez dele...

COMEÇOU A VIAGEM!

Taxista não gosta muito de conversar, como todo mundo já sabe, mas esse quis, só que falava de politica, de violencia, das desgraças do Brasil e por ai vai. Fernando só concordava e quando viu que já estavam bem simpatizados começou a falar em sexo, o taxista quis logo falar de mulher, de menina nova, das meninas safadas e Fernando, entrou no assunto, menina nova gosta de dinheiro, já viado, viado faz de graça. O taxista, vou chamar de Seu João, disse que nunca tinha feito com viado, mas que respeitava (Que nunca tinha feito todo mundo acredita), mas respeita, mas de vez enquando ele levava umas cantadas de homens e de mulheres. Nisso Fernando olhava para o corpo de Seu João, era barrigudinho, todo durinho, pernas grossas, levemente calvo e com o famoso bigode pernambucano. Seu João disse que não, que não topava sexo com homem, que não curtia isso da juventude, até que Fernando foi mais explicito pra ele e falou que adorava fazer um boquete. Seu João fez uma cara de surpresa, disse que o respeitava mas que não achava aquilo certo. E Fernando foi falando que viado fazia um boquete muito mais gostoso que qualquer mulher e que Seu João estava perdendo...

Quem conhece o Recife, sabe que mesmo a noite, da Zona Sul a Zona Norte, não se faz em 10 minutos, então o papo continuou e eles passaram por algumas ruas quase desetas e Fernando começou a falar: Seu João, o Senhor não sabe o que é bom. Imagina essa hora o Senhor receber um boquete bem gostoso... E o velho, não, de jeito nenhuma, to fora, eu não quero... Mas Fernando era insistente, não parou, pois em nenhum momento Seu João foi grosso.

Dica: Se você curti e percebeu que o cara não curte e que ele não quer, não insista, você pode levar uma porrada. Mas esse não foi o caso de Seu João, tava muito educado.

Até que numa parte da corvesa Seu João perguntou:

_Porque boquete de homem é mais gostoso?

Fernando então, disse:

_Ah só o Senhor provando pra ver!

Os dois riam e brincavam, até que Fernando pois a mão no meio das pernas de Seu João, o coroa não ligou, e Fernando foi pergundo, a piquinha estava mole, nem dava sinal de vida. Até que Seu João falou:

_Tenho calma, vou parar ali numa rua na frente esquisita e você faz esse serviço!

Um minuto depois Seu João para numa rua bem deserta, estaciona, deita o banco, descer a calça todinha e diz:

_Chupa esse caralho, mas chupa com respeito!

Fernando foi ao delirio, no inicio a pica realmente estava mole, mas em 30 segundos começou a dar sinal de vida, foi inchando, foi crescendo e ficou com uns 16cm e grossa. Tinha um sacão gostoso e o coroa deixava Fernando passar a mão em tudo. Fernando de boca engolia, subia, descia a lingua, chupava os ovos, babava geral até que o coroa segurou a cabeça dele com toda força e gozou. Fernando ainda quis tirar, mas foram um jatão de porra quase guela a dentro.

No final, esse, segundo Fernando, foi a primeiro de quatro boas corridas com Seu João, mas as outras três historias contos daqui uns dias!

Essa foi a história do Fernando - Recife - PE

Escrita por Mr. Banana - Whatsapp: (11)95301-9443

fotos: Mr. Banana

TREPANDO COM O FILHO DO PADEIRO | SEXO NA ADOLESCÊNCIA



Como quem acompanha os meus contos já sabe, brinco que eu sou o Sr. banana, todos os meus contos são reais e esse é mais um, já aconteceu a algum tempo atrás. Hoje tenho 175m e 80kg, pernas grossas e bunda grande, cacete grosso de uns 17cm, gosto de macho, gordinhos, moreno, negro ou fortinho...

VAMOS AO CONTO...

Essa história aconteceu quando era novinho, nessa época já me interessava por morenos e/ou gordinhos, fortinhos.

Meu pai todas as noites gostava de ficar conversando com os amigos na pracinha de frente a minha casa e minha mãe trabalhava a noite, sempre ficava só em casa assistindo TV ou estudando.

Uma noite soube que Eduardo, o filho de um padeiro que morava próximo a minha casa tinha chegado de uma temporada em São Paulo. E como era um rapazinho bem falante veio visitar meu pai que estava na praça. Olhei pela janela e o vi conversando com meu pai, achei ele um tesão, um pãozinho, todo entroncadinho, moreninho, pernas grossas, bumbum lindo e carnudo. Lembro como se fosse hoje, ele bem arrumadinho com um moleton, mesmo bem jovem dava pra ver o pacotinho dele...

Em determinado momento, eu já estava estudando na mesa de jantar e então ouço sua voz e chamando. Aquilo me deixou excitado. Era ele me chamando, entrou em casa e veio bem simpático falar comigo, sentou a mesa comigo enquanto meu pai ficou na praça com os amigos. Ele me contou suas aventuras em São Paulo e entre elas disse que comeu muito cusinho por lá. Achei isso estranho, então ele disse que queria mais cusinho e colocou a mão na minha perna, por baixo da mesa onde estava...

O guri tava muito louco, disse que tinha transado bastante em São Paulo, e queria transar com gente bonita como eu. Eu engoli isso seco e na mesma hora ele pois a mão no meu cacete e disse que queria ficar comigo. Ele me puxou pro chão da sala e caiu em cima de mim. Como era muito inexperiente aquela sensação era gostosa. Um carinho gostoso em cima de mim.

Eduardo sem medo de meus pais chegarem foi logo tirando minha roupa no chão mesmo, baixou seu calção e começamos um dos meus primeiros 69 da vida. O cacete dele era bem grossinho e maludo, cai de boca chupei muito e ele me chupava, nos chupamos bastante quando dirrepente ele caiu de lingua no meu cu. Ele era muito safado e parecia não ver nenhum problema com a gente ser pego. Ele me virou no chão e caiu de lingua mais uma vez no meu cusinho. Chupou bastante até que ele disse que iria me comer e dai ele meteu, meteu muito gostoso deitado sobre mim. Eu não sabia muito sobre sexo, mas sabia que estava gostoso, muito gostoso.

Ele me pós de quatro, com o dedo na minha boca. Batia na minha bunda e queria bater uma no meu cacete... Me fudeu muito. Anunciou que iria gozar. Gozou bastante no meu cusinho e ficamos ali um tempo nos beijando...

Eu e Eduardo ainda transamos mais umas 5 vezes. Quando estava com uns 20 anos, nos encontramos mais uma vez e transamos, não tive mais a sensação de quando era jovem. Ele hoje tem 4 filhos e já foi casado 3 vezes. Ele já me cantou umas vezes mas não rola mais.

Essa foi uma história real do Sr. Banana que aconteceu no inicio dos anos 2000. Entre em contato: (11) 95301-9443

O CASEIRO TREPANDO COM O VIGILANTE NUMA FAMOSA PRAIA PERNAMBUCANA



Olá! A partir desse conto vou me chamar de Sr. Banana. Quem acompanha meus contos sabe que todos são reais, coisas que aconteceram na minha vida e não vida de amigos que me contam ou me mandam histórias. Não gosto de conto criado, prefiro fofocar as aventuras das pessoas. 

Esse é o segundo conto que meu amigo Leandro, caseiro em uma famosa praia pernambucana me enviou. Ele me disse que depois que foi tomar de conta dessa casa, a vida sexual dele mudou para muito melhor.

VOU NARRAR COMO SE FOSSE EU, MAS É O LEANDRO!

Sou Leandro, tenho 37 anos, casado, 170m e 70kg, gosto de buceta, mas não perco uma sacanagem (Veja no conto anterior o que ele fez com um coroa rico), na praia, na rua, na fazendo em qualquer lugar!

Como já fui apresentado sou caseiro numa casa de gente muito rica numa famosa praia pernambucana, quando os donos estão eu sou quietinho, quem faz as putarias são eles, coisas que eu conto futuramente, quando eles não estão eu aproveito, e também faço novas amizades. Durante os dias normais da semana ou na baixa temporada as casas ou ficam vazios ou no máximo com um caseiro ou vigilante. E numa casa vizinha tinha um, o Rogeiro. Rogeiro era um típico negão pernambucano, gostava de brega, usava um bigodinho, antigo, mas que a turma do brega adoro, era queimado do sol, era um cara forte, não de gordura ou de academia, forte de parrudo, cerca de 170m e uns 75kg.

QUANDO ACONTECEU

Um dia parado naquela praia e sem nada pra fazer, comecei a maquinar em trepar com o Rogerio, foi ai que peguei umas cervejas dos patrões e levei pra o Negão com a desculpa de pedir pra ele da uma olhada no meu celular que travava muito. Foi lá e disse para o negão:

_Vim aqui pedir pra tu dá uma olhada no meu celular que tá travando, mas já trouxe o pagamento.
_Senta ai, tu é o cara!

Completou meu negão dos desejos...

Nisso foi uma, duas, três, quatro... Uma duzia de cerveja. Até que Rogerio diz que precisa entrar para mijar e pegar umas cervejas que tinha na geladeira da casa que ele trabalha. Nisso eu entrei junto com ele. A casa tava vazia e fomos a cozinha, pertinho estava o banheiro, quando ele foi entrar e fechar a porta eu anunciei que ia mijar também, nisso ele disse pra esperar, eu disse que era besteira, eu mijava junto com ele que tava apertado.

Ele ficou meio chateado, então eu disse para ele mijar que eu ia lavar o rosto, daí comecei a falar que todo negão tinha a rola grande, mas que achava que ele não tinha, então ele virou e mostrou, era uma rola bem grande, eu olhei e peguei bem rápido, daí ele perguntou:

_Tu é viado cara?

Eu, disse que não, mas que gostava de pegar numa rola bonito, e peguei de novo, era grossa mesmo mole, só que dessa vez peguei e cai de boca naquela rola preta que devagarinho começou a ficar dura. Ele ainda pediu pra parar que nunca tinha feiro aquilo com macho, mas eu não parei e a pica subiu de vez. Como já tinha planejado tudo, levei uma camisinha no bolso, coloquei naquela rola preta,mandei ele sentar no vaso e mirei meu cu naquela vara. Tava muito gostoso, aquela pica quando ficou durante e firme, acho que ficou com uns 20cm. Ele meio que tava gostando, tava com tesão, mas não sabia direito o que fazer, dava pra ver que era realmente um homem que só tinha transado com mulher. Mas tava gostoso mesmo assim, aquele vara enterrada no meu cu e eu subindo e descendo. Nisso ele me chama para um dos quartos que ficava perto da cozinha, ficamos pelados e a vontade. Ele me pediu pra ficar de quatro, me meteu sem dó, doí muito mas o prazer também era muito grande. Eu estava tirando a virgindade daquele negão. Trepamos muito,mas eu pedi pra ele gozar na minha cara, e assim ele fez. Quando estava pra gozar, ele me avisou e gozou na minha cara, mas era muito leite, muito, muito leite. Rogeiro estava separado faia 3 meses e desde que foi trabalhar ali era só punheta.

Ainda rolou mais uma vez nossa transa, mas acho que na segunda vez eu extrapolei e fiz coisas demais que assustou o Rogeiro,mas isso é coisa que eu vou contar na próxima história. Afinal, to com 3 meses apenas nesse emprego, tem muita coisa pra acontecer.

Esse conto foi enviado por Leandro, que é caseiro numa famosa praia pernambucana e editado por Sr. Banana | Foto: Sr. Banana | Contato: Whatsapp: (11) 95301-9443





O COROA CHUPOU MEU PAU NUMA FAMOSA PRAIA PERNAMBUCANA




Olá! Amigos, não deu muito tempo sentir saudades de vocês, é que não param de chegar histórias reais no meu zap e e-mail e eu vou mandando pra você, aqui e no meu Blog "Contos de Banana'. Parece que minha histórias vem fazendo sucesso no nordeste e esse é o segundo conto de hoje (SEMPRE HISTÓRIAS REAIS) que público aqui. Desse vez é a história do Leandro, ele é caseiro numa famosa praia pernambucana e tem aproveitado o salário e o que ele pode comer...

VAMOS AO CONTO!

Olá, sou Leandro (nome fictício), tenho 30 e poucos anos, sou branco, 170m e 70kg, sou casado com mulher e trabalho numa casa a beira-mar, como caseiro. As pessoas vem aqui, alugam a casa ou pedem ao dono para curtir a casa que fica numa famosa praia de Pernambuco nos finais de semana, normalmente chegam na sexta-feira e vão embora no domingo.

A história que vou conta na verdade não tem haver com seus hospedes, mas com os donos de casas ricos que ficam aqui pra descansar e curtir o bom da praia. Na verdade dos "amigos" que se faz. Um dia vejo um coroa branco, seus 165m e 65kg, levemente calvo, bem conservado, passeando ali pela praia. Sabia que ele é casado, as vezes a família tá por lá, mas muitas vezes sozinho. Vou chama-lo de Mauro.

Um dia eu tava lá curtindo o mar sentado em frente a casa quando Mauro apareceu pedindo informações de casa para alugar para um amigo. Começamos a conversa e ele sempre olhava pro meu cacete. Olhava e tirava o olhar. Quando percebi isso, comecei a provoca-lo. Falava com ele e pegava na rola.

Dai fingir que ia mijar, ali perto dele mesmo. Comecei a deixar a rola dura. Me virei e balancei pra ele ver. Não é que o coroa ficou olhando e falou, ta animado?

Fazia uns três dias que não comia buceta da minha esposa. Falei, gosta do que ver? ele disse que sim, então levei ele para dentro da casa e ele ajoelhou e começou a brincadeira de verdade, ele bateu uma punheta deliciosa, e não aguentou, colocou minha rola em sua boca, era uma boca quentinha ele chupava muito bem, sugava meu cacete e revesava com meus olhos. Queria come-lo, mas não tinha camisinha ali. Apesar de sermos casados preferi não ariscar. Ele chupou muito até que eu anunciei o gozo e gozei na sua cara.

Mauro se limpou e saiu dali muito feliz. O coroa foi pra casa como se tivesse 12 anos de idade e ganho seu primeiro brinquedo.

Isso aconteceu no final do ano passado e essa foi a primeira de muitas sacanagens que nós fizemos e que eu fiz nessa casa de praia. Vou mandar pro meu amigo editor outras putarias que eu já realizei com vigilantes aqui da praia e também com coroas. Quem sabe não tem um lendo esse conto?

Se quiser mandar sua história (por favor, real) ou entrar em contato com o editor fale no Whatsapp: (11)95301-9443 - Fotos do editor na descrição do conto!

TREPANDO COM O MOTORISTA - TIRANDO SEU CABAÇO




Olá! Como todos já sabem todas as minhas histórias são reais, são vividas por mim ou por amigos do "Contos De Banana" meu Blog, que me enviam e eu posto aqui. Dessa vez vou começar a contar as aventuras de um amigo pernambucano que adora coroas, gordinhos e casados que também gostam de uma aventura. Vou chama-lo de Fernando, ele tem 180m e 98kg, solteiro e adoro putaria!

VAMOS AO CONTO!

Todo aconteceu quando em um dia ele saiu de casa na Zona norte do Recife com destino ao comercio central da cidade, na Avenida Dantas Barreto, comercio mais tradicional da capital pernambucana. Fernando pegou o seu tranquilo busão, mas quando parou no terminal do Derby (Quem conhece Recife sabe onde fica), eis que entrando várias pessoas no ônibus e ficando lotado para em "seu ombro", um gordinho com cara de macho, branco, aliança no dedo, cerca de 170m e uns 90kg, barriguinha de chopp ou de trabalho... O onibus segue e aquele cara encostando o saco no ombro do Fernando, que não reclamou então ele continuou. Fernando sentiu que o cacete do cara já estava duro, mas olhava pra sua cara e ele fingia que nada estava acontecendo. 

A viagem seguiu, o ônibus foi esvaziando, mesmo assim o cara continuava ali. Até que chegou meu ponto de decida, pedi licença e ele disse que também iria descer. 

Quando desci percebi ele indo para o lado contrario que o meu, olhei e imaginei, "quer dizer que o filho da puta não vai querer nada?" e fui atrás.

Cheguei perto dele e disse:

_E ai cara, gostou?

Ele:
_De que?
_Você tava quase gozando no meu braço
_Você gostou?
_Muito e ai... Vai terminar assim?
_Você quer o que?
_Quero transar!
_E vamos pra onde?
_Tem uma pousadinha bem discreta aqui!
_Cara, tenho medo
_Vamos cara, é tranquilo
_Bora...

E assim vamos para a pousada...

Seguimos para a pousada, eu entrei na frente, liguei pra ele, disse o numero do quarto e ele entrou. Quando chegou eu já estava pelado esperando ele. Ele só colocou as coisas que trazia na mão num cantinho e me deu um beijão. Era gostoso demais. Ele muito macho e barbudo me beijando, até que ele desceu e começou a me chupar, chupava meu cacete, meu ovos, engolia toda minha pica, quando para minha surpresa em estar com aquele macho que acreditava ser 100% hetero ele se vira, apoia os braços numa cadeira no quarto e pede:

_Tira meu cabaço!

Eu não me fiz de rogado e meti pica naquele cara. Ele gritava, mas pedia, me come, mete pica!

Muito gostoso fuder aquele macho, quase de verdade... Fizemos outas posições como frango assado na cama, ele me chupou muito até que eu gozei na sua cara.

Ficamos amigos, tomamos banho e saímos conversando, daí que ele me disse ser motorista numa empresa que os caras eram muito macho e ai tinha levantado o desejo nele.

O conto foi enviado por Fernando do Recife e adaptador pelo Editor
Foto do editor e contato - (11) 95301-9443

O NEGÃO DA OFICINA ME COMEU COMO NUNCA FUI COMIDO | SEXO NA OFICINA



Olá! Galera, essa semana eu estou com todo, com muita vontade de escrever os contos e os meus amigos do Whatsapp estão me ajudando. Como quem já acompanha meus contos aqui e no "Contos de Banana" todos eles são historias reais vividas por mim ou por amigos safados. A história de hoje aconteceu na Zona Leste de São Paulo, como no conto anterior, só que essa na capital, numa oficina mecânica. Vamos ao conto!

Vou narrar em primeira pessoa, mas essa historia foi enviada por meu amigo, Rogério, ele é moreno, casado, 30 anos, mora na Zona Leste de São Paulo, tem 170m e 72kg, pai de 3 meninas mas adora uma rola!

Isso aconteceu dias antes da última Copa do mundo aqui em São Paulo no periferia, aqui e em muitos lugares do Brasil ainda existem aquelas oficinas onde na parede tem aqueles calendários com posteres de mulheres gostosas e peladas, as gatas da Playboy, Sexy, Private.. E como não poderia deixar de ser, quase sempre tem dono é um safado, bem comedor de buceta.

Numa tarde de folga convidei um amigo de trabalho para ir comigo até uma oficina, pois iria viajar e precisava organizar o estepe do carro, claro, ele seria minha "mala" na viagem, ele disse que não poderia ir, mas me deu o endereço e ligou para o dono da oficina que estava a minha espera.

Na chegada, haviam uns clientes conversando e esperando pelos carros quase prontos.
Conversei por telefone com meu amigo e comentei que o cara devia ser um bom mecânico já que os carros pra consertos eram novos, caros e os donos pareciam pessoas de estabilidade social. Meu amigo disse que o dono era um negão muito famosos, principalemte entre os homens.

Chegando na oficina quem nos atendeu foi um jovem, pegando umas roda no porta malas do meu carro e levando lá pros fundos da oficina. Ele nos chamou para falar com o Nandão que estava nos fundos, ocupado.

Nandão tinha a fama de ser um cara muito safado no bairro, mas eu ainda não o conhecia. Lá seu sobrinho me pediu para sentar num sofá velho, eu sentei e aguardei.

Passado um tempo esperando o cara para o concerto, eis que surge um negão enorme e gostoso na minha frente, eu estava sentado num sofá velho e o cara me aparece sem camisa, todo suado e com uma bermuda que com certeza tinha dentro algo muito grande. Ele me convidou pra ver o meu problema, eu estava hipnotizado por aquele cara e ele logo percebeu, conversávamos e ele sem a menor cerimonia pegava no cacete, colocava a mão por dentro da bermuda e aquilo foi mexendo comigo e eu não conseguia parar de olhar.

Durante nossa conversa ele percebeu minhas olhadas e disse:

_Cara, me desculpa, tava comendo uma buceta agora, mas a nega não esperou eu gozar e com ciumes foi embora, me deixou na mão. Pelo que vi você curte, nem adianta mentir. Bora ali?! Vem!

Cara, não deu nem pra dizer sim ou não, o cara dava dois de mim e praticamente fiquei sem resposta. Fui seguindo aquele negão até um quartinho dos fundos, onde havia uma cama bem velha, um colchão que acho que era onde ele come as putas dele.

Quando olho pro lado, o cara fechou a porta e tirou a bermuda ficando pelado, era uma visão maravilhosa, aquele cara machão, levemente forte e gordinho, barriga de macho, cerca de 180m e uns 100kg com um pica enorme só pra mim.

Uma pica de 27cm, enorme, meio torta mas com veias grossas, cabeça muito preta, e com aquela pele que cobre e descobre a cabeça quando a punheta é bem feita. Ele ali sentado, com aquele saco preto pentelhudo, e eu batendo a punheta mais gostosa da minha vida, segurando a pica de um macho roludo.

Vem aqui e termina o serviço vem. Eu não pensei mais, tirei minha roupa e fui pra cima. Ele manda continuar a segurar a picona dele. Era uma visão maravilhosa, caiu de boca sentado naquela cama e aquele negão dos meus sonhos na minha frente, chupei, chupei,chupei, chupei muito aquele cara gostoso. Ele então me ordenou que deitasse na cama, e de frango assado ele caiu de lingua no meu cu, pra meu delirio ele me chupou, chupou meu cu, meus ovos e minha pica, era muito delicioso, queria gosar, ele segurando minhas pernas, ele suado me devorava como se fosse um pedreiro morrendo de fome. Era muito gostoso, quando ele puxou meu corpo e anunciou que iria meter no meu cu. Fiquei com muito medo, mas meu desejo era bem maior que eu, aceitei aquele Jegue dentro de mim. Juro que doeu muito, muito, muito, mas era irresistível e eu não podia parar. Ele metia com uma fome muito grande eu queria mais e mais, mas ele gozou, gozou muito forte e eu também não segurei. gozei como poucas vezes eu gozei na minha vida...

Ufa! Como foi bom!

Para minha surpresa, aquele cheiro intenso de macho no ar. Aquele cara caiu por cima de mim, me deu um beijo grande na boca, me agarrou por trás e disse:

_Dormi, minha puta!

Bom, nunca mais deixei de ser cliente dele, até chupei ele umas vezes e ele me comeu outra vez, mas não vou fantasiar. A primeira vez foi inesquecível!

Conto real enviado por "Sergio" - São Paulo - SP
Fotos do Escritor e contato (11)95301-9443